QG Airsoft

Vítima de um IED

Um transporte de tropas 8×8 M1126 Striker do Exército dos EUA atingido por um IED no Afeganistão. O Exército está estudando alterar o projeto do veículo para torná-lo mais resistente a este tipo de ameaça.

FOTO: US Army

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Existem muitos jogos militares populares para PC e consoles, como a série Call of Duty, Battlefield Bad Company e outros. Mas existem aqueles que são muito mais realistas, como o Operation Flashpoint, a série Armed Assault, Rainbow Six, e Operation Flashpoint: Dragon Rising.

Para quem gosta de realismo, existe também o Project Reality Mod para o Battlefield 2, que é uma modificação que pode ser baixada gratuitamente para o Battlefield 2 (BF2), para Windows.

O Project Reality Mod roda ao lado da instalação do jogo, permitindo que o jogo original e o PR rodem separadamente, sem causar conflitos.

Os desenvolvedores do Mod visaram retrabalhar o jogo original desenvolvido pela Digital Illusions da Suécia (DICE), com condicionalismos legais e viáveis para criar uma atmosfera de combate mais realista, para a comunidades de jogadores.

Isto inclui vários ajustes em elementos no jogo, como a física, efeitos visuais e formato geral. Ao mesmo tempo em que modifica a forma de jogar, o PR introduz soldados Britânicos, Russos e Talibãs, mais outros desenvolvidos pela comunidade, como os Canadenses, Forças da IDF e muitas outros.

O Project Reality foi premiado em dois anos na competição ModDB. A equipe de desenvolvimento compreende vários indivíduos dedicados, que serviram as forças armadas e outros, que fornecem material de pesquisa e informações estatísticas.

O Mod já está na versão 0.91, que é sua décima quinta modificação. Para jogar o PR, você precisa ter uma cópia do Battlefield2.

Modificações disponíveis no PR:

  • Forças atuais: US Marine Corps, US army, Middle East Coalition (um exército do Oriente Médio genérico, com nova camuflagem e armas, como o hk G3, metralhadora MG3, RPG18, novos tanques T-72, etc), Chinese Army {PLA}, British Army, Canadian Army, Insurgentes do Oriente Médio, Talibã, Exército Russo, Militantes Chechenos, Exército de Israel, Militantes do Hamas, a na próxima versão (.92) o Exército Alemão e talvez outros. Todos as forças com armas realistas, como o US Army com M4s, PLA com QBZ, Britânicos com L85s etc.
  • Vários novos veículos: tanques T-72 tanks, o novo Abrams, Bradleys, BRDMs, “technicals” insurgentes, A-10s, Apaches, Marine Hueys, Chinooks, novos Hummers, Strykers, Tornados e Eurofighters, BTR60s, BTR80s, etc. Veículos com torretas precisam ter um motorista e um atirador para serem efetivos e requerem muita coordenação via VOIP para virarem verdadeiras máquinas de matar.
  • Um sistema de desvio para armas de fogo: quem gosta de “spray and pray”, não acerta ninguém. Para acertar o inimigo é preciso usar o sistema ótico e mirar com cuidado.
  • Sistemas de Kit: Quando o jogador vai para o “spawn”, pode escolher os kits básicos de riflemen ou kits especializados com uma SAW, um kit anti-tanque AT-4, ou sniper, marksman etc. Aviões e helicópteros requerem um kit de piloto e veículos blindados requerem um kit de tripulante. Isso evita que jogadores possam pular num tanque ou veículo e sair dirigindo, o que não é realista.
  • Modo “Advance and secure”: Diferentemente que o BF2, no PR os exércitos avançam e conquistam o território, como um exército real faz, em sucessão.

Visite o site realitymod.com, baixe e jogue. Se você já joga o PR, deixe aqui seus comentários.

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O sistema de Defesa Aérea de Moscou e da região econômica central russa vai receber novos sistemas, incluindo os S-400 e S-500.

A região econômica central é localizada na parte européia da Rússia, sendo a maior região industrial do país. Além de Moscou, as maiores cidades são Nizhny Novgorod, Smolensk, Yaroslavl, Vladimir, Tula, Dzerzhinsk, e Rybinsk.

