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Mercadores russos

O Ministério do Desenvolvimento acertou a visita de uma grande comitiva empresarial russa, que desembarcará em Brasília no início de outubro. O pacote de ofertas na área militar inclui um novo lote de 18 helicópteros de combate MI-35M, além de três baterias antiaéreas Tor-M2. Os russos trazem na mala o direito de fabricação de mísseis portáteis Igla, que o Brasil já tentou produzir. Dentre os negócios na área civil, Moscou vai oferecer satélites de comunicação para aviação comercial e reatores nucleares. O governo brasileiro aproveita para tratar do embargo russo à carne brasileira.

FONTE/FOTO: Isto é /EB

 

A Marinha do Brasil avaliou o obuseiro leve rebocado M777 (LV155) de 155 milímetros, da BAE Systems, como um candidato para substituir os antigos M114A1 do mesmo calibre em serviço no Corpo de Fuzileiros Navais – CFN.

Fontes da empresa britânica confirmaram à Infodefensa.com que arma já tinha sido apresentada aos técnicos dos Fuzileiros Navais. Aparentemente, poderiam ser adquiridas pelo menos seis unidades de M777.

As novas peças irão se juntar aos 18 obuses rebocados de 105 milímetros L118 Light Gun da Combat Systems Global da BAE Systems, seis M101A1 105 mm e seis morteiros K6A3 de 120 milímetros, do Batalhão de Artilharia do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil .

Além do Brasil, a BAE Systems acredita que tem oportunidade substancial para vender este sistema de armas a países como Chile, Portugal, Dinamarca, Índia e Itália. Preedy Robert, chefe de sistemas de artilharia da empresa britânica, disse em junho à Infodefensa.com que a arma já foi apresentada a cerca de 35 nações.

O M777 tem um peso inferior a 4.218 quilos e está em serviço no Exército e no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O Exército Canadense comprou 37 unidades que estão em processo de entrega e a Austrália confirmou recentemente a compra de 35 da versão M777A2.

O sistema é aerotransportável por aviões (C-130 Hercules, C-5 Galaxy e C-17 Globemaster III), helicópteros (CH-53E Super Stallion, CH-47D Chinook e MV-22 Osprey) e transportável por veículos MTVR, FMTV, M800, M900 e HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle).

A versão M777A2, uma peça de calibre 39, pode usar munições guiadas de precisão de longo alcance M982 Excalibur, da General Dynamics OTS / BAE Systems Bofors AB / Raytheon Missile Systems. Estas munições, existentes em diferentes configurações, podem ser equipadas com cargas MACS (Modular Artillery Change System).

A peça será qualificada para utilizar a munição de longo alcance sul-africana da empresa Rheinmetall Munition Denel (Pty), segundo informação da BAE Systems  à Infodefensa.com  durante apresentação de sistemas de artilharia.

FONTE: Infodefensa.com

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Merkava em ação

Carros de combate do Exército de Israel em treinamento.

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A BAE Systems, segunda maior companhia de defesa, segurança e aeroespacial do mundo, afiliou-se hoje à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). A decisão de juntar-se a esta conceituada organização é a mais recente demonstração do comprometimento da BAE Systems em construir relacionamentos com a indústria brasileira para apoiar o crescimento contínuo do setor de defesa no Brasil de forma sustentável.

“A afiliação da BAE Systems a uma entidade de tamanha importância para o setor de defesa como a Abimde mostra o compromisso da companhia com o país”, comenta Dean McCumiskey, diretor da BAE Systems para a região oeste. “O Brasil é nosso mercado prioritário e vamos continuar a desenvolver parcerias com organizações chave para consolidar as habilidades e tecnologias que o Brasil precisa para satisfazer suas necessidades de defesa no futuro”.

A Abimde representa empresas do setor de material militar de todo o Brasil e apoia o relacionamento entre a indústria e entidades governamentais, a fim de acelerar e estimular a comercialização, o desenvolvimento e a qualidade dos produtos brasileiros.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nas áreas de defesa, segurança e aeroespacial, com aproximadamente 107 mil colaboradores em todo o mundo. A companhia oferece uma gama completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, tecnologia da informação e serviços de apoio ao cliente. Em 2009, a BAE Systems registrou vendas de 22,4 bilhões de libras (36,2 bilhões de dólares).

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KAI Surion

O KAI Surion é um helicóptero de transporte utilitário desenvolvido primariamente pela Korea Aerospace Industries (KAI), a Agency for Defense Development (ADD) e o orea Aerospace Research Institute (KARI), em conjunto com a Eurocopter.

O projeto do Helicóptero Coreano – um helicóptero utilitário deve custar cerca de US$ 1 bilhão e foi lançado em 2006 pela ADD.

