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Um marco significativo para demonstrar a capacidade do helicóptero Apache de operar e atacar, a partir do mar, armados com canhão de 30 mm e mísseis Hellfire, foi alcançado com sucesso durante um exercício muito bem planejado perto de Gibraltar, contra alvos marítimos.

No total, 550 tiros dos canhões 30 milímetros e 9 mísseis Hellfire disparados, atingindo uma taxa de 100% de acerto. Foi a primeira vez que Hellfire foi lançado por helicóptero Apache do AAC (Army Air Corps) em ambiente marítimo.

Atualmente embarcado no HMS Ocean, o maior navio de guerra da Royal Navy, 656 Sqn do 4 Regiment AAC, passaram as últimas semanas realizando treinamentos intensivos que lhes permitam operar de dia ou de noite.

FONTE e FOTOS: RN

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Brasil versus BRICs

Enquanto o Brasil não resolver seus problemas estruturais, vai ser difícil ao País conseguir recursos adicionais para investir em Defesa

1. Investimento em relação ao PIB. Brasil em último.

2. Exportações em relação ao PIB. Brasil em último.

3. Dívida Pública em relação ao PIB. Só a Índia é pior que o Brasil.

4. Pagamento de juros em relação ao PIB. Só a Índia é pior que o Brasil.

5. Receita Tributária em relação ao PIB. Aqui, ninguém passa o Brasil.

6. Se quiser ler a matéria toda, são 18 páginas. Sebastian Briozzo e Joydeep Mukherji. Standard & Poor’s. Conheça.

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José Casado

RIO – Há duas semanas o Senado aprovou a Convenção sobre o Desaparecimento Forçado de Pessoas, um dos pilares jurídicos da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre direitos humanos. Tornou-se crime no Brasil um agente do Estado usar as desculpas de “seguir ordens” ou “em missão militar” como razão para não ser punido por prender uma pessoa, não comunicar essa prisão e ainda privá-la de qualquer tipo de ajuda legal. As regras valem para todos os agentes públicos, mesmo em tempo de guerra.

É fato relevante num país que há três décadas convive com a busca de desaparecidos durante a ditadura militar. Mas passaram-se 17 anos desde a assinatura desse acordo, em 1994, até a sua aprovação no Congresso. Foram mais de 6.000 dias “em tramitação” legislativa.

Estreante no Senado, Pedro Taques (PDT-MT) participou da votação, perplexo:

- O nosso processo legislativo é do século XIX.

Mais tarde, fez as contas e levou um susto: se os 81 senadores e 513 deputados federais decidissem votar todos os projetos que estão pendentes no Congresso – sem apresentar nenhum novo e mantendo o atual ritmo de trabalho -, atravessariam um século trancados em sessões de votação.

Há quase três dezenas de milhares de propostas “em tramitação”. Pela média histórica, somente uma em cada dez tem chance real de virar lei. As demais têm destino certo: o arquivo.

Esse processo de asfixia legislativa se agrava a cada semana, principalmente porque o Congresso adotou a política de não decidir nas áreas definidas pela Constituição como de sua competência exclusiva.

Simples e óbvia, a Carta manda o Legislativo legislar e fiscalizar, o Executivo executar, e o Judiciário julgar. Não tem sido assim e o resultado é um visível desequilíbrio entre poderes, inédita desde a redemocratização há 26 anos: a supremacia do Executivo e um gradativo avanço do Judiciário no vácuo deixado por um Congresso cada vez mais enfraquecido.

As evidências se multiplicam na pauta de pendências da Câmara e do Senado. O caso dos vetos presidenciais é exemplar. A Constituição permite ao presidente da República vetar projetos do Legislativo até 15 dias depois da aprovação. E impõe ao Congresso o dever de decidir se mantém ou derruba o veto presidencial no prazo de 30 dias. Existem 2.180 vetos presidenciais à espera de decisão dos parlamentares. Alguns estão na fila há uma década.

Abandonou-se também o julgamento de contas de governo. O Legislativo tem o poder, o dever e a competência exclusiva na análise e decisão sobre as contas do presidente da República. Mas permanecem contas presidenciais pendentes de 12 exercícios financeiros. A mais antiga é de 1990, do governo Fernando Collor. Passaram-se 21 anos e ainda não foi votada.

