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Rio de Janeiro – O Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro concluiu a produção de óculos de visão noturna (OVN) – modelo Loris. Os OVN utilizam a tecnologia da otimização da imagem, que funciona através da coleta das minúsculas porções de luz residual, imperceptível ao olho humano, e realiza sua ampliação ao passar pelo tubo intensificador de imagem. Assim, é possível observar a imagem, mesmo estando em ambiente escuro.

Todas as peças e acessórios dos óculos de visão noturna são importadas e recebidas completamente desmontadas pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, no processo conhecido como CKD (completely knock-down).

Os óculos são alimentados por uma bateria alcalina de 1,5 Volt e têm capacidade de ampliação da imagem de 1 vez, com ajuste focal da objetiva de 25 cm ao infinito, sem possibilidade de aumento ou aproximação. Os OVN permitem o ajuste focal da ocular de – 6 a + 2 dioptrias, permitindo corrigir a deficiência visual do usuário do aparelho.

FONTE: Exército Brasileiro

De acordo com o semanário alemão Der Spiegel, a Alemanha teria aprovado a venda de 200 carros de combate Leopard 2A7+ para a Arábia Saudita, depois de décadas do bloqueio de armas para aquele reino.

A revista informou que o Conselho Federal de Segurança aprovou a venda na semana passada, sem citar fontes. Os sauditas querem comprar 200 tanques Leopard 2A7 +, numa encomenda de alguns bilhões de euros às empresas Kraus-Maffei e Rheinmetall.

Os sauditas estavam em negociações com a subsidiária espanhola da General Dynamics para a compra de sua versão do Leopard, mas a maior parte da encomenda deve ficar com os alemães, disse a revista.

A Arábia Saudita já opera M1A2 Abrams, AMX-30 e M60A3 e também está em conversações para comprar o T-90 da Rússia.

Forças Armadas dos EUA também estudam como montar redes wireless seguras em pleno campo de batalha, além de criar apps seguros

General Robert W. Cone, comandante geral do U.S. Army Training and Doctrine Command, pratica o disparo de mísseis Patriot numa aplicação de iPad, programada para treinar soldados

O exército americano tem três desafios tecnológicos: como dar a todo soldado um smartphone cheio de apps para fins militares; fornecer suporte para comunicações globais não apenas com redes comerciais como AT&T, Sprint ou Verizon e configurar rapidamente sua própria rede wireless em quase qualquer lugar do mundo.

“Queremos que todo soldado tenha um telefone”, afirma o diretor de operações da brigada de comando de modernização do Fort Bliss, no Texas, Michael McCarthy. Lá, os testes com tablets e smartphones comerciais têm acontecido há meses, algumas vezes com os soldados levando-os para deveres administrativos e treinamentos, ou até mesmo carregando-os para exercícios de campo nos arredores do áspero deserto. Além de McCarthy, Ed Mazzanti e a coronel Marissa Tanner estão liderando o projeto que o exército chama de “Connecting Soldiers to Digital Apps” (“Conectando Soldados a Aplicativos Digitais”).

Mas muitas questões precisam ser respondidas antes que o exército possa dar sinal positivo para os soldados receberem um smartphone. McCarthy afirma que analistas estão tentando descobrir se os smartphones, assim como os tablets, podem ser adaptados para atender considerações específicas de segurança e operação.

O exército quer saber se frequências de rádio designadas como militares podem ser usadas de modo seguro com a nova geração de aparelhos portáteis, de forma a suportar uma rede mais customizada que possa ser configurada em qualquer lugar.

Essa possibilidade está sendo explorada pelo exército, ao revisar três novas tecnologias wireless – uma chamada Monax (da Lockheed Martin), outra da Oceus Networks (em parceria com a Northrop Grumman), e a terceira, o equipamento de “rádio cognitivo” da xG Technology.

Técnicos do exército que estão supervisionando os testes foram encorajados pelo que viram com o equipamento de “rádio cognitivo” da xG, que permite “pulos de frequência” ao buscar continuamente por espectros não usados de frequência, uma técnica que, segundo McCarthy, reduz interferências. O equipamento da xG fornece dados e voz, suportando aproximadamente 4MB para cada usuário de smartphone, apesar de ser dependente do número de usuários e da distância de uma estação base.

“Nosso alvo a frente pode atingir 35 quilômetros da estação base”, explica McCarthy sobre as ideias do exército sobre como pode configurar uma rede de estações base portáteis on the go (em trânsito, em qualquer local). O exército gostaria de poder transportar equipamentos de estações base de rádio wireless de algum tipo para onde for necessário, rapidamente montando e desmontando uma rede para smartphones nas freqüências militares designadas.

