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EMPREGO DE TROPA EM GARANTIA DA LEI E DA ORDEM NA BAHIA

Autorizado pela Excelentíssima Senhora Presidente da República, o Exército Brasileiro empregará tropa federal no Estado da Bahia, nos termos do que está previsto na Lei Complementar nº 97/1999 e no Decreto nº 3.897/2001, em caráter episódico e temporário, em ações de garantia da lei e da ordem, para a preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do patrimônio, em estreita coordenação com a Secretaria de Segurança Pública, atendendo à solicitação do Governador do Estado.

O Exército empregará os recursos operacionais militares necessários, enquanto permanecer a situação de greve da Polícia Militar da Bahia.

As tropas federais do Exército sediadas em Salvador já iniciaram as ações de patrulhamento ostensivo nas principais vias da cidade e outras tropas do Comando Militar do Nordeste, sediadas em Recife, Garanhuns, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Natal; e da Brigada de Infantaria Paraquedista, do Rio de Janeiro, iniciaram seus deslocamentos por via aérea e terrestre em direção a Salvador e outras cidades do interior do Estado.

Serão empregados, ainda, meios aéreos do Comando de Aviação do Exército, com sede em Taubaté-SP.

O efetivo total a ser empregado pelo Exército é de cerca de 2.000 militares.

Atenciosamente,

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO
BRAÇO FORTE – MÃO AMIGA

NOTA do EDITOR: Decolam amanhã do CAvEx duas aeronaves HM-1 Pantera, pertencentes ao 1°BAvEx, com a finalidade de apoiar as tropas na Bahia.

Rio Grande (RS) – O Exército recebeu o último lote de viaturas blindadas modelo Leopard 1A5BR, que desembarcou no Porto Novo do Rio Grande, no dia 31 de janeiro. Foram recebidas 39 Viaturas Blindadas de Combate – Carro de Combate (VBC-CC) e 2 contêineres de material que serão transportados para o Parque Regional de Manutenção / 3, em Santa Maria (RS).

Esses blindados pertencem ao sétimo e último lote do Projeto Leopard 1, cujo contrato de compra e apoio foi estabelecido pelo Governo Brasileiro, por intermédio do Ministério da Defesa, com o Governo da República Federal da Alemanha. O material será destinado ao reaparelhamento e modernização das Unidades Blindadas da Força Terrestre.

No total, foram adquiridas 220 VBC-CC Leopard 1A5, sete Viaturas Blindadas Especializadas Socorro (VBE Soc), quatro Viaturas Blindadas Especializadas Lança-Pontes (VBE L Pnt), quatro Viaturas Blindadas de Combate de Engenharia (VBC Eng) e quatro Viaturas Blindadas Escola de Motorista.

Os blindados adquiridos possuem um Contrato de Suporte Logístico Integrado, que terá vigência de cinco anos, garantindo a execução das atividades de assistência técnica, fornecimento de peças originais, formação e treinamento de militares e manutenção corretiva, incluindo a reparação de componentes no exterior. O contrato prevê, ainda, o fornecimento de uma grande quantidade de Dispositivos de Simulação e Apoio à Instrução (DSAI).

FONTE/FOTOS: Exercito Brasileiro

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 12 de janeiro, data do segundo aniversário do terremoto que vitimou centenas de milhares de pessoas no Haiti, foi realizada uma formatura em homenagem aos militares brasileiros mortos na catástrofe, nas dependências do 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz. Na oportunidade, foi depositada uma corbelha de flores no Memorial às Vítimas do Terremoto de 12 de janeiro de 2010.

A solenidade foi presidida pelo Comandante do Contingente Brasileiro no Haiti, Coronel Luciano Mendes Nolasco, e contou com a presença do Comandante do 2º Batalhão de Infantaria de Força de Paz, Coronel Enio Machado Martins Júnior, do Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz, Tenente-Coronel José Sirnando Cavalcante das Neves, e do Comandante do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Claudio Eduardo Silva Dias.

