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Novo helicóptero de ataque chinês

A aeronave das imagens é o WZ-10 (Zhi-10), provável substituto do WZ-9 no Exército de Libertação Popular da China. O novo helicóptero é da classe do Eurocopter Tiger.

SAIBA MAIS:

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, receberam nesta segunda-feira (20), às 14h30, na Base Aérea de Brasília, os três primeiros helicópteros de transporte EC-725 da Eurocopter (Projeto H-X BR). O pacote prevê 50 unidades que foram adquiridas pelo governo brasileiro, sendo 16 para cada uma das Forças Armadas e dois para transporte de autoridades. O cronograma prevê a entrega das últimas unidades em 2016.

A construção dos equipamentos será feita pela fábrica da Helibrás, subsidiária da Eurocopter, instalada em Itajubá (MG). O projeto é uma das consequências da parceria estratégica assinada em dezembro de 2008 pelos presidentes do Brasil e da França, Nicolas Sarkozy. O programa prevê transferência de tecnologia e aumento progressivo de conteúdo nacional, com benefício a diversas empresas brasileiras que se tornarão fornecedoras.

É também uma das primeiras consequências da Estratégia Nacional de Defesa. A partir do momento em que as discussões internas da Estratégia apontavam para a necessidade de aumento da capacitação nacional em defesa, e de coordenação do Ministério nos projetos estratégicos das Forças Armadas, as providências nesse sentido passaram a ser tomadas, antes mesmo da publicação do decreto da END, que ocorreu em dezembro de 2008, mesma época dos contratos.

Pelo acordo assinado com os franceses, a fábrica brasileira terá exclusividade de venda dos helicópteros na América do Sul e na África.

Esse projeto custará € 1,847 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões), dos quais € 1,764 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) serão financiados pelos franceses, em nove anos, e € 83 milhões (R$ 232 milhões) serão desembolsados diretamente pelo Tesouro. A União foi autorizada, em setembro de 2009 pelo Senado, a obter o empréstimo externo.

Na cerimônia desta segunda, cada Força recebeu um helicóptero, com a configuração definida de acordo com as suas necessidades específicas, e poderá trazer variações de equipamentos. Dois EC-725 serão de uso da Presidência da República e serão operados pelo Grupo de Transporte Especial (GTE).

O modelo EC-725 é a versão mais recente do Super Puma/Cougar. Pode transportar dois tripulantes e até 29 soldados totalmente equipados. Pode carregar também uma carga de combustível de 2.268 kg, o que garante um tempo de voo de até cinco horas. A Helibras, única fabricante brasileira de helicópteros, é associada ao Grupo Eurocopter, controlado pela EADS – European Aeronautic Defence and Space Company.

Desde o início de outubro deste ano foi instaurado o Grupo de Acompanhamento e Controle (GAC), dentro da Helibras, em Itajubá. O grupo é responsável por representar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em todos os assuntos referentes às novas aeronaves EC-725.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa / FOTOS: Agência Brasil

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Os Estados Unidos tentaram impedir a entrega de mísseis antiaéreos russos à Venezuela em 2009, devido a preocupações de que Caracas poderia repassá-los às guerrilhas marxistas na Colômbia ou a traficantes de drogas mexicanos, afirma neste domingo o “The Washington Post”, citando documentos diplomáticos americanos vazados pelo site WikiLeaks.

A Venezuela –onde o presidente Hugo Chávez lidera um governo com forte sentimento contra os EUA– recebeu pelo menos 1.800 de mísseis SA-24 da Rússia, disse o jornal, citando dados da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre controle de armas.

As comunicações secretas norte-americanas diziam que o país estava preocupado com a aquisição de armamento russo por Caracas, incluindo helicópteros, caças Sukhoi e 100 mil fuzis Kalashnikov, segundo o jornal.

