Cumprindo a Diretriz Geral de Instrução 2010, a Brigada realizou a Operação Roraima VIII, na região da Serra do Tucano ao longo da BR 401, entre Boa Vista e Bonfim, no período de 16 a 20 de agosto, com o objetivo de adestrar a Força-Tarefa “Lobo D’Almada” em operações defensivas e preparar a tropa para a execução da Operação Amazônia. Foram empregadas Organizações Militares da guarnição de Boa Vista, com realização de exercícios de Defesa de Área, Contra-ataque, restabelecimento de posição e retraimento sob pressão do inimigo, além de Tiro das Armas Coletivas.
Hoje, 25 de agosto, ao celebrarmos o Dia do Soldado, reverenciamos a figura de LUÍS ALVES DE LIMA E SILVA , o Pacificador, Duque de CAXIAS.
CAXIAS foi escolhido para Patrono do Exército Brasileiro pelos seus valores, seus predicados de bravura, sua honradez, sua desambição pessoal, seu profundo amor ao BRASIL e, principalmente, pela sua liderança. Buscou-se um soldado-modelo, cujos princípios não desbotassem com o tempo e servissem como referencial permanente a impulsionar as gerações que se sucederiam.
CAXIAS foi um líder que conduziu seus homens à vitória em todos os combates que enfrentou para manter a unidade nacional e a integridade do território brasileiro. Muitos dos seus liderados tombaram nos campos de batalha para que a Nação prosseguisse unida, livre e soberana. Esse é um dos aspectos singulares da profissão militar: liderar homens em condições excepcionais, levando-os até à morte, se preciso for, em defesa de um bem maior do que sua própria vida.
Em tempos de facilidades, apegos ao conforto e fragilidade de compromissos, como fazer alguém honrar o juramento de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria, defendendo-a com o sacrifício da própria vida? Só vejo uma forma: incutindo valores, exigindo o sacrifício da superação, acostumando ao necessário desconforto, e ensinando o significado de honra, liberdade, soberania, Pátria e Deus.
E como fazer isso? Dando exemplos. E os exemplos têm que ser percebidos na vida dos comandantes de todos os escalões, no concreto de sua existência. A palavra e a vida do comandante precisam estar perfeitamente alinhadas. A autoridade e a liderança provêm exatamente dessa coerência. Isso exige vocação, amor à profissão, dedicação integral, atenta responsabilidade, desprendimento e muita disciplina. Além de presença ativa e dinâmica para inibir excessos, antecipar-se a riscos, fortalecer ânimos e inspirar confiança. O soldado serve à Pátria. Servir é o sentido maior de sua existência. À Pátria ele se doa por inteiro. Doa sua vida para que muitas outras vidas possam florescer.
A missão de defender a Pátria impõe a cada soldado servidões que transcendem sua própria existência, e que só encontram abrigo em profissionais vocacionados.
Se no passado, quando o Brasil era Colônia ou nascente República, essa missão era difícil, hoje, quando o País se alinha entre as principais potências emergentes, ela se torna muito mais complexa, importante e dependente de meios adequados.
As Forças Armadas são o seguro do Estado. Entendo que quanto mais valioso o bem segurado, maior deve ser o valor desse seguro.
A Constituição Federal define o Exército como instituição nacional “permanente e regular”. O que dá rosto a essa permanência e regularidade são sua imprescindibilidade na paz e na guerra, sua coerência histórica e seus valores sempre alinhados com a Nação Brasileira.
Nesse contexto de bem servir, cabe ao Estado entregar-nos meios adequados e suficientes, e ao Exército, identificar ameaças e dissuadi-las. Isso impõe quadros e tropa adestrados. E permanente estado de prontidão.
Soldados do Exército Brasileiro, parabéns pelo seu dia maior! Parabéns pelo seu Patrono Pacificador – o Duque de CAXIAS – que nos serve de inspiração e exemplo! Preparem-se com ânimo forte e dedicação integral para cumprir a nobre missão que nos foi confiada! Correspondam à confiança que a sociedade nos credita! Combatam o bom combate!
General de Exército ENZO MARTINS PERI
Comandante do Exército
O Exercício no Terreno de Operações em Ambiente de Selva, ET Amazônia, teve início no dia 24 de agosto de 2010, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). Nessa fase inicial, o Cel Silva Pinto, Chefe do Curso de Altos Estudos Militares (CAEM), fez a abertura formal do exercício e emitiu suas recomendações.
A ambientação, no auditório General Girard, foi conduzida por um dos Estados-Maiores, integrados por oficiais-alunos do 2º ano do Curso de Comando e Estado-Maior e do Curso de Chefia e Estado-Maior para oficiais de Intendência.
