Candidatos devem ter nível médio, no mínimo 16 anos e no máximo 22 anos de idade
O Comando do Exército, por intermédio do Instituto Militar de Engenharia (IME), abre neste domingo (17) as inscrições para o Concurso de Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Ativa do Quadro de Engenheiros Militares, que oferece 52 vagas, e para Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Reserva do Quadro de Engenheiros Militares, que oferece 43 vagas.
O Instituto Militar de Engenharia localiza-se na cidade do Rio de Janeiro. É o estabelecimento de ensino do Departamento de Ciência e Tecnologia, responsável, no âmbito do Exército Brasileiro, pelo ensino superior de engenharia, voltado para o emprego militar, e pela pesquisa básica, tendo como finalidade formar recursos humanos para atender às necessidades do Exército. Ambos os cursos graduam engenheiros entre as especialidades oferecidas, definidas anualmente pelo Estado-Maior do Exército.
A distribuição dos alunos pelas várias especialidades é feita respeitando-se a classificação acadêmica durante o ciclo básico do curso de graduação em engenharia. As especialidades a serem oferecidas aos alunos que concluírem o ciclo básico no ano de 2011 são fortificação e construção (engenharia civil) – elétrica – eletrônica – comunicações – mecânica e de armamento – mecânica e de automóveis – materiais – química – cartografia – computação.
Ativa
O Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Ativa destina-se a candidatos de ambos os sexos, com ensino médio, que desejam seguir a carreira militar. O curso tem a duração de cincos anos e currículos estruturados para atender à graduação em engenharia militar e à formação do oficial.
Ao matricular-se, o candidato adquire a condição de militar e de aluno do Curso de Formação de Oficiais da Reserva do IME e recebe fardamento, alimentação, assistência médica, dentária, psicológica, alojamento e soldo. No 5º ano, passa a 1º tenente. Ao término do curso será nomeado oficial da ativa do Quadro de Engenheiros Militares e terá pela frente toda a carreira a seguir no Exército, passando gradativamente pelos postos de 1º tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel. Dependendo do seu aperfeiçoamento e desempenho profissional, poderá galgar os postos de General-de-Brigada e de General-de-Divisão.
Reserva
O Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Reserva destina-se aos candidatos com ensino médio, que não desejam seguir a carreira militar. O curso tem a duração de cinco anos e currículos orientados para atender à graduação em engenharia e à formação de oficial da reserva.
Ao matricular-se, o candidato adquire a condição de militar e de aluno do Curso de Formação de Oficiais da Reserva do IME, que está estruturado para funcionar no primeiro ano do Curso de Formação e Graduação/Reserva. O aluno receberá fardamento, alimentação, assistência médica, dentária, psicológica, alojamento e soldo, apenas durante o Curso de Formação de Oficiais da Reserva. Ao concluir o curso, o aluno prosseguirá os quatro anos restantes, na situação jurídica de civil, como aluno do curso de graduação. Por se tratar de uma Organização Militar, o aluno civil deverá manter conduta compatível com a instituição, devendo obedecer às Normas Internas para Controle Disciplinar de Alunos Civis do IME e à Lei do Ensino no Exército.
Após a conclusão do Curso de Formação e Graduação/Reserva, o aluno que optar por ser oficial da reserva de 2ª classe poderá realizar, em caráter voluntário, o Estágio de Instrução Complementar de Engenheiro Militar, com duração de 12 meses.
Requisitos, inscrições e provas
Os candidatos devem ter nível médio, no mínimo 16 anos e no máximo 22 anos de idade, completados no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2011.
Para efetuar a inscrição, o candidato deverá preencher o formulário de inscrição de forma eletrônica, no site www.ime.eb.br, até 2 de setembro, e realizar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 95,00.
O processo seletivo terá exame intelectual, inspeção de saúde e exame de aptidão física. O exame intelectual será realizado entre os dias 7 e 27 de outubro.
