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vinheta-clipping-forte1A Coreia do Norte carregou em plataformas de lançamento móveis dois mísseis de alcance intermediário, informou nesta sexta-feira (05/04) uma fonte militar sul-coreana. “No início desta semana, a Coreia do Norte transferiu de trem dois mísseis Musudan e os colocou em plataformas de lançamento móveis no litoral do Mar do Leste (Mar do Japão)”, indicou um alto oficial do Exército sul-coreano à agência local “Yonhap”.

O movimento de Pyongyang é visto como uma tentativa de lançar mísseis de surpresa, uma vez que não está claro se os projéteis serão utilizados em um teste de disparo ou em manobras militares.

Analistas sul-coreanos enxergam uma alta probabilidade de Pyongyang realizar um teste de lançamento do míssil em meados de abril para celebrar o aniversário do nascimento de Kim Il-sung, fundador do país e avô do atual dirigente, Kim Jong-un, em uma tentativa de reforçar sua liderança.

A Coreia do Sul, por sua vez, desdobrou hoje em sua costa no Mar Amarelo (Mar Ocidental) e no Mar do Leste (Mar do Japão) dois navios com sistemas de intercepção de mísseis, diante da possibilidade de a Coreia do Norte preparar um lançamento nos próximos dias.

No início desta semana, Pyongyang movimentou o que pareciam ser dois projéteis Musudan rumo a sua costa oriental após ameaçar produzir um ataque nuclear contra os EUA, o que levou Washington a enviar seu avançado sistema de defesa de mísseis para sua base na ilha de Guam, no Pacífico.

Aviso à Rússia

Também nesta sexta-feira, a Coreia do Norte propôs à Rússia que retire os funcionários de sua embaixada em Pyongyang em função do aumento da tensão na península coreana, informou um porta-voz da legação russa na capital norte-coreana à agência “Interfax”.

“Em 5 de abril um representante da chancelaria da Coreia do Norte propôs que a Rússia estude a evacuação dos funcionários de sua embaixada devido ao agravamento da situação na península coreana”, disse Denis Samsonov.

Fonte: Época Negócios

 

 

Pedro Silveira ensina tecnicas de MMA para Comandos Anfíbios da Marinhavinheta-clipping-forte1Acostumados a um treinamento intensivo, os soldados dos Comandos Anfíbios da Marinha do Brasil encontraram no MMA a forma ideal de lapidar suas técnicas de defesa pessoal. A fonte dos ensinamentos é o lutador Pedro Silveira, dono de quatro cinturões em quatro organizações diferentes – o mais recente conquistado no Bitetti Cup, em dezembro de 2012.

Silveira ensina as artes marciais mistas há dois anos, no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, no Rio de Janeiro, como parte do curso especial que prepara os integrantes de elite da Marinha. Treinados para operações especiais, eles simulam situações de guerra e combate, como a recuperação de um navio sequestrado. O MMA entra em cena com a possibilidade dos soldados se envolverem em luta corporal com os criminosos.

- Tem a parte de algemação, silenciamento de sentinela. Tem a parte específica de defesa pessoal, desarme de armas curtas, pistolas. Combate com faca, treinamento de defesa. É muito amplo – explica o lutador, de 33 anos.

Existente desde 1974, o curso contou com 64 matriculados em sua última turma, mas apenas onze foram até o fim. As aulas de MMA acontecem após um dia inteiro de atividades físicas e não podem ser gravadas – a ideia é levar o corpo ao extremo. Ao todo, são seis meses de curso.

- O propósito é capacitar oficiais e praças no planejamento e execução de operações especiais. Esses militares passam por um curso em que saem capazes de cumprir missões de risco elevado, dentro da área de serviços especiais – detalha o capitão Leandro Marinho, coordenador de formação dos Comandos Anfíbios.

A prova final para os alunos do módulo que Silveira comanda é a chamada ‘pista de lutas’. Atletas de MMA atacam o grupo em situações adversas, como, por exemplo, em um ambiente totalmente escuro. Os soldados têm que se defender de todo o jeito.

Os Comandos Anfíbios da Marinha podem ser comparados ao Navy Seal, grupo de elite da marinha norte-americana, responsável pela operação que capturou e matou o terrorista Osama Bin Laden, em 2011.

- O MMA agrega no sentido que o elemento de operações especiais precisa ter um conhecimento amplo de diversas técnicas, que podem vir a ser empregadas em um combate. Integra diversas técnicas que o operador especial pode se valer para sobrepujar o oponente – afirma Marinho.

Pedro Silveira está confirmado para ser o instrutor da próxima turma dos Comandos. Em 2013, ele ainda terá pela frente a defesa dos seus quatro cinturões, três deles conquistados na categoria peso-galo no Brasil, no eventos WOCS, Gringo Fight, além do Bitetti – o quarto foi no NAGA, nos Estados Unidos. Segundo o lutador, o contato com os soldados o ensinou muito mais do que ele imaginava.

- Quando eu cheguei aqui, pensei que fosse ensinar. Mas quando cheguei, vi que aprendi muito mais do que ensino. Porque é muito difícil finalizar o curso, que é feito de madrugada. Posso sofrer um pouquinho com eles. Quando vejo isso, só me motiva para as lutas – explica.

FONTE/FOTO: Sportv

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Relação Brasil-Bolívia azedada

Senador boliviano da oposição na embaixada brasileira e corintianos presos são pendências com o vizinho

 

Antonio Patriota - Agencia Brasil

Fabio Murakawa

vinheta-clipping-forte1A condução do caso de um senador de oposição asilado há dez meses na embaixada brasileira em La Paz e a prisão de 12 torcedores do Corinthians na Bolívia deixaram o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota sob pressão. Essas pendências, que o Brasil não consegue resolver com o vizinho, podem levar o país à constrangedora situação de ficar sem embaixador em um importante parceiro político e comercial na região.

Patriota será sabatinado hoje em Brasília por parlamentares na Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado. Na pauta da audiência estão temas como as relações com a Venezuela, que terá eleições presidenciais em dez dias, com o Paraguai, suspenso do Mercosul após a deposição do ex-presidente Fernando Lugo e que elege um novo governante em 21 de abril, além de temas corriqueiros da política externa brasileira.

O ministro, no entanto, deverá receber uma enxurrada de questionamentos sobre a relação do Brasil com a Bolívia, conformada por uma agenda repleta de temas negativos que ganharam um grande reforço após a morte de um menino de 14 anos – atingido por um sinalizador de navio atirado por um torcedor do Corinthians durante uma partida contra o San José na cidade boliviana de Oruro, no último dia 20 de fevereiro.

