Foz do Iguaçu (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cascavel (PR), participa da Operação Ágata 2 com seus elementos de manobra desdobrados numa faixa de fronteira que se extende de Guaíra (PR) até Barração (PR), num total de aproximadamente 400 km de fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Com a finalidade de garantir mobilidade e surpresa nas ações de combate aos crimes transfronteiriços e ambientais na fronteira oeste do Paraná, dentro do Plano Estratégico de Fronteiras, a 15ª Bda Inf Mtz está sendo apoiada por aeronaves de asa rotativa (helicópteros), do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2 BAvEx), de Taubaté (SP).

O 2º BAvEx deslocou para a área de operações três aeronaves, sendo um helicóptero HA–1 Fennec, um HM–1 Pantera e um HM–3 Cougar, que permitem o deslocamento de frações de tropa para a ocupação rápida e inopinada de um Ponto de Bloqueio e Controle de Estradas, como está ocorrendo nos municípios nas próximidades de Foz do Iguaçu (PR).

Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx)

 

 

O Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), foi criado no dia 26 de setembro de 1991 e efetivado no ano seguinte em Taubaté, tendo suas origens no Núcleo do Centro de Instrução de Aviação do Exército, implantado com o objetivo de iniciar os trabalhos que permitiriam a criação do CIAvEx.

Enquanto as suas instalações estavam sendo construídas, os primeiros instrutores eram formados na Marinha do Brasil e na FAB, para depois se incorporarem ao efetivo do CIAvEx.

Em suas missões, a Esquadrilha de Helicópteros de Instrução (EHI), também conhecida como Esquadrilha Pégaso, utiliza os helicópteros HA-1 Esquilo, ministrando cursos e estágio, visando à formação, especialização e aperfeiçoamento de pilotos e tripulantes para Avex, bem como a sua habilitação para ocupação de cargos e o desempenho de funções ligadas à mesma.

O CIAvEx disponibiliza os seguintes cursos e estágios:

  • Oficias: Curso de Piloto de Aeronave (CPA), Curso de Piloto de Combate (CPC), Curso Avançado de Aviação (AAv), Curso de Gerência de Manutenção de Aeronaves (GMN), Curso de Gerência de Manutenção de Aviônicos (GMA), Curso de Gerência Administrativa de AvEx (GAM), Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e Estágio de Operações Aeromóveis (OAM)
  • Sargentos – Aviação Manutenção: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Mecânicos de Aviônicos (MVN), Curso de Mecânicos de Aeronaves (MAE), Curso de Mecânicos de Armamento de Aeronaves (MAA), Curso de Inspetor de Aviação Manutenção (IAM) e Estágio de Manutenção 2° Escalão (EMS)
  • Sargentos – Aviação Apoio: Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS), Curso de Transporte Aéreo, Suprimento e Serviço Especial de AvEx (TAS), Curso de Controlador de Tráfego Aéreo (CTA), Curso de Metereologista da Avex (MET), Curso de Informações Aeronáuticas (AIS), Curso de Combate a Incêndio Bombeiro Resgate e Prevenção de Acidentes (BRP) e Estágio de Operações Aeromóveis para não Especialistas em Aviação (SAM)
  • Civis – Cabos e Soldados de todas as Forças: Curso de Formação de Sargentos (CFS)

A EHI opera hoje 15 HA-1 Esquilo, 01 HA-1 Fennec (configurado para OVN) e 01 HM-1Panteraque são utilizados na instrução de voo e no Estágio de Pilotagem Tática (EPT) e no Curso de Piloto de Combate (CPC).

Seu atual Comandante é o TC Alcides Valeriano Faria Júnior.
 

 

“Pela Audácia”

4° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Cel. Ricardo Pavanello)

Desde a sua ativação, em 15 de dezembro de 1993, o 4° Batalhão de Aviação do Exército (4° BAvEx) ocupou provisóriamente as instalaçãoes cedidas pela FAB na Base Aérea de Manaus. Através de um acordo inter-ministerial, foi cedido ao EB um espaço, adjacente à pista já existente na BAMN, onde foram construídas as instalaçãoes definitivas do 4° BAvEx.

Devido a imensa áera onde atua, o 4° BAvEx tem uma rotina operacional intensa, mas com elevado índice de segurança proporcionado pela mentalidade operacional e de manutenção desenvolvida, conquistado nestes anos de operação com aeronaves de alta tecnologia, como os HM-1 Pantera, HM-2 Black Hawk e HM-3 Cougar.

Entre as suas principais missões estão as de suprir as Unidades Apoiadas do Exército e Unidades Aéreas da Marinha e Aeronáutica na Amazônia, evacuação aeromédica (EVAM) e apoio a comunidade, inclusive em campanhas de saúde pública e situaçãoes de calamidade.