FONTE: G1
- A aproximação da data limite para que o Congresso dos EUA autorize a ampliação da dívida pública do governo cria uma excitação nos mercados e no noticiário da imprensa. Analistas carregam nas tintas. Obama se reúne com parlamentares. E se cria um clima de incerteza no mundo todo. Pura ingenuidade. É claro que os republicanos vão autorizar a expansão do endividamento.
- O que os Republicanos fazem é desgastar Obama, empurrar para ele a responsabilidade pela situação, e obter uma vitória política para suas teses relativas à redução do déficit fiscal, via diminuição do gasto público. E, se for possível, empurrar este jogo por mais algum tempo.
- Em 2012 há eleição presidencial. Após a vitória republicana para o Congresso em 2010 em função das críticas republicanas quanto às reformas de Obama, passaram a percepção de um presidente fraco. Obama recuperou prestígio com a morte de Bin Laden e o anúncio da retirada de soldados do Afeganistão.
- Agora é a vez dos Republicanos. Se houvesse um acordo de partida no Congresso e com Obama, não ficaria claro para a opinião pública a situação de endividamento, vis a vis uma data limite para sua expansão. Com essa pressão, os Republicanos ganham uma publicidade gratuita sobre a crítica que fazem à gestão econômica de Obama.
- E claro, no momento critico autorizam, pois além desse ponto, o desgaste seria deles. Se conseguirem autorizar a ampliação sem exagero, e tiver uma redução do gasto público substantiva, estarão politicamente vitoriosos e abrirão caminho para 2012. Pode ser um jogo arriscado, mas por enquanto vai dando certo.
- Como têm demonstrado nos últimos 30 anos, pós-Nixon, os Republicanos sabem como fazer oposição. Não foi muito diferente na primeira eleição de Clinton, que no ano anterior enfrentava um Bush-pai imbatível, depois da guerra do golfo. E, entrando pela economia (“é a economia, estúpido”), inverteu o jogo.
- Em 2012, nos EUA, não há mais favoritos, no mínimo.
Uma onda de desânimo vem tomando conta do setor produtivo e, aos poucos, o pessimismo começa a se traduzir em redução de investimentos e demissões. Na expectativa do anúncio da nova política industrial do governo, representantes de diversos segmentos da economia ouvidos – incluindo calçadista, têxtil, de plástico e papel – afirmam que a agenda econômica empacada no governo e a persistência de problemas como câmbio, inflação e turbulência internacional podem até não afetar o crescimento da economia neste ou no próximo ano (estimado em 4%), mas cobrarão a fatura no futuro.
FONTE: O Globo, via Ex-Blog do Cesar Maia
Estréia nesta terça-feira, dia 19 de julho, a primeira série brasileira sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Inspirado em uma história real de três pracinhas mineiros, ela irá contar em 5 capítulos semanais a saga da Força Expedicionária na sua mais sangreta batalha, a de Montese.
Produção 100% Mineira que conta no seu elenco principal grandes atores mineiros como Adriano Gilberti, José Roberto Pereira e Leonardo Fernandes (eleito melhor ator de Minas pelo Prêmio Simparc 2011). A direção é do jovem Guto Aeraphe, apontado por alguns jornalistas como revelação do novo cinema independente brasileiro.
Numa parceira inédita no Estado, a série será exibida através do Portal Uai, empresa do grupo Diários Associados, um dos maiores grupos de mídia do país. Além da web, o jornal Estado de Minas e a TV Alterosa/SBT farão uma série de repotagens sobre o assunto, dando ao espectador mais do que entretenimento e sim conhecimento sobre um período tão importante da história do Brasil e mundial.
Você não pode perder!
