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Argentina e Chile também assinariam contratos

 

O diretor da empresa estatal russa Rostekhnologii, Sergei Chemezov, informou nesta quarta-feira, 25, que a Rússia pretende fechar contratos para a venda de armamentos para Brasil, Argentina e Chile. Ele afirmou que há a possibilidade de assinar contratos de cooperação técnico militar com os três países sul-americanos.

Em relação a Venezuela, que é o principal comprador de armamentos russos, o diretor informou que não se espera fechar novos contratos por enquanto. Chemezov destacou ainda que em 2011 a Rússia exportou quase US$ 12 bilhões de dólares em armamentos e que, em 2012, este número deve ser superado.

FONTE: Diário da Rússia

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O Ironman em ação

Tropas americanas no Afeganistão usaram a criatividade para resolver um problema comum nas operações do dia a dia. Na discussão após uma missão notaram o quanto era difícil manter três soldados de uma peça de metralhadora juntos em um terreno complexo durante a batalha. Lembraram do filme Predator onde havia um soldado operando uma Minigun com uma caixa de munição nas costas. Após algumas risadas um sargento resolveu colocar a idéia em prática.

As tropas usavam uma metralhadora Mk 48 de 7,62 mm e tinham que usar cintas de munição de 50 tiros para facilitar o uso, mas durava muito pouco tempo em combate tendo que rearmar frequentemente. Então pegaram uma mochila ALICE e colocaram duas caixas de munição. Adicionaram a um sistema MOLLE para levar outros equipamentos. Usaram a cinta de alimentação de uma torreta CROWS para direcionar a munição. O resultado nos testes foi melhor do que esperavam. Em fevereiro de 2011 a mochila “Ironman” foi usada em combate e funcionou.

Cientistas do US Army viram fotos do protótipo o logo gostaram da idéia. Em 48 dias já tinham um protótipo mais simples e eficiente pesando 19kg com 500 tiros. As notícias sobre o Ironman logo se espalharam e todas as tropas começaram a fazer seus pedidos. O conceito não é tão novo assim. No Vietnã os Seals usaram um sistema semelhante para alimentar suas metralhadores M60E3 como visto na foto abaixo.

 

Cristalina (GO) – Nos dias 14 e 15 de janeiro, o 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz do 16º Contingente Brasileiro, em preparação para a missão no Haiti, recebeu, em Brasília, o Pelotão das Forças Militares do Paraguai que integrará o efetivo do referido Batalhão.

Os militares do Pelotão das Forças Militares do Paraguai conheceram a capital do País e, no dia 16 de janeiro, realizaram o deslocamento para a 3ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cristalina (GO), Grande Unidade responsável pelo preparo do Batalhão, e permanecerão neste município para participarem da concentração final da tropa e dos Exercícios Básico e Avançado de Operações de Paz.

A preparação da tropa é faseada e os Exercícios Básico e Avançado de Operações de Paz permitem aos integrantes do Batalhão aplicarem todas as técnicas, táticas e procedimentos aprendidos durante a fase de preparo, coroando o adestramento do Contingente, antes do embarque para o país caribenho.

FONTE: EB

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 12 de janeiro, data do segundo aniversário do terremoto que vitimou centenas de milhares de pessoas no Haiti, foi realizada uma formatura em homenagem aos militares brasileiros mortos na catástrofe, nas dependências do 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz. Na oportunidade, foi depositada uma corbelha de flores no Memorial às Vítimas do Terremoto de 12 de janeiro de 2010.

A solenidade foi presidida pelo Comandante do Contingente Brasileiro no Haiti, Coronel Luciano Mendes Nolasco, e contou com a presença do Comandante do 2º Batalhão de Infantaria de Força de Paz, Coronel Enio Machado Martins Júnior, do Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz, Tenente-Coronel José Sirnando Cavalcante das Neves, e do Comandante do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Claudio Eduardo Silva Dias.

FONTE: EB

Em Brasília, o ministro da Defesa presta honras militares ao ministro da Defesa do Suriname. À tarde, viaja para a Venezuela.

Segue a agenda:

  • 10h00 – Emb. Marcelo Baumbach/Embaixador do Brasil no Suriname
  • 10h40 – Honras Militares ao ministro da Defesa do Suriname
  • 11h00 – Reunião Bilateral
  • 14h00 – Decola para Caracas
  • 18h00 – Encontro com o presidente Hugo Chávez

A Força Aérea russa receberá mais de 30 sistemas de defesa aérea Vityaz (na imagem, a maquete do sistema) e 100 Pantsir-S até 2020, disse o porta-voz coronel Vladimir Drik na segunda-feira, segundo a RIA Novosti. “Estamos planejando adquirir até 2020 mais de 100 sistemas de curto alcance Pantsir-S e mais de 30 de médio alcance Vityaz, para rearmar as unidades de defesa aérea “, disse Drik.

O Pantsir-S é um sistema de curto e médio alcance combinando mísseis superfície-ar e sistema de artilharia destinado à defesa de ponto e de área. Ele carrega até 12 mísseis superfície-ar de dois estágios de combustível sólido prontos para lançar e dois canhões de 30 milímetros automáticos que podem atingir alvos a uma distância de até 4 km.

