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Type 10, o novo MBT japonês

O Type 10 ou TK-X (MBT-X) é o novo MBT (Main Battle Tank) japonês, que visa substituir ou complementar os carros de combate Type 74 e Type 90.

Desenvolvido a partir dos anos 1990, com produção começando agora, 2010-2011. Um protótipo foi revelado em 13 de fevereiro de 2008 (ver vídeo no final deste post) no Technology Research and Development Institute (TRDI) em Sagamihara.

O projeto do Type 10 deu grande ênfase às capacidades C4I, bom como performance, poder de fogo, proteção e mobilidade. O uso modular de componentes melhorou significativamente a blindagem lateral, em comparação com o Type 90.

A alça panorâmica do comandante do carro foi movida para a direita e localizada numa  posição mais alta em relação ao Type 90, dando ao comandante um ângulo de visão mais amplo. O veículo é dotado de um novo canhão de alma lisa de 120mm desenvolvido pela  Japan Steel Works, que também produz sob licença o Rheinmetall L44 120mm para o Type 90.

A blindagem do carro pode ser configurada, com peso básico de 40 toneladas, podendo ir até 48 toneladas de peso. Os custos de desenvolvimento eram em 2008, de aproximadamente US$ 447 milhões. O preço unitário de cada Type 10 é de cerca de US$ 6,5 milhões.

Em 2010, o Ministério da Defesa japonês encomendou 13 carros de combate Type 10, que deverão entrar em serviço no próximo ano.

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, informou ontem que enviou unidades militares aéreas e de infantaria para a fronteira com a Colômbia. Mobilizamos unidades militares, aéreas, de infantaria, mas em silêncio porque não queremos alterar ninguém, a população, disse Chávez em entrevista à televisão estatal VTV, sem dar detalhes sobre os efetivos enviados à zona de fronteira. Na semana passada, a Venezuela rompeu relações com a Colômbia por causa da denúncia feita pelo país vizinho na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a presença de mais de 1.500 guerrilheiros colombianos no território venezuelano.
Chávez reafirmou as críticas ao colega colombiano, Álvaro Uribe, que cede o cargo no dia 7 a seu ex-ministro da Defesa, Juan Manuel Santos. Uribe é capaz de qualquer coisa nestes dias que lhe restam (de governo). Isto se tornou uma ameaça de guerra, mas nós não queremos a guerra, acrescentou Chávez.

Pouco tempo depois do anúncio de Chávez, o governo colombiano comunicou o início das operações hoje de uma base militar encarregada de vigiar o espaço aéreo na fronteira com a Venezuela e combater as guerrilhas das forças armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Exército de Libertação Nacional (ELN) na região.

A base está situada em Yopal, capital do departamento de Casanare, e será inaugurada pessoalmente pelo presidente Álvaro Uribe, anunciou a Força Aérea Colombiana (FAC). Esta unidade abrange os departamentos de Arauca (fronteira com Venezuela) e Casanare, sobre uma área total de 69.000 km², e contará com aeronaves de transporte, inteligência e combate, incluindo aviões e helicópteros.

A base dará proteção aérea à infraestrutura petroleira nesta região do país.

Lula

Alvo de críticas do líder colombiano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva preferiu ignorar Uribe, que, num comunicado divulgado anteontem classificara de deploráveis as declarações do brasileiro sobre o conflito com a Venezuela. Embora tenha dito no Paraguai que sua relação com Uribe é extraordinária, Lula optou por falar diretamente com o presidente eleito, Juan Manuel Santos.

Lula e Santos conversaram por telefone, ontem pela manhã, mas o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, não soube dizer de quem partiu a iniciativa. Para Baumbach, o episódio de anteontem ficou para trás. O presidente acha que o episódio está superado. Ele não comentou e nem comentará (o tom das críticas de Uribe), disse Baumbach, lacônico sobre o diálogo com Santos: O presidente considerou que a conversa foi positiva e que ajudou nesta preparação para uma distensão.

Sou amigo de Uribe, tenho com o presidente uma relação de oito anos extraordinária, da mesma maneira que espero ter nos próximos cinco meses (restante de seu mandato) com Santos, disse Lula em Villa Hayes, 30 quilômetros a noroeste de Assunção.