O exército parece ser o primeiro dos serviços militares dos EUA a ter tanto interesse em usar smartphones, apesar de a força aérea e a marinha também estarem motivadas, afirma McCarthy, que completa dizendo que países aliados dos EUA, como parceiros da OTAN, também possuem “interesse significativo”.

Segurança dos aparelhos

Mas os smartphones comerciais conseguem realmente atender aos requisitos operacionais e de segurança do exército?
O exército está trabalhando para descobrir isso, testando cerca de 1.200 telefones e outros aparelhos (incluindo algo em torno de 15 modelos básicos de iPhones e iPads, aparelhos Android e Windows Mobile). “O pessoal da HP está lançando o Web OS (sistema) e vão nos mandar alguns dispositivos para teste”, diz McCarthy.

Mas o exército diz não querer escolher apenas um vencedor. Uma maneira prevista para alcançar a diversidade de smartphones envolve usar um framework de software baseado em HTML criado pelos desenvolvedores militares que permite que, uma vez escritos, os apps para smartphones rodem em vários sistemas móveis. Espera-se que esse processo elimine a necessidade do desenvolvimento de aplicativos por várias vezes, explica o diretor.

“Estamos tentando nos manter agnósticos quanto a aparelhos e sistemas móveis”, diz. “Nossa aspiração é comprar os telefones certos para as pessoas certas pelas razões certas.”

O exército espera se virar tanto para o setor comercial quanto para os seus próprios desenvolvedores por aplicativos que os soldados possam precisar. Há algum tempo os desenvolvedores do Fort Lee criaram algumas centenas de apps de logística para o iPhone e smartphones Android, enquanto especialistas miliatares do local escreveram duas dezenas de apps táticos, incluindo variantes de um pedido médico de evacuação.

Os testes mostrarem que a velocidade de preenchimento de formulários médicos de evacuação podem ser reduzidos de 15 minutos para 1,5 minuto usando os recursos de smartphones, alega McCarthy.

Se os smartphones forem usados em operações militares por soldados, esses aparelhos poderiam acabar sendo “tão importantes para eles como suas armas de fogo”, sugere o diretor militar. Ao mesmo tempo, também há a noção de que se os smartphones forem perdidos ou danificados, haveria uma maneira de tratá-los como descarte e ir para um novo. E como usam telas touchscreen, o exército pode precisar encontrar luvas diferentes para os soldados.

Os aplicativos de smartphones já estão mostrando seu valor em projetos-pilotos envolvendo o treinamento de soldados. Isso está melhorando as médias de notas deles em provas do exército, aparentemente porque os aparelhos ajudam a criar um pouco de competição entre os soldados, quase como um videogame, afirma McCarthy. “Antes, nós tínhamos entregas em power-point”, completa, o qual nem sempre foi tido como um formato tradicional atraente.

Mas os smartphones e tablets são “durões” o bastante em termos de segurança e resistência para “entrarem” para o exército?

Essa continua sendo a grande questão. A Agência Nacional de Segurança (NSA), maior agência de espionagem dos EUA, que também atua no departamento de defesa daquele país, está trabalhando para criar opções viáveis de segurança, como chipsets para criptografia que poderiam ser certificados para uso em smartphones.

Os militares também estão de olho em como elementos biométricos, incluindo escaneamento de voz, face ou íris, poderiam ser usados para validar identidades. Uma opção é uma plataforma 3G biométrica da Intel. “Queremos descobrir qual tecnologia funciona melhor e qual os soldados preferem usar”, afirma McCarthy.

Dessa forma, o exército não determinou um prazo para tomar uma decisão sobre os smartphones, e reconhece que a indústria de alta tecnologia, que está literalmente inundando o mundo com sua interminável variedade de aparelhos portáteis, poderia surgir com melhorias radicais em um curto espaço de tempo. Se há algo que dá uma pausa aos militares, é o fato de a maioria dos smartphones e tablets serem fabricados fora dos EUA, incluindo países que nem são aliados. “É uma preocupação”, confirma McCarthy, adicionando ainda que os militares estão compartilhando essas inquietações com as fabricantes. (Ellen Messmer)

FONTE: IDG NOW!

