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vinheta-clipping-forte1Cerca de 850 militares mato-grossense estão em fase final de preparação para uma missão de paz no Haiti. Eles devem ser enviados no mês de maio deste ano durante o período de eleições naquele país. Além da ação de segurança e patrulha, os militares também serão responsáveis por ações de assistência social e humanitária aos habitantes do Haiti.

As Forças Armadas Brasileiras estão no Haiti desde junho de 2004, integrando a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Desde então, mais de 20.000 militares brasileiros já passaram pela missão.

O major Sérgio Mattos explicou que a operação de preparação será realizada pela primeira vez na capital mato-grossense. “Serão 1.250 homens nessa operação, sendo cerca de 850 daqui de Mato Grosso. Eles ficarão entre seis e oito meses lá, já que este é um ano de eleição no Haiti”, disse.

As atividades em Cuiabá vão acontecer entre os dias 15 de abril e 2 de maio. Os militares irão escolher uma área carente para simular as ocorrências cotidianas daquele país, além de realizar atendimentos médicos e odontológicos à população em um determinado dia. Para isso, eles solicitaram a utilização de uma escola municipal, que ainda será definida, já que os locais das operações ainda não foram escolhidos.

Durante as simulações, que incluem abordagens e atendimento aos moradores, manifestações e atendimento a feridos, os soldados irão conhecer alguns dos problemas que podem vivenciar no Haiti.

Ainda conforme o Exército, além dos militares, também serão deslocados cerca de 100 veículos, entre caminhões e blindados. Os representantes do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil solicitaram o apoio da Secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos para minimizar o impacto do fluxo de veículos no trânsito de Cuiabá.

De acordo com o Coronel Milton Lopes, é a primeira vez que Mato Grosso será base de treinamento para uma missão de paz internacional. “Além de militares de Mato Grosso, também estão sendo convocadas tropas do Exército de Mato Grosso do Sul e outros estados. O estado irá concentrar a última fase de treinamentos’’, explicou o coronel.

Além de militares mato-grossenses, participarão da missão outras unidades do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil, da Força Aérea Brasileira, do Exército Canadense, das Forças Militares do Paraguai e do Exército Peruano.

FONTE: G1 via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-forte1Em sintonia com a diretriz da Estratégia Nacional de Defesa (END) que determina o adensamento da presença de suas unidades na região amazônica e nas áreas de fronteira, o Exército Brasileiro (EB) deverá criar um novo comando militar.

Trata-se do Comando Militar do Norte (CMN), que cobrirá uma área de cerca de 1,722 milhão de quilômetros quadrados, abrangendo os estados do Amapá, Maranhão e Pará.

Em decreto (nº 7.946) publicado np último dia oito no Diário Oficial da União, a presidenta Dilma Rousseff delega ao comandante da Força Terrestre, general Enzo Peri, competência para alteração de parte dos efetivos militares, de modo a permitir a transferência dos oficiais e praças que irão compor o novo comando.

O CNM será o oitavo comando militar do Exército, que já conta com os comandos do Sul (CMS), Sudeste (CMSE), Leste (CML), Oeste (CMO), Nordeste (CMNE), da Amazônia (CMA) e do Planalto (CMP). A criação do CMN, cuja sede será em Belém (PA), está prevista no plano de reestruturação da Força.

amazonia_internapequenaO estabelecimento doa novo comando, afirma o EB, ampliará a presença militar na Amazônia oriental, criando melhores condições para as ações de planejamento, gestão e execução das atividades de defesa, segurança e proteção sob responsabilidade da Força Terrestre na região.

Com a mudança, a grandes unidades do Exército existentes na área – 8ª Região Militar, 8ª Divisão de Exército e 23ª Brigada de Infantaria de Selva, com sedes nas cidades de Belém (PA) e Marabá (PA) – passam a se subordinar ao novo Comando.

