QG Airsoft

m4 camuflada

O US Army vai finalmente dar luz verde para que seus soldados possam pintar suas armas pretas, para camuflá-las no terreno do campo de batalha.

Alguns soldados já têm usado “sprays” disponíveis comercialmente para camuflar suas armas no Afeganistão, a despeito da política do Exército de proibir a prática.

Mas a Força anunciou que vai liberar um guia com instruções apropriadas, para a pintura das carabinas M4 e outras armas, a fim de que a pintura não venha interferir na operação das mesmas.

A mudança na política do US Army segue a decisão de 19 de fevereiro, para empregar camuflagem MultiCam nos uniformes e nos equipamentos dos soldados no Afeganistão.

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A empresa israelense Elbit Systems anunciou no dia 15 de março que fechou um contrato com o Departamento de Defesa da Austrália no valor de US$ 298 milhões para o fornecimento, integração, instalação e apoio do sistema BGC3 (Battle Group and Below Command, Control and Communications) para o Programa 75/125 do Exército Australiano.

O BGC3 compreende um sistema de gerenciamento de batalha (BMS) para soldados, comandantes de veículos e posto de comando no quartel general.

Este sistema será instalado nos próximos três anos e capacitará o Exército Australiano com um sistema de combate em rede com tecnologia de gerenciamento e de comunicações de ponta.

O BGC3 aumentará a consciência situacional do comandante no campo de batalha, automatizará a troca de mensagens e assistirá a execução de operações. Da mesma forma, o sistema reduzirá o risco de baixas por fogo amigo.

A aquisição do sistema é considerada de alta prioridade e vai melhorar a proteção e coordenação para o pessoal das Forças de Defesa da Austrália, permitindo que as missões possam ser realizadas mais eficientemente, com segurança e eficiência.

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Teste real para o MRAP

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Um veículo MRAP (Mine Resistant Ambush Protected) RG-31 Mk5E do US Army foi atingido por uma bomba na estrada, quando fazia a liberação de uma rota para um comboio de entrega de suprimentos à uma base remota da Marinha dos EUA na província de Helmand, sul do Afeganistão em 6 de março de 2010. As fotos tiradas são da mesma data.

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Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos

vinheta-clipping-forteO Brasil está investindo mais em projetos de inovação na área de defesa. Estudo inédito feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, nos últimos oito anos, a participação do setor de defesa nos desembolsos dos fundos setoriais cresceu cerca de 10%. Do total de 13.433 projetos analisados pelo Ipea e que receberam apoio dos fundos, 258 estavam relacionados com o setor. Esses projetos, segundo a pesquisa, receberam R$ 479 milhões entre os anos de 2000 a 2008 e representaram cerca de 11% dos desembolsos dos fundos setoriais no período.

O trabalho faz parte de uma análise da inovação nos setores industriais brasileiros, desenvolvida em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia. Segundo a diretora-adjunta da Diretoria de Estudos Setoriais do Ipea, Fernanda De Negri, responsável pela pesquisa sobre a participação do setor de defesa nos fundos setoriais, os mecanismos de apoio à ciência, tecnologia e inovação no Brasil vem registrando um crescimento importante nos últimos quatro anos. “O orçamento dos fundos setoriais para inovação subiu de R$ 300 milhões por ano para R$ 2 bilhões”, ressalta.

A participação atual do setor de defesa nos desembolsos dos fundos, de acordo com Fernanda, pode ser considerada expressiva, tendo em vista que no ano 2000 os projetos nessa área respondiam por menos de 1% do total liberado para pesquisas e desenvolvimento em inovação. “O aumento dos investimentos do governo em projetos de defesa é resultado de uma nova percepção da importância desse setor para o desenvolvimento do país, pois várias dessas tecnologias têm aplicações que podem gerar importantes efeitos de transbordamento para o setor produtivo brasileiro”, disse a diretora.

O Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), prevê o apoio a uma série de ações na área de defesa, com destaque para os sistemas computacionais complexos, tecnologia de sensoriamento remoto, fabricação e emprego de propelentes e explosivos, veículos autônomos, estruturas resistentes e eficientes, sensores, ações de defesa química, biológica e nuclear e integração de sistemas.

