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Também foram recebidos um Huey II e dois Caravan

 

UH-60 Black Hawk

A um custo estimado em US$ 143 milhões, o Exército Colombiano adquiriu cinco helicópteros tipo S70I Black Hawk, um UH-1H Huey II e dois aviões Cessna Grand Caravan C-208, que serão utilizados para apoiar diretamente as unidades de operações especiais e a evacuação de feridos no país.

A cerimônia, ocorrida na Brigada 25 de Aviação, sediada no forte Militar de Tolemaida, contou com a participação do Presidente Juan Manuel Santos e do ministro da Defensa, Juan Carlos Pinzón BuenoAs aeronaves foram entregues à “División de Aviación de Asalto Aéreo”, comandada pelo general Alberto José Mejía.

Além disso a Sikorsky Aerospace Services (SAS) anunciou no final do mês passado que planeja recuperar estruturalmente sete UH-60L do Exército Colombiano. O trabalho será realizado nas instalações de Tolemaida, Colombia. A Colômbia emprega aeronaves Black Hawk por cerca de trinta anos, possuindo a quarta maior frota de aeronaves deste tipo no mundo.

FONTES: UAC e Comando Geral das Forças Armadas Colombianas (tradução e edição Forças Terrestres, a partir dos originais em inglês e espanhol)

NOTA DO EDITOR: foto meramente ilustrativa

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Abatido líder das frentes 35 e 37 das FARC

 

Em uma operação conjunta, coordenada pelo Comando de Operações Especiais Conjuntas e Investigação Técnica da Procuradoria Geral da República, o membro das FAEC, Efrayn Gonzalez Ruiz, conhecido como ‘Pateñame “ou” George”, foi morto Ele era o líder das frentes 35 e 37 desta organização terrorista.

A operação militar ocorreu nas proximidades de Saturno município de Puerto Claver cidade de El Bagre, nordeste de Antioquia, graças a um trabalho intenso e detalhado da inteligência naval e militar que permitiu fazer um preciso ataque aéreo com aeronaves da Força Aérea Colombiana, Aviação do Exército e unidades das Forças Especiais da Marinha, o que levou à neutralização do terrorista que tinha a incumbência de retomar o Montes de María e Mojana Sucreña.

‘Pateñame’ destacou-se pela manipulação explosivos improvisados que mataram ou mutilaram centenas de soldados, fuzileiros navais e policiais. São atribuídos a ele crimes de rebelião, terrorismo, seqüestro, extorsão e tráfico de entorpecentes.

As autoridades judiciais ainda estão identificando os terroristas neutralizados nesta operação. Com os terroristas foram apreendidos oito fuzis e um revólver.

FONTE: Força Aérea Colombiana

NOTA DO EDITOR: o informativo oficial da FAC não menciona os modelos de aeronaves utilizados, mas é bastante provável que o Super Tucano esteve envolvido na operação.

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Brasília – O Ministério da Defesa já organizou a parte logística para apoiar o governo colombiano e a Cruz Vermelha Internacional no resgate de dez reféns, mantidos em cativeiro pelas Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc). O governo do Brasil colocará à disposição dos colombianos dois helicópteros e um avião-cargueiro Casa C-295 (C-105 Amazonas), além de uma equipe de apoio. Ainda não há definição de data nem local para a libertação dos reféns.

As autoridades brasileiras aguardam também a tramitação burocrática para a consolidação do processo de apoio ao governo da Colômbia. A solicitação é feita por meio do governo colombiano para o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, que encaminha à Defesa.

Concluído o processo burocrático e definida a data aproximada para a libertação dos reféns, as aeronaves seguirão para Manaus, no Amazonas. No local, serão transmitidas as primeiras informações e depois a equipe de apoio deve seguir viagem até São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Só então as Farc deverão informar o local exato do resgate.

Há um ano, a equipe brasileira, com o apoio das aeronaves, ajudou no resgate de cinco reféns, mantidos sob poder das Farc. A operação de libertação levou quatro dias, seguindo um cuidadoso cronograma definido pelo comando da guerrilha.