Veja a íntegra do Decreto n° 7.946/13

FONTE: Ministério da Defesa

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Por Fernando Montenegro

vinheta-opiniao-forteMesmo não possuindo poder de combate para enfrentar o Exército durante a pacificação dos complexos de favelas do Alemão e da Penha, os integrantes do crime organizado prosseguiram promovendo ações hostis, principalmente no campo das operações psicológicas, durante toda a ocupação.

As técnicas, táticas e procedimentos de guerra irregular usados atualmente pelo crime organizado no Brasil foram assimilados pelos revolucionários comunistas na década de 1960 em Cuba, na China, na Albânia e outros países da Cortina de Ferro. Posteriormente, o guerrilheiro brasileiro Carlos Marighela os sintetizou escrevendo o Mini Manual do Guerrilheiro Urbano (1969), conhecido e usado pelas principais organizações terroristas e criminosas do mundo hoje em dia. Quando colocaram integrantes da luta armada e criminosos comuns no Presídio da Ilha Grande nas mesmas celas, no início da década de 1970, estes ensinamentos foram difundidos.

Da simbiose entre criminosos políticos e os comuns, nasceu o Comando Vermelho, primeira facção de crime organizado do Brasil, hoje possuindo conexões internacionais com vários segmentos do narcoterrorismo transnacional, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Durante a pacificação de algumas favelas no Rio de Janeiro, puderam-se observar ações psicológicas direcionadas aos diversos públicos-alvo do cenário: as tropas do Exército, os próprios criminosos, a população local das comunidades e a opinião pública em geral. Da mesma forma, foram desenvolvidas as chamadas propagandas branca, cinza e negra ao longo da operação.

As pichações em muros e paredes, anteriores à pacificação, foram anuladas pela ação da tropa logo no início. No entanto, novas gravações e pinturas enaltecendo a facção criminosa e as iniciais de seus principais líderes foram realizadas em outros lugares, com siglas referentes ao Comando Vermelho. Também foram grafitados desenhos e textos ironizando a ação do Exército. Normalmente ocorriam nos intervalos de ronda das patrulhas.

Em situações de maior tensão, aproveitando-se de tumultos, surgiam rapidamente faixas e cartazes já preparados previamente, dando a impressão de que as turbas teriam sido agrupadas para aumentar o efeito e a visibilidade dos materiais. Também acompanhavam as faixas panfletos normalmente bem escritos, manipulando e distorcendo os fatos, procurando desacreditar a Força de Pacificação.

O Comando Vermelho filmou e filma suas atuações por ocasião dos embates e depois edita os vídeos, mostrando as forças legalistas sendo alvejadas em associação com imagens depreciativas da polícia ou das Forças Armadas e insatisfações da população com a exclusão social das favelas.

Esses vídeos são acompanhados de legendas e músicas que fazem apologia ao crime organizado. Depois de prontos, eles são postados no YouTube e outros sites da internet, usando inclusive redes sociais.

Os criminosos também se valem da difusão de boatos ameaçando a tropa e seus colaboradores através da comunidade ou simulando conversas no rádio (sabendo que estão sendo monitorados).

Outra forma de evidenciar força ou associação ao terror é a própria embalagem das drogas. Além de identificarem explicitamente sua proveniência, procuram usar slogans como “Rebeldes da Líbia”, “Esquina da Somália”, “Respeita o crime”, “Lança Míssil”. Sempre vêm acompanhados das iniciais CVRL (Comando Vermelho Rogério Lengruber, fundador do grupo) e alguma imagem de um traficante ou de uma arma.

A manutenção da lei do silêncio na comunidade é realizada através do terror. Os traficantes que possuem registro de atividades criminosas na polícia abandonaram a área, entretanto os “ficha-limpa” permaneceram na comunidade, promovendo atividades ilícitas de pequeno volume, direcionadas principalmente ao consumo interno. Os colaboradores das Forças Armadas tinham que ser muito discretos sob o risco de serem “justiçados” pelos criminosos.

