Foz do Iguaçu (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cascavel (PR), participa da Operação Ágata 2 com seus elementos de manobra desdobrados numa faixa de fronteira que se extende de Guaíra (PR) até Barração (PR), num total de aproximadamente 400 km de fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Com a finalidade de garantir mobilidade e surpresa nas ações de combate aos crimes transfronteiriços e ambientais na fronteira oeste do Paraná, dentro do Plano Estratégico de Fronteiras, a 15ª Bda Inf Mtz está sendo apoiada por aeronaves de asa rotativa (helicópteros), do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2 BAvEx), de Taubaté (SP).

O 2º BAvEx deslocou para a área de operações três aeronaves, sendo um helicóptero HA–1 Fennec, um HM–1 Pantera e um HM–3 Cougar, que permitem o deslocamento de frações de tropa para a ocupação rápida e inopinada de um Ponto de Bloqueio e Controle de Estradas, como está ocorrendo nos municípios nas próximidades de Foz do Iguaçu (PR).

3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

 

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.
 

2° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Guerreiro)

 

 
O 2° BAvEx (Batalhão Guerreiro) , foi recriado em 17 de agosto de 1993 e recebeu a denominação histórica ” Batalhão Casimiro Montenegro Filho”.

Esta homenagem evoca os fatos notáveis nacionais, ligados com a história do 2° Regimento de Aviação do Exército, ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, no intuito de manter viva no Exército do presente, as tradições do seu passado.

Os fatos marcantes na vida do Marechal vão, desde a sua formação na 1ª Turma de Aviação do Exército, na Escola Militar do Realengo (atual AMAN), passando pela criação e voo inaugural do Correio Aéreo Militar (atual CAN), seu primeiro Comando do Núcleo do 2° Regimento de Aviação Militar, de 1933 a 1936, sua formação na 1ª Turma de Engenharia Aeronáutica , criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (atual DCTA) até se tornar patrono da Engenharia Aeronáutica.

A criação do 2° Esquadrão de Aviação do Exército, foi fruto do desmembramento do 1° Batalhão de Helicópteros e teve origem na 1ª Companhia de Helicópteros de Manobra e na Companhia de Comando e Serviço do então 1° Batalhão de Helicópteros.

O 2° BAvEx iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 1994 e comemora o seu aniversário em 14 de março, data esta em que cumpriu a sua 1ª Missão Aérea, prestando apoio a 26ª Brigada de Infantaria Para-quedista.

A partir de 1° de janeiro de 2005, mudou a sua designação de 2° Esquadrão para 2° Batalhão de Aviação do Exército e também é conhecido como Batalhão Guerreiro.

Possui em sua dotação sete aeronaves HM-1 Pantera, seis HA-1 Fennec e 04 HM-3 Cougar.

Dos seis HA-1, três aeronaves já se encontram configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e uma quarta já está em processo de configuração. Os quatro HM-3 Cougar estão configurados para utilização de OVN.

O 2° BAvEx possui as seguintes subunidades:

01 Esquadrilha de Comando e Apoio,

01 Esquadrilha de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (EHRA);

02 Esquadrilhas de Helicópteros de Emprego Geral (EHEG) e

01 Esquadrilha de Manutenção e Suprimentos (EMS)

No emprego em combate, a AvEx realiza o voo tático, realizado à baixa altura, que vem a imprimir à Força Terrestre, grande mobilidade, versatilidade e poder de combate. Para isso, o 2° BAvEx precisa estar sempre preparado e conta com um efetivo com grande capacidade profissional e em constante adestramento.

O Batalhão Guerreio desenvolve grande atividade junto as unidades do EB em todo o território nacional e também à comunidade civil, cumprindo missões de apoio em situação de calamidade pública, com a ocorrida em Santa Catarina, onde a primeira aeronave da AvEx a chegar foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14).

Seu atual Comandante é o Cel. Lindonei Lunardi.
 

1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

 

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 Fennec armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna), onze aeronaves HM-1 Pantera armadas com metralhadoras laterais  mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

O 1° BAvEx recebeu este ano a primeira aeronave HM-4 Super Cougar EB-5001 (Jaguar), criando a 2ª Esquadrilha de Helicópetros de Emprego Geral (2ª EHEG), ampliando assim a capacidade de transporte e de raio de ação do Falcão.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o Cel Antonio Paulo da Silva Júnior.
 

 

“Reconhece! Ataca!”

