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O Exército de Libertação do Povo Chinês recentemente realizou um exercício de interceptação contra caças stealth F-22 Raptor dos EUA, segundo o jornal Apple Daily de Hong Kong.

A imprensa japonesa em 3 de outubro informou que os japoneses e os militares dos EUA iriam realizar um exercício conjunto para recapturar as Ilhas Senkaku ou Diaoyutai, em novembro, no caso dos chineses capturá-las num ataque surpresa. Foi dito dito que o porta-aviões nuclear USS George Washington e caças F-22 Raptor vão participar no exercício.

Em 8 de outubro, cinco dias após a notícia, uma brigada da Força Aérea Chinesa do distrito militar de Chengdu, treinou o disparo de mísseis HQ-9 (versão chinesa do S-300 russo), seu mais novo míssil terra-ar, para atingir um alvo assumido como um F- 22, segundo o Apple Daily.

O Diário de Ciência e Tecnologia, publicado em Pequim, publicou uma história sobre o exercício. “Logo após o radar mandar a informação sobre a localização da caça “stealth” para a equipe de lançamento de mísseis, o míssil Hong Qi 9 voou para as nuvens e uma explosão foi ouvida apenas 40 segundos depois. Houve muitos aplausos para o sucesso do exercício”.

FONTE: Chosun.com

Modernização dos Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O objetivo desse projeto é, em síntese, modernizar os trinta e cinco helicópteros HB 350L1 Esquilo e AS550A2 Fennec da AvEx, que são utilizados para as missões de Reconhecimento e Ataque, possibilitando o seu emprego na Força Terrestre por mais trinta anos.

Com essa modernização, o Exército passará a contar com helicópteros de reconhecimento e ataque, atualizados tecnologicamente, com novos painéis de instrumentos; sistema de comunicações avançado e seguro; e sistemas de armas integrados com lançadores de mísseis ar-solo, lançadores de foguetes modernos, metralhadoras .50 e canhões 20mm, elevando, dessa forma, o poder de dissuasão da AvEx.

O apoio das Empresas HELIBRAS e EUROCOPTER nessa empreitada será de fundamental importância para o êxito do projeto de modernização da frota de helicópteros de Reconhecimento e Ataque da AvEx.

As principais mudanças serão as seguintes:

  • modernização do painel de instrumentos para os modernos glass cockpit;
  • modernização dos equipamentos de rádiocomunicação e de rádionavegação;
  • incorporação de medidas de defesa passiva; e
  • ampliação da capacidade dos helicópteros de receber armamento, tais como: o míssil ar-solo; o foguete 70mm Skyfire; o canhão de 20mm; a metralhadora .50; e armamento lateral.

Desenvolvimento de Mísseis Ar-solo para os Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O EB está desenvolvendo um projeto para aprimorar o sistema de armas dos helicópteros de ataque AS550A2 Fennec e HB 350 L1-Esquilo, da AvEx.

Esse sistema de armas será composto por lançadores de foguetes com maior alcance e maior precisão, pela metralhadora .50 e por mísseis ar-solo de fabricação nacional.

Esses mísseis, que serão denominados míssil ar-solo MAS 5.1, poderão ser empregados no ataque a alvos terrestres móveis, blindados ou não, e a instalações.

Esse projeto se beneficiará dos conhecimentos tecnológicos e das experiências colhidas no desenvolvimento do míssil anticarro MSS 1.2, de propriedade intelectual do EB e realizado em parceria com a empresa Mectron.

A relevância do projeto é justificada pelo aumento significativo da dissuasão dos meios de reconhecimento e ataque da AvEx, pela contribuição na elevação da capacidade do parque fabril nacional no domínio de tecnologias sensíveis de defesa, na redução da dependência bélica do exterior, na criação de um potencial de comercialização no subcontinente sul-americano e na geração de empregos, todos eles convergentes com os objetivos traçados na Estratégia Nacional de Defesa e nas diretrizes do Comandante do Exército.

FONTE: DMAvEx via Revista Verde Oliva

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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A EADS North America recebeu US$ 67 milhões de dólares como um primeiro pagamento pelo fornecimento de Pacotes de Equipamentos de Missão (MEP) em Helicópteros Utilitários Leves Lakota UH-72A, operados pelos Batalhões de Suporte e Segurança (S&S) da Guarda Nacional do Exército. Trata-se da primeira fase de um contrato cujo valor total é estimado em aproximadamente $152 milhões de dólares.

