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Uma operação conjunta entre a Marinha, o Exército e a Força Aérea vai mobilizar, de 23 de maio a 03 de junho, aproximadamente 4,5 mil militares em um importante exercício de simulação de guerra na Amazônia.

Batizada de Operação Conjunta Amazônia 2011, a iniciativa visa a manter a capacidade operativa das tropas na região, além de prestar apoio às comunidades ribeirinhas, por meio de ações cívico-sociais.

Este é o nono exercício desse porte realizado na Região Amazônica desde 2002, com o objetivo de aprimorar o adestramento das três Forças para atuar, de forma coordenada e eficaz, em conflitos convencionais no ambiente de selva.

Segundo o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, General de Exército José Carlos De Nardi, manobras dessa natureza ajudam os militares a desenvolver novos métodos na área de logística e comunicações, bem como sedimentar doutrinas operacionais vitais para o emprego das Forças Armadas.

Este ano, a operação conjunta será desenvolvida em uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, abrangendo os municípios de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Japurá, Fonte Boa, Jutaí e Yauaretê.

Estima-se que pelo menos 2 mil pessoas serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região.

Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população de localidades isoladas como Fonte Boa, Japurá e Yauaretê. Serão empregados navios hospitais da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da FAB, que atuarão utilizando a estrutura de saúde dos municípios envolvidos.

De acordo com o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão encarregado de planejar o emprego conjunto das Forças, as atividades relacionadas à Operação Amazônia começaram oito meses antes do início do deslocamento das tropas. Esse planejamento envolve o desenho de cenários de guerra e conflitos na Região Amazônica, bem como o emprego eficaz das Forças em forma integrada com outros órgãos federais e estaduais que atuam na região.

Além da operação na Amazônia, o Estado-Maior Conjunto planeja exercícios em outras regiões do país. Estão programadas para acontecer, até dezembro de 2011, operações conjuntas de intensificação da área de fronteira nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste.

FONTE: MD

A Companhia de Precursores Pára-quedista (Cia Prec Pqdt) realizou, no período de 2 a 6 de maio de 2011, o apoio de Pedido de Cooperação e Instrução para os integrantes da 12ª Brigada de Infantaria Leve, Caçapava (SP).

Os especialistas da Cia Prec Pqdt tiveram a oportunidade de passar alguns conhecimentos importantes referentes aos assuntos de interesse como noções de Proteção ao Voo, Operação de Zonas de Pouso e Zonas de Pouso de Helicópteros, bem como peculiaridades do monitoramento de Regiões de Interesse Para Inteligência (RIPI).

FONTE e FOTO: EB

O 1º Batalhão de Ações de Comandos realizou adestramento em Operações Aquáticas na represa da Usina Hidrelétrica de Furnas, em Itumbiara (GO).

A atividade visa a preparar os Destacamentos de Ações de Comandos (DAC) para missões de natureza específica e que necessitem da utilização dos meios de infiltração aquática de superfície.

Dentre as atividades desenvolvidas, os DAC realizaram instruções de embarque e desembarque de embarcações em movimento, orientação e tiro embarcado, infiltração aquática de superfície, alagar e desalagar botes e técnicas de navegação.

FONTE e FOTOS: EB

Em abril de 2011, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (16ª Bda Inf Sl), Brigada das Missões, com o apoio de órgãos de segurança, como a Polícia Federal e o IBAMA, realiza a Operação Curare I – 2011, nas regiões de fronteira com a Colômbia e Peru, no estado do Amazonas.

Nessa Operação, o Exército Brasileiro cumpre seu dever legal previsto na Constituição Federal e nas Leis Complementares 97/1999, 117/2004 e 136/2010 (Lei Complementar da Nova Defesa).
Entenda o que é Curare

Normalmente, as operações militares recebem denominações com termos típicos da região, neste caso, o vocábulo “curare” faz referência a compostos químicos orgânicos conhecidos como venenos de flecha, extraídos da casca de certos cipós de plantas encontradas na América do Sul. Possuem intensa e letal ação paralisante, embora sejam utilizados medicinalmente como relaxante muscular ou anestésico.

Saiba mais sobre a Operação

A Operação Curare I – 2011 tem a finalidade de intensificar a presença das Forças Armadas junto à faixa de fronteira oeste, reprimindo os delitos transfronteiriços e ambientais, além de reforçar, junto à população regional, o sentimento de nacionalismo e de defesa da Pátria.

