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Exército terá investimento bilionário nas fronteiras

Eliane Cantanhêde

Na Marinha, o submarino de propulsão nuclear. Na Aeronáutica, o projeto de uma nova frota de caças. Agora, vem a “contrapartida” do Exército no processo de modernização das Forças Armadas: o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), orçado em US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).

O Sisfron deve ser implantado em três etapas até estar concluído, em 2019, com custo de manutenção anual estimado em até 10% do total do investimento. A expectativa do governo é obter os recursos com financiamento externo de longo prazo.

O projeto original inclui radar de imagem, radares de comunicação de diferentes graus de sofisticação, vants (veículos aéreos não tripulados) e blindados para abranger a fronteira terrestre, com o foco na Amazônia.

A base operacional do projeto serão os Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), que passarão gradualmente dos atuais 21 para 49. O custo médio de cada pelotão é de R$ 35 milhões, incluindo pista de pouso (que tem orçamento independente do Sisfron).

Na avaliação do governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o problema número um de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, iniciado com o Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais e é por aí que chegam aos grandes centros, como as favelas do Rio de Janeiro.

CONCORRÊNCIA

No dia 17 de dezembro, Embraer e oito empresas internacionais da área de defesa enviaram representantes a Brasília para receberem informações sobre instalação, objetivos e equipamentos necessários para o projeto.

Foram elas as alemãs Rheinmetall e Rohde&Schwarz, as norte-americanas Harris e Rockwell Collins, a francesa Thales, a israelense Elbit Tadiran e a italiana Selex, além do consórcio europeu Cassidian (do grupo EADS). A espanhola Indra e a sueca Saab também receberam dados posteriormente.

Conforme a proposta apresentada, à qual a Folha teve acesso, há duas exigências. A primeira é o “domínio nacional sobre a tecnologia” desde a implantação.

A segunda é “a inclusão de mecanismos de compensação comercial, dando prioridade para mecanismos de transferência de tecnologia para a base industrial brasileira de defesa”.

Por uma questão operacional, as fronteiras foram divididas em 14 zonas de monitoramento. A expectativa é que as empresas formem consórcios, já que nenhuma delas, sozinha, tem condições de fornecer os equipamentos para todas as zonas.

As propostas, que devem ser apresentadas até 31 de janeiro, serão analisadas pelo Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex) e pela Atech, empresa especializada no desenvolvimento de programas de software, que fez o estudo inicial de viabilidade.

O próprio Ccomgex já desenvolveu e começou a produzir dois tipos de blindados que servirão de apoio a todo o sistema: um de comunicação e outro de rastreamento, ambos operados com computadores e com custo estimado em R$ 7 milhões a unidade -o correspondente estrangeiro custa o dobro.

O novo sistema será monitorado pelo Ccomgex, instalado em Sobradinho (DF) e subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, chefiado pelo ex-comandante militar da Amazônia Augusto Heleno.

O projeto prevê que o Sisfron será interligado a outros sistemas já consolidados, como o CenSipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia), que acaba de migrar da Casa Civil para a pasta da Defesa.

Também será interligado, por exemplo, ao Sistema de Acompanhamento de Alvos aéreos Baseado em Emissão de Radiofrequência. Haverá ainda conexão com objetivos civis, como monitoramento meteorológico e de preservação do meio ambiente.

FONTE/IMAGEM: Folha de São Paulo, via Notimp/google

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O Ministério da Defesa do Brasil concedeu à Aeroeletrônica (AEL) um contrato plurianual de cerca de R$ 440 milhões de reais (aproximadamente US$ 260 milhões), para a entrega de “várias centenas” de torretas armadas não-tripuladas. As torres de canhões de 30 milímetros serão integradas aos veículos blindados VBTP-MR Guarani 6 × 6, desenvolvido pela Iveco.

A partir de 2012, o Exército Brasileiro está planejando comprar 2.044 veículos blindados Guarani por 20 anos, sob um programa plurianual no valor de R$ 6 bilhões (cerca de 3,5 bilhões de dólares). A série de pré-produção de 16 veículos vai entrar em teste em 2011.

Esses veículos serão montados no Brasil a partir de componentes e subsistemas importados. Eventualmente, o programa prevê a incorporação de 60% de conteúdo nacional, com o objetivo de reduzir os custos de produção e manutenção. O Guarani vai substituir os obsoletos veículos 6 × 6 Urutu , usados atualmente pelas forças armadas brasileiras.

A AEL é uma subsidiária da Elbit Systems (NASDAQ: ESLT), maior empresa de defesa de Israel. Este contrato segue uma adjudicação de outro contrato com a Elbit Systems em 2009, para fornecer várias torretas não-tripulados em concorrência pública da qual os principais fabricantes mundiais participaram. As entregas das torres não-tripuladas serão determinado de acordo com um cronograma e um perfil de financiamento plurianual a ser definido pelas partes.

