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 No dia 20 de outubro, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea realizou a Operação “O SOL É CZA III”, um exercício de defesa antiaérea com tiro real no Campo de Instrução de Formosa, na Região da Pedra de Fogo, em Goiás. Participaram desse exercício cerca de 300 militares dos cinco Grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro e um grupo de militares alemães convidados.

Inicialmente, o canhão BOFORS L70 efetuou disparos em alvos aéreos, operado manualmente pela 1ª Bateria de Artilharia Antiaérea, e, em um segundo momento o Sistema EDT FILA, unidade que realiza a busca, detecção, identificação e acompanhamento de alvos aéreos, forneceu elementos de tiro, guiando o canhão na realização dos disparos.

Na sequência do exercício, foram realizados tiros do míssil IGLA-S, projetado para ser transportado e operado por apenas um soldado. O míssil possui um sistema de orientação infravermelha, que tem por finalidade apreender e, automaticamente, acompanhar um alvo usando sua irradiação térmica.

Fazendo parte de uma demostração, a viatura antiaérea blindada GEPARD, de produção alemã, realizou disparos em alvos terrestres e aéreos. Essa viatura possui um alcance de utilização de 5.000 metros, realiza a defesa antiaérea a baixa altura com seus canhões de 35mm e possui condições de instalar dois suportes de lançamento de mísseis, flexibilizando seu emprego. Após o exercício de tiro, os convidados puderam visitar uma Exposição de Materiais de Emprego Militar de Artilharia Antiaérea de empresas participantes do evento.

Participaram do exercício  o Comandante de Operações Terrestres, General-de-Exército Américo Salvador de Oliveira, o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, General-de-Exército Sinclair James Mayer, o Comandante Militar do Planalto, General-de-Divisão Araken de Albuquerque, o Comandante da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, General-de-Brigada Marcio Roland Heise, autoridades civis, militares e convidados.

Fonte/Fotos: EB

Apaches holandeses em alto estilo

COLABOROU: Diego Fabuel Garcia

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Fuzil SCAR de precisão

A FN Herstal vai apresentar seu novo fuzil semi-automático de precisão na 2011 MILIPOL Trade Exhibition, que ocorrerá de 18 a 21 de outubro em Paris.

A nova arma SCAR®-H PR, pertencente à família FN SCAR®, é um fuzil projetado para tiro de longo alcance de precisão.

A alça de mira tem ajustes para distâncias de até 600. A arma tem também um trilho padrão MIL-STD 1913 que aceita outras miras noturnas ou diurnas.

O SCAR®-H PR pode disparar munição 7.62x51mm NATO a partir de magazines de 10 ou 20 cartuchos.

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Modelos ultraresistentes H2 e 53 garantem mais mobilidade e desempenho em campo

A Panasonic Solutions Company apresenta dois novos notebooks robustecidos da família Toughbook. Trata-se dos modelos H2 e 53, versões atualizadas dos notebooks H1 e 52, que chegam ao mercado com mais desempenho e versatilidade.

De acordo com o diretor da divisão Toughbook da Panasonic Solutions Company na América Latina, Luis Viloria, “as melhorias feitas nos notebooks fazem parte do objetivo da companhia em oferecer produtos mais funcionais, portáteis e com facilidade de conexão para os profissionais que necessitam de mobilidade e tecnologia confiável de última geração”.

“Diferentemente de computadores tradicionais, o Toughbook resiste a condições extremas de temperatura, ambientes inóspitos, choques, derramamento de líquidos e até quedas”, complementa João Alberto Simões, gerente Nacional da Panasonic no Brasil.

Com tela LED de 14″ mais compacta que a versão anterior, processadores Intel® Core™ e touchpad de grande dimensão, o Toughbook 53 é um computador semirrobusto que apresenta desempenho similar a um computador de mesa e resiste a quedas de até 59 cm. A nova versão traz ainda teclado com luz de fundo, tela sensível ao toque com tecnologia CircuLumin, banda larga móvel 4G LTE e câmera webcam integrada.

Já o tablet PC portátil Toughbook H2 é o mais robusto do setor. Resistente a quedas de até 1,80m, é voltado para profissionais que precisam de tecnologia segura em atividades que requerem deslocamento constante. Com tela LED de 10,1″ visível à luz direta do sol e resistência a todas as situações climáticas,  o novo notebook apresenta as  certificações 1 MIL-STD-810G e IP65 para proporcionar uma faixa completa de recursos wireless integrados, incluindo Wi-Fi, Bluetooth® e a banda larga móvel opcional 4G LTE  ou Ericsson F5521gw WWAN. O H2 leva ainda baterias hot-swap de carregamento rápido para autonomia operacional máxima, leitor SmartCard e GPS integrado opcionais.

