Exército dos EUA faz nova encomenda do sistema Carl-Gustaf da Saab

A Saab divulgou que recebeu contrato para o fornecimento, para o exército americano, do sistema portátil de armamentos Carl-Gustaf. Com ele, é a segunda vez que os Estados Unidos compram os canhões sem recuo de 84 mm para equipar suas forças. O valor da encomenda é de US$ 31 milhões.

Há muito o sistema Carl-Gustaf está em serviço junto às Forças de Operações Especiais dos EUA, mas só recentemente ele foi adotado pelo Exército dos EUA para armar também suas unidades comuns de infantaria.

“Este é um marco significativo na trajetória da Saab e do sistema Carl-Gustaf. Esta nova encomenda comprova que o cliente continua acreditando na capacidade e na versatilidade de nosso produto”, disse Tomas Samuelsson, vice-presidente sênior e responsável pela unidade de Dinâmica da Saab.

O sistema Carl-Gustaf tem um histórico de sucessos e vem sendo constantemente modernizado e adaptado às novas exigências dos campos de batalha. Verdadeira arma multiemprego, portátil, capaz de ser disparada do ombro de seu portador, o sistema já se encontra em uso em mais de 40 países.

Atualmente produzindo a versão Carl-Gustaf M3, a Saab continua seu desenvolvimento para apresentar um sistema confiável, mais leve e avançado no futuro.

DIVULGAÇÃO: G&A Comunicação

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Com a ajuda do “Tio Sam”

Exército dos EUA ajudará Brasil na construção de vias fluviais

 

A hidrovia do São Francisco – futura via de escoamento da produção dos agricultores situados nos vales do São Francisco e do Parnaíba, que deverá mudar a feição da economia da região – está recebendo investimentos de R$ 73 milhões até o final deste ano para cumprir a meta de, numa primeira etapa, tornar 657 quilômetros do Velho Chico navegáveis. Esta e outras informações foram repassadas pelo presidente da Codevasf, Elmo Vaz, à comitiva do Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos (Commander of US Southern Command), liderada pelo comandante Douglas Fraser, tenente-brigadeiro da Força Aérea daquele país, na manhã desta terça (10) em Brasilia.

O objetivo do encontro foi discutir o contrato de cooperação técnica assinado entre a Codevasf e o Corpo de Engenheiros do Exército Americano (USACE) para consultoria, visando ao desenvolvimento da hidrovia do São Francisco mediante o controle de processos erosivos, melhoria de navegabilidade e contenção de margens. A comitiva do tenente-brigadeiro Fraser era formada também por líderes da Comunidade Americana. O secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária do Estado da Bahia, Carlos Costa, também participou, além de diretores e técnicos da Codevasf.

Na abertura do evento, Elmo Vaz fez uma breve apresentação institucional da Codevasf, ressaltando, dentre outros aspectos, a área de abrangência da empresa e as principais ações em andamento, com destaque para os projetos de irrigação implantados ao longo do vale do São Francisco.

“Sobre a hidrovia, queremos ressaltar que a Codevasf contribui, como empresa de desenvolvimento regional, para a revitalização e a melhoria da navegação do rio. Temos um potencial de navegabilidade de 1.371 km entre Pirapora, em Minas Gerais, até Juazeiro/Petrolina, na Bahia e Pernambuco, respectivamente. Acredito que a hidrovia do São Francisco é a melhor opção para o escoamento da produção agrícola da região. Tendo em vista a vasta experiência do USACE na área, acreditamos no sucesso dessa iniciativa”, afirmou Vaz, acrescentando que a Codevasf – uma empresa pública vinculada ao Ministério da Integração Nacional -, atua em 13% do território nacional, perfazendo mais de 1,1 milhão de quilômetros quadrados abrangendo 894 municípios e uma população de 23,3 milhões de pessoas.

Em seu pronunciamento, o tenente-brigadeiro Fraser falou da importância do trabalho conjunto com a Codevasf. “É um privilégio vir ao Brasil para conhecer melhor esse projeto. Esperamos que haja um fortalecimento dessa parceria com novas ações a partir dessa cooperação com a Codevasf”, afirmou.