Fontes brasileiras com acesso ao inquérito dos torcedores presos disseram ao Valor ter “convicção” da inocência dos 12 acusados. Além da confissão de um menor de idade, de que teria feito o disparo e que conseguiu voltar ao Brasil, há imagens analisadas por peritos que mostram que sete deles estavam olhando para o campo ou tocavam instrumentos de percussão no momento do disparo. Outros cinco detidos estavam fora do estádio. Dois torcedores foram indiciados por homicídio doloso e outros dez por cumplicidade. Todos continuam em prisão preventiva na Bolívia, enquanto a polícia conclui as investigações.

Nas últimas semanas, políticos e a meios de comunicação brasileiros começaram a ligar os dois casos, do senador e dos torcedores. E a pressionar o Itamaraty por uma postura mais dura em relação ao governo boliviano. O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), visitou a Bolívia na semana passada e disse ter voltado “convicto de que os corintianos presos em Oruro são reféns, e que o governo boliviano quer fazer uma barganha política com o Brasil”, em troca de um eventual recuo na concessão de asilo ao senador.

Fontes do governo brasileiro, no entanto, dizem não haver nenhum indício de que isso esteja acontecendo – apesar de uma delas afirmar que “o governo boliviano não mexeu um dedo para nos ajudar” a agilizar os processos contra os corintianos. Além disso, o porta-voz do Itamaraty, Tovar Nunes, disse ao Valor não haver possibilidade de o Brasil recuar na concessão do asilo. “A decisão já está tomada”, afirmou.

Patriota tenta evitar que casos como o dos corintianos e o do senador Roger Pinto – asilado há dez meses na Embaixada do Brasil – contaminem as relações com a Bolívia. Segundo o Valor apurou, ele orientou a embaixada a tocar a agenda bilateral normalmente e a não se pronunciar sobre o senador. O país vizinho, com suas importantes reservas de gás natural, é um parceiro estratégico do Brasil, que consome 75% das exportações do produto boliviano. Além disso, ambos os governos têm cooperação mútua em temas como o narcotráfico e o contrabando na fronteira entre os dois países.

Mas a atuação do embaixador Marcel Biato no episódio que culminou com a concessão, pela presidente Dilma Rousseff, de asilo o senador Roger Pinto, enfureceu o governo boliviano. A ponto de, durante encontro com Patriota em Cochabamba no mês passado, o ministro da Presidência boliviano, Juan Ramón Quintana, ter pedido ao colega brasileiro que trocasse o chefe da missão diplomática, segundo apurou o Valor. Após os encontros de Patriota com Quintana e com Morales, em fevereiro, a embaixada brasileira foi totalmente alijada do caso, que está sendo tratado por diplomatas em Brasília.

Pinto chegou à embaixada brasileira em 28 de maio de 2012, dizendo-se vítima de perseguição política nos 22 processos judiciais que tem contra si. O cerco contra o senador começou a apertar depois que ele entregou um dossiê ao governo acusando altas autoridades bolivianas, entre as quais o ministro Quintana, de envolvimento com o narcotráfico. Com base em documentos enviados pela embaixada, Dilma decidiu conceder asilo político ao senador. Mas o presidente Morales, cujos auxiliares diretos já se referiram publicamente a Biato como “porta-voz de bandidos”, se nega até hoje a emitir um salvo-conduto para que Pinto deixe a embaixada sem ser preso.

Após a visita de Patriota à Bolívia, a vida ficou mais dura para o senador. Ele teve o número de visitas restritas a quatro – uma filha, um advogado e dois outros parentes -, agravando a situação de seu confinamento. Além disso, o governo brasileiro sugeriu a criação de uma comissão bilateral para avaliar os processos contra Pinto, o que deu margem à interpretação de que o Brasil poderia voltar atrás na concessão do asilo. “Meu pai responde a 22 processos em diferentes Departamentos [Estados] e agora só pode ver um de seus advogados”, afirmou Denise Pinto, filha do senador. “Estamos muito preocupados, e me parece absurdo que um ministro [Patriota] venha de tão longe para fazer isso.”

Quanto ao embaixador Biato, ele está oficialmente de férias e não deve retomar o posto na embaixada – ou, pelo menos, não permanecerá por muito tempo. Segundo Nunes, porta-voz do Itamaraty, o embaixador, nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está próximo de completar três anos no cargo e uma troca seria natural, apesar de ele poder permanecer por até cinco anos no posto.

Um eventual novo embaixador teria que ser aprovado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado. Mas seu presidente, o senador Ferraço, afirma ser “inapropriado nomear um novo embaixador sem que a situação dos corintianos e de Roger Pinto esteja resolvida”. Se sua posição for seguida pelos colegas, o Brasil pode ser representado na Bolívia por um encarregado de negócios, o que significaria na prática um rebaixamento nas relações bilaterais.

FONTE: Valor Econômico, via resenha do EB

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Abaixo você confere um video que mostra um blidado M4 Sherman no fundo do mar próximo à ilha de Saipan, no arquipélago das Marianas. Ao longo dos anos, a carcaça do veículo se tornou um recife artifical.

A ilha de Saipan foi palco de de duras batalhas durante o mês de junho de 1944. O local era de importância estratégica para as forças japonesas durante a Segunda Guerra Mundial.

O M4 Sherman começou a ser produzido em 1942, e foi retirado de serviço pelo Exército americano em 1955.

 

FONTE: Militaryphotos.net

(Entrevista Mangabeira Unger – El Tiempo – 31/03)

vinheta-clipping-forte11. Rebeldia intelectual a serviço da inovação institucional. Os países de renda média, estão sofrendo uma dupla pressão: dos países de trabalho barato, por um lado, e dos países de alta produtividade, por outro. E para isso é necessário superar o atual modelo industrial existente. Para isso existem duas tarefas fundamentais. A mais simples é acelerar nos grandes centros industriais a mudança para uma economia inovadora, baseada no conhecimento e no valor agregado. Fora dos centros industriais, a tarefa é mais difícil. Você tem que associar o Estado com as pequenas e médias empresas dentro de um novo marco institucional.

2. Não basta escolher entre um modelo americano que regula as empresas à distância e um modelo asiático de política industrial e comercial de unidade, imposta de cima pela burocracia. Nós precisamos de uma forma de coordenação estratégica entre o Estado e as empresas, que seja descentralizada, pluralista, participativa e experimental. Na agricultura, temos que superar o contraste ideológico entre agricultura empresarial e agricultura familiar.

