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De onde eles são?

Teste os seus conhecimentos. Na foto acima você consegue identificar, pelo uniforme, qual o país e a respectiva força de cada um dos militares.

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O Batalhão de Blindados do Corpo de Fuzileiros Navais se uniu ao Exército em um adestramento organizado no Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, em Santa Maria (RS), durante o mês de julho, a fim de compartilhar experiências operativas com blindados.

Os fuzileiros navais conheceram as novas instalações e tecnologias empregadas nos sistemas de simuladores de carros de combate do Exército Brasileiro e observaram o processo de incorporação dos recém adquiridos carros de combate Leopard 1 A5. Foram apresentados, ainda, novos equipamentos de engenharia, e discutido o case sobre o apoio logístico prestado pelos fuzileiros à Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, no Complexo do Alemão.

No dia 15 de agosto, a 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Pára-quedista (Rio de Janeiro-RJ) realizou exercício de Adestramento de Defesa Antiaérea, no qual foi utilizado o Radar SABER M60 para realizar a vigilância do espaço aéreo. O Centro Tecnológico do Exército apoiou a atividade.

Criada em 30 de novembro de 1976, por desativação do 1° GAAAe, a 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea ocupava até janeiro de 2004 as suas instalações em São Cristóvão, junto ao 21° Grupo de Artilharia de Campanha. O Plano Básico de Estruturação do Exército, por meio da Portaria n.º 781 do Comandante do Exército, de 11 de dezembro de 2003, alterou sua subordinação da 2ª Brigada de Infantaria Motorizada para a Brigada de Infantaria Pára-quedista e transfprmou a então 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea em 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Pára-quedista a partir de 01 Jan 2004. A 21ª Bia AAAe Pqdt, orgânica da Brigada de Infantaria Pára-Quedista é a OM responsável por estabelecer a Defesa Antiaérea (Def A AAe) da Brigada.

FONTE: EB

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No período de 11 a 15 de julho, a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) realizou o Estágio Básico do Combatente de Força de Ação Rápida (EBCFAR), na cidade de Caçapava (SP).

O estágio se desenvolveu nas Bases de Instrução do Forte Ipiranga, na Fazenda Santo Antônio, na Fazenda da Engesa e no Campo de Instrução de Técnicas Especiais.

Participaram do Estágio mil duzentos e sessenta e dois militares das Organizações Militares Subordinadas da Brigada Aeromóvel.

O estágio teve como objetivos: coordenar a realização, de forma centralizada, do EBCFAR para o Efetivo Variável e para o Efetivo Profissional que não realizou em anos anteriores; aperfeiçoar e desenvolver, nos executantes, os atributos básicos da área afetiva para o combatente Aeromóvel; registrar indicadores de desempenho para o Período de Instrução Individual, específico de uma tropa da Força de Ação Rápida; identificar o nível alcançado na instrução individual do Efetivo Profissional e Efetivo Variável; aprimorar o espírito de corpo, o sentimento de cumprimento de missão e a mística da tropa aeromóvel; e aprimorar as técnicas, táticas e procedimentos em Operações de Garantia da Lei e da Ordem.

Encerrando as atividades, foi realizada a formatura de entrega de distintivo de Organização Militar integrante da Força de Ação Rápida (FAR) aos concludentes do Estágio e os certificados aos destaques do EBCFAR.

FONTE e FOTOS: EB

Realizou-se, no Salão de Honra do Gabinete do Comandante do Exército, no dia 10 de maio, em cerimônia presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, a transmissão dos cargos de Chefe do Estado-Maior do Exército, do General-de-Exército Marius Teixeira Neto para o General-de-Exército Joaquim Silva e Luna; e de Comandante de Operações Terrestres, do General-de-Exército Antonio Gabriel Esper para o General-de Exército Américio Salvador de Oliveira.

A cerimônia foi prestigiada com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, de Oficiais-Generais Membros do Superior Tribunal Militar, integrantes do Almirantado, do Alto-Comando do Exército de ontem e de hoje, do Alto-Comando da Aeronáutica, de Oficiais-Generais da Guarnição de Brasília, de convidados e de autoridades civis e militares.

FONTE e FOTOS: EB

Comemora-se, no dia 5 de maio, o Dia das Comunicações em reverência ao grande Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, que, nessa data, no longínquo ano de 1865, nascia na cidade de Mimoso, no Estado do Mato Grosso.

No Exército Brasileiro, a criação da Arma de Comunicações é relativamente recente, datando do período da Segunda Grande Guerra, quando foi criada a 1ª Companhia de Transmissões, para atuar durante esse conflito, e assumindo as atividades de comunicações, até então desempenhadas pela Arma de Engenharia.

A partir de então, a Arma do Comando, orientada por seu lema “sempre servir”, tornou-se a responsável pela nobre missão de instalar, explorar e manter os sistemas de comunicações nos diversos escalões da Força Terrestre.

