Página 1 de 41234

CIGS no NYT

CIGS no NYT

Centro de Instrução de Guerra na Selva no jornal New York Times. Para ver a galeria de fotos, clique aqui e para ler a matéria (em inglês) clique aqui.

CIGS no NYT 2

O Chivunk foi tema de reportagem da Revista Forças de Defesa n.6

Tagged with:
 

Na quarta-feira, 7 de novembro, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados recebeu representantes dos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para apresentarem seus programas mais importantes, com o objetivo de buscar  subsídios para o debate sobre o Orçamento da União.

O site da Câmara disponibilizou o áudio e o vídeo da sessão, com quase três horas de duração, mas os arquivos podem ser consultados em trechos menores, conforme a seleção preferida.

Clique aqui para acessar os trechos de áudio (mais rápidos para baixar) e clique aqui para os trechos de vídeo. Não  deixe de conferir, além das apresentações de cada representante, as respostas às perguntas dos deputados.

FOTO: Banco de Imagens da Câmara dos Deputados

Clique aqui para conhecer os Requisitos Operacionais Conjuntos para o míssil, em matéria no Poder Aéreo.

FOTO: MBDA (meramente ilustrativa)

Formosa (GO) – No período de 22 a 25 de julho, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, Brigada Samuel Teixeira Primo, desenvolveu atividades da Escola de Fogo e Instrução (EsFI) no Campo de Instrução de Formosa.

A Escola de Fogo e Instrução é um exercício de adestramento dos diversos componentes do sistema de defesa antiaérea, com a participação dos Grupos de Artilharia Antiaérea da Brigada e das Baterias de Artilharia Antiaérea, convidadas para o evento.

Paticiparam do adestramento cerca de 400 militares, que contou também com a presença de 79 oficiais e sargentos-alunos da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, sediada no Rio de Janeiro, que prestigiavam o evento.

FONTE: Exército

Simulador de voo do Esquilo do EB

Tagged with:
 

São Borja (RS) – No dia 16 de junho, a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, “Brigada José Luiz Menna Barreto”, realizou, no 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado, o aprestamento da tropa que participará da Operação Guarani, na província de Misiones, República Argentina, no período de 23 a 30 de junho.

A atividade foi presidida pelo Comandante Militar do Sul, General de Exército Carlos Bolivar Goellner, e contou com a participação de aproximadamente trezentos militares e mais de cem viaturas.

FONTE: Exército

Tagged with:
 

Vigilância de Fronteiras 2012

Tagged with:
 

Homenagem aos Militares Brasileiros mortos no Haiti

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 12 de janeiro, data do segundo aniversário do terremoto que vitimou centenas de milhares de pessoas no Haiti, foi realizada uma formatura em homenagem aos militares brasileiros mortos na catástrofe, nas dependências do 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz. Na oportunidade, foi depositada uma corbelha de flores no Memorial às Vítimas do Terremoto de 12 de janeiro de 2010.

A solenidade foi presidida pelo Comandante do Contingente Brasileiro no Haiti, Coronel Luciano Mendes Nolasco, e contou com a presença do Comandante do 2º Batalhão de Infantaria de Força de Paz, Coronel Enio Machado Martins Júnior, do Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz, Tenente-Coronel José Sirnando Cavalcante das Neves, e do Comandante do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Claudio Eduardo Silva Dias.

FONTE: EB

Generalidades sobre as Munições do CC Leopard I do EB

Tiro 105mm APDS-T

A – A APDS-T é o principal projétil Anti-Carro da VBC Leopard.
B – Segurança:
1 – Tempo de Paz – É proibido o tiro quando o pessoal se encontra exposto dentro da zona que se estende sobre uma profundidade de 1000m a partir da boca do canhão sobre uma largura de 70m em ambos os lados e a partir da linha de tiro.

2 – Tempo de Guerra – Esta munição será atirada mesmo se o pessoal amigo se encontrar exposto à frente da VBC; se possível, será prevenido a colocar-se em posição abrigada, antes da abertura de fogo.

Tiro 105mm HEAT

A HEAT é o projétil Anti-Carro complementar ao APDS-T. Ele é utilizado quando o APDS-T não é eficaz, em particular contra a face dianteira das torres dos carros pesados. O HEAT-T tem também um efeito explosivo e pode ser empregado contra objetivos não blindados.
OBS.:
1 – Os efeitos de perfuração são bastante análogos aos da APDS-T.
2 – A probabilidade a acerto no alvo no 1º tiro é bem menor que com a APDS-T principalmente acima de 1500m.