Ele garantiu que não deixará uma divergência pessoal atrapalhar a relação de um Estado com outro Estado e que, não só irá ao jantar de despedida de Uribe no próximo dia 6, como espera ser convidado para sentar-se à mesma mesa. Lula afirmou ao colega eleito que não irá se intrometer em assuntos internos da Colômbia, deixando a entender que considera que o problema com as Farc não diz respeito ao Brasil. Ele convidou Santos a visitar o Brasil, o que foi aceito. No entanto, ainda não há data agendada.

FONTE/FOTO: Jornal do Comércio, via Notimp/Daily Censored

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Deploramos que Lula, com quem temos as melhores relações, ignore a ameaça das Farc, diz nota

O gabinete do presidente colombiano, Alvaro Uribe, emitiu nota criticando os comentários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a crise com a Venezuela. ” Deploramos que Lula, com quem temos as melhores relações, tenha se referido à crise como um caso pessoal e ignore a ameaça que representa a presença de guerrilheiros das Farc na Venezuela”, diz a nota.

“É deplorável que Lula, com quem temos as melhores relações, tenha se referido à crise como um caso pessoal e ignore a ameaça que representa a presença de guerrilheiros das Farc na Venezuela”, diz a nota.

“Ainda não vi conflito. Eu vi conflito verbal, que é o que nós ouvimos mais aqui nessa América Latina”, afirmou Lula ontem após se reunir com o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega.

Lula se encontrou no começo da semana com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, com quem discutiu a crise. Ontem, o presidente indicou que pretende negociar uma distensão entre Colômbia e Venezuela com o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que toma posse no próximo dia 7, e Chávez.

A Colômbia acusa a Venezuela de abrigar, com a anuência do governo do presidente Hugo Chávez, guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), incluindo vários líderes do grupo. Caracas nega que dê proteção à guerrilha.

FONTE: Estadão

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Operação Atlântico II mobilizou 10 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica por 12 dias

As Forças Armadas brasileiras realizam exercício conjunto na praia de Itaoca, no sul do litoral do Espírito Santo, na última terça-feira (27). A Operação Atlântico II, que termina amanhã, mobilizou 10 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica por 12 dias em uma área que vai do litoral de São Paulo ao arquipélago de Fernando de Noronha. O foco é a defesa dos poços de petróleo da camada pré-sal.

Os militares realizaram exercícios de proteção dos poços de petróleo, da recuperação de plataformas invadidas por terroristas e de ataque a sequestradores.

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Ministros de bloco regional discutem crise diplomática entre os dois países hoje no Equador

O ministro de Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermudez, disse ter poucas expectativas sobre a reunião da União das Nações sul-americanas (Unasul) desta quinta-feira, 28, em Quito, no Equador, que discutirá a crise diplomática entre Bogotá e a Venezuela.

“Realmente não tenho altas expectativas. O secretário-geral (Nestor Kirchner) não vai à reunião. E vários ministros enviaram representantes”, disse Bermúdez à rádio Caracol.

De acordo com o chanceler, alguns dos ministros da região não consideram conveniente a reunião. “Qualquer decisão requer consenso e já sabemos a posição de alguns países”, acrescentou Bermúdez.

O ministro vai pedir que a Venezuela entregue guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que, segundo o governo de Alvaro Uribe, estão no país vizinho.

Bermúdez também descartou retirar as acusações feitas na Organização dos Estados Americanos (OEA) que levaram o presidente Hugo Chávez a romper relações diplomáticas com a Colômbia.

Para o chanceler colombiano, o governo do presidente eleito Juan Manuel Santos deve ter melhor sorte nas relações com a Venezuela.

“Tomara o governo que assuma tenha a possibilidade de conseguir a cooperação eficaz e não retórica da Venezuela nestes temas”.

FONTE: Reuters, via Estadão

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Os grandes cortes de gastos militares na Alemanha, no Reino Unido e na França podem encorajar a Europa a adotar uma política comum de defesa, para otimizar o uso de recursos e eliminar investimentos duplos numa mesma área.

A Alemanha, que se tornou nos últimos anos cada vez mais ativa em missões militares internacionais, deve diminuir seu Exército em 40% para ajudar a arrumar suas finanças. França e Reino Unido, que têm as maiores Forças Armadas da Europa, também estão passando por cortes.

“Considerações orçamentárias e de segurança deverão servir para aumentar a pressão para que tenhamos uma política conjunta de defesa”, disse Elke Hoff, a porta-voz para assuntos de defesa dos liberais (FDP, na sigla em alemão), partido que faz parte da coalizão da premiê Angela Merkel. “A estabilidade financeira está se tornando uma questão-chave de segurança no mundo globalizado”, afirmou.

