QG Airsoft

O Brasil voltou a anunciar que se dispõe a cooperar nas negociações por um acordo de paz no Oriente Médio. A posição foi confirmada durante a visita do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém.

O presidente Lula foi estimulado a participar de certas conversas (em busca de um acordo de paz) anunciou o chanceler.

Obviamente, essas coisas não permitem reações imediatas.

Amorim também esteve na sede da Autoridade Nacional Palestina (ANP) com o primeiroministro Salam Fayyad, e o chanceler Riad al Maliki. Segundo o diário israelense M a ariv, o chanceler brasileiro deve voltar a se reunir com representantes israelenses para transmitir a resposta da ANP.

No mesmo dia, o premier israelense fez um apelo aos palestinos para que iniciem o quanto antes as conversações diretas com Israel.

Agora é preciso passar sem demora às negociações diretas declarou, acrescentando que EUA e Israel já concordaram sobre a necessidade de passar para este estágio das negociações.

Irã

A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU confirmou o recebimento da carta do Irã comunicando a volta das negociações sobre o acordo de troca de combustível nuclear fora do território iraniano, firmado com a mediação de Brasil e Turquia.

O chanceler brasileiro, que se reuniu com autoridades iranianas no fim de semana, disse que espera sinais claros da comunidade internacional sobre a participação do país nas negociações com o Irã.

É mais importante considerar que, se os 1.200 quilos de urânio levemente enriquecidos pelo Irã já estivessem na Turquia, o mundo estaria muito mais tranquilo considerou.

FONTE: Jornal do Brasil, via Notimp

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Centenas de civis foram mortos sem conhecimento público e oficial pelas tropas de coalizão no Afeganistão, planos secretos para exterminar líderes extremistas do Taleban e Al Qaeda e a discussão do suposto envolvimento de Irã e Paquistão no apoio a insurgentes eram temas recorrentes aos líderes militares.

As tropas no Afeganistão mantinham uma unidade de “caçadores” para “matar ou capturar” líderes do Taleban sem julgamento.

As informações foram publicadas em uma série de reportagens no jornal inglês “The Guardian” neste domingo.

O jornal também revelou documentos secretos que comprovam o desenvolvimento dessas ações pelas tropas de coalizão (leia todas as reportagens, em inglês, aqui).

Segundo o “Guardian”, as informações provêm de um acervo com mais de 90 mil documentos de incidentes, além de relatórios de inteligência sobre o conflito, que foram colocados no ar na internet –em um dos maiores vazamentos de informações da história militar dos Estados Unidos.

Além do “Guardian”, os arquivos foram disponibilizados a dois outros jornais: o alemão “Der Spiegel” e o norte-americano “The New York Times”, e contabilizam as batalhas ocorridas nos últimos seis anos, que custaram a vida de mais de 320 britânicos e 1.000 norte-americanos.

Relatórios

Os documentos informam que pelo menos 195 civis foram mortos e outros 174, feridos. O número, contudo, pode ser subestimado porque, em muitas missões, as tropas omitem esse tipo de acontecimento.

Erros que ocasionaram morte de civis também incluem o dia em que soldados franceses bombardearam um ônibus cheio de crianças em 2008, matando 8. Uma ronda similar feita pelas tropas norte-americanas matou 15 passageiros.

Os documentos também apontam o extermínio de uma vila durante uma festa de casamento, incluindo uma mulher grávida, em um aparente ataque de vingança.

Segundo o jornal, os EUA também acobertaram que o Taleban adquiriu mísseis aéreos, e que escondeu um massacre perpetrado pelo grupo terrorista devido ao uso de bombas, que dizimaram mais de 2.000 civis até então.

Outro lado

Em nota, a Casa Branca afirma a situação demonstrada pelos relatórios foi resultado da gestão anterior à de Barack Obama.

“É importante notar que o período de tempo refletido nos documentos é janeiro de 2004 a dezembro de 2009″, afirma o governo.

“Condenamos fortemente a revelação de informação confidencial por indivíduos e organizações, que põe a vida de membros norte-americanos e parceiros de serviço em risco, e ameaça nossa segurança nacional”, prossegue a nota.