Para ver o trailer, fotos de making of, diários de produção e outras informações acesse o site oficial do filme www.heroisdafeb.com.br , também o nosso blog www.heroisofilme.blogspot.com.br, ou ainda nossa página no Facebook http://www.facebook.com/pages/Filme-Her%C3%B3is-O-Brasil-na-Segunda-Guerra-Mundial/161331443930225
Site do Portal Uai www.uai.com.br
Os agentes de segurança particular da América Latina são os mais armados do mundo, com uma taxa de posse de armas por funcionário 10 vezes superior à da Europa Ocidental, segundo um relatório apresentado nesta quarta-feira em Genebra.
O “Relatório de Armas Leves 2011″, publicado pelo Instituto de Estudos Internacionais e de Desenvolvimento, reflete a grande expansão da segurança privada nos últimos 20 anos, até o ponto que o setor emprega na atualidade pelo menos 20 milhões de pessoas, quase o dobro que policiais em atividade.
O diretor da pesquisa, Robert Muggah, afirmou em entrevista coletiva que “América Latina, eem particular América Central, têm os níveis de violência mais altos do mundo, com taxas que multiplicam por seis a taxa média mundial”.
Muggah acrescentou que na região “existe a tradição de potencializar a segurança privada para substituir a Polícia na proteção de bancos, bairros e indivíduos, com um amplo leque de atividades”. Isto explica o fato de que a indústria da segurança privada seja especialmente próspera na América Latina, mas não por que seus empregados dispõem de autênticos arsenais em comparação com seus colegas do resto do mundo, com exceção das regiões em guerra.
Nicolas Florquin, um dos pesquisadores do relatório, admitiu que “não há uma clara resposta a esta questão tão interessante” e sugeriu que “talvez as altas taxas de violência na região sejam a razão para que haja uma alta demanda de companhias de segurança privada e uma alta demanda de companhias privadas bem armadas”.
Os dados requisitados neste relatório indicam que a América Central é terreno especialmente assinante para as empresas privadas de segurança, já que em todos os países o número de agentes privados supera com amplitude ao de membros das polícias.
Guatemala é um exemplo, já que conta com 120 mil agentes privados frente a 19,9 mil policiais para cuidar da segurança de 12,7 milhões de habitantes, segundo dados do ano 2008.Ou seja, a cada seis agentes privados há um policial, a maior desproporção dos 70 países analisados no relatório.
Honduras segue a lista, onde há 60 mil agentes privados e 12,3 mil policiais (uma proporção de4,88 a1); Nicarágua, com 19,7 mil agentes privados e 9,2 mil policiais (2,14 a1); Panamá, com 30 mil agentes privados e 12.250 policiais (1,97 a1); Costa Rica, com 19.550 agentes privados e 12,1 mil policiais (1,61 a1); e El Salvador, com 21.140 agentes privados e 16.730 policiais (1,26 a1).
No resto do continente, destacam os casos da Argentina, onde há 150 mil agentes de segurança particultar frente a 120 mil policiais; Colômbia, com 190 mil agentes privados e 119.140 policiais; Chile, com 45 mil agentes privados e 35 mil policiais; a República Dominicana, com 30 mil agentes particulares e 29.350 policiais; e Equador, com 40.380agentes privados e 42,6 mil policiais.México conta com “exércitos” no setor privado e público – com 450 mil e 495 mil membros respectivamente – da mesma forma que Brasil, com 570 mil agentes privados e 687.468 agentes públicos.
Peru toma distância da tendência, com 50 mil agentes privados e 90 mil policiais, e Bolívia é um mundo à parte, já que só há 500 agentes privados no país frente a 19.360 agentes públicos.
Segundo o relatório, é preciso ter também em conta “que escapa ao alcance deste documento o número de pessoas que participam de acordos informais em matérias de segurança”.
Na Argentina se estima que pode ter 50 mil agentes privados a mais que os registrados, no Brasil o número oscila entre os 670 mil e 1 milhão e no México entre os 240 mil e os 600 mil.
FONTE: Agência EFE S/A – 06/07/2011



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