3. Esta é a grande tarefa que temos diante de nós, e requer outro conjunto de ações a serem tomadas. Primeiro, impor o capitalismo aos capitalistas, ou seja, radicalizar a concorrência, quebrando os oligopólios. Segundo, superar o dualismo no mercado de trabalho: atualmente a metade da população no Brasil trabalha na economia informal, uma calamidade. Terceiro, colocar o sistema financeiro a serviço da economia real, criando canais para mobilizar a poupança de longo prazo para investimentos produtivos de longo prazo. E em quarto lugar, transformar a educação pública. Passar para um sistema de ensino analítico, problemático, dialético e cooperativo. E não o que temos hoje: um sistema dogmático, informativo, enciclopédico.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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Guga Chacra

vinheta-clipping-forte1O que ocorreria se a Coreia do Norte lançasse um ataque? Se for contra a Coreia do Sul ou o Japão, provocaria enormes estragos e milhares de mortos. Os dois países, assim como os EUA, reagiriam imediatamente e teria início um conflito regional. No fim, o regime de Pyongyang sairia perdedor e um armistício seria negociado pela China.

Mesmo com este cessar-fogo, o regime provavelmente entraria em colapso. Centenas de milhares de pessoas tentariam cruzar a fronteira para a China e a Coreia do Sul em busca de ajuda humanitária. Os armamentos nucleares e mesmos os convencionais ficariam com pouca fiscalização. Membros do regime tentariam assumir o controle deste arsenal. Seria necessário um número de militares similar ao enviado ao Iraque para tentar manter a paz. A China seria fundamental para a reconstrução do país e a busca da estabilidade.

A economia internacional seria duramente afetada, levando em conta a enorme importância do Japão e da Coreia do Sul.

Um ataque contra os EUA, por outro lado, não teria o mesmo impacto porque certamente fracassaria. A Coreia do Norte dificilmente atingiria o território americano e o escudo em Guam garantiria a segurança.

Seria algo similar ao Irã no Oriente Médio. O regime de Teerã não ameaça os EUA. Mas certamente seria um perigo maior para os seus vizinhos caso obtivesse uma arma nuclear. O Japão e a Coreia do Sul estão para a Coreia do Norte como a Arábia Saudita e Israel estão para o Irã.

Obs: Pela lógica, a Coreia do Norte não atacará. Mas, pela lógica, Saddam não invadiria o Kuwait e a Argentina não tentaria recuperar as Malvinas/Falklands pela força.

FONTE: O Estado de S. Paulo

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vinheta-clipping-forte1A indústria de defesa nacional passou a contar com dispositivo especial de tributação. O chamado Retid (Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa) está na Lei nº 12.794, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União (DOU).

O mecanismo foi planejado no bojo da Lei nº 12.598, de 2012, mas excluído do decreto que tratou da regulamentação da referida lei, publicado na última segunda-feira no DOU. Para o diretor do Departamento de Produtos de Defesa (Deprod) do Ministério da Defesa, general Aderico Visconti Mattioli, a criação do Retid “atende aos anseios das indústrias de defesa”, bem como contribui para o incremento das exportações brasileiras. “O regime especial beneficiará a balança comercial do nosso país”, afirmou.

Regime tributário

A lei é resultado da Medida Provisória nº 582 do ano passado que se consolidou no Projeto de Lei de Conversão nº 1/2013. Ela concede incentivos fiscais, tributários e previdenciários para diferentes setores. Segundo o general Mattioli, a lei “beneficia o último elo da cadeia produtiva, particularmente, as pequenas e médias empresas do setor”.

O artigo 12 diz respeito exclusivamente ao novo regime tributário, que reduz à zero as alíquotas “da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita decorrente da venda de bens por pessoa jurídica beneficiária do Retid à União, para uso privativo das Forças Armadas, exceto para uso pessoal e administrativo”.

Outro dispositivo do artigo trata do prazo de validade do regime especial. A redação estabelece que as empresas enquadradas nesse regime poderão usufruir dos benefícios pelo período de até cinco anos “contados da data de publicação da lei, nas aquisições e importações realizadas depois da habilitação das pessoas jurídicas no Retid”.

A lei recebeu vetos da presidenta em alguns artigos que foram incluídos a partir de emendas de parlamentares durante o trâmite no Congresso Nacional. Nenhum deles, no entanto, referente ao Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa.

Leia aqui a íntegra da Lei nº 12.794.

FONTE: Ministério da Defesa

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Explosão nuclear - foto OTAN

vinheta-clipping-forte1Brasília – O Exército norte-coreano disse nesta quinta-feira (quarta-feira no Brasil) ter aprovação final para lançar um eventual ataque nuclear “implacável” contra os Estados Unidos.

Em comunicado publicado pela agência oficial norte-coreana KCNA, um porta-voz do Exército do país disse estar informando formalmente a Washington que “a escalada das políticas hostis americanas serão esmagadas pela forte vontade [dos soldados] e por ataques nucleares de alta tecnologia, menores, mais diversificados e mais leves”. O comunicado diz que “a operação implacável das forças revolucionárias foi examinado e ratificado” pelo país.

As tensões e a retórica belicista cresceram desde que a Coreia do Norte testou mísseis no final de 2012. Analistas ouvidos pela BBC creem que as chances de um ataque nuclear são pequenas, mas que a Coreia do Norte está tentando construir mísseis que alcancem os EUA.

Nesta quarta (3), o Pentágono anunciou que vai mandar um sistema de defesa de mísseis balísticos à Ilha de Guam, no Pacífico, como precaução às ameaças norte-coreanas.

FONTE: Agência Brasil, com informações da BBC Brasil

FOTO: OTAN

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Um contingente de 570 soldados do Mali recebe desde ontem (02) treinamento de instrutores europeus. O objetivo é reestruturar o exército do maliano depois da ofenvsiva de forças paramilitares islâmicas, que tomaram várias cidades do noroeste do país.

A intervenção militar da França em Janeiro deste ano evitou o avanço das forças islamistas, e na mesma época os países da União Europeia (UE) decidiram prover instrução aos soldados e chefias malianas. De acordo com o porta-voz da missão da UE, o tenente-coronel do Exército francês Philippe de Cussac, os adestramentos começaram ontem na base militar de Koulikoro, a 60 quilômetros da capital, Bamako. No total, 550 instrutores europeus trabalharam com as forças do Mali

A formação desse primeiro grupo de malianos deverá durar seis semanas e será feita por instrutores da França, Reino Unido, Suécia, Finlândia, Lituânia, Luxemburgo e Irlanda. “Haverá, primeiro, uma formação geral. Em seguida, será especializada em telecomunicações e artilharia”, declarou o tenente-coronel Cussac. Serão treinados ao todo três mil militares de um Exército que atualmente se encontra frágil e pouco organizado. Ao mesmo tempo, a França prepara a saída dos 4 mil militares que permanecem no Mali. As tropas serão substituídas por uma missão de paz das Nações Unidas, com efetivo de 11 mil homens.