FONTE: EB

Gustavo Brigatto

O Exército brasileiro decidiu usar armas nacionais para se defender no ciberespaço. A corporação concluiu duas licitações com valor total de pouco menos de R$ 6 milhões para a compra de sistemas antivírus e de um simulador de guerra cibernética. Os contratos foram vencidos pela BluePex, de Campinas (SP), e pela Decatron, do Rio.

O investimento faz parte das iniciativas do Exército para se preparar para eventuais contra-ataques a ameaças cibernéticas. “Queremos estar com um nível tecnológico bastante avançado até 2015″, diz o general Antonino Santos Guerra, comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex), órgão responsável pelas duas compras recentes. “Vamos nos defender, mas também nos preparar para o ataque. O Exército é escudo e também espada”, diz.

De acordo com Guerra, até o fim do ano podem ocorrer mais quatro pregões. Na lista de compras estão serviços de perícia e equipamentos para detectar acessos não autorizados a redes de computadores, entre outros sistemas.

A preferência por tecnologias nacionais tem dois objetivos, explica Guerra: estimular o crescimento das companhias nacionais de tecnologia da informação (TI) e reduzir a dependência do Exército em relação a fornecedores internacionais.

Tanto nas compras que acaba de fazer, como nas que estão previstas, o Exército vai exigir que as vencedoras das licitações transfiram para a corporação as tecnologias vendidas e as funções desenvolvidas no período do contrato. Com essa medida, o Exército poderá, no futuro, manter suas estruturas funcionando com pessoal próprio.

Para o simulador de guerra cibernética – um sistema de treinamento que permite criar situações fictícias de ataques virtuais a redes de computadores – o general comenta que o Exército deixará de ter problemas com as constantes atualizações dos pacotes de mercado, que exigem o pagamento de licenças para ser renovadas. Por R$ 5,1 milhões, a Decatron está desenvolvendo um sistema novo que começará a ser instalado até o meio do ano, informa Carlos Rust, sócio-diretor da companhia.

No caso do antivírus, o Exército vai substituir os sistemas da espanhola Panda (comprados em 2010), pelos softwares da AVware, uma empresa da BluePex. O contrato de R$ 800 mil prevê que o software, lançado comercialmente em 2011, seja instalado em todos os 60 mil computadores que compõem a rede da corporação, a EBNet.

A companhia também vai treinar os militares nas técnicas de detecção e remoção de ameaças virtuais e criar um centro de análise dedicado em Brasília. Dessa forma, os dados na EBNet não precisarão deixar o ambiente militar para ser avaliados, como acontecia com produtos de outras empresas, diz Jefferson Penteado, presidente da BluePex. “Isso dá segurança ao Exército de que as informações não serão roubadas”, afirma.

Guerra diz não tem reservas quanto à utilização de tecnologias desenvolvidas por empresas de pequeno porte, em substituição a produtos de grandes fornecedores internacionais. “A única diferença entre essas empresas é a disponibilidade de capital para ter uma grande estrutura de detecção de vírus. E se a gente não comprar deles [das companhias nacionais], eles serão pequenos sempre”, diz. De acordo com o general, as empresas que venderem para o Exército poderão usar as tecnologias desenvolvidas em seus produtos, o que fomentará seu crescimento.

Penteado, da BluePex, afirma que a nova versão do AVware para empresas, que será lançada em fevereiro, vai incorporar algumas funções originadas do contrato com o Exército. “É uma vitrine muito importante”, diz.

O plano de defesa cibernética do Exército tomou forma no fim de 2010 e começou a sair do papel no ano passado, com a criação do Centro de Defesa Cibernética, o CDCiber. Comandado pelo Exército, o centro tem o objetivo de reunir as ações de proteção virtual das Forças Armadas.

