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A Batalha de Marjah é um documentário sobre a Companhia Bravo do Primeiro Batalhão do Sexto Regimento de Fuzileiros durante a operação Moshtarak para pacificar a região de Marjah no sul do Afeganistão. As operações iniciaram no dia 13 de fevereiro de 2010 junto com tropas do US Army, ISAF e Afegãs, além dos USMC.

O alvo principal era a cidade de Marja controlada pelo Talibã e traficantes. Um total de 15 mil homens participaram da operação. Foi a maior operação desde a queda do Talibã. A operação acabou com dois anos de domínio Talibã no local.

As outras partes estão disponíveis no Youtube

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Heavy Infantry Fighting Vehicle – HIFV

Em 2005 os Emirados Árabes Unidos contrataram a empresa Sabiex belga por US$ 15,8 milhões para transformar um carro de combate de origem italiana OF-40 em Transporte de Tropas Blindado Pesado no projeto Heavy Infantry Fighting Vehicle (HIFV) – Veículo de Combate de Infantaria Pesado.

O primeiro protótipo ficou pronto em 2007 e recebeu a torre do BMP-3 já em uso nos Emirados Árabes Unidos, mas limitando a capacidade de transporte de tropas para apenas quatro. O motor foi mantido na frente e a traseira recebeu uma grande rampa baixada por sistemas hidráulicos. A rampa também tem uma porta menor que abre para a direita.

O veiculo terá 8,5 metros de cumprimento, 3,35 metros de largura e 2,1 metros de altura.A capacidade de carga será de 10 tropas mais dois tripulantes. A proteção será no nível STANAG 5. O motor será o MTU MB838 Ca M501 diesel de 830Hp podendo atingir 60 km/h e com alcance de 600km. O peso máximo é de 45 toneladas incluindo a torreta do BMP-3.

Os Emirados Árabes Unidos receberam 36 carros de combate OF-40 da Itália e quatro na versão Armoured Recovery Vehicles (ARV) no início da década de 1980. Os OF-40 foram substituídos pelo carro de combate Leclerc. Até 2010 não se tinha noticias se a conversão dos 40 blindados OF-40 para o HIFV havia sido autorizada.

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Começa entrega do TSS para os AH-1Z do USMC

A Lockheed Martin começou recentemente a entrega antecipada do sistema TSS (Target Sight System (TSS) para os helicópteros de ataque AH-1Z Cobra do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC).

O TSS é o sensor multi-sistema de controle de fogo para o AH-1Z, integrando sensores no estado-da-arte com capacidades avançadas para adquirir, rastrear e designar alvos. O conjunto de sensores altamente estável inclui um designador laser, monitor de vídeo e um sensor infravermelho de ondas médias de terceira geração com processamento avançado de imagens.

“A equipe de SST trabalhou para assegurar o Cobra seja um dos helicópteros de ataque mais eficaz para combater as ameaças atuais no campo de batalha”, disse Joseph Butera, gerente sênior do programa TSS da Lockheed Martin. “A equipe garantiu que a esquadra tinha o hardware que eles precisavam quando necessário, e os sensores operaram de forma impecável durante os testes.”

A integração do sistema de controle de fogo SST com o AH-1Z Cobra dá aos pilotos a capacidade de detectar e identificar alvos antes que eles voem para o alcance da ameaça, garantindo o alcance ‘standoff’ e o engajamento preciso de alvos em qualquer condição climática.

A Lockheed Martin entregou a primeira unidade de produção dois meses antes do previsto. O helicóptero de ataque Cobra alcançou sua IOC (Initial Operating Capability) em fevereiro de 2011.

O Naval Surface Warfare Center firmou um contrato inicial da produção do TSS em março de 2008 seguido de um contrato de produção em junho de 2010. O sistema é produzido pelas instalações da Lockheed Martin na Flórida e espera-se que o mesmo continue em produção até 2018.

FONTE/FOTOS: Lockheed Martin

SAIBA MAIS: TSS

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Um novo navio mercante chegou da Rússia na quarta-feira à zona portuária de Puerto Cabello (Venezuela), carregado com a blindados e artilharia, informou o periódico venezuelano Notitarde.

Foram desembarcados carros de combate dotados de canhão de 125 mm, peças de artilharia de longo alcance bem como matéria-prima para explosivos, que estão sendo usados ​​para abastecer a Força Armada Nacional Bolivariana (Fanbase).