Tiro 105mm HEP-T

A – A HEP-T é essencialmente um projétil Anti-Pessoal e Anti-Material não blindado ou levemente blindado.
B – Ela pode, entretanto, ser utilizada como munição Anti-Carro, em caso de urgência ou de necessidade. Por exemplo, quando um Carro de Combate inimigo aparecer repentinamente dentro do alcance e quando:
– o canhão d Leopard já se encontra carregado com a HEP-T
– ou que não há nenhuma outra munição Anti-Carro embarcada ou ao alcance da mão.

C – Tendo em conta a velocidade reduzida da HEP-T, o tiro sobre alvos móveis com esta munição é dificultado acima de 1000m e contra objetivos que se movam rapidamente. Dentro dessas circunstâncias, é preferível utilizar a HEAT-T.

Tiro 105mm Fumígeno (WP)

A – Este projétil permite principalmente incendiar as zonas do terreno e material inimigo exceto Carros de Combate e demarcar alvos. Será sobretudo empregada para ocasionar os incêndios.
B – Não se pode utilizar:
1 – Para a criação imediata de uma reação fumígena a curta distância ao abrigo do qual o carro de combate amigo possa se desdobrar para uma posição de tiro mais favorável ou ocultar-se. Os lança-fumígenos da torre são reservados a este emprego.
2 – para a criação de cortinas de fumaça densas e de longa durabilidade do qual os Tiros 105 mm Fumígenos (HC)é previsto.

Tiro 105mm Fumígeno (HC)

A – Esta munição não se encontra mais como orgânica da VBC, porém ainda existem estocadas nas reservas regimentares. Ela é fornecida segundo as necessidades de um Esquadrão de Carros de Combate encarregado de criar uma cortina de fumaça densa e de suficiente durabilidade.
B – O tiro desta munição é feito com instrumentos de tiro indireto com clinômetro e tabela de tiro.

Tiro 105mm de treinamento

A – O Tiro 105mm DS-T – O DS-T é utilizado em treinamento como projétil em substituição APDS-T. Sua balística é + idêntica a da APDS-T em distâncias inferiores a 1500m. Ela não tem possibilidade de perfuração Anti-Carro.
B – Tiro 105mm HEAT-T inerte – O HEAT-T inerte é utilizado como treinamento mesmo contra alvos móveis como substituição a HEAT-T. Sua balística é idêntica a da HEAT em qualquer distância.

Princípios de Emprego

Generalidades concernentes ao emprego

A – A escolha da munição é uma responsabilidade do Cmt CC.
B – A abundância e a complexidade dos fatores a serem apreciados pelo Cmt CC para decidir a escolha, não permite estabelecer regras rígidas.
C – O Cmt CC terá todas vezes e sempre em memória os grandes princípios abaixo.

Princípios de emprego

A – Em razão da fraca dotação de APDS-T e tendo em conta do feito que esta munição alcança a alça de combate da mais elevada, é desejável reservar esta munição para engajar os objetivos blindados médios e pesados que se apresentarem a uma distância inferior a 2000m.
B – A APDS não será utilizada contra um blindado pesado acima de 2000m, contra um blindado médio acima de 2500m (potência de perfuração insuficiente).
C – Um alvo móvel não será engajado
Acima de 2000 m com Mun APDS ou HEAT
Acima de 1000 m com Mun HEP
A probabilidade de acerto é muito pequena.

Tabelas de emprego das munições

A – Observações:
1 – Estes dados são destinados a orientar os usuários, mas não devem ser considerados como diretivas imperativas.
2 – Os alcances máximos de engajamento citados tendo em conta, não somente a eficácia de tiro das munições, mas também a probabilidade de acertos. (alta probabilidade).

Tabelas de emprego das munições

A – Observações:
1 – Estes dados são destinados a orientar os usuários, mas não devem ser considerados como diretivas imperativas.
2 – Os alcances máximos de engajamento citados tendo em conta, não somente a eficácia de tiro das munições, mas também a probabilidade de acertos. (alta probabilidade).

Tiros de exercício

Tiros de manejo

FONTE: Informatbel – Escola de de Material Bélico

Tagged with:
 

O sol nem mostrara seus primeiros raios e cinco aeronaves da Força Aérea Brasileira já roncam motores no coração do Brasil. Barcos da Marinha partem subindo o Rio Paraguai escoltados, pelo ar, por cinco aviões de caça A-29 armados com metralhadores e lançadores de foguetes.

