Estado é um dos operadores mais antigos desse modelo

 

A Helibras entregou, nesta quarta-feira (28), um helicóptero AS350 B3e para a Polícia Civil do Rio Grande do Sul – a primeira aeronave a ser operada por essa corporação no Estado.

Ela foi entregue pelo Gerente do Mercado Governamental, Mauro Ayres, e foi recebida, em Porto Alegre, pelo governador Tarso Genro. A aquisição é decorrente da execução do Convênio número 11/2009 PRONASCI/ SENASP/MJ com o Estado do Rio Grande do Sul.

O B3e é a mais recente versão da família Esquilo, fabricado há 30 anos no Brasil e com recentes atualizações em seus componentes. O modelo traz motor Turbomeca Arriel 2D, de 952 shp ,além da configuração multimissão, com moderno sistema de comunicação e navegação, rádio policial, trem de pouso alto com degrau alongado, corta cabos, separador de partículas, 2 portas corrediças, guincho de salvamento para 204 kg, gancho de carga para 1400 kg, equipamento de combate a incêndio, farol de busca com 30 milhões de candelas, kit rappel para lançamento por ambos os lados da aeronave, duplo comando, assentos anti-crash para os pilotos, assentos operacionais para tropa, maca dobrável para resgate, pintura de alta visibilidade das pás dos rotores, entre outros equipamentos destinados às atividades da Polícia Civil.

O Rio Grande do Sul é um dos parceiros mais antigos da Helibras e opera duas aeronaves Esquilo desde 1981, por meio da Brigada Militar do Estado.

A família Esquilo está há mais de 35 anos no mercado e é um dos principais modelos vendidos em todo o mundo. As aeronaves somam mais de 22 milhões de horas voadas. Na mais recente versão, AS350 B3e, cinco unidades já operam no Brasil, entre eles, o da Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul.

FONTE: Convergência Comunicação Estratégica

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Aeronave será entregue à AvEx em dezembro, inaugurando um novo ciclo de parceria com as Forças Armadas

 

A entrega do primeiro helicóptero modelo Pantera K2, modernizado, para o Exército brasileiro, no próximo mês de dezembro, marcará o início de uma fase importante para a Helibras. Além de celebrar a concretização de um importante modelo de negócios – o retrofit de aeronaves militares, já adotado em diversos países – a empresa conclui também mais uma etapa do processo de capacitação de seus técnicos e que será importante para transformá-la em um dos pilares mundiais do grupo Eurocopter.

O retrofit de aeronaves militares vem sendo utilizado em frotas que envolvam bens de alta tecnologia e elevado valor de aquisição, como é o caso de helicópteros, aviões e navios militares.

No caso do contrato entre a Helibras e o Exército brasileiro, o helicóptero modernizado que acaba de iniciar os testes de voo é o primeiro de um total de 34 unidades que serão modernizadas. Eles receberão uma nova cablagem, novo capô do motor, tela VEMD integrada a um novo Glass Cockpit, novo piloto automático de quatro eixos, novo motor Arriel 2C2CG 40% mais potente, entrada de ar e radiador maiores e uma Caixa de Transmissão principal totalmente modernizada. Também contarão com novos radares meteorológicos e altímetros, modernos rádios de navegação e de comunicação, além de um novo rotor de cauda, aumentando significativamente a performance e a segurança.

“Depois de todas as outras fases que incluíram um aperfeiçoamento do design preliminar e detalhado da aeronave, executado pelo nosso Centro de Engenharia, e o envio de Engenheiros e Mecânicos para a Eurocopter, na França, para participarem de treinamento “On The Job”, também estamos finalizando os estudos para certificação e qualificação, além da formação de pilotos e instrutores”, explica Marco Wagner, gerente do Programa Pantera K2 da Helibras.