O MV Sluisgracht, atracou no Pier 12, ao meio-dia, conforme relatado por fontes não oficiais ligadas à Bolivariana de Portos SA (Bolipuertos). Este navio seria o sétimo nas últimas semanas, carregado com armas e explosivos, que fazem parte da maior aquisição de material bélico pelo Estado venezuelano nos últimos seis anos.

FONTE:Notitarde

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Fortes explosões sacodem Tripoli e Nalut

Quatro fortes explosões sacudiram Tripoli na madrugada de hoje (quinta-feira), no terceiro dia de intensos bombardeios da OTAN contra a capital líbia.

As quatro explosões ocorreram por volta da 00H00 local e abalaram uma zona próxima ao centro da cidade, observou o correspondente da AFP.

A agência oficial de notícias líbia Jana informou que a aviação da OTAN também bombardeou “instalações civis e militares” em Nalut, 230 quilómetros a oeste de Tripoli, na zona montanhosa de Jebel Nafusa, palco de choques entre os rebeldes e as forças leais ao coronel Mouammar Kadhafi.

A acção da OTAN nos últimos dois dias se concentrou na zona de Bab Al-Aziziya, próxima ao centro de Tripoli, onde está situado o quartel-residência de Kadhafi.

Ao menos oito fortes explosões abalaram a região de Bab Al-Aziziya na madrugada de quarta-feira, após outro intenso bombardeio na mesma zona na terça-feira, que deixou três mortos e 150 feridos.

O ataque de terça-feira foi o mais violento desde o início da intervenção militar internacional na Líbia, no dia 19 de Março, e teve como alvo um quartel da Guarda Popular, unidade de voluntários de apoio ao Exército.

A intervenção internacional, determinada pelas Nações Unidas, visa a impedir a sangrenta repressão das tropas de Kadhafi sobre os rebeldes líbios.

FONTE: Angola Press

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Repórter da ESPN critica situação da segurança pública no Rio de Janeiro; para ele, cidade que os organizadores das Olimpíadas querem mostrar ao mundo não é real

São Paulo – Em reportagem produzida para a rede americana ESPN, o jornalista Wright Thompson diz que as Olimpíadas de 2016, cuja sede será o Rio de Janeiro, serão “jogos mortais”, por causa da falta de segurança na cidade. Ele também fala da Copa do Mundo de 2014, e diz que no Rio, locais próximos de onde haverá jogos e eventos olímpicos se transformaram em verdadeiras zonas de guerra.

O texto de Thompson começa falando do morro do Macaco, na zona Norte da cidade, onde uma cruz branca marca o local onde pessoas são queimadas vivas por traficantes. Ele descreve a atmosfera pesada da região no momento em que ocorre uma execução, e acrescenta: “em uma escola perto do famoso estádio de futebol onde será feita a cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016 os estudantes ouvem os gritos e tapam os ouvidos. Este é o Rio na vida real.”

A reportagem segue fazendo uma comparação entre a imagem do Rio de Janeiro vendida para o exterior pelos organizadores dos jogos e as condições reais da cidade, enfatizando as questões de infraestrutura e segurança pública. Segundo o jornalista, um encarte usado pelo governo para promover o Rio no exterior, com belas fotos das paisagens da cidade, não mostram a verdade. Ele observa que na publicação a palavra “favela” não aparece.

Ele afirma que há “dois Rios”, e que eles estão “em rota de colisão”. Um deles é o da zona Sul, com as belas praias , turistas e modelos desfilando pelo calçadão de Copacabana. Esta é a cidade que, de acordo com Thompson, o Brasil quer apresentar a quem vier ver as Olimpíadas em 2016.

O “outro Rio” é o das favelas, da pobreza e dos massacres. É a cidade em que ocorreram 4,7 mil assassinatos em 2010, segundo números citados pelo jornalista. Ele diz que o mesmo número de crimes ocorreu em todo o território norte-americano no mesmo ano.

No texto de tom pessimista, Thompson cita o caso do Morro do Macaco, em 2009, quando em um confronto entre policiais e traficantes, membros do Comando Vermelho derrubaram um helicóptero da polícia do Rio.

O repórter cita ainda episódios como o da ocupação pela polícia do Complexo do Alemão, no fim do ano passado. Em meio a uma série de críticas às políticas de segurança pública, o jornalista ressalta: “o Rio tem menos de três anos para remediar uma crise que já dura mais de um século.”

FONTE: Exame.com

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