Ainda segundo a pesquisa do Ipea, dos 258 projetos relacionados com o setor de defesa, 99 foram desenvolvidos com a participação de 44 empresas, representando 46% do valor desembolsado pelos fundos ou R$ 223 milhões. “Levando-se em conta que a base industrial de defesa, utilizada neste trabalho, é composta por aproximadamente cem empresas, mais de 40% delas são apoiadas pelos fundos setoriais, evidenciando a elevada participação deles no apoio à P&D no setor de defesa”, ressalta Fernanda na pesquisa. Um dos principais projetos relacionados ao setor de defesa e apoiados pelos fundos setoriais nos últimos anos está o navio polar de apoio à pesquisa, que respondeu por 15% dos recursos destinados aos projetos selecionados. Ele foi adquirido pela Marinha para apoiar o programa de pesquisas brasileiro na região Antártica.

A pesquisa do Ipea também mostra que o sistema setorial de inovação no setor de defesa está bastante concentrado nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, devido à localização das instituições de pesquisa das Forças Armadas nessas regiões.

FONTE: Valor Econômico

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RQ-7_Launch

O US Army Unmanned Aircraft Systems Center of Excellence anunciou que a Força deve atingir a marca de 1 milhão de horas de voo com aeronaves não tripuladas no próximo mês. Por volta do mês de setembro ou outubro, os UAVs do US Army atingirão a mesma marca em apoio direto às operações de combate.

Noventa por cento das horas de voo foram realizadas em operações de combate, para inteligência, vigilância e reconhecimento. O US Army planeja no futuro usar UAVs para enlace de dados e transporte de suprimentos e carga.

O treinamento para a operação de UAVs no Exército dos EUA é feito em Fort Huachuca, no Arizona, numa intalação conjunta para treinamento de pessoal da Marinha e dos Fuzileiros.

Em 2010 serão treinados 800 militares e em 2018, serão 3.000. O Exército colocou as aeronaves RQ-7 Shadow e Raven nas unidades menores, para dar capacidade de ISR aos comandantes. Um pelotão Shadow foi integrado nas brigade combat team (BCT), o que permitiu à infantaria e oficiais compreenderem o potencial dos UAVs e saber o que eles poderiam obter com esses equipamentos.

RQ-7 landing

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Nova munição para o USMC

Fuzileiros americanos usarão munição mais letal no Afeganistão

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vinheta-especial-forteO US Marine Corps (USMC) está abandonando sua munição convencional 5,56mm no Afeganistão em favor de uma nova munição mais precisa e letal.

As primeiras 200 mil munições 5,56mm SOST (Special Operations Science and Technology) já se encontram com a Brigada Expedicionária de Fuzileiros no  Afeganistão, de acordo com o General de Brigada Michael Brogan, comandante do Comando de Sistemas do USMC. Normalmente chamada de SOST, essa munição foi liberada pelo Pentágono para uso dos US Marines, no final de janeiro.

Como funciona a SOST? Clique na imagem para ampliar

O SOCOM desenvolveu essa nova munição para uso com os seus fuzis FN SCAR que precisavam de um projétil mais preciso, devido ao comprimento inferior do seu cano, medindo 13,8”, sendo um pouco menos que uma polegada mais curto que o cano de uma M4.

Utilizando o projétil de ponta aberta do tipo MATCH, esse design é muito utilizado por snipers. O projétil SOST foi desenvolvido para ser “cego a barreiras”, querendo dizer que ele é mais preciso ao transpor obstáculos em relação ao M855, como por exemplo, ao transpor portas, párabrisas e até mesmo muros.

Comparado ao M855 (ponta verde), o projétil SOST ao ar livre tem maior poder de parada (Stoping Power) devido à “fragmentação rápida e consistente que diminui o tempo necessário para causar incapacitacão a combatentes inimigos”, isso de acordo com documentos do Ministério da Marinha dos EUA.

Pesando 62 grains, mantendo o mesmo peso da maioria dos projéteis da OTAN, tem o seu corpo típico enjaquetado, sendo considerado uma variação do projétil “Federal Cartridge Co.’s Federal Trophy Bonded Bear Claw”, que foi desenvolvido para caça de grandes animais. Segundo o fabricante, possui grande habilidade para causar danos à estrutura óssea.

O USMC comprou “alguns milhões” de projéteis SOST como parte de uma encomenda conjunta de 10,4 milhões de unidades em setembro, suficiente para meses de combate no Afeganistão, disse o Gen. Brogan. O documento do Departamento da Marinha diz que o Pentágono lançará uma concorrência de até 400 milhões de dólares para mais munição SOST.

