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O Exército de Libertação do Povo Chinês recentemente realizou um exercício de interceptação contra caças stealth F-22 Raptor dos EUA, segundo o jornal Apple Daily de Hong Kong.

A imprensa japonesa em 3 de outubro informou que os japoneses e os militares dos EUA iriam realizar um exercício conjunto para recapturar as Ilhas Senkaku ou Diaoyutai, em novembro, no caso dos chineses capturá-las num ataque surpresa. Foi dito dito que o porta-aviões nuclear USS George Washington e caças F-22 Raptor vão participar no exercício.

Em 8 de outubro, cinco dias após a notícia, uma brigada da Força Aérea Chinesa do distrito militar de Chengdu, treinou o disparo de mísseis HQ-9 (versão chinesa do S-300 russo), seu mais novo míssil terra-ar, para atingir um alvo assumido como um F- 22, segundo o Apple Daily.

O Diário de Ciência e Tecnologia, publicado em Pequim, publicou uma história sobre o exercício. “Logo após o radar mandar a informação sobre a localização da caça “stealth” para a equipe de lançamento de mísseis, o míssil Hong Qi 9 voou para as nuvens e uma explosão foi ouvida apenas 40 segundos depois. Houve muitos aplausos para o sucesso do exercício”.

FONTE: Chosun.com

Vai encarar?

O sujeito na foto está vestido com o Modern Army Combatives Kit (MACK), um equipamento usado pelo US Army para treinamento de combate pessoal nos níveis 3 e 4.

Ele pode ser usado para condução segura, de treinamento de combate realista para a missão individual, melhorando o desempenho e a confiança do soldado em batalha.

O MACK usa espuma, plástico, acrílico, couro e poliéster. Ele é preto e vem em tamanhos pequeno, médio, grande e extra grande.

Fuzileiros Peruanos no exercício multinacional Partnership of the Americas e Southern Exchange 2010, com forças navais dos EUA, México, Peru, Brasil, Uruguai e Colômbia, no dia 14 de julho de 2010.

Os Marines embarcaram no navio de desembarque doca USS New Orleans (LPD 18) e desembarcaram na praia em veículos de assalto anfíbio.

FOTOS: US Navy

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Santa Maria (RS) – O Parque Regional de Manutenção/3 realizou na semana de 24 a 28 de maio de 2010 o tiro técnico da VBC CC LEOPARD 1 A5 BR, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), localizado em Rosário do Sul/RS com a Munição 105 mm TK SK 389 GF APDS-T e a finalidade é testar o sistema de tiro através dos alvos de ajustagem (colimação e calibragem do laser) e finalizar o recebimento da VBC CC LEOPARD 1 A5 BR.

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COLABOROU: João Marcos de Moura

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EB em operação - Foto Claudio Vaz

Operação Bumerangue é realizada no Centro de Instruções

O Campo de Instruções de Santa Maria (Cism), na Região Central, recebe, desde esta terça-feira, 150 militares do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista. O contingente veio do Rio de Janeiro para realizar simulações de combate. Nesta quarta-feira, foi feita a etapa de manutenção de um território ocupado.

O objetivo da atividade, que segue nos próximos dias, é ambientar os militares à ação em diferentes regiões do país. Uma aeronave vinda do Rio de Janeiro deve chegar na sexta-feira para a realização de saltos de paraquedas.

FONTE: Zero Hora / SUGESTÃO: Lauro Freitas

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Isso é Delta Force

Neste vídeo postado no Youtube, pode-se ver vários aspectos e detalhes interessantes do treinamento e equipamento da Delta Force:

  • a destreza no manuseio do armamento individual;
  • o aspecto “ambientado” dos operadores da Delta, barba etc;
  • mais um showzinho do MH-6 Little Bird do 160th SOAR (160º Regimento de Aviação de Operações Especiais).
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vinheta-clipping-forteEsta sexta-feira, 16, tinha tudo para ser um dia de comemoração para cinco famílias de recrutas, com a entrega da boina, um dos ritos mais tradicionais do Exército Brasileiro, e que sucede os exercícios de guerra de mesmo nome.

Mas a Operação Boina — quatro dias de intenso treinamento dentro da floresta –, como parte do serviço militar de um ano, não foi uma experiência gratificante para os soldados Mendes, Mateus, Bruno Lima, Alisson e Cleiton. Os cinco soldados do 7º Batalhão de Engenharia e Construção, o 7º BEC, entraram em convulsão, quando participavam dos últimos treinamentos, em uma área de mata do município de Senador Guiomard (25 quilômetros de Rio Branco), na tarde desta quinta-feira, 15.