SAIBA MAIS:

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Andrea Jubé Vianna

O plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei Complementar 10/2010, que cria o Estado-Maior das Forças Armadas (EMC) como órgão de assessoramento militar do ministro da Defesa e amplia os poderes do titular da pasta, hoje sob comando do ministro Nelson Jobim. A matéria vai à sanção presidencial. O projeto unifica as operações das três Forças Armadas ao reestruturar o Ministério da Defesa e o Estado-Maior de Defesa, criando o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Este órgão será chefiado por um oficial-general de último posto e terá a participação dos chefes dos Estados-Maiores das três Forças, mas será subordinado ao ministro da Defesa.

A proposta ressalta, ainda, que o ministro da Defesa exercerá, na plenitude, todos os poderes de direção das Forças Armadas que a Constituição e as leis não reservarem, expressamente, ao presidente da República. De autoria do Poder Executivo, o projeto altera a Lei Complementar 97/99, que dispõe sobre as normas gerais de organização das Forças Armadas. As modificações alteram a estrutura do Ministério da Defesa e estabelecem novas atribuições para as Forças Armadas no combate à criminalidade em casos excepcionais e de forma subsidiária.

O projeto dispõe, ainda, que o ministro da Defesa escolherá os secretários da pasta livremente, entre cidadãos brasileiros, militares das três Forças e civis, desde que respeitadas as peculiaridades e as funções de cada secretaria. A proposta também traz iniciativas destinadas a formar quadros de especialistas civis em defesa. A meta é que, no futuro, cresça a participação de civis em postos de comando no Ministério da Defesa.

O relator da matéria, Heráclito Fortes (DEM-PI), afirmou que as mudanças ocorrem num contexto positivo, em que se atribui maior participação aos civis numa área até então praticamente exclusiva de militares. “Tem-se, dessa maneira, iniciativa que valoriza o controle civil sobre as Forças Armadas”, concluiu.

FONTE: Agência Estado – 04.08.2010

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O Forte São Marcelo, cartão postal de Salvador cravado à beira do mar da Baía de Todos os Santos, cenário de tantas batalhas, agora é alvo de uma disputa que não tem cunho militar, mas envolve um coronel da reserva literalmente apaixonado pela construção, cuja primitiva concepção remonta a 1608. O foco da questão é o desejo da Associação Brasileira dos Amigos das Fortificações Militares e Sítios Históricos (Abraf) em continuar administrando o espaço-monumento histórico, que corre o risco de ser fechado à visitação pública e ver o embate entre as partes interessadas ser resolvido na Justiça.

“Desde o ano 2000 que a Abraf está à frente do Forte São Marcelo. Durante todo esse tempo vem desenvolvendo ações no sentido de mantê-lo aberto à visitação pública, apesar das dificuldades encontradas. Recebemos em pouco mais de quatro anos, mais de 300 mil visitantes. Desses, 100 mil foram estudantes. Em abril de 2008 solicitamos a renovação do Termo de Cessão de Uso firmado com o Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – a 13 de julho de 2000, por mais um período de 10 anos. Desde então, correspondências foram trocadas no sentido de viabilizar tal renovação, o que ainda não aconteceu”, revela o Cel. Anésio Ferreira Leite, diretor presidente da Abraf, em comunicado enviado à Tribuna da Bahia.

Conforme o militar da reserva, a Abraf enviou ofícios ao Governador Jaques Wagner e ao Prefeito João Henrique “solicitando apoio político no sentido de não deixar o Forte de São Marcelo fechar em vista de terem investidos recursos públicos. Caso contrário, o Forte voltará à situação anterior, de ruína. O Gabinete do Governador encaminhou ofício para o Iphan e o Prefeito determinou ao seu Chefe de Gabinete que conversasse comigo e sugerisse providências. Nada foi feito. A nossa preocupação é que não se chegue a um acordo e o Forte venha a fechar, com prejuízo para a cidade do Salvador”, declarou.