O centro está sob o comando do general José Carlos dos Santos, paulista de Sorocaba que estava preparando sua aposentadoria quando foi convidado a permanecer por mais quatro anos, por conta de sua experiência nas áreas de comunicações e tecnologia da informação (TI). Em entrevista ao Valor no ano passado, Santos disse que o CDCiber vai precisar de cerca de R$ 100 milhões por ano até 2015.

Para 2012, o orçamento do CDCiber é de R$ 83 milhões. O montante será investido em equipamentos, softwares e capacitação de pessoal. De acordo com Guerra, 500 militares serão treinados na área de defesa cibernética.

Caro(a) senhor(a), bom dia,

Sou o Tenente – Coronel Rubens, Oficial de Comunicação Social do Comando Militar da Amazônia. Com muita preocupação, li a matéria acima, relatando um suposto acidente com helicóptero do 4º Batalhão de Aviação do Exército, Manaus – AM, Afirmo que se trata de uma informação inverídica. Esclareço que notícias sobre acidentes aéreos ganham repercução nacional e internacional, já que são objeto de investigação por parte de órgãos federais, da Força Aérea Brasileira e do próprio Exército.

Cabe ressaltar as questões jurídicas afetas, particularmente por envolver nomes de militares, mesmo que fictícios, tais como os reportados. Solicito, pois, que, em nome da verdade dos fatos e da seriedade com que tratamos esse meio de comunicação, que esta matéria seja retirada. De qualquer forma, deixo a sugestão de que deem uma especial atenção ás suas fontes para que fatos lamentáveis como este não venham a se repetir. Por fim, indico a Seção de Comunicação Social do Comando Militar da Amazônia como contato legítimo para essas e outras questões envolvendo tropas do CMA.

(92) 91165653 e (92) 36591150/1151/1152.
Atenciosamente.

ARLINGTON, Virgínia – A BAE Systems, em parceria com o Exército Brasileiro, modernizará 150 veículos blindados M113, usados no transporte de pessoal, com base em um contrato militar avaliado em US$ 41,9 milhões.

O Exército Brasileiro atualizará os veículos M113B para a configuração M113A2 Mk1. Nestes trabalhos, os cascos, escotilhas e rampas dos veículos serão reutilizados, enquanto que os demais componentes, inclusive os motores, as transmissões e os sistemas de refrigeração, serão substituídos ou reformados. A BAE Systems fornecerá os materiais necessários para os trabalhos de modernização, assim como ferramentas e peças sobressalentes. A empresa também transferirá tecnologia e treinará o Exército na manutenção e modernização destes veículos.

“Este trabalho de modernização de baixo custo oferece vários benefícios ao Exército Brasileiro, inclusive melhor desempenho e confiabilidade do veículo”, disse Joe McCarthy, vice-presidente e gerente geral da área de Veículos de Combate da BAE Systems. “Há décadas que exportamos e modernizamos os veículos M113. O Exército Brasileiro adquiriu os M113s do Exército Americano, no início da década de 70. Este programa de reforma e atualização modernizará os veículos, estendendo seus serviços significativamente, em linha com a estratégia de defesa nacional do País e contribuindo para a ampliação de sua capacidade de defesa”.

De acordo com o contrato, o trabalho será executado nas instalações do Exército Brasileiro, em Curitiba, e deverá ser concluído em novembro de 2014.

O M113 faz parte da maior família de veículos blindados sobre lagartas do mundo e totaliza mais de 80 mil veículos, com 40 variantes, distribuídos mundialmente. Ele é capaz de transportar 12 soldados além do motorista, fazer operações anfíbias e grandes viagens atravessando terrenos difíceis. Além disso, pode adquirir altas velocidades rodando sobre estradas bem mantidas.

Desde 1998, a BAE Systems vem fornecendo suporte às Forças Armadas do Brasil para armas, radares e veículos blindados, a partir de seu escritório em Brasília.

No início do ano, a Embraer, empresa brasileira fabricante de aeronaves, e a Força Aérea Brasileira selecionaram a BAE Systems para fornecer os sistemas eletrônicos de controle de voo para a aeronave militar de transporte KC-390.