Em fevereiro de 2011, para garantir o resgate, as Farc fizeram uma série de exigências e o governo colombiano também. Foram assinados protocolos de segurança nos quais ficou garantida a suspensão por 36 horas das operações militares nos locais onde serão entregues os cinco reféns. Em ações anteriores, foram tomadas medidas semelhantes.

FONTE: Jornal da Mídia

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BOGOTÁ, 24 Fev (Reuters) – Um comandante guerrilheiro responsável pelo apoio logístico e financeiro de várias frentes da guerrilha Farc no sudeste da Colômbia morreu nesta sexta-feira num combate com o Exército, em meio à nova estratégia militar para acabar com os rebeldes.

O comandante das Forças Militares, general Alejandro Navas, informou que a morte de Wilson Correa, apelidado de Eduardo Robayo, comandante da Frente 42 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, aconteceu perto do município de Vistahermosa, no departamento de Meta, 170 quilômetros a sudeste de Bogotá.

“Robayo atuava como comandante da frente 42 no Bloco Oriental das Farc, dedicado à extorsão, ao apoio logístico de várias quadrilhas”, disse Navas em entrevista coletiva.

O general classificou o líder guerrilheiro, que morreu com um de seus seguranças, como uma pessoa “sanguinária” que participou do sequestro do atual governador do departamento de Meta, que permaneceu mais de sete anos nas mãos das Farc na selva.

Navas disse que Correa também foi um dos responsáveis pela ativação de uma casa-bomba que causou a morte de 23 militares em 2001, no departamento de Meta, e pelo assassinato de um prefeito de uma cidade nesta mesma região.

A Colômbia redesenhou sua estratégia contra as Farc para priorizar o combate frontal de suas estruturas militares e econômicas, assim como os comandos secundários que antes não eram considerados vitais. (Reportagem de Luis Jaime Acosta)

FONTE: R7/Reuters

Os ministros da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e da Colômbia, Juan Carlos Pinzón Bueno, criaram a Comissão Binacional de Defesa, em reunião realizada nesta terça-feira (17), em Brasília.

O objetivo da comissão é aumentar a troca de informações entre os órgãos de inteligência dos países, especialmente sobre a Amazônia e as perspectivas regionais em matéria de defesa.

Ainda não há informações sobre como a comissão deverá funcionar. As Forças Armadas de cada país deverão se reunir nos próximos dois meses para discutir os detalhes do projeto de cooperação.

“Devemos seguir trocando informação de inteligência entre os governos, discutir um centro integrado de informação para a Amazônia e analisar sob uma perspectiva mais regional o crime transnacional. Estamos centrados em proteger cidadão e negar a mobilidade nos espaços em zonas fronteiriças”, afirmou o ministro Pinzón.

Em maio do próximo ano, Amorim e Pizón se encontrarão em Cartagena, na Colômbia, devido à reunião do Conselho de Defesa da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), e aproveitarão a oportunidade para discutirem os desdobramentos da comissão.

“Nossa visão no continente é de cooperação. Dissuasão é uma visão para fora. Se temos de defender nossos recursos naturais, temos de ter essa visão”, disse Amorim.

INDÚSTRIA DE DEFESA

Na reunião, os ministros ainda discutiram a possibilidade de fortalecer a indústria de defesa no âmbito da América do Sul.

“Fala-se muito da integração das cadeias produtivas do continente. Que isso passe também para a área de defesa. Estamos trabalhando em projetos importantes, como a compra de aviões brasileiros pelas forças armadas da Colômbia e, possivelmente, de cargueiros KC-390. O Brasil também tem interesse em lanchas fluviais colombianas”, afirmou Amorim.

Em fevereiro, uma missão conjunta da Marinha e do Exército irá à Colômbia para examinar as lanchas e verificar se o equipamento preenche aos requisitos e às necessidades brasileiras.

Além das compras, ambos os países examinaram a elaboração de um projeto conjunto de construção de navio fluvial e de veículos aéreos não tripulados.

Pizón informou que pretende formar uma cúpula binacional de empresários para formar alianças estratégicas e apresentar alternativas de geração de emprego no setor. O ministro ainda se encontrará, nesta terça-feira, com o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça).