 

A Força pretende comprar até US$ 4,5 bilhões em mísseis e canhões para proteger estádios de ataques terroristas durante os jogos



PEDRO PAULO REZENDE. COM GERSON MORA E MARCO VERGOTTI (GRÁFICO) E DAVID MICHELSOHN (INFOGRAFIA ONLINE)

O rúgbi é o principal esporte da África do Sul. Em 1995, o país foi sede da Copa do Mundo de Rúgbi. O torneio foi cercado de grande simbolismo. Era o primeiro grande evento esportivo realizado no país, que pouco antes se libertara do regime do apartheid. O jogo final entre África do Sul e Nova Zelândia foi realizado no Ellis Park, em Johannesburgo, com a presença do então presidente, Nelson Mandela.

De repente, um jato Boeing 747 fez um voo rasante, não autorizado, sobre o estádio. O avião tinha a mensagem “Para frente, Springboks!” (um tipo de antílope, símbolo da seleção sul-africana) pintada nas asas. Quem assistiu ao filme Invictus, do diretor Clint Eastwood, conhece essa cena. Em 2014, o Brasil vai sediar uma Copa do Mundo de Futebol, o maior evento esportivo no país em décadas. Em sigilo, o Exército se prepara para tornar impossíveis surpresas como a da África do Sul.

O Exército iniciou uma licitação internacional para a compra de equipamentos de defesa antiaérea. A previsão é gastar de US$ 1,5 bilhão a US$ 4,5 bilhões em mísseis, canhões antiaéreos e radares para proteger contra atentados os estádios durante a Copa das Confederações, em 2013, os 64 jogos da Copa do Mundo de 2014 e as competições das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

ÉPOCA teve acesso a um documento de 15 páginas de 26 de janeiro, com o selo “confidencial”, no qual o Comando Logístico do Exército detalha a fornecedores internacionais o Projeto do Sistema Integrado de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro (Projeto Siaaeb). “(O projeto é) destinado à atualização do sistema existente, já bastante defasado, com vistas a atender às exigências da Estratégia Nacional de Defesa e às do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, particularmente em face das obrigações decorrentes da realização no Brasil da Copa das Confederações, em 2013, da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e dos Jogos Olímpicos de 2016”, diz o texto.

Desde que terroristas da al-Qaeda sequestraram e jogaram dois aviões contra as torres do World Trade Center, e outro contra o prédio do Pentágono, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, os organizadores de grandes eventos esportivos internacionais adicionaram a exigência de proteção antiaérea ao planejamento s de segurança.
Nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, o Exército chinês cercou os principais centros de competição, inclusive o Estádio Ninho de Pássaro, com seus mais avançados equipamentos. A intenção dos militares brasileiros é aproveitar a oportunidade aberta pela Copa para modernizar a obsoleta força antiaérea nacional. O Exército pretende comprar cinco baterias de mísseis de médio alcance, mísseis de curto alcance, que podem ser lançados do ombro por um soldado, novos radares de detecção e centros de comunicação.

O investimento inclui a modernização de cinco grupos de artilharia antiaérea, equipados com canhões de 35 mm e 40 mm, adquiridos ainda nas décadas de 1970 e 1980. O Exército também vai comprar canhões antiaéreos de calibre 30 mm e complexos de mísseis de curto raio de ação para os novos veículos blindados Guarani e os velhos blindados M-113, usados na ocupação do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro. Os velhos canhões antiaéreos ganharão novos motores elétricos, geradores e sistemas de comunicação em rede de última geração.

É notório que os equipamentos das Forças Armadas brasileiras estão superados. Nas últimas duas décadas, os governos gastaram pouco em armamentos, o que obriga os militares a reciclar e consertar velharias. Hoje, quatro dos cinco grupos vinculados à 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, espalhados pelo país, estão equipados com canhões de 40 mm de calibre e centrais que comandam os sistemas de radar e tiro. Eles foram construídos pela Avibras na década de 1980.

O 1º Grupo de Artilharia Antiaérea, no Rio, usa canhões de 35 mm recebidos em 1977. Uma comparação serve também para mostrar a dimensão do despreparo do Brasil, tanto em qualidade quanto em quantidade. Enquanto o Exército e a Força Aérea Brasileira (FAB) são obrigados a compartilhar cerca de 160 mísseis russos Igla (que podem ser lançados dos ombros por um soldado), o Exército da antiga Iugoslávia disparou mais de 1.000 mísseis desses apenas no primeiro dia das operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Kosovo, em 1999. Na América Latina, os especialistas avaliam que apenas a Venezuela possui uma defesa antiaérea adequada, comprada da Rússia.

