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	<title>Forças Terrestres - ForTe - Estratégia, Tecnologia Militar e Segurança &#187; Forças Armadas</title>
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	<description>Informação e Discussão sobre as Forças Terrestres</description>
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		<title>Sem Nelson Jobim, Forças Armadas não querem problemas com Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Não me fale em Comissão da Verdade &#160; Os três comandantes das Forças Armadas não estão dispostos a se encalacrarem com a presidente Dilma Rousseff para levar demandas dos militares da reserva contra a Comissão da Verdade. Sem o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim para brigar por eles, os três só pensam em agradar Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Não me fale em Comissão da Verdade</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="size-full wp-image-15742 alignleft" title="vinheta-clipping-forte1" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/05/vinheta-clipping-forte12.jpg" alt="" width="103" height="28" />Os três comandantes das Forças Armadas não estão dispostos a se encalacrarem com a presidente Dilma Rousseff para levar demandas dos militares da reserva contra a Comissão da Verdade.<br />
Sem o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim para brigar por eles, os três só pensam em agradar Dilma para ficar no cargo. O atual, Celso Amorim, segue a mesma toada.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Jornal do Brasil</p>
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		<title>Governo cria grupo para planejar reforma nas Forças Armadas até 2031</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2011/12/20/governo-cria-grupo-para-planejar-reforma-nas-forcas-armadas-ate-2031/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[PAED]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano deve ser entregue ao ministro da Defesa até 31 de maio de 2012. Programa abordará recuperação de equipamentos e novas aquisições &#160; O Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas brasileiras considerando os próximos 20 anos &#8211; até 2031. A instituição do grupo foi oficializada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Plano deve ser entregue ao ministro da Defesa até 31 de maio de 2012. Programa abordará recuperação de equipamentos e novas aquisições</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="size-full wp-image-15742 alignleft" title="vinheta-clipping-forte1" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/05/vinheta-clipping-forte12.jpg" alt="" width="103" height="28" />O Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas brasileiras considerando os próximos 20 anos &#8211; até 2031. A instituição do grupo foi oficializada por meio de portaria publicada nesta terça-feira (20) no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;.</p>
<p>A portaria visa a elaboração do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), que deverá analisar pesquisa, desenvolvimento, manutenção operativa, recuperação da capacidade operacional, harmonização de projetos, preferência de aquisição de produtos de defesa no Brasil e transferência de tecnologia, quando a aquisição ocorrer no exterior.</p>
<p>Conforme o texto, o PAED deverá observar uma projeção de curto prazo, até 2015, de médio prazo, de 2016 a 2023, e de longo prazo, de 2024 a 2031.</p>
<p>O grupo que será criado terá 60 dias para apresentar a metodologia do PAED. Devem participar o chefe de Logística das Forças Armadas, a Secretaria de Produtos de Defesa, além de representantes de outras pastas, conforme a portaria.<br />
O texto estipula ainda que o plano seja apresentado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, até 31 de maio de 2012.</p>
<h2>Presidente Dilma</h2>
<p>Na segunda-feira (19), durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff defendeu o aparelhamento das Forças Armadas.</p>
<p>&#8220;Prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis. (&#8230;) O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forcas Armadas equipadas e qualificadas para cumprimento de suas funções&#8221;, afirmou a presidente em discurso para um público formado por militares e seus familiares.</p>
<p>Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada na semana passada mostrou que 50% dos entrevistados acreditam &#8220;totalmente&#8221; ou &#8220;muito&#8221; que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: G1</p>
<p><strong>VEJA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.forte.jor.br/2010/07/11/estrategia-do-exercito-brasileiro-ate-2030/">A Estratégia do Exército Brasileiro até 2030</a></li>
</ul>
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		<title>Confiança em poderes armados cresce mais</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 20:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibope Inteligência]]></category>

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		<description><![CDATA[Bombeiros, Forças Armadas e polícia são as três únicas instituições que cresceram na confiança dos brasileiros nos últimos 12 meses. É o que mostra a pesquisa do Ibope Inteligência, cujo levantamento anual aponta as oscilações na relação de confiança da população com as instituições. Entre os grupos sociais, a família, como em todos os outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-15742 alignleft" title="vinheta-clipping-forte1" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/05/vinheta-clipping-forte12.jpg" alt="" width="103" height="28" /><strong>Bombeiros, Forças Armadas e polícia são as três únicas instituições que cresceram na confiança dos brasileiros nos últimos 12 meses</strong>. É o que mostra a pesquisa do Ibope Inteligência, cujo levantamento anual aponta as oscilações na relação de confiança da população com as instituições. Entre os grupos sociais, a família, como em todos os outros anos, liderou como mais confiável.</p>