Denominação Histórica – Batalhão Cel. Ricardo Pavanello

Entusiasta da Avex na Amazônia, o Coronel Ricardo Felippe Albrecht Pavanello, tornou realidade a viabilização da criação e implantação da OM nas instalações atuais, ao mesmo tempo em que tornou e fortaleceu o epírito de corpo do 4° BAvEx.

O Cel. Pavanello faleceu em decorrência de uma acidente, apenas quinze dias depois da passagem de Comando da Unidade.

Em reconhecimento ao trabalho em prol da AvEx, o Exército Brasileiro designou o então 4° BAvEx a denominação histórica de Batalhão Coronel Ricardo Pavanello, uma justa homenagem ao aviador militar, um dos pioneiros da recriada Aviação do Exército, que serve de exemplo a todos que serviram ou servem no 4° BAvEx.

O helicóptero Sikorsky Black Hawk (HM-2) foi desenvolvido desde o início para ser aeronave militar e as aeronaves da AvEx são da versão de exportação, denominadas S-70, apresentando algumas diferenças em relação ao UH-60 Black Hawk do US Army.

Adquiridos inicialmente para emprego na Misão de Observadores Militares Equador-Peru (MOMEP), ao final da missão, passaram a integrar a frota de helicópteros do 4° BAvEx.

Impulsionado por dois motores GE T700–701C de 1.940 shp cada, a sua missão principal é o transporte de tropa, sendo capaz de conduzir até quatorze soldados totalmente equipados, além da tripulação da aeronave (1P, 2P e MV), podendo ser equipado com diversos tipos de armamento, inclusive mísseis anti-tanques.

A aeronave está equipada para realizar voo IFR (por instrumento) e foi a primeira aeronave configurada a utilizar OVN (óculos de visão noturna), inaugurando uma nova “visão” na AvEx.

Atualmente tanto os 04 HM-2 Black Hawk quanto os 04 HM-3 Cougar estão configurados para o uso do OVN.

O HM-2 Black Hawk foi carinhosamente apelidado por seus tripulantes de Acari-Bodó, ou simplesmente Bodó, por sua semelhança física ao peixe típico da região amazônica, dotado de grande resistência.

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

 

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.
 

2° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Guerreiro)

 

 
O 2° BAvEx (Batalhão Guerreiro) , foi recriado em 17 de agosto de 1993 e recebeu a denominação histórica ” Batalhão Casimiro Montenegro Filho”.

Esta homenagem evoca os fatos notáveis nacionais, ligados com a história do 2° Regimento de Aviação do Exército, ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, no intuito de manter viva no Exército do presente, as tradições do seu passado.

Os fatos marcantes na vida do Marechal vão, desde a sua formação na 1ª Turma de Aviação do Exército, na Escola Militar do Realengo (atual AMAN), passando pela criação e voo inaugural do Correio Aéreo Militar (atual CAN), seu primeiro Comando do Núcleo do 2° Regimento de Aviação Militar, de 1933 a 1936, sua formação na 1ª Turma de Engenharia Aeronáutica , criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (atual DCTA) até se tornar patrono da Engenharia Aeronáutica.

A criação do 2° Esquadrão de Aviação do Exército, foi fruto do desmembramento do 1° Batalhão de Helicópteros e teve origem na 1ª Companhia de Helicópteros de Manobra e na Companhia de Comando e Serviço do então 1° Batalhão de Helicópteros.

O 2° BAvEx iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 1994 e comemora o seu aniversário em 14 de março, data esta em que cumpriu a sua 1ª Missão Aérea, prestando apoio a 26ª Brigada de Infantaria Para-quedista.

A partir de 1° de janeiro de 2005, mudou a sua designação de 2° Esquadrão para 2° Batalhão de Aviação do Exército e também é conhecido como Batalhão Guerreiro.

Possui em sua dotação sete aeronaves HM-1 Pantera, seis HA-1 Fennec e 04 HM-3 Cougar.

Dos seis HA-1, três aeronaves já se encontram configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e uma quarta já está em processo de configuração. Os quatro HM-3 Cougar estão configurados para utilização de OVN.

O 2° BAvEx possui as seguintes subunidades:

01 Esquadrilha de Comando e Apoio,

01 Esquadrilha de Helicópteros de Reconhecimento e Ataque (EHRA);

02 Esquadrilhas de Helicópteros de Emprego Geral (EHEG) e

01 Esquadrilha de Manutenção e Suprimentos (EMS)

No emprego em combate, a AvEx realiza o voo tático, realizado à baixa altura, que vem a imprimir à Força Terrestre, grande mobilidade, versatilidade e poder de combate. Para isso, o 2° BAvEx precisa estar sempre preparado e conta com um efetivo com grande capacidade profissional e em constante adestramento.

