QG Airsoft

Novos morteiros do Exército Alemão

A empresa alemã Rheinmetall entregará ao Exército Alemão oito veículos Wiesel 2, armados com um morteiro de 120 mm. O valor da compra é de 54 milhões de euros, existindo a opção para mais dois veículos que seriam utilizados em missões de comando e controle.

Os Wiesel 2 são fácilmente aerotransportáveis (podem ser usados os helicópteros pesados CH-53 ou os cargueiros de transporte Transall C-160). Estes veículos dotados de morteiros (alcance de até 8 Km) constituirão um pelotão que será utilizado em apoio as operações no Afeganistão.

FONTE
/ FOTO: Rheinmetall AG

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Um comentário interessante…

… de um brasileiro que trabalha nas Malvinas e assina com o apelido de TREVMAN. Leia aqui.

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Quer ficar bonito na foto?

wordpressgravatarGravatar significa “Global Recognized Avatar“, o que pode ser traduzido por “Avatar Globalmente Reconhecido”.

Os gravatares são avatares que “acompanham” o utilizador em qualquer Blog WordPress, como o Blog ForTe.

Como funciona? Para obter um gravatar, basta ir ao site dos Gravatares. Lá você insere seu email e uma senha e envia uma fotografia ou uma imagem à sua escolha. Os gravatares têm o tamanho de 50×50 pixels.

mistery-manA partir daí, sempre que comentar num dos Blogs de Defesa do Poder Naval, com o email que usou para registrar o Gravatar, aparecerá a sua imagem escolhida anteriormente junto aos seus comentários. Quem não criar seu gravatar, terá seus comentários acompanhados pela imagem do “homem misterioso” (à direita).

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Quem quer conversar em tempo real com outros leitores dos Blogs de Defesa do Poder Naval, é só clicar no banner “Xat” com o planetinha, na coluna ao lado, logo abaixo da enquete.

Todos os Blogs têm suas respectivas salas de “Xat” (clique nos nomes para conhecer a interface de cada um: ForTe, Poder Aéreo e Poder Naval). Dessa maneira, o pessoal pode focar nos temas específicos de cada Blog e mudar de sala quando quiser.

Se você ainda não participou dos “Xats”, seja bem-vindo e faça novos amigos que gostam de discutir o tema Defesa.

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Gepard Flakpanzer

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Exército brasileiro vence competição militar com 20 países das Américas, em Goiânia e mostra sua capacidade para atuar em conflitos regionais

Por seis dias, os sete militares mais bem preparados das forças especiais de 21 países das Américas deram, em Goiânia, uma pequena demonstração do que cada Exército é capaz. Com diferentes táticas, armas e equipamentos, eles passaram pelas mesmas provas e enfrentaram os mesmos obstáculos.

A equipe brasileira foi a que melhor combinou capacidade física com habilidades militares, e conquistou o primeiro lugar. Mais do que a vitória, no entanto, o Brasil comemora a projeção do seu Exército, depois dos bons resultados na competição, realizada pela primeira vez no país.

Para o governo brasileiro, vencer Exércitos como os dos Estados Unidos e da própria Colômbia (1)— campeã invicta nas últimas três competições e que tem sido patrocinada nos últimos nove anos por Washington — representa muito mais do que ter uma equipe bem preparada.

Mostra à grande potência militar do continente que o Brasil tem propriedade não só para atuar, mas também para liderar esforços conjuntos em situações de conflito na região.

Do lado norte-americano, o interesse foi confirmado pela grande presença militar do país, representado pelo Comandante de Operações Especiais dos EUA, Eric Olson, e por uma delegação de quase 60 pessoas. “Esse tipo de encontro nos permite dividir ideias de como melhor trabalhar juntos, em um nível estratégico.E nós queremos trabalhar com outros países, queremos dialogar e aprender com cada um”, confirmou o porta-voz do Comando Sul do Exército norte-americano, Armando Hernandez.