Este projeto está possibilitando à Helibras um importante salto tecnológico, o qual, juntamente com a fabricação do modelo EC725 e demais programas em andamento, levarão ao desenvolvimento e concepção do novo helicóptero brasileiro previsto para 2020. “A parceria entre a empresa e as Forças Armadas, construída a partir de uma visão de futuro, já está gerando benefícios para toda a sociedade, ampliando a malha industrial brasileira, além de ser um passo estratégico dentro do programa de expansão da Helibras, já que traz o domínio de importantes tecnologias, oferecidas em um modelo de grande performance, como o caso da família Dauphin, da qual deriva a versão militar Pantera, avalia Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.

A modernização dos Pantera K2 da Aviação do Exército – AvEx, adicionará mais de 275.000 horas de trabalho dentro da Helibras e está prevista para terminar em 2021, após a entrega do 34º helicóptero totalmente renovado. Esses helicópteros incorporarão o que há de mais avançado em equipamentos e ganharão uma vida útil para mais 25 anos de atividades.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica / FOTO EM VOO: Helibras – Renato Olivas

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Helibras inaugura fábrica do EC725

Não só as autoridades da Defesa e das Forças Armadas estavam presentes ao evento, mas também membros da “família” Super Puma, Cougar e Super Cougar, como mostra essa foto de decolagem de Cougar do Exército Brasileiro. Saiba como foi a inauguração em cobertura especial do Poder Aéreo -

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Aeronave foi recebida durante comemorações do 87º aniversário do Gabinete Militar da Governadoria

 

A Helibras entregou, na última terça-feira (31), o novo helicóptero AS350 B2 para o estado de Goiás, durante as comemorações de 87 anos do Gabinete Militar da Governadoria que aconteceram na Academia de Polícia Militar, em Goiânia. O helicóptero substituirá a antiga aeronave Esquilo acidentada em 2000.

O AS350 B2 é um monoturbina com capacidade para quatro passageiros e dois tripulantes. Atualmente, cerca de 150 helicópteros da versão B2 estão em operação no mercado brasileiro, dos quais 60 no segmento de defesa social e segurança pública. A aeronave será utilizada pela Superintendência do Serviço Aéreo do Estado, pela administração do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e do Palácio das Esmeraldas.

Durante a cerimônia de aniversário, o presidente da Helibras, Eduardo Marson Ferreira, e o gerente de vendas governamentais Mauro Ayres, foram homenageados com a “Medalha do Guardião”, destinada na ocasião a 52 autoridades civis e militares que prestaram relevantes serviços ao Gabinete Militar. Também participaram das comemorações, o governador Marconi Perillo, o vice-governador José Eliton Júnior, o chefe do Gabinete Militar Mauro Teixeira Cândido e oficiais da Polícia Militar do estado.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica / FOTO: Helibras/Ailson Felício

Helibras lamenta falecimento do General Albuquerque

A Helibras manifestou na última segunda-feira (16) suas condolências pelo falecimento, na madrugada de domingo (15), do General do Exército José de Albuquerque, que ocupou a presidência do Conselho de Administração da empresa entre julho de 1990 e março de 2003.

“O General Albuquerque participou ativamente da evolução da nossa empresa e teve papel relevante na relação com acionistas e com o governo”, ressaltou Eduardo Marson, presidente da Helibras. “Queremos registrar o nosso reconhecimento pela trajetória desenvolvida em sua carreira no Exército Brasileiro e pela sua contribuição para o desenvolvimento da indústria aeronáutica, e manifestar nossos sentimentos aos familiares desse ilustre militar.”

Nascido em 8 de Abril de 1923, Albuquerque foi comandante da 3ª Região Militar, em Porto Alegre, e chefe do Departamento de Material Bélico (atual COLOG), tendo participado da criação da Aviação do Exército.

Versatilidade é o ponto forte deste modelo para atender ao mercado governamental

 

A Polícia Federal Alemã acaba de alcançar a marca de 100 mil horas de voo com sua frota de EC135, que realiza, em toda a Alemanha, milhares de operações por ano em missões de segurança pública e serviços médicos de urgência.