Durante a operação, será intensificada a vigilância na faixa de fronteira no estado do Amazonas, por meio de patrulhamentos aéreos e fluviais.

Também serão estabelecidos postos de bloqueio na calha dos rios para a realização de revistas em embarcações.

A área de atuação compreende a faixa de fronteira que se estende da Cachoeira do Machado, ao norte, à foz do rio Breu, ao sul, incluindo as águas interiores da área da 16ª Bda Inf Sl, área esta 4,4 vezes maior do que a Inglaterra.

Participam da operação cerca de 600 militares do Exército Brasileiro, que realizarão ações táticas como patrulhas a pé, aeromóveis e fluviais, operações especiais, assim como atividades logísticas e de comunicações.

O apoio prestados pelos órgãos de segurança, como a Polícia Federal e IBAMA, durante a operação, proporciona mais eficiência e rapidez nas ações de repressão, fiscalização e apoio à população.

Concomitante às ações de patrulhamento e fiscalização, a 16ª Bda Inf Sl, desenvolve ações de caráter Cívico-Social como atendimento médico e odontológico, apresentação de banda de música militar, entre outras.

Essas atividades tem o objetivo de proporcionar melhores condições de vida aos cidadãos residentes naquelas localidades.

FONTE: EB

No dia 26 de abril, em Brasília, teve início a programação da XXVII Conferência Bilateral de Estado-Maior Brasil – Estados Unidos da América (EUA), cuja finalidade é a troca de experiências profissionais entre o Exército Brasileiro e o Exército dos EUA.

A cerimônia de abertura ocorreu no Quartel-General do Exército e foi presidida pelo General-de-Divisão Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, acompanhado pelo Chefe da Delegação Brasileira, General-de-Divisão Gerson Menandro Garcia de Freitas, e pelo Chefe da Delegação Americana, General Simeon Trombitas.

Tradicionalmente, o primeiro dia do evento destina-se à realização de palestras sobre temas de interesse para ambas as delegações.

Coube à representação do Exército dos EUA apresentar “As lições aprendidas no combate urbano nos conflitos do Iraque e Afeganistão”, palestra ministrada pelo Coronel da Reserva Brice Johnson, analista sênior do Centro de Lições Aprendidas do Exército dos EUA, com sede no Forte Levenworth (Kansas).

A delegação brasileira apresentou o tema “O processo de transformação do Exército Brasileiro”, conduzido pelo Coronel Paulo César Leal, da 7ª Subchefia do Estado-Maior do Exército.

Dentre outras finalidades, a Conferência Bilateral estabelecerá os entendimentos para a realização de exercícios e visitas de instrução entre os dois Exércitos amigos.

FONTE: EB


Integrantes do Exército Brasileiro!

Na data de hoje, há 363 anos, travou-se em Pernambuco a Batalha de Guararapes. Naquele 19 de abril, em uma época em que o Brasil ainda não existia como nação independente, já existiam brasileiros. Homens e mulheres, brancos, negros e índios dispostos a arriscar suas próprias vidas contra o invasor estrangeiro, em defesa dos interesses da Pátria.

É muito apropriado, por esta razão, que o dia 19 de abril tenha sido escolhido como o Dia do Exército. O que aconteceu em Guararapes contribuiu para cimentar as bases da nossa nacionalidade.

A missão que teve início naquele dia de 1648 continuou a ser desenvolvida ao longo do tempo e se confunde, hoje, com a própria essência do Exército Brasileiro.

As tropas da Força Terrestre, em permanente prontidão, são a garantia indispensável da segurança do país. Um país de vocação pacífica e democrática, que valoriza o diálogo, a justiça, o respeito aos direitos humanos e que vem se consolidando como uma sociedade próspera e fraterna, que busca a igualdade de oportunidades para todos. Na verdade, uma das maiores democracias do mundo.

O Exército desempenha, nesse contexto, tarefas da maior importância. Os soldados brasileiros desenvolvem – em todo o território nacional e nas regiões mais remotas e isoladas do Brasil – ações de cunho social de valor inestimável: levando serviços de saúde a populações carentes, prestando socorro em situações de calamidade, apoiando os trabalhos da Justiça Eleitoral, participando de projetos de instalação de infraestrutura física ou, em caráter emergencial, garantindo a lei e a ordem.