As torretas UT30 já foram integradas a inúmeros veículos, e entregues a vários exércitos europeus, entre eles o Piranha belga, o AMV para a Eslovênia e português Pandur II.

COLABOROU: Falcon

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Contrato foi assinado na quinta-feira (30 de dezembro), em Brasília, e capacitará os helicópteros a operarem por, no mínimo, mais 25 anos

Mais de duas décadas depois da incorporação dos primeiros helicópteros AS350 Esquilo à frota do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), a Helibras vai implantar um programa de modernização de 33 aeronaves que se encontram em operação naquele Comando e reconstrução de outras três desse modelo que se encontram inoperantes.

O contrato para realização do programa, no valor de US$ 92 milhões, foi assinado no dia 30 de dezembro passado, no Quartel General do Exército, em Brasília. Os trabalhos terão inicio este ano, nas instalações da Helibras, em Itajubá (MG), com término previsto para 2018.

O programa de modernização capacitará os helicópteros a operar por pelo menos mais 25 anos e abrangerá a substituição dos bancos por modelos com blindagem e capacidade de absorção de impacto, a instalação de um piloto automático e a troca do painel de instrumentos analógico por um sistema integrado com telas MFD (Multifunction Display), que reúnem informações de navegação.

As novas soluções de aviônicos serão desenvolvidas no Brasil pela Sagem Avionics em conjunto com a Aeroeletrônica, com base em um acordo de cooperação firmado entre as duas empresas e a Helibras em novembro último. Esse fornecimento assegurará a revisão desses equipamentos no Brasil, como também futuras modernizações de outras aeronaves civis e militares na região.

Além da frota de aeronaves do CAvEx, o pacote de modernização criado pela Helibras está preparado para atender toda a frota de AS350 Esquilo em operação no Brasil – cerca de 300 aeronaves. Segundo Eduardo Marson, presidente da Helibras, trata-se de uma importante inovação que a Helibras introduz em seu mais versátil modelo: “A tecnologia deu enorme salto desde que os primeiros AS350 Esquilo começaram a ser operados. A aviônica ganhou itens digitais, gerenciados por computadores, que resultam em mais segurança e menor carga de trabalho para o piloto”, afirma o executivo.

Principais itens

O glass cockpit é o item mais significativo da modernização porque oferece uma nova concepção de voo. Três telas de LCD fornecem informações de atitude, velocidade no ar, altitude, velocidade vertical, razão de guinada e HSI, bem como todas as informações do motor e da estrutura.
O módulo também traz um conjunto de modernos equipamentos de navegação e comunicações, permitindo que as informações essenciais passem a ser apresentadas de forma concentrada sobre a situação de voo e sistemas, reduzindo o tempo em varreduras no painel, além de permitir uma leitura precisa e extremamente rápida dos dados dos sistemas e dos parâmetros de voo.

O piloto automático é o modelo Sagem AP85, um AFCS (Automatic Flight Control System) que provê estabilidade nos eixos longitudinal e transversal, e aumento na estabilidade com controle automático de ajustes finos de voo. O seu computador de ajustes finos (trim) comanda um atuador paralelo de tal modo que mantém o cíclico centrado durante todo o momento, para que haja sempre a máxima capacidade de manobra sobre os comandos, memorizando a atitude da aeronave no momento em que é acoplado, garantindo o vôo estável e o enquadramento do alvo nos momentos de uso do armamento aerotransportado. A estabilidade proporcionada pelo AP85 também significa um auxílio valioso nas missões de observação, de ataque e reconhecimento armado, ou mesmo em missões de salvamento realizadas pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil.

Os novos bancos com absorção de energia oferecem proteção do tipo anti-crash, permitem ajuste longitudinal e de altura, proporcionando melhor campo visual para os pilotos; serão instaladas placas de compósitos especiais, que oferecem uma proteção blindada. São três partes, sendo uma posicionada no piso da cabine, sob os pedais, uma nas laterais, entre cada piloto e as portas, e outra nos encostos dos assentos.

FOTO: Guilherme Wiltgen/ForTe

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Novo helicóptero de ataque chinês

A aeronave das imagens é o WZ-10 (Zhi-10), provável substituto do WZ-9 no Exército de Libertação Popular da China. O novo helicóptero é da classe do Eurocopter Tiger.

SAIBA MAIS:

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, receberam nesta segunda-feira (20), às 14h30, na Base Aérea de Brasília, os três primeiros helicópteros de transporte EC-725 da Eurocopter (Projeto H-X BR). O pacote prevê 50 unidades que foram adquiridas pelo governo brasileiro, sendo 16 para cada uma das Forças Armadas e dois para transporte de autoridades. O cronograma prevê a entrega das últimas unidades em 2016.

