Não sou uma pessoa “expert” em aviação mas esse resgate me impressionou muito e Gostaria de compartilhar com vocês esse achado no youtube.
Mas antes de tudo gostaria de me apresentar, sou M. Belchior, um Policial Militar de Brasilia que acompanho o site Poder Aereo a algum tempo, por me interessar muito pela área.
Mas voltando ao assunto, Trata-se de um vídeo feito por um fuzileiro americano onde mostra um resgate de fuzileiros navais por um helicóptero. Mas o que achei de mais interessante é que o resgate é feito em um terreno bastante íngreme e por um piloto com uma perícia impressionante.
M. Belchior
Plano deve ser entregue ao ministro da Defesa até 31 de maio de 2012. Programa abordará recuperação de equipamentos e novas aquisições
O Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas brasileiras considerando os próximos 20 anos – até 2031. A instituição do grupo foi oficializada por meio de portaria publicada nesta terça-feira (20) no “Diário Oficial da União”.
A portaria visa a elaboração do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), que deverá analisar pesquisa, desenvolvimento, manutenção operativa, recuperação da capacidade operacional, harmonização de projetos, preferência de aquisição de produtos de defesa no Brasil e transferência de tecnologia, quando a aquisição ocorrer no exterior.
Conforme o texto, o PAED deverá observar uma projeção de curto prazo, até 2015, de médio prazo, de 2016 a 2023, e de longo prazo, de 2024 a 2031.
O grupo que será criado terá 60 dias para apresentar a metodologia do PAED. Devem participar o chefe de Logística das Forças Armadas, a Secretaria de Produtos de Defesa, além de representantes de outras pastas, conforme a portaria.
O texto estipula ainda que o plano seja apresentado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, até 31 de maio de 2012.
Presidente Dilma
Na segunda-feira (19), durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff defendeu o aparelhamento das Forças Armadas.
“Prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis. (…) O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forcas Armadas equipadas e qualificadas para cumprimento de suas funções”, afirmou a presidente em discurso para um público formado por militares e seus familiares.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada na semana passada mostrou que 50% dos entrevistados acreditam “totalmente” ou “muito” que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.
FONTE: G1
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Presidente defende modernização das FAs em solenidade
Para reduzir as vulnerabilidades na área da Defesa, a presidente Dilma Rousseff defendeu ontem a modernização das Forças Armadas. Em solenidade de apresentação de oficiais-generais recém promovidos, ela afirmou ainda que é preciso integrar as forças militares.
– Avançamos muito na área de Defesa nos últimos anos, mas, sem dúvida, muito ainda precisa ser feito, é imprescindível diminuir nossas vulnerabilidades, modernizar os meios operativos e integrar cada vez mais as três Forças.
FONTE: Zero Hora
O leitor Mateus Kirsanoff de Moraes enviou este vídeo e gostaria de saber se algum leitor tem mais informações sobre esta inovação.

Em uma cerimônia ocorrida nesta segunda-feira nas instalações da Agusta Westland em Yeovil, o último helicóptero Lynx Mk9A para Exército Britânico foi completado.
Esta ultima aeronave de um total de 22 helicópteros faz parte dos acordos firmados em novembro de 2008 e março de 2010. O primeiro deles, avaliado em 50 milhões de libras, englobava a modernização e atualização de 12 células de Lynx AH Mk.9.
Dentre as mudanças, foram substituídos os motores antigos pelo novo CTS800-4N (o mesmo que equipa do AW159 Lynx Wildcat), modificada a caixa de transmissão, parte da estrutura da fuselagem e equipamentos do cockpit compatíveis com os novos motores. O primeiro voo do Mk.9A ocorreu em 16 de setembro de 2009 e três meses depois o Exército recebia sua primeira aeronave.
O segundo contrato, avaliado em 42 milhões de libras esterlinas, previa trabalhos semelhantes em outros dez helicópteros Mk.9. Desta forma, todos os 22 Mk.9 do Exército seriam elevados à condição de Mk.9A.