<p>Os brasileiros estão menos confiantes na Presidência da República e em governos federais e municipais do que estavam no ano passado.</p>
<p>Considerados os três últimos anos, a pesquisa mostra que a instituição presidente da República teve uma queda de nove pontos em comparação a 2010. Em 2009, o índice registrado foi de 66 pontos. Subiu para 69 em 2010 e em 2011 recuou para 60 pontos. Para Malu Giani, gerente de planejamento do Ibope Inteligência, a queda se explica pela troca de presidente, uma vez que Luiz Inácio Lula da Silva gozava de grande empatia com a população.</p>
<p>O governo federal, que havia melhorado seis pontos de 2009 para 2010 &#8211; de 53 pontos para 59 -, perdeu agora sete pontos na confiança da população e foi a 52 pontos. Já os governos municipais mantiveram a tendência de queda que vem desde 2009, quando obtiveram 53 pontos. Em 2010, registrou-se diminuição de três pontos (50) e este ano mais três (47 pontos).</p>
<p>O Congresso Nacional e os partidos políticos, que já tinham os menores índices de confiança junto aos entrevistados desde que a pesquisa começou a ser feita no Brasil, em 2009, caíram ainda mais, para 35 e 28 pontos, respectivamente. O Judiciário perdeu quatro pontos percentuais.</p>
<p>A instituição sistema público de saúde foi a que apresentou maior queda. Tinha 49 pontos em 2009, passou para 47 em 2010 e desabou para 41 pontos em 2011. Foi seguida por escolas públicas, que perderam sete pontos de popularidade de 2009 para cá, e meios de comunicação, que perderam seis pontos.</p>
<p>A pesquisa do Ibope Inteligência foi realizada também em Porto Rico, Argentina e Chile, este último pela primeira vez. No Brasil, foram realizadas 2.002 entrevistas. A composição do índice é feita utilizando-se uma escala de quatro pontos, em que é possível medir muita confiança, alguma, quase nenhuma ou nenhuma confiança.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Valor Econômico</p>
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		<title>Missão cumprida!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 20:43:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sérgio Paulo Muniz Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[* Sérgio Paulo Muniz Costa A demissão do Ministro da Defesa não está esclarecida. Mas enquanto a oposição sofregamente tece loas ao ex-ministro, percebe-se, pelos resultados, a sofisticação da manobra que dará ainda mais poder ao governo. Nelson Jobim e Celso Amorim são homens de Lula, sincrônicos no momento do segundo mandato do ex-presidente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* <em>Sérgio Paulo Muniz Costa</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-10442 alignleft" title="vinheta-opiniao-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/08/vinheta-opiniao-forte.jpg" alt="" width="101" height="26" />A demissão do Ministro da Defesa não está esclarecida. Mas enquanto a oposição sofregamente tece loas ao ex-ministro, percebe-se, pelos resultados, a sofisticação da manobra que dará ainda mais poder ao governo. Nelson Jobim e Celso Amorim são homens de Lula, sincrônicos no momento do segundo mandato do ex-presidente e diacrônicos no prosseguimento do projeto de poder a que servem. Sucedem-se, aparentemente díspares, para fazer mais do mesmo – controlar as instituições militares segundo a vontade do Planalto – o que requer uma sincronização política no estado da arte.</p>
<p>Como há quatro anos, na confrontação abrupta com o Exército durante o lançamento de um livro da Secretaria de Direitos Humanos, Jobim protagonizou por meio de declarações noticiadas pela imprensa um papel cuidadosamente elaborado e desempenhado, fechando o ciclo de sua gestão na Defesa. Durante o período, mesclando o político ao simbólico, sobrepôs-se aos comandantes das forças armadas, interpôs-se na cadeia de comando militar e pôs-se como comandante das forças armadas, como lhe foi reconhecido no noticiário da noite de sua demissão. Hoje, o cargo está pronto para outro operador de outra etapa.</p>
<p><strong>O confronto político com as forças armadas, em particular o Exército, foi uma meta do governo desde o primeiro mandato de Lula, perseguida de diversas maneiras, desde picuinhas sobre cerimonial até inexplicáveis notas à imprensa que oportunizaram constrangimentos e, por que não falar, humilhações a oficiais-generais</strong>. Enfraquecido pela crise política que se abateu sobre o país em meados de 2005, o processo foi retomado em plena força com Jobim a partir de julho de 2007, depois de superada a interinidade de José Alencar e a gestão de Waldir Pires abreviada pelo caos aéreo. Acuadas politicamente, as forças armadas foram então envolvidas no projeto dito modernizante de outro operador do momento, que à frente dos assuntos estratégicos se uniu ao novo ministro para conceber uma estratégia de defesa à revelia da política de defesa.  O resultado que na prática alterou a missão constitucional das forças armadas está aí, sacramentado pela classe política, festejado pela imprensa e cobiçado pelos empresários.</p>
<p>As armas são componentes do poder político e os conflitos de governantes com os militares acontecem tanto em sistemas democráticos, quanto nos autoritários ou totalitários. Porém, a democracia tem na institucionalização dos poderes dos governantes sobre as armas uma de suas características mais preciosas, assegurando que elas não falem por si, nem o poder por elas. Até onde o confronto entre políticos e militares embute uma extrapolação de poder, é uma questão empírica julgada pela História.</p>
<p>Menos unanimidade em tema tão sensível faria bem ao País.</p>
<p><strong>*</strong><em>Historiador, membro do CPE da UFJF e pesquisador de Segurança e Defesa do CEBRI. Foi Delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA para assuntos de segurança hemisférica.</em></p>