“O total de horas voadas pela Polícia Federal alemã é um verdadeiro marco para o EC135, já que esta aeronave se mostra cada vez mais eficiente em diversas funções operacionais e missões de segurança pública na Alemanha”, disse o Vice-Presidente Executivo de Programas da Eurocopter, Wolfgang Schoder. “É mais uma prova do compromisso do grupo no fornecimento de produtos de alta tecnologia que atendem as missões mais exigentes, tanto hoje como no futuro.”

As milhares de missões realizadas a cada ano pelo esquadrão alemão de Aviação da Polícia Federal destacam as contribuições dos EC135 como uma das mais modernas e capazes iniciativas do serviço civil, acrescentou Schoder. Com uma frota atual de 41 EC135, a Polícia Federal alemã é uma das maiores operadoras governamentais desta aeronave no mundo.

“Nós apreciamos a flexibilidade e a carteira de missões do EC135 combinada com a sua excelente confiabilidade”, disse Thomas Helbig, chefe do Serviço Federal de Apoio Aéreo da Polícia Alemã. “A missão específica que completou as 100 mil horas de voo mostrou perfeitamente as capacidades do EC135: realizada durante a noite com OVNs e FLIR em uma missão de vigilância ferroviária, permitiu à equipe detectar os suspeitos no próprio ato e coordenar a busca, resultando na detenção dos infratores com sucesso.”

O Esquadrão de Aviação da Polícia Federal alemã opera uma frota de mais de 80 aeronaves, todas da gama Eurocopter, que consiste no EC120 para a formação, EC135 T2i para missões de segurança pública e resgate, o EC155 B para o transporte leve e multimissão e o AS332 L1 Super Puma de longa distância no papel do transporte VIP, vigilância, missões marítimas e de socorro na Alemanha e no exterior.

Como um parceiro de longo prazo dos operadores civis e governamentais em todo o mundo, a Eurocopter oferece não apenas uma gama maior de helicópteros para uma variedade de missões em segurança pública, mas também uma gama completa de serviços como manutenção, assistência técnica, apoio logístico e de treinamento, o que garante soluções de suporte mais eficientes.

Hoje, os operadores policiais em 56 países operam mais de 1.000 helicópteros Eurocopter, incluindo os EUA, Alemanha e Espanha.

EC135 no Brasil

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal é uma das entidades que utiliza o EC135 no mercado governamental brasileiro. Sua ampla cabine, quando configurada para realizar missões de resgate e transporte aeromédico, possibilita o voo com dois pilotos e dois pacientes deitados em maca, ambos assistidos por dois médicos acomodados nas respectivas cabeceiras. Seu kit aeromédico completo possui todos os equipamentos e sistemas necessários ao atendimento de urgência ao paciente transportado, inclusive entre hospitais.

Adquirido pela Corporação em 2005 para ser utilizado no atendimento a diversos tipos de emergências, as vantagens do modelo trazem maior qualidade no serviço prestado, aumentando as chances de sobrevida para muitas das vítimas.

O novo helicóptero é ainda mais seguro por contar com duas turbinas, ter um sistema de estabilização mais avançado e por manter os dois pilotos durante as operações. Essas características aumentam a performance durante as missões, as quais, muitas vezes, são realizadas em locais de difícil acesso, o que requer técnica e agilidade.

A Receita Federal brasileira também opera dois EC 135 na configuração de vigilância aérea. Os helicópteros possuem equipamentos como imageador térmico, gravador de imagens, farol de busca e radares, tendo obtido grande êxito no combate ao contrabando e descaminho.
Por ser compacto, leve, ter capacidade de voar por instrumentos durante o dia e a noite, por meio dos sistemas de visão noturna e transmissão de imagens em tempo real, o EC135 é uma sofisticada combinação de tecnologia e desempenho em uma plataforma acessível aos Estados que necessitam realizar missões de vigilância e inteligência policial. Além disso, no Brasil, o helicóptero é utilizado no transporte de autoridades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará.