 

 

Criado em 17 Agosto de 1993, na cidade de Taubaté-SP, onde permaneceu até o ano de 2010 quando foi transferido para a cidade de Campo Grande/MS, o 3º Batalhão de Aviação do Exército (3º BAvEx) é uma das Organizações Militares mais operacionais do Exército Brasileiro.

O “Batalhão Pantera”, como é conhecido, foi incumbido da missão de voar e operar as aeronaves do modelo AS 365 K Panther, que recebeu o indicativo de “Helicóptero de Manobra – 01”, ou simplesmente HM-1 Pantera.

Após alguns anos, a Unidade Aérea passou a utilizar, também, as aeronaves AS 550 A2 Fennec, com o indicativo “Helicóptero de Ataque – 01” ou HA-1 Fennec.

Ao longo dos anos, o Batalhão cumpriu inúmeras missões aéreas, todas no mais alto grau de segurança e abnegação.

O Batalhão realiza, anualmente, centenas de missões aéreas que se destacam pela complexidade e grau de dificuldade, exigindo, dos militares da Unidade, uma perfeita sintonia e camaradagem para o bom andamento e sucesso da operação.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.

FOTOS: 3° BAvEx

Durante a Operação Arco Verde, a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada recebe apoio de duas aeronaves do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Campo Grande/MS): uma aeronave HM-1 Pantera e um HA-1 Fennec.

O apoio das aeronaves tem sido fundamental para o andamento da Operação em ações de reconhecimento, apoio aéreo em regiões de difícil acesso, mapeamento de áreas atingidas pelo desmatamento e transporte de tropa.

FONTE e FOTOS: EB

‘Cobrilo’ ou ‘Esquilobra’?

Foto interessante postada no site Vootatico, desta mistura entre um Cobra e um Esquilo, do 3º BAvEx:

“Outro dia, um amigo me enviou esta foto do Cobrilo. Nada mais é do que um cockpit do AH-1 “photoshopado” em um Esquilo do Exército.

A montagem ficou fantástica; um observador incauto não perceberia que não é uma imagem real. Notem os detalhes, como os mísseis da Mectron.

Além disso, tenho duas curiosidades particulares sobre esta foto:

Ela foi feita a partir de uma foto da EB1033, uma aeronave da Companhia de Reconhecimento e Ataque do 3º BAvEx, que eu comandei há alguns anos.

Após a montagem, foi colocado o número 12. A EB1012 foi a aeronave na qual fiz meu primeiro voo de instrução.”

FONTE: vootatico

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Durante a tarde do terceiro dia da LAAD 2011, o Sr. Eduardo Marson, Presidente da Helibras, participou da cerimônia de entrega das placas comemorativas pela atuação do 1º Batalhão de Aviaçao do Exército (1º BAvEx) e 2º Batalhão de Aviaçao do Exército (2º BAvEx), que mobilizaram suas aeronaves HA-1 Fennec e HM-3 Cougar, respectivamente, em apoio a ajuda humanitária nas enchentes na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro.

Ainda durante a cerimônia, também foram entregues placas comemorativas pelo atingimento da marca histórica de 100.000 horas de voo das aeronaves HA-1 Esquilo/Fennec, em 22 anos de operação na AvEx, ao Maj. Rodrigo (Sub-Comte.1º BAvEx), TC Lunardi (Comte.2º BAvEx), TC Alcides (Comte. CIAvEx) e ao TC Gonçalves (Comte. Btl Mnt.).

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Modernização dos Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O objetivo desse projeto é, em síntese, modernizar os trinta e cinco helicópteros HB 350L1 Esquilo e AS550A2 Fennec da AvEx, que são utilizados para as missões de Reconhecimento e Ataque, possibilitando o seu emprego na Força Terrestre por mais trinta anos.

Com essa modernização, o Exército passará a contar com helicópteros de reconhecimento e ataque, atualizados tecnologicamente, com novos painéis de instrumentos; sistema de comunicações avançado e seguro; e sistemas de armas integrados com lançadores de mísseis ar-solo, lançadores de foguetes modernos, metralhadoras .50 e canhões 20mm, elevando, dessa forma, o poder de dissuasão da AvEx.

O apoio das Empresas HELIBRAS e EUROCOPTER nessa empreitada será de fundamental importância para o êxito do projeto de modernização da frota de helicópteros de Reconhecimento e Ataque da AvEx.

As principais mudanças serão as seguintes:

  • modernização do painel de instrumentos para os modernos glass cockpit;
  • modernização dos equipamentos de rádiocomunicação e de rádionavegação;
  • incorporação de medidas de defesa passiva; e
  • ampliação da capacidade dos helicópteros de receber armamento, tais como: o míssil ar-solo; o foguete 70mm Skyfire; o canhão de 20mm; a metralhadora .50; e armamento lateral.