“Esse projétil tinha a intenção de ser usado numa arma com cano mais curto como as carabinas FN SCAR”,n disse o Gen. Broga. “Mas por causa da sua performance contra obstáculos, melhora na precisão e uma menor chama na saída do cano da arma, foi decidida sua adoção para o USMC, que pelo menos por enquanto não utiliza o FN SCAR.”

Problemas com o M855

SOST 2aO projétil padrão Otan 5,56mm foi desenvolvido nos anos 70 e adotado em 1980. Foi projetado com o objetivo de penetrar coletes e capacetes de aço das forças do Pacto de Varsóvia.

O Gen. Brogan disse que o USMC não tem planos de remover o M855 do seu inventário por enquanto, entretanto a corporação determinou que o M855 não atende mais aos requisitos técnicos de performance do USMC, principalmente no ambiente operacional em que insurgentes quase nunca possuem coletes, mas engajam tropas atrás de obstáculos intermediários como párabrisas, portas de carros e pequenos muros.

No Afeganistão, apenas a metralhadora leve M249 não utilizará a munição SOST, já que ela ainda não é fabricada com cinta para metralhadoras. O SOCOM também utiliza munição SOST 7,62mm para seus fuzis FN SCAR-Heavy, mas por enquanto o USMC não planeja comprar essa munição SOST em 7,62mm.

De acordo com o diretor da divisão de Lei Operacional e Internacional da Marinha, J. R. Crisfield, o projétil atende ao que seria o novo padrão de munição do USMC e foi liberado para uso, já que está em acordo com a Convenção de Haia.

Antes que a munição SOST pudesse ser utilizada pelo USMC, ela teve que passar por uma conferência sobre a legalidade de uso e foi aprovada para uso pela Lei de Guerra Internacional.

O processo de aprovação é padrão para novas armas e sistemas de armas, mas teve uma maior significância por causa do design do projétil. Projéteis de ponta aberta já estão aprovados para uso há décadas, mas são às vezes confundidas com projéteis de pontas ocas que se expandem em tecido humano após o impacto, causando sofrimento desnecessário de acordo com tratados internacionais.

COLABOROU: Marine

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US Army afghanistan

Segundo trabalho acadêmico de um major, o US Army não está bem preparado para combater no Afeganistão

vinheta-destaque-forteUma monografia feita por um major do Exército dos EUA levantou o debate sobre o fraco treinamento e equipamento dos soldados americanos no Afeganistão.

O trabalho, intitulado Increasing Small Arms Lethality in Afghanistan: Taking Back the Infantry Half Kilometer do major Thomas Ehrhart, publicado na Army School for Advanced Military Studies de Fort Leavenworth, diz que o US Army está mal treinado e mal equipado em suas linhas de frente para enfrentar as forças insurgentes do Afeganistão nas grandes distâncias de terreno montanhoso.

Segundo o trabalho de Ehrhart, é necessária a melhoria do fuzil M4, a possível substituição da arma básica do soldado e mudanças radicais no equipamento das tropas no Afeganistão, inclusive uma nova camuflagem no uniforme, que coincida com o terreno local.

Ehrhart escreveu que, apesar do fato de que 50% dos engajamentos do Exército no Afeganistão ocorrem com o inimigo atacando a 300m de distância ou mais, a maioria dos soldados é treinada para atirar com suas M4 com precisão no máximo a 200m e mais de 80% dos soldados da infantaria são equipados com armas que não tocam o inimigo além dessa distância.

Segundo o autor, o inimigo no Afeganistão engaja as forças dos EUA do alto, com armas de médio e grosso calibre, muitas vezes com morteiros, sabendo das restrições do equipamento americano e da inabilidade dos soldados sobrecarregados em manobrar em elevações que excedem 6.000 pés (2.000m).

As armas que podem engajar o inimigo no Afeganistão além de 200m representam apenas 19% do poder de fogo de uma companhia, diz o major, o que ele considera inaceitável.

Para ler o trabalho do major, clique aqui.

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CV90 1

O Exército da Dinamarca, pela primeira vez, enviará uma frota de 10 veículos BAE Systems Hägglunds CV9035 de infantaria ao Afeganistão.

Os veículos desdobrados apresentam diversos upgrades, incluindo a blindagem BAE Systems L-ROD, camuflagem Barracuda e modificações no software do sistema de computação do veículo para aumentar a prontidão no campo de batalha.

Somam-se ainda, energia extra para o sistema de contramedidas eletrônicas e uma câmera IR adicional para o motorista, cobrindo a parte traseira do veículo.