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica

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Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx)

 

 

O Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), foi criado no dia 26 de setembro de 1991 e efetivado no ano seguinte em Taubaté, tendo suas origens no Núcleo do Centro de Instrução de Aviação do Exército, implantado com o objetivo de iniciar os trabalhos que permitiriam a criação do CIAvEx.

Enquanto as suas instalações estavam sendo construídas, os primeiros instrutores eram formados na Marinha do Brasil e na FAB, para depois se incorporarem ao efetivo do CIAvEx.

Em suas missões, a Esquadrilha de Helicópteros de Instrução (EHI), também conhecida como Esquadrilha Pégaso, utiliza os helicópteros HA-1 Esquilo, ministrando cursos e estágio, visando à formação, especialização e aperfeiçoamento de pilotos e tripulantes para Avex, bem como a sua habilitação para ocupação de cargos e o desempenho de funções ligadas à mesma.

O CIAvEx disponibiliza os seguintes cursos e estágios:

  • Oficias: Curso de Piloto de Aeronave (CPA), Curso de Piloto de Combate (CPC), Curso Avançado de Aviação (AAv), Curso de Gerência de Manutenção de Aeronaves (GMN), Curso de Gerência de Manutenção de Aviônicos (GMA), Curso de Gerência Administrativa de AvEx (GAM), Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e Estágio de Operações Aeromóveis (OAM)
  • Sargentos – Aviação Manutenção: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Mecânicos de Aviônicos (MVN), Curso de Mecânicos de Aeronaves (MAE), Curso de Mecânicos de Armamento de Aeronaves (MAA), Curso de Inspetor de Aviação Manutenção (IAM) e Estágio de Manutenção 2° Escalão (EMS)
  • Sargentos – Aviação Apoio: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Transporte Aéreo, Suprimento e Serviço Especial de AvEx (TAS), Curso de Controlador de Tráfego Aéreo (CTA), Curso de Metereologista da Avex (MET), Curso de Informações Aeronáuticas (AIS), Curso de Combate a Incêndio Bombeiro Resgate e Prevenção de Acidentes (BRP) e Estágio de Operações Aeromóveis para não Especialistas em Aviação (SAM)
  • Civis – Cabos e Soldados de todas as Forças: Curso de Formação de Sargentos (CFS)

A EHI opera hoje 15 HA-1 Esquilo, 01 HA-1 Fennec (configurado para OVN) e 01 HM-1Panteraque são utilizados na instrução de voo e no Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e no Curso de Piloto de Combate (CPC).

Seu atual Comandante é o TC Alcides Valeriano Faria Júnior.
 

 

“Pela Audácia”

Evento itinerante coordenado pelo Ministério da Defesa realizará seu 6º Seminário em São Paulo

O presidente da Helibras Eduardo Marson Ferreira será um dos palestrantes do 6º Seminário do Livro Branco de Defesa Nacional, que acontece nos próximos dias 30 e 31 de agosto em São Paulo.

Ele vai apresentar o tema “singularidade do mercado de produtos de defesa e a sua importância para o desenvolvimento nacional”, como representante da única fabricante de helicópteros do Brasil e empresa com expertise no desenvolvimento de sistemas e equipamentos de integração para aeronaves utilizadas pelos mercados de defesa e segurança.

“A Helibras, há tempos, atende as Forças Armadas e Governamentais com diversos produtos e serviços e, atualmente, vive sua maior fase de expansão desde que foi criada, em 1978, preparando-se para construir, no Brasil, helicópteros de grande porte para uso militar, o que envolve, ainda, um dos maiores programas de transferência de tecnologia, o qual já está contribuindo, de forma decisiva, para o desenvolvimento da indústria aeronáutica e de defesa em nosso país”, afirma Marson.