Construídas na fábrica da American Eurocopter em Colúmbia, Mississipi, estas melhorias do sistema serão implantadas nos helicópteros UH-72A Lakota em uso em todas as partes dos Estados Unidos pela Guarda Nacional do Exército. Os pacotes ampliam o uso dos helicópteros Lakota para missões de reconhecimento, proteção de fronteiras, operações de comando e controle e de movimento aéreo, que dão suporte às missões de segurança e defesa nos Estados Unidos.

“Este Contrato reforça a capacidade da EADS North America em integrar sistemas complexos de missões que atendem as necessidades de nossos combatentes”, disse o Presidente da EADS North America, Ralph D. Crosby Jr. “Isto também representa um novo marco na evolução do UH-72A, já que este potente helicóptero recebe cada vez mais diferentes funções operacionais no Exército Americano. O suporte às missões S&S é mais uma prova do compromisso de nossa equipe industrial em fornecer produtos modernos que permitem que o Exército realize atualmente missões cada vez mais exigentes”.

O início das entregas dos helicópteros UH-72A equipados com o Pacote de Equipamentos de Missão do Batalhão S&S está programado para 2011. O Contrato anunciado hoje cobre o fornecimento pela EADS North America de, inicialmente, 36 Pacotes de Equipamentos de Missão para o Exército Americano que pretende adquirir sistemas para equipar um total de 99 helicópteros Lakota.

A configuração do UH-72A do Batalhão S&S inclui um sistema de câmera montado na linha de centro dianteira com sensores óticos elétricos e infravermelhos, ponteiro laser, um farol de busca de 30 milhões de velas, console do operador, displays digitais tipo “touch-screen” do posto de pilotagem e cabine com sistema de gerenciamento de vídeo e moving map, um gravador de vídeo digital e sistemas downlink de dados, além de um guincho externo e equipamentos de comunicação e aviônicos adicionais.

Localizados em todo o território americano, os Batalhões S&S da Guarda Nacional do Exército Americano fornecem capacidade de aviação leve, prontamente disponível e dispersa para missões militares e operações de suporte a autoridades civis. Estas unidades atualmente operam aeronaves de asas rotativas antigas, da época da guerra do Vietnã, que serão substituídas pelos UH-72A.

O UH-72A é fabricado em Colúmbia, no Mississipi, pela American Eurocopter, unidade operacional da EADS North America, que possui uma linha de montagem especializada para Helicópteros Utilitários Leves. Uma fábrica de integração de sistemas foi criada neste local para gerenciar o desenvolvimento do Pacote de Equipamentos de Missão dos UH-72A para a configuração do Batalhão S&S da Guarda Nacional do Exército.

O exército americano planeja adquirir um total de 345 helicópteros UH-72A Lakota até 2015, incluindo as versões equipadas para operação dos Batalhões S&S.

Atualmente, a EADS North America já entregou um total de 134 helicópteros UH-72A, todos no prazo e dentro do orçamento. Estas aeronaves estão sendo utilizadas em todo o território americano e em Porto Rico, incluindo missões de transporte aeromédico (MEDEVAC), busca e salvamento, apreensão de drogas, transporte VIP e apoio da aviação em geral.

Os helicópteros UH-72A também foram desenvolvidos no exterior, com as aeronaves agora pertencentes ao Joint Multinational Readiness Center (JMRC) do Exército Americano na Alemanha, para missões de treinamento e apoio, e estão baseados em Kwajalein Atoll no Oceano Pacífico, para missões de transporte e apoio no Local de Teste de Defesa de Mísseis Balísticos Ronald Reagan.

Em outra aplicação para os helicópteros Lakota, a Escola de Pilotos de Testes Navais dos Estados Unidos em Patuxent River Naval Air Station, Md, opera cinco versões H-72A para o treinamento de pilotos de teste do exército americano e países aliados.

O UH-72A é um grande programa de aquisição de defesa da Categoria de Aquisição de Defesa (ACAT) para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e isto marcou uma das mais rápidas introduções de uma nova aeronave na história do Exército Americano. As entregas das aeronaves para as unidades da Guarda Nacional, permitem que as antigas aeronaves OH-58 e UH-1 sejam aposentadas enquanto os UH-72A se tornem o componente ativo do Exército Americano, deixando os UH-60 Black Hawks para missões de combate.