Nessa ocasião, foram apresentados o planejamento administrativo, a situação geral e as situações particulares, assim como expostos os Planos de Campanha do Comando Combinado que regulam as hipóteses consideradas. A atividade nivelou os conhecimentos e proporcionou melhores condições para a condução dos planejamentos posteriores.
A 2ª Companhia de Fronteira do Exército, policiais Militares e Civis, Rotai (Rondas Ostensivas Táticas do Interior) e Polícia Militar Ambiental realizam esta semana em Porto Murtinho a “Operação Atalaia”.
Esta é a segunda vez este mês que os militares fazem exercícios como esse no município, para patrulhar a região de fronteira e inibir o furto de gado e possíveis ações de grupos guerrilheiros do país vizinho, o Paraguai.
O patrulhamento se fez necessário também depois que moradores da região sul de Porto Murtinho relataram terem se deparado no local com possíveis integrantes do grupo guerrilheiro Exército do Povo Paraguaio, o EPP.
Além de orientar os moradores da região para observarem e contactar a Polícia caso notem algo diferente, a intenção dos Policiais Militares é ocupar a extensa área do município que faz divisa com o Paraguai e que é formada pela bacia pantaneira.
O resultado da “Operação Atalaia”, que começou na segunda-feira, será divulgado na próxima sexta.
Em 7 de junho, a FORSUL do 7° Regimento de Cavalaria Mecanizado (7º RC Mec) realizou patrulha na Região de Marco do Itaquatiá – Três Vendas e ocupou um Posto de Bloqueio e Controle de Estrada (PBCE) na Região Aduaneira do Porto Seco. Na oportunidade, o Comandante do 7º RC Mec concedeu entrevista sobre a atuação do Regimento durante a Operação Fronteira Sul I/2010, ao jornalista uruguaio Fredi Fernandez, repórter da Rádio Rivera e do Jornal El País (Montevideo).
A Operação Fronteira Sul I, realizada a partir de 07 de junho de 2010, é um grande exercício do Comando Militar do Sul (CMS) destinado ao adestramento das tropas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais.
Amparada nas Leis Complementares Nr 097, de 09 de junho de 1999 e Nr 117, de 02 de setembro de 2004, visa ao adestramento militar por meio de atividades permanentes de planejamento e execução relacionadas com atividades operacionais, logísticas, de inteligência, de comunicação social, de assuntos civis e gerenciamento de pessoal.
Também é objetivo da operação o desenvolvimento dos níveis de relacionamento da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB), da Força Aérea Brasileira (FAB) e dos órgãos de segurança pública e de fiscalização estaduais e federais, sendo desenvolvida, simultaneamente, nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na faixa de fronteira terrestre compreendida entre os municípios de Chuí – RS e Guaíra – PR.
Participantes da Operação Fronteira Sul I:
Marinha do Brasil – 5º Distrito Naval (5º DN);
Força Aérea Brasileira – V Comando Aéreo Regional (V COMAR);
Tropas do CMS;
Órgãos de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; e
Órgãos Segurança Pública e de Fiscalização Federal (IBAMA, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, ABIN e IGP).
Operação Bumerangue é realizada no Centro de Instruções
O Campo de Instruções de Santa Maria (Cism), na Região Central, recebe, desde esta terça-feira, 150 militares do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista. O contingente veio do Rio de Janeiro para realizar simulações de combate. Nesta quarta-feira, foi feita a etapa de manutenção de um território ocupado.
O objetivo da atividade, que segue nos próximos dias, é ambientar os militares à ação em diferentes regiões do país. Uma aeronave vinda do Rio de Janeiro deve chegar na sexta-feira para a realização de saltos de paraquedas.
Esta sexta-feira, 16, tinha tudo para ser um dia de comemoração para cinco famílias de recrutas, com a entrega da boina, um dos ritos mais tradicionais do Exército Brasileiro, e que sucede os exercícios de guerra de mesmo nome.
Mas a Operação Boina — quatro dias de intenso treinamento dentro da floresta –, como parte do serviço militar de um ano, não foi uma experiência gratificante para os soldados Mendes, Mateus, Bruno Lima, Alisson e Cleiton. Os cinco soldados do 7º Batalhão de Engenharia e Construção, o 7º BEC, entraram em convulsão, quando participavam dos últimos treinamentos, em uma área de mata do município de Senador Guiomard (25 quilômetros de Rio Branco), na tarde desta quinta-feira, 15.