Os novos Toughboook são ideais para trabalhadores móveis de indústrias, como a de seguros, saúde, militar ou logística, construção e vendas, além de outras atividades que utilizam muitos dados e em que um laptop comercial comum não consegue suprir as necessidades do usuário.

Confiabilidade e tradição

Os computadores portáteis Toughbook são totalmente desenvolvidos nas instalações da Panasonic, certificadas pela ISO-9001 e ISO-14001, em Kobe, no Japão. A Panasonic fabrica internamente todos os principais componentes, exceto CPUs e os discos rígidos, e é a única fabricante de computadores portáteis sem fio que desenvolve e fabrica sua própria antena, a qual supera as exigências de rede sem fio das principais operadoras.

Aliados aos aspectos de robustez e durabilidade, os computadores portáteis Toughbook são os mais leves de seu segmento. Seu custo pode variar de R$ 5 mil a R$ 20 mil de acordo com o modelo e a configuração desejados para atender às necessidades específicas de cada comprador, em qualquer segmento.

Os notebooks Toughbook são comercializados pelo distribuidor autorizado CDC Brasil. Para mais informações, entre em contato por telefone   (11) 3889-4184       ou e-mail atendimento.toughbook@br.panasonic.com.

Sobre a Panasonic Solutions Company

A Panasonic Solutions Company (PSC), uma unidade da PanasonicCorporation of North America (NYSE: PC), fabrica e comercializa os notebooks Toughbook® em todo o território dos EUA e América Latina, incluindo o Brasil. A PSC oferece ao mercado há mais de 15 anos soluções móveis e introduziu a marca Toughbook em 1997. A empresa expandiu os limites da tecnologia de comunicação sem fio através de uma série de produtos, que vão desde notebooks totalmente robustecidos de uso industrial até computadores robustecidos ultraportáteis. A PSC também é a única fabricante de grande porte que possui controle total sobre o processo de produção, fazendo a criação, montagem e testes dos notebooks em sua própria fábrica. Como resultado, a empresa é conhecida por ter a menor taxa de falhas do setor. Usuários comerciais, industriais e do governo, multinacionais e pequenas empresas, todos podem contar com as soluções da companhia, sem se preocupar com questões de mobilidade.

Siga a marca Toughbook

A marca Panasonic Toughbook pode ser seguida em diversas páginas de mídia social, como FacebookTwitterYouTubeFlickr e Toughbloggers.com.

Panasonic Toughbook Brasil - www.panasonictoughbook.com.br

O Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro concluiu a produção de óculos de visão noturna (OVN) – modelo Loris. Os OVN utilizam a tecnologia da otimização da imagem, que funciona através da coleta das minúsculas porções de luz residual, imperceptível ao olho humano, e realiza sua ampliação ao passar pelo tubo intensificador de imagem. Assim, é possível observar a imagem, mesmo estando em ambiente escuro.

Todas as peças e acessórios dos óculos de visão noturna são importadas e recebidas completamente desmontadas pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, no processo conhecido como CKD (completely knock-down).

Os óculos são alimentados por uma bateria alcalina de 1,5 Volt e têm capacidade de ampliação da imagem de 1 vez, com ajuste focal da objetiva de 25 cm ao infinito, sem possibilidade de aumento ou aproximação. Os OVN permitem o ajuste focal da ocular de – 6 a + 2 dioptrias, permitindo corrigir a deficiência visual do usuário do aparelho.

FONTE e FOTOS: EB

US Army amplia a eficácia dos seus Apache

A Boeing e o Exército norte-americano assinaram recentemente um contrato de US$ 60 milhões para aumentar os índices de confiabilidade, facilidade de manutenção e sustentabilidade da sua frota de helicópteros de ataque AH-64D. A conclusão dos trabalhos está prevista para meados de março de 2012.

Smart Phone de Combate

Após anos tentando evitar, o US Army concordou em tentar criar um aparelho com a mesma capacidade de um smart phone, mas para atuar no campo de batalha. As tropas querem um smart phone de combate como indicado em fóruns de discussão militares oficiais e não oficiais. Os veteranos de combate citam que pode ser um caso de vida ou morte. Então o US Army começou a estudar o assunto seriamente, mas sem chamar de smart phone de combate. O aparelho será chamado de NWEUD (Nett Warrior End-User Device) e usará o sistema operacional Android.