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		<title>Metade dos armamentos do país está indisponível</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 22:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Baschera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo do Ministério da Defesa revela fragilidade das Forças Armadas. Blindados, navios e caças sem condições de combate e concentração de tropas no Sudeste expõem deficiência. Fernando Rodrigues Igor Gielow Um levantamento reservado com uma detalhada radiografia das Forças Armadas brasileiras mostra o sucateamento do equipamento militar do país. Explicita também as conhecidas distorções na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Estudo do Ministério da Defesa revela fragilidade das Forças Armadas. Blindados, navios e caças sem condições de combate e concentração de tropas no Sudeste expõem deficiência.</h2>
<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8567" title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg" alt="" width="580" height="5" /></a></p>
<p><em>Fernando Rodrigues<br />
Igor Gielow<br />
</em><br />
<img class="alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/01/vinheta-clipping-forte1.jpg" alt="" width="103" height="28" />Um levantamento reservado com uma detalhada radiografia das <strong>Forças Armadas </strong>brasileiras mostra o sucateamento do equipamento militar do país. Explicita também as conhecidas distorções na distribuição de tropas no território nacional, confrontando o discurso oficial de que a Amazônia é uma prioridade. O estudo ao qual a <em>Folha </em>teve acesso é produzido pelo Ministério da Defesa e atualizado todo mês. Ele mostra que metade dos principais armamentos do país, como blindados, aviões e navios, está indisponível para uso.</p>
<p>O levantamento é usado provisoriamente pelo governo, enquanto não é elaborado o chamado &#8220;Livro Branco&#8221;, que trará, segundo decreto assinado neste ano, todo esse diagnóstico. O livreto obtido pela <em>Folha </em>tem 76 páginas e traz dados orçamentários, operacionais e de pessoal que são difíceis de encontrar com esse grau de detalhe.</p>
<p>Quando alguém precisa elaborar comparações com outros países, como fez a <em>Folha </em>em sua edição de 20 de fevereiro, a praxe é buscar fontes externas -confiáveis, mas não tão detalhadas. O documento usado nesta reportagem traz um inventário dos chamados meios de cada Força, ou seja, os principais equipamentos para uso em guerra.</p>
<p>O resultado dá argumentos aos defensores do reequipamento militar, um processo caro, demorado e que costuma esbarrar em obstáculos como pressões políticas.</p>
<p>O caso da<strong> Marinha</strong> é paradoxal. Especialistas consideram a Força a mais bem aparelhada, mas 132 dos seus 318 principais equipamentos estão parados. Metade dos 98 navios está no estaleiro. <strong>A aviação naval é figurativa: apenas 2 de seus 23 caças voam, e só para treino.</strong> Isso no fim de 2010 -hoje, só um funciona. O porta-aviões São Paulo ficou anos parado e agora está em testes.</p>
<p><strong>DEFICIÊNCIA CRÔNICA</strong></p>
<p><strong></strong>O <strong>Exército</strong> contribui para que o resultado geral de disponibilidade de meios atinja ilusórios 68% -isso porque a Defesa coloca na conta as &#8220;viaturas sobre rodas&#8221;, que basicamente são quaisquer veículos. Dessas, 5.318 das 6.982 estão funcionando. <strong>Dos 1.953 blindados do Exército, só metade está à disposição</strong>. <strong>Metade dos helicópteros está no chão</strong>, isso sem contar a deficiência crônica de defesa Aérea, maior fragilidade militar do país.</p>
<p>Por fim, a <strong>Força Aérea</strong> tem indisponíveis 357 dos seus 789 meios, que incluem 48 lançadores portáteis de mísseis, todos funcionando. O governo avalia ter <strong>85 dos seus 208 caças disponíveis</strong>, o que parece algo otimista. Seja como for, a renovação da frota de combate, unificada em um modelo, está postergada novamente por causa de cortes orçamentários.</p>
<p>Fica também explícito um problema que a Estratégia Nacional de Defesa editada em 2008 promete combater. Na Estratégia, a Amazônia aparece como prioridade do Exército. Só que a disposição das tropas ainda reflete a ideia de que o país um dia poderia entrar em guerra com sua antiga rival, a Argentina, hoje longe de representar uma ameaça militar. A região Sul concentra 25% das Forças terrestres do Brasil, enquanto a área amazônica só tem 13% do efetivo. Outros 23% estão estacionados na área do Comando Militar do Leste, no Rio.</p>
<p>A concentração no Rio também é perceptível no poderio aéreo. Nada menos que um terço do efetivo da FAB está por lá, enquanto a enorme região Norte não soma 15% com dois comandos aéreos separados.</p>
<p>A Marinha também está baseada no Rio, de forma avassaladora: 71% do efetivo está lá. Há planos para criação de uma segunda esquadra no Nordeste e no Norte.</p>
<p>Essa concentração no Rio é uma herança dos tempos em que a cidade centralizava o poder no país.</p>
<p><strong>ASSIMETRIA<br />
</strong><br />
A Estratégia critica essa assimetria na disposição geográfica das tropas, mas a mudança depende de vontade política e de recursos cuja justificativa sempre é difícil num país de tradição pacífica e cheio de problemas sociais.</p>
<p>Por fim, o mapa lembra também detalhes do comprometimento financeiro. Em outubro de 2010, o governo gastou quase igualmente com pessoal ativo, aposentados e pensionistas, somando uma folha salarial de R$ 2,9 bilhões naquele mês. No Orçamento de 2011, antes do corte anunciado recentemente pelo governo, a despesa com pessoal representava 72% do gasto total.</p>
<p>Ainda sobre pessoal, destaca-se a <strong>alta proporção de oficiais-generais</strong>. Há um deles para cada 971 homens. No mais poderoso exército do mundo, o americano, esse número salta para um para cada 1.400 soldados.</p>
<h2>ANÁLISE DEFESA: Despreparo militar marca história do país</h2>
<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg"><img title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg" alt="" width="580" height="5" /></a></p>
<p><strong>Num mundo de comunicação rápida, onde conflitos surgem a toda hora, falta de prontidão é receita de fracasso</strong></p>