FONTE: Folha de São Paulo

O ministro de Defesa da Colômbia, Juan Carlos Pinzón, realizará nesta terça-feira uma visita oficial ao Brasil para propor ferramentas que fortaleçam a luta conjunta contra as diferentes modalidades do crime transnacional organizado que afetam ambos países. Pinzón se reunirá em Brasília com o ministro da Defesa, Celso Amorim, acompanhado de uma comitiva integrada por membros das Forças Militares e da Polícia, para discutir problemas como narcotráfico, lavagem de dinheiro, terrorismo e tráfico de pessoas, entre outros.

Segundo um comunicado do Ministério colombiano, também está previsto que Pinzón e Amorim abordem temas estratégicos do Plano Binacional de Segurança Fronteiriça (PBSF), que foi negociado em junho de 2011 por ambas partes e pretende proteger os recursos naturais, a biodiversidade e as populações na região da fronteira. A fonte acrescentou que, além disso, aprofundarão na cooperação das relações fronteiriças, na indústria aeronáutica e temas de capacitação em ciência e tecnologia.

FONTE: Terra

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A guerrilha comunista colombiana, as Forças Armadas Revolucionários da Colômbia, as Farc, se apossaram ilegalmente de terras, em “igual ou pior” proporção que os grupos paramilitares de extrema direita, garantiu neste domingo o funcionário responsável por aplicar uma lei de devolução de terras.

Álvaro Balcázar, diretor da Unidade de Consolidação e Reconstrução Territorial, disse ao jornal El Tiempo, de Bogotá, que as Farc possuem fazendas de 5.000 a 42.000 hectares em nome de testas de ferro.

“A apropriação (de terras) das Farc é igual ou pior (a dos paramilitares). Os grupos guerrilheiros baseiam sua permanência no controle do território”, disse Balcázar.

No dia 1º de janeiro, entrou em vigor uma lei que busca devolver entre 1,5 milhão e 2 milhões de hectares de terra aos desalojados pelo conflito interno armado com que a Colômbia sofre há cerca de meio século, com a ação de guerrilhas, paramilitares e narcotráfico.

Segundo o governo de Juan Manuel Santos, que incentivou essa lei, dentro de uma iniciativa para reparar os danos causados aos prejudicados pelo conflito colombiano, as vítimas de grupos guerrilheiros, paramilitares e de agentes da força pública a partir de 1985 (cerca de 4 milhões de pessoas) serão indenizadas, e os desalojados pela força a partir de 1991 (cerca de 400.000 famílias) serão restituídos.

De acordo com Balcázar, as Farc se apropriaram de terras especialmente nos departamentos (províncias) de Meta (centro) e Caquetá (sul). Ele informou que, nessas regiões, como em outras onde a guerrilha “ainda tem o controle do território”, é muito difícil devolver a terra aos camponeses, por temor de represálias.

O funcionário explicou que uma das formas pelas quais as Farc se apoderam de terras é levando as crianças e as famílias, que se negam a sair. “Se não há um Estado que as proteja, as pessoas acabam fazendo o que as Farc necessitam que elas façam, não por vontade, mas sim pressionadas pela ameaça e a intimidação”, observou.

Balcázar reconheceu que a ausência do Estado em muitas regiões do país favoreceu a apropriação de terras por parte dos grupos armados ilegais. Segundo o Ministério da Defesa, as FARC – com 47 anos de luta armada contra o Estado – contam com entre 8.000 e 9.000 combatentes.

FONTE: Terra

Morte teria acontecido há duas semanas, mas só agora foi confirmada a identidade do rebelde

BOGOTÁ – O líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), conhecido como “Alfonso Cano”, morreu na Colômbia, informou na sexta-feira, 4, à Agência Efe uma fonte do Ministério da Defesa do país.

Embora a fonte não tenha detalhado nem a data nem o local da morte de Guillermo León Sáenz, verdadeiro nome de “Alfonso Cano”, se especula que inclusive sua morte teria acontecido há duas semanas, mas só agora foi confirmada plenamente a identidade do rebelde.

Horas antes de se confirmar a morte do líder máximo das Farc, se especulou que ele estivesse ferido como resultado de um bombardeio a um acampamento desta guerrilha no sudoeste do país.