Nosso Exército é respeitado dentro e fora do país. Reconhecido pelas conquistas de nossos pracinhas em solo europeu, durante a Segunda Guerra Mundial, e pela participação em missões de paz da Organização das Nações Unidas em todo o mundo.

No comando da Missão para a Estabilização do Haiti, por exemplo, o Exército Brasileiro vem dando mais um exemplo de responsabilidade, humanidade e honradez. Essa é uma extraordinária atividade de apoio e pacificação de uma nacionalidade que sofreu toda sorte de privações.

A sociedade brasileira tem plena confiança na eficiência dos integrantes da Força Terrestre. Os valores que lhes são inerentes – patriotismo, profissionalismo e dedicação – fazem dessa instituição uma fonte permanente de orgulho para o país.

Em nome de todos os brasileiros e brasileiras, a Presidenta da República tem a satisfação de prestar, na data de hoje, justa e sincera homenagem aos homens e mulheres que integram o Exército Brasileiro. Trabalhadores altivos e abnegados, nossos soldados cumprem a nobre missão de contribuir para o desenvolvimento do país e de zelar pela defesa da soberania nacional.

Parabéns, Exército Brasileiro!

Nota do Editor: Grifo nosso

Nota 2: Grande parte dos cidadãos brasileiros sabe da importância do Exército Brasileiro e das Forças Armadas para a defesa da Nação. Mas, para que os militares estejam capacitados a cumprir sua missão, são necessários investimentos que não podem mais ser protelados. Por isso, damos um voto de confiança ao discurso da Presidente Dilma e torcemos para que ela não se esqueça de nossos bravos homens, que lutam na paz para manter o Brasil soberano.

FOTO: Presidência da República / Roberto Stuckert Filho

A cada 19 de abril celebramos, com indisfarçável orgulho, o Dia do Exército. Quem se debruçar sobre a história do Brasil verá um povo cheio de esperança, desde o descobrimento, lutando para ser capaz de escolher seu próprio destino.

Verá, também, nas lutas contra o invasor, nos Montes Guararapes, em 1648, o surgimento do Exército Brasileiro, fundindo-se com o sopro inspirador do sentimento de pátria, que se eternizou nos nossos valores.

E verá, ainda, esse mesmo Exército, em permanente evolução, participando ativamente da formação da nacionalidade brasileira, ajudando a sociedade à qual pertence e com quem mantém pacto indissolúvel a conquistar seus sonhos; lutando com ela, sofrendo com ela, vencendo com ela.

Aí estão as lutas pela manutenção da unidade nacional, pelo estabelecimento de fronteiras definitivas, pela independência, pela República e pela preservação da integridade territorial e da paz com os vizinhos.

Hoje, vivemos um momento singular dessa nossa história.

É dada a esta geração a oportunidade, mais que isso: o dever de cruzar a ponte que nos separou do futuro, deixando para trás, de forma definitiva e irreversível, o sonho de ser potência emergente para alinhar-se entre os principais atores globais, credor de respeito internacional, possuidor de voz ativa em foros mundiais e detentor de responsabilidades que ultrapassam nossas fronteiras.

Isso impõe, entre tantas outras urgências, a necessidade de um escudo para o nosso desenvolvimento; um aparato de dissuasão e defesa que dê visível musculatura à estatura do Brasil.

Isso impõe, para a Força Terrestre, que se queimem etapas, para, de um salto ousado, se chegar à sua transformação, como já propõe a Estratégia Nacional de Defesa.

Nesse processo de transformação, que já vem ocorrendo, o Exército manterá a clareza de suas ações compartilhada com toda a sociedade para que haja engajamento, acompanhamento e comprometimento de todos.

Essa transformação estará dentro do contexto de mudanças por que passa o mundo inteiro.

Fatos recentes ocorridos “na aldeia global” apontam para a necessidade de um exército dissuasor, mas também com múltiplas capacidades para enfrentar ameaças assimétricas e atender demandas de outras naturezas como tragédias ambientais; ocupação de áreas dominadas pelo crime organizado; segurança de grandes eventos; manutenção da posse de riquezas naturais; vigilância efetiva das nossas fronteiras e apoio ao desenvolvimento nacional.

Nesse contexto, como ator principal, está o nosso soldado, vossos filhos e filhas, abnegado, disciplinado e crente nos valores e deveres que condicionam nossa vocação profissional; crente na missão que a nação nos confia; crente na submissão da própria vida à necessidade de defesa da pátria.