O ministro da Defesa alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, e o ministro francês, Hervé Morin, disseram na semana passada que iriam montar um grupo de trabalho informal para estudar medidas de eficiência conjuntas.

Os dois aliados decidiram “procurar juntos quais os recursos poderiam ser complementares ou compartilhados para trazer ganhos de eficiência e economia de escala”, disse Morin.

O ministro da Defesa britânico, Liam Fox, disse ser necessário cooperação bilateral em defesa, “particularmente com países que têm os mesmo interesses que nós e estão preparados tanto para pagar quanto para lutar, como a França”.

O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, argumenta que os Estados-membros da aliança militar precisam combinar melhor seus recursos.
Mas analistas dizem que isso pode demorar para se materializar.

Nick Witney, ex-diretor da Agência de Defesa Europeia e atualmente pesquisador do think-tank Council on Foreign Relations, disse que os governos inicialmente devem evitar qualquer tipo de compromisso internacional. “Espero que, quando a poeira do colapso financeiro baixar, as pessoas vão dizer: ‘Vai sobrar muito pouca capacidade de defesa se continuarmos a duplicar tudo em bases nacionais’. Assim, a lógica de combinar os recursos vai, espero eu, prevalecer”, disse ele.

No Reino Unido, analistas veem espaço para cooperação com a França, por exemplo, nos caças. Alguns afirmam que o Reino Unido poderia economizar se comprasse os caças franceses Rafale, construídos pela Dassault, talvez como parte de um acordo em que os britânicos construiriam os aviões de reabastecimento no ar.

Na Alemanha, onde os cortes devem ser mais profundos, espera-se que o serviço militar compulsório seja revisto. O Exército, que atualmente tem cerca de 250 mil soldados, deve passar para algo em torno de 150 mil. Hoje em dia a Alemanha tem cerca de 7 mil tropas estacionadas no exterior – é o terceiro maior contingente internacional no Afeganistão.

FONTE: Valor Econômico – 29.07.2010 / COLABOROU: Justin Case

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Para Nelson Jobim, o protocolo adicional do TNP significa ‘ingerências externas’. O Ministro esteve nesta terça (27) em Natal na reunião anual da SBPC. (Foto: Iberê Thenório/G1)

Ministro da Defesa também cobrou satélite para defesa da Amazônia. Ele participou da reunião da SBPC, que ocorre em Natal

Iberê Thenório

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) como “assimétrico”, se referindo ao tratamento diferenciado dado às potências nucleares no documento. A declaração foi feita nesta terça-feira (27) durante palestra na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.
Segundo ele, o acordo atrapalhou o desenvolvimento de tecnologias nucleares pacíficas em países que não tinham bomba atômica na época da assinatura do documento.
“Nós tivemos um aumento dos armamentos nucleares e uma não-capacitação dos países necessária para o desenvolvimento da tecnologia nuclear para energia, propulsão nuclear de submarinos, agricultura e saúde”, afirmou o ministro

Jobim voltou a afirmar que é contra a assinatura do protocolo adicional do TNP, que estabelece mais poder de fiscalização à ONU para a visita de instalações do país. “O Ministério da Defesa se opõe a assinatura do protocolo adicional, pois ele significa ingerências externas”, afirmou.

O TNP entrou em vigor em 1970 para evitar uma possível guerra nuclear, e proíbe países que não tinham bombas atômicas na época a desenvolvê-las. O Brasil é signatário desde setembro de 1998.

Satélites brasileiros

Ilustração exibida por Nelson Jobim na SBPC mostra os locais em que o Brasil precisa de monitoramento de satélites de defesa: à esquerda, em amarelo, as fronteiras da Amazônia; em azul, à direita, as águas brasileiras. (Foto: Ministério da Defesa/Divulgação)

Durante sua palestra, o ministro defendeu desenvolvimento de satélites brasileiros para o monitoramento das fronteiras da Amazônia e da faixa litorânea brasileira – chamada pelos militares de “Amazônia Azul”.

“[O desenvolvimento de satélites] não é coisa de apenas uma geração, e nós não estamos trabalhando”, afirmou o ministro em palestra durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal.

