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No dia 4 de dezembro, o 4º Regimento de Cavalaria Blindado (4º RCB) e o Comando da 1ª Brigada Cavalaria Mecanizada (1ª Bda C Mec) realizaram a inauguração do Complexo de Tiro Couraça, no Campo de Instrução de Rincão em São Borja, que tem por finalidade aperfeiçoar o adestramento das guarnições blindadas e dos grupos de combate (GC) da Grande Unidade. Os estandes de tiro possibilitarão mais realismo e motivação na execução dos tiros de subcalibre e de metralhadora das VBR e VBC, assim como do tiro de combate avançado do GC. A criação dos mecanismos dos alvos coube ao 4º RCB e a construção do complexo de tiro foi um trabalho conjunto dessa Unidade com a 1ª Companhia de Engenharia, sob a coordenação da 1ª Bda C Mec e com o apoio do Campo de Instrução de Rincão.

Fonte: Exército Brasileiro

Nota do Blog: as VBC Leopards da foto estão com a camuflagem padrão do EB e não com a pintura com que chegaram da Europa.

 

 

Disciplina, hierarquia, preparação, conhecimento técnico, capacitação e comprometimento. Durante a entrega do 3º Prêmio Melhor Gestão do Projeto Soldado-Cidadão, que aconteceu nesta segunda-feira à tarde, os requisitos foram mencionados, em oportunidades diferentes, para destacar o leque de qualidades aprendidas pelos jovens que integram o programa – que tem o objetivo de capacitar profissionalmente militares temporários da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB).

Durante a premiação no Teatro da Poupex, no Setor Militar Urbano, o ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou que “a importância desse programa é ressaltar ainda mais o papel que tem o Serviço Militar na integração dos indivíduos na sociedade”.

Para ele, o Soldado-Cidadão representa, ainda, o compromisso do governo da presidenta da República, Dilma Rousseff, com a inclusão social e “com a transformação de todos os brasileiros e brasileiras em efetivos cidadãos”.

Foram agraciadas instituições das três Forças que se destacaram na implementação do projeto: o Comando do 8º Distrito Naval, localizado na cidade de São Paulo; o Departamento de Engenharia e Construção do Exército, em Brasília (DF); e a Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Na ocasião, os prêmios foram recebidos pelos comandantes de cada unidade militar.

No mesmo evento, houve entrega do diploma de Colaborador do Projeto Soldado-Cidadão – honra concedida a personalidades e instituições, oficiais e suboficiais da ativa e da reserva, que prestaram serviço ao programa. Além de seis militares (dois de cada Força), receberam o prêmio as empresas BASF, Intelbras e Rudder Centro de Formação em Segurança.

Antes das entregas, foi exibido rápido vídeo explicativo, onde soldados das três Forças Armadas contaram sobre as qualificações que escolheram – entre elas panificação, refrigeração e eletricista de automóveis – e como têm usado os aprendizados na vida profissional.

O ministro participou da solenidade ao lado dos comandantes da Força Naval, almirante-de-esquadra Wilson Barbosa Guerra (representante); da Terrestre, general-de-Exército Enzo Martins Peri; e da FAB, tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito. Estiveram presentes, também, participantes beneficiados pela iniciativa.

Projeto

Sob a gestão do Ministério da Defesa (MD), o projeto Soldado-Cidadão foi criado em 2002. O propósito principal é dar oportunidade para que profissionais temporários das Forças Armadas aprendam uma atividade e possam exercê-la após deixarem as organizações militares. É uma ponte para o primeiro emprego.

Até o final deste ano, a iniciativa terá beneficiado cerca de 180 mil jovens em 134 municípios, com uma média de 67% empregados ou gerando renda.

Já o prêmio Soldado-Cidadão foi instituído pelo MD em 2010 para reconhecer e divulgar as melhores práticas de gestão dos agentes envolvidos na execução do programa.

FONTE: Ministério da Defesa

 

De onde eles são?

Teste os seus conhecimentos. Na foto acima você consegue identificar, pelo uniforme, qual o país e a respectiva força de cada um dos militares.