Povo Brasileiro, orgulhe-se de seu Exército genuinamente nacional, comprometido com os valores democráticos e em permanente estado de prontidão para defender nosso solo e nossa gente; ajudar na defesa civil; proteger nossas fronteiras; dissuadir intenções hostis, intimidações e ameaças; e respaldar decisões soberanas de um povo que, livremente, já escolheu seu destino!

Brasília, DF, 19 de abril de 2011

General-de-Exército ENZO MARTINS PERI
Comandante do Exército

Estudo aponta também queda no número de inscritos em algumas escolas militares

Um levantamento realizado pelo Exército a pedido do G1 aponta que 2010 foi o ano com maior número de pedidos de desligamento de oficiais e sargentos do Exército em dez anos. Foram 105 pedidos de demissão no ano passado, em 2009 foram 88. Para se ter uma ideia, em 2000, apenas 44 militares de carreira pediram para ir para a reserva.

Os dados apontam, ainda, queda no número de inscritos em algumas escolas militares desde 2000. A variação na relação candidato/vaga é mais visível na Escola de Sargento das Armas (EsSA), que em 2000 tinha 97.685 inscritos para 1.500 vagas (65 candidatos/vaga), e no ano passado apresentou 42.850 candidatos para o concurso de 1.178 vagas (média de 36 candidatos/vaga).

Em nota, o Centro Comunicação Social do Exército disse que “o número de inscritos para o exame de seleção da Escola de Sargentos das Armas (EsSA) vem se mantendo dentro de uma média de, aproximadamente, 40.000 candidatos/ano”, mas que “observa-se uma redução ao longo dos últimos anos” devido a três fatores: a exigência, a partir de 2006, de que os candidatos tenham ensino médio completo, “o considerável crescimento do número de vestibulares no país” e “o elevado número de concursos públicos realizados nos últimos anos no Brasil”.

Demais unidades de ensino especializadas, como o Instituto Militar de Engenharia (IME), a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), que prepara os futuros oficiais, e a Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx), que seleciona e prepara profissionais já com curso superior, também apresentaram variação na procura durante a década, mas o número de inscritos voltou a subir em 2010, segundo o Exército.

“Eu amava o Exército, gostava de ser militar, mas infelizmente a remuneração não compensa. Desde que dei baixa, fiz concurso público e agora sou técnico judiciário em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina”, disse ao G1 Heron Dias, de 32 anos. Ele era 2º sargento quando pediu desligamento em 2002. O salário dessa função atualmente é de R$ 2.748, segundo dados do Ministério da Defesa.

“Hoje, eu ganho o equivalente ao salário de um capitão”, afirmou Dias, cuja remuneração atual supera os R$ 5.340, que é o soldo de um capitão.

“Ser militar era um sonho de infância, e servi durante cinco anos no Rio de Janeiro, na Escola de Material Bélico e no Batalhão Logístico. Morava em frente ao Morro da Mangueira e vivenciava diariamente tiroteios. Vivia assustado, temendo, por ser militar, que me matassem quando fosse assaltado”, relembrou ele.

Já o sargento Glauber Rafael Vargas, de 29 anos, pediu demissão do Exército após nove anos de carreira, por outro motivo. Após atuar como militar no Rio de Janeiro, Amazonas e Acre, ele prestou concurso público e agora é agente da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso. “No meio militar, a hierarquia e a disciplina, muitas vezes, se confudem com falta de respeito. Me estressava um bocado, era humilhado, trabalhava sempre sobre pressão, correndo risco de punição. Agora, me considero profissionalmente realizado”, afirmou.

Para o tenente Luiz Eugênio Bezerra Mergulhão Filho, presidente da Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados das Forças Armadas, a remuneração é o principal fator que leva à debandada dos militares. “O mercado civil sempre pagou melhor que o militar. Ainda mais com os cortes no orçamento das Forças Armadas”, disse.

Segundo Mergulhão Filho, a decisão do desligamento “varia de pessoa para pessoa”. “A decisão entre quem sai e quem fica está no gostar do que faz. O militar que gosta nunca pensou em salário”, afirmou.