Uma companhia de infantaria motorizada do novo grupo de batalha da Dinamarca vai operar os CV9035 para servir com a ISAF (International Security Assistance Force). Os veículos vão operar ao lado dos M113G3 e Piranha IIIH, e um pelotão de Leopard 2A4.

Em 2008 a Dinamarca recebeu 45 CV9035 e o Exército quer mais 45 veículos.

CV90 2

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Urutu

Veículos militares produzidos pela extinta Engesa, e que fizeram sucesso na década de 80 e 90, ganham novo motor e transmissão automática

Raio-X

  • O novo motor utilizado no prótotipo do Urutu gera 230 cv, contra 158 cv do antigo. Um ganho de potência de 72 cv.
  • O protótipo alcançou a velocidade máxima de 110 km/h em terrenos livres e se mostrou apto a chegar aos 80 km/h em situação off-road.
  • Sua autonomia é de 950 quilômetros. Antes das modificações mecânicas era de 750 quilômetros.
  • 226 Urutus e mais de 600 Cascavel devem ser restaurados.

vinheta-clipping-forteDado como acabado, já que as unidades existentes há anos estavam estacionadas nos pátios dos batalhões do Exército Brasileiro, o blindado Engesa EE-11 Urutu pode retornar à ativa. O veículo, destinado ao transporte de tropas, também tem como uma das suas principais características o fato de ser anfíbio, mesmo pesando 13 toneladas. Essas qualidades justificaram, em grande parte, sua aceitação pelas forças armadas de vários países da América Latina.

Devido a seus atributos, o Exército Brasileiro optou por reativar os 226 Urutus e mais de 600 Cascavel (blindado de concepção mecânica semelhante à do Urutu) que estão em inatividade. Com motor bastante ultrapassado, uns com câmbio manual e outros com câmbio automático, porém em grande defasagem em relação à tecnologia existente no momento, deverão passar por uma grande reformulação para voltar à atividade. Com essa reforma os veículos militares estarão aptos para operar por, no mínimo, mais 15 anos. Isso é o que garantem as empresas que estão envolvidas no processo de restauração dos blindados, e que fizeram um protótipo para avaliação do exército.

Protótipo

Urutu por dentroNo modelo atualizado o antigo motor Mercedes-Benz OM 352 foi substituído pelo OM 366 LA militarizado, o que proporcionou um grande ganho de potência (de 158 cv para 230 cv) e, consequentemente, mobilidade. A caixa de marchas original Mercedes G3-36 mecânica foi trocada por uma transmissão automática Allison da série 3000, gerenciada eletronicamente, que vem acoplada à caixa de transferência Engesa que foi totalmente revisada. Nos primeiros testes realizados, o protótipo alcançou a velocidade máxima de 110 km/h em terrenos livres e se mostrou apto a chegar aos 80 km/h em situação off-road. Sua autonomia também aumentou significativamente, passando de 750 para 950 quilômetros.

Segundo Glauco Bueno da Silva, gerente geral da Engemotors, empresa pertencente ao Grupo Brasilia Motors, que está procedendo a atualização dos veículos de combate, “um dos motivos da utilização do câmbio automático em todas as unidades do Urutu ou Cascavel fica por conta da geração da maior facilidade de condução. Em um carro de combate, quando em situação de batalha, é muito mais complicado o piloto manter parte da sua atenção dedicada a passar marchas, usar embreagem, escolher a melhor marcha para determinada situação, etc. Com o câmbio automático, o piloto fica liberado dessas atividades adicionais e pode ficar mais atento para as operações de guerra”.

Todos os demais sistemas de funcionamento do protótipo foram revistos, entre eles: freios, eixos cardãs, borrachas de vedação da carroceria, pressurização dos diferenciais, suspensão boomerang e bomba de porão. Os resultados mostram que com as melhorias tecnológicas e mecânicas que foram introduzidas as unidades inativas do Urutu podem ser reativadas e serão muito úteis para o Exército Brasileiro.

FONTE / FOTOS: Gazeta do Povo

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RQ-11_Raven_2

Os veículos aéreos não-tripulados (UAVs ou VANTs) estão fornecendo uma capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) sem precedentes, segundo o diretor do Army Unmanned Aerial System Center of Excellence de Fort Rucker, coronel Christopher Carlile.
Seus comentários juntam-se aos outros que recomendam a tecnologia, umas das que mais crescem no Exército dos EUA.
“Existe um ditado antigo que diz que a ciência e a ficção científica estão separadas pelo tempo e o tempo é agora. Nós o temos.”, disse Carlile.

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