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Essas fotos do EB5001 foram publicadas no informativo “O Águia”, da Aviação do Exército e disponibilizadas pelo site Voo Tático.

FONTE: http://vootatico.com.br

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A Marinha do Brasil avaliou o obuseiro leve rebocado M777 (LV155) de 155 milímetros, da BAE Systems, como um candidato para substituir os antigos M114A1 do mesmo calibre em serviço no Corpo de Fuzileiros Navais – CFN.

Fontes da empresa britânica confirmaram à Infodefensa.com que arma já tinha sido apresentada aos técnicos dos Fuzileiros Navais. Aparentemente, poderiam ser adquiridas pelo menos seis unidades de M777.

As novas peças irão se juntar aos 18 obuses rebocados de 105 milímetros L118 Light Gun da Combat Systems Global da BAE Systems, seis M101A1 105 mm e seis morteiros K6A3 de 120 milímetros, do Batalhão de Artilharia do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil .

Além do Brasil, a BAE Systems acredita que tem oportunidade substancial para vender este sistema de armas a países como Chile, Portugal, Dinamarca, Índia e Itália. Preedy Robert, chefe de sistemas de artilharia da empresa britânica, disse em junho à Infodefensa.com que a arma já foi apresentada a cerca de 35 nações.

O M777 tem um peso inferior a 4.218 quilos e está em serviço no Exército e no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O Exército Canadense comprou 37 unidades que estão em processo de entrega e a Austrália confirmou recentemente a compra de 35 da versão M777A2.

O sistema é aerotransportável por aviões (C-130 Hercules, C-5 Galaxy e C-17 Globemaster III), helicópteros (CH-53E Super Stallion, CH-47D Chinook e MV-22 Osprey) e transportável por veículos MTVR, FMTV, M800, M900 e HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle).

A versão M777A2, uma peça de calibre 39, pode usar munições guiadas de precisão de longo alcance M982 Excalibur, da General Dynamics OTS / BAE Systems Bofors AB / Raytheon Missile Systems. Estas munições, existentes em diferentes configurações, podem ser equipadas com cargas MACS (Modular Artillery Change System).

A peça será qualificada para utilizar a munição de longo alcance sul-africana da empresa Rheinmetall Munition Denel (Pty), segundo informação da BAE Systems  à Infodefensa.com  durante apresentação de sistemas de artilharia.

FONTE: Infodefensa.com

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Merkava em ação

Carros de combate do Exército de Israel em treinamento.

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O sistema de morteiros Patria Nemo de 120 mm foi escolhido para os veículos LAV II feitos pela General Dynamics Land Systems – Canadá, como um projeto FMS pelo Governo dos EUA.

Patria e Mecar SA da Bélgica assinaram um memorando de entendimento para um número não revelado de sistemas Patria Nemo.

Patria é a líder de mercado global em sistemas de morteiros em torretas. Patria Nemo é uma torre de morteiros de 120 milímetros de controle remoto, que oferece gerenciamento de assinatura excelente e proteção balística, bem como proporciona apoio de fogo direto e indireto.

O sistema Nemo da Patria foi selecionado anteriormente pelas Forças Armadas da Eslovênia e Emirados Árabes Unidos.

Patria é um grupo aeroespacial, de defesa e segurança com operações internacionais, entregando a seus clientes soluções competitivas baseadas em know-how especialista próprio e parcerias. Patria é propriedade do Estado da Finlândia e da European Aeronautic Defence and Space Company EADS NV.

O Exército Brasileiro planeja atualizar um total de 208 veículos blindados do tipo M113B de transporte de pessoal, através do desenvolvimento de sua Política Militar Exterior com os Estados Unidos.

De acordo com o Jane’s, citando fontes do Exército Brasileiro, o Departamento de Defesa dos EUA vai contratar uma empresa que ainda não foi determinada para o serviço, com o compromisso de entrega final no fim de 2013.

O porta-voz militar brasileiro confirmou ao Jane’s que a oferta inclui a renovação de 208 veículos M113B, e que a empresa selecionada para realizar o trabalho terá um máximo de 109 dias, a contar da data de assinatura do contrato, para entregar o primeiro veículo, enquanto que o último veículo está programado para ser entregue antes do final de 2015.

