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COLABOROU: Lvieirasantos

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Humor

São Gabriel da Cachoeira (AM) – No dia 24 de maio, o 2º Pelotão da 2ª Companhia Fuzileiros de Selva, pertencente ao Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva, deslocou-se via fluvial pelo Rio Negro para a Comunidade Ilha das Flores, com o objetivo de ser empregada como figuração inimiga (FIGIN) para os exercícios de patrulhamento fluvial.

São Gabriel da Cachoeira (AM) – No dia 23 de maio, a 1ª Companhia de Fuzileiros de Selva, pertencente ao Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva, deslocou-se para o 1º Pelotão Especial de Fronteira (1º PEF) na comunidade de Yauaretê, com o objetivo de reforçar o patrulhamento na área de responsabilidade do 1º PEF.

O deslocamento foi realizado em uma aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira.

MAP II da KADDB

Os transporte de tropas blindados leves, como o Striker americano, tem a função de transportar tropas até a frente de batalha onde desembarcam e passam a usar o terreno para avançar e lutar. Os  transporte blindados leves não foram projetados para as tropas lutarem de dentro do blindado pois são muito vulneráveis as armas anti-carro.

Ao serem usados em conflitos de baixa intensidade, como o Iraque e Afeganistão, os blindados leves sofreram muito pois os contatos eram próximos e eram muito vulneráveis as minas e explosivos improvisados. A resposta foi usar os blindados resistentes a minas (MRAP).

Os Carros de Combate também foram usados com sucesso devido a grande blindagem, poder de fogo e precisão. A dissuasão era a melhor arma para prevenir ou terminar combates.

Os israelenses também tiveram uma péssima experiência com os seus M-113 durante a invasão do Líbano em 1982 e a ocupação posterior. A resposta foi criar um transporte de tropas blindado pesado que resultou no Achzarit baseado no T-55. O Acharit entrou em operação em 1989. O transporte de tropas blindado pesado israelense mais recente é o Nemer baseado no Merkava. Outros países copiaram a idéia com os russos em 1997 mostrando o BTR-T baseado no T55 e em 2001 os Jordanianos mostraram o Temsah baseado no Centurion.

Os transporte de tropas blindados pesados usam o melhor dos dois mundos. Tem a proteção necessária para as tropas lutarem de dentro do veículo, avançando direto até a  posição inimiga, e a ação dissuasiva dos Carros de Combate, mesmo sem ter todo o poder de fogo necessário.

Em 2010 a empresa jordaniana King Abdullah II Design and Development Bureau KADDB mostrou o MAP II (Multipurpose Armour Platform). O MAP II é um blindado de transporte de tropas peso pesado baseado no carro de combate Tariq (Centurion). O MAP II foi equipado com torreta de armas de controle remoto e pode ser armado com mísseis e metralhadoras. Pode levar 13 tropas equipadas que usam uma porta em concha na frente e outra na traseira para entrar e sair do blindado.

 

Operação Amazônia 2011

Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea mobiliza, de 23 de maio a 03 de junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia.

Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa a manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais.

Este é o décimo exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar a interoperabilidade e doutrinas operacionais para o emprego conjunto das Forças Armadas.

Este ano, a operação conjunta está sendo desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo as localidades de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.
Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.

Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.

NOTA DO BLOG: acompanhe e opine sobre a Operação Amazônia 2011 aqui no blog das Forças Terrestres

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Fontes de inteligência dizem que Teerã já possui instalações no país sul-americano

Antonio Maria Delgado

O Irã construiu instalações militares, mantém material bélico e avança com seus planos de instalar mísseis balísticos de médio alcance na Venezuela, revelam fontes de inteligência que acompanham o fortalecimento da aliança estratégica entre Teerã e Caracas.

Segundo as fontes, o Irã introduziu na Venezuela alguns de seus mísseis, os quais estariam armazenados em bunkers subterrâneos construídos especialmente para esse fim por engenheiros iranianos.

As versões coincidem com um artigo publicado esse fim de semana pelo diário alemão Die Welt que informou sobre os avanços da construção de uma base de mísseis na península de Paraguaná, no estado de Fálcon, o ponto da Venezuela mais próximo dos Estados Unidos.

O diário alemão informa, citando fontes ocidentais de inteligência, que a base seria o local onde estaria armazenados os mísseis de médio alcance. O Irã conta atualmente com um míssel que alcança até 1.280 km, o Shabab-3, e com um variante deste modelo que chega a alcançar 1.930 km, e também desenvolveu o moderno Ghadr-110, com um alcance maior do que 2.500 km.