O sistema que o Exército quer estabelecer na Copa e nas Olimpíadas empregará cerca de 4 mil homens. A cada jogo, o espaço aéreo perto do estádio será fechado pela Aeronáutica. Cerca de 200 homens estarão envolvidos diretamente na defesa aérea e outros 400 darão apoio. Canhões, baterias antiaéreas e homens armados com lançadores de mísseis serão colocados em posições estratégicas do lado de fora dos estádios.

Em um ponto mais alto, será instalado um radar para detectar qualquer movimento nos céus. Em caso de ataque, os primeiros a entrar em ação serão mísseis antiaéreos de médio alcance, que podem derrubar intrusos a até 12 quilômetros. Se um eventual invasor conseguir passar incólume, os canhões ficarão encarregados do alvo. A última linha de defesa será feita por soldados equipados com mísseis que podem ser lançados do ombro, capazes de atingir alvos a até 5 quilômetros de distância. O tempo de destruição de um alvo não poderá ultrapassar 12 segundos.

Há dois anos o Exército estuda o assunto. Trinta e sete fornecedores foram consultados e 27 empresas da China, da França, dos Estados Unidos, da Suécia e da Rússia responderam. Uma comissão analisa o material recebido das empresas. A assinatura dos contratos está marcada para 16 de novembro. O Exército exige que as empresas concorrentes se comprometam a nacionalizar a produção das armas em oito anos.

Para cumprir o cronograma imposto pela Fifa, todo o sistema precisa estar pronto para operar em janeiro de 2014. Por se tratar de uma despesa para a Copa, a despesa com os equipamentos está livre dos cortes de R$ 50 bilhões do orçamento da União, estabelecidos pelo governo federal. Esse freio segurou, por exemplo, a compra de novos caças para a Aeronáutica e de fragatas e barcos patrulheiros para a Marinha.

Caso não consiga reequipar sua defesa aérea dentro do prazo, o governo terá de contratar um país que preste o serviço. Em 2010, a África do Sul preferiu essa alternativa: pagou cerca de US$ 1 bilhão para as forças armadas de Israel protegerem seus estádios na Copa do Mundo. Mas, por enquanto, essa alternativa ainda não está na mesa.

FONTE: Revista Época

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COLABOROU: Lvieirasantos

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XM-25 em ação

Desde de o fim de 2010 que cinco lança-granadas XM-25 estão em uso no Afeganistão com as tropas pára-quedistas do US Army com sucesso mesmo com apenas 55 disparos. O motivo é poder atingir alvos escondidos atrás de pedras ou paredes com projéteis detonados por tempo do tipo ‘airburst’. Com poucos tiros as tropas conseguiam desabilitar emboscadas ou metralhadoras inimigas. Encontros que durariam cerca de 15 minutos foram terminados em poucos minutos com o uso da XM-25 disparando apenas alguns tiros.

Os soldados não gostaram de ter que devolver as arma após alguns meses de uso e conseguiram até mais 36 protótipos que serão entregues até o fim do ano. A produção total deve chegar a 12 mil armas iniciando em 2014. Os novos protótipos serão melhorados com sugestões das tropas e os modelos de produção terão ainda mais mudanças. As tropas querem projeteis com maior alcance (700-1000m).

Os projéteis de 25mm do XM-25 tem quatro modos incluindo o “bursting” (airburst). No modo airbusrt o operador usa um telêmetro laser para determinar a distância até o alvo. A mira mostra onde deve apontar para o projétil passar acima do alvo e explodir. O raio de ação do projétil é de 6 metros. As tropas podem usar suas armas leves para forçar as tropas fugindo a cerca de 500 metros a se esconder e depois atacar com o XM-25. Nesta distância os fuzis M-16 não são muito precisos. Foi calculado que a XM-25 será 300 vezes mais efetiva do que as armas comuns da infantaria.

Os outros modos de tiro são o “PD” (point detonation), detonando por impacto, o PDD (point detonation delay), detonando após penetrar uma porta, janela ou parede mais fina, e o “Window”, para disparar dentro de um cômodo com o projétil detonando logo após o ponto de mira designado. Outros projéteis disponíveis são o penetrador, capaz de penetrar 50 mm de blindagem, o termobárico e o flechete (shotgun).

O carregador do XM-25 leva quatro disparos. A arma pesa cerca de 5,5 kg. O custo total é de US$ 35 mil com uma visor térmico com zoom de 4 vezes.

Fonte: Strategy Page

 

A arma que matou Bin Laden

Informações vazadas indicam que Osama Bin Laden foi morto por disparos de um fuzil HK416, arma usada pelos US Navy SEAL. O vídeo abaixo demonstra as qualidades da arma escolhida pelas Forças Especiais da Marinha dos EUA.

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