<p><em>Ricardo Bonalume Neto</em></p>
<p>Despreparo crônico em tempo de paz e, portanto, no começo de conflitos, é uma constante na história militar luso-brasileira. Por que seria diferente em pleno século 21? No passado, houve tempo para as Forças Armadas &#8220;pegarem no tranco&#8221; e terminarem bem-sucedidas em combate. Mas em um mundo de comunicações rápidas, de mísseis balísticos, de guerra eletrônica, essa tradicional demora na prontidão é uma receita perfeita para o fracasso.</p>
<p>Uma rara exceção no despreparo das Forças são as chamadas tropas de &#8220;pronto emprego&#8221; ou &#8220;ação rápida&#8221;. São núcleos de excelência que podem agir em emergências pontuais, como a aviação do Exército, os paraquedistas, os fuzileiros navais, os batalhões de selva. Um bom exemplo foi a rápida e eficiente reação em 1991, após guerrilheiros colombianos atacarem um posto de fronteira no rio Traíra e matarem três militares.</p>
<p>Em 1711, o francês René Duguay-Trouin tomou o Rio de Janeiro em ousado golpe. A cidade estava despreparada. Reforços vieram do interior -rapidamente, para os padrões da época-, mas já era tarde demais.  Em 1808, os franceses tomam Portugal e a família real foge para o Brasil -mas o comboio precisou de escolta da Marinha britânica. Na guerra com a Argentina pela província Cisplatina (Uruguai), de 1825 a 1828, o Brasil começou colhendo fracassos, até se afirmar -principalmente no mar- e terminar o conflito em &#8220;empate&#8221;.</p>
<p>O exército paraguaio estava mais preparado que o brasileiro e até invadiu território do país na Guerra da Tríplice Aliança (1865-1870). A falta de preparo inicial levou a cinco anos de guerra. Em 1897 em Canudos, Bahia, o Exército também sofreu derrotas para os &#8220;jagunços&#8221; do líder religioso Antonio Conselheiro e mostrou sérias falhas de logística. Não havia tropas bem treinadas e equipadas para participar da Primeira Guerra Mundial (1914-1918); a Revolução Constitucionalista de 1932 foi uma série de improvisos do início ao fim pelos dois lados.</p>
<p>O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) em agosto de 1942, mas só em julho de 1944 a Força Expedicionária Brasileira desembarcou na Itália -e, mesmo assim, era apenas uma das três divisões de infantaria inicialmente planejadas, e seu armamento era todo de origem americana.</p>
<p>As Forças Armadas do país têm operado bem em missões de paz ou na recente ajuda à polícia do Rio. Mas, como demonstrou o terremoto no Haiti, foi a rápida intervenção dos EUA que evitou uma tragédia ainda maior.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Folha de São Paulo.</p>
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		<title>O descaso pelas Forças Armadas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 20:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Eduardo Rocha Paiva A onda dos movimentos por liberdade nos países do Norte da África e do Oriente Médio deve ser analisada em seus reflexos na disputa entre as potências por espaços e poder, cenário permanente nas relações internacionais, que também abrange outras importantes questões conflituosas. Os estudos de temas dessa natureza realizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <em>Luiz Eduardo Rocha Paiva</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-10442 alignleft" title="vinheta-opiniao-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/08/vinheta-opiniao-forte.jpg" alt="" width="101" height="26" />A onda dos movimentos por liberdade nos países do Norte da África e do Oriente Médio deve ser analisada em seus reflexos na disputa entre as potências por espaços e poder, cenário permanente nas relações internacionais, que também abrange outras importantes questões conflituosas.</p>
<p>Os estudos de temas dessa natureza realizados no Brasil refletem ideias de renomados estrategistas europeus, norte-americanos e asiáticos quanto aos impactos no jogo entre as grandes potências, mas não apontam possíveis consequências no campo militar, para o Brasil, restringindo-se aos reflexos nas expressões política e econômica. O desfecho dos movimentos no mundo islâmico terá consequências, cujo significado para a defesa nacional dependerá do saldo ou do déficit de poder dos EUA naquela região.</p>
<p>O quadro atual dos conflitos no mundo revela a volta da onda, que emergiu da II Guerra Mundial e levou os EUA à hegemonia global. Ela começa a recuar pressionada por novos atores poderosos, alguns deles velada ou ostensivamente antagônicos aos EUA e com os quais este último terá de compartilhar espaços e poder.</p>
<p>Ao final da primeira década do século XXI, ficou evidente que os EUA já não podiam impor a um custo suportável, isolada e rapidamente seus interesses em todo mundo, condição que desfrutaram por duas décadas após a queda da União Soviética. Os EUA também encontram dificuldade crescente para empregar a OTAN em ações globais, seja pela falta de consenso quanto às ameaças seja pela impossibilidade econômica de seus aliados sustentarem operações militares distantes e de grande envergadura.</p>
<p>Há, ainda, a ascensão da China e sua projeção em todos os continentes, limitando progressivamente a liberdade de ação da outrora potência hegemônica. Portanto, a capacidade político-militar norte-americana de assegurar o acesso a regiões com relevante posição geoestratégica e detentoras de recursos vitais, situadas “do lado de lá do mundo”, como o Oriente Médio, a África e a Ásia Central, vai sendo reduzida.</p>
<p>Assim, aumentará a necessidade dos EUA garantirem o acesso a regiões “do lado de cá do mundo” com aqueles atrativos, leia-se América do Sul e Atlântico Sul, para o que empregarão seu poder militar se for preciso. Ao mesmo tempo, interessa-lhes limitar a projeção e influência de potências extra-regionais que possam tolher sua liberdade de ação nas áreas mencionadas.</p>