Divulgação: Gaspar e Associados Comunicação Empresarial

O Exército anunciou ontem a construção do primeiro simulador de voo de helicóptero feito 100% no Brasil. A entidade agora estuda transferir a tecnologia para a polícia de diversos Estados, além da Marinha e da Aeronáutica. O projeto levou quatro anos para ser construído –em parceria com a empresa privada Spectra – e consumiu ao menos R$ 4 milhões.

É o primeiro equipamento do tipo a ser feito na América Latina. Trata-se de uma grande esfera que imita a cabine de um helicóptero e se movimenta imitando as manobras da aeronave. As imagens projetadas em seu interior são baseadas em fotos do território brasileiro e os movimentos do helicóptero em modelos matemáticos feitos pela Aeronáutica.

Ele permite tanto o treinamento de pilotos novatos como a simulação de missões de ataque ou de salvamento reais –poucas horas antes delas acontecerem. Isso ajuda os comandantes a decidirem se a ação planejada é viável e também a acostumar o piloto ao local onde serão realizadas.

São simulados, por exemplo, ataques com foguetes e metralhadoras contra inimigos em terra ou outros helicópteros, ou ainda pousos em locais difíceis durante missões de ajuda humanitária, tal como em enchentes.

Segundo o Exército, o projeto reduz custos. “A hora de voo de treinamento custa R$ 3.000. A do simulador sairá por R$ 300″, disse o general Eduardo Diniz, do Comando de Aviação do Exército. O simulador serve para treinar pilotos de helicóptero do modelo Esquilo (o Exército tem 36 deles), um tipo de aeronave largamente utilizado também por polícias militares e civis em diversos Estados.

“Há interesse do Exército em compartilhar essas tecnologias, oferecer condições para que as outras forças e órgãos ligados à defesa e à segurança pública possam usufruir desses desenvolvimentos”, disse o general Sinclair Mayer, responsável pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.

O equipamento também deve ser adaptado ao treinamento de pilotos de outros tipos de helicópteros usados pelo Exército.

Segundo a empresa Spectra, a tecnologia base desenvolvida pode ser usada para criar simuladores de combate com fuzil, tanto para militares quanto para policiais.

FONTE: Folha.com / FOTO: Moacyr Lopes Junior/Folhapress

Major do Exército, a catarinense Ana Luiza Ferrão Souza Lima, 37, conquistou ontem a medalha de ouro na prova de pistola de 25 metros.

A brasileira, que já tinha vaga na Olimpíada de Londres-2012, fez 773,9 pontos. A americana Sandra Uptagrafft ficou em segundo lugar, com 769,8. Maribel Pineda, da Venezuela, marcou 768,8 e ganhou o bronze.

O ouro da brasileira veio com o recorde pan-americano. A marca anterior, de Uptagrafft, era 771,9. Bronze na prova, a venezuelana Pineda liderou a série eliminatória com 571 pontos, um a mais do que a brasileira e a americana, mas não conseguiu manter o posto na decisão de medalhas e acabou superada pelas rivais.

Na final, a brasileira terminou com 203,9 pontos. Uptagrafft marcou 199,8, e a venezuelana acabou com 197,8.

Atiradora experiente, Ana Luiza disputou sete edições dos Jogos Mundiais Militares. Com a medalha de bronze no Mundial militar do ano passado, a brasileira garantiu a primeira vaga do país na Olimpíada de Londres-2012.

Professora de biologia, Ana Luiza também vai disputar a pistola de ar no México.

A campeã pan-americana começou a praticar tiro após entrar nas Forças Armadas. Foi a quarta medalha conquistada pelo Brasil no tiro esportivo brasileiro no Pan.

FONTE: EB

O comandante geral do Exército, Enzo Martins Peri, participa nesta segunda-feira do Fórum de Defesa e Segurança da Firjan. O encontro com os empresários do setor acontece num momento em que a indústria de defesa do país vive a expectativa de retomar seus melhores dias – já foi a 8ª do mundo na década de 80 -, apostando suas fichas na recém-editada Medida Provisória 544 que estabelece incentivos ao setor como regime especial de tributação e cria o conceito de indústria estratégica.