Os recrutas foram levados para o Hospital Geral de Senador Guiomard, apresentando contrações involuntárias, febre e reações de instabilidade emocional. Os soldados faziam parte de uma tropa de 92 soldados que participavam do último dia de exercícios da Operação. Um deles, o mais estável, afirmou que tiveram que caminhar 12 quilômetros pela BR-317, em meio ao sol da tarde, o que pode ter causado insolação.

Eles deram entrada no hospital de Senador Guiomard por volta das 16 horas, e às 19 horas, os três foram encaminhados ao Hospital de Base de Rio Branco, em ambulância do Serviço Móvel de Urgência e de Emergência, o Samu. Segundo informou o capitão Júlio André, oficial de Comunicação do 7º BEC, a marcha é o último exercício da Operação e eles estavam retornando à base quando o incidente aconteceu.

“Trata-se de um período de instrução que eles passam no quartel, mas o calor extremo que fez em Rio Branco acabou causando isso”, afirmou o capitão. O modo como as vítimas foram conduzidas para o hospital gerou revolta em alguns funcionários do Hospital de Senador Guiomard. “Um deles foi trazido na “gravata” por um sargento moreno alto e que dispensou maca”, denunciou uma funcionária do hospital.

“Se houve alguma coisa desse tipo, cadê os nomes das pessoas que estão dizendo isso?”, perguntou o oficial da Comunicação, ao que prontamente a reportagem respondeu que mesmo que tivessem os nomes eles não seriam fornecidos.

“Se houve isso é preciso que alguém denuncie para que possamos puxar a orelha”, rebateu o representante do 7º BEC.

Na manhã desta sexta-feira, 16, as famílias dos soldados eram aguardadas no quartel para a entrega de suas boinas.

Corpo médico questiona tratamento dispensado pelo Exército

Quem viu os cinco soldados chegarem ao hospital pôde observar que além da instrução, os oficias e as praças mais graduadas costumam extrapolar as ações de subserviência ao Exército Brasileiro, para além dos campos de treinamentos. A impressão de quem estava no hospital é a de que a pressão psicológica combinada à exaustão física causou danos severos, em especial, a dois deles.

“Ta bom, ta bom (gritos e choro)”, gritava um deles, enquanto era contido por enfermeiros. O recruta se debatia dentro da ambulância e prosseguia: “tem que ter um final, tem que ter um final!”

Já dentro da ambulância, o recruta delirante gritava: “Eu tenho que terminar, eu tenho que terminar”, seguido de muito choro. Uma enfermeira chamada para auxiliar na imobilização do soldado responde: “Você já foi liberado”. “Não, eu na fui, não fui”, (mais choro).

Uma assistente de enfermagem chegou a chorar diante do que ela classificou de humilhação e desrespeito por parte do comando da operação. “Um sargento chegou com um desses rapazes na ‘gravata’. Ele o pegou pelo pescoço e o arrastou lá para dentro”, narra.

“Ofereci uma maca, mas o cara, que eu acho que é um sargento, me disse: não, não precisa de maca coisa nenhuma”. Segundo o médico Lúcio Fernandes de Souza, os cinco recrutas chegaram apresentando sinais de desidratação. Mas dois deles estavam estáveis.

“Pelo que vemos preliminarmente é que eles estão desidratados e apresentam distúrbios neurológicos graves. Não sei até que ponto isso pode ser reversível”. O médico acompanhou a remoção dos recrutas para Rio Branco.

FONTE: Gazeta.net

COLABOROU: João Henrique

ERIKA MONTOYA

Josh Stiebervinheta-clipping-forte“Collateral Murder”, um vídeo divulgado na semana passada pelo site www.wikileaks.org, mostra imagens de um helicóptero de combate Apache envolvido em um tiroteio que resultou em dezenas de vítimas fatais e em dois menores feridos, expondo uma vez mais os horrores e abusos acontecidos durante a ocupação americana do Iraque.

Diante dessa polêmica, será que é possível transcender à condenação desses atos de barbárie por meio de uma mudança fundamental nas atitudes do Exército dos Estados Unidos?
Josh Stieber, um soldado americano integrante do 2° batalhão do 16° Regimento de Infantaria, a unidade protagonista do vídeo, falou com o Terra sobre o incidente acontecido na manhã de 12 de julho de 2007, entre cujas vítimas fatais estão o fotógrafo Namir Noor Eldeen e seu motorista Saeed Chmag, que estavam trabalhando para a agência de notícias Reuters.

