Os russos iniciaram o projeto de um soldado do futuro que deve estar pronto em 2014. Inicialmente deverão comprar equipamentos do Felin frances para testes. A versão russa terá 10 módulos para serem adaptados a várias condições diferentes de combate. Um soldado típico deverá levar 25 kg de equipamento incluindo armas, munição, roupas, blindagem, computador portátil e sistemas de comunicação.
1. A Bolha de crédito da China finalmente estourou. O mercado imobiliário está balançando descontroladamente. É difícil obter bons dados na China, mas algo está errado quando o site de imóveis Homelink relata que o preço das casas novas em Pequim despencou em novembro em relação ao mês anterior. Se isto é remotamente verdade, o calibrado pouso suave que as autoridades chinesas pretendiam está indo muito errado e os riscos girando fora de controle.
2. Os investidores estão subestimando maciçamente o risco de uma aterragem forçada na China, e certamente de outros BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China). Os BRICs estão caindo como tijolos (bric em inglês) e as crises são o home-blown, causado por seus próprios ciclos de altos e baixos de crédito. Acho que é altamente provável que a China vá desvalorizar o yen no próximo ano, arriscando uma guerra comercial.
3. A economia está totalmente fora dos eixos. O consumo caiu de 48pc para 36pc do PIB desde a década de 1990. O investimento subiu para 50pc do PIB. Isso está fora das cartas, mesmo para os padrões do Japão, Coréia ou Taiwan. Nada assim tem sido visto antes em tempos modernos. A Fitch Ratings afirmou que a China é viciada em crédito, mas com cada vez menos vontade para cada dose. Um dólar extra em empréstimos aumentou o PIB em 0,77 dólares em 2007. Agora em 2011 são $ 0,44. “A realidade é que hoje a economia da China exige um financiamento significativamente maior para atingir o mesmo nível de crescimento, como no passado”, disse o analista chinês Charlene Chu.
4. Professor Patrick Chovanec da Tsinghua de Pequim School of Economics, disse que a desaceleração do mercado imobiliário China começou em agosto, quando as empresas de construção informaram que os estoques não vendidos atingiram US $ 50 bilhões. Isso já se transformou em “uma espiral descendente de expectativas”. Uma queima de estoques está em curso. Enquanto isso, a desaceleração está se infiltrando no núcleo das indústrias. A produção de aço tem fraquejado.
5. Pequim foi capaz de contrariar a crise global em 2008-2009 com o desencadeamento de crédito, agindo como um amortecedor para o mundo inteiro. É duvidoso que Pequim pode repetir este truque pela segunda vez.
6. Mark Williams da Capital Economics disse que a grande esperança era que a China usasse sua farra de crédito após 2008, para ganhar tempo, mudando os crônicos sobre-investimento para o crescimento do consumo. “Isso não saiu conforme o planejado. Na verdade, a China enfrenta uma ressaca de desalavancagem épica, como o resto de nós”.
FONTE: A. Evans – Editor de Negócios Internacionais – The Telegraph, 15.12, via Ex-Blog do Cesar Maia
Cerca de 1.200 kits do equipamento devem chegar nos primeiros meses de 2012
O BPChoque (Batalhão de Choque da Polícia Militar) anunciou nesta quinta-feira (15) que está fazendo a licitação para compra de 1.200 kits de armaduras para os policiais que atuam no patrulhamento em grandes eventos.
De acordo com o tenente Lima Ramos, do BPChoque, as armaduras devem chegar ao batalhão no início do próximo ano.
- Essa armadura fornece segurança para o policial e cobre cerca de 90% do corpo, as primeiras foram fornecidas pela França, mas já estamos fazendo a licitação e nos primeiros meses de 2012 vamos receber 1.200 kits.
FONTE: R7
Um conflito internacional que já dura alguns anos no meio da selva amazônica teve mais um capitulo em Extrema de Rondônia, distrito a cerca de 350 km de Porto Velho.
Extrativistas e seringueiros brasileiros que moram na Bolívia e que já foram vitimas de integrantes de grupo paramilitares do país vizinho desta vez, resolveram fazer justiça com as próprias mãos, com a detenção em território brasileiro de um oficial da Marinha Boliviana.
Por volta de 19h30 desta terça-feira (14) a Polícia Militar recebeu a informação que extrativistas estariam mantendo um militar boliviano em solo brasileiro contra sua vontade. O grupo de cerca de 30 homens foi localizado no ramal Abunã, estrada que dá acesso ao país vizinho. No local, com os ânimos exaltados, brasileiros mantinham “detido” o tenente Juan Adalberto Pacheco Surriable (28).