Mas se o encontro militar serviu como “vitrine” para as forças especiais brasileiras, também foi útil para ajudar a integrar os exércitos de países da região que fazem parte do Conselho de Defesa Sul-Americano, idealizado pelo Brasil.

Das 12 nações que compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), oito participaram da competição — com exceção de Venezuela, Bolívia, Guiana e Suriname. “Essa troca de experiências que ocorre aqui é muito importante, pois favorece o aumento da confiança entre os exércitos. No caso de uma operação conjugada (no futuro), as equipes já se conhecem, o que facilita muito o trabalho”, observou o porta-voz da Brigada de Operações Especiais, Luís Gustavo Stumpf.

O capitão da equipe chilena, tenente Raul Saez, concorda que o encontro ajuda a criar um clima de confiança na “base”. “O melhor de tudo é a interação com outras equipes, outras culturas. E dessa interação acaba surgindo um grupo de amigos que, ano a ano, se encontra nessa competição”, disse Saez.

Já o líder do time da Nicarágua, capitão Rodolfo González, destaca a possibilidade de reavaliar técnicas militares como um dos pontos positivos do encontro. “Do ponto de vista tático, a competição é muito importante, porque se aprendem técnicas de outro Exército que podem ser aplicadas ao nosso”, revelou.

Táticas

Enquanto os 147 militares que formavam as 21 equipes suavam a farda nas provas de resistência e de habilidades técnicas, comandantes das forças especiais de cada país participavam de um seminário sobre táticas antiterror e metodologias usadas em ambientes de conflito, como o Iraque e o Haiti.

Para os participantes, a oportunidade é de aprender com os acertos dos outros países, que são revelados a portas fechadas. “Aqui, tiramos muitos ensinamentos que vão nos ajudar a melhorar nossa doutrina e a preparar nosso soldado”, admite o general Ricardo de Matos Cunha, 1º subchefe do Comando de Operações Terrestres.

O militar afirma que a experiência brasileira no Haiti também vem sendo acompanhada com atenção pelos outros países. “Não é de hoje que o Brasil tem se projetado internacionalmente, principalmente na parte militar.

As nossas atuações em operações de paz, desde a década de 1950, quando fomos para o Canal de Suez, e depois na América Central, na África e, principalmente, no Haiti, nos garantem uma posição de destaque no concerto dos exércitos internacionais”, destacou.

(1) PLANO COLÔMBIA

Desde 2000, os EUA ajudam o combater o narcotráfico e os grupos armados por meio do Plano Colômbia. Nesse período, Washington já investiu US$ 5 bilhões no Exército do país sul-americano, se tornando o maior destino de ajuda militar dos EUA fora do Oriente Médio.

O Plano Colômbia foi decisivo para capacitar as Forças Armadas colombianas: os efetivos aumentaram 50%, o setor de inteligência se refinou e a aquisição de modernos helicópteros e aviões, inclusive Supertucanos brasileiros, deu mobilidade às tropas. Os EUA tiveram papel decisivo nos recentes resgates de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Sem moleza

Como são algumas das provas realizadas pelas forças especiais

Assalto combinado

A equipe é dividida em dois grupos. Logo após o primeiro “varrer o local” com um tiro, o outro simula a entrada em uma casa dominada por sequestradores ou terroristas. São avaliadas a agilidade e a pontaria dos militares, que devem ter atenção com os reféns.

Pista de obstáculos

O tempo é o principal adversário nessa pista onde os militares precisam escalar paredões, rastejar sobre a areia, sair de um fosso de mais de 2m de profundidade e atravessar trechos com cordas.

Natação

De farda, os militares caem na água para nadar 300m com obstáculos.

Marcha orientada

Os participantes levam cerca de três horas para completar a prova. A meta é marchar 20km carregando uma mochila de 15kg e armamento.