Segundo jornais de Moscou, o governo de transição do Mali pediu também ajuda à Rússia, especificamente no fornecimento de helicópteros e aviões de combate, e de veículos blindados. Em Fevereiro, a Rússia enviou ao país três mil metralhadoras Kalachnikov e outros armamentos no valor de 12 milhões de dólares.

Apesar da intervenção francesa, as milícias islamistas continuam combatendo na região norte, nas montanhas de Ifoghas e também próximo às cidades de Gao e Tumbuctu, que já estiveram sob domínio dos fundamentalistas. Segundo a agência de notícias AFP, ainda há ofensivas por parte dos islamistas a Tumbuctu. Na madrugada de domingo houve um ataque suicida que matou 12 pessoas, oito das quais eram membros da milícia islâmica.
FONTE: publico.pt (edição e adaptação do Forças Terrestres)

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ONU regula venda de armas

lotsoguns

vinheta-clipping-forte1A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou ontem um inédito tratado sobre a exportação e importação de armas convencionais – tanques, helicópteros, pistolas e mísseis, por exemplo – que obrigará os países da ONU a criarem sistemas nacionais para controlar a venda de armas, além de proibir o comércio caso o Estado tenha informações de que seus produtos serão usados em violações dos direitos humanos. Apesar de todos os países declararem interesse no controle de armas, 23 se abstiveram e somente três votaram contra: Coreia do Norte, Irã e Síria, que enfrentam sanções e protagonizam atualmente conflitos internacionais.

Atualmente, o mercado mundial de exportações de armas movimenta US$ 70 bilhões por ano e segue em ascensão mesmo em tempos de crise econômica mundial, com um crescimento de 17% em relação a 2008. Principal provedor de armas do mundo, os EUA comemoraram o tratado. Mas grandes exportadores, como Rússia, China e Índia, se abstiveram na votação, assim como Qatar e Arábia Saudita, que fornecem armas a grupos rebeldes na Síria.

Aprovado por 154 dos 193 países membros da ONU, o tratado vinha sendo discutido há uma década e foi considerado um marco histórico por organizações civis de direitos humanos e a favor do controle de armas.

- Esse é um dia histórico e uma grande conquista para a ONU – comemorou o chanceler britânico, William Hague. – O mundo queria esse tratado e não seria impedido pelos poucos que tentaram evitar a introdução de um efetivo e vinculante tratado internacional de controle de armas.

O documento regula o comércio legal de armas e, pela primeira vez, abrange os direitos humanos. O tratado veta a venda de armamento a países que possam utilizá-lo em genocídios, crimes contra a Humanidade, alvos civis, crime organizado e outras violações à Convenção de Genebra, que desde 1949 regula as leis da guerra. Cabe aos países exportadores identificarem os riscos da utilização das armas.

O tratado também se diferencia de outros em vigor – como na União Europeia e na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) – por ser vinculante: passa a ser obrigatório após entrar em vigência.

Para que isso ocorra, é preciso que ao menos 50 países o ratifiquem. Após o processo, eles têm cerca de um ano para organizar os relatórios de armas vendidas e repassar ao órgão responsável da ONU.

O tratado aprovado ontem dá maior ênfase aos exportadores e não se atém ao mercado interno de cada país.

De forma geral, os que se negaram a endossar o documento alegaram que faltava clareza em alguns pontos do texto. A Síria, por exemplo, argumentou que o tratado legitima a transferência de armas a grupos rebeldes, que considera terroristas, sem o consentimento do governo do ditador Bashar al-Assad.

Países da Europa e os Estados Unidos, por sua vez, disseram ser contra a proibição da venda para grupos não estatais, como rebeldes, alegando que precisam de proteção contra governos autoritários.

Tanto o embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, como o cubano, Rodolfo Reyes Rodríguez, cujos países se abstiveram, disseram que o texto é ambíguo e não define, por exemplo, o conceito de genocídio.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, defendeu o acordo.

- O tratado deixará mais difícil que armas mortais sejam desviadas para mercados ilegais. Ele ajudará a mantê-las longe de senhores da guerra, piratas, terroristas e criminosos – disse ele.

Líderes de venda

Apesar da vitória esmagadora do controle de armas na Assembleia, houve um racha entre os membros do Conselho de Segurança, que lideram a venda de armas. O Brasil apoiou o documento e é considerado um dos países que demonstrou liderança no processo de discussão do texto. Para que faça parte do esforço global, é preciso que o tratado seja aprovado pelo Congresso brasileiro. Segundo o Itamaraty, o governo enviará o projeto, mas ainda não há orientação para que a votação seja em regime de urgência, o que pode fazer com que demore anos para o projeto ser votado.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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Ao todo, 640 mil militares serão beneficiados com o aumento. Na Bahia, são pouco mais de 6 mil entre Marinha e Aeronáutica

 

militares - valores dos novos salarios - fonte ibahia
Victor Albuquerque

vinheta-clipping-forte1Os militares das três Forças Armadas ficarão com o contracheque mais robusto. Isso porque o governo federal paga hoje a primeira parcela do aumento de 30% concedido à categoria no ano passado. De acordo com o Ministério da Defesa, o reajuste repassado agora é de 9,2% e vale para ativos, inativos e pensionistas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Ao todo, 640 mil militares serão beneficiados com o aumento. Na Bahia, são pouco mais de 6 mil entre Marinha e Aeronáutica. O Exército não confirmou o seu contingente no estado até o fechamento desta edição. Com o reajuste, o menor soldo pago a soldados, recrutas e corneteiros de 3ª classe será de R$ 537. Almirantes de esquadra, generais de Exército e tenentes-brigadeiros receberão o teto: R$ 9.093 por mês (veja na tabela da página ao lado).

O reajuste salarial de 30% para os militares das Forças Armadas foi aprovado pelo governo federal em agosto do ano passado. O percentual foi parcelado igualmente em três vezes. As demais parcelas serão pagas em 1º de março de 2014 e 2015. O dinheiro entrará efetivamente na conta no pagamento creditado em abril. O aumento é linear para todos os postos.

Na época em que foi aprovado, o reajuste não agradou aos militares. A categoria pleiteava um aumento na casa de 45%. Com os 30% conseguidos, o desejo era de, de pelo menos, ter um aumento maior já na primeira parcela. “Nossos salários estão muito defasados em relação às demais carreiras de Estado”, argumenta um tenente que preferiu não se identificar.

A líder da União Nacional das Esposas de Militares das Forças Amadas (Unemfa), Ivone Luzardo, também se queixa do percentual. “Se pelo menos os 30% fossem pagos de uma única vez, até que daria para acalmar os ânimos. Mas assim parcelado não compensa”, disse.