As mudanças melhoraram o desempenho do modelo em climas quentes e de alta altitude, como aquele encontrado no Afeganistão. O primeiro dos Lynx AH Mk.9As foi enviado à Ásia Central em abril de 2010.
FONTE: Defensetalk
TRADUÇÃO E ADAPAÇÃO: Forças Terrestres
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Omaha (EUA) – De 15 a 17 de novembro, o Chefe do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber, baseado em Brasília e recentemente ativado), General de Divisão José Carlos dos Santos, participou do III Simpósio de Cibernética e Espaço, organizado pelo Comando Estratégico Norte-Americano.
O General José Carlos apresentou o Projeto de Implantação do Setor Cibernético no Exército Brasileiro e participou do painel sobre colaboração internacional no setor, junto com os representantes do Canadá, da Estônia e da França.
Fonte: EB
Mais de 40 anos depois do fim da guerra, os campos e as florestas do Laos ainda ocultam 80 milhões de artefatos explosivos e minas terrestres, um legado que impede o desenvolvimento deste empobrecido país do sudeste asiático. Os aviões B-52 e Nomad T-28, ambos da força aérea dos Estados Unidos, lançaram mais bombas no Laos durante a Segunda Guerra Mundial do que em toda Europa. Outros cálculos revelam que a planície das Jarras, onde o Vietnã do Norte estabeleceu suas bases, foi bombardeado a cada oito minutos entre 1964 a 1974.
“A cada dia, os agricultores precisam arriscar suas vidas para poderem ir ao trabalho no campo, onde facilmente podem se deparar com explosivos e minas terrestres”, explica à agência EFE a diretora do Centro de Informação da Artilharia sem Detonar de Luang Prabang, a laosiana Nu Kantanon.
Segundo a organização, encarregada de localizar e destruir os projéteis da guerra, mais de 22 mil pessoas morreram por conta das explosões registradas nesta região desde 1974 até a atualidade.
“Um morto ou um ferido por conta da explosão de uma mina traz profundas consequências e um dano irreparável para a família. Trata-se de uma firme marca do perigo que amedronta toda a comunidade”, diz a chefe do centro laosiano.
Entre 1963 até 1974, os Estados Unidos lançaram cerca de 270 milhões de bombas e minas terrestres no território laosiano, segundo as estimativas do Programa Nacional do Laos para a Artilharia sem Detonar.
Os implacáveis bombardeios das forças americanas tentaram destruir o corredor conhecido como “trilha de Ho Chi Minh”, que era usado pelo Exército do Vietcong para abastecer suas tropas infiltradas no sul do país.
Em quase todas as províncias de Laos foram registrados incidentes relacionados com a explosão de minas terrestres, um artefato que continua com carga ativa apesar da passagem dos anos.
“Há regiões onde o nível da superfície contaminada pelos projéteis é tão alto que muitos trabalhadores precisam adaptar sua maneira de viver ao perigoso legado da guerra. Na maioria das vezes, os trabalhadores são obrigados a reduzir de maneira considerável as zonas de cultivo dos terrenos”, indica a encarregada do centro de Luang Prabang.
A periculosidade das minas terrestres representa um empecilho para a economia do país, onde 75% da população se dedicam à agricultura e à pecuária em nível de subsistência.
Além de afetar o setor primário, base da economia deste país comunista, a eventual presença destas minas terrestres dificulta a construção de novas infraestruturas e impede um maior desenvolvimento do setor turístico.
Os programas de localização e desativação de bombas devem ser somados com outro pilar fundamental do programa do Governo laosiano: a educação. Em muitos casos, os fragmentos de antigas bombas são usados para fazer utensílios do lar ou serem vendidos em mercados destinados aos turistas.
“Pedimos aos colégios para explicarem às crianças todos os riscos destes artefatos, seja com representações teatrais e com marionetes, ou com simples conversas”, aponta Nu.