Nesse mister, os discípulos de Rondon devem perseguir o estabelecimento de ligações seguras e confiáveis, tornando possível a coordenação e o controle de todas as etapas das operações militares.

Rondon, o paradigma dos Comunicantes, é raro exemplo na História Militar mundial, pois poucas nações possuem militares com tradição de desbravamento e humanitarismo como a personificada pelo Marechal.

O Patrono das Comunicações brasileiras é considerado um dos cinco maiores desbravadores do mundo, responsável pela pacificação de inúmeras tribos indígenas e participante ativo na integração de extensas áreas do território brasileiro.

Em defesa dos índios brasileiros, disseminou seu lema “Morrer se preciso for; matar nunca”, que se projetou enormemente, levando Rondon a um reconhecimento internacional por sua vida inteiramente dedicada à exploração pacífica, humanitária e civilizadora nos trópicos.

Considerado o “Bandeirante do século XX” e o maior sertanista de todos os tempos, chefiou diversas missões demarcatórias de fronteiras e percorreu mais de 100 mil quilômetros de sertões por rios, picadas na floresta, caminhos toscos ou estradas primitivas. Descobriu serras, planaltos, montanhas e rios.

Elaborou as primeiras cartas topográficas de território até então totalmente desconhecido dos registros nacionais.

No período de 1907 a 1909, Rondon percorreu 5.666 quilômetros, no trabalho de construção de linhas telegráficas e de levantamento carto-geográfico da região que forma o atual Estado de Rondônia, nome dado em sua homenagem.

De 1890 a 1916, participou das Comissões de Construções de Linhas telegráficas no Estado de Mato Grosso, que interligaram as linhas existentes do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Triângulo Mineiro à Amazônia.

Rondon é, desse modo, o primeiro responsável pelo grande esforço de integração nacional pelas comunicações.

Motivados por esse espírito destemido, empreendedor e dinâmico de seu Patrono, os militares da Arma de Comunicações procuram, cada vez mais, aperfeiçoar-se tecnicamente. E o presente nos mostra que os conflitos modernos têm-se caracterizado por uma demanda cada vez maior de informações, com os comandantes, no campo de batalha, necessitando continuamente de dados confiáveis sobre as capacidades de suas próprias forças e das forças inimigas.

A conjuntura atual requer do Exército Brasileiro um acompanhamento minucioso das transformações impostas pela modernidade, como a aquisição de novos equipamentos, dotados de confiáveis sistemas de segurança das comunicações e o constante treinamento de seus quadros.

A crescente importância da Guerra Eletrônica vem impondo aos integrantes da Arma de Comunicações novos desafios, como controlar o espectro eletromagnético, facilitando as próprias comunicações e dificultando ou impedindo as do inimigo.

Aos Comunicantes de hoje, inspirados nas realizações de seu Patrono, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, cabe enfrentar os desafios trazidos pelas constantes inovações tecnológicas e se preparar, com tenacidade, dedicação, abnegação e altruísmo, para a coordenação e o controle de operações militares num ambiente em que as comunicações se fazem cada dia mais presentes e imprescindíveis para a vitória.

“Quando soa a metralha ou o ronco dos canhões, nos céus da pátria ecoa teu nome: Comunicações”.

FONTE e FOTOS: EB

No dia 26 de abril, em Brasília, teve início a programação da XXVII Conferência Bilateral de Estado-Maior Brasil – Estados Unidos da América (EUA), cuja finalidade é a troca de experiências profissionais entre o Exército Brasileiro e o Exército dos EUA.

A cerimônia de abertura ocorreu no Quartel-General do Exército e foi presidida pelo General-de-Divisão Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, acompanhado pelo Chefe da Delegação Brasileira, General-de-Divisão Gerson Menandro Garcia de Freitas, e pelo Chefe da Delegação Americana, General Simeon Trombitas.

Tradicionalmente, o primeiro dia do evento destina-se à realização de palestras sobre temas de interesse para ambas as delegações.

Coube à representação do Exército dos EUA apresentar “As lições aprendidas no combate urbano nos conflitos do Iraque e Afeganistão”, palestra ministrada pelo Coronel da Reserva Brice Johnson, analista sênior do Centro de Lições Aprendidas do Exército dos EUA, com sede no Forte Levenworth (Kansas).

A delegação brasileira apresentou o tema “O processo de transformação do Exército Brasileiro”, conduzido pelo Coronel Paulo César Leal, da 7ª Subchefia do Estado-Maior do Exército.

Dentre outras finalidades, a Conferência Bilateral estabelecerá os entendimentos para a realização de exercícios e visitas de instrução entre os dois Exércitos amigos.

FONTE: EB

Em 1o de abril,  o Exército Brasileiro (EB) rejubila-se ao prestar uma justa homenagem aos integrantes da Arma de Engenharia, na figura de seu ilustre patrono o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita.

As origens da Arma de Engenharia remontam ao período do domínio português, quando as necessidades impostas pela defesa da Colônia conduziram à construção de inúmeros fortes que, ainda hoje, pontilham estrategicamente o vasto território nacional, constituindo-se em testemunhas perenes do nascimento da engenharia militar em nosso País.