“A Wikileaks [site da internet no qual os documentos foram publicados] não fez esforço para contatar o governo dos EUA sobre esses documentos, que podem conter informações que colocam em risco a vida de americanos, nossos parceiros, e populações locais que cooperam conosco.”

FONTE: Folha.com

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Causa

Efeito

Demonstração de um tiro certeiro, executado por um Sniper do US Navy SEAL, em uma melancia representando a cabeça de uma pessoa.

FOTO: U.S. Navy Photo por Mass Communications Specialist Chief Stan Travioli

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As Forças Armadas da Venezuela declararam nesta sexta-feira seu apoio à decisão do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de romper relações diplomáticas com a Colômbia e disseram estar prontas para um possível combate em caso de invasão do território venezuelano.

“A Forças Armadas Nacionais Bolivarianas mantêm sua preparação operacional e estão dispostas a executar as tarefas que forem impostas pelo comandante-em-chefe e presidente da República”, declarou o ministro da Defesa, general Carlos Mata, que leu uma declaração na televisão oficial VTV.

O presidente Chávez ordenou que as Forças Armadas se mantenham em “alerta máximo” na fronteira ante a possibilidade de alguma agressão diante do risco de que o colombiano Alvaro Uribe, “movido por seu ódio contra a Venezuela”, opte por uma ação militar contra Caracas.

“Conte o governo com uma resposta contundente se forças estrangeiras tentarem violar o solo sagrado do maior homem da América”, acrescentou o ministro, referindo-se ao libertador e grande herói venezuelano, Simón Bolívar.

O ministro, assim como outros membros do governo, desmentiu “categoricamente” as declarações do embaixador colombiano na OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Hoyos, de que há 87 acampamentos e cerca de 1.500 guerrilheiros colombianos dentro das fronteiras da Venezuela, sob leniência de Chávez. As acusações levaram o presidente a romper relações com Bogotá.

Combate

Mata assegurou que os esforços dos militares venezuelanos “têm sido enormes” para combater o narcotráfico e a presença de rebeldes em seu território e que é responsabilidade da “oligarquia colombiana” se “existe sangue” na história destes países vizinhos.

Mais cedo, o embaixador da Venezuela na OEA, Roy Chaderton, reconheceu que há guerrilheiros colombianos no país, mas negou apoio aos rebeldes e afirmou que as Forças Armadas venezuelanas não apenas combatem a guerrilha, como já entregaram membros capturados à Colômbia.

Na noite de quinta-feira, o ministro da Defesa afirmou que a situação na extensa fronteira entre Colômbia e Venezuela é “normal”, em declarações concedidas ao término de uma reunião extraordinária do Conselho de Defesa da Nação, organismo máximo consultor do país sobre segurança e defesa.

Ao terminar de ler a declaração, o ministro da Defesa bradou o lema “Pátria socialista ou morte! Venceremos!”, utilizado pelo presidente e pelos militares em seus atos públicos.

FONTE: Folha.com

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Um dos objetivos é evitar que participação dos EUA desequilibre negociações entre Colômbia e Venezuela. Crise entre vizinhos pode contaminar eleições brasileiras


Eliane Cantanhêde e Fábio Amato

O Brasil articula para retirar a crise Colômbia-Venezuela do âmbito da OEA e trazer para a Unasul (União de Nações Sul-Americanas), para evitar que a participação dos EUA desequilibre as negociações -pró-Colômbia e anti-Venezuela. Os EUA integram a OEA, não a Unasul.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou ontem para Chávez propondo a troca. Após a conversa, Chávez anunciou que pediu ao Equador (que ocupa a presidência pro tempore) uma reunião de emergência.

O centro da crise é a acusação da Colômbia de que a Venezuela já teve 87 acampamentos guerrilheiros colombianos, e ocorre quando a campanha do tucano José Serra afirma que o PT da adversária Dilma Rousseff tem relações com as Farc.

Há, então, chance de contaminação da questão Venezuela-Colômbia na eleição.

Lula vai à Venezuela no dia 6 para nova rodada trimestral de reuniões, seguindo direto para a posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. A viagem, agora, tem outro peso.

O Brasil acha melhor convocar a Unasul após a posse de Santos, que, ao contrário de o atual presidente, deu sinais de querer melhorar as relações com Caracas.