Stieber se alistou no Exército aos 18 anos e, como a maioria dos soldados que se integraram às Forças Armadas nos últimos oito anos, o fez com a intenção de defender o seu país contra a ameaça terrorista.

“Os atentados do 11 de setembro me afetaram muito. Eu estava no segundo grau quando eles aconteceram. Dias depois dos ataques, passei por perto do Pentágono e vi o grande rombo na parede do edifício. Fiquei preocupado com a possibilidade de que novo atentado semelhante acontecesse, e naquele instante mesmo comecei a me perguntar o que poderia fazer para manter a salvo as minhas pessoas queridas”, disse.

Dias depois de se incorporar ao Exército, Stieber começou a sentir emoções contraditórias.
“Não demorei a perceber diversas coisas. O treinamento não era apenas físico, mas psicológico; senti que os soldados eram submetidos a ele até o ponto em que se limitavam a seguir ordens. Também percebi que havia desumanização e coisas como essa, e isso me causou conflitos pessoais”, disse.

“Durante o treinamento, assistíamos a vídeos, como um no YouTube (Die Terrorist Die) nos quais se mostravam imagens de bombardeios, cenas tipicamente militares. Havia bastante violência e destruição, ao som de rock. Não demorava para que as pessoas na sala começassem a cantar, a acompanhar a letra e celebrar as mortes que o vídeo mostrava”, conta.
“Eu não cantava, porque a cena me incomodava, mas repetia a mim mesmo que, mesmo que eu não estivesse de acordo com aquele vídeo específico, em longo prazo os fins justificam os meios”, diz.

Hoje em dia, os soldados enviados para combater no Iraque e no Afeganistão treinam ao som de canções de marchas como a seguinte:
“Hoje fui ao mercado
Onde as mulheres fazem comprar
Saquei do facão
E comecei a cortar
Fui ao parque
Ver os meninos brincar
Saquei da metralhadora
E comecei a atirar”

“Minha reação ao assistir ao vídeo foi de choque, pois as cenas mostravam o meu esquadrão, e eu conhecia as pessoas que estavam naquele helicóptero, mas enquanto as via eu tinha em mente as minhas experiências pessoais no Iraque e nem mesmo considerei que aquele incidente fosse especialmente lamentável”, conta.

“Não é que eu esteja tentando criar uma justificação moral, mas a maneira pela qual esse vídeo está sendo exibido, o contexto que o mostra como algo de completamente incomum, um massacre desproporcional, é incorreta. O vídeo reflete uma situação bastante comum, e que eu vivi no Iraque”, diz.

Dos veteranos que combatem no Afeganistão e Iraque, 40% retornam aos Estados Unidos sofrendo de distúrbio de estresse pós-traumático. No ano passado, mais integrantes das forças armadas americanas morreram por suicídio do que como baixas nas duas guerras.

“Um dos meus amigos estava a bordo daquele helicóptero e viu quando eles estavam atirando contra algumas crianças. As imagens o afetaram profundamente, e o perturbaram por muito tempo. Ele deixou o exército e logo se tornou alcoólatra”, diz Stieber.

“Recentemente, conversei com ele, e me contou que a bebida pelo menos fazia com que seus pensamentos sobre o que havia acontecido naquele momento se dissipassem. Mas depois de assistir a esse vídeo e de estar no olho do furação durante o debate que ele gerou, nem mesmo o álcool bastava para apagar da mente dele aquelas memórias dolorosas”, diz.

As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmam que “as vítimas morreram durante uma batalha entre soldados americanos e insurgentes, e não existe dúvida de que as forças da coalizão se viram envolvidas em operações de combate contra forças hostis”, disse ao jornal New York Times o tenente-coronel Scott Bleichwehl, porta-voz das Forças Armadas norte-americanas em Bagdá.
Josh Stieber acredita que o debate gerado pelo vídeo Collateral Murder, em lugar de se concentrar nas pessoas que participaram do incidente, deveria examinar um sistema que continua treinando jovens para que utilizem métodos questionáveis.

“Acredito que essa seja uma oportunidade de aprendizado. Se estamos assustados por a guerra ser assim, e se a realidade do vídeo nos causa choque, é hora de fazermos perguntas sérias sobre a instituição em geral; e talvez se fizermos as perguntas corretas, mudanças fundamentais possam começar a acontecer”.

No momento, Stieber integra a organização Iraq Veterans Against the War e participa ativamente de campanhas para promover a resolução não violenta de conflitos.

FONTE: Terra / Tradução: Paulo Migliacci ME

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