O Batalhão Guerreio desenvolve grande atividade junto as unidades do EB em todo o território nacional e também à comunidade civil, cumprindo missões de apoio em situação de calamidade pública, com a ocorrida em Santa Catarina, onde a primeira aeronave da AvEx a chegar foi o HM-1 Pantera EB-2014 (Guerreiro 14).

Seu atual Comandante é o Cel. Lindonei Lunardi.
 

1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

 

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 Fennec armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna), onze aeronaves HM-1 Pantera armadas com metralhadoras laterais  mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

O 1° BAvEx recebeu este ano a primeira aeronave HM-4 Super Cougar EB-5001 (Jaguar), criando a 2ª Esquadrilha de Helicópetros de Emprego Geral (2ª EHEG), ampliando assim a capacidade de transporte e de raio de ação do Falcão.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o Cel Antonio Paulo da Silva Júnior.
 

 

“Reconhece! Ataca!”

 

 

Criado em 17 Agosto de 1993, na cidade de Taubaté-SP, onde permaneceu até o ano de 2010 quando foi transferido para a cidade de Campo Grande/MS, o 3º Batalhão de Aviação do Exército (3º BAvEx) é uma das Organizações Militares mais operacionais do Exército Brasileiro.

O “Batalhão Pantera”, como é conhecido, foi incumbido da missão de voar e operar as aeronaves do modelo AS 365 K Panther, que recebeu o indicativo de “Helicóptero de Manobra – 01”, ou simplesmente HM-1 Pantera.

Após alguns anos, a Unidade Aérea passou a utilizar, também, as aeronaves AS 550 A2 Fennec, com o indicativo “Helicóptero de Ataque – 01” ou HA-1 Fennec.

Ao longo dos anos, o Batalhão cumpriu inúmeras missões aéreas, todas no mais alto grau de segurança e abnegação.

O Batalhão realiza, anualmente, centenas de missões aéreas que se destacam pela complexidade e grau de dificuldade, exigindo, dos militares da Unidade, uma perfeita sintonia e camaradagem para o bom andamento e sucesso da operação.

Seu atual Comandante é o TC Evandro Luis Lopes Ferreira.

FOTOS: 3° BAvEx

Durante a Operação Arco Verde, a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada recebe apoio de duas aeronaves do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Campo Grande/MS): uma aeronave HM-1 Pantera e um HA-1 Fennec.

O apoio das aeronaves tem sido fundamental para o andamento da Operação em ações de reconhecimento, apoio aéreo em regiões de difícil acesso, mapeamento de áreas atingidas pelo desmatamento e transporte de tropa.

FONTE e FOTOS: EB

De 21 de maio a 1º de junho, transcorreu a última fase do Estágio de Operações no Pantanal para oficiais do Comando Militar do Oeste, ministrado pela Seção de Instrução de Operações no Pantanal do 17º B Fron.

Nesse período, foram realizados exercícios afetos às operações de defesa externa, de garantia da lei e da ordem, bem como de intensificação da presença da Força na faixa da fronteira.

FONTE e FOTOS: EB

A Companhia de Precursores Pára-quedista (Cia Prec Pqdt) realizou, no período de 2 a 6 de maio de 2011, o apoio de Pedido de Cooperação e Instrução para os integrantes da 12ª Brigada de Infantaria Leve, Caçapava (SP).

Os especialistas da Cia Prec Pqdt tiveram a oportunidade de passar alguns conhecimentos importantes referentes aos assuntos de interesse como noções de Proteção ao Voo, Operação de Zonas de Pouso e Zonas de Pouso de Helicópteros, bem como peculiaridades do monitoramento de Regiões de Interesse Para Inteligência (RIPI).

FONTE e FOTO: EB

3° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Pantera)

O 3º Batalhão de Aviação do Exército (3° BAvEx) é uma das mais recentes unidades aéreas surgidas com a última reestruturação pela qual passou a Aviação do Exército, sendo criado em 17 de agosto de 1993, data em que comemora seu aniversário.

Integrando a Força de Ação Rápida (FAR) do Exército, cuja missão é atuar rapidamente onde houver conflitos no território nacional, a unidade é composta de profissionais adestrados na arte de voar e fazer voar o helicóptero Pantera e hoje possui dez HM-1 Pantera e seis HA-1 Fennec.