Para o embaixador brasileiro na Colômbia, Valdemar Carneiro Leão, a troca “cria um clima mais propício”.

Os embaixadores da região que servem em Caracas e Bogotá já trocam telefonemas para garantir a reunião.

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, disse que Lula está disposto a ajudar e tem esperança de que, com a sucessão, “as coisas possam se recompor imediatamente”.

Em nota, o Itamaraty disse que acompanha a crise “com preocupação” e que Lula transmitiu a Chávez disposição em ajudar.

FONTE: Folha de São Paulo

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O vice-presidente venezuelano Elías Jaua declarou na noite de ontem que o Conselho de Defesa da Nação, órgão máximo de aconselhamento para segurança e defesa da Venezuela, apoia a decisão do presidente Hugo Chávez de cortar as relações diplomáticas com a Colômbia, segundo declarações de Jaua à rede de televisão VTV.

Chávez anunciou ontem a ruptura das relações diplomáticas com a Colômbia. A Colômbia acusa o país vizinho de abrigar guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em seu território, posição que foi levada ao Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Jaua presidiu a reunião do Conselho convocada de maneira ‘extraordinária’ para analisar a situação. Segundo o vice-presidente, ‘os poderes do Estado e as nossas forças armadas consideram como justa e necessária a ruptura diplomática e chamamos o povo venezuelano a apoiar esta medida’, acrescentou o oficial.

Jaua declarou que o Conselho analisou uma série de medidas para “garantir que o atual governo da Colômbia compreenda que deve respeitar o governo legítimo da Venezuela’.

O documento com as medidas serão entregues a Chávez, segundo Jaua, para avaliação e para que ele decida quais delas serão tomadas, disse ele, sem dar detalhes sobre as características da proposta.

Na reunião, convocada pelo Executivo venezuelano, estavam presentes o vice-presidente Elías Jaua, o chanceler Nicolás Maduro, o ministro de Defesa Carlos Mata Figueroa, e a promotora-geral Luisa Ortega, entre outras autoridades.

O Conselho de Defesa é ‘o órgão máximo de consulta para o planejamento e assessoria do Poder Público (…) em assuntos relacionados à segurança e defesa integral da nação, sua soberania e a integridade do território’, segundo a Lei Orgânica de Segurança da Nação.

FRONTEIRA

O ministro Figueroa declarou após a reunião que a situação na fronteira com a Colômbia é normal, apesar do rompimento das relações diplomáticas.

‘Os 20 mil homens que estão na fronteira me informaram que a situação é normal’, disse o ministro à VTV depois da reunião do Conselho de Defesa Nacional.’Quero que a nação fique tranquila”, completou.

REAÇÃO DA COLÔMBIA

O procurador-geral da Colômbia, Guillermo Mendoza Diago, declarou que há possibilidade de denunciar a Venezuela à Corte Penal Internacional (CPI) por supostamente abrigar guerrilheiros das Farc e do ELN em seu território.

“Se conseguirmos estabelecer isso, e temos informação de que os guerrilheiros se refugiam na Venezuela e as autoridades não fazem nada, e pelo contrários os apoiam, pois então poderíamos já consolidar o que vai ser a denúncia para a Corte Penal Internacional”, disse ele.

Ele disse ter recebido das mãos do governo colombiano uma pasta em que estão documentados ao menos 60 ataques cometidos por guerrilheiros das Farc contra moradores colombianos e depois refugiados na Venezuela.

Ele participou de uma reunião chefiado pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, junto com seus ministros, chefes militares e da polícia.

Até o momento, o governo de Uribe não se pronunciou oficialmente sobre a decisão de Chávez.

CAUTELA

O presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que deve tomar posse em 7 de agosto, alegou que não se pronunciar sobre o assunto é “sua melhor contribuição” para o conflito bilateral. Em visita ao México, ele também lembrou que “o presidente Álvaro Uribe é ainda o presidente em exercício”.

Já o seu vice, Angelino Garzón, afirmou que o novo governo fará “todo o possível” para restabelecer as relações diplomáticas com a Venezuela. “Faremos todo o possível e utilizaremos todos os amigos que temos em diferentes países do mundo e buscaremos todos os mecanismos diplomáticos para melhorar e fortalecer as relações com os países da região, incluindo a venezuela”, disse Garzón, que está em visita a Quito, no Equador.

