A Thor Global Defense Group mostrou dois modelos do sistema Sniper de longo alcance XM408 e XM408ASA. Os dois modelos usam munição calibre .408 com munição da Chey-tac. A empresa relata que a vantagem é não ter tanta penetração como os calibres 12,7mm o que seria ideal para cenários urbanos. O alcance efetivo é de 1.400 metros. O peso do XM408 é 11,79kg.
A Força Aérea Israelense está estudando o uso do sistema David Sling da Rafael para substituir os mísseis MIM-23 Hawk na função de defesa aérea. O sistema foi projetado como um sistema anti-foguetes para proteger cidades contra ataques de foguetes com alcance de 70 a 300km como o M600, Zelzal, Fajr e Fateh 110 produzidos pelo Irã e usados pelo Hesbola no Líbano. O David Sling deve entrar em operação em 2012 equipado como míssil Stunner. Os Hawk vem sendo usados por Israel desde 1965 com sucesso.
Goiânia – O emprego de aeronaves de asa fixa, helicópteros, é de vital importância nas operações desenvolvidas pelo 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC), pois permite, dentre outras atividades, a realização de ações específicas de infiltração/extração, no mais curto prazo, de áreas clandestinas sob o controle do inimigo ou regiões de mata densa, que impedem o pouso da aeronave ou a sua aproximação do solo.
Nesse contexto de emprego estratégico, no mês de maio, o 1º BAC realizou adestramento de Técnicas Aeromóveis com os militares da Companhia de Ações de Comandos “BRAVO”. Na oportunidade, foram praticadas as seguintes técnicas:
- Rapel – permite a infiltração do militar com maior carga ou peso, apesar de ser mais lento que a corda-rápida (fast-rope);
- Fast-rope – valendo-se de uma corda grossa, o militar realiza uma descida rápida da aeronave;
- Mac-Guaire – permite a extração de militares de uma área restrita, por elevação da aeronave.
A utilização das aeronaves permitiu, ainda, a realização de adestramento de Salto Livre Operacional. As atividades militares contaram com o apoio do 2º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Taubaté (SP).
FONTE: EB
No mês de maio, uma comitiva da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) esteve na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), onde assinou, com o Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), um protocolo de intenções para a cooperação técnica e intercâmbio acadêmico e educacional entre as Instituições.
Na EsPCEx, o Reitor Fernando Ferreira Costa foi recebido pelo Comandante da Escola, Coronel Fabio Benvenutti Castro, e, juntamente com demais membros da comitiva, embarcou em uma aeronave militar para a cidade de Resende (RJ). O deslocamento contou com o apoio de um helicóptero Cougar, do 2º Batalhão de Aviação do Exército, localizado em Taubaté (SP).
Em Resende (RJ), a comitiva da Unicamp percorreu as instalações da AMAN, assistiu a uma formatura e acompanhou instruções práticas ministradas aos Cadetes pela Seção de Instrução Especial, como o Estágio de Vida na Selva e Técnicas Aeromóveis.
O Reitor da Unicamp assinou o protocolo com o Chefe do DECEx, General-de-Exército Rui Monarca da Silveira, e elogiou o trabalho realizado na Academia Militar. Ele ressaltou a importância deste intercâmbio para o Exército e para a Universidade, não apenas no campo da pesquisa, como também na formação de novos recursos humanos. Segundo o General Rui, essa troca de conhecimentos permitirá um maior aperfeiçoamento na formação dos militares, aproveitando a excelência e o renome da Unicamp, e fará com que a Universidade conheça mais o trabalho da Força Terrestre e tenha um campo de estudos ainda mais abrangente para pesquisadores de diversas áreas.
A assinatura deste protocolo de intenções vai ao encontro da modernização prevista pelo DECEx no atual sistema de Ensino Superior Militar. Entre outras mudanças, a formação do oficial combatente passará de quatro para cinco anos, fazendo com que a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, localizada em Campinas (SP), passe a ser o primeiro ano da Academia Militar em Resende (RJ), ampliando, assim, a formação dos novos oficiais.