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A artilharia antiaérea do Exército Holandês realizou o lançamento do primeiro míssil AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile) na ponta da península da Noruega Andøya. O componente de defesa aérea do Exército trabalhou para esse lançamento desde a introdução do míssil, no início de 2009.

O AMRAAM foi originalmente concebido como um míssil ar-ar BVR, permitindo que os caças possam abater aviões inimigos além do alcance visual. Hoje, ele também é usado para atingir aviões a partir do solo.

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Contrato de “sociedade” com o governo deverá ser assinado amanhã

Clayton Netz

Em regime de recuperação judicial desde 2008, a Avibrás Aeroespacial, principal fabricante de produtos militares do País, deve assinar na próxima sexta-feira um contrato de “sociedade” com o governo brasileiro. Depende apenas da agenda dos ministros. A primeira parceria público-privada do setor de Defesa no País foi antecipada pelo Estado em agosto.

O grupo, de São José dos Campos, terá a participação do sistema financeiro da União na proporção de 15% a 25%, sem aporte direto de dinheiro. Os recursos serão obtidos por meio da conversão de dívidas da Avibrás.

O Comando do Exército e a empresa também se preparam para desenvolver um programa conjunto, o sistema Astros 2020 – lançador de foguetes de artilharia de saturação – com investimento estimado em R$ 1,2 bilhão nos próximos seis anos. Para tanto, a empresa negocia um financiamento do Banco do Brasil, que deve ser discutido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também na próxima semana.

No ambicioso projeto do Astros 2020, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM e munições com maior poder de fogo. Mas o maior avanço é na área eletrônica. O painel é digital, a navegação é operada por GPS e sinais de satélite; e a central de comunicação, é criptográfica.

Ontem, durante um evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o ministro Nelson Jobim disse a autoridades e empresários do setor que sua maior preocupação é a manutenção da Avibrás, conforme relata a repórter Naiana Oscar. “Já conversei com o presidente e vamos fazer encomenda à Avibrás desses mísseis (Astros 2020)”, disse. “Será tratada a necessidade de complementação dos mísseis que o exército importa e que seriam fornecidos pela Avibrás.”

Conforme adiantou o Estado, sem essa encomenda e sem recursos em caixa a Avibrás teria de demitir cerca de 600 funcionários, além de fechar 1,8 mil vagas na rede de fornecedores. Com isso, todos os negócios internacionais e os que estão em andamento seriam colocados em risco.

O governo está disposto a firmar com a empresa um acordo comercial de 60 meses para aquisição de produtos. Isso vai permitir que o grupo negocie garantias bancárias para manter suas operações. Em 2007, a Avibrás faturou R$ 60 milhões e chegou a R$ 250 milhões no ano passado. Esse ano, segundo já divulgou o presidente da empresa, Sami Hassuani, a expectativa é de que a receita alcance os R$ 500 milhões.

FONTE: O Estado de São Paulo, via Notimp

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A artilharia antiaérea do Exército Holandês realizou o lançamento do primeiro míssil AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile) na ponta da península da Noruega Andøya. O componente de defesa aérea do Exército trabalhou para esse lançamento desde a introdução do míssil, no início de 2009.

O AMRAAM foi originalmente concebido como um míssil ar-ar BVR, permitindo que os caças possam abater aviões inimigos além do alcance visual. Hoje, ele também é usado para atingir aviões a partir do solo.

Camadas de média e alta altitude

A finalidade deste exercício de tiro real foi testar a integração da arma no Sistema de Defesa Aérea do Exército. Este sistema foi feito para conter a ameaças aéreas em altitudes baixas e médias.

O AMRAAM abrange as camadas de média e alta altitudes, em alcances de até 75 km, enquanto os mísseis Stinger lançados de ombro abrangem altitudes muito baixas. O AMRAAM tem o seu próprio radar e pode ser acionado de forma autônoma, para rastrear seu alvo independentemente.

Depois de meses de treinamento de procedimentos e exercícios, foi realizado o primeiro disparo real a partir de terra do míssil AMRAAM, que tem quase 4 metros de comprimento e atinge velocidades da ordem de 5.000 km/hora. Seu disparo só é autorizado na Noruega e nos Estados Unidos.