Em 2010 um Batalhão foi enviado para o Afeganistão equipado com o Nett Warrior. O equipamento era um computador de 2,3kg com um display tipo HMD e um teclado manual. A bateria durava 24 horas e levava quatro horas para recarregar. O HMD geralmente mostra um mapa, com posição atualizada constantemente assim como a de tropas amigas próximas. Recentemente passou a mostrar a posição de inimigos detectados. O Nett Warrior integra rádios, GPS e uma memória de 16 GB. As tropas consideraram bem útil em algumas situações, mas ainda consideram o peso um problema. Os testes foram considerados um sucesso. Mesmo assim as tropas perceberam que um smart phone poderia fazer o mesmo trabalho e o US Army pediu para as empresas criarem protótipos do NWEUD.

O Nett Warrior fazia parte do programa Land Warrior, cancelado após mais de uma década de desenvolvimento e US$ 500 milhões em investimentos. O conceito ainda continua vivo em várias ferramentas já disponíveis para as tropas. Então o Land Warrior foi renomado “Ground Soldier Ensemble” e depois virou o “Nett Warrior” (de Robert Nett um ganhador da Medalha de Honra).

Mais de meio século de estudos tem resultado em conhecimento sobre o que o infante precisa para ser mais efetivo. Eles precisam saber onde estão e rápido. Não saber onde está é uma das maiores limitações de um blindado. Um infante precisa apenas olhar ao redor, mas os tripulantes de blindados não tem esta visão de dentro dos veículos e ficam desorientados facilmente. Em combate todos se fecham nos veículos para sobreviver. Os infantes se escondem.

O programa Land Warrie pretendia dar um computador para todo líder de pelotão e grupo de combate, depois para todos os infantes, com um display no capacete e um teclado manual. O GPS indicaria a localização no mapa mostrado no HMD. No Iraque, os oficiais e sargentos, equipados com mapas e GPS perceberam que era uma ótima forma de navegar e realizar seu trabalho. Com a capacidade de rede do Land Warrior as tropas também podiam receber novos mapas e outras informações. Podiam até usar uma câmera de vídeo para enviar imagens para o centro de comando ou para outro soldado no grupo de combate. O item mais importante era mostrar a posição de tropas amigas, como fazia o “Blue Force Tracker”.

As unidades Stryker já mostraram sua eficiência. Os inimigos capturados dizem que os Stryker equipados com o Land Warrior vinham do nada e rapidamente manobram para cercar e destruir seus alvos. Sempre a noite e sem luz. As tropas a pé passaram a ter a mesma capacidade.

Os testes mostraram vários problemas com o conceito. O sistema wi-fi levava 10 segundos para atualizar a posição de todos, mas foi em grande parte resolvido. O problema continuou a ser o peso. As tropas reclamaram do teclado e queriam um semelhante ao dos smart phones para enviar mensagens de texto rapidamente. A câmera de vídeo na arma foi cancelada, mas pode voltar.

Novas baterias que duram mais resolveram em parte o problema dos gastos de energia, mas sem resolver o problema do peso. Futuros problemas serão manter um sinal constante e a criptografia.

FONTE: Strategy Page

 

Chelmsford, Reino Unido: A BAE Systems desenvolveu uma série de antenas para vestimentas (Body Wearable Antennas), que aliviarão o peso que os soldados precisam carregar enquanto fornecem conectividade e informações sobre o campo de batalha aos mesmos.

Com a antena BWA (Body Wearable Antenna), o soldado poderá se comunicar com seus colegas na linha de frente sem precisar recorrer às antenas convencionais de rádio do tipo chicote, em geral volumosas e muito visíveis. A tecnologia da antena tecida junto com as fibras do uniforme do soldado viabiliza comunicações eficazes e confere maior agilidade. Foi desenvolvido um sistema de demonstração deste conceito para mostrar a capacidade desta tecnologia na transmissão, por meio desta antena, de voz, dados de vídeo (de uma câmera montada no capacete) e coordenadas GPS.

Um sistema incorporando esta tecnologia pode melhorar a noção que uma equipe militar tem da situação ao seu redor como um todo, permitindo que os soldados vejam através dos olhos de seus companheiros em tempo real. Se um soldado detectar certa situação, ele pode alertar seus colegas e compartilhar o que vê por meio da câmera montada em seu capacete. O sistema de demonstração se conecta com um smartphone disponível comercialmente, com tela sensível a toque e usado no pulso de seu portador. Este dispositivo usa seus sensores para fornecer uma imagem operacional aumentada, permitindo que a equipe identifique objetos, a exemplo de potenciais perigos que aparecem em destaque na tela do telefone.