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O Batalhão de Blindados do Corpo de Fuzileiros Navais se uniu ao Exército em um adestramento organizado no Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, em Santa Maria (RS), durante o mês de julho, a fim de compartilhar experiências operativas com blindados.

Os fuzileiros navais conheceram as novas instalações e tecnologias empregadas nos sistemas de simuladores de carros de combate do Exército Brasileiro e observaram o processo de incorporação dos recém adquiridos carros de combate Leopard 1 A5. Foram apresentados, ainda, novos equipamentos de engenharia, e discutido o case sobre o apoio logístico prestado pelos fuzileiros à Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, no Complexo do Alemão.

No dia 15 de agosto, a 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Pára-quedista (Rio de Janeiro-RJ) realizou exercício de Adestramento de Defesa Antiaérea, no qual foi utilizado o Radar SABER M60 para realizar a vigilância do espaço aéreo. O Centro Tecnológico do Exército apoiou a atividade.

Criada em 30 de novembro de 1976, por desativação do 1° GAAAe, a 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea ocupava até janeiro de 2004 as suas instalações em São Cristóvão, junto ao 21° Grupo de Artilharia de Campanha. O Plano Básico de Estruturação do Exército, por meio da Portaria n.º 781 do Comandante do Exército, de 11 de dezembro de 2003, alterou sua subordinação da 2ª Brigada de Infantaria Motorizada para a Brigada de Infantaria Pára-quedista e transfprmou a então 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea em 21ª Bateria de Artilharia Antiaérea Pára-quedista a partir de 01 Jan 2004. A 21ª Bia AAAe Pqdt, orgânica da Brigada de Infantaria Pára-Quedista é a OM responsável por estabelecer a Defesa Antiaérea (Def A AAe) da Brigada.

FONTE: EB

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No período de 11 a 15 de julho, a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) realizou o Estágio Básico do Combatente de Força de Ação Rápida (EBCFAR), na cidade de Caçapava (SP).

O estágio se desenvolveu nas Bases de Instrução do Forte Ipiranga, na Fazenda Santo Antônio, na Fazenda da Engesa e no Campo de Instrução de Técnicas Especiais.

Participaram do Estágio mil duzentos e sessenta e dois militares das Organizações Militares Subordinadas da Brigada Aeromóvel.

O estágio teve como objetivos: coordenar a realização, de forma centralizada, do EBCFAR para o Efetivo Variável e para o Efetivo Profissional que não realizou em anos anteriores; aperfeiçoar e desenvolver, nos executantes, os atributos básicos da área afetiva para o combatente Aeromóvel; registrar indicadores de desempenho para o Período de Instrução Individual, específico de uma tropa da Força de Ação Rápida; identificar o nível alcançado na instrução individual do Efetivo Profissional e Efetivo Variável; aprimorar o espírito de corpo, o sentimento de cumprimento de missão e a mística da tropa aeromóvel; e aprimorar as técnicas, táticas e procedimentos em Operações de Garantia da Lei e da Ordem.

Encerrando as atividades, foi realizada a formatura de entrega de distintivo de Organização Militar integrante da Força de Ação Rápida (FAR) aos concludentes do Estágio e os certificados aos destaques do EBCFAR.

FONTE e FOTOS: EB

Realizou-se, no Salão de Honra do Gabinete do Comandante do Exército, no dia 10 de maio, em cerimônia presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, a transmissão dos cargos de Chefe do Estado-Maior do Exército, do General-de-Exército Marius Teixeira Neto para o General-de-Exército Joaquim Silva e Luna; e de Comandante de Operações Terrestres, do General-de-Exército Antonio Gabriel Esper para o General-de Exército Américio Salvador de Oliveira.

A cerimônia foi prestigiada com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, de Oficiais-Generais Membros do Superior Tribunal Militar, integrantes do Almirantado, do Alto-Comando do Exército de ontem e de hoje, do Alto-Comando da Aeronáutica, de Oficiais-Generais da Guarnição de Brasília, de convidados e de autoridades civis e militares.

FONTE e FOTOS: EB

Comemora-se, no dia 5 de maio, o Dia das Comunicações em reverência ao grande Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, que, nessa data, no longínquo ano de 1865, nascia na cidade de Mimoso, no Estado do Mato Grosso.

No Exército Brasileiro, a criação da Arma de Comunicações é relativamente recente, datando do período da Segunda Grande Guerra, quando foi criada a 1ª Companhia de Transmissões, para atuar durante esse conflito, e assumindo as atividades de comunicações, até então desempenhadas pela Arma de Engenharia.

A partir de então, a Arma do Comando, orientada por seu lema “sempre servir”, tornou-se a responsável pela nobre missão de instalar, explorar e manter os sistemas de comunicações nos diversos escalões da Força Terrestre.

Nesse mister, os discípulos de Rondon devem perseguir o estabelecimento de ligações seguras e confiáveis, tornando possível a coordenação e o controle de todas as etapas das operações militares.

Rondon, o paradigma dos Comunicantes, é raro exemplo na História Militar mundial, pois poucas nações possuem militares com tradição de desbravamento e humanitarismo como a personificada pelo Marechal.

O Patrono das Comunicações brasileiras é considerado um dos cinco maiores desbravadores do mundo, responsável pela pacificação de inúmeras tribos indígenas e participante ativo na integração de extensas áreas do território brasileiro.

Em defesa dos índios brasileiros, disseminou seu lema “Morrer se preciso for; matar nunca”, que se projetou enormemente, levando Rondon a um reconhecimento internacional por sua vida inteiramente dedicada à exploração pacífica, humanitária e civilizadora nos trópicos.

Considerado o “Bandeirante do século XX” e o maior sertanista de todos os tempos, chefiou diversas missões demarcatórias de fronteiras e percorreu mais de 100 mil quilômetros de sertões por rios, picadas na floresta, caminhos toscos ou estradas primitivas. Descobriu serras, planaltos, montanhas e rios.

Elaborou as primeiras cartas topográficas de território até então totalmente desconhecido dos registros nacionais.

No período de 1907 a 1909, Rondon percorreu 5.666 quilômetros, no trabalho de construção de linhas telegráficas e de levantamento carto-geográfico da região que forma o atual Estado de Rondônia, nome dado em sua homenagem.

De 1890 a 1916, participou das Comissões de Construções de Linhas telegráficas no Estado de Mato Grosso, que interligaram as linhas existentes do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Triângulo Mineiro à Amazônia.

Rondon é, desse modo, o primeiro responsável pelo grande esforço de integração nacional pelas comunicações.

Motivados por esse espírito destemido, empreendedor e dinâmico de seu Patrono, os militares da Arma de Comunicações procuram, cada vez mais, aperfeiçoar-se tecnicamente. E o presente nos mostra que os conflitos modernos têm-se caracterizado por uma demanda cada vez maior de informações, com os comandantes, no campo de batalha, necessitando continuamente de dados confiáveis sobre as capacidades de suas próprias forças e das forças inimigas.

A conjuntura atual requer do Exército Brasileiro um acompanhamento minucioso das transformações impostas pela modernidade, como a aquisição de novos equipamentos, dotados de confiáveis sistemas de segurança das comunicações e o constante treinamento de seus quadros.

A crescente importância da Guerra Eletrônica vem impondo aos integrantes da Arma de Comunicações novos desafios, como controlar o espectro eletromagnético, facilitando as próprias comunicações e dificultando ou impedindo as do inimigo.

Aos Comunicantes de hoje, inspirados nas realizações de seu Patrono, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, cabe enfrentar os desafios trazidos pelas constantes inovações tecnológicas e se preparar, com tenacidade, dedicação, abnegação e altruísmo, para a coordenação e o controle de operações militares num ambiente em que as comunicações se fazem cada dia mais presentes e imprescindíveis para a vitória.

“Quando soa a metralha ou o ronco dos canhões, nos céus da pátria ecoa teu nome: Comunicações”.

FONTE e FOTOS: EB

No dia 26 de abril, em Brasília, teve início a programação da XXVII Conferência Bilateral de Estado-Maior Brasil – Estados Unidos da América (EUA), cuja finalidade é a troca de experiências profissionais entre o Exército Brasileiro e o Exército dos EUA.

A cerimônia de abertura ocorreu no Quartel-General do Exército e foi presidida pelo General-de-Divisão Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, acompanhado pelo Chefe da Delegação Brasileira, General-de-Divisão Gerson Menandro Garcia de Freitas, e pelo Chefe da Delegação Americana, General Simeon Trombitas.

Tradicionalmente, o primeiro dia do evento destina-se à realização de palestras sobre temas de interesse para ambas as delegações.

Coube à representação do Exército dos EUA apresentar “As lições aprendidas no combate urbano nos conflitos do Iraque e Afeganistão”, palestra ministrada pelo Coronel da Reserva Brice Johnson, analista sênior do Centro de Lições Aprendidas do Exército dos EUA, com sede no Forte Levenworth (Kansas).

A delegação brasileira apresentou o tema “O processo de transformação do Exército Brasileiro”, conduzido pelo Coronel Paulo César Leal, da 7ª Subchefia do Estado-Maior do Exército.

Dentre outras finalidades, a Conferência Bilateral estabelecerá os entendimentos para a realização de exercícios e visitas de instrução entre os dois Exércitos amigos.

FONTE: EB

Em 1o de abril,  o Exército Brasileiro (EB) rejubila-se ao prestar uma justa homenagem aos integrantes da Arma de Engenharia, na figura de seu ilustre patrono o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita.

As origens da Arma de Engenharia remontam ao período do domínio português, quando as necessidades impostas pela defesa da Colônia conduziram à construção de inúmeros fortes que, ainda hoje, pontilham estrategicamente o vasto território nacional, constituindo-se em testemunhas perenes do nascimento da engenharia militar em nosso País.

A Transferência da Corte portuguesa, no início do século XIX, trouxe consigo o Real Corpo de Engenheiros, embrião da Engenharia Militar brasileira; e, em 1855, foi criado o 1º Batalhão de Engenheiros, hoje Batalhão Escola de Engenharia, primeira Unidade de Engenharia do nosso Exército.

Em 1962, o EB reconheceu, merecidamente, o Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita como patrono da Arma de Engenharia. Tal escolha deveu-se ao fato deste bravo soldado ter se imortalizado no comando do 1º Batalhão de Engenheiros, na Campanha da Tríplice Aliança, protagonizando uma das mais belas páginas da História Militar brasileira, na epopéia da conquista da Ilha de Redenção, feito que marcou favoravelmente a retomada da atitude ofensiva e foi decisivo para a vitória dos aliados, na Guerra da Tríplice Aliança.

Desde sua origem, a Arma do Castelo Lendário tem realizado feitos inéditos e grandiosos que contribuíram e contribuem para projetar o nome do EB no País e, principalmente, o nome do Brasil no cenário mundial, consagrando o lema do “Braço Forte e Mão Amiga”.

Dentre os inúmeros feitos, vale ressaltar a atuação da Engenharia: – na península itálica, durante a Segunda Guerra Mundial, onde a Engenharia da Força Expedicionária Brasileira, além de ter sido a primeira tropa a travar contato com o inimigo, deixou marcas de sua atuação no apoio ao movimento, principalmente, pela organização do terreno e construção de pontes; nas missões humanitárias de assistência para remoção de minas na América Central (MARMINCA) e América do Sul (MARMINAS); na República Popular de Angola, no período de 1995 a 1997, e na República do Haiti, desde 2005, onde o Brasil se fez e se faz representar, dentre outras tropas, por uma companhia de engenharia de força de paz, perenizando o seu trabalho, bem como marcando os corações e mentes das populações assistidas nesses países; nas ações cívico-sociais, de ajuda humanitária e de apoio à defesa civil nos rincões mais remotos do País, como tivemos a oportunidade de presenciar, recentemente, nos lamentáveis episódios das enchentes que assolaram todas as regiões do Brasil; e nas missões operacionais voltadas para o desenvolvimento nacional, salientando um acervo invejável de realizações que incluem inúmeras obras rodoviárias, ferroviárias, aeroviárias e hidroviárias, onde as tropas são arduamente adestradas, ratificando o espírito inovador e empreendedor do engenheiro.