Além da seção de armas, a unidade praticou a seqüência de engajamento inteira como um todo. O radar gerou uma imagem do espaço aéreo até momento do disparo, que foi efetuado simplesmente com o acionamento de um botão. O míssil atingiu o alvo bem além do alcance visual.

Mais de 100 soldados e pessoal de logística foram envolvidos no lançamento.

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O Exército dos EUA vai modernizar parte de sua frota de Eurocopter UH-72A Lakota com Mission Equipment Packages (MEP) que vai operar com o Army National Guard Security e Support Battalions (S&S Battalions) em apoio a autoridades civis nos EUA.

A EADS North America fechou contrato de US$ 67 milhões, primeira fase de um total estimado de US$ 152 milhões para 99 MEPs.

A entrega de UH-72s com os S&S Battalion MEP estão programadas para começar em 2011, com o contrato inicial cobrindo 36 aeronaves.

A configuração S&S Battalion do UH-72A incluiu um sistema de eletroótico com câmera, sensores infravermelho e apontador laser, uma lanterna de busca de 30 milhões de candelas, console de operador, displays touch-creen com mapa móvel, um sistema de gerenciamento de vídeo, um gravador digital de vídeo e um downlink de dados, mais um gancho externo e aviônicos adicionais.

As entregas do UH-72A à Guarda Nacional permitirá a desativação dos velhos OH-58 e UH-1.

FONTE: AirForces Monthly

NOTA DO EDITOR: O UH-72A é a versão militar do Eurocopter EC145, que também está sendo considerado para substituir os Esquilo nas Forças Armadas do Brasil.

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Medida será colocada em prática pelo Grupamento Aéreo e Marítimo (GAM) da Polícia Militar assim que a corporação adquirir a nova frota de 16 aeronaves e blindados

Por Rodrigo Rebechi 02/10/2010


O Grupamento Aéreo e Marítimo (GAM) da Polícia Militar vai disponibilizar um helicóptero para atuar somente nas cidades de Niterói e São Gonçalo. A medida será colocada em prática assim que a Polícia Militar adquirir a nova frota de 16 aeronaves e blindados que vão reforçar até 2016 o patrulhamento aéreo na capital e na Região Metropolitana do Rio.

“Estamos hoje com três aeronaves que fazem o patrulhamento tanto na Região Metropolitana, quanto na capital. Mas com as novas aquisições para os próximos anos, a região que abrange Niterói e São Gonçalo terá um helicóptero modelo Esquilo disponível para patrulhamento apenas nas duas cidades”, garantiu o major Rogério Cosendey, oficial do GAM.

Segundo o militar, o patrulhamento aéreo, atualmente, é direcionado de acordo com a demanda diária das cidades. “Normalmente, o GAM dá mais suporte à capital, por causa de sua maior demanda. Mas também atuamos em Niterói, caso haja alguma solicitação”, disse Cosendey, lembrando que um helicóptero participou de perseguição aos bandidos que roubaram uma financeira há duas semanas no Centro do município.

Além do helicóptero modelo esquilo, avaliado em R$ 4,4 milhões e capaz de transportar de dois a seis militares, também estão sendo adquiridas aeronaves blindadas do modelo Bell Huey 2, com custo aproximado de R$ 6,9 milhões cada. Uma delas, americana, já batizada pelos PMs de Sapão, chegará ao GAM em janeiro do ano que vem. O aparelho, com capacidade para transportar até 15 policiais, receberá blindagem em toda a sua estrutura.

Também foi escolhido o modelo Black Hawk, com blindagem para suportar tiros de fuzil 7.62. Mesmo atingido, o helicóptero consegue pousar sem riscos, já que possui duas turbinas. As duas aeronaves serão usadas tanto em ações de apoio ao Batalhão de Operações Especiais (Bope), quanto no resgate de vítimas de calamidades.

FONTE: www.ofluminense.com.br / COLABOROU: Sergio Cintra

Essas fotos do EB5001 foram publicadas no informativo “O Águia”, da Aviação do Exército e disponibilizadas pelo site Voo Tático.

FONTE: http://vootatico.com.br

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O RG41 é uma nova geração veículos de combate sobre rodas, que atende aos  mais exigentes requisitos de mobilidade, proteção e poder de fogo.

Com uma velocidade máxima de até 100Km/h, o RG41 transporta 11 pessoas, sendo quatro tripulantes e sete soldados.

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