- O Parlamento não cumpre a ordem constitucional – constata o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ). – E aqui se revela uma das mais expressivas, discretas e proveitosas formas de poder político: o de não decidir.

No vácuo, o STF avança e decide

Não é por falta de tempo. O Código Florestal transita há 12 anos no Legislativo. Mais longo é o percurso da proposta sobre união de casais gays: há 16 anos está pronto para votação. Em vez de solução, surgiram outros 21 projetos similares. No vácuo, o Supremo Tribunal Federal avançou. E decidiu, “interpretando” a Constituição.

- Todo mundo tem na sua vida um exemplo de perda por causa dessa decisão do Legislativo de não decidir – lamenta o deputado. – O Executivo agora é quase o único poder, e a República virou ficção. Precisamos é de uma revolução pela lei.

O senador Itamar Franco (PSDB-MG), ex-presidente da República, não disfarça a irritação. Dias atrás ele recebeu o comando de uma comissão parlamentar para examinar uma Medida Provisória. Na primeira reunião, foi o único a aparecer. Esperou meia hora, desistiu e foi ao plenário onde fez um desabafo sobre sua frustração:

- Se continuarmos com esse processo de aviltamento do Poder Legislativo no País…Todos sabem o que acontece – protestou. – São situações como essa que acabam por fazer prosperar, nas ruas, dúvidas sobre a necessidade de um Parlamento. Nós estamos nos desmoralizando. Estamos sendo legisladores de brincadeira – de brincadeira!

O governo legisla mais que o Congresso, e cada vez mais. Desde 1989 sucessivos presidentes editam, em média, uma Medida Provisória por semana (na administração Dilma Rousseff, até agora, a média caiu para uma a cada duas semanas). Já somam 1.127. A maioria encontra-se “em tramitação” no Legislativo. Entre essas, há 52 que, embora provisórias, “tramitam” há mais de uma década.

No universo das MPs acontece um pouco de tudo. Por exemplo: uma delas, aprovada na semana passada, abrigava desde doações ao Haiti até uma completa reforma da Lei de Licitações Públicas, em caráter emergencial por causa da Copa do Mundo – embora o Brasil tenha sido escolhido para sediar a Copa há exatos três anos e sete meses.

- Temos certa dose de culpa, tudo isso não acontece por acaso – criticou a senadora estreante Ana Amélia Lemos (PP-RS). – Há uma relação de subordinação e clientelismo com o governo. E não é possível na democracia um poder se sobrepor ao outro, como acontece hoje na relação Executivo-Legislativo.

Sem cumprir as atribuições constitucionais básicas (legislar e fiscalizar), o Congresso se vê, também, cada vez mais limitado na capacidade de decidir sobre o Orçamento. Clássico símbolo da independência de poderes na democracia liberal, a autonomia do Legislativo sobre o orçamento tornou-se emblema da fragilidade institucional brasileira: quem decide quase tudo é o governo. A margem de manobra parlamentar atualmente é sobre uma fatia inferior a 1% da receita anual de impostos. Para o Executivo é o mundo ideal, porque pode usar essas emendas como instrumento para impor sua agenda ao Congresso.

Em tese, cada parlamentar pode apresentar emendas para obras até a soma de R$ 13,5 milhões. São aprovadas, mas o investimento depende da vontade do governo, que, numa tática de pressão, libera cada vez menos: em 2007, autorizou 32% dos investimentos aprovados por emendas; no ano passado, apenas 15%.

Nos plenários sobram desalento e autocrítica, como a do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) na semana passada:

- Quando os parlamentares vão olhar para os seus mandatos e enxergar que é preciso haver uma afirmação daquilo que é sua atribuição e que não pode ser terceirizado?

FONTE: O Globo

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Caçapava (SP) – O 6º Batalhão de Infantaria Leve, antigo 6º Regimento de Infantaria (6º RI), comemorou o 66º Aniversário da conquista de Fornovo di Taro, seu maior feito na 2ª Guerra Mundial.

O antigo 6º RI foi a primeira Unidade de Infantaria, da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, a entrar em ação no campos de batalha da Itália e, também, a de maior número de jornadas em combate.

A cerimônia foi prestigiada com a presença do Comandante Militar do Sudeste, General-de-Exército Adhemar da Costa Machado Filho, do Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste, General-de-Brigada Carmo Antonio Russo, do Comandante da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), General-de-Brigada Carlos Cesar Araújo Lima, do Prefeito Municipal de Caçapava, de diversas associações de Ex-Combatentes de todo o Brasil e mais de 2 mil convidados da cidade e região.