O Cel. Anésio Leite disse ter ido a Brasília, “conversar com o Ministro da Cultura ao qual está subordinado o Iphan, que se interessou pelo caso e passou para representantes do órgão a incumbência de providenciar a referida renovação. Nada foi feito”, lamentou o presidente da Abraf que também diz ter encaminhado correspondências para o apresentador Mário Kertisz e a deputada Lídice da Mata abordando o assunto, não obtendo respostas. “Estamos recorrendo ao espírito público dos senhores formadores de opinião, para engajarem-se nessa luta, que não deve ser só da Abraf e sim, de todos os soteropolitanos”, conclui no comunicado.

A Associação Brasileira dos Amigos das Fortificações Militares e Sítios Históricos é uma organização sem fins lucrativos e de utilidade pública, criada com o objetivo de defender, proteger e valorizar o patrimônio histórico brasileiro. Segundo o superintendente do Iphan na Bahia, Carlos Amorim, os processos referentes ao Forte de São Marcelo estão em Brasília sob a autoridade do presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, com o acompanhamento da chefia da Procuradoria Federal do órgão na capital nacional.

“Aqui na sede do Iphan na Bahia, não tramita nenhum assunto, no momento, referente ao Forte de São Marcelo. A não ser um assunto técnico, que diz respeito à restauração da coroa onde está assentado o Forte, que é parte de um processo de licenciamento”, adiantou Carlos Amorim que garantiu à Tribuna da Bahia não existir nenhuma possibilidade do Forte vir a ser fechado à visitação pública.

“O que haverá, seguramente, é a substituição do uso. O Forte pertence à União está sob a guarda do Iphan que o cedeu a esta instituição. Não sendo esta instituição será outra e haverá, provavelmente, um processo de escolha, de seleção, conforme orientação da Procuradoria Federal em Brasília, que em três pareceres sobre o caso identificou irregularidades e pediu a denuncia unilateral do contrato.

Os concessionários sabem exatamente do que se trata por que foram notificados da decisão, após auditoria administrativa realizada anterior à minha posse, ocorrida em 7 de novembro de 2008. O Forte não vai ficar sem uso, porque ele é parte importante no processo de revitalização do bairro do Comércio”, ressaltou o superintendente do Iphan no estado.

FONTE: Tribuna da Bahia

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O site Wikileaks foi duramente criticado pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras. Em carta assinada pelo presidente da entidade, Jean-François Julliard, o recente vazamento de 92 mil documentos secretos do exército dos EUA sobre a ocupação do Afeganistão foi tratado como uma “incrível irresponsabilidade”.

“Revelar a identidade de centenas de pessoas que colaboraram com a coalizão no Afeganistão é extremamente perigoso. Não seria difícil para o Talibã e outros grupos armados utilizarem esses documentos para montar uma lista de pessoas para ataques mortais”, diz a carta.

Segundo Julliard, o site Wikileaks já prestou bons serviços no passado, divulgando documentos que expuseram sérias violações aos direitos humanos e às liberdades civis, como um vídeo que mostrou o assassinato de dois funcionários da agência Reuters por militares americanos.

“Tal imprudência deixa em perigo suas próprias fontes e, além disso, o futuro da internet como um meio de informação”, critica Julliard.

Para a organização, a divulgação de milhares de documentos secretos deveria ter sido filtrada para evitar a exposição dos nomes de pessoas envolvidas. “O trabalho jornalístico envolve a seleção da informação. O argumento que o Wikileaks não é feito por jornalistas não é convincente. Wikileaks é um canal de informação e, sendo assim, está sujeito às mesmas regras que outras mídias”, afirma a carta.

FONTE: Comunique-se

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Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha.

Principais características:

  • Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
  • uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha;
  • a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão podendo ser vista na imagem de detalhe do cano do 5,56. A luva também está disponível no 7,62;
  • os zarelhos para fixação de bandoleira do 5,56 diferente do 7,62. Neste último, o zarelho é rotativo e preso no cano. No 5,56, é preso junto ao guarda-mão e localizado em ambos os lados do corpo da arma (em forma de borboleta);
  • os trilhos Picatinny para fixação de acessórios diversos;
  • a coronha do 5,56 (foto com detalhe) retrátil e rebatível;
  • nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL;

IA2 762

IA2 556

Detalhe da Coronha 5,56

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre o novo fuzil IMBEL no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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O Irã cavou valas comuns para enterrar soldados americanos no caso de um ataque dos EUA ao país, segundo um ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana.