Existem vários estúdios rudimentares que produzem músicas de péssima qualidade e com linguagem extremamente chula visando a apologia ao sexo explícito, ao crime organizado e depreciando a polícia ou o Exército. Essas músicas são muito populares no interior das favelas e são usadas para promover a degradação moral da comunidade, edificar os criminosos e provocar as forças legalistas. Embora sejam constantemente reprimidas, muitas vezes fica difícil identificar em tempo a origem do som dentro do labirinto de becos e vielas de uma favela com 16 km de perímetro e 400 mil habitantes.

Em algumas ocasiões, durante a madrugada, foram preparados gatilhos de tempo em artefatos caseiros para incendiar veículos estacionados na rua, mas foram neutralizados antes de serem detonados. Em outras ocasiões, foram preparadas barricadas com a finalidade de impedir ou dificultar o trânsito das viaturas. Essas ações normalmente eram muito bem articuladas, pois contavam com a participação de várias pessoas. Alguns olheiros (vigias), distribuídos nos arredores, monitoravam a movimentação da tropa, usando celulares para falar ou enviar mensagens de texto, ou mesmo rádios tipo talk about.

Tendo em vista que existe uma quantidade significativa de pessoas que vivem e se beneficiam do tráfico de drogas (vigilantes, vendedores, seguranças, embaladores/preparadores, transportadores, dentre outros), estas eram usadas sistematicamente para provocar arruaças e desgaste na tropa, ao promover brigas, desobediência e resistência ao acatamento de ordens.

Normalmente, mulheres, gestantes, idosos e crianças simpatizantes do tráfico formavam uma barreira protegendo os marginais contra a tropa por meio de escândalos, agredindo com palavras ou arremessando objetos de toda ordem. Essa situação costumava ser extremamente delicada, até mesmo para o uso de tecnologias não letais (spray de pimenta, munição de borracha, entre outras), pois quase sempre havia elementos preparados para filmar as ações da tropa e explorar as imagens na mídia. Em várias oportunidades, parecia que os jornalistas já estariam por perto, alertados de que haveria algum enfrentamento e, após a chegada deles, as turbas eram formadas e as hostilidades iniciavam.

Do acima descrito, pode-se perceber que os integrantes do Comando Vermelho dominam várias técnicas de emprego de Operações Psicológicas, direcionando-as aos diversos públicos-alvo integrantes do Teatro de Operações e sabendo usar redes sociais, internet, edição de vídeos, gravações de músicas, ou atividades mais rudimentares como grafitar paredes ou espalhar o terror com boatos e ameaças.

A maior dificuldade em realizar uma repressão mais eficaz a essas ações das forças adversas foi a falta de liberdade legal da tropa, conforme as regras de engajamento. É importante salientar que o Exército foi empregado numa situação de normalidade constitucional. Isso significa que todos os moradores das comunidades (por mais violência e ilícitos que houvesse) estariam em pleno gozo de seus direitos e garantias individuais. A tropa não possuía, portanto, autorização para entrar nas casas/barracos, recolher veículos sem documentação (missão da polícia), ou realizar outras ações. Os militares deveriam agir como se estivessem em um bairro de classe A, por exemplo.

A decisão da forma de emprego foi tomada no plano político e causou um enorme desgaste à Força de Pacificação em todos os níveis hierárquicos; entretanto, mais uma vez, os militares brasileiros souberam se adaptar a essas condicionantes, anularam as ações e concluíram a missão com sucesso histórico sem precedentes, entregando as comunidades às autoridades do estado do Rio de Janeiro, com índices de segurança inéditos naquela região.

*Fernando Montenegro, Coronel da reserva do Exército brasileiro e por duas vezes comandante de uma Força Tarefa Valor Batalhão de Infantaria Leve

FONTE: Portal Diálogo-Américas

facebook

vinheta-clipping-forte1Não precisou de uma hora para que soldados conseguissem invadir o sistema de usinas hidrelétricas da nação inimiga e interromper o abastecimento nacional de energia. A equipe responsável pela operação tinha como objetivo enfraquecer o adversário, que perpetrava diversos ataques contra seu País. E para conseguir o acesso à rede do alvo, foram necessárias, basicamente, informações sobre um funcionário, obtidas na rede social Facebook. A planta da usina foi conseguida via um documento oficial do governo, disposto na internet por conta de um processo licitatório. E a porta de entrada que inutilizou as soluções de segurança foi encontrada graças a um hábito cada vez mais recorrente na vida dos colaboradores: o home office.