O ministro da Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón, disse anteriormente em entrevista coletiva que em uma ofensiva contra “Alfonso Cano” foram capturados quatro guerrilheiros, entre eles seu chefe de segurança, conhecido como “El Índio Efraín”.

Nessa operação, realizada na Salvajina (departamento de Cauca), também morreram um operador de rádio e a suposta companheira de “Cano”.

A morte do líder máximo das Farc aconteceu depois da de Luis Edgar Devia, conhecido como “Raúl Reyes” em março de 2008 em território equatoriano, e a de Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como “Jorge Briceño Suárez ou Mono Jojoy”, em setembro de 2010, na Serranía de La Macarena, no sul do departamento de Meta.

“Alfonso Cano” assumiu o comando das Farc após a morte de Manuel Marulanda Vélez conhecido como “Tirofijo”.

FONTE: Estadão-EFE / FOTO: AP

Um bombardeio da Força Aérea Colombiana (FAC) contra um acampamento da guerrilha Farc na região rural do município de Vista Hermosa, sul do país, deixou ao menos sete guerrilheiros mortos e cinco detidos, disse nesta terça-feira o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón. “A Força Pública deu um golpe decisivo e contundente contra essa estrutura do Bloco Oriental. Até este momento foram encontrados sete corpos. Mais cinco guerrilheiros foram capturados e muito material de guerra foi apreendido”, disse Pinzón a jornalistas.

O funcionário afirmou que havia 26 rebeldes no acampamento do front 46 do Bloco Oriental, uma das mais importantes facções da guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). “Francamente, pela forma como a operação foi realizada, acreditamos que as baixas podem superar as reportadas até agora”, completou Pinzón.

Entre os mortos pelo bombardeio, realizado na madrugada de segunda-feira, pode estar “Javier” ou “Jota”, apelidos do líder do front 42, afirmou posteriormente o ministro. “Pelo estado em que ficaram os corpos, não foi possível fazer a plena identificação”, explicou. As Farc são a principal guerrilha da Colômbia, com 47 anos de luta armada e conta na atualidade com cerca de 8 mil combatentes, segundo dados do governo.

FONTE: AFP

Ao menos onze guerrilheiros das Farc morreram em uma operação da polícia nesta segunda-feira contra um acampamento da guerrilha no departamento colombiano de Norte de Santander, na fronteira com a Venezuela, informaram fontes militares.

“Localizamos um acampamento com cerca de 80 bandidos. Após o apoio da Força Aérea, a polícia entrou e já encontramos 11 corpos”, revelou o comandante da 30ª Brigada do Exército colombiano, general Fernando Pineda.
O oficial assinalou que dois policiais ficaram feridos no confronto e foram levados a um hospital da cidade de Cúcuta, capital do Norte de Santander. O acampamento, bombardeado pela aviação, pertencia à Frente 33 “Antonio Santos” das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e estava situado na zona rural do distrito de Las Mercedes, no município de Sardinata.

Os policiais, que encontraram armamento e explosivos, suspeitam que até 14 guerrilheiros tenham morrido no ataque, inclusive o comandante do grupo.
Em outro confronto ocorrido nesta segunda-feira, sete militares morreram em uma emboscada das Farc no sudoeste do país, revelou o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

Os rebeldes atacaram uma coluna militar que levava provisões por uma estrada rural do município de Caloto, no departamento de Cauca. “Foram atacados com explosivos de maneira cruel e sem chance de defesa”, disse o ministro durante um ato na cidade de Cali, capital do departamento de Valle, vizinho a Cauca.

Nas últimas semanas, como sempre ocorre antes de eleições, as Farc intensificaram suas operações em diversas regiões do país. Os colombianos votarão no dia 30 de outubro para eleger governadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores.

FONTE: Terra/AFP

Colômbia e Brasil negociam um acordo de segurança para evitar o uso da fronteira entre os países como refúgio para traficantes de drogas e grupos armados, além da exploração irregular de recursos naturais, disseram nesta sexta-feira os ministros da Defesa de ambos os governos.

Os dois vizinhos compartilham uma fronteira de 1.645 quilômetros na floresta amazônica, em uma região onde existe presença de guerrilheiros, traficantes de cocaína e exploração ilegal de minas de ouro.

