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Type 10, o novo MBT japonês

O Type 10 ou TK-X (MBT-X) é o novo MBT (Main Battle Tank) japonês, que visa substituir ou complementar os carros de combate Type 74 e Type 90.

Desenvolvido a partir dos anos 1990, com produção começando agora, 2010-2011. Um protótipo foi revelado em 13 de fevereiro de 2008 (ver vídeo no final deste post) no Technology Research and Development Institute (TRDI) em Sagamihara.

O projeto do Type 10 deu grande ênfase às capacidades C4I, bom como performance, poder de fogo, proteção e mobilidade. O uso modular de componentes melhorou significativamente a blindagem lateral, em comparação com o Type 90.

A alça panorâmica do comandante do carro foi movida para a direita e localizada numa  posição mais alta em relação ao Type 90, dando ao comandante um ângulo de visão mais amplo. O veículo é dotado de um novo canhão de alma lisa de 120mm desenvolvido pela  Japan Steel Works, que também produz sob licença o Rheinmetall L44 120mm para o Type 90.

A blindagem do carro pode ser configurada, com peso básico de 40 toneladas, podendo ir até 48 toneladas de peso. Os custos de desenvolvimento eram em 2008, de aproximadamente US$ 447 milhões. O preço unitário de cada Type 10 é de cerca de US$ 6,5 milhões.

Em 2010, o Ministério da Defesa japonês encomendou 13 carros de combate Type 10, que deverão entrar em serviço no próximo ano.

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A AgustaWestland (AW), do Grupo Finmeccanica, anunciou que seu helicóptero AW-159 Lynx Wildcat fez sua primeira aparição pública no “Farnborough International Air Show” (19-25 de julho).

O AW-159, que será conhecido como Lynx Wildcat na Royal Navy e no British Army, é uma nova geração de helicóptero multifunção que substituirá os antigos helicópteros Lynx.

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O Ministério da Defesa (MoD) do Reino Unido fechou contrato com a empresa QinetiQ para fornecer robôs Talon (ver vídeo acima), visando as operações de limpeza de rota no Afeganistão.

Como parte do programa britânico Talisman, a QinetiQ também proverá apoio logístico e reparos e treinamento.

O Talisman é um avançado sistema de armas para ajudar o Exército na luta contra os IED e minas.

A arma contra IED é uma suíte de veículos que provê uma capacidade de limpeza de rota. As forças no Afeganistão estão recebendo o equipamento, como requisito de urgência, ao custo de £180 milhões (US$ 270 milhões).

O sistema Talisman compreende vários veículos incluindo o Mastiff, o Buffalo, o escavador JCB e o micro veículo aéreo Hawk.

Os robôs Talon irão se juntar a 100 robôs Dragon Runners entregues no ano passado.

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A fabricante de armas belga FN Herstal refutou as alegações divulgadas na internet de que o USSOCOM teria abandonado a versão 5.56 do seu fuzil SCAR e reconfirmou a decisão do USSOCOM de adquirir toda a família FN SCAR, incluindo a versão 5.56mm.

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Um mito persistente, que dá voltas pela internet e às vezes pousa até na imprensa, é afirmar que o Brasil já teve uma das maiores indústrias de defesa do mundo. Variantes do mito falam que o país chegou a ter “a 3ª maior indústria bélica”, e que a empresa Engesa chegou a ser “o maior fabricante do Ocidente de blindados sobre rodas”. A Engesa, continuam os mitômanos, teria perdido uma concorrência para vender os tanques Osório na Arábia Saudita e terminou falindo “por pressão dos americanos”.

Entre 1980 e 1992, o auge da indústria bélica no país, “o Brasil esteve em todos esses anos, exceto 1981, entre os 20 maiores exportadores, chegando à sua máxima colocação, o 10º lugar, em 1985. Mesmo assim, o Brasil era responsável por menos de 1% do total mundial mesmo nesse ano. Depois de 1992 o país caiu fora da lista dos 20 maiores e não retornou desde então”, diz o pesquisador do SIPRI Sam Perlo-Freeman.

Ele lembra que a lista inclui apenas grandes armas convencionais, deixando de lado armas leves como fuzis, e que os valores dados em dólares de 1990 são indicativos, usados para servir de comparação. A metodologia faz sentido, pois nem sempre os valores reais de uma venda de armas são divulgados, e alguns países vendiam a preços bem diferentes. A antiga URSS, por exemplo, vendia armas bem mais baratas do que suas semelhantes ocidentais.

Pelas tabelas do SIPRI, no período de 80 a 92 o recorde de vendas foi em 1984, de 269 milhões de dólares, o que colocou o país em 11º entre os exportadores de armas. No mesmo ano, a então URSS vendeu o equivalente a 14 bilhões de dólares; os EUA venderam 11 bilhões; a Alemanha e a França venderam cada uma 2,8 bilhões de dólares de armamentos.

Em 1985, o ano em que o Brasil foi o 10º maior exportador, os números são parecidos: 202 milhões de dólares. Muito pouco, perto das vendas de 14,7 bilhões da URSS, 10,2 bilhões dos EUA, 3,6 bilhões da França, 2 bilhões do Reino Unido e 1,4 bilhão da China. Até a pequena Áustria vendeu mais armas que o Brasil nesse ano: 330 milhões de dólares.