A missão é defender o território brasileiro contra ilícitos e escoltar as pessoas que vivem na região até um lugar seguro. A quase 600 km dali, aviões C-105 Amazonas, decolam com os paraquedistas das Forças Especiais do Exército e os Comandos Anfíbios da Marinha que precisam chegar a outro ponto do Mato Grosso do Sul, apoiados por blindados Cascavel e Urutu que se deslocam para a área do conflito simulado.

Esse cenário, que pode parecer o de um filme de guerra, aconteceu durante a Operação Anhanduí, exercício peracional que envolveu cerca de 3,5 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, de 10 a 17 de outubro,em Mato Grosso do Sul e no Paraná, com o objetivo de aumentar a capacidade de operação conjunta das três Forças e manter o preparo dos militares brasileiros durante a defesa da soberania nacional e integridade do povo brasileiro.

Além das missões que simularam a defesa do território, os militares que participaram da operação puderam ainda trabalhar no atendimento a população com ações cívico sociais, as chamadas ACISOS, que aconteceram em diversas localidades, principalmente nas comunidades ribeirinhas, próximas a Corumbá, já no Pantanal sul-mato-grossense.

A Força Aérea atuou empregando 172 homens e aproximadamente 20 aeronaves, sob a designação de Força Aérea Componente 101 (FAC 101), desdobrada na Base Aérea de Campo Grande (BACG). Participaram o 3º/3º GAv, Esquadrão Flecha, o 1º/15º GAv, Esquadrão Onça, 1º/1º GT, Esquadrão Gordo, os Esquadrões Coral e o Cascavel, do 1º GTT, o 1º/2º GT, Esquadrão Condor e o 2º/2º GT, Esquadrão Corsário. O 2º/10º GAv, Esquadrão Pelicano, especializado em busca e resgate manteve seus integrantes em alerta com suas aeronaves H-1H e C-105 Amazonas durante toda a operação, garantindo a segurança dos participantes.

Além desses, os 1º, 3º e 4º Esquadrões de Transporte Aéreo, respectivamente, Tracajás, Pioneiros e Carajás, também se integraram à FAC 101, realizando ressuprimento aéreo e ajudando a transportar o material empregado na Operação com os aviões C-95 Bandeirante. Foram realizadas cerca de 80 decolagens e empregadas 270 horas de voo, ao todo foram lançados 200 paraquedistas, dez cargas com suprimento para as tropas envolvidas.

Em terra, foram montadas estruturas de comunicação e controle que deram suporte às missões que se desenrolavam nos céus da região. Para o major-brigadeiro Raul Botelho, comandante da FAC 101, a operação em conjunto das três Forças trouxe resultados muito positivos: “Cada uma das nossas Forças Armadas, Marinha, Exército e Aeronáutica, tem grande capacidade de emprego e quando operando de forma conjunta e coordenada tornam-se mais eficientes e precisas, principalmente em uma região tão sensível e importante, como as fronteiras da região onde se desenrolou a Operação Anhanduí”, comentou o Comandante.

FONTE: Exército Brasileiro, via Correio do Estado

Tagged with:
 

Entre 10 e 14 de outubro o Centro de Instrução de Guerra na Selva recebeu os alunos do Curso de Ação de Comandos na fase de Vida na Selva. Neste estágio do curso, os adestrandos são ensinados a como viver em ambiente de selva, por meio do consumo de frutos encontrados na fauna.

FONTE: CMA/EB

Tagged with:
 

O comandante geral do Exército, Enzo Martins Peri, participa nesta segunda-feira do Fórum de Defesa e Segurança da Firjan. O encontro com os empresários do setor acontece num momento em que a indústria de defesa do país vive a expectativa de retomar seus melhores dias – já foi a 8ª do mundo na década de 80 -, apostando suas fichas na recém-editada Medida Provisória 544 que estabelece incentivos ao setor como regime especial de tributação e cria o conceito de indústria estratégica.

Essas são antigas reivindicações das empresas do setor , com base na premissa de que o Brasil só estará verdadeiramente protegido quando tiver uma base industrial de defesa forte, detentora de tecnologias próprias e inovadoras. O tema da palestra do general Enzo é ‘O Exército Brasileiro e sua Missão Constitucional’.

Página 1 de 41234