O veículo citou uma informação do Departamento de Estado dos EUA de 10 de agosto de 2009 direcionada à Europa e à América do Sul dizendo que as vendas de armas russas à Venezuela somaram ‘mais de 5 bilhões de dólares no ano passado e que elas estão crescendo’.

A preocupação com os planos espanhóis para vender aviões e barcos de patrulha para a Venezuela também foi citada na mensagem.

A Rússia reportou ao Registro de Armas Convencionais da ONU no início deste ano que as compras totalizaram 1.800 mísseis, disse o “The Washington Post”. O general da Força Aérea dos EUA Douglas Fraser disse publicamente neste ano que a Venezuela poderia comprar até 2.400 mísseis, segundo o jornal.

O especialista em mísseis Matt Schroeder, da federação de cientistas norte-americanos, em Washington, afirmou ao jornal que os mísseis russos estão entre os mais sofisticados do mundo e que podem derrubar aviões a quase 6.000 metros.

“É a maior transferência registrada no banco de dados de armas da ONU em cinco anos, pelo menos”, afirmou Schroeder, segundo o jornal.

FONTE: Folha/Reuters

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Clique na imagem acima para assistir ao vídeo do disparo.

 

O ministro Nelson Jobim tem um abacaxi nas mãos. O Comando do Exército decidiu comprar 18 helicópteros de ataque russos MI-28, mas alguns brigadeiros ligados ao gabinete de Jobim insistem na compra de modelos MI-35, como os adquiridos pela FAB. Alegam a necessidade de padronização. A mecânica é a mesma, porém o MI-28 custa 30% menos do que os MI-35 negociados em 2008.

FONTE: Isto é / COLABOROU: Marcos Saulo

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Eurocopter Tiger

O Eurocopter Tiger (designação de fábrica EC 665) é um helicóptero de ataque fabricado pela Eurocopter, que nasceu de um projeto conjunto da Alemanha Ocidental e da França, em 1984.

Um “joint venture” entre a MBB e a Aérospatiale foi formada para desenvolver o aparelho, mas devido aos altos custos, o projeto foi cancelado em1986. Em 1987 o programa foi relançado novamente e em 1989, a Eurocopter foi contratada para fabricar 5 protótipos.

Três seriam plataformas de testes e dois protótipos armados: um para a variante alemã anti-carro e outro para a variante francesa de escolta armada.

O primeiro protótipo voou em 1991. Em 1992, a Aérospatiale e a MBB se uniram formando o Eurocopter Group e o Tiger foi transferido para a nova empresa.

A produção seriada do Tiger começou em 2002 e o primeiro voo de um exemplar de produção do Tiger HAP francês ocorreu em março de 2003. A entrega das primeiras 8 aeronaves ao Exército Francês ocorreu em setembro do mesmo ano.

No final de 2003 começaram as primeiras entregas de 80 aeronaves da versão UHT para a Alemanha. Devido a problemas técnicos, a IOC só esperada para o final de 2012.

Austrália e Espanha também adquiriram o Tiger, que dependendo da versão, pode custar de US$ 35 a 43 milhões a unidade.

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Apache Block III entra em produção

O Exército dos EUA formalmente iniciou a produção em baixa escala do helicóptero AH-64D Apache Block III, uma versão melhorada do famoso Apache, agora com mais potência, sustentação, manobrabilidade, comunicação com sistemas não-tripulados e habilidade para pousos “duros”.

O contrato do US Army com a Boeing cobre a produção de 51 helicópteros Block III, com primeiro a ser entregue em outubro de 2011.

O Block III tem motor 701D, pás de rotor de material composto, aviônicos de rede e comunicações melhorados, RDS-21 e estrutura resistente a pousos forçados.
O sistema RDS-21 combina a transmissão de torque dos dois motores em uma única transmissão.

Além disso, o Apache Block III inclui a tecnologia de nível 4 que permite o controle de sensores de aeronaves não-tripuladas que estejam voando nas proximidades e a recepção dos vídeos produzidos em tempo real por essas aeronaves.