A situação descrita acima trata-se de uma simulação, com base em premissas mais do que reais, feitas pela equipe de soldados brasileiros que utiliza o primeiro simulador nacional de operações cibernéticas (Simoc), da Decatron. A companhia venceu licitação para fornecer o a solução ao Exército Brasileiro há pouco mais de um ano, em dezembro de 2011, com o custo total de R$ 5 milhões.

A preparação para uma guerra online – um inimigo silencioso que fica cada vez mais próximo, especialmente com ataques como o do vírus Stuxnet e diversas invasões do Anonymous e LulzSec– tornou-se foco brasileiro no início de 2011, ganhando corpo depois de invasões de hackers a sites do governo.

“O único dado fornecido para essa simulação era o nome de um funcionário da usina. Foi criado um perfil falso no Facebook, pelo qual  foi descoberto o endereço IP da máquina e a rede de acesso Wi-Fi utilizada. Com esses dados os estudantes obtiveram as senhas de acesso à rede da usina”, contou Carlos Rust, sócio da Decatron. “Esta é uma operação muito barata – muito mais barata do que soltar uma bomba na usina para ter o mesmo efeito”, comparou. Não foi necessária, segundo Rust,  nenhuma iniciativa arrojada – como a criação de uma Advanced Persistent Threat (APT), onde um sistema silencioso e persistente espiona a rede corporativa em um ataque feito de forma direcionada, ou a descoberta de uma vulnerabilidade do tipo Zero-Day de softwares utilizados na corporação. Tudo foi possível graças à falta de governança de TI no acesso remoto à rede corporativa. “Tinha uma porta aberta na rede doméstica do colaborador”, detalhou.

O projeto do Simoc durou cerca de um ano e meio. “Aplicamos esses projetos em umas 30 pessoas, em média, entre doutores, engenheiros e analistas. Foi um desenvolvimento colaborativo”, explicou. O produto tem como objetivo trazer simulações de guerras cibernéticas, e permite o treino tanto de atacantes quanto protetores de rede. “O sistema guarda essas informações dos cenários e treinamentos realizados. Aprendendo com o tempo, vai ficando cada vez mais  rico em termos de informação”, comentou, detalhando que o produto foi criado com base em Java e se vale de bancos de dados relacionais para o armazenamento do conteúdo – neste caso específico, o SQL Server.

“Vamos investir nesse simulador, para comercializar em outras universidades e outras instituições militares, e empresas privadas e públicas de grande porte. Temos contato com países amigos, como Chile e Colômbia, através do suporte do Exército”, finalizou Rust.

FONTE: IT Web via Resenha do Exército

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Roberto Godoy

O Exército está criando em Formosa (GO) duas unidades especializadas de mísseis e foguetes para operar o Astros 2020, sistema de lançamento múltiplo desenvolvido pela Avibras Aeroespacial, de São José dos Campos (SP).

A nova base, o Forte de Santa Bárbara, vai receber o avançado míssil AV-TM com alcance no limite de 300 quilômetros – o primeiro da Força Terrestre, projetado e construído no País.

O programa prevê uma instalação de instrução, uma bateria de busca de alvos, os paióis de munições, e a revitalização do atual 6.º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes. As unidades terão, na área, um Comando e Estado Maior, uma bateria de Comando e três baterias de lançamento. Cada conjunto operaci0nal é integrada por 15 veículos: 6 carretas disparadoras, 6 remuniciadoras e ao menos mais três viaturas blindadas para o comando, a estação meteorológica e o apoio técnico.

O custo do complexo, abrangendo o núcleo habitacional para o pessoal permanente será anunciado até março. Só o desenvolvimento do míssil e do novo foguete balístico guiado AV-40, com 40 km de raio de ação, vai custar R$ 235 milhões dos quais R$ 195 milhões só para o AV- TM. O lote inicial será recebido em 2016. O programa exigirá cerca de R$ 1.246 bilhão, em etapas, até 2018.