FONTE e FOTOS: EB

O crescente peso do Brasil no cenário internacional exige uma reestruturação de seus serviços de inteligência, inclusive no que diz respeito ao acompanhamento de fatos e tendências que ocorrem fora do país. O alerta foi feito nesta segunda-feira (2), na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), por especialistas que participaram do painel “A importância da atividade de inteligência para o Brasil, sua diplomacia e suas Forças Armadas: causas de seu fracasso em prever movimentos populares no mundo árabe”.

Para lembrar a importância dos serviços de inteligência, o presidente do Capítulo Brasil da Associação Internacional de Analistas de Inteligência de Segurança Pública, o professor Denílson Feitoza, lembrou que o Brasil possui uma das maiores reservas de água doce no mundo e que, até 2050, 45% da população mundial terá menos água do que o necessário para viver. Ele questionou até quando o mundo vai aceitar que o Brasil permita a contaminação de seus mananciais.

- Acabamos de ver uma operação encoberta dos Estados Unidos no Paquistão para matar Osama Bin Laden. Este é um recado profundo. No mundo realista, se chegar momento de se atuar no Brasil, isso será feito – advertiu Feitoza.

Se os serviços de inteligência brasileiros não foram capazes de antecipar as tendências políticas no Oriente Médio, advertiu o professor argentino José Manuel Ugarte, da Universidade de Buenos Aires, nenhum outro serviço de inteligência da América Latina poderia fazê-lo. Isto porque, como observou, esses serviços têm dado prioridade ao que ocorre dentro das fronteiras de cada país.

- Todo país latino-americano que decide ter presença internacional deverá desenvolver capacidades de inteligência no exterior. Praticamente não há país que ocupe um lugar importante que não desenvolva capacidade de inteligência no exterior – afirmou Ugarte.

Ao abordar a incapacidade dos serviços de inteligência em prever a crise política no Norte da África e no Oriente Médio, o professor Eugênio Diniz, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, lembrou que a insatisfação social na região já havia sido detectada. Ele recordou, porém, que as mudanças, quando ocorrem, são muito aceleradas.

- Mesmo nos melhores casos, existe uma limitação. A informação obtida é, ela mesma, cheia de incertezas. É possível antecipar algumas possibilidades de resposta, mas antecipar quando algo vai ocorrer não é possível na imensa maioria dos casos.

Na opinião do consultor legislativo Joanisval Gonçalves, do Senado Federal, falta ao país uma cultura na área de inteligência. Ele defendeu o controle externo e uma nova regulamentação legal dos serviços de inteligência. O Brasil vem alcançando posições de destaque, lembrou, e pode ser alvo de serviços de outros Estados. Ele observou ainda que grandes eventos ocorrerão no país nos próximos anos, como a conferência Rio+20, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

- Estamos preparados para isso? Ainda que não fôssemos alvo de possíveis atentados terroristas, receberemos delegações de vários países que o são – alertou.

Ao comentar a sua decisão de extinguir o então Serviço Nacional de Informações (SNI), quando era presidente da República, o senador Fernando Collor (PTB-AL), presidente da comissão, lembrou uma frase do ex-ministro Golbery do Couto e Silva, segundo a qual ele havia “criado um monstro”.

- Quando decidi extinguir o SNI, nada tinha contra os profissionais, mas sim contra a forma distorcida como o serviço era feito – afirmou.

O senador Luis Henrique (PMDB-SC) pediu que os serviços de inteligência brasileiros dediquem-se à defesa da atividade econômica do país. Ele citou o exemplo do setor têxtil, que emprega 18,5 milhões de pessoas no Brasil. E informou que o setor enfrenta uma “drástica redução de atividade” porque não se previu a redução de plantio de algodão em alguns países, que gerou uma redução da oferta e a elevação do preço do produto em 150% em apenas um ano.

Por sua vez, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que o Brasil precisa superar o que chamou de “complexo do SNI”, em uma referência à ligação da imagem do antigo Sistema Nacional de Informações com o regime militar.