De acordo com relato do tenente boliviano, registrado no B.O.1039/2011 na 9ª delegacia de Polícia Civil, os brasileiros tiveram recentemente apreendidos uma parte da safra de Castanha por não terem autorização para trabalharem no país. Também teriam sido surpreendidos com diversas toras derrubadas sem autorização. Uma embarcação brasileira também está apreendida.
Em retaliação, o grupo de seringueiros e castanheiros brasileiros estão impedindo a entrada de bolivianos do assentamento Molina ( cerca de 5 minutos rio Abunã acima) de fazerem compras no Brasil. O tenente alega que ao ter ido negociar com os brasileiros a liberação para compra de comida em Extrema foi feito refém.
Os extrativistas afirmam que o tenente Juan Pacheco é corrupto e pratica constantemente extorsão contra brasileiros que vivem em território boliviano há mais de 30 anos.O militar cobraria propinas para o trânsito de mercadorias. Com a detenção do tenente, os brasileiros reivindicavam a liberação dos produtos apreendidos.
O militar foi retirado do meio da turba e levado para o quartel em Extrema. Nenhum brasileiro foi preso. Durante a madrugada desta terça, o tenente boliviano foi encaminhado até Guajará Mirim, onde após exame de corpo delito foi repatriado, sendo entregue ao comandante da Marinha Boliviana de Guayara Mirim (BO).
O conflito tende a continuar enquanto o Governo Brasileiro não cumprir as promessas de reassentamento dos extrativistas em território brasileiro
FONTE: Rondoniaoavivo
Pesquisa foi feita com 3.796 pessoas em todo o país; margem de erro é 5%. Foi 1ª pesquisa realizada pelo Ipea de percepção sobre segurança nacional
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 50% dos entrevistados acreditam “totalmente” ou “muito” que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.
Os dados integram o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) do Ipea, que, nesta edição, mediu o temor da população a ameaças. Segundo o Ipea é a primeira vez que o instituto analisa o temor da população sobre questões de segurança nacional.
Foram ouvidas 3.796 pessoas nos 26 estados e Distrito Federal. A margem de erro é de 5%, informou o Ipea, instituto vinculado à Presidência da República.
Para os pesquisadores do instituto, a quantidade de pessoas que teme conflitos relacionados à Amazônia ou ao pré-sal é “surpreendente”, principalmente se comparado com outros números que mostram que, em ambos os casos, apenas cerca de 30% dos entrevistados descarta a ocorrência de um conflito por estes motivos. Os que acreditam “razoavelmente” na possibilidade de guerra são 17%.
Os pesquisadores destacaram também o fato de que na região Norte o percentual dos que temem “muito” os conflitos na Amazônia é de 66%.
“O percentual dos que estão na Amazônia, na região Norte, é muito alto. Ainda que isso [conflitos militares] não esteja no cotidiano, há uma mensagem clara de que essa preocupação já existe e fica maior ainda para o futuro”, disse o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Edison Benedito.
Para a chefe da assessoria técnica da presidência do Ipea, Luciana Acioly, os números mostram que a população está mais atenta a temas ligados ás riquezas do país, especialmente por causa da discussão sobre a divisão das receitas do petróleos, os royalties, que acontece no Congresso.
Além disso, as pessoas tem percebido a maior importância do Brasil no cenário internacional, de acordo com Luciana.
“Esse protagonismo brasileiro, essa importância que o Brasil está ganhando no mundo leva a população a perceber quais as encruzilhadas em que nos encontramos”, afirmou.
A pesquisa mostrou também que 34% dos entrevistados temem que o Brasil entre em guerra com outro país. Quando indagado sobre os países que representam ameaça, a maioria (37%) citou os Estados Unidos. O país, porém, foi também o mais citado (32%) como possível aliado.
“As pessoas ainda se veem ameaçadas com pais que tem capacidade militar sem paralelo. Ao mesmo tempo, as empresas americanas exportam, investem e a possibilidade de parceria é muito elevada. Essa ambiguidade decorre da variedade e da versatilidade do poder dos EUA”, disse o técnico de pesquisa e planejamento, Rodrigo Fracalossi.
Além do temor de guerra, os entrevistados responderam que têm medo do crime organizado (54%), como tráfico de drogas e armas, de desastres ambientais ou climáticos (38%), de epidemias (30%) e terrorismo (29%).