O programa inclui a renovação completa do motor Mercedes-Benz OM 352-A, da transmissão Allison TX-200-2 e caixa de câmbio automático e suspensão, sistema de arrefecimento, o sistema de navegação anfíbio, eletrônica e sistema de extinção de incêndios.

A empresa que ganhar a concorrência também irá fornecer aos veículos a fiação necessária para permitir que cada um deles receba dois sistemas de rádio: um da Elbit Systems Land e outro C4I Tadiran Ltd VRC-120 VHF / FM.

A empresa BAE Systems Combat Systems dos EUA parece estar bem posicionada para ser selecionada para o trabalho, tendo apresentado uma proposta ao US Army com base no pacote de atualização M113A2 Mk1.

Enquanto isso, a Marinha do Brasil vai melhorar localmente um total de 22 veículos M113A1 de transporte de tropas, um veículo XM806E1 de recuperação, um veículo de manutenção M113A1G, e dois veículos M577A1 posto de comando.

A atualização, que pode ser concluída em 2014, inclui a integração de um motor diesel Caterpillar C7, uma caixa de câmbio 3200SP Allison, um posto de armas como W & E Platt PTY Ltd, tanques de combustível externos e acompanhar e sistema de controle Climático Diehl Remscheid 513 DST.

FONTE: Infodefensa.com / FOTO: Cinquini

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A General Dynamics European Land Systems (GDELS) entregará os primeiros três veículos blindados DELS-Mowag Piranha IIIC 8×8 ao Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) em setembro. As entregas finais dos veículos totalmente anfíbios de 18,5 toneladas está programada para dezembro de 2014.

FONTE: Jane’s

A BAE Systems, segunda maior companhia de defesa, segurança e aeroespacial do mundo, afiliou-se hoje à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). A decisão de juntar-se a esta conceituada organização é a mais recente demonstração do comprometimento da BAE Systems em construir relacionamentos com a indústria brasileira para apoiar o crescimento contínuo do setor de defesa no Brasil de forma sustentável.

“A afiliação da BAE Systems a uma entidade de tamanha importância para o setor de defesa como a Abimde mostra o compromisso da companhia com o país”, comenta Dean McCumiskey, diretor da BAE Systems para a região oeste. “O Brasil é nosso mercado prioritário e vamos continuar a desenvolver parcerias com organizações chave para consolidar as habilidades e tecnologias que o Brasil precisa para satisfazer suas necessidades de defesa no futuro”.

A Abimde representa empresas do setor de material militar de todo o Brasil e apoia o relacionamento entre a indústria e entidades governamentais, a fim de acelerar e estimular a comercialização, o desenvolvimento e a qualidade dos produtos brasileiros.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nas áreas de defesa, segurança e aeroespacial, com aproximadamente 107 mil colaboradores em todo o mundo. A companhia oferece uma gama completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, tecnologia da informação e serviços de apoio ao cliente. Em 2009, a BAE Systems registrou vendas de 22,4 bilhões de libras (36,2 bilhões de dólares).

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Novos fuzis chineses QBZ-95G

Novos modelos aperfeiçoados do fuzil chinês QBZ-95G, de 5,8mm.

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KAI Surion

O KAI Surion é um helicóptero de transporte utilitário desenvolvido primariamente pela Korea Aerospace Industries (KAI), a Agency for Defense Development (ADD) e o orea Aerospace Research Institute (KARI), em conjunto com a Eurocopter.

O projeto do Helicóptero Coreano – um helicóptero utilitário deve custar cerca de US$ 1 bilhão e foi lançado em 2006 pela ADD.

A produção em escala total deve começar em 2012, com a KAI sendo a fabricante principal. Cerca de 245 Surions deverão ser comprados para substituir os UH-1H e 500MD. A Coreia do Sul também fabricará versões civis da aeronave, com potencial para mais de 300 unidades.

Desenvolvimento

Em junho de 2006 a KAI e a Eurocopter fecharam o contrato de 750 milhões de euros para pesquisa e desenvolvimento do KHP/KUH com o Ministério da Defesa da Coreia do Sul. O contrato é o maior já assinado pelo coreanos com uma empresa não-americana.