Negociação
Foram seis meses de negociação até que o governo aprovasse o reajuste dos militares das Forças Armadas. O governo federal chegou a reconhecer que os militares precisavam ser contemplados com aumentos diferenciados, mas a presidente Dilma Rousseff e a área econômica consideraram a reivindicação da categoria, de 45%, acima das possibilidades das contas públicas.

Uma das maiores dificuldades de concessão de reajuste para os militares, de acordo com integrantes do governo, é o peso da folha de pagamento. Ano passado, o orçamento do Ministério da Defesa foi R$ 64,794 bilhões. Desses, 69,9% (R$ 45,297 bilhões), foram para pagar pessoal e encargos. Pelo menos R$ 28,5 bilhões representaram o pagamento de inativos e pensionistas. De acordo com o Ministério do Planejamento, ao final dos três anos de reajustes, o impacto na folha de pagamentos será da ordem de R$ 12,5 bilhões.

FONTE: correio24horas

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31.03.2013 – Manifesto da Academia Brasileira de Defesa

Manifesto da Academia Brasileira de Defesa, em comemoração da data nacional de 31 de Março de 1964

 

Presidente
ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA
Pro Patria

Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira – Alte.-Esq. Alfredo Karam – Cel. Aer. Antônio Celente Videira – Prof. Antoniolavo Brion -Jorn. Aristóteles Drummond – Gen.-Ex. Carlos Alberto Pinto Silva – Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield – Dr. Emílio A. Souza Aguiar Nina Ribeiro – Gen Div. Francisco Batista Torres de Melo – Prof. Dr. Francisco Martins de Souza – Cel. Ex. Gelio Augusto Barbosa Fregapani – Dr. Gustavo Miguez de Mello – Dr. Herman Glanz – Maj.-Brig. Hugo de Oliveira Piva – Vice-Alte. Ibsen de Gusmão Câmara – Ten.-Brig. Ivan Moacyr da Frota – Prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins – Dep. Fed. Jair Messias Bolsonaro – Prof. Dr. João Ricardo Carneiro Moderno – Sen. José Bernardo Cabral – Dr. Luciano Saldanha Coelho – Cel.-Av.Luís Mauro Ferreira Gomes – Gen.-Ex. Luiz Cesário da Silveira Filho – Gen.-Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa – Econ. Marcos Coimbra – Emb. Marcos Henrique Camillo Côrtes – Prof.ª Dr.ª Maria Helena de Amorim Wesley -Prof.ª Dr.ª Mina Seinfeld de Caracushansky – Ten.-Brig. Octávio Júlio Moreira Lima ✝ – Vice-Alte. Othon Luiz Pereira da Silva – Dr. Paulo Antônio Uebel – Gen.-Ex. Paulo Cesar de Castro – Ten.-Brig. Reginaldo dos Santos – Gen.-Ex. Rubens Bayma Denys – Desemb. Semy Glanz- Ten. R/2 Sérgio Pinto Monteiro- Vice.-Alte. Sérgio Tasso Vasquez de Aquino – Maj.- Brig. Umberto de Campos Carvalho Netto –

31 DE MARÇO DE 1964
VAMOS COMEMORAR, SIM!
NÓS E O POVO BRASILEIRO!

Vamos comemorar, sempre, esta data histórica para o Brasil, por todos os benefícios que ela nos proporcionou:

  • A libertação de uma ideologia política totalitária,sectária e pagã;
  • A fantástica média de 7,5% da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (a maior da História);
  • A redução da corrupção pública a níveis desprezíveis;
  • As grandes obras de infra-estrutura: o As hidroelétricas de Itaipu e de Sobradinho; o A Siderúrgica Açominas e a Ferrovia do Aço; o A Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói); os Metrôs de São Paulo e do Rio de Janeiro;
  • Modernização das Telecomunicações;
  • Os portos de Suape e de Paranaguá;
  • A rodovia transamazônica
  • A implantação estratégica dos Pelotões de Fronteira na Região Amazônica;
  • A instalação e o desenvolvimento das Indústrias de Material Bélico e Aeroespacial, tais como ENGESA e EMBRAER;
  • A criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e do Banco Nacional da Habitação;
  • A radical Reforma da Educação; o A implantação do Projeto Rondon;
  • A unificação dos Institutos de Previdência, e tantas outras obras importantes.
  • Não é por outra razão que os brasileiros consideram as suas Forças Armadas as instituições de maior credibilidade do País.

VAMOS LAMENTAR, SIM! NÓS E O POVO BRASILEIRO!
Vamos lamentar os desmandos havidos depois de encerrado o ciclo iniciado em 1964, entre outros:

  • A comprovação da corrupção generalizada de membros do governo anterior, punidos pelo Supremo Tribunal Federal, no triste processo dos “mensaleiros”;
  • A demissão de inúmeros Ministros do atual governo, acusados de corrupção;
  • A reinvenção do racismo e a oficialização do preconceito racial;
  • A “falência ” da Petrobras, a mentira do Pré- Sal e a submissa entrega da refinaria na Bolívia ;
  • A degradação do Parque Industrial e a volta à posição de exportador de “commodities”;
  • O desmonte da Indústria Bélica e o conseqüente retorno à condição de simples impor-tador de equipamentos militares;
  • O ressurgimento dos apagões, com a de terioração do Sistema Nacional de Energia Elétrica;
  • O aviltamento do Ensino Público, como pretexto para instituição de cotas raciais, inconstitucionais, além de imorais;
  • A decadência do Serviço de Saúde Pública, obrigando (os que podem) à contratação de dispendiosos planos de saúde;
  • O fracasso da obra de transposição do Rio São Francisco;
  • A injustificável incompetência administrativa, que retarda a conclusão da Hidrelétrica de Belo Monte;
  • A satanização das Forças Armadas e a manutenção de níveis ultrajantes de remuneração da tropa como Programas de Governo, mais uma vez explicitadas com a criação da chamada Comissão Nacional da Verdade e com a recente concessão dos ínfimos valores de reajuste dos soldos, a fim de enfraquecê-las e dissuadi-las de adotar qualquer reação aos absurdos que têm sido perpetrados contra o Povo Brasileiro;
  • Dispêndio de grandes somas do dinheiro público para sustentar e estimular a indolência de milhões de brasileiros por meio da concessão de humilhantes “bolsas-esmola”, com o objetivo de comprar a adesão de grande parcela do eleitorado nacional, garantindo, assim, o sucesso em suas eleições fraudulentas.
  • Este é, infelizmente, o quadro atual da condição do Brasil, que “festeja”, neste ano, a portentosa marca de 0,5% de crescimento do PIB nacional e o 38º lugar no mundo, ostentando, ainda, os últimos lugares do crescimento do PIB nos países sul-americanos. Tal situação os remete aos idos de 1960, quando o descalabro, a incompetência e a corrupção governamentais, inspirados por ideologias alheias às nossas tradições levaram o povo brasileiro ás ruas em busca do amparo das Forças Armadas para reconduzir aos trilhos da decência e da responsabilidade pública.