O Seminário do Livro Branco de Defesa Nacional tem por objetivo reunir as posições de todos os segmentos da sociedade brasileira para a definição de um conceito de Defesa. O resultado deste trabalho deverá ser enviado pelo Governo Federal ao Congresso até o final do ano, servindo de subsídio para a criação de uma política de Defesa Nacional.

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1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

 

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 Fennec armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna), onze aeronaves HM-1 Pantera armadas com metralhadoras laterais  mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

O 1° BAvEx recebeu este ano a primeira aeronave HM-4 Super Cougar EB-5001 (Jaguar), criando a 2ª Esquadrilha de Helicópetros de Emprego Geral (2ª EHEG), ampliando assim a capacidade de transporte e de raio de ação do Falcão.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o Cel Antonio Paulo da Silva Júnior.
 

 

“Reconhece! Ataca!”

 

 

Criado em 17 Agosto de 1993, na cidade de Taubaté-SP, onde permaneceu até o ano de 2010 quando foi transferido para a cidade de Campo Grande/MS, o 3º Batalhão de Aviação do Exército (3º BAvEx) é uma das Organizações Militares mais operacionais do Exército Brasileiro.

O “Batalhão Pantera”, como é conhecido, foi incumbido da missão de voar e operar as aeronaves do modelo AS 365 K Panther, que recebeu o indicativo de “Helicóptero de Manobra – 01”, ou simplesmente HM-1 Pantera.

Após alguns anos, a Unidade Aérea passou a utilizar, também, as aeronaves AS 550 A2 Fennec, com o indicativo “Helicóptero de Ataque – 01” ou HA-1 Fennec.

Ao longo dos anos, o Batalhão cumpriu inúmeras missões aéreas, todas no mais alto grau de segurança e abnegação.

O Batalhão realiza, anualmente, centenas de missões aéreas que se destacam pela complexidade e grau de dificuldade, exigindo, dos militares da Unidade, uma perfeita sintonia e camaradagem para o bom andamento e sucesso da operação.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.

FOTOS: 3° BAvEx

Durante a tarde do terceiro dia da LAAD 2011, o Sr. Eduardo Marson, Presidente da Helibras, participou da cerimônia de entrega das placas comemorativas pela atuação do 1º Batalhão de Aviaçao do Exército (1º BAvEx) e 2º Batalhão de Aviaçao do Exército (2º BAvEx), que mobilizaram suas aeronaves HA-1 Fennec e HM-3 Cougar, respectivamente, em apoio a ajuda humanitária nas enchentes na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro.

Ainda durante a cerimônia, também foram entregues placas comemorativas pelo atingimento da marca histórica de 100.000 horas de voo das aeronaves HA-1 Esquilo/Fennec, em 22 anos de operação na AvEx, ao Maj. Rodrigo (Sub-Comte.1º BAvEx), TC Lunardi (Comte.2º BAvEx), TC Alcides (Comte. CIAvEx) e ao TC Gonçalves (Comte. Btl Mnt.).

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O Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia recebeu entre os dias 29 de janeiro e 04 de fevereiro, a visita de 70 militares (40 Oficiais e 30 Praças) do Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), que participaram da 1ª fase do Estágio de Pilotagem Tática (EPT).

O objetivo do Estágio é habilitar o piloto a ocupar e exercer função tática no cumprimento de missões de combate. A primeira fase em São Pedro da Aldeia compreende as manobras elementares e as demais, são realizadas em Taubaté onde funciona a sede do Centro de Instrução de Aviação do Exército.

Segundo o Major Souza Junior, que há seis anos acompanha a realização do Estágio, a região é apropriada para os vôos de instrução a baixa altura devido às características peculiares do relevo da região o qual propicia a realização de todas as manobras com o máximo de segurança.

O Major destacou ainda o apoio da BAeNSPA no que tange a estrutura aeronáutica e administrativa, primordiais para o sucesso e realização do Estágio.

Ao final desta fase na Macega os militares do CIAvEx prestaram uma homenagem ao Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Liseo Zampronio e ao Comandante da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, Capitão-de-Mar-e-Guerra Hermann Iberê Santos Boehmer Junior.