Na sequência, o engenheiro hidráulico do USACE, Calvin Creech, e o gerente de Concessões e Projetos Especiais da Codevasf, Roberto Strazer, fizeram uma explanação técnica sobre o trabalho que está sendo desenvolvido por meio do contrato, assinado em dezembro de 2011, com vigência de três anos, envolvendo investimento de US$ 3,84 milhões. De acordo com o contrato, o USACE irá providenciar assistência técnica ao longo do São Francisco, em tempo integral, com especialistas em áreas de hidráulica, geotécnica, dragagem e engenharia de construção (incluindo outras especialidades a serem requeridas pela Codevasf), com experiência em estabilização de margens de rio, controle de erosão, dragagem, escavação em rocha e navegação.

A consulta técnica de seleção de projetos, concepção, construção, dragagem e escavação de rocha está prevista para ser realizada ao longo dos três anos do acordo. Foi identificado um total de 12 projetos de navegação aquaviária, que serão avaliados nos primeiros doze meses. No primeiro ano, está sendo avaliada a programação dos três anos do contrato. Para o primeiro ano, até agora foram identificados os projetos de avaliação do campo de provas, em Barra (BA), e a aplicação dos tubos de geotêxtil, na Ilha Sambaíba, e Curralinho.

As ações foram iniciadas em março deste ano com a coleta de dados e visita ao campo de provas. O monitoramento do projeto pelo USACE envolve também investigação geológica, avaliação geotécnica, análise da qualidade da construção, análise hidrológica e outros estudos. O campo de provas é uma experiência piloto da Codevasf para contenção de margens e melhoria da navegabilidade do São Francisco. No local estão sendo aplicados métodos de bioengenharia, com aproveitamento de vegetação nativa da região, para fixação da mata ciliar. As intervenções envolveram diversas etapas desde a análise do solo, levantamento topográfico até o trabalho de conformação de margens, com a confecção de trincheiras e defletores.

Sobre o projeto, o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária do Estado da Bahia, Carlos Costa, disse estar entusiasmado. “Vimos a grandiosidade dessa ação e a importância dessa parceria entre a Codevasf e o USACE. Nesta oportunidade, aproveito para solicitar que seja pensada uma ampliação do foco do projeto, contemplando outras regiões com grande potencial agrícola e de produção de minérios na Bahia, que necessitam deste tipo de apoio na área do transporte”, enfatizou Costa.

FONTE: CODEVASF

COLABOROU: ‘wallace’

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Washington, 26 abr (Prensa Latina) – O Exército dos Estados Unidos planeja despedir cerca de 29 mil soldados e oficiais por conta dos cortes de orçamentos propostos pelo Senado e ratificados pelo presidente Barack Obama.

Ainda não quero arriscar números exatos mas a previsão de cortes forma uma lista que inclui 24 mil soldados e entre quatro mil e cinco mil oficiais, indicou Thomas R. Lamont, chefe de pessoal do exército, a uma delegação do subcomitê de Serviços Armados do Senado.

A administração democrata aprovou há dois meses um plano de cortes de despesas no valor de 100 bilhões de dólares anuais, caso a Câmara de Representantes -dominada por republicanos- não encontre paliativos para um déficit federal que supera 1,2 bilhões de dólares.

As reduções planificadas se dividirão eventualmente entre os programas sociais e operações militares ou de defesa, que afetariam o Pentágono na ordem de 54 bilhões de dólares a menos em 2013.

O secretário de Defesa, Leon Panetta, afirmou no último dia 26 de janeiro que sob a nova estruturação de seu departamento o Exército norte-americano poderia diminuir sua folha de pagamentos de 570 mil para até 490 mil empregados em três anos.

Panetta precisou que o número de marines aposentados seria de 20 mil do atual contingente de 182 mil, a Marinha desativará sete cruzadores e a Força Aérea tirará de circulação 92 aviões de transporte.

FONTE: Prensa Latina

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Entre 1977 e 2003, o número de suicídios no exército tendia sutilmente para o declínio e era bem inferior às taxas civis

 

O número de suicídios no Exército americano saltou 80% desde que os Estados Unidos iniciaram a guerra no Iraque, informaram médicos militares dos Estados Unidos em artigo publicado na imprensa especializada.

Mas, segundo análise dos especialistas, divulgada na edição desta quinta-feira do periódico britânico Injury Prevention, a curva começou a subir em 2004, um ano após a invasão do Iraque, comandada pelos Estados Unidos.