De acordo com o Die Welt, Irã e Venezuela, assinaram um pacto secreto que permitiria o regime de Teerã usar as instalações contra os Estados Unidos, caso fosse atacado pelo ocidente.

A versão do jornal alemão foi negada quarta-feira pelo governo venezuelano.

“Nós desmentimos que em Paraguaná haja uma instalação militar extrangeira”, assegurou o vice-presidente Elías Jaua.

No entanto, fontes de inteligência consultadas pelo El Nuevo Herald, disseram que “os iranianos iniciaram o processo de contrução de bases militares na venezuela há varios anos”, como parte de um pacto secreto de cooperação, firmado entre o mandatário venezuelano Hugo Chavez e seu homólogo iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

Um dos depósitos subterrâneos mais importante foi construído em Zaraza, a leste do estado de Guárico, onde o Irã já teria armazenado parte dos mísseis, disse ao El Nueva Heral, um ex-agente de inteligência venezuelano que pediu anonimato.

“Os foguetes continuam lá, tanto na zona de Valencia como em Zaraza, comentou o agente. ” Em valência há outro depósito, é menor, mas também foi construído para guardar armamentos. Lá há alguns foguetes, mísseis terrar-ar, e peças de mísseis”.

O Capitão aposentado da marinha venezuelana, Bernado Jurado, também disse conhecer a existência do depósito no estado de Guárico.

“As bases de mísseis que existem em Zaraza, serão instaladas em Paraguaná, no centro do país e nas planícies venezuelanas”, disse Jurado em um programa de televisão.

Outros militares venezuelanos consultados pela redação, confirmaram a existência de equipamentos militar iraniano no bunker de Zaraza e outras instalações similares construídas no país, mas afirmam desconhecerem informações de que entre estes se encontrem componentes de mísseis balísticos.
O ex-funcionário de inteligência consultado, disse ter participado de várias reuniões onde funcionários venezuelanos forneceram detalhes sobre os planos para a construção de instalações de mísseis.

Nestes encontros houve a participação de agentes de inteligência dos EUA, já que muitos deles perceberam o perigo eminente com o estabelecimento de um pacto estratégico com o Irã.

“Os militares que participaram destas reuniões, viram a chegada de componentes dos foguetes. Também assitiram as reuniões onde se discutiu os tipos de mísseis e suas características”, comentou o ex-oficial de inteligência.

“E lá chegaram a conclusão de que o presidente Chavez estava envolvendo a Venezuela, sem nenhuma necessidade, em um conflito internacional que poderia trazer terríveis repercusões para o país, tornando-o uma alvo da comunidade internacional. Isso é o que os obriga a entrar em contato com as autoridade dos EUA”, acrescentou.

Segundo o ex-agente, as autoridade americanas, acompanham por satélite a construção de algumas destas instalações, algumas inclusivem possuem túneis subterrâneos que com capacidade para o tráfego de caminhões.

Além dos EUA, as intalações estariam sendo monitoradas por Israel e outros países europeus.

Die Welt, informou ainda que um grupo de engenheiros, a Guarda Revolucionária Iraniana, e uma empresa de propriedade de al-Anbia, têm visitado em várias ocasiões as instalações que estão sendo construídas em Paraguaná.

Uma das visitas teria ocorrido em fevereiro, com a particiapação do Comandante da Força Aérea da Guarda Iraniana, Amir al-Hadschisadeh, que aprovou os planos juntamente com os sócios venezuelanos.

A intenção da delegação iraniana é desenvolver uma infra-estrutura para proteção contra ataques aéreos.Também está previsto a criação de uma estação de comando e controle, a construção de zonas residênciais,torres de vigilância e bunkers para eventualmente armazenarem ogivas nucleras, combustível e foguetes, afirma o diário.

Os planos da empresa de construção, Jatam al-Anbia, inclui um sistema oculto para descarga de gases tóxicos, preocupação necessária para manter em segredo a localização da instalação, pois chaminés e grandes árvores poderiam fazer com que a base fosse localizada do ar.
Ainda segundo o jornal alemão, a delegação iraniana, também recebeu dinheiro para as despesas iniciais do projeto durante sua visita à Venezuela.

O jornal comparou a atual situação com a que ocorreu em outubro de 1962 quando a União Soviética estava construindo uma fábrica de mísseis em Cuba, levando ao que é conhecido como a Crise dos Mísseis Cubanos.

No entanto, o diário informou que o alcance dos mísseis iranianos conhecidos, não é suficiente para artigir os EUA, embora possa alcançar a Colômbia e o Canal do Panamá.

FONTE: Blog De Olho na Jihad

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