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Exército prepara troca de armas

O Exército começará em 2012 a substituir seus fuzis FAL pelo modelo IA2, desenvolvido e fabricado no Brasil. A nova arma deve também equipar a Marinha, a Aeronáutica e as polícias militar e civil, além de ser exportado. O FAL, de fabricação belga, é usado pelas Forças Armadas desde 1964, e boa parte das cerca de 150 mil unidades está velha e defasada.

‘Em vez de substituir [os fuzis] por outros FAL, seria melhor ter uma arma mais moderna’, disse o general Sinclair Mayer, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.

A opção mais barata seria comprar lotes de fuzis importados, como o americano AR-15 ou o russo Kalashnikov. Mas o Exército optou por desenvolver tecnologia própria, para não depender de suprimentos estrangeiros.

FONTE: www.jornalpequeno.com.br

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O ministro da Defesa, Celso Amorim, visitou nesta terça-feira o Centro de Avaliações do Exército, em Restinga de Marambaia (RJ). Ele conheceu uma viatura blindada, radar e fuzis que serão usados pela Forças Armadas do País. Os equipamentos são a viatura de transporte de pessoal Guarani, o radar Saber 60 e a família de fuzis Imbel. Segundo o Ministério da Defesa, o blindado atraiu o interesse da Argentina, que enviou um grupo de oficiais para assistir a demonstração.

Os produtos são de tecnologia nacional, desenvolvidos com apoio do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação.

O ministro parabenizou o Exército, dono da patente do projeto do blindado. “O Guarani foi desenvolvido com tecnologia brasileira. Representa a retomada da trajetória positiva de produção industrial nacional de blindados”, afirmou. O veículo de seis rodas pode realizar ações de reconhecimento e apoio de fogo, além de ser transportado por aviões Lockheed-Martin C-130 Hercules ou Embraer KC-390. O Guarani, desenvolvido pelo CTEx e pelo consórcio Fiat-Iveco, realizou tiros contra alvos móveis e fixos, com 100% de acertos. Está prevista uma encomenda de 2.044 unidades para o Exército.

No início de setembro, Celso Amorim visitou a Argentina. Na ocasião, analisou com o ministro da Defesa do país vizinho, Arturo Puricelli, alguns projetos que poderiam ser realizados em conjunto. Uma das possibilidades estudadas no encontro foi o Guarani.

Radares e fuzis

Durante a visita, a empresa Orbisat entregou as duas primeiras unidades de série do radar Saber M-60. Com capacidade de detectar alvos aéreos a baixa altitude, com alcance máximo de 75 km, o novo sistema será empregado pelos cinco grupos de artilharia antiaérea do Exército. “É o primeiro desse nível, com alta tecnologia, desenvolvido e produzido no Brasil. Será importante para proteção de nossas fronteiras e para segurança de grandes eventos”, disse o ministro.

As unidades serão entregues à Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, sediada na Vila Militar (RJ) e ao 2º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Praia Grande (SP). Elas integram um lote de nove equipamentos adquiridos pelo Exército.

Por último, o ministro Amorim conheceu os modelos de fuzis desenvolvidos pela Imbel, que serão fabricados nos calibres 7,62 mm e 5,56 mm. Segundo o minitro, o fuzil “tem também uma característica relevante para a Defesa porque deverá ser padronizado e utilizado pelas três Forças”.

FONTE: Terra

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Novos fuzis chineses QBZ-95G

Novos modelos aperfeiçoados do fuzil chinês QBZ-95G, de 5,8mm.

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Fuzileiros Peruanos no exercício multinacional Partnership of the Americas e Southern Exchange 2010, com forças navais dos EUA, México, Peru, Brasil, Uruguai e Colômbia, no dia 14 de julho de 2010.

Os Marines embarcaram no navio de desembarque doca USS New Orleans (LPD 18) e desembarcaram na praia em veículos de assalto anfíbio.

FOTOS: US Navy

SAIBA MAIS:

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Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha.

Principais características:

  • Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
  • uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha;
  • a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão podendo ser vista na imagem de detalhe do cano do 5,56. A luva também está disponível no 7,62;
  • os zarelhos para fixação de bandoleira do 5,56 diferente do 7,62. Neste último, o zarelho é rotativo e preso no cano. No 5,56, é preso junto ao guarda-mão e localizado em ambos os lados do corpo da arma (em forma de borboleta);
  • os trilhos Picatinny para fixação de acessórios diversos;
  • a coronha do 5,56 (foto com detalhe) retrátil e rebatível;
  • nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL;

IA2 762

IA2 556

Detalhe da Coronha 5,56

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre o novo fuzil IMBEL no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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Nota do Editor: Observem no cartaz o novo fuzil IMBEL IA2 em 5,56. Esta versão é em baixa resolução, que está no site do EB. Esperamos que liberem a versão em alta logo.