Já para o doutor em relações internacionais e especialista militar Gunther Rudzit, a economia é o principal fator para a mudança na procura da carreira militar. “Com o mercado aquecido, fica difícil reter nas Forças Armadas o profissional especializado. Acho que é só isso, não acredito que esteja havendo uma mudança na percepção da sociedade sobre as Forças Armadas”, afirmou.

Para o escritor Leonardo Trevisan, especialista na área, um dos fatores que provocam as demissões é que, “enquanto o oficial vislumbra uma carreira em que vai ganhar mais, o sargento não vê isso”. Ele afirmou que, pelas pesquisas de aptidão entre jovens, não percebe “alterações no apelo pela carreira militar”. “Ela é uma carreira que independe da economia, pois muitas vezes está ligada à vocação. Tanto que as Forças Armadas não precisam fazer anúncio na TV convocando os jovens para se alistar anualmente. A cada dois anos é suficiente”, disse.

Em nota, o Exército afirmou que o número de desligamentos da tropa no ano passado é “mínimo”, representando aproximadamente 0,42% do total de oficiais, hoje em 25 mil, segundo a corporação. “A Força entende que os números envolvidos na questão estão dentro dos padrões e coerentes com a série histórica no âmbito do Exército”, segundo o texto.

FONTE:
G1, via Notimp

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AMAN comemora seu Bicentenário

Resende (RJ) – No mês de abril, a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) completa 200 anos de criação. As comemorações do bicentenário estão ocorrendo ao longo do ano de 2011, em todo o Brasil, sob coordenação do Departamento de Educação e Cultura do Exército. Estão previstas diversas formaturas, elaboração de documentário, lançamento de livro comemorativo, expedição de selo, salão de artes, palestras, entre outras atividades que marcarão o evento. Segundo o Coronel R/1 Peres, assessor especial do Comando da Academia, durante a semana oficial do bicentenário será inaugurado o Memorial Marechal José Pessoa, um centro de visitantes criado em homenagem ao idealizador da AMAN.

A Academia Militar é o estabelecimento de Ensino Superior do Exército Brasileiro responsável pela formação dos oficiais combatentes. Ali são formados os oficiais das Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Comunicações, do Quadro de Material Bélico e do Serviço de Intendência.

A AMAN foi criada em abril de 1811, no Rio de Janeiro, como Academia Real Militar, no governo de Dom João VI. Ela foi transferida para a cidade de Resende, Estado do Rio, em 1944, acompanhando a necessidade de aperfeiçoar a formação do oficial de um exército que crescia e se operacionalizava.

Hoje, a Academia ocupa uma área total de 67 km2. Possui várias construções, das quais se destacam o Conjunto Principal, o Teatro Acadêmico, a Seção de Educação Física, a Seção de Equitação, o Polígono de Tiro e os Parques de Instrução. Toda a área onde foi instalada a AMAN ficou conhecida como cidade acadêmica, que abriga uma população aproximada de 12 mil habitantes e dispõe de um complexo arquitetônico e paisagístico dos mais bonitos.

Dos eventos já realizados em comemoração ao bicentenário da Academia Militar das Agulhas Negras, um se destaca em especial: a formatura com a presença de militares das turmas de 1945 e 1946, as primeiras a formarem os alunos da então Escola Militar de Resende, atual AMAN.

Em 2011, os cadetes formados na AMAN farão parte da turma denominada “Bicentenário da Academia Real Militar”. A data histórica já foi marcada durante este ano ao fazer parte da correspondência oficial do Exército. Diversas atividades ainda serão realizadas e irão permitir a divulgação da AMAN no Brasil e no exterior.

Saiba mais acessando o site do Bicentenário da AMAN.

No dia 16 de março, com a presença do Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, e diversas autoridades civis e militares, foi realizada, no Quartel-General do Ibirapuera, a solenidade de passagem do cargo de Comandante Militar do Sudeste, do General de Exército João Carlos Vilela Morgero ao General de Divisão Adhemar da Costa Machado Filho.

FONTE: EB

O 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC) pode atuar, no mais curto prazo, em qualquer parte do território nacional e em qualquer tipo de terreno, agindo sob condições adversas em terra, mar ou ar.

O 1º BAC é uma tropa devidamente adestrada e preparada para executar as “Ações de Comandos”, que são notadamente as missões de captura, resgate, eliminação, interdição ou ocupação de alvos compensadores do ponto de vista estratégico, operacional ou tático, situados em área hostil ou sob controle do inimigo, em tempo de paz, crise ou conflito armado, visando contribuir com a consecução de objetivos políticos, econômicos, psicossociais ou militares.