Essas são antigas reivindicações das empresas do setor , com base na premissa de que o Brasil só estará verdadeiramente protegido quando tiver uma base industrial de defesa forte, detentora de tecnologias próprias e inovadoras. O tema da palestra do general Enzo é ‘O Exército Brasileiro e sua Missão Constitucional’.

Em 2 de outubro, o Exército Brasileiro comemora o Dia do Quadro Complementar de Oficiais (QCO).

Quadro mais recente na estrutura de formação de oficiais da Força, sua criação se deu em 1989 por meio da Lei 7.831, de 2 de outubro, data instituída como Dia do QCO. No ano anterior, em 5 de abril, havia sido criada a Escola de Administração do Exército (EsAEx) nas antigas instalações do Colégio Militar de Salvador, que se encontrava desativado. E assim, na capital baiana, em 1990, teve início o primeiro Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar.

Desde essa data significativa, 21 turmas de oficiais já foram formadas em variadas áreas do ensino superior de interesse do Exército, tais como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Enfermagem, Estatística, Informática, Magistério, Pedagogia, Psicologia e Veterinária. Esses profissionais se tornaram importantes na estrutura de um Exército atento às mudanças impostas pela modernidade e ingressam no Quadro Complementar após sua graduação ou licenciatura em Universidades civis do Brasil mediante concorrido concurso público.

Dois anos após sua criação, o Quadro Complementar passou a receber também mulheres, em igualdade de condições com os homens, no concurso de admissão e no curso de formação, reintegrando ao Exército o segmento feminino, distante das atividades castrenses desde a Segunda Guerra Mundial. Recentemente, a Escola de Administração do Exército, berço de formação do oficial do Quadro Complementar, teve sua designação alterada para Escola de Formação Complementar do Exército, agregando a formação de oficiais do ensino militar da linha de saúde.

Como homenagem às mulheres que se reintegravam ao Exército, a terceira turma de formação de oficiais da EsAEx foi batizada de “Turma Maria Quitéria”, a heroína que, posteriormente, seria alçada à condição de Patrono do QCO. Essa personagem de nossa história, durante as Guerras de Independência, cortou os cabelos, vestiu-se de homem e alistou-se para poder combater pela independência e pela identidade nacional. Adotando o nome de “Soldado Medeiros”, participou de sangrentos combates na Bahia, destacando-se pela enorme coragem, fibra e por atos de bravura, reconhecidos nas muitas referências elogiosas de seus superiores e comandantes.

Nos dias de hoje, os oficiais do Quadro Complementar encontram-se prestando valioso assessoramento nas suas especialidades em praticamente todas as Unidades do Exército. Eles estão presentes nos grandes centros urbanos e na selva amazônica; nos Quartéis-Generais e nas Unidades de tropa; nos hospitais e nas escolas; nas ações do Exército em prol do povo brasileiro e também em missões do Brasil no exterior.

Assim, 22 anos após a sua criação, o Quadro Complementar de Oficiais vem demonstrando a sua importância na estrutura de um Exército moderno e voltado para o futuro, consciente de sua missão constitucional e de seu papel como parte indissolúvel da sociedade brasileira. Os níveis de especificidade da Força e o profissionalismo de seus integrantes têm sido fator fundamental para a garantia do poder de dissuasão do Exército Brasileiro, que tem em seus profissionais, em qualquer campo ou área da atividade militar, o mais precioso recurso de uma instituição com altos níveis de confiabilidade perante a sociedade a que serve.

O Exército, como instituição, necessita cada dia mais contar com o profissionalismo e a abnegação de militares que aliam conhecimentos adquiridos em diferentes instituições e em variados campos do conhecimento. Parabéns aos integrantes do Quadro Complementar de Oficiais pelo transcurso do Dia do QCO.

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