Em nota, o Exército destacou que o Astros 2020 é a plataforma para que a Força tenha “apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade”. A navegação do AV-TM é feita por uma combinação de caixa inercial e um GPS. O míssil faz acompanhamento do terreno com um sensor eletrônico, corrigindo o curso em conformidade com as coordenadas armazenadas a bordo. Seu objetivo é uma instalação estratégica – refinarias, usinas geradoras de energia, centrais de telecomunicações, concentrações de tropa, depósitos, portos, bases militares, complexos industriais.

FONTE: O Estado de São Paulo

COLABOROU: Henrique C.O

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Exército Brasileiro recebe simulador de Guerra Cibernética

Brasília – No dia 22 de novembro, no Centro de Instrução de Guerra Eletrônica (CIGE), o Exército recebeu o Simulador de Operações de Guerra Cibernética (SIMOC) da empresa Decatron. O software provê suporte para especialização de recursos humanos em análise de vulnerabilidades de redes, permitindo a execução de ações, em ambiente controlado, de proteção cibernética e defesa ativa, além do treinamento baseado em cenários reais de catástrofes e comprometimentos de infraestruturas críticas nacionais.

O SIMOC foi idealizado pelo CIGE e desenvolvido pela Decatron, empresa 100% brasileira, seguindo as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa. É uma solução pioneira na América Latina, de uso dual e que integra componentes reais e ativos de rede virtuais, utiliza prioritariamente software livre e permite o acompanhamento e a avaliação de todas as atividades executadas pelos alunos em tempo real, otimizando o resultado dos treinamentos. O Exército, com essa iniciativa, promoveu a geração de emprego e de renda no Brasil, com os recursos orçamentários do Ministério da Defesa.

Na mesma oportunidade, foram apresentadas as possibilidades do SIMOC e demonstrado o seu emprego durante o exercício conduzido no CIGE, como coroamento do Curso de Guerra Cibernética, primeira atividade de ensino dessa natureza realizada no âmbito das Forças Armadas.

O Curso contou com alunos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e teve como objetivo habilitar os militares para empregar técnicas e ferramentas de Guerra Cibernética, visando à preservação do sigilo das informações transmitidas ou armazenadas em meios que utilizam a tecnologia da informação.

As atividades caracterizaram a importância dada pelo Exército à defesa de seus ativos na área de tecnologia da informação, à capacitação de seus recursos humanos nesse complexo domínio do conhecimento e à parceria com o setor privado na importante e inovadora produção do SIMOC.

O evento foi prestigiado pelo Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, General de Exército Sinclair James Mayer, e por autoridades do Ministério da Defesa, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

FONTE: EB

Mais de 3.000 caminhões para as Forças Armadas

Veículos serão utilizados no cambate à seca no Nordeste

 

A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e caminhões MAN, acaba de ganhar licitação para fornecimento de mais de 3 mil caminhões às Forças Armadas no biênio 2012-13. O negócio se soma a 2,6 mil ônibus escolares financiados por meio do Programa Caminho da Escola, que serão entregues também a partir do próximo ano a prefeituras de todo o Brasil.

Segundo Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, os negócios com governos já respondem por 10% das vendas domésticas da empresa. Os caminhões das Forças Armadas, que serão utilizados no combate a seca no Nordeste, serão militarizados - o que inclui pintura especial, luzes militares, quebra-mato com tela de proteção para faróis, radiador e lanterna.

Todos os produtos serão entregues totalmente prontos para operação, reforçando o conceito sob medida que consagrou a MAN Latin America, líder nas vendas de caminhões com 30,4% de participação, em seus mais de 30 anos de mercado.

Modelos

Dos 3 mil novos veículos, cerca de 2 mil são do modelo VW Worker 15.210 4×4, homologado pelo Exército Brasileiro após testes rigorosos em campos de provas em todo o Brasil.