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O cartaz feito pelo Exército em comemoração ao Dia do Soldado, 25 de Agosto, trará uma grande novidade. Os soldados presentes no cartaz estarão empunhando o novo Fuzil Imbel IA2, que antes mesmo de ser lançado já ganhou o apelido de “SCAR Brasileiro”.

FOTOS: LeUZz / Defesa Brasil

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O ‘novo’ Parafal


Já estão em operação os Fuzis FAL 7,62mm que foram transformados em Fuzis PARAFAL 7,62mm M964 A1 MD1 (Cano Curto). A transformação é feita pela substituição de uma série de peças do FAL, por um kit de peças novas do PARAFAL, além da recuperação das peças antigas que irão compor o novo armamento. Algumas peculiaridades desta transformação são a substituição do cano longo por um cano curto e da coronha de alumínio por uma de polímero de alta resistência, desenvolvida pela IMBEL.

Com esta transformação, o Exército Brasileiro consegue recuperar fuzis com idade média de 30 anos, obtendo uma arma nova a um baixo custo, além de garantir para suas tropas maior mobilidade com um fuzil de peso e tamanho reduzidos. Por essas características, conferem maior portabilidade e mantém o alto de fogo.

Características Técnicas

PARAFAL M964A1 MD1
Munição (mm): 7,62 x 51
Carregador: 20 cartuchos
Comprimento (m)
Aberto:
0,99 / Fechado: 0,75
Passo (pol): 12
Peso (g): 4400
Coronha: Rebatível
Cano (m): 0,45
Regime de tiro: Semi-automático / Automático

Para saber mais:

Fonte / Imagem: IMBEL

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Taurus fecha acordo com israelenses

A Forjas Taurus acertou uma associação com a Israel Weapon Industries (IWI), fabricante das submetralhadoras Uzi, para produzir no Rio Grande do Sul um novo modelo de fuzil de assalto destinado às Forças Armadas. A formalização do acordo depende da homologação, pelo Exército brasileiro, do Tavor, nome da arma desenvolvida pela israelense, disse o vice-presidente da Taurus, Jorge Py Velloso.

A expectativa de Velloso é que o Exército autorize ainda em abril o início dos testes, que deverão durar seis meses no campo de provas de Marambaia, no Rio de Janeiro. Se o produto for aprovado, as duas empresas vão investir US$ 22 milhões numa linha de produção específica na fábrica da Taurus em São Leopoldo (RS).

O executivo explicou que a intenção é constituir uma nova empresa, com 50% do controle para cada um. A nova fábrica começará a operar num prazo de dois anos após a homologação e vai exigir a contratação de 80 pessoas. O volume estimado de produção não foi informado, mas a ideia é também exportar o Tavor para outros países da América do Sul, disse Velloso.

Conforme o vice-presidente, o Tavor é um lançamento recente da IWI e começa a substituir os fuzis americanos M-16 usados pelo Exército israelense. Fabricado com polímero, o modelo é mais leve e mais curto do que outras armas similares.

Mais conhecida como fabricante de pistolas e revólveres, a Taurus vai apresentar o novo fuzil na feira Latin America Aerospace & Defense (Laad), que começa hoje no Rio de Janeiro. A empresa vai mostrar também a nova submetralhadora MT9, com calibre nove milímetros, desenvolvida em parceria com a chilena Famae.

Segundo Velloso, a submetralhadora, que será produzida no Rio Grande do Sul, é mais adequada para uso da Marinha e da Aeronáutica e também poderá ser exportada. A Taurus já fabrica um produto similar em parceria com a Famae (modelo .40, que usa projéteis de dez milímetros de diâmetro), destinado às polícias civis e militares e que responde por cerca de 5% das vendas totais de armas da empresa.

A nova linha de produtos deve ajudar a consolidar a participação do segmento de armas em torno de 60% da receita líquida consolidada da Taurus, que produz ainda capacetes para motociclistas, máquinas industriais, forjados, contêineres em plástico e ferramentas. No ano passado, as armas responderam por R$ 355,3 milhões da receita líquida consolidada do grupo, de R$ 599,2 milhões.

Até o fim do ano, a Taurus vai investir de R$ 8 milhões a R$ 9 milhões para produzir um revólver que utilizará munição de caça e até US$ 4 milhões na subsidiária em Miami (EUA) para fabricar uma pistola calibre .380. Os dois modelos serão destinados ao mercado americano. Conforme Velloso, os projetos vão exigir a contratação de 500 pessoas. O grupo emprega mais de 5 mil funcionários.

FONTE: Valor Online / COLABOROU: Edilson Moura

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