Atualmente, o Brasil tem apenas dois tipos de satélite em órbita, operados por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Um deles, em parceria com a China, leva câmeras para fotografar a superfície do planeta. O outro captura informações ambientais, como quantidade de chuvas e regime dos rios.

Conheça a estrutura do Programa Espacial Brasileiro

Segundo o ministro, uma das necessidades mais fortes da defesa é ter um satélite geoestacionário (que se mantém sempre na mesma posição em relação ao planeta) para fazer o controle do espaço aereo.
Em sua conferência, Jobim também se disse favorável a aumentar as pesquisas brasileiras na Antártida. Segundo ele, o país não tem pretensões de obter direito a trechos do território antártico – ao contrário dos vizinhos Chile e Argentina –, e a presença de pequisadores reforçaria a ideia de usar o continente apenas para fins científicos.

FONTE: G1

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A AgustaWestland (AW), do Grupo Finmeccanica, anunciou que seu helicóptero AW-159 Lynx Wildcat fez sua primeira aparição pública no “Farnborough International Air Show” (19-25 de julho).

O AW-159, que será conhecido como Lynx Wildcat na Royal Navy e no British Army, é uma nova geração de helicóptero multifunção que substituirá os antigos helicópteros Lynx.

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Reservista ou dispensado?

Qual a diferença entre os dois documentos

Depois de concluído o período no Exército, os homens recebem o Certificado de Reservista; o outro caso é para quem não vai servir às Forças Armadas, porque não está apto ou não havia mais vagas

Guilherme Augusto, de 18 anos, é de Macaparana, na Zona da Mata Norte, e não está conseguindo se alistar no Exército da cidade. E a preocupação faz sentido. É que depois de concluído o período no Exército, os homens recebem um Certificado de Reservista. O documento é exigido para participar de concursos públicos e sem ele, não é possível fazer o Título de Eleitor nem a Carteira de Trabalho.

O artesão Édipo Gomes, por exemplo, já devia estar trabalhando, com carteira assinada e tudo, mas faltou um documento: o CDI, que significa Certificado de Dispensa de Incorporação. Ele é dado a quem não vai servir às Forças Armadas porque não foi considerado apto ou foi considerado, mas havia mais gente do que vagas.

Quem tem algum tipo de deficiência também é dispensado, recebendo o Certificado de Isenção. Já aqueles que serviram às Forças Armadas, na saída, recebem a de Reservista. “Foi ruim não fazer no tempo certo, porque agora tive que correr para me apresentar e pagar multa para poder dar entrada no CDI”, disse Édipo Gomes.

Mas não importa o caso, o alistamento é obrigatório para todos os homens. Eles devem se apresentar no ano em que completam 18 anos de idade. E, para não pagar multa, existe um prazo: de 1° de janeiro a 30 de abril.

O alistamento deve ser feito em qualquer uma das 175 Juntas de Serviço Militar de Pernambuco. Na cidade onde ela não existe, você deve procurar a Prefeitura que é obrigada a informar qual o local mais próximo.

É bom lembrar que, desde 2003, o alistamento é único para o Exército, Aeronáutica e Marinha. Se você tem preferência por alguma, procure a Junta mais próxima de onde estão as bases.

A marinha, por exemplo, fica em Olinda. Para se alistar, são necessários: documento de identidade ou certidão de nascimento, comprovante de residência e duas fotos 3×4 atuais.

“Quem está irregular não consegue tirar o passaporte, a carteira profissional, não pode participar de concurso público, nem assumir um cargo público”, explicou o chefe da Seção de Serviço Militar Regional, Major Marcelo Murga (foto 4).

Multa

Quem deixar de se alistar paga multa. O valor começa em um R$ 1,37 e vai aumentado de acordo com tempo que a pessoa demora para regularizar a situação. Este ano, o prazo terminou no dia 30 de abril, mas quem procurar a Junta Militar, agora, poderá participar da seleção do próximo ano.

O Guilherme Augusto disse que a cidade de Macaparana não tem Junta Militar e que a Prefeitura não dá explicações. Segundo a Prefeitura, o serviço foi criado há dois meses, mas ainda não está inscrevendo porque os funcionários não sabem mexer nos computadores e não há um prazo de quando o atendimento vai iniciar.

A Prefeitura de Macaparana afirmou que oferece transporte para os jovens até a Junta Militar do município vizinho, São Vicente Férrer, que fica a oito quilômetros.

FONTE: pe360graus, via Notimp

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