Os caminhões VW Worker 26.260 6X4, VW Worker 13.180 4×2, VW Constellation 24.250 6X2, 31.320 6X4 e 31.320 6×6 (este último, desenvolvido especialmente para atender as necessidades das Forças Armadas) também farão parte da frota para combate à seca.

A parceria entre a MAN Latin America e o Exército Brasileiro existe desde 2007, quando a empresa venceu a primeira licitação para fornecimento de caminhões às Forças Armadas. “Na ocasião, quebramos uma hegemonia de mais de 50 anos de nossa principal concorrente, até então única a fornecer veículos para o Exército. Além das operações no Brasil, os caminhões Volkswagen também são usados em missões de paz da Organização das Nações Unidas – ONU, em países como o Haiti”, diz Cortes.

Caminho da escola

Além dos caminhões para o Exército, a empresa com 27,4% de participação de mercado de ônibus, venceu também licitação para fornecimento de mais 2,6 mil veículos ao programa Caminho da Escola, do Governo Federal, garantindo seu posto de montadora com o maior número de ônibus transportando crianças e adolescentes pela zona rural brasileira.

A MAN Latin America comercializa os modelos Volksbus 15.190 ORE 02R (sigla para Ônibus Rural Escolar Reforçado Médio) e ORE 03R (Ônibus Rural Escolar Reforçado Grande).

O contrato dá à empresa o direito de comercializar ônibus completos às prefeituras que se habilitarem às linhas de crédito disponíveis. “As medidas de estímulo à indústria, além de programas como o PAC, renovação de frota e o próprio Caminho da Escola, têm sido de grande importância nesse momento de reaquecimento do mercado”, afirma Cortes.

Os ônibus foram desenvolvidos especialmente para o trânsito em área rural, contando com suspensões reforçadas, bem como maior ângulo de ataque (de entrada) e de saída, com reduzidos balanços dianteiro e traseiro. Os Volksbus podem percorrer estradas de terra em condições severas de piso e relevo, trazendo eficiência às prefeituras e conforto e segurança aos alunos.

O Programa Caminho da Escola foi criado em 2007 para renovar e ampliar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais.

FONTE: Monitor Mercantil

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Sisfron: consórcio assina primeira etapa com Exército

Alberto Alerigi Jr

Um consórcio de empresas controladas pela área de defesa e segurança da Embraer assinou contrato de 839 milhões de reais com o Exército brasileiro para a primeira etapa do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) do Brasil.

O contrato foi assinado pelo consórcio Tepro, formado por Savis Tecnologia e Sistemas e OrbiSat Indústria e Aerolevantamento. A primeira fase do Sisfron contemplará o monitoramento de aproximadamente 650 quilômetros de fronteira terrestre na faixa que acompanha a divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraguai e com a Bolívia.

Segundo a Embraer, no total, o Sisfron compreende a vigilância e proteção de fronteiras terrestres em uma faixa de 16.886 quilômetros que separa o Brasil de 11 países vizinhos e se estende por 10 estados e 27 por cento do território nacional.

“A nossa visão é entregar o Sisfron ao Exército brasileiro para, posteriormente, exportar este modelo”, afirmou em comunicado o presidente da Savis, Marcus Tollendal.

As ações da Embraer se desvalorizavam no início das negociações nesta segunda-feira e, às 10h28, caíam 1,46 por cento, a 14,17 reais, enquanto o Ibovespa tinha queda de 0,79 por cento.

Mais cedo, o jornal O Estado de S.Paulo publicou entrevista com o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, afirmando que a empresa anunciaria o contrato nesta segunda-feira. No texto, o executivo afirmou ainda que a companhia tem planos para entrar em construção de navios.

FONTE: Reuters

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Blindados em Ação – Instrução com Carros de Combate

Conheça o trabalho realizado no Centro de Instrução de Blindados, em Santa Maria, e os carros de combate utilizados pelo Exército Brasileiro.