Fonte: Exército Brasileiro
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A China, o mais poderoso país do Brics, grupo que o Brasil integra, ampliou ofensiva diplomática contra tentativas de ampliação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, uma das reivindicações da política externa brasileira. O Valor apurou que o governo chinês tenta agora torpedear um projeto de resolução que o G-4 – Brasil, Índia, Alemanha e Japão, todos candidatos a um assento permanente no Conselho de Segurança – planeja apresentar em breve à Assembleia Geral da ONU.
O projeto, que tem 71 apoios firmes, procura fazer com que a Assembleia sancione a necessidade de expandir as duas categorias de membros do Conselho de Segurança, os permanentes e os não permanentes. É uma tentativa de dar fôlego politico à discussão e obter o reconhecimento de que o mundo mudou e que as mudanças têm de ser incorporadas na estrutura das instituições de governança global.
O governo chinês mandou seus representantes advertirem as delegações diplomáticas africanas na sede da ONU, em Nova York, a não apoiarem nenhuma resolução por reforma do Conselho de Segurança. Para ter a certeza de que a mensagem foi bem recebida, Pequim também despachou emissários a capitais na África.
Nos círculos do G-8, dos países industrializados, fontes confirmaram também a existência de um telegrama diplomático atribuído à missão americana na ONU, que teria sido divulgado pelo Wikileaks, relatando antiga demanda da China para os Estados Unidos não levarem adiante uma reforma na organização.
No plano bilateral, Pequim tem dito ao Brasil que no momento adequado não vai complicar o pleito brasileiro. No entanto, o sentimento é de que os chineses fazem tudo para que esse momento nunca chegue.
A pressão chinesa visa bloquear a entrada do Japão e garantir para si a posição de único emergente com assento permanente no Conselho, o que lhe dá a aura de representante dos países em desenvolvimento. Se entram Brasil e Índia, os chineses tem reduzido seu poder.
A China não tem sido especialmente solidária com os países em desenvolvimento na cena multilateral. Na reforma das quotas para dar mais poder aos emergentes no Fundo Monetário Internacional, em 2010, Pequim não ajudou o Brasil a lutar por um resultado mais amplo e equilibrado. Agora, tampouco quer brigar por um representante emergente para dirigir o Fundo, preferindo apostar na conquista para um chinês do cargo de número dois.
FONTE: Jornal Valor
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O Kangaroo foi uma conversão de carros de combate M4 Sherman criado pelos canadenses pensando em diminuir perdas na infantaria. Os primeiros foram convertidos de canhões autopropulsados M7 Priest. Os canhões foram retirados de serviço pois a artilharia estava sendo padronizada com o canção 25 prd SP e não eram mais necessários. Retiraram a peça de artilharia e tamparam o buraco e foram para combate com 12 tropas. Planejaram a conversão de 100 Priest para equipar quatro Tropas com 25 blindados cada, mas apenas 55 foram disponibilizados. Foram armados com uma metralhadora 12,7mm e cerca de 60% receberam rádios. O nome Kangaroo veio do apelido da oficina que fez a conversão.
Os Kangaroo entraram combate na noite de 7 de agosto de 1944 na Operação Totalize ao sul de Caen e depois em ataques a vários portos no canal da Mancha. Os carros de combate e o Kangaroo mostraram que podiam avançar em campo aberto contra uma posição inimiga em pouco tempo sem muitos riscos. As posições eram subjugadas pelos carros de combate e a infantaria, sem estar cansada pela corrida como antes, era usada para limpar o local e tomar a posição.
Os transportes usados pela infantaria mecanizada eram o Universal Carrier e o M3 meia lagarta. A mobilidade era melhor que os caminhões, mas eram bem menos blindados e não conseguiam acompanhar os carros de combate fora de estrada. Então se tinham que acompanhar tropas podiam ser tão moveis quanto os caminhões. Se tinham que acompanhar blindados tinham que ser tão blindados o que também era importante para diminuir perdas o que era um problema para as formações canadenses e britânicas. O Kangaroo foi a primeira tentativa de resolver o problema e conseguiram mesmo sendo uma solução improvisada. A única limitação era a falta de cobertura acima das tropas devido a retirada da torre do Sherman. Com o sucesso converteram a sua versão do Sherman chamada RAM que virou o Ram Kangaoroo pois os convertidos a partir do Priest foram retirados de serviço no fim de setembro de 1944.