FONTE: G1
1. Segundo Douglas Farah, pesquisador sênior do Centro Internacional de Avaliação e Estratégia, nos EUA, “esses “narquitos” bolivianos não têm redes internacionais para mover o produto, quando está terminado”, diz ele. “Entram aí os grandes grupos brasileiros, porque é um mercado muito fácil de alcançar. E também os mexicanos, buscando alternativas para a sua linha de produção. Todos estão ali, tratando de armar as suas redes.” Com 3.500 km de fronteira seca com o Brasil, a Bolívia tem muito mais vias para escoar sua cocaína para cá do que o Peru e a Colômbia. “No último ano e meio, o Brasil se converteu em uma das mais importantes rotas da droga peruana rumo à Europa”, diz Jaime Antezana, especialista em narcotráfico no Peru.
2. Segundo a ONU, a Bolívia é o terceiro maior produtor mundial da folha, com uma área plantada de 31 mil hectares, atrás de Peru e Colômbia. Não há, no entanto, uma estimativa precisa sobre qual seria a área ideal para atender à demanda interna. Uma lei de 1998 reconhece apenas 12 mil hectares como legais para o uso tradicional. Mas o governo anunciou na semana passada que pretende atualizar essa lei.
3. A produção boliviana divide-se em duas grandes regiões. A primeira delas, a dos Yungas, fica no altiplano boliviano, próximo a La Paz. Há ali uma área estimada em cerca de 20,5 mil hectares, com uma produção de 28 mil toneladas, segundo Guedes. A segunda, fica na região conhecida como Chapare, perto de Cochabamba, onde apenas 10,1 mil hectares rendem 27,5 mil toneladas da folha. “De qualquer maneira, isso é muito mais do que se pode mascar ou fazer chá”, afirma Bo Mathiassen, representante da UNODC no Brasil. “A Bolívia ainda tem uma produção muito maior do que a demanda. O resto deve estar indo para o lado errado.”
4. No Chapare, apenas 4% da produção é negociada no mercado de Sacaba, responsável pela comercialização da produção local. O fato de que a folha do Chapare não é considerada própria para o uso tradicional – por ser mais ácida e de menor qualidade – só faz aumentar a suspeita de que boa parte da produção seja desviada para o tráfico.
5. Há países onde o narcotráfico opera com impunidade nas esferas mais altas, como na Venezuela e na Bolívia. Há uma criminalização generalizada desses governos. Seu plano econômico é insustentável e todos se vinculam ao narcotráfico, às Farc [narcoguerrilha colombiana] e a outros grupos criminosos como forma de sobreviver economicamente.
6. Na Presidência boliviana desde 2006, Evo Morales acumula o cargo de presidente da Federação de Cocaleiros do Trópico de Cochabamba. Durante seu governo, a área plantada com coca na Bolívia subiu de 25,4 mil hectares para 31 mil hectares no ano passado.
7. As divergências com os americanos também estão atrasando a assinatura de um convênio entre os dois países e o Brasil para o mapeamento dos plantios da folha de coca na Bolívia. Pelo acordo, o Brasil forneceria imagens de satélite e atuará na capacitação da polícia boliviana para a leitura desses dados. Já os americanos forneceriam equipamentos de GPS e outros para fazer a medição dos cultivos excedentes. Mas, diante da resistência de setores do governo Morales, a formalização desse acordo vem sofrendo sucessivos adiamentos.
FONTE: Valor Econômico, via Ex-Blog do Cesar Maia
O Exército americano encerrou oficialmente hoje (15) a guerra no Iraque, com o arriamento de sua bandeira militar em uma cerimônia em Bagdá.
Em discurso às tropas, o secretário de Defesa norte-americano, Leon Panetta, disse que palavras não podem fazer justiça aos sacrifícios feitos durante quase nove anos de campanha militar no país. Ele avaliou que o custo foi alto tanto para os Estados Unidos quanto para o Iraque, mas que a guerra deu origem a um país livre e soberano.
Os 4 mil soldados que ainda permanecem no Iraque devem sair nos próximos dias, mas alguns instrutores e trabalhadores terceirizados vão continuar no país.
Ontem (14), em um discurso para os soldados que retornaram aos Estados Unidos, o presidente Barack Obama disse que o momento era histórico e saudou a coragem e o profissionalismo dos militares.
Quase 4,5 mil americanos, além de dezenas de milhares de iraquianos, foram mortos durante o conflito, desde o seu início em 2003.
FONTE: Agência Brasil
A empresa espanhola URO Vehículos Especiales (UROVESA) recebeu um novo contrato do Exército Espanhol para o fornecimento de veículos de alta mobilidade Vamtac por cerca de 1,7 milhões de euros.
Este é o segundo contrato de venda de veículos Vamtac que a UROVESA firma nas últimas semanas. O primeiro foi anunciado em 30 de novembro e teria um valor de 6,27 milhões.
FONTE: infodefensa


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