3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

 

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.
 

Durante a Operação Arco Verde, a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada recebe apoio de duas aeronaves do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Campo Grande/MS): uma aeronave HM-1 Pantera e um HA-1 Fennec.

O apoio das aeronaves tem sido fundamental para o andamento da Operação em ações de reconhecimento, apoio aéreo em regiões de difícil acesso, mapeamento de áreas atingidas pelo desmatamento e transporte de tropa.

FONTE e FOTOS: EB

‘Cobrilo’ ou ‘Esquilobra’?

Foto interessante postada no site Vootatico, desta mistura entre um Cobra e um Esquilo, do 3º BAvEx:

“Outro dia, um amigo me enviou esta foto do Cobrilo. Nada mais é do que um cockpit do AH-1 “photoshopado” em um Esquilo do Exército.

A montagem ficou fantástica; um observador incauto não perceberia que não é uma imagem real. Notem os detalhes, como os mísseis da Mectron.

Além disso, tenho duas curiosidades particulares sobre esta foto:

Ela foi feita a partir de uma foto da EB1033, uma aeronave da Companhia de Reconhecimento e Ataque do 3º BAvEx, que eu comandei há alguns anos.

Após a montagem, foi colocado o número 12. A EB1012 foi a aeronave na qual fiz meu primeiro voo de instrução.”

FONTE: vootatico

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