“A Engesa era apresentada como a maior indústria de veículos blindados sobre rodas no ocidente. Jamais ao longo de minha carreira na Engesa, de 14 anos, encontrei alguma estatística que comprovasse o fato, nem como indústria, nem como exportadora”, diz o engenheiro e ex-executivo da empresa Reginaldo Bacchi.

As exportações de armas brasileiras se concentraram na Engesa e na Embraer e, em menor grau, na Avibrás Aeroespacial. Ainda hoje a Embraer é a principal exportadora na área militar do país, com produtos como os aviões de treinamento e ataque leve Tucano e Super Tucano, e as versões de avião-radar do EMB-145.

“Só posso atribuir a falência da Engesa à má administração. Os gastos com o Osório não foram nada excepcionais”, diz Bacchi.

A empresa teve sorte de ter desenvolvido suas armas em um momento histórico propício, no final dos anos 70. “Os exércitos no mundo tinham se equipado no fim da 2ª Guerra Mundial com equipamento vendido pelo Estados Unidos e Grã Bretanha a preço de banana, e estavam procurando substituí-los por coisa nova”, afirma o engenheiro.

Os países da Otan se concentravam em produzir equipamento destinado a combater os do Pacto de Varsóvia, nem sempre adequados para países do Terceiro Mundo. “Era um cenário tremendamente favorável a algumas indústrias nascentes do Brasil”, diz Bacchi.

Hoje o cenário voltou a travar o renascimento de uma indústria de defesa no país, algo que o Ministério da Defesa almeja. “Compra-se material da Alemanha, Grã Bretanha, Itália, França, Bélgica, Holanda novamente a preço de banana. Combinado a isto, os exércitos encolheram de uma maneira impressionante”, afirma o ex-executivo da Engesa. Sem uma política coerente e sustentada de compras constantes pelas forças armadas, não há como atrair as indústrias brasileiras para voltar a produzir armamento.

Ricardo Bonalume Neto
Repórter – Folha de S. Paulo

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K-2 Black Panther

O K2 Black Panther é o carro de combate sul-coreano que vai substituir os M48A5K Patton e complementar os K1. A produção em massa está em curso

O K2 é provavelmente o MBT mais caro do mundo, com custo unitário em torno de US$ 8,5 milhões, superando até o Type 90 japonês, que custa US$ 7,4 milhões por unidade.

Compare esses valores com o que o Brasil está pagando pelos Leopard I de segunda-mão.

É interessante notar que os países que estão entre as principais economias do mundo, têm projetos próprios de carros de combate, pois estes são considerados símbolos do orgulho nacional e da capacidade tecnológica de uma nação.

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A Navantia FABA systems assinou no dia 2 de julho, com a Oto Melara Ibérica, filial da Oto Melara (empresa Finmeccanica), um Memorando de Entendimento ou acordo de colaboração em tecnologia, para a produção conjunta de torretas HITFIST e HITROLE, para os veículos militares da Espanha e outros mercados internacionais.

Este acordo amplia as possibilidades destes sistemas no mercado espanhol e também inclui a promoção e marketing. A Navantia será capaz de produzir até 70% da torre HITFIST e 20% da torre HITROLE.

A HITFIST e HITROLE são torres de armas de pequeno calibre, 30mm e 12,7mm, respectivamente, de propriedade de Oto Melara, um parceiro tecnológico de referência, com uma importante quantidade de unidades instaladas em diferentes plataformas.

Para a Navantia, este Memorando de Entendimento significa uma oportunidade para ampliar suas capacidades e prestígio em sistemas navais, para os campos do Exército e Força Aérea, e outros mercados internacionais.

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MBT Leclerc

O carro de combate Leclerc fabricado pela Giat Industries está operacional no Exército Francês e nas forças armadas de Abu Dhabi e Emirados Árabes Unidos.

O Leclerc entrou em operação na França em 1992 e nos EAU em 1995. O Leclerc Mk2 com software e sistema de controle do motor melhorados entrou em produção em 1998.

O Exército Francês tem 354 Leclerc em serviço e em setembro de 2001 comprou o último lote de 52, concluindo uma compra total de 406 (mais 20 de veículos blindados de recuperação). As entregas se completaram em 2007.

390 Leclerc e 46 blindados de recuperação foram encomendados pelos EAU. As entregas foram completadas em 2004 e as dos blindados de recuperação em 2008.

Em 2006 a Nexter lançou o Leclerc otimizado para combate urbano, com o kit AZUR (Action en Zone Urbaine), que consiste de proteção adicional em forma de saias de material composto, barra de blindagem atrás do casco e na torre para proteção contra RPGs e proteção extra no motor.

Uma torre remota de metralhadora 7,62mm também foi instalada em adição ao canhão de 120mm.

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MBT Leopard 2A6

O Exército Alemão já operou cerca de 2.350 carros de combate Leopard 2 de todas as versões. Grandes números foram vendidos para outros países depois do fim da Guerra Fria ou colocados na reserva.

Atualmente cerca de 408 Leopard 2 estão em serviço, dos quais 225 são Leopard 2A6. 395 Leopard 2s estão planejados para operar até 2012.

Mais de 3.480 Leopard 2 foram fabricados. O modelo entrou em combate em Kosovo pelo Exército Alemão e também no Afeganistão com as forças da Dinamarca e do Canadá.

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O novo fuzil Daewoo K11 de 5,56mm e lançador de granadas de 20mm está entrando em serviço e será usado no Afeganistão quando as tropas da Coreia do Sul voltarem àquele teatro em 2011. Ele tem semelhança com o XM-29 OICW americano, que não foi adiante.

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