Dentro desse contexto, no dia 3 de março, o 1º BAC realizou adestramento dos militares da Unidade com um exercício iniciado com uma infiltração por meio de salto de paraquedas, com abertura semiautomática, em massa d’água.

Após o salto de infiltração, os Comandos realizaram um deslocamento aquático de aproximadamente 1.000 metros, até a ocupação de uma Área de Reunião Clandestina. Desse local, os integrantes do Batalhão partiram para o cumprimento das missões planejadas.

O adestramento foi realizado em represa, nas proximidades da cidade de Itumbiara – GO, e teve como objetivo principal preparar os integrantes do 1º BAC  para as missões que exigem a atuação em Zona de Lançamento de paraquedistas combinada com o ambiente aquático.

FONTE: EB

O 28° Batalhão de Infantaria Leve realizou, no período de 21 a 25 de fevereiro, por intermédio do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem, o Estágio de Preparação de Quadros para a Operação ARCANJO 2011.

O Estágio teve por finalidade preparar os oficiais e sargentos que integrarão a Força de Pacificação na cidade do Rio de Janeiro (RJ), capacitando-os ao emprego de Técnicas, Táticas e Procedimentos nas seguintes áreas:

Patrulhamento Ostensivo; Instrução Geral de Operação da Garantia da Lei e da Ordem; Armamento, Munição e Tiro, Técnicas Não-letais, Operação de Busca e Apreensão, Ponto Forte, Posto de Bloqueio e Controle de Estradas/Postos de Bloqueio e Controle de Vias Urbanas, Check Point e Defesa Pessoal Militar.

O evento contou com a participação de oficiais e sargentos da 11ª Brigada de Infantaria Leve.

FONTE: EB

A partir do início deste ano, acontece a incorporação dos indígenas da etnia YANOMAME no 4º Pelotão Especial de Fronteira (Surucucu) e no 5º Pelotão Especial de Fronteira (Auaris).

Estes novos soldados realizarão papel fundamental como elo entre o Exército e as comunidades indígenas, prestando trabalho especializado de tradução e servindo como guias em Reconhecimento de Fronteira.

FONTE: EB

No mês de fevereiro, o Comandante do Exército Brasileiro assinou a Portaria que estabelece a mudança de sede do Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) de Camboatá, no Rio de Janeiro, para o Forte Imbuhy, em Niterói.

A mudança atende aos anseios do Comitê Olímpico Internacional em utilizar a área de Camboatá para construir o novo autódromo da cidade do Rio de Janeiro e, também, do Comando do Exército em instalar o Centro em um local mais reservado à formação de novos militares de operações especiais.

A nova sede traz vantagens não apenas físicas, como também psicossociais aos militares que lá servem e participam dos cursos, tendo em vista estar em uma área mais segura e adequada às técnicas utilizadas nos diferentes cursos e estágios.

A origem das Forças Especiais no Brasil remonta à década de 50, quando se verificou a necessidade de treinar militares que já participavam de missões de busca e salvamento.

Atualmente, o Centro de Instrução de Operações Especiais é responsável pela condução dos cursos de Comandos, Forças Especiais, Operações Psicológicas, além dos Estágios de Mergulho Básico, de Combate, de Caçador e de Operações Aquáticas.

Suas principais missões são capacitar recursos humanos e realizar a pesquisa e experimentação de novas técnicas operacionais e de equipamentos peculiares às Operações Especiais.

O primeiro curso de Comandos na nova sede do Forte Imbuhy está previsto para começar no próximo mês de julho, em instalações provisórias.

A mudança será feita em duas fases, de modo a atender os militares do CIOpEsp e, também, o 21º Grupo de Artilharia de Campanha, Unidade que antes ocupava os Fortes Imbuhy e Rio Branco, e agora ficará concentrado no Forte Rio Branco.

Participar dos cursos de Comandos e Forças Especiais requer sacrifício, determinação e treinamento. Porém, a satisfação da conquista compensa todo o esforço dispendido.

Para divulgar os cursos e motivar a participação de mais militares, o CIOpEsp criou um plano de recrutamento, que já está em vigor em todo o Brasil.

Poderão se inscrever oficiais e praças de carreira do Exército.