Evento aquático

Uma das provas mais difíceis, já que intercala trechos terrestres e aquáticos. Os militares devem carregar o bote no qual vão remar por toda a extensão de um lago, carregar um ferido, nadar com uma mochila de 20kg e atirar em alvos a diferentes distâncias.

Tiro de campo

A equipe de caçadores tem 10 cartuchos para acertar cinco alvos pré-posicionados a distâncias desconhecidas.

FONTE: Correio Braziliense

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Debate intenso nos Blogs de Defesa

Mais uma mudança para melhor nos Blogs de Defesa do Poder Naval. Instalamos o sistema IntenseDebate, que dá aos leitores novos recursos para a troca de ideias, no espaço reservado para comentários.

Como acontecia ateriormente, os comentários voltaram a ser abertos, mas agora todo leitor é um guardião da qualidade dos mesmos. Os leitores podem pontuar cada comentário dos colegas como positivo ou negativo e ainda, denunciar qualquer comentário indevido, que contenha palavras de baixo calão ou agressivas à pessoa de qualquer leitor.

Se o comentário for considerado indevido pelos administradores, o leitor será admoestado. Se persistir, terá seu IP bloqueado, não sendo mais permitida a publicação de seus comentários.

Agora a parte boa: não é necessário fazer novo cadastro para postar comentários. Os que já se cadastraram nos Blogs, continuam como colaboradores e podem postar também notícias, que serão avaliadas pelos editores, editadas e publicadas.

Mas, os leitores que quiserem ter sua foto aparecendo nos comentários, precisam se cadastrar no site IntenseDebate e fazer o upload da imagem escolhida. Se o leitor já tiver imagem no Gravatar, o IntenseDebate reconhece automaticamente a imagem colocada lá.

Para se cadastrar no IntenseDebate clique aqui. Procure criar o mesmo login  usado nos Blogs de Defesa, assim o IntenseDebate sincroniza-se automaticamente quando você loga nos Blogs.

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A empresa americana Total Immersion Software (TIS), de Alameda, CA, recebeu US$12 milhões para modificar um contrato feito anteriormente, a fim de desenvolver o programa RealWorld, que permitirá aos soldados americanos simularem missões de combate em seus laptops.

Desenvolvido sob as especificações da DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), o RealWorld emprega novas tecnologias que permitirão aos soldados criarem missões usando dados geográficos em 3D fornecidos por UAVs e satélites.

O programa pretende superar os obstáculos das simulações atuais, que requerem muito tempo de programação e um nível muito alto de conhecimento dos usuários. O RealWorld vai permitir, pela primeira vez, que simulações em tempo real estejam disponíveis para os combatentes na linha de frente.

Cópias do RealWorld já estão sendo avaliadas por várias unidades americanas, incluindo oficiais de guerra eletrônica da USAF, pilotos de jatos A-10, treinador de imersão da infantaria do USMC, treinador do veículo de infiltração do SEAL e do treinador de sensores da aeronave AC-130.

Características do RealWorld:

  • Arquitetura aberta que permite aos usuários adaptarem-se rapidamente às mudanças na tecnologia.
  • Minimiza o risco de obsolescência tecnológica e permite a adaptação às novas necessidades e evolução da missão.
  • Cria 100 km2 por hora de representações altamente realistas em 3D, do ar / terra / mar, com dados fornecidos por ISR, para qualquer ambiente tático.
  • Gera quarteirões completos com dados geográficos específicos, com construção de interiores e exteriores (em 24 horas, a partir de uma ampla gama de fontes, incluindo fotografias, desenhos de CAD ou até mesmo lado traços feitos no campo a partir de fontes humanas).
  • Modela realisticamente a interação de objetos físicos para expor as “consequências não intencionais” de combate urbano.
  • Implementa a autoria e cenários específicos do combatente.
  • Inclui a capacidade de modelar taticamente os comportamentos culturalmente relevantes para o indivíduo e a inteligência artificial das ações dos grupos inimigos.