<p>Hoje, espaços dessas regiões de tradicional influência norte-americana já estão sendo disputados pela China e, em sua esteira, virão a Rússia e a Índia. Como reagirão os EUA, altamente dependentes de recursos naturais, ante a presença de poderosos rivais cada vez mais próximos de seu território, experiência vivida apenas em 1962 na crise dos mísseis da então URSS em Cuba?</p>
<p>O mundo não é o mesmo e as estratégias não serão as mesmas, mas os EUA não ficarão de braços cruzados. Em sua expansão, a China ocupa espaços também cobiçados pelo Brasil, inclusive em áreas da cooperação militar, pois nossa indigência bélica, fruto do descaso de sucessivos governos, não nos deixa muito a oferecer. Perdem-se excelentes oportunidades para gerar empregos, receita comercial e desenvolvimento industrial e científico-tecnológico e consolidar vínculos com a América do Sul e a África.</p>
<p>Entre a águia e o dragão está o Brasil com sua aspiração pela liderança regional e seus interesses no Atlântico Sul. A disputa de poder no entorno estratégico brasileiro deveria ter motivado providências, há muito tempo, antes de o cenário de risco estar delineado de maneira tão clara. Política exterior engloba diplomacia e defesa e estes setores do Estado não podem esperar uma ameaça passar de possível a provável para então buscar os meios de neutralizá-la.</p>
<p>Defesa não se improvisa! Um forte poder militar confere maior robustez à política exterior, atrai alianças, dissuade ameaças e desagrava afrontas. Para alcançar tal status o governo deveria ter vontade política de queimar etapas, priorizando e fixando o investimento em defesa, e coragem para enfrentar desafios.</p>
<p>O Brasil amargará a perda de oportunidades e patrimônio, no campo material, e de auto-estima e dignidade, no imaterial, pois será incapaz de reagir a pressões político-militares alienígenas, se não estiver no nível das maiores potências militares no lapso de uma década. A globalização, o desenvolvimento nacional e a projeção internacional colocaram o País, outrora periférico, no eixo dos conflitos entre as potências.</p>
<p>As Forças Armadas (FA) procuraram, em vão, sensibilizar a liderança nacional sobre a importância de fortalecer o poder militar. A resposta foi o descaso hoje camuflado por um discurso inconsequente, pois de prático pouco se faz, e tardio, pela incerteza quanto à possibilidade de recuperar o tempo perdido.</p>
<p>Em 2011, mais uma vez, postergou-se a aquisição de aviões de caça para a Força Aérea, que se arrasta há mais de uma década, e houve um forte contingenciamento no orçamento de defesa, com prejuízo do desenvolvimento do submarino nuclear e de projetos do Exército.</p>
<p>A relevância das FA para a liderança nacional resume-se a missões de paz, apoio às obras do PAC e participação na segurança pública e defesa civil, ou seja, no que é marketing para o governo. Há um descaso com o equipamento e o preparo para a defesa da Pátria, prioridade, razão de ser e identidade de qualquer força armada.</p>
<p>Mas o descaso é também com a profissão e o militar como mostra a crescente defasagem salarial que rebaixa a carreira das armas em relação a outras de Estado e do serviço público. O chefe militar manifesta essas preocupações pela cadeia de comando, como é sua obrigação.</p>
<p>À presidente da República, comandante supremo das FA, cabe preservar a relevância dessas Instituições, obrigação moral e funcional de quem sabe que elas não abrem mão do compromisso com a Nação, o dever e a disciplina e que os instrumentos de pressão de outros segmentos da sociedade são inadmissíveis nas Forças Armadas.</p>
<p><em>Luiz Eduardo Rocha Paiva é General da Reserva</em></p>
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		<title>Forças Armadas lideram preferência como instituição mais confiável</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 19:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ogata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em segundo lugar vem a Igreja, seguida pelas emissoras de TV. São Paulo &#8211; A confiança da população nas instituições sofreu mudança importante no último trimestre. É o que revela pesquisa do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), produzido pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV-SP). As Forças Armadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-13035" href="http://www.forte.jor.br/2010/11/21/forcas-armadas-lideram-preferencia-como-instituicao-mais-confiavel/grafico_confianca_nas_instituicoes-2/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-13035" title="Gráfico_Confiança_nas_Instituições" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/11/Gráfico_Confiança_nas_Instituições1-580x328.jpg" alt="" width="580" height="328" /></a></p>
<h4>Em segundo lugar vem a Igreja, seguida pelas emissoras de TV.</h4>
<p><a rel="attachment wp-att-13040" href="http://www.forte.jor.br/2010/11/21/forcas-armadas-lideram-preferencia-como-instituicao-mais-confiavel/vinheta-clipping-forte-9/"><img class="alignleft size-full wp-image-13040" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/11/vinheta-clipping-forte7.jpg" alt="" width="103" height="28" /></a>São Paulo &#8211; A confiança da população nas instituições sofreu mudança importante no último trimestre. É o que revela pesquisa do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), produzido pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV-SP). As Forças Armadas ficaram em primeiro lugar, com 66% da preferência dos entrevistados. Em segundo, apareceu a Igreja, com 54%, seguida pelas emissoras de TV (44%).</p>
<p>O Judiciário ficou em situação desconfortável, empatado com a polícia e à frente apenas do Congresso e dos partidos políticos.</p>
<p>Para Luciana Gross Cunha, professora da Escola de Direito da FGV-SP e coordenadora do ICJ Brasil, a controvérsia sobre o aborto travada entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais pesou decisivamente para o aumento do índice de confiança na Igreja, que subiu do 7º para o 2º lugar. &#8220;A Igreja estava em um grau baixo de avaliação quando foi feita a apuração no segundo trimestre, muito perto da crise envolvendo a instituição com denúncias de pedofilia&#8221;, observa Luciana. &#8220;A última fase da coleta coincidiu com a discussão sobre o aborto nas eleições presidenciais. Isso fez a diferença.&#8221;</p>