Outra vantagem importante deste sistema de antena trajável é o fato desta não ser afetada pela posição do portador. No caso das antenas convencionais de rádio do tipo chicote, se um soldado precisar se deitar no chão, a comunicação entre ele e uma pessoa de pé pode ser gravemente comprometida ou até mesmo perdida. Da mesma forma, o sinal de uma antena curta, instalada em um rádio portátil, pode ser mascarada pelo corpo do usuário. O sistema BWA pode ser projetado para conferir uma cobertura contínua de 360°.

“Os soldados da linha de frente carregam muito peso quando estão em patrulha. Pesquisas feitas com antenas incorporadas em trajes mostram que é possível reduzir esta carga e, no futuro, dar às forças armadas maior capacidade de comunicação e uma grande vantagem no campo de batalha” afirma Jon Pinto, Chefe do Grupo de Antenas e Componentes Eletromagnéticos, no Centro de Tecnologia Avançada da BAE Systems.

As aplicações desta tecnologia têm um alcance que vai além da indústria de defesa. Hoje, a BAE Systems está explorando o potencial de incorporar este tipo de antena nos trajes de bombeiros em missões de busca e resgate, de policiais em patrulha para informar a localização GPS de seus colegas, assim como em outras indústrias perigosas, como de mineração, petróleo e gás.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global atuando na área de defesa e segurança, com aproximadamente 100 mil funcionários no mundo. A empresa oferece uma série completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, assim como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, de tecnologia da informação, além de serviços de suporte.

FONTE: BAE Systems

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Radar SABER M60

O radar SABER M60 destina-se a integrar um sistema de defesa antiaérea de baixa altura visando à proteção de pontos e áreas sensíveis, como indústrias, usinas e instalações governamentais.

Possui baixo peso e elevada mobilidade, além de suportar a operação em todas as condições climáticas do continente sul-americano. Essas características o tornam indicado para o emprego em operações de defesa externa, bem como nas operações de paz.

É integrável a sistemas de armas baseados em mísseis ou canhões antiaéreos e também ao Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro.

Características Técnicas

Alcance máximo: 60 km
Informações dos alvos: 3D (alcance, azimute e elevação)
Teto máximo: 5 km
Identificação Amigo-Inimigo (IFF): Modos 1, 2, 3/A e C
Alcance máximo com IFF: 75 km
Nº máximo de alvos simultâneos: 70
Acuidade: 50 m em alcance, 1° em azimute e 2° em elevação
Resolução: 75 m em alcance
Peso máximo: 200 kg
Classificação de aeronaves: asa fixa ou asa rotativa
Identificação de aeronaves de asa rotativa: sim
Vel. Mínima para detecção: 32 km/h para asa fixa

Tecnologia 100% Nacional

Desenvolvido pelo CTEx, em parceria com empresas nacionais, o radar SABER M60 é o primeiro 100% produzido no Brasil.

Sua tecnologia é a mais moderna entre os equipamentos de sua classe existentes no mercado internacional.



FONTE e FOTOS:
EB e OrbiSat

A Elbit Systems Ltd. anunciou na semana passada que concluiu com sucesso os testes de aceitação da primeira torreta UT30BR não tripulada de 30mm, integrada ao novo blindado IVECO 6X6 Guarani.

A torreta foi testada no CAEx (área de provas do EB na Marambaia), em todas as suas funções e contra alvos estáticos e em movimento. Os testes tiveram sucesso completo, cumprindo todos os requisitos do cliente.

Em 2009, depois uma concorrência com fabricantes de torretas de todo o mundo, a Elbit foi selecionada para fornecer as torretas não tripuladas ao Exército Brasileiro.

No início de 2011, a AEL Sistemas S.A., subsidiária da Elbit Systems, foi contratada para fornecer as torretas UT30BR de 30mm para o projeto Guarani.

A torreta da Elbit é um sistema completo, incorporando um canhão automático de 30mm, uma metralhadora coaxial de 7,62mm, um sistema de alerta laser (Laser Warning System – LWS), uma alça panorâmica de comandante e lançadores de granadas fumígenas. Além dos equipamentos citados, a torreta é totalmente estabilizada em dois eixos e combina um rastreador automático de alvos.

A torreta com tecnologia proprietária da Elbit Systems é uma solução para os desafios das ameaças assimétricas. Seu projeto permite que a tripulação do veículo não fique exposta aos perigos externos e é baseada em experiências reais no campo de batalha e em conflitos de baixa intensidade. A torreta UT30BR atesta a liderança da Elbit Systems nesta área.

FONTE: Elbit

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