A produção em escala total deve começar em 2012, com a KAI sendo a fabricante principal. Cerca de 245 Surions deverão ser comprados para substituir os UH-1H e 500MD. A Coreia do Sul também fabricará versões civis da aeronave, com potencial para mais de 300 unidades.

Desenvolvimento

Em junho de 2006 a KAI e a Eurocopter fecharam o contrato de 750 milhões de euros para pesquisa e desenvolvimento do KHP/KUH com o Ministério da Defesa da Coreia do Sul. O contrato é o maior já assinado pelo coreanos com uma empresa não-americana.

Um contrato de produção de 2,5 bilhões de euros deverá ser assinado em 2011 para começar a produção em massa. A Eurocopter tem 30% de participação na fase de desenvolvimento de 2006-2012 e 20% nos 10 anos da fase de produção, e a KAI e o Governo da Coreia ficam com o restante.

Como principal subcontratada, a Eurocopter fornece a assistência técnica em partes do desenvolvimento da transmissão, caixa de engrenagem principal e da cauda, sistema de controle de voo automático e o mastro do rotor.

Especialistas da Eurocopter foram enviados à KAI para dar apoio e ensinar os engenheiros da KAI o estado-da-arte do projeto de helicópteros. A propulsão da aeronave é formada por um par de turbinas General Electric T700 de 1.600shp.

A Elbit Systems de Israel produz o Helmet mounted display (HMD) usado na aeronave, permitindo as pilotos realizarem missões noturnas. Um grande supressor IR foi instalado nos escapes das turbinas, adaptado do modelo usado no EC 725.

Em 2009 o programa do Surion sofreu um pequeno atraso, devido a problemas de orçamento.

Planeja-se desenvolver uma variante de ataque, com 60% de comunalidade com o Surion. Outra versão com assentos em tandem, o “KUH Tandem Cockpit”, terá 70% de comunalidade. Esta versão terá um sistema de armas anti-carro.

Planeja-se também desenvolver uma versão naval, para os fuzileiros sul-coreanos.

O primeiro protótipo do Surion foi apresentado pela primeira vez em 31 de junho de 2009 e fez seu primeiro voo em 10 de março de 2010, com demonstração de voo pairado a 10m de altura e voo a 140 nós a 2.000 pés em abril.

NOTA DO EDITOR: O programa do helicóptero coreano Surion é um bom exemplo de verdadeira transferência de tecnologia. Aprender fazendo é o único caminho eficaz para absorver tecnologia.

K21

O veículo blindado de infantaria que aparece nas fotos é o K300 ou XK21 KNIFV (Korea Next-generation Infantry Fighting Vehicle), da Coreia do Sul.

A produção inicial estava programada para 2008, com a aquisição planejada de 466 unidades, ao preço aproximado de US$ 2,3 milhões.

O K21 é construído em fibra de vidro, para reduzir o peso do veículo (cerca de 26 toneladas) e permitir o trânsito em altas velocidades, sem a necessidade de motores volumosos.

Ele é mais leve que outros IFVs, incluindo o Bradley americano, com mais velocidade e carga. O desenvolvimento levou 10 anos e custou cerca de US$ 80 milhões. Mais de 85% do projeto é sul-coreano.

O veículo compartilha de alguns sistemas do carro de combate K2 Black Panther, incluindo a suspensão semi-ativa, o sistema C4I de gerenciamento de campo de batalha e o sistema de defesa ativa contra foguetes e mísseis anti-carro.

A blindagem é feita com um sistema de material composto em camadas, para que o veículo possa ter o mesmo nível de sobrevivência do M2 Bradley e superar o BMP-3 russo.

Na parte frontal o veículo pode resistir à munição de 30mm APDS do BMP-3, que tem penetração de 50mm de blindagem a 1.000m de distância. A blindagem lateral resiste à munição de de 14,5mm AP, que penetra 25mm de blindagem a 1.000m.

O topo do veículo resiste a fragmentos de artilharia de 152mm, explodindo a 10m de distância. Especula-se que o K21 usa múltiplas camadas de blindagem de fibra S-2 e cerâmica complexa, incluindo liga de alumínio de baixo peso.

O armamento inclui uma torre estabilizada de canhão de 40mm e uma metalhadora coaxial de 7,62mm, com a possibilidade de acoplar mísseis anti-carro em lançadores nas laterais da torre.

A fabricante Doosan pretende exportá-lo, competindo com o M2/M3 Bradley, CV90, BMP-3 e o Puma. Ele também disputará espaço com o  MOWAG Piranha, o Pandur II, Patria AMV, o VBCI francês e o Boxer alemão.