É uma OM destinada ao emprego em ações de combate, e o eventual emprego de meios desta Unidade em missões de apoio ao combate e/ou missões de apoio logístico é uma decisão de Comando, que pode se justificar conforme as circunstâncias.

Desde 17 de janeiro deste ano, o 3° BAvEx possui um destacamento composto por cinco aeronaves HA-1 Fennec operando no complexo do Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande/MS, para onde o Batalhão será transferido, tão logo estejam prontas as instalações que estão sendo construídas em uma área da Base Aérea de Campo Grande (BACG).

A unidade realiza os seguintes tipos de missões: Além das missões de apoio à Força Terrestre, o 3º BAvEx se destaca também pelas de caráter humanitário, tais como de evacuação aeromédica (EVAM), e de apoio à comunidade. Exemplos disso foi a missão de apoio ao governo do Paraná, em 1994, transportando um reservatório de água de 20.000 litros permitindo o fornecimento de água potável para toda comunidade de Superagui (litoral paranaense), sua atuação de combate ao fogo na região da reserva de Monte Pascoal em 1995 e a operação de apoio durante a enchente que assolou o litoral paulista em 1996.

O Batalhão Pantera, participou de grandes operações militares do Exército, tais como: a Operação Surumu, em 1994 na região amazônica; a Operação Rio, em 1995 e a Operação Tarauacá em 1995, realizada também na região amazônica.

Seus integrantes estão conscientes de que o Exército vive uma época em que a sociedade brasileira e o mundo redefinem conceitos e objetivos. Hoje, mais do que nunca, será verdadeiramente soberano o país cujo Exército dominar a 3ª dimensão do campo de batalha, o espaço aéreo.

Seatual Comandante é Cel. William

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe

1° Batalhão de Aviação do Exército (Batalhão Falcão)

Pioneira das unidades aéreas da Força Terrestre, o 1º BAvEx (1° Batalhão de Aviação do Exército), foi criado em 03 de setembro de 1986 e começou a se organizar em Taubaté/SP, em janeiro de 1988, fazendo assim com que a Aviação do Exército ressurgisse, após um longo tempo de desativação.

Em 21 de abril de 1989, recebeu o primeiro helicóptero da AvEx, o HA-1 Esquilo EB 1001 e iniciou suas operações aéreas.

Em 1990 e 1993, sofreu transformações organizacionais e mudanças de denominação, proporcionando condições para a criação das demais OM da AvEx, passando inicialmente a ser o 1º Batalhão de Helicópteros e no início de 2005 voltou a sua denominação original: 1º Batalhão de Aviação do Exército.

Hoje, dotado de sete aeronaves HA-1 “Fennec” armadas com lançadores de foguetes de setenta milímetros e com metralhadoras axiais de calibre .50 (12, 7 mm), destas sete, duas possuem imageador térmico (FLIR) e cinco estão configuradas para utilizar OVN (óculos de visão noturna) e onze aeronaves HM-1 “Pantera” armadas com metralhadoras laterais, mantém-se em constante adestramento para cumprir missões de combate, apoio ao combate e apoio logístico.

Com os seus meios orgânicos atuais, está em excelentes condições para executar o ataque, o reconhecimento, a segurança, incursão, infiltração e exfiltração aeromóveis.

De forma regular, mensalmente presta apoio aéreo a várias unidades (batalhões e regimentos), em todo o território nacional, destacando frações para executarem todas as operações aeromóveis, particularmente as missões de reconhecimento, transporte de pessoal, evacuação médica, condição dos tiros de artilharia e treinamento de tropa em técnicas aeromóveis.

Além dos exercícios anuais para o adestramento das próprias tripulações e equipes de terra, tem participado de várias manobras de vulto executadas pelo Exército desde 1990.

Além das missões já descritas, o Batalhão FALCÃO prestou e presta apoio a outros órgãos públicos, aos governos estaduais e municipais nos casos de calamidades públicas e quando da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que contou com o apoio de uma aeronave HA-1 Fennec com FLIR, conhecida na AvEx como “Olho da Águia”.

Como integrante das Forças de Ação Rápida (FAR), o 1° BAvEx está em condições de ser empregado, a qualquer momento e em qualquer lugar do país, valendo-se para isso, de suas tripulações e equipes de terra altamente capacitadas e constantemente adestradas para o exercício de sua funções.

Este é o 1º Batalhão de Aviação do Exército, ágil e profissional, sempre pronto a cumprir suas missões, em defesa da Pátria e da Nação brasileira.

Seu atual Comandante é o TC Silva Júnior.

“Reconhece! Ataca!”

FOTOS: Guilherme Wiltgen/ForTe