Novos blindados contarão com freios ABS, tração nas 4 rodas e ar-condicionado potente, melhorando o conforto dos policiais

 

novocaveiraorjdivvinheta-clipping-forte1O governo do Rio de Janeiro anunciou nesta segunda-feira a empresa sul-africana Paramount Logistics Corporation vencedora do pregão internacional realizado para a aquisição de oito novos blindados que reforçarão as operações de segurança no Estado, substituindo os atuais “caveirões”. O resultado do certame – que teve início em janeiro e contou com a concorrência de cinco companhias estrangeiras – foi publicado no Diário Oficial de sexta-feira. Os oito veículos táticos foram adquiridos por R$ 6,65 milhões.

Conheça o Maverick, o novo ‘caveirão’

O objetivo é fornecer quatro veículos táticos para o Batalhão de Operações Especiais (Bope), dois para o Batalhão de Choque – ambos da Polícia Militar – e dois para a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil.

Os novos blindados deverão possuir tecnologia de ponta, com sistema de freios ABS, tração nas quatro rodas, sistema de detecção e supressão de incêndio no motor, além de capacidade para se locomover em locais íngremes e acidentados. Outra exigência especial é instalação de ar-condicionado potente e que contenha um sistema de alimentação de energia independente do motor, permitindo que a refrigeração funcione normalmente com o blindado desligado. Os veículos táticos também terão que utilizar diesel S10, que é um combustível menos poluente.

Além de fornecer os blindados, a empresa vencedora também realizará os serviços de manutenção dos veículos durante cinco anos. Segundo o governo, os blindados serão um reforço importante para os grandes eventos esportivos que o Rio de Janeiro receberá nos próximos anos.

FONTE: Terra

É porrada!

Exército inaugura complexo de lutas no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília

 

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A China tornou-se o quinto maior exportador de armas do mundo, sua posição mais alta no ranking desde a Guerra Fria, com o Paquistão sendo seu principal comprador, informou nesta segunda-feira um respeitado centro de estudos sueco.

O volume de exportações de armas da China entre 2008 e 2012 cresceu 162 por cento, em comparação com o período de cinco anos anterior, com sua participação no comércio mundial de armas passando de 2 por cento para 5 por cento, afirmou o Instituto Internacional de Estudos para Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês).

A China substitui a Grã-Bretanha entre os cinco primeiros países que mais comercializam armas entre 2008 e 2012. Estados Unidos e Rússia, que são responsáveis por 30 e 26 por cento, respectivamente, das exportações de armas, são os maiores exportadores mundiais do setor, segundo o Sipri.

“A China está se estabelecendo como um significativo fornecedor de armas para um número crescente de importantes Estados beneficiários”, disse o diretor do Programa de Transferências de Armas do Sipri, Paul Holtom, em um comunicado.

A mudança, destacada no Relatório de Tendências na Transferência Internacional de Armas do centro de estudos, marca pela primeira vez a China como um dos cinco maiores exportadores de armas desde o período entre 1986 e 1990 analisado pelo Sipri.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês Hong Lei, quando questionado sobre o relatório, disse que a China era um exportador de armas responsável que cumpria rigorosamente a lei internacional.

“Na exportação de armas, a China adota três princípios. Primeiro, que seja favorável às necessidades justificáveis de autodefesa do país destinatário. Segundo, que não prejudique a paz, segurança e estabilidade regional e global. Terceiro, que não interfira nos assuntos internos de outros países”, disse ele a repórteres.

O Sipri mantém uma base de dados global de transferências de armas que registra as exportação de armas desde 1950. O centro avalia os dados em um período de cinco anos, porque a venda de armas varia por ano.

Alemanha e França ficaram em terceiro e quarto lugares na lista de exportadores de armas.

FONTE: Reuters via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-forte1Investimentos em aviões não tripulados feitos por países como China e Rússia chamaram a atenção dos Estados Unidos. O presidente Barack Obama passou a dar sinais de que pretende influenciar as diretrizes mundiais para a utilização dos chamados drones .

O interesse da China nas aeronaves foi demonstrado em novembro passado, durante um show aéreo. De acordo com o jornal estatal “Global Times”, o país cogitou fazer seu primeiro ataque em 2011, para matar um suspeito do assassinato de 13 marinheiros chineses. As autoridades decidiram, porém, que queriam o homem vivo. Assim, poderiam levá-lo a julgamento.

- O que acontecerá quando os chineses e os russos obtiverem esta tecnologia? O presidente está bem ciente dessa preocupação e quer definir normas sobre estas ferramentas para a comunidade internacional – disse Tommy Vietor, porta-voz da Casa Branca até o início deste mês.

Os ataques de aviões não tripulados dos modelos Predator e Reaper contra suspeitos de terrorismo fora do país começaram na presidência de George W. Bush, após os ataques em Nova York e Washington, em 11 de setembro de 2011. Foram, porém, expandidos por Obama.

O crescimento das operações começou em 2008, durante o último ano de Bush. Foram 35 no Paquistão. O número teve um aumento considerável durante o governo Obama. Chegou ao ápice em 2010, com 117 ataques, segundo o site The Long War Journal.

Segundo Vietor, o ataque antiterrorista cirúrgico tem se tornado “o novo normal”. Principalmente em um momento em que os combates terrestres dos EUA chegam ao fim no Iraque, ou perto do fim no Afeganistão.

A questão tem suscitado debates dentro do governo. Segundo opositores, não estão claros quais são os parâmetros legais para ataques. A Casa Branca tem mantido segredo sobre detalhes das operações por anos, quando o país exercia um forte monopólio sobre o uso do veículo. No Congresso, legisladores pressionam o presidente para que dê sua opinião sobre a possibilidade de usar os aviões para matar americanos dentro do próprio país.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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Campo de batalha – Basra

Durante a Guerra do Golfo em 1991, a aviação da Coalizão atacava o exército iraquiano disperso no Kwait e a Guarda Republicana no norte do Kwait. A descrição dos pilotos cita que os veículos e blindados estavam em barricadas espalhadas por todo o deserto. Uma busca no Google Maps deveria mostrar essas posições no Kwait, mas é muito difícil.

Já uma busca no norte de Basra, ao norte do Kwait, permite ver uma grande extensão do deserto infestada de barricadas, mas também pequenos fortes de areia. A imagem abaixo mostra o local da busca (Clique nas imagens para ampliar).

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Com um zoom é possível ver o que significa os rabiscos no deserto. Pode ser o que os pilotos viam ao voar a média altitude.

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Chegando bem perto dá para ver com mais detalhes as estruturas na areia. Algumas são bem complicadas como a da imagem abaixo.

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A estrutura abaixo mostra as posições de tiro mais concentradas no leste. A região é onde se concentrou a guerra contra o Irã. No lado iraniano também é possível ver estruturas semelhantes, mas menos sofisticadas e em menor densidade.  Então as imagens podem ser o que ainda resta da guerra Irã-Iraque, ou pelo menos em parte.

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Embarque CFN para Santos1

vinheta-especial-forteEmbarcaram hoje no NDCC Almirante Saboia, com destino ao porto de Santos, 220 Fuzileiros Navais do 3º Btl Inf Fuz Nav (Paissandu), uma parte desse contingente desembarcará no porto de São Sebastião. Trata-se de uma missão do Comando de Operações Navais – CON, com o objetivo de “ação de presença”. A tropa está equipada com veículos leves, armamentos como o fuzil M16A2 e metralhadora FN Minimi, além disso possui a capacidade de utilizar armas não letais como gás lacrimogênio, granadas de efeito moral, taser e todo o material necessário para missão de Operação de Controle de Distúrbios – OCD.

Fotos: Corisco

O Estado-Maior do Exército publicou a Portaria N. 31-EME no dia 7 de março, aprovando a diretriz para a aquisição e implantação do Sistema Antiaéreo de origem alemã Gepard.

O Sistema AAe GEPARD integra o Sistema Operacional DA Ae para proteção em baixa altura (até 3000 m), realizando a Defesa Antiaérea da Força Terrestre, bem como contribuindo para a proteção das estruturas estratégicas terrestres brasileiras e áreas sensíveis, cuja ameaça aérea inclui, entre outros tipos de vetores, as aeronaves de ataque ao solo, caças-bombardeiros, helicópteros, veículos aéreos não-tripulados (VANT), mísseis (Msl) balísticos e de cruzeiro, foguetes e morteiros.