Atualmente, com os olhos voltados para o amanhã, os integrantes da Arma Azul Turquesa buscam pelo conhecimento, habilidade e versatilidade, associados aos eternos valores e tradições que norteiam a atuação da Força Terrestre, objetivos mais amplos que se descortinam num futuro bem próximo e marcham unidos por um mesmo ideal de aperfeiçoar a atuação da Arma de Engenharia, tornando-a cada vez mais coesa e capacitada a acompanhar as mudanças que estão sendo implementadas em decorrência do Processo de Transformação do nosso Exército.

As transformações em curso determinaram a intensificação dos estudos para a criação de estruturas para flexibilizar e otimizar o emprego do pessoal e dos meios da arma, por meio da utilização do conceito de modularidade, possibilitando que a Engenharia aumente o apoio em profundidade às tropas empregadas em 1º escalão, cumprindo com mais eficácia, eficiência e efetividade as suas missões de apoio à mobilidade, à contramobilidade, à proteção das tropas, à proteção ao meio ambiente, o controle de aquavias e, sobretudo, a cooperação com o desenvolvimento nacional e o apoio à defesa civil.

Portanto, evocar a memória de todos os que nos antecederam, destacando a coragem, o estoicismo, a abnegação, o espírito pioneiro e, sobretudo, o amor à Pátria, nos enche de orgulho e nos inspira para que continuemos na busca incansável de um futuro promissor e cada vez mais glorioso para a Arma de Engenharia.

Assim fazendo estaremos, mais uma vez, contribuindo para os próximos tempos do Exército de todos os brasileiros.

“Quer na paz, quer na guerra, a Engenharia fulgura sobranceira em nossa história”.

FONTE: EB

No dia 16 de março, com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, e diversas autoridades civis e militares, foi realizada, no Quartel-General do Ibirapuera, a solenidade de passagem do cargo de Comandante Militar do Sudeste, do General de Exército João Carlos Vilela Morgero ao General de Divisão Adhemar da Costa Machado Filho.

FONTE: EB

A partir do início deste ano, acontece a incorporação dos indígenas da etnia YANOMAME no 4º Pelotão Especial de Fronteira (Surucucu) e no 5º Pelotão Especial de Fronteira (Auaris).

Estes novos soldados realizarão papel fundamental como elo entre o Exército e as comunidades indígenas, prestando trabalho especializado de tradução e servindo como guias em Reconhecimento de Fronteira.

FONTE: EB


Depois de 587 dias na selva como prisioneiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Marcos Baquero está livre desde a tarde de ontem. O vereador colombiano é o primeiro refém da guerrilha a ser libertado na operação humanitária que deve durar até domingo e resgatar mais quatro pessoas em poder da guerrilha. Pouco antes de subir no helicóptero do Exército Brasileiro — que dá apoio logístico à missão —, ele disse por telefone à emissora de rádio e TV Caracol: “Minhas primeiras palavras são para minha mulher e meus filhos: amo muito vocês. Graças a Deus, já estou em liberdade”.

A operação de resgate é comanda pela ex-senadora Piedad Córdoba e mediada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha(CICV). O Brasil emprestou dois helicópteros do Comando Militar da Amazônia para transportar a missão humanitária. Seis militares brasileiros se uniram à senadora e a três acompanhantes que buscaram Baquero no meio da selva, no departamento (estado) de Guaviare. Foi a terceira vez que o Exército Brasileiro participa da entrega de reféns pelas Farc. O processo deve continuar na sexta-feira, porque a guerrilha pediu um dia de intervalo entre cada libertação.

A missão humanitária, composta por 22 pessoas, deve partir hoje para a cidade de Florencia, no sul, para recolher na selva o fuzileiro naval Henry López e o vereador Armando Acuña. No domingo, a operação se repete a partir de Ibagué para receber o major da polícia Guillermo Solórzano e o cabo do Exército Salín Sanmiguel. Piedad Córdoba, que foi afastada do Congresso no ano passado, acusada de manter ligações com as Farc, garante que todos os chamados “reféns políticos” em poder do grupo devem ser libertados até meados do ano.