FONTE: ComForAerNav

Contrato foi assinado na quinta-feira (30 de dezembro), em Brasília, e capacitará os helicópteros a operarem por, no mínimo, mais 25 anos

Mais de duas décadas depois da incorporação dos primeiros helicópteros AS350 Esquilo à frota do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), a Helibras vai implantar um programa de modernização de 33 aeronaves que se encontram em operação naquele Comando e reconstrução de outras três desse modelo que se encontram inoperantes.

O contrato para realização do programa, no valor de US$ 92 milhões, foi assinado no dia 30 de dezembro passado, no Quartel General do Exército, em Brasília. Os trabalhos terão inicio este ano, nas instalações da Helibras, em Itajubá (MG), com término previsto para 2018.

O programa de modernização capacitará os helicópteros a operar por pelo menos mais 25 anos e abrangerá a substituição dos bancos por modelos com blindagem e capacidade de absorção de impacto, a instalação de um piloto automático e a troca do painel de instrumentos analógico por um sistema integrado com telas MFD (Multifunction Display), que reúnem informações de navegação.

As novas soluções de aviônicos serão desenvolvidas no Brasil pela Sagem Avionics em conjunto com a Aeroeletrônica, com base em um acordo de cooperação firmado entre as duas empresas e a Helibras em novembro último. Esse fornecimento assegurará a revisão desses equipamentos no Brasil, como também futuras modernizações de outras aeronaves civis e militares na região.

Além da frota de aeronaves do CAvEx, o pacote de modernização criado pela Helibras está preparado para atender toda a frota de AS350 Esquilo em operação no Brasil – cerca de 300 aeronaves. Segundo Eduardo Marson, presidente da Helibras, trata-se de uma importante inovação que a Helibras introduz em seu mais versátil modelo: “A tecnologia deu enorme salto desde que os primeiros AS350 Esquilo começaram a ser operados. A aviônica ganhou itens digitais, gerenciados por computadores, que resultam em mais segurança e menor carga de trabalho para o piloto”, afirma o executivo.

Principais itens

O glass cockpit é o item mais significativo da modernização porque oferece uma nova concepção de voo. Três telas de LCD fornecem informações de atitude, velocidade no ar, altitude, velocidade vertical, razão de guinada e HSI, bem como todas as informações do motor e da estrutura.
O módulo também traz um conjunto de modernos equipamentos de navegação e comunicações, permitindo que as informações essenciais passem a ser apresentadas de forma concentrada sobre a situação de voo e sistemas, reduzindo o tempo em varreduras no painel, além de permitir uma leitura precisa e extremamente rápida dos dados dos sistemas e dos parâmetros de voo.

O piloto automático é o modelo Sagem AP85, um AFCS (Automatic Flight Control System) que provê estabilidade nos eixos longitudinal e transversal, e aumento na estabilidade com controle automático de ajustes finos de voo. O seu computador de ajustes finos (trim) comanda um atuador paralelo de tal modo que mantém o cíclico centrado durante todo o momento, para que haja sempre a máxima capacidade de manobra sobre os comandos, memorizando a atitude da aeronave no momento em que é acoplado, garantindo o vôo estável e o enquadramento do alvo nos momentos de uso do armamento aerotransportado. A estabilidade proporcionada pelo AP85 também significa um auxílio valioso nas missões de observação, de ataque e reconhecimento armado, ou mesmo em missões de salvamento realizadas pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil.

Os novos bancos com absorção de energia oferecem proteção do tipo anti-crash, permitem ajuste longitudinal e de altura, proporcionando melhor campo visual para os pilotos; serão instaladas placas de compósitos especiais, que oferecem uma proteção blindada. São três partes, sendo uma posicionada no piso da cabine, sob os pedais, uma nas laterais, entre cada piloto e as portas, e outra nos encostos dos assentos.