Os recrutas foram levados para o Hospital Geral de Senador Guiomard, apresentando contrações involuntárias, febre e reações de instabilidade emocional. Os soldados faziam parte de uma tropa de 92 soldados que participavam do último dia de exercícios da Operação. Um deles, o mais estável, afirmou que tiveram que caminhar 12 quilômetros pela BR-317, em meio ao sol da tarde, o que pode ter causado insolação.
Eles deram entrada no hospital de Senador Guiomard por volta das 16 horas, e às 19 horas, os três foram encaminhados ao Hospital de Base de Rio Branco, em ambulância do Serviço Móvel de Urgência e de Emergência, o Samu. Segundo informou o capitão Júlio André, oficial de Comunicação do 7º BEC, a marcha é o último exercício da Operação e eles estavam retornando à base quando o incidente aconteceu.
“Trata-se de um período de instrução que eles passam no quartel, mas o calor extremo que fez em Rio Branco acabou causando isso”, afirmou o capitão. O modo como as vítimas foram conduzidas para o hospital gerou revolta em alguns funcionários do Hospital de Senador Guiomard. “Um deles foi trazido na “gravata” por um sargento moreno alto e que dispensou maca”, denunciou uma funcionária do hospital.
“Se houve alguma coisa desse tipo, cadê os nomes das pessoas que estão dizendo isso?”, perguntou o oficial da Comunicação, ao que prontamente a reportagem respondeu que mesmo que tivessem os nomes eles não seriam fornecidos.
“Se houve isso é preciso que alguém denuncie para que possamos puxar a orelha”, rebateu o representante do 7º BEC.
Na manhã desta sexta-feira, 16, as famílias dos soldados eram aguardadas no quartel para a entrega de suas boinas.
Corpo médico questiona tratamento dispensado pelo Exército
Quem viu os cinco soldados chegarem ao hospital pôde observar que além da instrução, os oficias e as praças mais graduadas costumam extrapolar as ações de subserviência ao Exército Brasileiro, para além dos campos de treinamentos. A impressão de quem estava no hospital é a de que a pressão psicológica combinada à exaustão física causou danos severos, em especial, a dois deles.
“Ta bom, ta bom (gritos e choro)”, gritava um deles, enquanto era contido por enfermeiros. O recruta se debatia dentro da ambulância e prosseguia: “tem que ter um final, tem que ter um final!”
Já dentro da ambulância, o recruta delirante gritava: “Eu tenho que terminar, eu tenho que terminar”, seguido de muito choro. Uma enfermeira chamada para auxiliar na imobilização do soldado responde: “Você já foi liberado”. “Não, eu na fui, não fui”, (mais choro).
Uma assistente de enfermagem chegou a chorar diante do que ela classificou de humilhação e desrespeito por parte do comando da operação. “Um sargento chegou com um desses rapazes na ‘gravata’. Ele o pegou pelo pescoço e o arrastou lá para dentro”, narra.
“Ofereci uma maca, mas o cara, que eu acho que é um sargento, me disse: não, não precisa de maca coisa nenhuma”. Segundo o médico Lúcio Fernandes de Souza, os cinco recrutas chegaram apresentando sinais de desidratação. Mas dois deles estavam estáveis.
“Pelo que vemos preliminarmente é que eles estão desidratados e apresentam distúrbios neurológicos graves. Não sei até que ponto isso pode ser reversível”. O médico acompanhou a remoção dos recrutas para Rio Branco.
Cinco militares do Exército ficaram feridos nesta quinta-feira na explosão de uma granada de mão no 61º Batalhão de Infantaria de Selva (61º BIS), em Cruzeiro do Sul, no Acre. O acidente aconteceu durante um treinamento militar com o explosivo, por volta das 10h40m, horário local. Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, as vítimas não correm risco de morrer.
Os feridos receberam os primeiros socorros no local pela equipe médica do batalhão e foram levados em seguida para o Hospital Regional do Juruá. O Comando do Batalhão, ainda segundo o Exército, determinou a abertura de Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos.
Em nota, Centro de Comunicação Social do Exército ressaltou que o treinamento “faz parte do Programa Padrão de Instrução Militar, era conduzido por militar capacitado para tal, e obedecia aos parâmetros de segurança” e que o Exército “está prestando todo o apoio necessário às vítimas, bem como aos seus familiares”.