“A fronteira tem que ser a divisão no término territorial de dois países, mas não pode continuar sendo um instrumento de proteção da criminalidade”, disse o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, que se reuniu em Bogotá com o ministro colombiano Rodrigo Rivera.

Os ministros negociam as bases de um acordo de segurança que aperfeiçoa e amplia tratados anteriores e que deve ser firmado nos próximos meses.
Jobim disse que Colômbia e Brasil têm a possibilidade de dar um exemplo de integração para defender os recursos da floresta amazônica e disse que a criminalidade não pode ser combatida de forma isolada.

O ministro colombiano Rivera afirmou que os governos de Brasil e Colômbia querem que as Forças Armadas de ambos os países possam compartilhar informações de inteligência, recursos e inclusive operações para proteger a Amazônia.

“São recursos que pertencem a nós, que temos a obrigação de preservar e defender para nossos países, e também para toda a humanidade”, disse o ministro da Defesa da Colômbia.

“A cooperação é decisiva para que os delinquentes não encontrem uma retaguarda ilimitada no território dos países vizinhos, nem no caso do Brasil nem no caso da Colômbia, e possamos enfrentá-los com muito maior eficiência”, acrescentou.

Os ministros também falaram sobre a possibilidade de integrar suas indústrias militares com outros países da América do Sul para desenvolver projetos como a fabricação de aviões de transporte de tropas.
“O projeto busca que a América do Sul possa ter uma base industrial de defesa, que a integração seja do subcontinente e não exclusivamente de um país”, disse Jobim. (Reportagem de Luis Jaime Acosta)

FONTE: Terra/Reuters

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Helicópteros do Exército Brasileiro em missão humanitária na Colômbia chegam à localidade de Ibagué para a última missão de resgate

Os dois helicópteros Cougar, do Exército Brasileiro, em missão humanitária de apoio ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) na Colômbia, chegaram na tarde de hoje, dia 12 Fev, na localidade de Ibagué, situada a cerca de 180 Km a oeste da capital Bogotá, para cumprirem, no dia 13 Fev, a última etapa dos resgates de reféns libertados pelas FARC.

A previsão da chegada dos helicópteros ao Brasil, por término de missão, é no 17 Fev (quinta-feira), com pouso no 4º Batalhão de Aviação do Exército, cuja sede é na cidade de Manaus-AM.

FONTE: Exército Brasieliro

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Missão humanitária da Cruz Vermelha na Colômbia, apoiada pelo Exército Brasileiro, realiza resgate de mais dois sequestrados

Por volta de 18:50 hs (horário de Brasília), o helicóptero Cougar, do Exército Brasileiro, designado para transportar os delegados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), pousou no aeroporto da cidade de Florência, trazendo os dois seqüestrados libertados pelas FARC.

No decorrer dessa operação, o outro helicóptero Cougar, que permanecia em prontidão no aeroporto de Florência para qualquer contingência, foi acionado pela Cruz Vermelha para realizar o resgate de um soldado, do Exército Colombiano, ferido por uma mina terrestre no interior da selva, que aguardava socorro num local de difícil acesso situado a 44 milhas náuticas da cidade de Florência.

Amanhã, dia 12 Fev, os helicópteros seguirão para a localidade de Ibague, cerca de 180 km a oeste de Bogotá, para no dia seguinte, 13 Fev, resgatar mais dois militares sequestrados.

FONTE: Exército Brasileiro

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Um líder da guerrilha Farc morreu num bombardeio militar colombiano perto da fronteira com o Panamá, disse na segunda-feira o chefe nacional de polícia da Colômbia, general Oscar Naranjo.

O comandante guerrilheiro conhecido como “Silver” comandava as finanças e a logística da 57a frente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e morreu junto com quatro outros rebeldes no domingo, como parte da chamada Operação Darién, realizada numa zona de selva na região de fronteira, segundo Naranjo.

“Foram recuperados cinco corpos depois de ser lançada uma operação com a Força Aérea, que de maneira muito precisa impactou a zona de acampamento”, afirmou o general num ato de governo na cidade de Cali, com a presença do presidente Juan Manuel Santos.

Naranjo disse que o ataque foi “uma ação sistemática e estrutural contra essas quadrilhas, que como nesse caso eram o tripé sobre o qual se edificavam as finanças terroristas das Farc em associação com o narcotráfico”.