<p>Já a confiança nos partidos políticos despencou de 21% para 8% no mesmo período de eleições, mantendo-se em última posição na escala. Apenas 33% disseram que o Judiciário é confiável. O Congresso ficou com 20%. As outras instituições obtiveram os seguintes resultados: Grandes Empresas (44%), governo federal (41%), emissoras de TV (44%) e imprensa escrita (41%).</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <strong><a href="http://www.dcomercio.com.br/materia.aspx?id=56675&amp;canal=8" target="_blank">Diário do Comércio</a></strong></p>
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		<title>Forças Armadas é a instituição mais digna de confiança</title>
		<link>http://www.forte.jor.br/2010/09/30/forcas-armadas-e-a-instituicao-mais-digna-de-confianca/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 12:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ICJBrasil Forças Armadas é a instituição em que a população mais confia Com 63% de respostas positivas, as Forças Armadas é a instituição mais digna de confiança por parte da população, segundo o Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil), da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV). A sondagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Para ICJBrasil Forças Armadas é a instituição em que a população mais confia</h2>
<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5586" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="" width="103" height="28" /></a> Com 63% de respostas positivas, as Forças Armadas é a instituição mais digna de confiança por parte da população, segundo o Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil), da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (DIREITO GV).</p>
<p>A sondagem procurou saber como estava a popularidade do Judiciário frente a outras instituições e constatou que a sua posição não é confortável. Com apenas 33% das respostas, o Judiciário ganha apenas do Congresso Nacional (28%) e dos partidos políticos, quando se pergunta se os entrevistados confiam ou não nas instituições. As outras respostas foram: grandes empresas (54%), Governo Federal (43%), emissoras de TV (42%), imprensa escrita (41%), Polícia (38%) e Igreja Católica (34%).</p>
<p>Essa pergunta específica marca o primeiro aniversário do ICJBrasil, uma iniciativa da DIREITO GV para mensurar o grau de confiança no Judiciário e como anda a utilização das instituições da Justiça, pela população, para a reivindicação de direitos e busca por soluções de controvérsias.</p>
<p>O ICJBrasil do segundo semestre de 2010 foi de 4,4 pontos, em uma escala de 0 a 10. O índice é formado pelos subíndices de comportamento e percepção, sendo que o segundo cravou uma nota 6,4 e o primeiro, 3,5 pontos, sempre em uma escala de 0 a 10.</p>
<p>O Rio Grande do Sul foi o Estado que registrou maior confiança no Judiciário, com 4,6 pontos, seguido por Pernambuco, com 4,5. Empatados, com 4,4 pontos, vieram Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Logo em seguida, com 4,3 pontos, encontra-se a Bahia e o Estado que menos confia nas instituições da Justiça, com 4,1 pontos, foi o Distrito Federal.</p>
<p>O primeiro aniversário do ICJBrasil foi marcado por algumas mudanças, visando o aprimoramento das informações levantadas pela sondagem. A mais importante é que, a partir do segundo trimestre, a avaliação deixou de se restringir às regiões metropolitanas e avançou pelo interior.</p>
<p>“Desta forma. buscamos também verificar qual é o sentimento da população pelo interior do país, o que permitirá, em um futuro próximo, traçar uma comparação entre as necessidades das grandes capitais e do interior, que certamente são distintas”, explica Luciana Gross Cunha, coordenadora do ICJBrasil.</p>
<p>O resultado foi uma desconfiança um pouco maior em relação à Justiça da população que vive no interior. Enquanto o ICJ dos habitantes das regiões metropolitanas se igualou ao ICJBrasil (4,4 pontos), nas cidades do interior, ele foi a 4,3.</p>
<h3>Utilização do Judiciário</h3>
<p>Segundo o ICJBrasil, a confiança no Judiciário é maior entre os que nunca utilizaram os seus serviços do que entre os que já utilizaram, e essa confiança aumenta conforme a renda e a escolaridade dos entrevistados. Entre os entrevistados que disseram que já utilizaram o Judiciário para resolver algum conflito, o ICJ é de 4,3 pontos, enquanto entre os entrevistados que disseram que nunca utilizaram o Judiciário, o ICJ é de 4,5 pontos.</p>
<p>Com relação ao futuro do Judiciário, “(…) apesar de todos os problemas e do pouco prestígio de que goza junto à população, a visão do brasileiro é de que o Judiciário de forma geral está melhor hoje do que no passado e a perspectiva é de que tenda a melhorar no futuro”, analisa Luciana Gross Cunha, diante do fato de que 51% dos entrevistados acreditam que o Poder Judiciário melhorou nos últimos 5 anos. Para 70% dos entrevistados, nos próximos 5 anos o Judiciário tende a melhorar.</p>
<p>Segundo o ICJBrasil, a Justiça é percebida pela grande maioria como morosa: 88% dos entrevistados avaliam que o Judiciário resolve os conflitos de forma lenta ou muito lentamente. Para 80% dos entrevistados, a Justiça é cara e 72% responderam que o Judiciário é difícil ou muito difícil de se utilizar.</p>
<p>Outros três problemas apontados são a falta de honestidade: 61% dos entrevistados não consideram o Judiciário honesto; a parcialidade: 60% disseram que o Judiciário não é independente; e incompetência: 54% da população entrevistada não considera o Judiciário competente para resolver conflitos.</p>
<h3>ICJBrasil por renda</h3>
<p>Os entrevistados com renda inferior a 2 salários mínimos e os que recebem entre 4 e até 12 salários mínimos tiveram um ICJ de 4,4 pontos, enquanto os que recebem mais de 2 salários mínimos e até 4 salários mínimos e os que ganham acima de 12 salários mínimos tiveram um ICJ de 4,3 pontos.</p>