14 de abril de 2010,
em História,
por Guilherme Poggio
Janelas podres, paredes com rachaduras e telhados destruídos são cenário em local que, além do Exército e da PM, abrigou hospício
Rodrigo Brancatelli
“Por aqui passaram os melhores soldados do Exército Brasileiro”, diz a frase pintada em vermelho no alto do portal da antiga sede do 2º Batalhão de Guardas, no Parque Dom Pedro II, centro de São Paulo. Por ali agora passam o abandono, a degradação e a negligência com um dos imóveis mais importantes da história paulistana. De símbolo da polícia paulista e do próprio Exército, o quartel se resume hoje a muito entulho, telhados quebrados, infiltrações, cupins, paredes prestes a ruir e memórias esquecidas. É um triste resumo do patrimônio de São Paulo, mais um daqueles bens tombados imperceptíveis, que estão ali mas ninguém se dá conta.
Os arcos, paredes, a capela e a quadra do local guardam capítulos essenciais da memória da cidade. Reza a lenda que o prédio do 2.º Batalhão de Guardas foi um presente de d. Pedro I a dona Domitila de Castro Canto e Mello, a marquesa de Santos. Quando chegava a São Paulo, o imperador dormia por ali e, possivelmente, encontrava-se com a marquesa. O endereço acabou mais tarde sendo transformado na sede de uma chácara da Várzea do Carmo, depois foi ocupado pelo Seminário das Educandas e anos depois pelo Hospício dos Alienados – onde chegou a morrer o poeta de Santo Amaro Paulo Eiró, em 1871.
Exército. Com o golpe militar em 1964, o quartel foi tomado pelo Exército, primeiro como sede da 7.ª Companhia de Guarda e depois do 2.º Batalhão de Guardas, reunindo cerca de 900 homens até 1992. A degradação começou a partir de1995, quando o quartel foi ocupado pelo 3.º Batalhão da Polícia de Choque do Estado de São Paulo.
A falta de investimentos e a velha receita de descaso com o patrimônio histórico foram pouco a pouco dilapidando a beleza do quartel, destruindo telhados, trazendo a ferrugem, criando infiltrações. Hoje, o prédio é apenas um arremedo de seu passado, um bocado de entulho e de paredes prestes a cair que guardam poucos vislumbres do charme do século 19. Também serve como um exemplo da degradação da região, igualmente esquecida nas últimas décadas.
Soldado. “Aquilo está à venda, mas ninguém quer comprar porque não vale a pena restaurar”, diz o gerente de loja Héveles Martinez, de 50 anos, soldado do 2.º Batalhão de Guardas em 1978. “Então o que está acontecendo é que estão esperando tudo cair de vez, para aí sim construir um espigão residencial. Desde 2004 eu chamo a atenção para o abandono do quartel, já tirei fotos, enviei carta para o governo, mas ninguém respondeu. Mesmo tombado pelo patrimônio histórico, é um monumento que corre o risco de virar pó.”
A degradação é vista de longe, até mesmo da Estação Dom Pedro II. Parte do telhado já caiu, o resto parece fadado ao mesmo destino durante uma futura chuva forte. Absolutamente todos os galpões aparecem deteriorados – o piso está forrado por pó de madeira, símbolo mais do que visível da ação dos cupins. Janelas estão podres, paredes exibem rachaduras que mais parecem cicatrizes gigantes. O assoalho da capela está afundando, bem como o piso da quadra do quartel – que já serviu para treinamentos do atleta João do Pulo, então 3.º sargento no 2.º Batalhão de Guardas.
A Polícia Militar afirmou que irá fazer um diagnóstico completo do imóvel, mas não há prazos para o restauro. O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado (Condephaat) disse que já notificou a PM por falta de manutenção. “Eu ainda guardo lembranças sensacionais do quartel, o prédio respira história”, diz Martinez. “Hoje, só tenho desgosto, até chorei quando notei a situação dos galpões. É muito triste ver a maneira que trataram a nossa memória.”
CRONOLOGIA
Descaso com o patrimônio
1860
Seminário e hospício
Construído para ser sede de uma chácara, o imóvel é ocupado pelo Seminário das Educandas. Anos depois, passa a ser o Hospício dos Alienados, onde, em 1871, faleceu o poeta Paulo Eiró, de Santo Amaro
1930
Exército
O imóvel no Parque Dom Pedro passa à antiga Força Pública, mas com o golpe militar em 1964 é ocupado pelo Exército Brasileiro
1995
Decadência
O imóvel passa a pertencer ao 3.º Batalhão da Polícia de Choque do Estado de São Paulo. A Polícia Militar informou por meio de sua assessoria de imprensa que tem planos de restaurar o local
FONTE/FOTOS: O Estado de São Paulo, via resenha CCOMSEx/www.segundobg.com.br
Desenvolvimento de uma Mentalidade de Defesa no Brasil
A sociedade brasileira não demonstra ainda grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas o desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, A "Trilogia Blog de Defesa" tem como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais no futuro.
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