Depois de ter ficado prisioneiro por 19 meses, Baquero afirmou que deve trabalhar por um acordo de paz a partir de agora. “Temos de seguir trabalhando duro pela liberação de outros sequestrados”, declarou em sua primeira entrevista. O vereador, eleito pelo Partido Verde, é conhecido por sua luta em busca do desenvolvimento sustentável na agricultura. Baquero foi vítima de uma emboscada guerrilheira em 28 de junho do ano passado. Ele estava à caminho da cidade de Carpa, onde trabalhava em um projeto com produtores de leite, quando a comitiva foi atacada por bombas caseiras.

A mulher do político, Olga Lucía, 31 anos, e os filhos Hanssen Samir, 10, e Emanuel, 2, aguardavam ansiosos pelo reencontro com Baquero no aeroporto de Villavicencio. O filho mais novo tinha apenas cinco meses quando o pai foi sequestrado. Os familiares vestiam camisetas estampadas com a palavra liberdade e a foto de Baquero. Uma caravana com cerca de 30 amigos e correligionários chegou cedo ao local carregada de apitos, cartazes e uma bandeira da Colômbia.

Fonte: Correio Braziliense / Tatiana Sabadini

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No dia 4 de fevereiro, foi realizada, no 1º Batalhão de Guardas “Batalhão do Imperador”, a formatura de encerramento do Estágio de Motociclista Militar de Combate, que ofereceu diversas instruções como técnicas de pilotagem, de escolta, de patrulhamento, de abordagem e de tiro. O Estágio teve como objetivo formar os militares para atuarem na Operação Arcanjo II, no Complexo de favelas da Penha no Rio de Janeiro. O seu término contou com a presença do Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste, General de Brigada Geraldo Antonio Miotto, e formou 31 motociclistas.

FONTE: Exército Brasileiro

Preleção do comandante do BOPE, momentos antes da invasão ao complexo do alemão, observe a motivação da tropa muito bem conduzida pelo seu comandante, não há mêdo nos policiais, há uma vontade enorme de dar uma resposta aos traficantes por tudo que fizeram, moral elevado e muita vontade de trabalhar é o que os srs. verão exclusivo e inédito.

caveiraa!!!

Por: caveiraalex
Participou:Leonardo Malha

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O início da Aviação Militar – Breve Histórico

A origem da Aviação do Exército tem como cenário os campos de batalha de Humaitá e Curupaiti, na Guerra da Tríplice Aliança.

Ao patrono do Exército, Duque de Caxias, coube o pioneirismo de empregar balões cativos em operações militares na América do Sul, com a finalidade de observar as linhas inimigas.

Em 1913, foi criada a Escola Brasileira de Aviação, no Rio de Janeiro, e foram adquiridos os primeiros aviões do Exército. No ano seguinte, tiveram início suas atividades.

Em 1915, esses aviões foram empregados sob o comando do Gen. Setembrino, na Campanha do Contestado, durante a qual faleceu o Tenente Aviador Ricardo Kirk, promovido “post mortem” ao posto de Capitão, sendo considerado por todos os aviadores da Força Terrestre, como o maior herói da Aviação do Exército e por isso se tornou o Patrono da AvEx.

A Aviação Militar desenvolveu-se com grande intensidade. Diversas turmas de pilotos foram formadas e vários aviões foram incorporados ao seu patrimônio. No Campo dos Afonsos, situado no Rio de Janeiro, estava concentrado o espírito aeronáutico militar, influenciado pela evolução do emprego aéreo nos campos de batalha da Europa e pelos acontecimentos que caracterizavam o período entre guerras.

Diante da eclosão da 2ª Guerra mundial, em 20 de janeiro de 1941, foi criado o Ministério da Aeronáutica, extinguindo-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando-se, assim, a fase inicial da Aviação do Exército.

A Recriação da Aviação do Exército

Acompanhando a evolução da doutrina militar, em 1985, o Estado-Maior do Exército nomeou uma comissão de estudos para a implantação da Aviação do Exército e, em 03 de setembro de 1986, por meio do Decreto Presidencial n° 93.206, ela foi recriada.

O 1° Batalhão de Aviação do Exército (1° BAvEx) foi organizado como unidade de emprego e a Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) criada para proporcionar o gerenciamento logístico necessário à implantação.