FONTE: EB

Exército Notícias 58

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Na tarde de hoje, 15 Fev, os helicópteros do Exército Brasileiro que participam da missão humanitária na Colômbia, coordenada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, chegaram ao aeroporto da cidade de Cali (cerca de 300 Km a oeste da capital Bogotá), para dar sequência à operação de resgate de reféns libertados pelas FARC.

Para amanhã, 16 Fev, a previsão é de serem regatados o major de polícia Guillermo Sollórzono e o cabo do Exército Salin Sanmiguel.

FONTE: Exército Brasileiro

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Depois de 587 dias na selva como prisioneiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Marcos Baquero está livre desde a tarde de ontem. O vereador colombiano é o primeiro refém da guerrilha a ser libertado na operação humanitária que deve durar até domingo e resgatar mais quatro pessoas em poder da guerrilha. Pouco antes de subir no helicóptero do Exército Brasileiro — que dá apoio logístico à missão —, ele disse por telefone à emissora de rádio e TV Caracol: “Minhas primeiras palavras são para minha mulher e meus filhos: amo muito vocês. Graças a Deus, já estou em liberdade”.

A operação de resgate é comanda pela ex-senadora Piedad Córdoba e mediada pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha(CICV). O Brasil emprestou dois helicópteros do Comando Militar da Amazônia para transportar a missão humanitária. Seis militares brasileiros se uniram à senadora e a três acompanhantes que buscaram Baquero no meio da selva, no departamento (estado) de Guaviare. Foi a terceira vez que o Exército Brasileiro participa da entrega de reféns pelas Farc. O processo deve continuar na sexta-feira, porque a guerrilha pediu um dia de intervalo entre cada libertação.

A missão humanitária, composta por 22 pessoas, deve partir hoje para a cidade de Florencia, no sul, para recolher na selva o fuzileiro naval Henry López e o vereador Armando Acuña. No domingo, a operação se repete a partir de Ibagué para receber o major da polícia Guillermo Solórzano e o cabo do Exército Salín Sanmiguel. Piedad Córdoba, que foi afastada do Congresso no ano passado, acusada de manter ligações com as Farc, garante que todos os chamados “reféns políticos” em poder do grupo devem ser libertados até meados do ano.

Depois de ter ficado prisioneiro por 19 meses, Baquero afirmou que deve trabalhar por um acordo de paz a partir de agora. “Temos de seguir trabalhando duro pela liberação de outros sequestrados”, declarou em sua primeira entrevista. O vereador, eleito pelo Partido Verde, é conhecido por sua luta em busca do desenvolvimento sustentável na agricultura. Baquero foi vítima de uma emboscada guerrilheira em 28 de junho do ano passado. Ele estava à caminho da cidade de Carpa, onde trabalhava em um projeto com produtores de leite, quando a comitiva foi atacada por bombas caseiras.

A mulher do político, Olga Lucía, 31 anos, e os filhos Hanssen Samir, 10, e Emanuel, 2, aguardavam ansiosos pelo reencontro com Baquero no aeroporto de Villavicencio. O filho mais novo tinha apenas cinco meses quando o pai foi sequestrado. Os familiares vestiam camisetas estampadas com a palavra liberdade e a foto de Baquero. Uma caravana com cerca de 30 amigos e correligionários chegou cedo ao local carregada de apitos, cartazes e uma bandeira da Colômbia.

Fonte: Correio Braziliense / Tatiana Sabadini

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Exército lança ponte em Bom Jardim (RJ)

Brasília – O Exército Brasileiro continua no apoio aos desabrigados das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e participa, também, da fase de recuperação da mobilidade da população por meios dos trabalhos de lançamento de pontes. Assim, um Destacamento composto por militares do Batalhão Escola de Engenharia, sediado no Rio de Janeiro (RJ), e do 3º Batalhão de Engenharia de Combate, sediado em Cachoeira do Sul (RS), concluíu o lançamento da Ponte Tipo Compact 200 sobre o Rio Grande, na cidade de Bom Jardim.

Por meio dessa equipagem, montada para suportar até trinta toneladas de carga sobre o seu piso, foi reestabelecida a ligação do município com as demais localidades da região, além de permitir que linhas de ônibus municipais e intermunicipais circulem normalmente na área afetada pelas enchentes.

A equipagem permanecerá no local até que as obras de recuperação da ponte, destrída pela enchente, sejam concluídas.

FONTE: Exército Brasileiro

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