Em 2008, 140 militares do exército cometeram suicídio, um número 80% superior ao de 2004 segundo a proporção “pessoas-anos”, referência utilizada por especialistas em saúde, e muito mais alto do que na sociedade civil, acrescentaram.

“Este aumento, sem precedentes em mais de 30 anos de registros do Exército americano, sugere que 30% dos suicídios que ocorreram em 2008 podem estar associados a eventos pós-2003, que se seguiram ao engajamento maior de tropas do Iraque, somado às operações realizadas no Afeganistão”, destacou o artigo.

Os mortos eram, esmagadoramente, homens, jovens, brancos, pertencentes aos escalões mais baixos do exército e mais propensos a históricos de depressão e outros distúrbios mentais.

Estes dados refletiram ainda um aumento nas consultas e hospitalizações devido a problemas de saúde mental. A partir de 2003, estes índices quase que dobraram.

“A taxa de 2008 indica que mais de um quinto de todos os soldados na ativa fizeram uma visita ambulatorial por distúrbio de saúde mental, sugerindo um problema de saúde pública”, destacou o estudo.

Ainda em 2008, quase um terço dos suicídios ocorreu entre soldados que nunca tinham sido enviados em missões de combate, o que destaca a necessidade de se disponibilizar aconselhamento para jovens militares sofrendo os efeitos do estresse anterior a um combate, acrescentou.

A pesquisa foi liderada por Michelle Canham-Chervak, do Comando de Saúde Pública do Exército Americano, com base em informações do Ambiente de Dados Integrados Comportamentais do Exército.

Trata-se de um banco de dados que combina várias fontes militares americanas, e inclui detalhes sobre consultas médicas, diagnósticos e tratamentos.

O estudo analisou os números de 2007 e 2008 e os comparou com os de anos anteriores. Mas não incluiu outros ramos das Forças Armadas ou examinou as tendências após a decisão do presidente Barack Obama de retirar as tropas do Iraque, operação concluída em dezembro do ano passado.

FONTE: Estado de Minas

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Por Hamid Shalizi

CABUL (Reuters) – Um atentado suicida realizado neste sábado com um carro-bomba na capital afegã, Cabul, matou 13 membros de tropas americanas, no pior ataque individual terrestre contra a força liderada pela Otan em 10 anos de guerra no Afeganistão.

“Podemos confirmar que 13 membros da Força Internacional de Segurança (Isaf, na sigla em inglês) foram mortos”, disse um porta-voz da entidade em Cabul, sem dar mais detalhes.
Mais tarde, um porta-voz do Pentágono confirmou que todos os 13 soldados mortos eram norte-americanos.

Três civis e um policial também morreram no ataque contra um comboio de veículos militares, disse um porta-voz do ministro do Interior afegão.

Excluindo desastres aéreos, esse foi o incidente individual mais mortal contra tropas estrangeiras desde o início da guerra em 2001.

Ataques letais são relativamente raros em Cabul, região fortemente vigiada, comparados ao sul e ao leste do Afeganistão. Porém, as mortes deste sábado ocorrem menos de dois meses após insurgentes organizarem um ataque com duração de 20 horas contra a embaixada dos Estados Unidos na capital.
O ataque ao comboio da Isaf ocorreu no fim da manhã na área oeste da cidade, próximo a um museu.
O antigo palácio real, agora em ruínas, também fica próximo do local, assim como vários departamentos do governo e bases militares afegãs e estrangeiras.

O Talibã assumiu a autoria do ataque, afirmando que havia carregado um veículo com 700 quilos de explosivos.
O governo afegão e apoiadores internacionais estão se preparando para 2014, data máxima para que as tropas de combate estrangeiras deixem o país.

Alguns afegãos temem que suas próprias forças de segurança não sejam capazes de lidar com a insurgência local e que o país possa passar por uma guerra civil. Forças de coalizão já começaram a entregar a responsabilidade da segurança para forças afegãs em algumas partes do país.
Também no sábado, três australianos e um linguista afegão foram mortos na província de Uruzgan, no sul do Afeganistão, onde uma pessoa usando um uniforme do Exército Nacional do Afeganistão abriu fogo contra eles, afirmaram autoridades da província vizinha de Kandahar.

FONTE: O Globo