<h3>ICJBrasil por escolaridade</h3>
<p>Em relação à escolaridade, os respondentes com colegial incompleto são os que menos confiam na Justiça, com 4,3 pontos. Todas as outras categorias apresentaram ICJ de 4,4 pontos.</p>
<h3>Sobre o ICJBrasil</h3>
<p>O ICJBrasil começou a ser mensurado no segundo trimestre de 2009 pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Direito GV). O índice é composto por dois subíndices: o de percepção avalia a opinião dos respondentes a respeito do Judiciário nos seguintes aspectos: confiança, tempo de solução de conflitos, competência para a solução de conflitos, custos de acesso ao Judiciário, facilidade de uso do Judiciário, honestidade, independência, um panorama dos últimos 5 anos e a perspectiva para os próximos 5 anos.</p>
<p>O subíndice de comportamento procura saber se, em situações hipotéticas, o cidadão recorreria à justiça. Foram excluídas propositadamente situações onde o Estado é obrigado a atuar no caso, como, por exemplo, crimes.</p>
<p>Foram entrevistados 1.550 pessoas de 7 Estados (Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro) durante os meses de abril, maio e junho de 2010. Esses Estados representam 60% da população brasileira, segundo dados do Censo de 2000 do IBGE.</p>
<p><strong> FONTE:</strong> Portal Direito Legal, via Notimp</p>
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		<title>Plano dá mais poder de prisão para militares</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Forças Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Complementar]]></category>
		<category><![CDATA[Poder de Prisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Câmara aprova projeto que fortalece o ministro da Defesa e amplia atuação das Forças na região de fronteira Cristiane Jungblut BRASÍLIA. A Câmara aprovou ontem à noite projeto de lei complementar que reforça o poder do ministro da Defesa dentro da organização das Forças Armadas. O texto, que agora segue para votação no Senado, também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Câmara aprova projeto que fortalece o ministro da Defesa e amplia atuação das Forças na região de fronteira</h2>
<p><em>Cristiane Jungblut</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />BRASÍLIA. A Câmara aprovou ontem à noite projeto de lei complementar que reforça o poder do ministro da Defesa dentro da organização das Forças Armadas. O texto, que agora segue para votação no Senado, também assegura aos militares o poder de prisão em ações na região de fronteira. Elaborado pelo ministro Nelson Jobim como parte de um Plano Nacional de Defesa, o projeto cria o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que ficará acima dos Estados- Maiores das três Forças (Exército, Marinha e Aeronáutica).</p>
<p>O poder de prisão dos militares, que poderia ser questionado judicialmente, passa a ser assegurado durante o patrulhamento de áreas de fronteira terrestre e no mar. Segundo o texto, a detenção pode ser feita quando envolver o combate a delitos nas fronteiras, como tráfico de drogas, ou crimes ambientais.</p>
<p>O texto também autoriza as Forças Armadas a fazer revista de pessoas, de veículos, de embarcações ou aeronaves. Uma emenda do deputado Antonio Pannunzio (PSDB-SP) deixou claro que essa ação poderá ocorrer independentemente da posse ou propriedade da área.</p>
<p>- Isso apenas é para reforçar que as Forças Armadas podem entrar em reservas, em áreas de ONGs e não é dado a ninguém criar obstáculo &#8211; disse Pannunzio.</p>
<p>Outro ponto importante é o que permite à Aeronáutica a efetuar a prisão em operações que a FAB consegue forçar um avião a pousar por suspeita de tráfico de drogas. Até então, essa atribuição era exclusiva das polícias. O texto estabelece que os militares poderão prender os traficantes se não houver policiais na área.</p>
<h2>Nomes para promoção vão passar pelo ministro</h2>
<p>Segundo o deputado José Genoíno (PT-SP), que foi relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), o projeto é importante por reforçar a estrutura do Ministério da Defesa.</p>
<p>- Esse projeto fortalece autoridade do ministro da Defesa e prevê que os nomes para promoções passem por ele antes de ir para o presidente da República &#8211; disse Genoíno.</p>
<p>O texto explicita, por exemplo, a necessidade de os comandantes das três Forças apresentarem primeiro ao ministro da Defesa a lista de promoções de oficiais-generais. O projeto ainda reforça que o Ministério da Defesa poderá estabelecer as regras gerais para aquisição de equipamentos e armamentos para as três Forças. Hoje, Marinha, Exército e Aeronáutica tomam decisões isoladas sobre aquisições.</p>
<p>Outra emenda aprovada cria o chamado &#8220;Livro Branco&#8221;, que reunirá dados sobre estratégia de Defesa e modernização das Forças Armadas. A cada quatro anos, a partir de 2012, o governo terá que apresentar ao Congresso o Livro Branco e ainda a Política e a Estratégia de Defesa.</p>
<p>O projeto foi aprovado por 328 votos a favor e cinco contra, além de três abstenções.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> O Globo</p>
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		<title>Forças Armadas têm gays, mas que isso não fique explícito, diz general da reserva</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 20:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Militares]]></category>
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		<description><![CDATA[Indicado a tribunal militar disse que tropa não obedece militar homossexual. Declaração em audiência do Senado gerou manifestações de entidades O presidente do Clube Militar, general da reserva Gilberto Figueiredo, manifestou nesta quinta-feira (4) apoio à declaração do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para ministro do Superior Tribunal Militar. Na quarta (3), Cerqueira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Indicado a tribunal militar disse que tropa não obedece militar homossexual. Declaração em audiência do Senado gerou manifestações de entidades</h2>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />O presidente do Clube Militar, general da reserva Gilberto Figueiredo, manifestou nesta quinta-feira (4) apoio à declaração do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para ministro do Superior Tribunal Militar.</p>