Num esforço colaborativo com a Boeing, o US Army pretende produzir 10 novos helicópteros por mês em 2014, com planos para aquisição de 690 helicópteros.

FONTE: US Army

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta terça-feira um lançador de mísseis (sic) AT-4, de fabricação sueca e com poder bélico capaz de destruir tanques de guerra. Dentro de uma capa de violão, o artefato militar era transportado por dois indivíduos em uma moto no bairro dos Pimentas, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A dupla abandonou o lançador e conseguiu fugir durante a perseguição.
De acordo com a Delegacia de Repressão a Fraudes do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), uma equipe realizava levantamentos nas proximidade do conjunto habitacional Marcos Freire quando desconfiou dos ocupantes da moto. Segundo o delegado Adalberto Barbosa, titular da Divisão de Investigações sobre Furto e Roubo de Veículos e Cargas, o garupa da moto carregava uma capa para instrumentos, mas o formato do objeto atraiu a atenção dos policiais, que pensaram se tratar de um fuzil.
A perseguição, conforme a polícia, começou na avenida marginal Norte Sul. Os desconhecidos jogaram a capa no chão e conseguiram fugir pelas vielas de uma favela. Ao abrirem o invólucro, os policiais se surpreenderam com o conteúdo. O lançador estava sem o míssil, segundo o Deic. Ainda segundo o delegado Barbosa, o artefato é utilizado por unidades militares brasileiras. Representantes do Exército estão tentando identificar a procedência da peça.

FONTE: Terra

*NOTA DO EDITOR: o título original traz “lança-míssil”.

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Os sistemas de defesa antiaérea S-300, que Moscou se recusou a fornecer ao Irã na sequência de uma nova rodada de sanções da ONU contra a República Islâmica, poderiam ser vendidos à Venezuela, segundo informou um especialista em comércio de armas russas.

A Rússia assinou um acordo para entregar cinco batalhões de sistemas de defesa antiaérea S-300PMU-1 para o Irã em 2007, mas proibiu a venda em setembrode 2010, dizendo que os sistemas, juntamente com uma série de outras armas, foram cobertos pela quarta rodada de sanções impostas pela Conselho de Segurança da ONU contra o Irã, por seu programa nuclear, em junho.

“A Rússia está procurando um comprador para cinco batalhões de sistemas de defesa antiaérea S-300PMU-1 encomendados pelo Irã, que valem US $ 800 milhões, e a Venezuela poderia tornar-se um comprador deste tipo”, disse Igor Korotchenko, chefe de um “think tank” baseado em Moscou, sobre o comércio internacional de armas.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, que esteve visitando recentemente a Rússia, disse que seu país estava interessado em comprar diferentes tipos de sistemas de defesa de fabricação russa, para criar uma rede de defesa antiaérea de várias camadas.

A Venezuela já comprou 12 sistemas antiaéreos Tor-M1, uma série de canhões ZU-23-2 e mísseis portáteis Igla-S de curto alcance, da Rússia.

O S-300PMU-1 (SA-20 Gárgula) é uma versão alongada do S-300PMU, com uma capacidade limitada conta mísseis  balísticos.

Korotchenko disse que se o negócio do S-300 com a Venezuela for adiante, Caracas deve pagar em dinheiro pelos mísseis, ao invés de tomar outro empréstimo da Rússia.

“O S-300 é um produto muito bom e a Venezuela deve pagar o montante total em dinheiro, pois o orçamento do país tem fundos suficientes para cobrir o negócio”, disse Korotchenko.

Moscou concedeu a Caracas vários empréstimos para comprar armamentos russos, incluindo um empréstimo de US$ 2,2 bilhões para a compra de 92 carros de combate T-72M1M, sistemas de lançamento múltiplo de foguetes Smerch e outros equipamentos militares.

FONTE: RIA Novosti

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