A Transferência da Corte portuguesa, no início do século XIX, trouxe consigo o Real Corpo de Engenheiros, embrião da Engenharia Militar brasileira; e, em 1855, foi criado o 1º Batalhão de Engenheiros, hoje Batalhão Escola de Engenharia, primeira Unidade de Engenharia do nosso Exército.

Em 1962, o EB reconheceu, merecidamente, o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita como patrono da Arma de Engenharia. Tal escolha deveu-se ao fato deste bravo soldado ter se imortalizado no comando do 1º Batalhão de Engenheiros, na Campanha da Tríplice Aliança, protagonizando uma das mais belas páginas da História Militar brasileira, na epopéia da conquista da Ilha de Redenção, feito que marcou favoravelmente a retomada da atitude ofensiva e foi decisivo para a vitória dos aliados, na Guerra da Tríplice Aliança.

Desde sua origem, a Arma do Castelo Lendário tem realizado feitos inéditos e grandiosos que contribuíram e contribuem para projetar o nome do EB no País e, principalmente, o nome do Brasil no cenário mundial, consagrando o lema do “Braço Forte e Mão Amiga”.

Dentre os inúmeros feitos, vale ressaltar a atuação da Engenharia: – na península itálica, durante a Segunda Guerra Mundial, onde a Engenharia da Força Expedicionária Brasileira, além de ter sido a primeira tropa a travar contato com o inimigo, deixou marcas de sua atuação no apoio ao movimento, principalmente, pela organização do terreno e construção de pontes; nas missões humanitárias de assistência para remoção de minas na América Central (MARMINCA) e América do Sul (MARMINAS); na República Popular de Angola, no período de 1995 a 1997, e na República do Haiti, desde 2005, onde o Brasil se fez e se faz representar, dentre outras tropas, por uma companhia de engenharia de força de paz, perenizando o seu trabalho, bem como marcando os corações e mentes das populações assistidas nesses países; nas ações cívico-sociais, de ajuda humanitária e de apoio à defesa civil nos rincões mais remotos do País, como tivemos a oportunidade de presenciar, recentemente, nos lamentáveis episódios das enchentes que assolaram todas as regiões do Brasil; e nas missões operacionais voltadas para o desenvolvimento nacional, salientando um acervo invejável de realizações que incluem inúmeras obras rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias e hidroviárias, onde as tropas são arduamente adestradas, ratificando o espírito inovador e empreendedor do engenheiro.

Atualmente, com os olhos voltados para o amanhã, os integrantes da Arma Azul Turquesa buscam pelo conhecimento, habilidade e versatilidade, associados aos eternos valores e tradições que norteiam a atuação da Força Terrestre, objetivos mais amplos que se descortinam num futuro bem próximo e marcham unidos por um mesmo ideal de aperfeiçoar a atuação da Arma de Engenharia, tornando-a cada vez mais coesa e capacitada a acompanhar as mudanças que estão sendo implementadas em decorrência do Processo de Transformação do nosso Exército.

As transformações em curso determinaram a intensificação dos estudos para a criação de estruturas para flexibilizar e otimizar o emprego do pessoal e dos meios da arma, por meio da utilização do conceito de modularidade, possibilitando que a Engenharia aumente o apoio em profundidade às tropas empregadas em 1º escalão, cumprindo com mais eficácia, eficiência e efetividade as suas missões de apoio à mobilidade, à contramobilidade, à proteção das tropas, à proteção ao meio ambiente, o controle de aquavias e, sobretudo, a cooperação com o desenvolvimento nacional e o apoio à defesa civil.

Portanto, evocar a memória de todos os que nos antecederam, destacando a coragem, o estoicismo, a abnegação, o espírito pioneiro e, sobretudo, o amor à Pátria, nos enche de orgulho e nos inspira para que continuemos na busca incansável de um futuro promissor e cada vez mais glorioso para a Arma de Engenharia.

Assim fazendo estaremos, mais uma vez, contribuindo para os próximos tempos do Exército de todos os brasileiros.

“Quer na paz, quer na guerra, a Engenharia fulgura sobranceira em nossa história”.

FONTE: EB

No dia 16 de março, com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, e diversas autoridades civis e militares, foi realizada, no Quartel-General do Ibirapuera, a solenidade de passagem do cargo de Comandante Militar do Sudeste, do General de Exército João Carlos Vilela Morgero ao General de Divisão Adhemar da Costa Machado Filho.

FONTE: EB

A partir do início deste ano, acontece a incorporação dos indígenas da etnia YANOMAME no 4º Pelotão Especial de Fronteira (Surucucu) e no 5º Pelotão Especial de Fronteira (Auaris).

Estes novos soldados realizarão papel fundamental como elo entre o Exército e as comunidades indígenas, prestando trabalho especializado de tradução e servindo como guias em Reconhecimento de Fronteira.

FONTE: EB

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