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A história do Land Warrior

Em 2006, o Program Executive Office Soldier do US Army Infantry Center conduziu uma série de avaliações do sistema de combate Land Warrior e Mounted Warrior, nas áreas de Doutrina, Organização, Treinamento, Material, Liderança e Educação, Pessoal e Instalações. Entre maio de junho de 2006, mais de 400 soldados de Fort Lewis completaram o treinamento de combate nos sistemas.

As avaliações serviram para que os líderes do US Army pudessem determinar táticas, técnicas, procedimentos e a direção dos programas Land Warrior e Mounted Warrior.

O 4th Battalion, 9th Infantry Regiment, parte da 4th Stryker Brigade Combat Team, 2nd Infantry Division de Fort Lewis, foi equipado com 440 Land Warrior Systems e 147 Mounted Warrior Systems.

O Land Warrior combina computadores, lasers, módulos de navegação, rádios e outros equipamentos avançados para prover o soldado com a habilidade comunicação no campo de batalha, consciência situacional e capacidade de sobrevivência.

O Mounted Warrior system, projetado para tripulantes de veículos blindados, inclui sistemas de comunicação e displays para melhorar a consciência situacional dentro e fora do veículo.

O Programa Land Warrior foi suspenso em fevereiro de 2007, mas o 4th Battalion – 9th Infantry Regiment empregou o equipamento no Iraque, o que foi considerado a fase final de testes, até que uma decisão seja tomada para a aquisição do sistema no Future Force Warrior.

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Diante de um déficit enorme de mísseis guiados anti-tanque (ATGM), juntamente com o atraso na introdução do novo míssil Nag de produção local, a Índia vai solicitar a compra de um grande número de sistemas Javelin dos EUA.

O acordo para a aquisição dos sistemas portáteis Javelin ATGM, “dispare e esqueça”, voltará a ser uma relação direta de governo a governo, sob o programa Foreign Military Sales (FMS) dos EUA, sem qualquer concorrência global de múltiplos fornecedores.

Para desânimo dos russos e europeus, a Índia está cada vez mais tomando a via FMS para grandes negócios de armamento com os EUA. À beira da finalização, está a compra de 10 jatos C-17 de transporte aéreo Globemaster III, por cerca de US$ 3 bilhões.

Para o contrato do Javelin, o Ministro da Defesa A K Antony disse ao Parlamento, na segunda-feira, que a “carta de pedido” ao Governo dos EUA para o ATGM de terceira geração, juntamente com “transferência de tecnologia”, será emitida em breve.

Isto significa que a Índia vai comprar alguns sistemas Javelin, de 2,5km de alcance, ”off-the-shelf”, enquanto um número muito maior será de produção autóctone, fabricados sob licença. Os EUA já demonstraram o sistema Javelin durante o exercício de combate bilateral “Yudh-Abhyas”, em outubro do ano passado, em Babina.

Embora o número exato de sistemas Javelin que a Índia irá comprar ainda esteja por ser decidido, ele poderá muito bem passar dos milhares. O Exército, apesar de tudo, tem um déficit de cerca de 44 mil ATGMs de tipos diferentes. “Embora o Exército detenha uma participação autorizada de 81.206 ATGMs, nem metade desse número está presente em seu inventário”, disse uma fonte.

E isto quando o Paquistão está introduzindo em serviço um grande leque de mísseis, incluindo 2.769 TOW-2A, mísseis pesados anti-blindagem, dos EUA.

As unidades mecanizadas, bem como as unidades de infantaria regular armadas com sistemas ATGM avançados, são consideradas fundamentais para abrandar, e até paralisar, a penetração blindada do inimigo num território.

As unidades de infantaria indianas atualmente estão equipadas com variantes ATGM de segunda geração Milan, de 2km de alcance e Konkurs, de 4km de alcance, produzidas pela PSU Bharat Dynamics Ltd, sob licença de empresas francesas e russas.

Para o míssil de terceira geração Nag ATGM, com 4km de alcance, o Exército fez uma encomenda inicial de 443 mísseis e 13 Namicas (veículo blindado de transporte sobre lagartas). Depois de 20 anos de desenvolvimento, o Nag está apenas começando a entrar em fase inicial de produção.

A urgência sobre o rápido encolhimento do estoque de ATGMs pode ser medido pelo fato de que o Exército encomendou 4.100 “mísseis avançados” Milan-2T, com “ogivas em tandem”, assim como 15.000 mísseis Konkurs-M, ao longo dos últimos dois anos.

FONTE: The Times of India

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Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha.