FOTO: Guilherme Wiltgen/ForTe

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O Comando de Aviação do Exército recebeu o público em suas instalações em Taubaté, para mais um evento de Portões Abertos.

Durante toda a manhã do domingo, os visitantes puderam conhecer um pouco mais sobre o trabalho realizado pelos militares que servem no CAvEx e puderam ver de perto as aeronaves do Exército.

Além dos helicópteros da AvEx, do Águia da Polícia Militar de SP, do Cessna Caravan da FAB e de diversas aeronaves do Aeroclube de Taubaté que permaneceram em exposição estática, o 2° Batalhão de Aviação do Exército (2° BAvEx), realizou um demonstração aérea que contou com apresentação de técnicas de Rappel e Mcguire realizado por um HA-1 Fennec, seguido de uma inserção de tropas realizada por um HM-1 Pantera e uma demonstração de transporte de carga, por um HM-3 Cougar, levando em seu gancho uma viatura do EB.

Houve ainda a apresentação dos paraquedistas militares que contou com o Gen. Bda. Peternelli, saltando de uma aeronave HM-3 Cougar do 2° BAvEx.

Finalizando o evento, o público presente assistiu a sempre empolgante apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

COLABORAÇÂO: Rubens Barbosa Filho

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Gen. Bda. Peternelli (ComAvEx), Cel. Dolabela (CHEM), TC Lunardi (Comte. 2° BAvEx) e Maj. Helder (E/5).

Foi comemorado no último dia 15, os dezenove anos de criação do Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx).

A cerimônia militar foi presidida pelo General da reserva Moura Barreto e contou com a presença do Cel. Robert, Chefe do Estado Maior da AvEx, os Comandantes do 1°, 2° e 3° BAvEx, BAvT e demais OM da AvEx e diversos convidados militares e civis como o Sr. Eduardo Marson Ferreira, Diretor Presidente da Helibras.

Seu atual Comandante é o Cel Cav QEMA Fábio Benvenutti CASTRO.

O Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), foi criado em 1991 e efetivado no ano seguinte em Taubaté, tendo suas origens no Núcleo do Centro de Instrução de Aviação do Exército, implantado com o objetivo de iniciar os trabalhos que permitiriam a criação do CIAvEx.

Enquanto as suas instalações estavam sendo construídas, os primeiros instrutores eram formados na Marinha do Brasil e na FAB, para depois se incorporarem ao efetivo do CIAvEx.

Em suas missões a Esquadrilha de Helicópteros de Instrução (EHI), também conhecida como Esquadrilha Pégaso, utiliza os helicópteros HA-1 Esquilo, ministrando cursos e estágio, visando à formação, especialização e aperfeiçoamento de pilotos e tripulantes para AvEx, bem como a sua habilitação para ocupação de cargos e o desempenho de funções ligadas à mesma.

O CIAvEx disponibiliza os seguintes cursos e estágios:

  • Oficias: Curso de Piloto de Aeronave (CPA), Curso de Piloto de Combate (CPC), Curso Avançado de Aviação (AAv), Curso de Gerência de Manutenção de Aeronaves (GMN), Curso de Gerência de Manutenção de Aviônicos (GMA), Curso de Gerência Administrativa de AvEx (GAM), Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e Estágio de Operações Aeromóveis (OAM)
  • Sargentos – Aviação Manutenção: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Mecânicos de Aviônicos (MVN), Curso de Mecânicos de Aeronaves (MAE), Curso de Mecânicos de Armamento de Aeronaves (MAA), Curso de Inspetor de Aviação Manutenção (IAM) e Estágio de Manutenção 2° Escalão (EMS)
  • Sargentos – Aviação Apoio: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Transporte Aéreo, Suprimento e Serviço Especial de AvEx (TAS), Curso de Controlador de Tráfego Aéreo (CTA), Curso de Metereologista da Avex (MET), Curso de Informações Aeronáuticas (AIS), Curso de Combate a Incêndio Bombeiro Resgate e Prevenção de Acidentes (BRP) e Estágio de Operações Aeromóveis para não Especialistas em Aviação (SAM)
  • Civis – Cabos e Soldados de todas as Forças: Curso de Formação de Sargentos (CFS)

A EHI opera hoje 14 HA-1 Esquilo, 01 HA-1 Fennec (configurado para OVN) e 01 HM-1Pantera, utilizados para a parte prática de instrução de voo.