POR TUDO ISSO, E POR MUITAS OUTRAS RAZÕES MAIS, O POVO BRASILEIRO – PRECISA LEMBRAR E COMEMORAR, SEMPRE, COM SAUDADE E ESPERANÇA, O DIA – 31 DE MARÇO DE 1964.

É assim, pois, que louvamos este quadragésimo nono aniversário do movimento redentor que -salvou o Brasil da escravidão de um governo extremado e das arbitrariedades totalitárias de um partido -único, poupando, certamente, da morte nos paredões, milhares, talvez milhões, de cidadãos brasileiros.

VIVA O MOVIMENTO VITORIOSO DE 31 DE MARÇO DE 1964!

Rio de janeiro, 31 de março de 2013

Ivan Frota
Presidente

FONTE: A Verdade Sufocada

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Sisfron: implantação do projeto piloto começa pelo MS

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vinheta-clipping-forte1Novos equipamentos para a implantação do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) na fronteira de Mato Grosso do Sul começam a chegar no segundo semestre deste ano. O investimento no monitoramento da fronteira pelo Exército já chegou a R$ 200 milhões no Estado.

O recurso, oriundo do Governo Federal, já foi usado na compra de equipamentos como radares, construção de prédios e aquisição de viaturas.

Uma reunião entre gestores locais e nacionais acontece de hoje até quinta-feira (4) no CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande. De acordo com o major Robson de Menezes Peroni Campos, chefe da comunicação social do CMO, o encontro é o primeiro deste porte, já que as reuniões anteriores eram gerenciais.

O projeto piloto, que foi desenvolvido pela 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Dourados, será implantando a partir de Mundo Novo e Porto Murtinho, se estendendo para o restante de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Amazônia e fronteira da região sul do país.

Peroni explica que a reunião deverá estabelecer parâmetros, prazos e procedimentos que deverão ser seguidos durante a implementação do Sistema. O Governo Federal tem disponibilizado recursos e algumas medidas de implantação já começaram a ser tomadas.

Alguns veículos já foram adquiridos e estão sendo usados em ações de apoio nas fronteiras. Segundo Peroni, no projeto, os radares serão implantados de uma maneira que, além de aeronaves, veículos terrestres que trafeguem por estrada vicinais serão também detectados. “Serão radares móveis e fixos, além de tropas especiais. É de primeiro mundo”.

Os generais Carlos Roberto de Sousa Peixoto, vice-chefe do Estado Maior do Exército, João Roberto de Oliveira, gerente do Sisfron Nacional e o general de Brigada Elias Rodrigues Martins Filho, chefe do Centro de Operações do CMO e gerente local do Sisfron participam da reunião, onde mais de 50 pessoas envolvidas no projeto estão concentradas.

FONTE: campograndenews

COLABOROU: Ademir

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Apesar de a Coreia do Norte ter declarado “estado de guerra” contra o Sul, e da retórica agressiva do dirigente Kim Jong Un, não se percebeu ainda qualquer movimentação das forças de Pyongyang. Abaixo você confere imagens das regiões de Paju, Hwacheon e Pocheon, próximas à zona desmilitarizada entre os dois países. Estados Unidos e Coreia do Sul realizam patrulhas e exercícios conjuntos com blindados e artilharia nessas áreas desde o mês passado. Bombardeiros B-2 e caças F-22 já sobrevoaram a Coreia do Norte, e a Marinha americana enviou o contratorpedeiro USS Fitzgerald e a estação de radar SBX para o litoral do país.

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FONTE: Militaryphotos.net

vinheta-clipping-forte1Estudo inédito divulgado ontem, no Rio, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a compra de armas de fogo no Brasil caiu 35% após a criação do Estatuto do Desarmamento, sancionado em dezembro de 2003. Segundo a pesquisa, o número de pessoas que adquiriram armas legal ou ilegalmente, entre 2003 e 2009, sofreu uma redução de 57 mil para 37 mil. Na contramão dessa queda, os homicídios em residência com uso de armas de fogo cresceram cerca de 26%, indo de 2.503 para 3.155 homicídios.

O Ipea utilizou, pela primeira vez, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE para analisar os impactos do Estatuto do Desarmamento. As regiões que mais puxaram a queda na compra de armas foram Nordeste, Norte e Sudeste com reduções de 56,5%, 54,5% e 38,9%, respectivamente. A Região Sul foi a única que apresentou crescimento: 21%. A diminuição da venda de armas, porém, não foi suficiente para impedir o aumento nas taxas de homicídios. Segundo o Mapa da Violência 2013, as mortes no Nordeste aumentaram de 19,4 por cem mil habitantes, em 2003, para 27,7, em 2009. No Norte, subiram de 13,4 para 22,1. No Sul, cresceram de 15,9 para 19,3. Apenas o Sudeste registrou redução: de 28 para 16,4 homicídios (na média do Brasil, a taxa de homicídio caiu 1%).

Para Daniel Cerqueira, um dos coordenadores do estudo e diretor do Ipea, as mortes nas residências são as mais preocupantes:

- Tomei um susto. Isso mostra uma questão dramática. É preciso ter um controle da arma de fogo porque muitas das mortes ocorrem por motivos interpessoais, coisas banais, questões de família. O outro fator importante, que ainda é um tabu, trata-se da discussão sobre violência doméstica.

A redução na compra provocou crescimento de 11% no preço das armas.

- O Estatuto do Desarmamento restringiu o acesso. Por outro lado, 55% das compras são feitas de particulares, ou seja, compras pouco institucionalizadas, o que dificulta o controle – ressaltou Marcelo Neri, presidente do Ipea e ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

O Ipea apontou ainda que um aumento de 1% na compra de armas faz crescer 1% a 2% a taxa de homicídio.

- Se a compra de armas não tivesse aumentado nos anos 80 e 90, poderíamos ter uma taxa de homicídio que seria a metade da atual, semelhante à de nações como Costa Rica e República Dominicana – disse Cerqueira.

Como então houve aumento na taxa de homicídio de 2000 a 2010 mesmo em estados que reduziram o número de armas? Segundo Cerqueira, não é só o controle de armas que explica a taxa de homicídios, mas um conjunto de fatores:

- É como uma pessoa que se alimenta bem e mesmo assim enfarta. Ela se alimenta bem, mas fuma bastante e é muito sedentária. Da mesma forma, outras variáveis entram para explicar um aumento no número de homicídios, como o mercado de drogas, uma deterioração nas forças policiais. Se não tivesse tido a redução na proliferação de armas, esse quadro estaria pior ainda.