Principais características:

  • Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
  • uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha;
  • a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão podendo ser vista na imagem de detalhe do cano do 5,56. A luva também está disponível no 7,62;
  • os zarelhos para fixação de bandoleira do 5,56 diferente do 7,62. Neste último, o zarelho é rotativo e preso no cano. No 5,56, é preso junto ao guarda-mão e localizado em ambos os lados do corpo da arma (em forma de borboleta);
  • os trilhos Picatinny para fixação de acessórios diversos;
  • a coronha do 5,56 (foto com detalhe) retrátil e rebatível;
  • nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL;

IA2 762

IA2 556

Detalhe da Coronha 5,56

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre o novo fuzil IMBEL no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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Parceria de fabricante com Exército ainda depende do aval do governo

Roberto Godoy

O Comando do Exército e a Avibras Aeroespacial vão desenvolver, em programa conjunto, o sistema Astros 2020, próxima geração do bem-sucedido Astros, conjunto lançador de foguetes de artilharia de saturação.

No novo conceito, a arma passa a incorporar um míssil de cruzeiro com alta precisão e alcance de 300 quilômetros, o AV-TM e munições com maior poder de fogo. O principal avanço todavia é na área eletrônica, toda digital.

O investimento no projeto está estimado em R$ 1,2 bilhão, distribuído ao longo de seis anos.

A parceria com o Exército implica aprovação técnica, mas não financeira. A questão do dinheiro será levada hoje ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Guido Mantega, da Fazenda, deve participar.

O programa é vital para a Avibras. Segundo um relatório a que o Estado teve acesso, sem a encomenda e sem recursos em caixa seria necessário demitir cerca de 600 funcionários da empresa e, na rede de fornecedores, os cortes atingiriam até 1.800 vagas. A carteira internacional, envolvendo países como a Arábia Saudita, Malásia, Catar e Colômbia – todos usuários do Astros II – seria posta em risco pela descontinuidade no atendimento. Há novos negócios em andamento na África, na Ásia e no Oriente Médio.

O presidente da empresa, Sami Hassuani, afirma que “as Forças estrangeiras que empregam o Astros têm acompanhado o desenvolvimento do míssil AV-TM e sinalizado seu interesse – pelas nossas avaliações, essas vendas, combinadas com o pacote de modernização tecnológica necessária, podem chegar a cerca de US$ 2 bilhões”. A expectativa de novas encomendas nas regiões onde a indústria brasileira de defesa trabalha bate em US$ 3 bilhões ao longo dos próximos dez anos.

A disposição do governo é a de firmar com a Avibras um acordo comercial de 60 meses para aquisição de produtos. Isso vai permitir que o grupo negocie garantias bancárias para manter suas operações.

Sindicato. O movimento da organização recebeu o apoio do Sindicato dos Metalúrgicos. O presidente Vivaldo Moreira Araújo revela sua preocupação “com a manutenção do emprego e da qualificação profissional dos trabalhadores da Avibras, que já foi penalizada pela burocracia do governo no passado recente”, uma referência aos 12 meses que a companhia esperou pela emissão das cautelas exigidas por uma exportação para a Malásia no valor de 212,5 milhões. Por causa da lentidão, a corporação entrou em regime de recuperação judicial. As entregas foram concluídas em junho, junto com um lote de munições e componentes destinados ao exército do Catar.

A Avibras está virando sócia do governo federal. O grupo, de São José dos Campos, terá a participação do sistema financeiro da União na proporção de 15% a 25% na forma prevista na Lei n.º 11941/09, por meio da conversão das dívidas. Sami Hassuani garante que “as contas estão em dia; todos os compromissos trabalhistas foram quitados e, da mesma forma, a dívida com os fornecedores – o balanço fechou em azul”.

O faturamento do grupo formado cresceu. Foi de R$ 60 milhões em 2007, bateu em R$ 250 milhões em 2009, “e tem potencial para chegar aos R$ 500 milhões até dezembro”, segundo Hassuani. O Astros 2020 é muito avançado. O painel é digital, a navegação é operada por GPS e sinais de satélite, a central de comunicação, criptográfica. “Trata-se de um conceito novo, sustentado pelo conhecimento já adquirido”, explica Hassuani. “Ele vai se integrar com o míssil de cruzeiro AV-TM, de 300 quilômetros de alcance, na etapa de testes e certificação”, explica ele, para quem “o empreendimento vai permitir ao Exército atuar de forma integrada com a defesa antiaérea, criando um meio de uso comum para as plataformas, os caminhões, parte dos sensores eletrônicos e os veículos de comando”.

FONTE: O Estado de S. Paulo – 04/08/2010

NOTA DO EDITOR: Por que o site da Avibras é tão ruim? Pega muito mal para uma empresa de alta tecnologia ter um site assim.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre esse e outros assuntos no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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