Em 1989, o 1° BAvEx foi instalado na cidade de Taubaté/SP, escolhida pela sua proximidade do parque industrial aeronáutico de São José dos Campos e por estar entre o Rio de Janeiro e São Paulo, bem como nas proximidades da fábrica da Helibrás, em Itajubá/MG. A partir de então, foram concluídos os processos de aquisição das aeronaves Esquilo e Pantera.

21 de Abril de 1989 entra para a história, pois nesta data foi realizada a entrega da primeira aeronave da Aviação do Exército, o Helibrás Esquilo HB-350L1, designado HA-1 Esquilo que recebeu a matrícula EB-1001.

Em julho de 1993, ocorreu a reorganização da Aviação do Exército, com a qual se extinguiu a Brigada de Aviação do Exército e criou-se o Comando de Aviação do Exército (ComAvEx e atual CAvEx).

Após o recebimento das 52 aeronaves iniciais (16 Esquilos e 36 Panteras) e a reorganização da AvEx, fez-se necessário adquirir mais aeronaves do consórcio Eurocopter/Helibrás, vindo a receber mais um lote de 20 aeronaves AS 550A2 Fennec, que também receberam a designação de HA-1.

Como consequência da participação do Exército Brasileiro na missão de observadores militares Peru-Equador (MOMEP), foram adquiridas quatro aeronaves S70-A (Black Hawk) em 1997.

Encerrada a missão, as aeronaves seguiram da Fronteira Peru-Equador para o Brasil e, em 1999, passaram a integrar o 4º Esquadrão de Aviação do Exército (atual 4° BAvEx), sediado em Manaus-AM.

Posteriormente também foram adquiridas 08 aeronaves Eurocopter As 532UE Cougar, que receberam a designação HM-3 e foram enviadas quatro aeronaves para o 2° BAvEx em Taubaté/SP e quatro para o 4° BAvEx em Manaus/AM.

Os pioneiros da aviação recente tiveram sua formação nas Forças irmãs e, após absorver, mesclar, adequar e aperfeiçoar os conhecimentos obtidos na Marinha e Aeronáutica, foi possível criar um pólo de difusão de tais conhecimentos na própria AvEx, que hoje, além de formular e estabelecer doutrinas inerentes à aviação, é capaz de formar seus próprios pilotos e especialistas.

Atualmente, centenas de alunos, oficiais e praças são possuidores de cursos ou estágios realizados na AvEx, muitos dos quais estão distribuídos pelo Brasil, levando consigo a semente dos ideais da aviação.

A cada dia a AvEx consolida-se como uma aviação capaz e exemplar, não somente no cenário nacional mas também no internacional.

São mais de 90.000 horas voadas, em 2008 foram voadas 17.266hs , operando em regiões e climas diversificados, seja na caatinga ou nas imensidões amazônicas, nos pampas ou na cidade.

Surpreende pela capacidade de operar em distâncias ditadas pelas dimensões continentais deste país.

Destaca-se pela versatilidade, pois, além de apoiar a força militar terrestre, auxilia a comunidade na execução de ações de cunho cívico-social, no resgate aeromédico, na busca e salvamento, no apoio em calamidades públicas e em tantas outras atividades que elevam o nome da instituição.

O Comando de Aviação do Exército compreende, além dos 1°, 2°, 3° e 4° Batalhões de Aviação, a Base de Aviação de Taubaté (BAvT), o Batalhão de Manutenção e Suprimentos de Aviação e o Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx).

O atual Comandante é o Gen. Bgd. Roberto Sebastião Peternelli Júnior.

A Aviação do Exército constitui-se num orgulho para todo o coração verde-oliva, pois trata-se de um centro de referência em eficiência e modernidade, símbolo do Exército Brasileiro no limiar do terceiro milênio.

“AVIAÇÂO!”

 

Causa

Efeito

Demonstração de um tiro certeiro, executado por um Sniper do US Navy SEAL, em uma melancia representando a cabeça de uma pessoa.

FOTO: U.S. Navy Photo por Mass Communications Specialist Chief Stan Travioli

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Inside the Green Berets

FONTE: National Geographic

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