Colômbia e Panamá têm uma fronteira terrestre de 266 quilômetros, numa zona de selva que é utilizada pela guerrilha para o tráfico de drogas e armas. A frente rebelde atacada foi responsável pela morte de 200 soldados da Marinha num ataque no final de 2000, além de sequestros e extorsões em uma ampla área do noroeste colombiano, segundo o governo.

As Farc vêm sofrendo pesadas baixas e milhares de deserções nos últimos anos. Há pouco menos de duas semanas, outro bombardeio matou o comandante militar Jorge Briceño, o Mono Jojoy, o que Santos disse ter sido o golpe mais contundente contra a guerrilha em seus quase 50 anos de história.

“Continuaremos com mais operações até que possamos dizer (…) que ganhamos a paz”, disse Santos.

Apesar das baixas dos últimos anos, as Farc ainda dominam amplas zonas rurais do país e mantêm sua capacidade de realizar ataques de grande monta em selvas, montanhas e eventualmente em cidades.

Apontada como organização terrorista por EUA e União Europeia, a guerrilha é acusada pelas autoridades de usar o narcotráfico e sequestros para financiar sua luta armada contra o governo.

FONTE/FOTO: estadao.com.br/AFP

FAC libera vídeo do ataque às FARC


Em uma das imagens é possível ver a hélice da aeronave, que seria de um Super Tucano.

FONTE: EFE, via Yahoo

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Presidente Santos diz que ‘o maior símbolo do terror na Colômbia foi derrubado’

BOGOTÁ – O governo da Colômbia anunciou nesta quinta-feira, 23, a morte deVíctor Julio Suárez Rojas, conhecido como Mono Jojoy, número dois na escala de comando das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e chefe militar da guerrilha. O guerrilheiro foi morto na operação ‘Boas-vindas’ do Exército, executada no departamento de Meta, no sudoeste do país. Outros 20 homens suspeitos de pertencerem à guerrilha também foram mortos.

Segundo o presidente Juan Manuel Santos, a morte do guerrilheiro é o golpe mais duro já sofrido pelas Farc em toda a sua história. “O símbolo máximo do terror na Colômbia foi derrubado”, disse o presidente, que está em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

A operação foi a primeira de Santos como presidente. Ao assumir o mandato em agosto, Santos rejeitou uma proposta do líder das Farc, Alfonso Cano, de retomar o diálogo, e prometeu manter a ofensiva contra a guerrilha.

Mono Jojoy, cujo nome real era Víctor Julio Suárez Rojas, estava vinculado às Farc desde 1975. Ele ingressou na guerrilha como combatente e cresceu hierarquicamente, chegando ao Secretariado Geral. Ele nasceu em 1953 na cidade de Cabrera, no departamento de Cundinamarca.

Além de chefe militar da guerrilha, Jojoy era líder da “linha dura” da organização. Seu irmão, German Briceño, conhecido como Grannobles, também pertence à guerrilha, mas opera no nordeste do país.

O governo oferecia uma recompensa milionária pela captura de Jojoy, que era acusado de terrorismo e narcotráfico. Ele enfrentava diversos mandatos de apreensão e um pedido de extradição.

Jojoy é o terceiro líder das Farc morto desde a implementação da estratégia de segurança democrática do ex-presidente Alvaro Uribe, da qual Santos foi ministro da Defesa. Em março de 2008, o responsável pelas rexteriores da guerrilha foi morto em um bombardeio no Equador. Meses mais tarde, o líder histórico das Farc, Manuel Marulanda, morreu de causas naturais.

FONTE / FOTO (EFE): Estadão

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Washington se comprometeu nesta quarta-feira a manter a cooperação com Bogotá, apesar da decisão de uma corte da Colômbia de suspender o acordo que dava aos Estados Unidos o direito sobre o uso de sete bases militares, como noticia o jornal colombiano “El Tiempo”.

“Nossa cooperação com a Colômbia continuará de acordo com os convênios pré-existentes”, afirmou Charles Luoma-Overstreet, porta-voz do Departamento de Estado americano para a América Latina.