O Centro de Instrução conta com uma excelente estrutura de ensino, contando com um simulador sintético da aeronave HA-1 Esquilo com quatro cabines desta aeronave em escala 1:1, onde os alunos e os pilotos já formados, podem simular diversos tipos de operações, que vão desde um voo em formatura até operações aeromóveis com o uso de OVN.

O CIAvEx também é homologado pela empresa TURBOMECA, fabricante de motores de aeronaves, sendo hoje a única escola da América do Sul nessas condições, ressaltando  que existem apenas três escolas nessa situação em todo o mundo: duas na Europa e uma no Brasil (CIAvEx).

Após a cerimônia, todos os convidados assistiram ao desfile da tropa, encerrando as comemorações alusivas a data.

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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Modernização dos Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O objetivo desse projeto é, em síntese, modernizar os trinta e cinco helicópteros HB 350L1 Esquilo e AS550A2 Fennec da AvEx, que são utilizados para as missões de Reconhecimento e Ataque, possibilitando o seu emprego na Força Terrestre por mais trinta anos.

Com essa modernização, o Exército passará a contar com helicópteros de reconhecimento e ataque, atualizados tecnologicamente, com novos painéis de instrumentos; sistema de comunicações avançado e seguro; e sistemas de armas integrados com lançadores de mísseis ar-solo, lançadores de foguetes modernos, metralhadoras .50 e canhões 20mm, elevando, dessa forma, o poder de dissuasão da AvEx.

O apoio das Empresas HELIBRAS e EUROCOPTER nessa empreitada será de fundamental importância para o êxito do projeto de modernização da frota de helicópteros de Reconhecimento e Ataque da AvEx.

As principais mudanças serão as seguintes:

  • modernização do painel de instrumentos para os modernos glass cockpit;
  • modernização dos equipamentos de rádiocomunicação e de rádionavegação;
  • incorporação de medidas de defesa passiva; e
  • ampliação da capacidade dos helicópteros de receber armamento, tais como: o míssil ar-solo; o foguete 70mm Skyfire; o canhão de 20mm; a metralhadora .50; e armamento lateral.

Desenvolvimento de Mísseis Ar-solo para os Helicópteros de Reconhecimento e Ataque

O EB está desenvolvendo um projeto para aprimorar o sistema de armas dos helicópteros de ataque AS550A2 Fennec e HB 350 L1-Esquilo, da AvEx.

Esse sistema de armas será composto por lançadores de foguetes com maior alcance e maior precisão, pela metralhadora .50 e por mísseis ar-solo de fabricação nacional.

Esses mísseis, que serão denominados míssil ar-solo MAS 5.1, poderão ser empregados no ataque a alvos terrestres móveis, blindados ou não, e a instalações.

Esse projeto se beneficiará dos conhecimentos tecnológicos e das experiências colhidas no desenvolvimento do míssil anticarro MSS 1.2, de propriedade intelectual do EB e realizado em parceria com a empresa Mectron.

A relevância do projeto é justificada pelo aumento significativo da dissuasão dos meios de reconhecimento e ataque da AvEx, pela contribuição na elevação da capacidade do parque fabril nacional no domínio de tecnologias sensíveis de defesa, na redução da dependência bélica do exterior, na criação de um potencial de comercialização no subcontinente sul-americano e na geração de empregos, todos eles convergentes com os objetivos traçados na Estratégia Nacional de Defesa e nas diretrizes do Comandante do Exército.

FONTE: DMAvEx via Revista Verde Oliva

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

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