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Aeronave será entregue à AvEx em dezembro, inaugurando um novo ciclo de parceria com as Forças Armadas

 

A entrega do primeiro helicóptero modelo Pantera K2, modernizado, para o Exército brasileiro, no próximo mês de dezembro, marcará o início de uma fase importante para a Helibras. Além de celebrar a concretização de um importante modelo de negócios – o retrofit de aeronaves militares, já adotado em diversos países – a empresa conclui também mais uma etapa do processo de capacitação de seus técnicos e que será importante para transformá-la em um dos pilares mundiais do grupo Eurocopter.

O retrofit de aeronaves militares vem sendo utilizado em frotas que envolvam bens de alta tecnologia e elevado valor de aquisição, como é o caso de helicópteros, aviões e navios militares.

No caso do contrato entre a Helibras e o Exército brasileiro, o helicóptero modernizado que acaba de iniciar os testes de voo é o primeiro de um total de 34 unidades que serão modernizadas. Eles receberão uma nova cablagem, novo capô do motor, tela VEMD integrada a um novo Glass Cockpit, novo piloto automático de quatro eixos, novo motor Arriel 2C2CG 40% mais potente, entrada de ar e radiador maiores e uma Caixa de Transmissão principal totalmente modernizada. Também contarão com novos radares meteorológicos e altímetros, modernos rádios de navegação e de comunicação, além de um novo rotor de cauda, aumentando significativamente a performance e a segurança.

“Depois de todas as outras fases que incluíram um aperfeiçoamento do design preliminar e detalhado da aeronave, executado pelo nosso Centro de Engenharia, e o envio de Engenheiros e Mecânicos para a Eurocopter, na França, para participarem de treinamento “On The Job”, também estamos finalizando os estudos para certificação e qualificação, além da formação de pilotos e instrutores”, explica Marco Wagner, gerente do Programa Pantera K2 da Helibras.

Este projeto está possibilitando à Helibras um importante salto tecnológico, o qual, juntamente com a fabricação do modelo EC725 e demais programas em andamento, levarão ao desenvolvimento e concepção do novo helicóptero brasileiro previsto para 2020. “A parceria entre a empresa e as Forças Armadas, construída a partir de uma visão de futuro, já está gerando benefícios para toda a sociedade, ampliando a malha industrial brasileira, além de ser um passo estratégico dentro do programa de expansão da Helibras, já que traz o domínio de importantes tecnologias, oferecidas em um modelo de grande performance, como o caso da família Dauphin, da qual deriva a versão militar Pantera, avalia Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.

A modernização dos Pantera K2 da Aviação do Exército – AvEx, adicionará mais de 275.000 horas de trabalho dentro da Helibras e está prevista para terminar em 2021, após a entrega do 34º helicóptero totalmente renovado. Esses helicópteros incorporarão o que há de mais avançado em equipamentos e ganharão uma vida útil para mais 25 anos de atividades.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica / FOTO EM VOO: Helibras – Renato Olivas

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Curitiba – Com o objetivo de cumprir a missão de aprofundar o combate, coordenar e aumentar o apoio de fogo da 5ª Divisão de Exército (5ª DE), proporcionado pelos Grupos de Artilharia orgânicos das Brigadas da Divisão em operações militares de Defesa Externa, a Artilharia Divisionária/5 (AD/5) realiza, no período de 14 a 19 de outubro, no Campo de Instrução Marechal Hermes (Três Barras/SC), o Exercício de Centro de Operações Táticas e a “Operação Tupi/2012”.

O Exercício de adestramento avançado conta com a participação da Bateria de Comando da AD/5, do 15º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (15ª GAC AP), do 5º GAC AP, do 26º Grupo de Artilharia de Campanha e do 28º GAC. Os exercícios estão inseridos na “Operação Marechal Hermes” – Exercício de Adestramento Avançado da 5ª DE.

FONTE/FOTO:
EB

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Incidente com tropas em Sulacap e Santa Cruz não teve feridos

 

Miguel Caballero

A três dias da eleição, tropas do Exército que estão no Rio desde segunda-feira para dar segurança ao processo eleitoral foram, pela primeira vez, alvo de violência, ontem, em duas favelas da cidade. Ao chegarem, por volta das 8h, à favela Minha Deusa, em Sulacap, e à de Antares, em Santa Cruz, ambas na Zona Oeste, os militares foram recebidos com tiros de fuzil e fogos de artifício. Segundo a 1ª Divisão do Exército, que coordena o trabalho das tropas, não foi possível identificar os autores dos disparos nem de onde eles saíram. Ninguém ficou ferido.