Ainda segundo o Ipea, os homens têm oito vezes mais chances de comprar uma arma. No entanto, essa demanda masculina sofreu redução de 45,1% após o estatuto. Os jovens entre 20 e 29 anos superam em 172% as pessoas 20 anos mais velhas na compra de armas, mas nesse quesito também houve queda de 51,2% entre 2003 e 2009.

Embora tenham menor renda, os analfabetos e as pessoas com até três anos de estudo compram armas com o dobro da frequência observada entre os que tem 12 anos ou mais de escolaridade. E a proporção de compradores de armas é 396,4% maior no campo do que nas metrópoles.

O sociólogo Antônio Rangel Bandeira, do Viva Rio, criticou o lobby pró-armas no Congresso:

- Há uma força do lobby de 29 parlamentares que defendem o interesse na venda de armas. São 73 projetos de lei que tentam derrubar o Estatuto do Desarmamento.

O Rio Grande do Sul, na região que está na contramão da redução na compra de armas de fogo, é o estado com mais armas por habitante. Segundo a Polícia Federal, o estado tinha 131.846 armas registradas em 2010, uma para cada 80 moradores.

- O referendo sobre o desarmamento já havia mostrado isso. Além de uma cultura de valorização do heroísmo, o estado tem relação muito próxima dos seus ideólogos com a indústria de armas – apontou o sociólogo José Vicente Tavares, coordenador do grupo de pesquisa Violência e Cidadania da UFRGS.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-forte1A informação de que a China voltaria a comprar novo armamento da Rússia tomou as páginas dos veículos de comunicação chinesa, gerando especulação sobre as especificações dos atuais e potenciais contratos para fornecimento de aparato militar.

Apesar do destaque dado à notícia, não se trata de um contrato final, mas de uma versão estendida de um acordo de intenções. A possível compra de 24 caças Su-35 e quatro submarinos do tipo Lada já é discutida há tempos pela imprensa local, embora não haja confirmações.

“Não foi levantada nenhuma questão de cooperação técnico-militar durante a visita do presidente da China, Xi Jinping, a Moscou”, rebateu uma fonte russa sobre tais informações.

O contrato potencial para os Su-35 pode se tornar o primeiro pedido de compra para a exportação desse tipo de aeronave, que é hoje fornecida à Força Aérea da Rússia. A iniciativa pode abrir as portas para novos mercados para os caças Su-35, além da China. É o caso do Vietnã e Indonésia, que já compram as aeronaves Su-30MK2.

Além disso, a procura de novas oportunidades tem levado a Rússia a investir na cooperação técnico-militar com países de outras regiões, como o Brasil. A concretização do negócio chinês simplificará bastante a futura promoção do Su-35 em mercados estrangeiros, acreditam os fornecedores.

Futuro incerto

As relações entre setor militar russo e o cliente chinês, embora não tenham sido extintas, esfriaram bastante ao longo dos últimos anos, sobretudo na indústria aeronáutica.

Em 2003, a China se aproveitou das disposições dos contratos existentes para executar a montagem de 200 caças Su-27SK. Por terem recebido a licença de produzi-lo com a denominação J-11, os chineses cancelaram os acordos e, assim, privaram o lado russo de metade dos rendimentos esperados.

O escândalo foi intensificado quando a Rússia alegou que a China havia introduzido alterações no projeto e lançado sua própria máquina com base na propriedade intelectual russa – sem a mínima compensação.

Para evitar novos conflitos, é preciso focar no volume de fornecimento, apontam os especialistas. Se o fornecedor teme que a China comprará um número mínimo suficiente e depois quebrará o contrato, então é preciso negociar o fornecimento do número maior possível de caças.

Por outro lado, a rigidez da posição chinesa dificulta as negociações. Enquanto os russos sugerem a compra mínima de 70 a 75 caça, a China teria confirmado o interesse em adquiria apenas 10 a 12 aeronaves. “Menos do que uma centena, nem vale a pena vender”, garantem os especialistas russos.

Pacote completo

As transações noticiadas aumentam as discussões sobre como o know-how russo será aproveitado pelos chineses. Por mais compreensível que seja os equipamentos recebidos serem submetidos a um estudo detalhado, e, se houver a necessidade, à reprodução, os russos querem uma garantia de compensação, de modo que o contrato contemple uma quantia referente aos riscos de cópia não autorizada.

Os acordos também estariam prevendo um projeto conjunto russo-chinês para desenvolver submarinos não atômicos, no qual a Rússia utilizará uma tecnologia bastante assimilada no trabalho em parceria com a Índia.

Esse pode ser um novo passo na intensificação da cooperação técnico-militar entre os dois países. Não se trata de uma coincidência que ambas as transações tenham sido anunciadas em um único pacote. O que está sendo pesado é se os riscos do fornecimento de caças modernos para a China compensarão os possíveis benefícios trazidos pelo desenvolvimento conjunto de tecnologias para submarinos não nucleares.

O resultado de um novo formato de cooperação técnico-militar deve depender, portanto, das políticas externas da indústria de defesa russa.


Publicado originalmente pela Ria Nóvosti

FONTE: Gazeta Russa

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vinheta-clipping-forte1Depois de declarar estado de guerra contra a vizinha Coreia do Sul, o governo comunista da Coreia do Norte manteve em curva ascendente a tensão regional. Desta vez, ameaçou com o fechamento do complexo industrial de Kaesong, onde cem empresas funcionam numa área governada conjuntamente por Pyongyang e Seul – além de prometer um reforço “quantitativo e qualitativo” de seu poderio nuclear. O presidente norte-coreano, Kim Jong-un, presidiu pessoalmente uma reunião do comitê central do Partido dos Trabalhadores e decidiu que a posse de armas nucleares, classificada como “a vida do país”, deverá ser fixada por lei. A radicalização do discurso renovou as preocupações de sul-coreanos e americanos. Mais do que uma escalada militar ou nuclear, especialistas de ambos os países apontam para indícios de um outro risco, mais silencioso, vindo no Norte: a ação de ciberterroristas.

Segundo a agência estatal norte-coreana KCNA, na reunião de ontem foi decidido também desenvolver um reator de água leve como parte de um plano de abastecimento energético ligado à indústria nuclear para fins civis, além de investir em tecnologia espacial e satélites mais avançados.

“As forças nucleares devem ser expandidas e fortalecidas com qualidade e quantidade até que a desnuclearização do mundo seja alcançada”, informou a agência.

- Esta é uma linha estratégica a ser sempre seguida – declarou Kim Jong-un.