<p>Na quarta (3), Cerqueira Filho disse que os soldados não obedecem a comandantes homossexuais.</p>
<p>&#8220;Concordo com o general Cerqueira. Como opção pessoal, particular, ninguém tem nada a ver com isso. Mas no desempenho das atividades, não entendo como seria possível [um militar assumir a homossexualidade]. (&#8230;) Há homossexuais nas Forças Armadas, isso não é de hoje. Como opção particular, quando sai do quartel, com discrição, pode exercer a opção que bem entender. Mas que isso não fique explícito&#8221;, afirmou ao G1 o general Figueiredo, presidente do Clube Militar, cujos integrantes são, na maioria, oficiais da reserva.</p>
<p>Segundo ele, o desempenho das atividades por um militar homossexual é &#8220;difícil de ser respeitado&#8221;. &#8220;Entre nós (militares) ainda é tema de chacota [o homossexualismo], de piada, de brincadeira. Uma pessoa que se sujeita a essa resistência toda fica difícil de ser respeitada, de ser entendida.&#8221;</p>
<p>O general Figueiredo, na reserva há sete anos, disse que conheceu diversos casos de homossexualismo quando estava em atividade e afirmou que alguns militares chegaram a ser afastados porque assediaram sexualmente outros oficiais.</p>
<p>&#8220;Talvez os casos passados de assédio que aconteceram, marcaram essa resistência do militar em admitir esses casos. Tem que ser discutido sim, tem que ter um estudo sério. Mas a minha opinião é que no dia de hoje, dentro do contexto cultural das Forças Armadas, isso não dá certo. (&#8230;) Esse tema é meio tabu, mas é praticamente consensual dentro das Forças Armadas essa posição [de que o homossexualismo não seja aceito].&#8221;</p>
<h2>Declaração</h2>
<p>O general Cerqueira Filho, indicado para ocupar uma vaga de ministro do Superior Tribunal Militar (STM), participou de audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Cerqueira Filho e o almirante Álvaro Luiz Pinto, também indicado ao STM, participavam da audiência quando foram questionados pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e Eduardo Suplicy (PT-SP) sobre o tema.</p>
<p>“Vossas excelências são favoráveis ao ingresso de homossexuais em qualquer das forças e acham que essa polêmica tem razão de ser?”, indagou Demóstenes. Suplicy quis saber se os dois militares defendiam a exclusão de homossexuais das Forças Armadas.</p>
<p>Em sua resposta, o general Cerqueira Filho disse que iria responder &#8220;de uma maneira sincera&#8221;. &#8220;Não é que eu seja contra o homossexual, cada um tem que viver sua vida. Entretanto, a vida militar se reveste de determinadas características que, em meu entender, tipos de atividades que, inclusive em combate, pode não se ajustar ao comportamento desse tipo de indivíduo&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Manifestações</h2>
<p>A declaração gerou manifestações contrárias por parte de entidades.<br />
O ex-sargento do Exército Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas brasileiras, atualmente integrante da ONG Tortura Nunca Mais e do Instituto Ser, classificou a declaração do general Cerqueira Filho como &#8220;retrógrada e infeliz&#8221; e disse que o militar &#8220;está muito mal informado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isso mostra que ele desconhece a história. Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia. Trabalhei 15 anos nas Forças Armadas e nunca fui desrespeitado&#8221;, afirmou. Alexandre, o Grande, foi rei da Macedônia há mais de 2.300 anos e é lembrado por sua habilidade em estratégias militares por ter comandado uma das maiores expansões territoriais do mundo antigo. Algumas fontes históricas e filmes sobre a época relatam a homossexualidade de Alexandre.</p>
<p>O ex-sargento também afirmou que há diversos casos de homossexualismo nas Forças Armadas, mas os militares temem assumir. &#8220;Meu caso não é específico e isolado, tem várias demandas desse tipo e precisamos trazer isso para a sociedade, que a intransigência é coisa comum nas Forças Armadas. (&#8230;) Numa situação de batalha, o meu sangue como homossexual é tão importante quanto o de um heterossexual. O que dita o caráter não é a vida íntima. É muita hipocrisia. Eu mesmo conheço generais que são homossexuais.&#8221;</p>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota nesta quinta-feira (4) na qual condena as declarações do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho. &#8220;É lamentável que este tipo de discriminação ainda continue existindo nos dias de hoje nas Forças Armadas brasileiras&#8221;, disse o presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante.</p>
<p>O presidente da Ordem acrescentou que para a carreira militar o que se deve exigir é disciplina, treinamento e a defesa do país, nos termos da Constituição, independentemente de sua opção sexual. “A defesa do país tem que ser feita por homens e mulheres preparados, adestrados e treinados para este fim, independente da opção sexual de cada um.&#8221;</p>
<p>A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), com sede em Curitiba (PR), também criticou a declaração. O presidente da entidade, Toni Reis, disse ainda que a capacidade de liderança de uma pessoa não está na sua sexualidade. &#8220;É uma fala equivocada, discriminatória. A autoridade de uma pessoa não está em qual lado ela sente prazer, mas na sua capacidade de liderança. Eu conheço diversos heterossexuais que não têm capacidade de liderança.&#8221;</p>
<p>Para Reis, o general precisa &#8220;rever seus conceitos&#8221;. &#8220;Ele está indo contra a Constituição Federal, que diz que todos são iguais.&#8221;</p>
<p><strong>FONTE</strong>: G1</p>
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