Um contrato de produção de 2,5 bilhões de euros deverá ser assinado em 2011 para começar a produção em massa. A Eurocopter tem 30% de participação na fase de desenvolvimento de 2006-2012 e 20% nos 10 anos da fase de produção, e a KAI e o Governo da Coreia ficam com o restante.

Como principal subcontratada, a Eurocopter fornece a assistência técnica em partes do desenvolvimento da transmissão, caixa de engrenagem principal e da cauda, sistema de controle de voo automático e o mastro do rotor.

Especialistas da Eurocopter foram enviados à KAI para dar apoio e ensinar os engenheiros da KAI o estado-da-arte do projeto de helicópteros. A propulsão da aeronave é formada por um par de turbinas General Electric T700 de 1.600shp.

A Elbit Systems de Israel produz o Helmet mounted display (HMD) usado na aeronave, permitindo as pilotos realizarem missões noturnas. Um grande supressor IR foi instalado nos escapes das turbinas, adaptado do modelo usado no EC 725.

Em 2009 o programa do Surion sofreu um pequeno atraso, devido a problemas de orçamento.

Planeja-se desenvolver uma variante de ataque, com 60% de comunalidade com o Surion. Outra versão com assentos em tandem, o “KUH Tandem Cockpit”, terá 70% de comunalidade. Esta versão terá um sistema de armas anti-carro.

Planeja-se também desenvolver uma versão naval, para os fuzileiros sul-coreanos.

O primeiro protótipo do Surion foi apresentado pela primeira vez em 31 de junho de 2009 e fez seu primeiro voo em 10 de março de 2010, com demonstração de voo pairado a 10m de altura e voo a 140 nós a 2.000 pés em abril.

NOTA DO EDITOR: O programa do helicóptero coreano Surion é um bom exemplo de verdadeira transferência de tecnologia. Aprender fazendo é o único caminho eficaz para absorver tecnologia.

K21

O veículo blindado de infantaria que aparece nas fotos é o K300 ou XK21 KNIFV (Korea Next-generation Infantry Fighting Vehicle), da Coreia do Sul.

A produção inicial estava programada para 2008, com a aquisição planejada de 466 unidades, ao preço aproximado de US$ 2,3 milhões.

O K21 é construído em fibra de vidro, para reduzir o peso do veículo (cerca de 26 toneladas) e permitir o trânsito em altas velocidades, sem a necessidade de motores volumosos.

Ele é mais leve que outros IFVs, incluindo o Bradley americano, com mais velocidade e carga. O desenvolvimento levou 10 anos e custou cerca de US$ 80 milhões. Mais de 85% do projeto é sul-coreano.

O veículo compartilha de alguns sistemas do carro de combate K2 Black Panther, incluindo a suspensão semi-ativa, o sistema C4I de gerenciamento de campo de batalha e o sistema de defesa ativa contra foguetes e mísseis anti-carro.

A blindagem é feita com um sistema de material composto em camadas, para que o veículo possa ter o mesmo nível de sobrevivência do M2 Bradley e superar o BMP-3 russo.

Na parte frontal o veículo pode resistir à munição de 30mm APDS do BMP-3, que tem penetração de 50mm de blindagem a 1.000m de distância. A blindagem lateral resiste à munição de de 14,5mm AP, que penetra 25mm de blindagem a 1.000m.

O topo do veículo resiste a fragmentos de artilharia de 152mm, explodindo a 10m de distância. Especula-se que o K21 usa múltiplas camadas de blindagem de fibra S-2 e cerâmica complexa, incluindo liga de alumínio de baixo peso.

O armamento inclui uma torre estabilizada de canhão de 40mm e uma metalhadora coaxial de 7,62mm, com a possibilidade de acoplar mísseis anti-carro em lançadores nas laterais da torre.

A fabricante Doosan pretende exportá-lo, competindo com o M2/M3 Bradley, CV90, BMP-3 e o Puma. Ele também disputará espaço com o  MOWAG Piranha, o Pandur II, Patria AMV, o VBCI francês e o Boxer alemão.

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