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O grupo terrorista Al Qaeda pretende capturar o armamento nuclear paquistanês e usá-lo contra os Estados Unidos, assegurou o considerado “número três” da organização, Mustafa Abul Jazid, em entrevista publicada na site do canal de televisão catariana “Al Jazira”.

“Se Deus quiser, o armamento nuclear paquistanês não cairá em mãos dos norte-americanos. Os muçulmanos capturarão essas armas e as usarão contra os norte-americanos”, disse o líder terrorista de origem egípcia.

Com a barba tingida de vermelho, um turbante branco na cabeça e rodeado de homens armados no que parece uma área rochosa e rica em vegetação, Abul Jazid predisse a derrota do Exército paquistanês em sua atual ofensiva contra os talebans do Paquistão.

O dirigente terrorista se referia às operações levadas a cabo pelas Forças Armadas paquistanesas contra os talebans no vale de Swat e na região tribal do Waziristão do sul.

“O Exército paquistanês será derrotado e representará seu fim no Paquistão”, disse Abul Jazid, que foi entrevistado pelo diretor do escritório da “Al Jazira” em Islamabad em algum lugar da fronteira entre Afeganistão e Paquistão.

No entanto, o líder da Al Qaeda também sugeriu a possibilidade de assinar uma trégua de dez anos com os EUA em troca de certas condições.

Entre elas citou a retirada de todas as tropas norte-americanas dos Estados islâmicos, que deixe de apoiar Israel e que detenha o apoio aos Estados islâmicos aliados do Ocidente.

Além disso, Abul Jazid anunciou que a Al Qaeda tinha sido nomeado um novo líder da organização para a península Arábica, que identificou como Abu Basir Nasser al-Wahshi.

“Esta nomeação poderia reviver a campanha da Al Qaeda na Arábia Saudita”, disse Jazid.

O líder anterior da Al Qaeda na península Arábica, Saleh al-Oufi, foi morto pelas forças de segurança sauditas em 18 de agosto de 2005.

FONTE: Agências Internacionais / COLABOROU: Edilson Moura Pinto

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Michael Reid lançou no país livro sobre a AL. Para jornalista, país ganhou reconhecimento em comércio e diplomacia

Autor do recém-lançado “O continente esquecido – a batalha pela alma latino-americana” (Editora Campus/Elsevier, R$ 92), o jornalista Michael Reid, editor para as Américas da revista britânica “The Economist”, percebe uma clara mudança da imagem do país no cenário mundial.

“O Brasil deixou finalmente de ser o país do futuro para ser o país do presente, fazendo frente às expectativas”, afirmou, em entrevista ao G1, por telefone, desde Londres.

Reid, que cobre assuntos relacionados à América Latina há mais de duas décadas e morou em São Paulo por três anos, nos anos 90, afirma que o governo Lula tem se mostrando “mais assertivo internacionalmente”.

Para ele, o Brasil tem sido reconhecido em áreas como comércio e diplomacia, ganhando contenciosos na Organização Mundial do Comércio (OMC) e exigindo mais espaço em organizações como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e em agências da Organização das Nações Unidas (ONU).

O editor da “The Economist” diz também que, embora a sigla BRIC (grupo de países emergentes que reúne Brasil, China, Índia e Rússia) tenha elementos de uma ferramenta de marketing, o país se tornou um mercado cada vez mais importante para diversas nações. Além disso, ao longo dos próximos 20 anos, diz ele, o Brasil terá papel importante dentro da economia mundial.

Efeito Chávez

Apesar de o Brasil ter se tornado mais importante economicamente nos últimos anos, o especialista em América Latina diz que, na hora de fazer “barulho” no cenário internacional, o personagem principal da região é o venezuelano Hugo Chávez, e não o brasileiro Lula.

Um dos argumentos do livro, aliás, é justamente esse: Chávez não representa as mudanças mais importantes que ocorreram recentemente na América Latina.