Os britânicos também converteram o Sherman para o Kangaroo. O 49 Royal Tank Regiment recebeu 53 Kangoro para equipar dois esquadrões. Cada Esquadrão tinha uma unidade de comando e quatro companhias de infantaria. As táticas foram desenvolvidas em combate. As vezes se separavam dos carros de combate e notaram que precisaria de mais armas. Além da metralhadora frontal adicionaram uma no anel da torre. Uma tática era disparar em qualquer possível posição inimiga e assim adicionavam qualquer arma que encontravam nos seus blindados. Os gastos de munição eram astronômicos, mas as perdas eram muito baixas. O comandante do blindado comandava quando em movimentos, com o comandante das tropas podendo dar ordens para parar e tomar comando das tropas desembarcadas. Foi notado que a eficiência diminuía após as tropas desembarcarem seja em perdas inimigas, velocidade de avanço ou diminuição das próprias perdas. Eram tropas especializadas e muito requisitadas e não tinham muito tempo para descansar, treinar ou testar táticas.
A habilidade de manobrar em campo com os carros de combate era a maior vantagem sobre os projetos anteriores e levou a modelos dedicados que entraram em serviço após o conflito.
Bibliografia – Armoured Personnel Carrier – A Survey. Maj Gen N. W. Duncan.
O Dia Internacional dos “Peacekeepers” das Nações Unidas (“International Day of United Nations Peacekeepers”) foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 29 de maio, em Assembléia Geral, pela Resolução nº 57/129, de 24 de fevereiro de 2003, como forma de anualmente serem homenageados todos os homens e mulheres que serviram e continuam servindo em Operações de Manutenção de Paz, pelo seu alto nível de profissionalismo, dedicação e coragem e para honrar aqueles que perderam suas vidas em prol da paz.
Esta data foi escolhida porque no dia 29 de maio de 1948, pela Resolução nº 50/1948, o Conselho de Segurança autorizou o estabelecimento da primeira Operação de Manutenção de Paz das Nações Unidas e também porque, em 2003, comemorou-se o 55º aniversário de criação da Organização das Nações Unidas.
Com a finalidade de comemorar Dia Internacional dos “Peacekeepers” das Nações Unidas, a data foi lembrada no dia 27 de maio, às onze da manhã, na Avenida do Exército, onde o Exército conduziu a cerimônia alusiva à data, sob coordenação do Ministério da Defesa e participação dos Comandos da Marinha e da Força Aérea.
Missões de Paz
Desde 1956, com a Força de Emergência das Nações Unidas (FENU), o Exército Brasileiro participa de missões visando pacificar ou estabilizar nações assoladas por conflitos. Atualmente, o Brasil envia Soldados para os mais diversos países do mundo em missões de paz. Nesse espaço, você poderá conferir a participação desses militares ao longo da história e conhecer um pouco mais das ações do Exército Brasileiro em operações dessa natureza.
Na Operação Amazônia 2011, um dos eventos críticos realizados foi o ressuprimento aéreo às tropas destacadas em Yauaretê.
Neste caso, a atividade foi executada por meio do lançamento de carga, com a utilização de paraquedas. Trata-se de uma ação extremamente delicada e que exige um elevado grau de adestramento dos envolvidos.
Tarefas como essa permitem o aperfeiçoamento de procedimentos que exigem a preparação da aeronave e da carga de suprimentos, bem como sua colocação de forma adequada no avião, antes do lançamento.
Participaram dessa missão militares Esquadrão de Transporte ”ARARA”, da Força Aérea Brasileira, e da 3ª Companhia de Forças Especiais, do Exército Brasileiro.


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