A 5ª Bda Cav Bld e a 6ª Bda Inf Bld, altamente móveis, com um alto poder de fogo e alta eficácia no combate convencional terrestre, ressentem-se de não possuir o Sistema Operacional Defesa Antiaérea em condições plenas para fazer frente a ataques aéreos e ataques surpresa de aeronaves e helicópteros de baixa altitude.

Com a desmobilização do Sistema AAe  GEPARD pelo Exército Alemão, verificou-se uma oportunidade de mobiliar as Brigadas Blindadas do EB com uma DA Ae compatível com o material, tanto em mobilidade e proteção blindada, quanto em facilidade de apoio logístico, tendo em vista o carro possuir chassi semelhante ao alemão CC LEOPARD. O GEPARD é um sistema de armas autônomo e altamente móvel, com alta prontidão operacional, pequeno tempo de reação e capaz de fazer frente a uma variada gama de ameaças.

O Sistema AAe GEPARD 1A2, modernizado há cerca de três anos, dentro de um cenário que o manteria empregado até 2030, foi projetado para proteger as unidades LEOPARD. Um dos principais objetivos durante o desenvolvimento do GEPARD, além do seu desempenho em combater alvos aéreos, foi obter um ajuste perfeito com as tropas blindadas equipadas com o LEOPARD 1 e LEOPARD 2.

A Krauss-Maffei Wegmann (KMW) é o principal fornecedor do Sistema AAe GEPARD e tem larga experiência em manutenção, reparo e inspeção dos sistemas, bem como no apoio logístico.

Um lote inicial, em caráter emergencial, será recebido até o dia 15 de abril e estas unidades deverão estar operacionais até o início da Copa das Confederações, que ocorrerá em junho.

FONTE: Boletim do Exército N.11/2013

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Problemas no servidor do ForTe

Prezados leitores, estamos com problemas no servidor do ForTe, por isso os links estão quebrados. Já solicitamos ao suporte a solução e contamos com sua compreensão até que a questão seja resolvida.

 

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LAAD Defence & Security – Feira Internacional de Defesa e Segurança – chega à sua 9ª edição e confirma o título de maior e mais importante encontro do setor na América Latina. A feira reúne bienalmente empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de equipamentos, serviços e tecnologia para as Forças Armadas, Polícias, Forças Especiais, além da segurança corporativa.

A LAAD em conjunto com os eventos paralelos, levará para a audiência presente no Riocentro fóruns de debate e de apresentação do estado da arte em defesa e segurança pública e corporativa. Serão mais de 720 expositores que trazem as principais novidades do setor.

A Revista Forças de Defesa estará presente nesta 9ª edição e convidamos nossos leitores e amigos a visitarem nosso Stand nº V65 no 2º Pavilhão, conforme indicação no mapa abaixo:

LAAD 2013 - LOCALIZAÇÃO

mapa LAAD 2013 com localizacao do estande da revista forcas de defesa

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vinheta-clipping-forte1A Câmara aprovou nesta quinta-feira (14) o Projeto de Decreto Legislativo 571/12, que ratifica um acordo de cooperação em assuntos de defesa entre Brasil e Alemanha. O acordo foi assinado em Berlim, em 8 de novembro de 2010 e está previsto na Mensagem 68/12, enviada à Câmara pelo Poder Executivo.

O texto prevê trocas entre os dois países nas áreas de política de defesa; pesquisa e desenvolvimento militar; apoio logístico e aquisição de produtos e serviços; assessoramento em tecnologia militar; intercâmbio de experiências e conhecimentos em assuntos relacionados à defesa; e educação e treinamento militar, entre outros.

O documento permite que a cooperação entre Brasil e Alemanha seja feita por meio de visitas mútuas a instituições militares e de defesa, e por intercâmbio de delegações e de informações sobre projetos de desenvolvimento relacionados à tecnologia militar e a sistemas de defesa.

A relatora da proposta na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA), afirmou que o governo brasileiro tem procurado expandir a sua rede de acordos de cooperação na área de defesa por causa do aumento das demandas relativas à segurança nacional.

FONTE: Câmara dos Deputados via Resenha do Exército

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