O general Hossein Kan’ani Moghadam disse que as valas foram preparadas na Província do Khuzestão (sudoeste), mesmo local onde o Irã enterrou soldados iraquianos mortos na Guerra Irã-Iraque (1980-1988).

“As valas comuns que usamos para enterrar os soldados de Saddam Hussein, à época o ditador do Iraque agora estão sendo preparadas para os soldados dos EUA”, disse ele.

A declaração foi encarada como uma resposta a especulações de que o Exército americano teria um plano para atacar o Irã, caso o país insista em desenvolver armas nucleares -intenção negada por Teerã- e as sanções ao regime não surtam efeitos.

As imagens, acompanhadas de uma música dramática, revelam fileiras e fileiras de grandes buracos simétricos espalhados por uma região desértica.

Segundo a agência, o Instituto para a Defesa de Valores da Guerra Santa – órgão iraniano que geralmente publica livros e produz filmes sobre a Guerra Irã-Iraque – é o responsável pela gravação e a divulgou para “mostrar simbolicamente que o Irã está pronto para enterrar invasores do seu solo”.

A disputa entre Washington e Teerã se intensificou após a ONU (Organização das Nações Unidas) impor, em junho, um novo conjunto de sanções contra o país persa. Nas semanas seguintes, os EUA adotaram sanções unilaterais ao Irã, assim como a União Europeia.

Em resposta, funcionários da República Islâmica têm ameaçado fechar o estreito de Ormuz -medida que teria enorme impacto no mercado petrolífero global- e atacar Israel e bases americanas no golfo Pérsico caso sejam agredidos militarmente.

FONTE: Folha de São Paulo

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O presidente Lula assinou decreto, nesta terça-feira (10/8), “internalizando” as sanções impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, mas o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, frisou que o governo brasileiro é contrário às medidas e que elas não trarão qualquer prejuízo às relações comerciais entre Brasil e o país persa. Segundo o ministro, o decreto envolve apenas as diretrizes da ONU e não as sanções unilaterais adotadas pelos Estados Unidos ou União Européia.

Amorim disse que a decisão do governo brasileiro refere-se apenas às determinações da resolução número 1929 que se relaciona ao comércio de armamentos pesados ou equipamento para produção de energia nuclear. Os acordos no setor de agroindústria, por exemplo, não serão prejudicados. O chanceler brasileiro fez questão de explicar qure as indústrias brasileiras com negócios no Irã têm liberdade de decidirem pela manutenção ou não de seus respectivos negócios. De parte do governo, nenhuma decisão impedirá a continuidade do comércio bilateral.

Isso não afetará profundamente as relações com o Brasil. Peço que prestem atenção na resposta. O Brasil, embora sem concordar com elas e sem concordar com o método neste momento em que o Irã fez uma abertura, está internalizando as sanções adotadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. As sanções unilaterais, do ponto de vista legal nosso, não nos concernem. Agora não posso dizer que uma empresa que tenha negócio com o Estados Unidos e que prefira não se arrriscar. Isso é um problema da empresa. Não será uma disposição legal brasileira. Não aceitamos as sançoes unilaterais. Nós somos respeitadores das leis internacionais ao contrário de outros que muitas vezes praticam ações unilaterais, que frequentemente criticam o direitos humanos de um lado e financiam governos que violam direitos humanos de outro. Nós seguimos a lei internacional e a lei internacional manda que nós façamos isso.

Na entrevista, Amorim voltou a relatar sobre os procedimentos do governo brasileiro em favor de Sakineh Mohammadi Ashtiani condenada pelo govereno iraniano a morte por apedrejamento. O chanceler contou também que Colômbia e Venezuela estão em processo de entedimento para o pronto restabelecimento da paz. Além disso, confirmou que um avião da FAB [Força Aérea Brasileira] foi colocado à disposição do presidente do Paraguai, Fernando lugo, para que venha ao Brasil onde se submeterá a tratamento médico para câncer.

FONTE: Blog do Planalto

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