Os episódios nas regiões dominadas por traficantes foram considerados fatos isolados pelos militares e não houve reação. Também havia fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) nas ações.

Após a entrada do Exército na Favela de Antares, quatro homens (dois menores de idade) foram detidos por policiais militares que faziam patrulhamento nos arredores da comunidades. Com eles foram apreendidos maconha, cocaína, crack, além de uma pistola. Há suspeita de que o grupo tentava fugir após a chegada da tropa federal.

Já durante a incursão à Favela Minha Deusa, em Sulacap, foram encontradas seis munições de fuzil 5,56mm. Apenas ontem, os fiscais do TRE apreenderam cerca de uma tonelada de material utilizado para fazer propaganda irregular. Além de Sulacap e Santa Cruz, houve fiscalização, sem incidentes, nas comunidades Anil e Tirol, ambas em Jacarepaguá.

Desde o início da semana, 3.545 militares estão nas ruas do Rio, ocupando territórios controlados pelo tráfico ou por milícias, das 8h às 18h, para garantir as atividades de campanha de todos os candidatos. No domingo, dia da votação, o total chegará a cinco mil homens em vários pontos do Rio.

Presidente do TRE vai à favela

As operações conjuntas das Forças Armadas e do TRE prosseguem hoje. Uma tropa do 1º Batalhão de Infantaria Motorizado ocupará, pela manhã, a favela da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste, considerada atualmente uma das mais violentas do Rio. O presidente do TRE, desembargador Luiz Zveiter, anunciou que vai acompanhar pessoalmente a incursão.

A força-tarefa para garantir segurança no processo de votação contará com a ajuda também da Polícia Civil no domingo. Em reunião ontem com o presidente do TRE, a chefe da polícia, delegada Martha Rocha, determinou que serão deslocados 7.731 policiais para ficarem à disposição da Justiça Eleitoral no dia da eleição.

- Vamos tocar nossa rotina de domingo de maneira eficiente, com essa missão especial junto ao TRE-RJ – disse Martha Rocha.

Além da operação na Favela da Coreia, os militares ocuparão hoje outras três regiões da Zona Oeste sob comando de milícias ou do tráfico: Muzema, no Itanhangá; Jardim Maravilha, em Pedra de Guaratiba; e Carobinha, em Campo Grande.

As tropas federais atuarão também em sete cidades do interior do estado nas eleições. O Exército destacará 1.200 homens para reforçar a segurança em Campos, Macaé, Itaboraí, Rio das Ostras e Magé; já a Marinha controlará as cidades de Cabo Frio e São Gonçalo.

FONTE: O Globo, via Resenha do EB

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Exército simula combate gritando ruído de tiros

Com orçamento reduzido, numa pindaíba que é uma das maiores de sua história, o Exército brasileiro se vê agora na contingência anedótica de substituir as balas de festim por recursos onomatopeicos. A ordem é economizar, por esse motivo, agora, no treinamento de combate em algumas unidades militares, os tiros são simulados como em brincadeiras infantis, gritando o ruído das rajadas: “Ra-ta-po-po!”


Nem de festim

Oficiais generais temem que muitos dos integrantes do Exército concluam o período de treinamento sem disparar um único tiro.

Pindaíba

O general Augusto Heleno disse certa vez que no Exército falta verba até para gasolina, em eventual deslocamento de tropas à fronteira.

Melhor ser PM

As Forças Armadas têm os salários achatados. No DF, um PM iniciante ganha mais que um capitão do Exército com nove anos na caserna.

Bolso vazio

“Grevistas de sangue azul”, como Dilma chama fiscais da Receita e da Vigilância Sanitária, ganham 60% a mais que generais do Exército.

FONTE: Coluna do Cláudio Humberto

COLABOROU: Marcos

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