A construção dos equipamentos será feita pela fábrica da Helibrás, subsidiária da Eurocopter, instalada em Itajubá (MG). O projeto é uma das consequências da parceria estratégica assinada em dezembro de 2008 pelos presidentes do Brasil e da França, Nicolas Sarkozy. O programa prevê transferência de tecnologia e aumento progressivo de conteúdo nacional, com benefício a diversas empresas brasileiras que se tornarão fornecedoras.

É também uma das primeiras consequências da Estratégia Nacional de Defesa. A partir do momento em que as discussões internas da Estratégia apontavam para a necessidade de aumento da capacitação nacional em defesa, e de coordenação do Ministério nos projetos estratégicos das Forças Armadas, as providências nesse sentido passaram a ser tomadas, antes mesmo da publicação do decreto da END, que ocorreu em dezembro de 2008, mesma época dos contratos.

Pelo acordo assinado com os franceses, a fábrica brasileira terá exclusividade de venda dos helicópteros na América do Sul e na África.

Esse projeto custará € 1,847 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões), dos quais € 1,764 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) serão financiados pelos franceses, em nove anos, e € 83 milhões (R$ 232 milhões) serão desembolsados diretamente pelo Tesouro. A União foi autorizada, em setembro de 2009 pelo Senado, a obter o empréstimo externo.

Na cerimônia desta segunda, cada Força recebeu um helicóptero, com a configuração definida de acordo com as suas necessidades específicas, e poderá trazer variações de equipamentos. Dois EC-725 serão de uso da Presidência da República e serão operados pelo Grupo de Transporte Especial (GTE).

O modelo EC-725 é a versão mais recente do Super Puma/Cougar. Pode transportar dois tripulantes e até 29 soldados totalmente equipados. Pode carregar também uma carga de combustível de 2.268 kg, o que garante um tempo de voo de até cinco horas. A Helibras, única fabricante brasileira de helicópteros, é associada ao Grupo Eurocopter, controlado pela EADS – European Aeronautic Defence and Space Company.

Desde o início de outubro deste ano foi instaurado o Grupo de Acompanhamento e Controle (GAC), dentro da Helibras, em Itajubá. O grupo é responsável por representar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em todos os assuntos referentes às novas aeronaves EC-725.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa / FOTOS: Agência Brasil

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Os Estados Unidos tentaram impedir a entrega de mísseis antiaéreos russos à Venezuela em 2009, devido a preocupações de que Caracas poderia repassá-los às guerrilhas marxistas na Colômbia ou a traficantes de drogas mexicanos, afirma neste domingo o “The Washington Post”, citando documentos diplomáticos americanos vazados pelo site WikiLeaks.

A Venezuela –onde o presidente Hugo Chávez lidera um governo com forte sentimento contra os EUA– recebeu pelo menos 1.800 de mísseis SA-24 da Rússia, disse o jornal, citando dados da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre controle de armas.

As comunicações secretas norte-americanas diziam que o país estava preocupado com a aquisição de armamento russo por Caracas, incluindo helicópteros, caças Sukhoi e 100 mil fuzis Kalashnikov, segundo o jornal.

O veículo citou uma informação do Departamento de Estado dos EUA de 10 de agosto de 2009 direcionada à Europa e à América do Sul dizendo que as vendas de armas russas à Venezuela somaram ‘mais de 5 bilhões de dólares no ano passado e que elas estão crescendo’.

A preocupação com os planos espanhóis para vender aviões e barcos de patrulha para a Venezuela também foi citada na mensagem.

A Rússia reportou ao Registro de Armas Convencionais da ONU no início deste ano que as compras totalizaram 1.800 mísseis, disse o “The Washington Post”. O general da Força Aérea dos EUA Douglas Fraser disse publicamente neste ano que a Venezuela poderia comprar até 2.400 mísseis, segundo o jornal.

O especialista em mísseis Matt Schroeder, da federação de cientistas norte-americanos, em Washington, afirmou ao jornal que os mísseis russos estão entre os mais sofisticados do mundo e que podem derrubar aviões a quase 6.000 metros.

“É a maior transferência registrada no banco de dados de armas da ONU em cinco anos, pelo menos”, afirmou Schroeder, segundo o jornal.

FONTE: Folha/Reuters

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Nesta quinta-feira, a francesa Sagem e a Aeroeletrônica, de Porto Alegre, vão formalizar, em Porto Alegre, um contrato de parceria para desenvolver em conjunto novas soluções em aviônicos (glass cockpit) para a modernização do painel de instrumentos do Esquilo AS350 da Helibras. Trata-se de um sistema integrado com telas MFD (Multifunction Display), que reúnem informações de navegação. Os componentes das telas serão fornecidos pela Sagem e a Aeroeletrônica entrará com o computador e a montagem das telas no Brasil. Essa solução será um item opcional a ser instalado pela Helibras para atender toda a frota de AS350 Esquilo em operação no Brasil – cerca de 300 aeronaves. A Helibras já negocia, inclusive, sua utilização na modernização da frota de 36 desses modelos pertencentes ao Exército brasileiro. A Marinha e a Aeronáutica também analisam a possibilidade de utilização desses novos instrumentos na modernização de suas aeronaves.