FONTE: Agência Senado / Marcos Magalhães

O segundo Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGI-F) do País, em Corumbá, Mato Grosso do Sul, foi lançado no dia 29 de abril. Os gabinetes têm como objetivo enfrentar de forma articulada o crime organizado nos onze estados que fazem divisa com outros países.

O GGI-F do Mato Grosso do Sul vai integrar as forças de segurança pública das esferas federal, estadual e dos municípios de fronteira do estado com a finalidade de planejar, coordenar e executar ações de combate aos crimes transnacionais.

FONTE: Ministério da Justiça

As centenas de comunicações das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) divulgadas nesta semana sugerem que o caso de um cônsul venezuelano em Manaus, que teria ajudado guerrilheiros a circular no Brasil, não é isolado. Numa comunicação de 2006, Raúl Reyes, ex-número dois das Farc (morto em 2008), diz que combinou enviar ao governo Chávez uma lista de pessoas “de confiança” para consulados de cidades colombianas. As comunicações das Farc mencionam que o grupo ligado a Raúl Reyes usava o Brasil como ponto de apoio e transferência de dinheiro. Considerado número 2 de Reyes, Orlay Jurado Palomino menciona viagens pelo norte do Brasil e Fortaleza.

FONTE: Folha de São Paulo/Ex-Blog do Cesar Maia

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A arma que matou Bin Laden

Informações vazadas indicam que Osama Bin Laden foi morto por disparos de um fuzil HK416, arma usada pelos US Navy SEAL. O vídeo abaixo demonstra as qualidades da arma escolhida pelas Forças Especiais da Marinha dos EUA.

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SOS Amazônia brasileira

Chegaram à conclusão de que o Brasil é mesmo uma pátria sem dono, dominada por bandidos, com um povo anestesiado, onde não existe patriotismo da parte dos que poderiam tê-lo

Fiquei emocionado ao assistir a entrevista daquela tenente indígena do Exército Brasileiro, Sílvia Wajäpi com o Jô Soares, a tal ponto, que não resisti à tentação de fazer um pequeno comentário sobre os índios e o que vem ocorrendo em nossa Amazônia. Aqui vão minhas perguntas que não querem calar-se e algumas sugestões. Por que os indígenas que são mais brasileiros que nós (com excessão dos yanomami, que foram inventados) e, que tanto se orgulham em vestir a farda verde-oliva, como assim demonstrou a Tenente indígena do Exército Brasileiro, Sílvia Wajäpi em sua entrevista com Jô Soares, são tão enganados e induzidos a renunciar a sua legítima nacionalidade, ou seja, deixar de ser brasileiros, para que suas grandes reservas sejam transformadas em Nações Indigenistas?

Por que essas ONGs estrangeiras, a Funai e os religiosos comunistas os querem isolados na selva, numa vivência primitiva, como se fossem um “zoológico humano, sem as mínimas condições de sobreviver com dignidade?
Por que o próprio Marechal Cândido Rondon, descendente de índios guanás, terenas e borrorós de Mato Grosso, que fundou o SPI – Serviço de Proteção aos Índios e, com eles conviveu toda sua vida, sempre os protegendo, queria que gradativamente eles fossem integrados à sociedade para exercer sua verdadeira cidadania?

Por que o ex-presidente Lula homologou as mais absurdas ampliações de várias reservas – (TIs) que passaram a ter milhões de hectares e, reconheceu perante a ONU, os “Direitos Universais dos Povos Indígenas”, abrindo caminho para uma futura exclusão de todos os aborígines brasileiros da “Nação” a qual pertencem e que sempre os abrigou?

Os jovens índios em toda a Amazônia brasileira, em idade de prestar o serviço militar, deveriam ser convocados pelo Exército, para formar e integrar novas “Brigadas Indigenistas”, em toda a grande selva como ocorre em São Gabriel da Cachoeira no estado do Amazonas. Seriam os verdadeiros guardiões da floresta, sempre comandados pelos sargentos e oficiais do Exército, que os treinariam militarmente. Estando bem treinados, armados e fardados, obedecendo a hierarquia de nossas Forças Armadas, combateriam em plena selva, (que tão bem conhecem) traficantes, predadores da natureza, invasores e bandidos de toda espécie. Ajudariam seu país (o Brasil) a defender sua soberania nas fronteiras do Norte, que estão sendo invadidas e dominadas por estrangeiros que infiltrados nas reservas, vêm dando ordens, impedindo a passagem de brasileiros nas estradas dentro das terras indígenas que já dominam. Garanto que ficariam felizes em servir a Pátria, ao tornarem-se soldados do Exército Brasileiro, porque teriam a oportunidade de viver orgulhosamente sua tradição “guerreira”.