O Vityaz vai substituir o ultrapassado sistema S-300PS, cuja vida útil está chegando ao fim nos próximos dois anos. O Vityaz irá complementar o Morfey, o S-400 e o S-500 na futura rede de defesa aeroespacial para atingir alvos a distâncias de cinco a 400 quilômetros, e em altitudes de cinco metros até próximo do espaço.

FONTE: RIA Novosti

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Gustavo Brigatto

O Exército brasileiro decidiu usar armas nacionais para se defender no ciberespaço. A corporação concluiu duas licitações com valor total de pouco menos de R$ 6 milhões para a compra de sistemas antivírus e de um simulador de guerra cibernética. Os contratos foram vencidos pela BluePex, de Campinas (SP), e pela Decatron, do Rio.

O investimento faz parte das iniciativas do Exército para se preparar para eventuais contra-ataques a ameaças cibernéticas. “Queremos estar com um nível tecnológico bastante avançado até 2015″, diz o general Antonino Santos Guerra, comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex), órgão responsável pelas duas compras recentes. “Vamos nos defender, mas também nos preparar para o ataque. O Exército é escudo e também espada”, diz.

De acordo com Guerra, até o fim do ano podem ocorrer mais quatro pregões. Na lista de compras estão serviços de perícia e equipamentos para detectar acessos não autorizados a redes de computadores, entre outros sistemas.

A preferência por tecnologias nacionais tem dois objetivos, explica Guerra: estimular o crescimento das companhias nacionais de tecnologia da informação (TI) e reduzir a dependência do Exército em relação a fornecedores internacionais.

Tanto nas compras que acaba de fazer, como nas que estão previstas, o Exército vai exigir que as vencedoras das licitações transfiram para a corporação as tecnologias vendidas e as funções desenvolvidas no período do contrato. Com essa medida, o Exército poderá, no futuro, manter suas estruturas funcionando com pessoal próprio.

Para o simulador de guerra cibernética – um sistema de treinamento que permite criar situações fictícias de ataques virtuais a redes de computadores – o general comenta que o Exército deixará de ter problemas com as constantes atualizações dos pacotes de mercado, que exigem o pagamento de licenças para ser renovadas. Por R$ 5,1 milhões, a Decatron está desenvolvendo um sistema novo que começará a ser instalado até o meio do ano, informa Carlos Rust, sócio-diretor da companhia.

No caso do antivírus, o Exército vai substituir os sistemas da espanhola Panda (comprados em 2010), pelos softwares da AVware, uma empresa da BluePex. O contrato de R$ 800 mil prevê que o software, lançado comercialmente em 2011, seja instalado em todos os 60 mil computadores que compõem a rede da corporação, a EBNet.

A companhia também vai treinar os militares nas técnicas de detecção e remoção de ameaças virtuais e criar um centro de análise dedicado em Brasília. Dessa forma, os dados na EBNet não precisarão deixar o ambiente militar para ser avaliados, como acontecia com produtos de outras empresas, diz Jefferson Penteado, presidente da BluePex. “Isso dá segurança ao Exército de que as informações não serão roubadas”, afirma.

Guerra diz não tem reservas quanto à utilização de tecnologias desenvolvidas por empresas de pequeno porte, em substituição a produtos de grandes fornecedores internacionais. “A única diferença entre essas empresas é a disponibilidade de capital para ter uma grande estrutura de detecção de vírus. E se a gente não comprar deles [das companhias nacionais], eles serão pequenos sempre”, diz. De acordo com o general, as empresas que venderem para o Exército poderão usar as tecnologias desenvolvidas em seus produtos, o que fomentará seu crescimento.

Penteado, da BluePex, afirma que a nova versão do AVware para empresas, que será lançada em fevereiro, vai incorporar algumas funções originadas do contrato com o Exército. “É uma vitrine muito importante”, diz.

O plano de defesa cibernética do Exército tomou forma no fim de 2010 e começou a sair do papel no ano passado, com a criação do Centro de Defesa Cibernética, o CDCiber. Comandado pelo Exército, o centro tem o objetivo de reunir as ações de proteção virtual das Forças Armadas.

O centro está sob o comando do general José Carlos dos Santos, paulista de Sorocaba que estava preparando sua aposentadoria quando foi convidado a permanecer por mais quatro anos, por conta de sua experiência nas áreas de comunicações e tecnologia da informação (TI). Em entrevista ao Valor no ano passado, Santos disse que o CDCiber vai precisar de cerca de R$ 100 milhões por ano até 2015.

Para 2012, o orçamento do CDCiber é de R$ 83 milhões. O montante será investido em equipamentos, softwares e capacitação de pessoal. De acordo com Guerra, 500 militares serão treinados na área de defesa cibernética.

O maior exército do mundo pertence a um … partido

O Exército de Libertação Popular da China (ELPC), a maior força militar do mundo com aproximadamente três milhões de militares, não pertence a uma nação, mas sim a um partido.

O ELPC, que agrega as forças navais, terrestres, aéreas e estratégicas, é o braço armado do Partido Comunista da China (PCC). O comando do ELPC é feito por uma comissão do PCC e o Ministério da Defesa da China não possui nenhuma autoridade sobre as Forças Armadas.

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