O porta-voz da atual presidência colombiana, César Velásquez, informou que “qualquer comunicação” oficial sobre o assunto será centralizada no embaixador do país na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, e da representante nos EUA, Carolina Barco. Luis Alfonso Hoyos criticou o rompimento como “um erro histórico” e “imoral”.

Três semanas antes de deixar o governo da Colômbia, o presidente Álvaro Uribe agravou a crise diplomática com a Venezuela ao denunciar que Caracas esconde guerrilheiros em seu território.

As relações bilaterais entre Colômbia e Venezuela foram “congeladas” em julho de 2009 por Caracas, depois do anúncio de um acordo de cooperação militar entre Bogotá e Washington que Chávez considerou uma “ameaça para a segurança regional”.

MUDANÇA DE GOVERNO

“Espero que não ocorra nada de mais grave nesses próximos dias, os últimos de um governo que pretende perturbar a paz antes de ir”, explicou Chávez em referência à saída do presidente colombiano, Álvaro Uribe, do cargo no dia 7 de agosto.

Mais cedo, Chávez disse esperar que o novo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, não esteja envolvido na atual rixa entre os dois países.

“Espero que o novo presidente não esteja inteirado desta agressão. Espero que tome algumas medidas racionais no assunto porque acredito que já uma loucura desatada no palácio de Nariño”, disse Chávez, ao entrar na sede do governo venezuelano, ao lado do técnico da seleção argentina, Diego Maradona.

Durante a campanha eleitoral colombiana, Chávez chegou a alertar que a vitória do ex-ministro de Defesa e sucessor de Uribe podia gerar uma guerra e que seria extremamente difícil restabelecer as relações bilaterais sob seu governo.

Santos, contudo, adotou um discurso de reaproximação e diálogo e chegou a minimizar as acusações de Uribe sobre os vínculos entre Chávez e as Farc. O venezuelano mudou de tom e disse que espera retomar as conversações com o país vizinho depois da posse de Santos. Ele afirmou que não irá na posse por questões de segurança.

ALERTA E EXPULSÃO

O governo de Hugo Chávez anunciou que os diplomatas da nação vizinha terão 72 horas para deixarem o país. O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, confirmou que após este período a representação colombiana deverá ser fechada.

Já a decisão venezuelana de colocar as fronteiras em “alerta máximo” deve-se ao risco de que o Uribe, “movido por seu ódio contra a Venezuela”, opte por uma ação militar contra Caracas, enfatizou Chávez.

As declarações de Chávez foram feitas ontem em rede nacional de televisão, ao lado do técnico da seleção de futebol argentina Diego Maradona, que está em visita à capital da Venezuela. Maradona disse que “isso não é culpa dos colombianos”, segundo o jornal colombiano “El Tiempo”.

Segundo o porta-voz do governo de Bogotá, o país não pretende “agora” militarizar os mais de 2.000 quilômetros de fronteira que mantém com a Venezuela, que por sua vez já colocou em alerta suas forças na região. “Da parte da Colômbia, sempre haverá fraternidade”, disse Velásquez, segundo o jornal venezuelano “El Universal”.

REAÇÕES

O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, em declarações à imprensa brasileira, lamentou a decisão venezuelana. Garcia também confirmou que Lula telefonou aos outros dois mandatários para discutir o assunto e que o Brasil tentará mediar o impasse.

“Conversei com Lula e ele está preocupado com isso. O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Néstor Kirchner, também me ligou; todos estão incomodados com essa decisão lamentável que tive que tomar, mas não me restava outra alternativa”, declarou o presidente Chávez.

O Departamento de Estado americano reagiu nesta quinta-feira em defesa da Colômbia e com críticas à Venezuela. “Não é uma boa forma de atuar”, disse o porta-voz da diplomacia americana, P.J.Crowley, ao comentar o assunto, pronunciando-se favoravelmente ao grande aliado de Washington na América do Sul.

O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, pediu que os países “acalmem os ânimos”. Ele afirmou que a OEA “estará sempre disposta” a cooperar, mas alertou que “os passos devem ser dados pelos governos” de Caracas e Bogotá.