Com a falácia da “Abertura Democrática”, as reservas indígenas – TIs, foram agigantadas, algumas delas inventadas, demarcadas pela Funai e homologadas pelos Ex-presidentes da República, que vieram após os militares. Inicialmente, o Ex-presidente Fernando Collor de Melo que por decreto criou a TI Yanomami com 9.600.000 ha. (nove milhões e seiscentos mil hectares – 96.000 km² – noventa e seis mil km²), para seis ou sete mil índios oriundos dos países vizinhos, Peru, Equador, Colômbia e, que entraram no Brasil através da Venezuela, chegando a última leva em 1945, bem depois de nossos ancestrais, que imigraram da Europa, da Ásia e de outros continentes no início do século passado, portanto, bem antes dos “yanomami”.

A TI – Raposa/Serra do Sol, com 1.700.000 ha.(hum milhão e setecentos mil hectares, 17.000 km², dezessete mil km²) recebeu do STF – Supremo Tribunal Federal, autorização para demarcação em área contínua, ou seja, foi entregue para as ONGs estrangeiras e, posteriormente, foi homologada pelo Ex-presidente Lula da Silva. Sendo ambas em Roraima, aquele Estado acabou ficando com apenas 46% de seu território e, vão entregar ainda mais terras, para serem demarcadas e homologadas neste estado, que em breve (segundo estudos) ficará com apenas 26% de sua área livre das ONGs, da Funai e demais reservas florestais e ambientais.

Criaram, ampliaram, demarcaram e homologaram tantas reservas indígenas na Amazônia, que nada menos que 13% do território brasileiro, equivalente a 1.105.000 km² (hum milhão cento e cinco mil km²), foi entregue para as 200 etnias indígenas com apenas 700 mil pessoas de “mamando a caducando”.

Desses 700 mil, 190 mil, são os aculturados que vivem mais nas áreas urbanas, nas reservas evoluídas sob as ordens do CIR, do CIMI, da Funai e das ONGs estrangeiras. Muitos deles estão constantemente viajando para países estrangeiros para estudar, aprender inglês. São atualmente os maiores latifundiários do mundo, como assim querem as ONGs estrangeiras, a Funai e as alas comunistas da Igreja Católica, representadas pela Pastoral da Terra, pela Teologia da Libertação, pelo CIR e pelo CIMI. Por incrível que pareça, essas ONGs estão querendo mais.

Chegaram à conclusão de que o Brasil é mesmo uma pátria sem dono, dominada por bandidos, com um povo anestesiado, onde não existe patriotismo da parte dos que poderiam tê-lo. Pretendem transformar cada reserva, cada tribo, cada etnia, em “nação indígena” e, em breve, todas elas em nações estrangeiras dentro de nosso território amazônico.

Como piloto que viveu a maior parte da existência na Amazônia, voando por 40 anos sobre aquelas selvas encantadoras, que conhece o sofrimento dos índios dentro do mato, suas carências, causadas pelo devastador atraso cultural, com total ausência do conhecimento, aqui permaneço na minha “trincheira”, lutando para ajudar salvar nossa querida Amazônia que tão bem conheço e que tanto amo.

Luiz José Mendonça (77) é piloto há mais de 50 anos, tendo voado 40 na Amazônia.

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Realizou-se, no Salão de Honra do Gabinete do Comandante do Exército, no dia 10 de maio, em cerimônia presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, a transmissão dos cargos de Chefe do Estado-Maior do Exército, do General-de-Exército Marius Teixeira Neto para o General-de-Exército Joaquim Silva e Luna; e de Comandante de Operações Terrestres, do General-de-Exército Antonio Gabriel Esper para o General-de Exército Américio Salvador de Oliveira.

A cerimônia foi prestigiada com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, de Oficiais-Generais Membros do Superior Tribunal Militar, integrantes do Almirantado, do Alto-Comando do Exército de ontem e de hoje, do Alto-Comando da Aeronáutica, de Oficiais-Generais da Guarnição de Brasília, de convidados e de autoridades civis e militares.

FONTE e FOTOS: EB

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