Segundo ele, Washington espera ouvir do governo Juan Manuel Santos “seus planos para avançar”. Já o ministro da Defesa colombiano, Rodrigo Rivera, disse que os “convênios são suficientes para manter uma boa relação com o governo Barack Obama”.

Na coletiva de imprensa que concede diariamente, o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, reforçou a posição mostrada pelo colega e declarou que a relação militar com a Colômbia “é muito importante”.

Colômbia e EUA assinaram em outubro de 2009 um polêmico acordo que permitia, por dez anos, o acesso a sete bases colombianas por parte de militares americanos. O objetivo seria desenvolver operações contra o tráfico de drogas e o terrorismo.

Para a Corte Constitucional, porém, o convênio não é uma extensão do tratado assinado entre os dois países nos anos 1950, mas sim um novo. Assim, precisa de aprovação do Congresso e, até lá, estará suspenso.

FONTE: O Globo

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, informou ontem que enviou unidades militares aéreas e de infantaria para a fronteira com a Colômbia. Mobilizamos unidades militares, aéreas, de infantaria, mas em silêncio porque não queremos alterar ninguém, a população, disse Chávez em entrevista à televisão estatal VTV, sem dar detalhes sobre os efetivos enviados à zona de fronteira. Na semana passada, a Venezuela rompeu relações com a Colômbia por causa da denúncia feita pelo país vizinho na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a presença de mais de 1.500 guerrilheiros colombianos no território venezuelano.
Chávez reafirmou as críticas ao colega colombiano, Álvaro Uribe, que cede o cargo no dia 7 a seu ex-ministro da Defesa, Juan Manuel Santos. Uribe é capaz de qualquer coisa nestes dias que lhe restam (de governo). Isto se tornou uma ameaça de guerra, mas nós não queremos a guerra, acrescentou Chávez.

Pouco tempo depois do anúncio de Chávez, o governo colombiano comunicou o início das operações hoje de uma base militar encarregada de vigiar o espaço aéreo na fronteira com a Venezuela e combater as guerrilhas das forças armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Exército de Libertação Nacional (ELN) na região.

A base está situada em Yopal, capital do departamento de Casanare, e será inaugurada pessoalmente pelo presidente Álvaro Uribe, anunciou a Força Aérea Colombiana (FAC). Esta unidade abrange os departamentos de Arauca (fronteira com Venezuela) e Casanare, sobre uma área total de 69.000 km², e contará com aeronaves de transporte, inteligência e combate, incluindo aviões e helicópteros.

A base dará proteção aérea à infraestrutura petroleira nesta região do país.

Lula

Alvo de críticas do líder colombiano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva preferiu ignorar Uribe, que, num comunicado divulgado anteontem classificara de deploráveis as declarações do brasileiro sobre o conflito com a Venezuela. Embora tenha dito no Paraguai que sua relação com Uribe é extraordinária, Lula optou por falar diretamente com o presidente eleito, Juan Manuel Santos.

Lula e Santos conversaram por telefone, ontem pela manhã, mas o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, não soube dizer de quem partiu a iniciativa. Para Baumbach, o episódio de anteontem ficou para trás. O presidente acha que o episódio está superado. Ele não comentou e nem comentará (o tom das críticas de Uribe), disse Baumbach, lacônico sobre o diálogo com Santos: O presidente considerou que a conversa foi positiva e que ajudou nesta preparação para uma distensão.

Sou amigo de Uribe, tenho com o presidente uma relação de oito anos extraordinária, da mesma maneira que espero ter nos próximos cinco meses (restante de seu mandato) com Santos, disse Lula em Villa Hayes, 30 quilômetros a noroeste de Assunção.

Ele garantiu que não deixará uma divergência pessoal atrapalhar a relação de um Estado com outro Estado e que, não só irá ao jantar de despedida de Uribe no próximo dia 6, como espera ser convidado para sentar-se à mesma mesa. Lula afirmou ao colega eleito que não irá se intrometer em assuntos internos da Colômbia, deixando a entender que considera que o problema com as Farc não diz respeito ao Brasil. Ele convidou Santos a visitar o Brasil, o que foi aceito. No entanto, ainda não há data agendada.

FONTE/FOTO: Jornal do Comércio, via Notimp/Daily Censored

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