As tensões na Península Coreana aumentaram nas últimas semanas diante de exercícios militares conjuntos de americanos e sul-coreanos na região. E ainda depois de novas sanções econômicas impostas pela ONU em punição a testes balísticos e nucleares perpetrados pelo Norte. Ontem, em tom desafiador, o regime de Kim Jong-un reiterou que suas armas atômicas não são objeto de barganha com o Ocidente.

“São o tesouro de um país reunificado que nunca poderá ser trocado por bilhões de dólares”, dizia o texto divulgado pela KCNA.

Longe dos governos, a retórica belicista causou preocupação também a milhares de trabalhadores das Coreias do Norte e do Sul. As ameaças de Pyongyang de fechar o complexo industrial de Kaesong põem em risco o sustento dos dois lados da fronteira. Pelo menos 50 mil operários norte-coreanos trabalham na região, que responde por US$ 90 milhões do orçamento anual de Pyongyang. A cerca de dez quilômetros da fronteira, o polo de Kaesong foi criado em 2004 como símbolo da cooperação entre os dois países. Segundo a agência Yonhap, o número de operários sul-coreanos é estimado em cerca de 15 mil. O complexo seguia em funcionamento até a noite de ontem.

- Por enquanto, não ocorreram problemas de funcionamento – indicou um porta-voz do ministério sul-coreano da Unificação.

Suspeita de ciberataque e ação contra banco

Países como Estados Unidos, Rússia e Japão já emitiram alertas e condenações à Coreia do Norte. Até pouco tempo atrás ainda apostava-se em alguma tentativa de aproximação com o super fechado regime de Pyongyang após a morte do ex-ditador Kim Jong-il, em dezembro de 2011, e a ascensão ao poder do filho, o jovem e atual mandatário, Kim Jong-un.

- Não podemos permitir uma provocação agressiva da Coreia do Norte – declarou o porta-voz do governo do Japão, Yoshihide Suga.

Apesar de considerar as ameaças como “sérias”, a Casa Branca lembrou que a retórica belicista sempre foi característica do regime comunista norte-coreano. E outras preocupações têm tanto ou mais peso para Washington e seus aliados em Seul – como recentes ataques cibernéticos ao sistema bancário e a redes de TV da Coreia do Sul duas semanas atrás. O Norte nunca admitiu envolvimento, mas especialistas do Sul e dos EUA acreditam que Pyongyang está por trás dos cibercrimes.

- Estamos convencidos de que isso significa que Kim está sacramentando seu lugar entre o povo e os próprios militares, que não o conhecem. Estamos preocupados com o que ele possa fazer depois, mas não estamos preocupados com o que ele ameaça fazer – disse um alto oficial do governo americano ao jornal “New York Times”.

Esses ciberataques teriam, ainda, semelhanças com um ataque balístico do Norte contra um barco do Sul em Cheonan, quando 46 marinheiros sul-coreanos morreram três anos atrás – o fator-surpresa e a dificuldade de provar, oficialmente e em curto prazo, o envolvimento norte-coreano. E essa dificuldade torna mais difícil qualquer tentativa de retaliação.

A ameaça de uma agressão silenciosa também causa desconforto no Sul. Afinal, países que estão prestes a lançar uma ofensiva militar não transmitem seus planos de batalha.

- Você esperaria que uma ordem militar seja dada em segredo. Acreditamos que eles estão jogando com o psicológico – sentenciou o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Kim Min-seok.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-forte1O governo federal editou Decreto nº 7970, de 28 de março de 2013, que regulamenta dispositivos da Lei 12.598/2012, marco legal para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa no país. Assinado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, ele foi publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União. A iniciativa está inserida no contexto do plano “Brasil Maior”.

Sancionada em março do ano passado, a Lei 12.598 assinala um ponto de inflexão no modo como o Brasil cuida da indústria de defesa. Além de instituir um marco regulatório para o setor, a norma diminui o custo de produção de companhias legalmente classificadas como estratégicas e estabelece incentivos ao desenvolvimento de tecnologias indispensáveis ao Brasil.

De imediato, a regulamentação traz a possibilidade de credenciar Empresas Estratégicas de Defesa (EED), homologar Produtos Estratégicos de Defesa (PED) e mapear as cadeias produtivas do setor. A norma também permite estimular as Compensações Tecnológicas, Industriais e Comerciais e fomentar o conteúdo nacional da Base Industrial de Defesa, bem como incrementar a pauta de exportações de produtos de defesa.

O decreto contempla ainda a criação da Comissão Mista da Indústria de Defesa – CMID, assessoria de alto nível que possibilitará a participação, junto com o MD, de outros órgãos e entidades (públicas e privadas) no credenciamento das empresas estratégicas de defesa e na homologação dos produtos estratégicos.

“A CMID atribui um perfil interministerial e multidisciplinar ao processo. Embora o ‘poder decisório’, por Lei, seja prerrogativa do MD, optou-se por uma sistemática interativa que ouve os diversos segmentos interessados no tema”, assegura o general-de-divisão Aderico Mattioli, diretor do Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (MD).
Licitação Especial.

Um dos elementos chave do novo decreto é a definição do Termo de Licitação Especial (TLE), uma opção concorrencial que permitirá que as compras e contratações do setor sigam uma lógica baseada não apenas nos custos dos projetos. Segundo o texto da regulamentação, a opção pelo TLE exige motivação para que o procedimento especial seja utilizado, permitindo a adoção de critérios com orientação mais estratégica, no intuito de fortalecer a Base Industrial de Defesa.

“Isso nos possibilita, por exemplo, levar em conta outras variáveis importantes na elaboração nos termos de licitação, como aspectos geopolíticos ou fatores micro e macroeconômicos de longo prazo, que permitirão às empresas brasileiras desenvolver capacidades tecnológicas e construir vantagens competitivas”, afirmou o general.

O decreto também garante às empresas estratégicas de defesa acesso a financiamentos para programas, projetos e ações relativas a bens de defesa nacional. Um aspecto importante, já que, em muitos casos, essas empresas necessitam de condições especiais de financiamento para levar seus projetos adiante, sobretudo iniciativas de maior horizonte temporal.

A próxima etapa da regulamentação da Lei 12.598/2012 será a definição das regras específicas do RETID, um regime especial de tributação que desonera empresas de encargos diversos. A novidade será regulamentada por ato específico. “Nossa expectativa é de que, uma vez sancionada a Lei de Conversão 1/2013 (MP 582), a proposta de decreto sobre o RETID seja apresentada pelo Ministério da Fazenda, com a participação do MD”, diz Mattioli.

“Demos um passo importante. Agora é trabalhar para que a regulamentação completa seja finalizada num curto espaço de tempo”, conclui.

Leia aqui a íntegra do Decreto nº 7970, de 28/03/2013.

FONTE: Ministério da Defesa

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