FONTE: estadao.com, via resenha CCOMSEX

FOTO: G. Wiltgen/Forças Terrestres

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A AgustaWestland, empresa do Grupo Finmeccanica, anunciou que o Estado de Goiás, no Brasil central, encomendou três helicópteros monomotores AW119Ke para aplicação da lei, combate a incêndios e missões de transporte. O contrato tem o valor de 11 milhões de dólares e inclui também treinamento para tripulantes e pessoal de manutenção, com todas as três aeronaves programados para entrega em 10 Dezembro de 2010.

A Synergy Aerospace, uma divisão do Grupo Synergy, assinou um contrato de distribuição comercial em julho de 2006 para os helicópteros AgustaWestland no Brasil e esta a venda marca a entrada do AW119 no mercado brasileiro de aplicação da lei.

As aeronaves ficarão baseadas na cidade de Goiânia, capital do estado, e receberão equipamento de rapel, sistema de proteção contra cabos, gancho de carga, luz de busca e um balde contra incêndios. A subsidiária brasileira da AgustaWestland, a AgustaWestland do Brasil Ltda, dará apoio para os helicópteros em sua nova fábrica em São Paulo.

As novas instalações, localizadas a aproximadamente 30 km a oeste do centro da cidade, oferece uma gama completa de serviços de apoio, incluindo a manutenção, logística, peças de reposição, reparo, revisão geral e personalização para o AW119 e todas as variantes do AW109, Grand, GraNew e AW139.

O AW119Ke de oito assentos é o helicóptero de maior alcance no mercado de monomotores e tem excelente desempenho mesmo em ambientes muito quentes e altos. O helicóptero, com um peso máximo de de 3.150 kg (6.945 libras), com cargas externas, é um helicóptero utilitário altamente eficaz e prova suas habilidades na aplicação da lei e de combate a incêndios em muitos países.

Mais de 190 helicópteros AW119 foram encomendados até à data em quase 30 países, por cerca de 90 clientes. O AW119Ke é ideal para executar uma ampla gama de tarefas, incluindo serviços públicos, combate a incêndio, Evacuação Aeromédica (EMS), transporte VIP/Corporativo, transporte off-shore, a aplicação da lei e deveres militares.

Pedidos de mais de 130 helicópteros AgustaWestland de vários tipos foram feitos por clientes no Brasil até o momento, para uma ampla variedade de funções incluindo o transporte VIP/Corporativo, transporte off-shore, EMS e aplicação da lei.

FONTE: Agusta Westland

 

O ministro Nelson Jobim tem um abacaxi nas mãos. O Comando do Exército decidiu comprar 18 helicópteros de ataque russos MI-28, mas alguns brigadeiros ligados ao gabinete de Jobim insistem na compra de modelos MI-35, como os adquiridos pela FAB. Alegam a necessidade de padronização. A mecânica é a mesma, porém o MI-28 custa 30% menos do que os MI-35 negociados em 2008.

FONTE: Isto é / COLABOROU: Marcos Saulo

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Eurocopter Tiger

O Eurocopter Tiger (designação de fábrica EC 665) é um helicóptero de ataque fabricado pela Eurocopter, que nasceu de um projeto conjunto da Alemanha Ocidental e da França, em 1984.

Um “joint venture” entre a MBB e a Aérospatiale foi formada para desenvolver o aparelho, mas devido aos altos custos, o projeto foi cancelado em1986. Em 1987 o programa foi relançado novamente e em 1989, a Eurocopter foi contratada para fabricar 5 protótipos.

Três seriam plataformas de testes e dois protótipos armados: um para a variante alemã anti-carro e outro para a variante francesa de escolta armada.

O primeiro protótipo voou em 1991. Em 1992, a Aérospatiale e a MBB se uniram formando o Eurocopter Group e o Tiger foi transferido para a nova empresa.

A produção seriada do Tiger começou em 2002 e o primeiro voo de um exemplar de produção do Tiger HAP francês ocorreu em março de 2003. A entrega das primeiras 8 aeronaves ao Exército Francês ocorreu em setembro do mesmo ano.

No final de 2003 começaram as primeiras entregas de 80 aeronaves da versão UHT para a Alemanha. Devido a problemas técnicos, a IOC só esperada para o final de 2012.

Austrália e Espanha também adquiriram o Tiger, que dependendo da versão, pode custar de US$ 35 a 43 milhões a unidade.

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