ACUSAÇÃO

Ontem, em sessão extraordinária da OEA (Organização dos Estados Americanos), a Colômbia exibiu fotos, vídeos e testemunhos que provariam a presença de ao menos 87 acampamentos e 1.500 guerrilheiros protegidos em solo venezuelano.

O embaixador da Colômbia no órgão, Luis Alfonso Hoyos, afirmou que os acampamentos não são novos “e continuam se consolidando”.

“Não são [apenas] casas. São ao menos 87 estruturas completamente armadas em território venezuelano”.

Em seu discurso, que também contou com fotos e imagens aéreas, Hoyos se concentrou nas informações sobre quatro localidades, que abrigariam os acampamentos nomeados Ernesto, Berta, Bolivariano e Jesus Santrich, situados 23 quilômetros para dentro do território venezuelano.

A Venezuela negou nesta quinta-feira as acusações e alegou que as fotos aéreas mostradas como provas foram tiradas em território colombiano.

“Uma das imagens onde se mostra Pablito em uma suposta praia venezuelana, a cor da areia me faz pensar que é mais parecida com a praia de Santa Marta [na Colômbia], grata cidade porque foi onde morreu nosso libertador. Além disso, a cor do céu e das flores são muito parecidas e isso pode ser tanto na Colômbia quanto na Venezuela”, defendeu o embaixador venezuelano na OEA, Roy Chaderton.

FONTE/FOTO: AFP, FOLHA.COM

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O Jornal da BAND está levando ao ar durante esta semana uma série de reportagens mostrando os desafios do Exército Brasileiro para proteger a Amazônia, um território disputado por garimpeiros, cientistas, madeireiros e traficantes de drogas.

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Airsoft na Europa

O mapa acima dá uma ideia de como o esporte Airsoft é  difundido na Europa. Cada balãozinho laranja é uma equipe de Airsoft registrada no site AirsoftMAP. Até a última atualização, eram 1.578 equipes registradas! No AirsoftMAP pode-se conhecer os sites das equipes clicando sobre os balões, além de outras informações.

SAIBA MAIS:

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FONTE: National Geographic

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Departamento de Estado dos EUA pede diálogo entre os países para amenizar tensão regional

WASHINGTON – Depois de convocar uma reunião extraordinária no Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), a Colômbia assumiu que não busca uma punição contra o Governo da Venezuela, mas apenas a cooperação, como informaram fontes oficiais colombianas nesta quarta-feira. Em Washington, o Departamento de Estado americano pediu diálogo entre os dois países.

“O que interessa à Colômbia, mais do que qualquer tipo de punição contra os venezuelanos, é que o Governo da Venezuela coopere, como é a sua obrigação”, afirmou o embaixador colombiano na OEA, Luis Alfonso Hoyos, à imprensa local.

A reunião tem como objetivo exigir da Venezuela que colabore nas operações contra chefes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) que estariam em território venezuelano.

Como requisitado ontem pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, o Governo colombiano disse que apresentará provas recentes da presença dos líderes guerrilheiros no país vizinho, de onde eles teriam comandado operações de sequestro e ataques terroristas.

A reunião foi convocada para esta quinta-feira, em Washington, pelo novo presidente do Conselho Permanente da OEA, o embaixador salvadorenho, Joaquín Alexander Mazza Martelli.

Martelli assumiu o cargo hoje depois da renúncia de seu colega equatoriano, Francisco Proaño, que não queria se ver obrigado a convocar a reunião, pois queria adiá-la para tentar buscar outras maneiras de se solucionar o problema, como disse o chanceler de seu país, Ricardo Patiño.

Segundo Hoyos, o Governo colombiano quer que os Estados-membros da OEA “conheçam claramente a realidade do que tem acontecido nas últimas semanas, dos novos fatos como a presença ativa e consolidada dos chefes do ELN e das Farc na região, e de onde eles estão preparando os ataques contra a Colômbia”.

Reação dos EUA

O departamento de Estado americano assinalou nesta quarta que Washington deseja um diálogo maior entre Venezuela e Colômbia para diminuir a tensão regional. “Certamente apoiamos uma maior interação e cooperação entre Colômbia e Venezuela”, disse o porta-voz Phillip Crowley.

FONTE: Estadão

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