“Há uma mudança (mais) importante, que é a a gradual emergência e consolidação de democracias estáveis e economias de mercado”, diz Michael Reid, citando os exemplos de Brasil, Chile, México e Colômbia.

A associação entre Chávez e a América Latina é tanta que, inicialmente, o editor do livro do jornalista na América do Norte queria que o líder venezuelano tomasse a capa de “O continente esquecido”.

Depois de alguma negociação, o jornalista conseguiu um compromisso: na edição em inglês, o livro traz uma fotografia dos edifícios de São Paulo em contraponto com a imagem de Hugo Chávez discursando em uma favela.

Na edição brasileira, a referência a Chávez desapareceu: a capa é dividida entre edifícios modernos de uma grande metrópole e as favelas ainda muito comuns nos países latino-americanos.

Brasil e Venezuela

No que diz respeito à Venezuela, o jornalista diz que o Brasil terá que, no curto prazo, tomar uma decisão sobre a natureza de sua relação com o país. “Chávez tem um projeto de longo prazo e existe um risco real de que o país deixe de ser uma democracia”, ressaltou Reid.

Ele lembra que, ao contrário de seus aliados mais próximos – como o boliviano Evo Morales e o equatoriano Rafael Correa – Chávez tem formação militar, o que pode ser considerado como uma ameaça extra aos direitos dos cidadãos. “Acho que a administração Lula tem se iludido sobre Chávez.”

O editor da “The Economist” também ressaltou também que as economias de mercado latino-americanas se adiantaram à crise mundial, implantando maior regulação em suas instituições financeiras.

A medida, antes criticada, virou regra nos países desenvolvidos depois que muitos bancos fizeram empréstimos sem lastro financeiro para uma eventual onda de inadimplência. “A regulação nos sistema financeiro é atualmente o novo consenso.”

Argentina

Entre outros “estudos de caso” da América Latina, Michael Reid cita a Argentina e o México. A economia argentina sofre, segundo ele, de uma histórica descontinuidade. Além disso, o país, de tempos em tempos, flerta “perigosamente” com o populismo. Isso faz com que o desenvolvimento da Argentina venha em ondas: expansões seguidas de períodos difíceis.

Neste momento de crise, o país enfrenta mais uma encruzilhada, pois, segundo ele, não fez o dever de casa para se proteger de um período de vacas magras.

“Depois do colapso da economia, (…) a Argentina enfrenta um novo período difícil”, ressaltou o jornalista, lembrando que o país não mexeu nas políticas fiscal e tributária e negligenciou a educação durante o curto período de expansão dos últimos anos.

México

No caso do México, Reid diz que a forte dependência dos Estados Unidos e a manutenção de monopólios pouco eficientes – como a Pemex, descrita por ele como “bem menos eficiente que a Petrobras” – impedem que o país aproveite melhor as reformas já feitas em seu mercado.

“Esses monopólios levam à falta de competição e inovação”, diz o jornalista. O país que deve ter uma forte recessão neste ano, com retração de 3,7%, segundo o FMI. Para o ano que vem, a economia mexicana deve voltar a crescer, com expansão prevista de 1%.

Entretanto, ele diz que o México está bem equipado para uma eventual retomada da atividade econômica, beneficiando-se naturalmente de uma recuperação mais rápida dos Estados Unidos.

“(O país) tem um formato econômico forte, regras claras para a economia e suas instituições vão muito bem, embora mais reformas estruturais sejam necessárias.”

FONTE: G1 / COLABOROU: José Adriano

NOTA do BLOG: É inegável que o Brasil avançou nos últimos anos. Mas é uma pena que o País, apesar de ter se tornado um gigante econômico, ainda continue a ser um anão militar. Enquanto nossos políticos não aprenderem que o poder militar tem que acompanhar o poder econômico de uma nação, continuaremos a ser coadjuvantes no cenário internacional. Como disse Henry Kissinger: “Diplomacia sem o respaldo de poder militar é mero exercício de retórica”.

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