Apesar de a economia do país crescer anualmente aproximadamente 7%, o Laos é considerado um dos países mais pobres e menos desenvolvidos do Sudeste Asiático.
FONTE: Terra/EFE
O Exército anunciou ontem a construção do primeiro simulador de voo de helicóptero feito 100% no Brasil. A entidade agora estuda transferir a tecnologia para a polícia de diversos Estados, além da Marinha e da Aeronáutica. O projeto levou quatro anos para ser construído –em parceria com a empresa privada Spectra – e consumiu ao menos R$ 4 milhões.
É o primeiro equipamento do tipo a ser feito na América Latina. Trata-se de uma grande esfera que imita a cabine de um helicóptero e se movimenta imitando as manobras da aeronave. As imagens projetadas em seu interior são baseadas em fotos do território brasileiro e os movimentos do helicóptero em modelos matemáticos feitos pela Aeronáutica.
Ele permite tanto o treinamento de pilotos novatos como a simulação de missões de ataque ou de salvamento reais –poucas horas antes delas acontecerem. Isso ajuda os comandantes a decidirem se a ação planejada é viável e também a acostumar o piloto ao local onde serão realizadas.
São simulados, por exemplo, ataques com foguetes e metralhadoras contra inimigos em terra ou outros helicópteros, ou ainda pousos em locais difíceis durante missões de ajuda humanitária, tal como em enchentes.
Segundo o Exército, o projeto reduz custos. “A hora de voo de treinamento custa R$ 3.000. A do simulador sairá por R$ 300″, disse o general Eduardo Diniz, do Comando de Aviação do Exército. O simulador serve para treinar pilotos de helicóptero do modelo Esquilo (o Exército tem 36 deles), um tipo de aeronave largamente utilizado também por polícias militares e civis em diversos Estados.
“Há interesse do Exército em compartilhar essas tecnologias, oferecer condições para que as outras forças e órgãos ligados à defesa e à segurança pública possam usufruir desses desenvolvimentos”, disse o general Sinclair Mayer, responsável pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.
O equipamento também deve ser adaptado ao treinamento de pilotos de outros tipos de helicópteros usados pelo Exército.
Segundo a empresa Spectra, a tecnologia base desenvolvida pode ser usada para criar simuladores de combate com fuzil, tanto para militares quanto para policiais.
FONTE: Folha.com / FOTO: Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Nos últimos dois anos, o eletrônico mais popular no Afeganistão não tem sido o iPad ou telefones por satélites, mas o ROVER 5 (Remote Operations Video Enhanced Receiver). O ROVER é uma tela de vídeo de 14 cm que recebe imagens de vídeo de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) ou caças voando acima equipados com casulos Litening ou Sniper e até do AC-130. Cada ROVER 5 custa cerca de US$35 mil. Cada um pesa 1,6kg com o peso extra devido aos sistema de comunicação adicionais e uma grande bateria. O usuário controla a câmera de vídeo do ARP com um pequeno bastão em contato com a tela. Montado em um veículo pode dar visão a frente do caminho permitindo evitar emboscadas. Além de fazer reconhecimento a frente, olhando para a mesma imagem que os caças acima é possível evitar fogo amigo.
O primeiro ROVER era bem pesado, sendo projetado para enviar imagens do Predator para o AC-130. Com o sucesso na operação foi criado versões menores enviando imagens para laptops para uso por tropas em terra. O primeiro apareceu em 2002 após as Forças Especiais americanas pedirem um sistema semelhante. Em duas semanas o sistema estava operando no Afeganistão como o ROVER 2. Em 2004, o ROVER 3 entrou em operação pesando apenas 5,5kg e custando US$ 60 mil sendo comprados 700 modelos. O ROVER 4 entrou em ação em 2005 permitindo apontar e clicar no alvo para ser atingido sem precisar usar comunicação verbal por rádio. O mais novo é o Tactical Rover, pesando 440 grama, podendo enviar as imagens para monóculo no capacete, tablets ou laptops.

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