Desenvolvimento de Mísseis Ar-solo para os Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O EB está desenvolvendo um projeto para aprimorar o sistema de armas dos helicópteros de ataque AS550A2 Fennec e HB 350 L1-Esquilo, da AvEx.

Esse sistema de armas será composto por lançadores de foguetes com maior alcance e maior precisão, pela metralhadora .50 e por mísseis ar-solo de fabricação nacional.

Esses mísseis, que serão denominados míssil ar-solo MAS 5.1, poderão ser empregados no ataque a alvos terrestres móveis, blindados ou não, e a instalações.

Esse projeto se beneficiará dos conhecimentos tecnológicos e das experiências colhidas no desenvolvimento do míssil anticarro MSS 1.2, de propriedade intelectual do EB e realizado em parceria com a empresa Mectron.

A relevância do projeto é justificada pelo aumento significativo da dissuasão dos meios de reconhecimento e ataque da AvEx, pela contribuição na elevação da capacidade do parque fabril nacional no domínio de tecnologias sensíveis de defesa, na redução da dependência bélica do exterior, na criação de um potencial de comercialização no subcontinente sul-americano e na geração de empregos, todos eles convergentes com os objetivos traçados na Estratégia Nacional de Defesa e nas diretrizes do Comandante do Exército.

FONTE: DMAvEx via Revista Verde Oliva

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seatual Comandante é Cel. William

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

2° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Guerreiro)

O 2° BAvEx (Batalhão Guerreiro) , foi recriado em 17 de agosto de 1993 e recebeu a denominação histórica ” Batalhão Casimiro Montenegro Filho”.

Esta homenagem evoca os fatos notáveis nacionais, ligados com a história do 2° Regimento de Aviação do Exército, ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, no intuito de manter viva no Exército do presente, as tradições do seu passado.

Os fatos marcantes na vida do Marechal vão, desde a sua formação na 1ª Turma de Aviação do Exército, na Escola Militar do Realengo (atual AMAN), passando pela criação e voo inaugural do Correio Aéreo Militar (atual CAN), seu primeiro Comando do Núcleo do 2° Regimento de Aviação Militar, de 1933 a 1936, sua formação na 1ª Turma de Engenharia Aeronáutica , criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (atual DCTA) até se tornar patrono da Engenharia Aeronáutica.

A criação do 2° Esquadrão de Aviação do Exército, foi fruto do desmembramento do 1° Batalhão de Helicópteros e teve origem na 1ª Companhia de Helicópteros de Manobra e na Companhia de Comando e Serviço do então 1° Batalhão de Helicópteros.

O 2° BAvEx iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 1994 e comemora o seu aniversário em 14 de março, data esta em que cumpriu a sua 1ª Missão Aérea, prestando apoio a 26ª Brigada de Infantaria Para-quedista.

A partir de 1° de janeiro de 2005, mudou a sua designação de 2° Esquadrão para 2° Batalhão de Aviação do Exército e também é conhecido como Batalhão Guerreiro.

Possui em sua dotação sete aeronaves HM-1 Pantera, seis HA-1 Fennec e 04 HM-3 Cougar.

Dos seis HA-1, três aeronaves já se encontram configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e uma quarta já está em processo de configuração. Os quatro HM-3 Cougar estão configurados para utilização de OVN.

O 2° BAvEx possui as seguintes subunidades:

01 Esquadrilha de Comando e Apoio,

01 Esquadrilha de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (EHRA);

02 Esquadrilhas de Helicópteros de Emprego Geral (EHEG) e

01 Esquadrilha de Manutenção e Suprimentos (EMS)

No emprego em combate, a AvEx realiza o voo tático, realizado à baixa altura, que vem a imprimir à Força Terrestre, grande mobilidade, versatilidade e poder de combate. Para isso, o 2° BAvEx precisa estar sempre preparado e conta com um efetivo com grande capacidade profissional e em constante adestramento.

O Batalhão Guerreio desenvolve grande atividade junto as unidades do EB em todo o território nacional e também à comunidade civil, cumprindo missões de apoio em situação de calamidade pública, com a ocorrida em Santa Catarina, onde a primeira aeronave da AvEx a chegar foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14).

Seu atual Comandante é o TC Lunardi.

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 “Fennec” armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e onze aeronaves HM-1 “Pantera” armadas com metralhadoras laterais, mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o TC Silva Júnior.

“Reconhece! Ataca!”

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe