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	<title>Forças Terrestres - ForTe - Estratégia, Tecnologia Militar e Segurança &#187; Israel</title>
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	<description>Informação e Discussão sobre as Forças Terrestres</description>
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		<title>A solução para a paz no Oriente Médio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 18:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="580" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rJEh8GR1YX4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rJEh8GR1YX4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="385"></embed></object></p>
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		<title>&#8216;Israel tem armas nucleares e o mundo todo sabe há décadas&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 13:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<description><![CDATA[Historiador que revelou prova do arsenal diz que notícia foi a tentativa de vendê-lo Marcelo Ninio Toda nova informação sobre o suposto programa nuclear de Israel desperta enorme interesse, dada a ambiguidade que envolve o tema. Não foi diferente com a notícia, divulgada nesta semana, de que em 1975 o ministro da Defesa israelense, Shimon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Historiador que revelou prova do arsenal diz que notícia foi a tentativa de vendê-lo</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9172" title="arsenal_nuclear" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/arsenal_nuclear.jpg" alt="arsenal_nuclear" width="550" height="489" /></p>
<p><em>Marcelo Ninio </em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5586" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" /> Toda nova informação sobre o suposto programa nuclear de Israel desperta enorme interesse, dada a ambiguidade que envolve o tema. Não foi diferente com a notícia, divulgada nesta semana, de que em 1975 o ministro da Defesa israelense, Shimon Peres (hoje presidente), teria oferecido armas nucleares ao regime do apartheid sul-africano.</p>
<p>A revelação está num livro que consumiu seis anos de pesquisa do historiador americano Sasha Polakow-Suransky e é considerada uma rara prova do arsenal atômico de Israel -que o país não nega nem admite ter.</p>
<p>Folha &#8211; Em que medida os documentos revelados em seu livro comprovam a oferta israelense? Peres negou tudo. Sasha Polakow-Suransky &#8211; Peres está sendo evasivo. Ele está certo quando diz que sua assinatura não aparece nas minutas das reuniões, mas ela aparece no documento que garante sigilo para a negociação sobre a venda de mísseis Jericó. Os documentos mostram acima de qualquer dúvida que o tema foi discutido em uma série de encontros em 1975. As frases usadas para descrever as ogivas são vagas, o que é comum nesse tipo de negociação. A confirmação de que o governo sul-africano viu a discussão como uma oferta nuclear explícita está num memorando do chefe do Estado-Maior, R. F. Armstrong, que detalha as vantagens do sistema de mísseis Jericó para a África do Sul, mas só se os mísseis tivessem ogivas nucleares. É a primeira vez que aparece um documento com a discussão sobre mísseis nucleares em termos concretos. O acordo nunca foi fechado, mas a discussão ocorreu, e o alto escalão sul-africano entendeu a proposta israelense como oferta nuclear.</p>
<p>Qual era o objetivo de Israel? Principalmente financeiro. Peres também estava buscando financiamentos conjuntos e precisava oferecer algo em troca à África do Sul. No encontro de 4 de junho, Peres sugeriu a Pieter Botha [então ministro da Defesa] que a África do Sul financiasse entre 10% e 5% de um projeto de um jato leve e 33% de um sistema balístico de cognome &#8220;Assaltante&#8221;. Israel tinha o know-how, e a África do Sul tinha dinheiro.</p>
<p>Há outras revelações sobre o elo entre Israel e o regime do apartheid em seu livro? Muitas. As principais são a continuação do projeto dos mísseis Jericó na África do Sul nos anos 80, quando especialistas israelenses ajudaram a construir projéteis de segunda geração para carregar ogivas nucleares; e a venda de &#8220;yellow cake&#8221; [concentrado de urânio] da África do Sul para Israel em 1961.</p>
<p>Os documentos revelados em seu livro são a evidência mais clara até hoje do arsenal nuclear israelense? Não. As fotos de Mordechai Vanunu [técnico nuclear israelense condenado por traição] em 1986 são muito mais definitivas. O significado dos documentos não é provar que Israel tem armas nucleares, o que o mundo todo sabe há décadas. A notícia aqui é que a possível transferência de tecnologia nuclear foi debatida no alto escalão.</p>
<p><strong>FONTE/IMAGEM</strong>: Folha de São Paulo, via Resenha/UOL</p>
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		<title>Brasil rebate críticas de Israel sobre acordo nuclear com o Irã</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 14:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nunão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estado judeu diz que iranianos &#8216;manipularam&#8217; diplomatas e que pacto pode minar esforços por sanções JERUSALÉM &#8211; O governo brasileiro rejeitou as críticas de Israel a um acordo fechado nesta segunda-feira, 17, entre Irã, Turquia e Brasil sobre o programa nuclear de Teerã. Segundo esse acordo, o Irã enviará 1.200 quilos de urânio pouco enriquecido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Estado judeu diz que iranianos &#8216;manipularam&#8217; diplomatas e que pacto pode minar esforços por sanções</h2>
<p><img class="alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="../wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />JERUSALÉM &#8211; O governo brasileiro rejeitou as críticas de Israel a um acordo fechado nesta segunda-feira, 17, entre Irã, Turquia e Brasil sobre o programa nuclear de Teerã. Segundo esse acordo, o Irã enviará 1.200 quilos de urânio pouco enriquecido à Turquia e, em troca, receberá 120 quilos de combustível nuclear para seu reator em Teerã. Nesta segunda, um alto funcionário israelense acusou o Irã de ter &#8220;manipulado&#8221; os governos de Turquia e Brasil.</p>
<p>&#8220;Israel tem o direito de dizer o que quiser, mas é a primeira vez que o Irã concordou em enviar seu combustível nuclear para um terceiro país&#8221;, disse à agência de notícias AFP um assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. &#8220;O Brasil ajudou a alinhar as posições, como um facilitador do diálogo&#8221;, disse o assessor, ainda em Teerã. O acordo para troca de combustível foi firmado após conversas entre o presidente Lula, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan.</p>
<p>O Irã pode sofrer uma quarta rodada de sanções no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) por conta de seu programa nuclear. Diplomatas ocidentais disseram que o acordo não resolve totalmente o impasse em torno do tema, embora dificulte a imposição de tais medidas e coloque as potências nucleares que desejam as sanções em situação delicada.</p>
<p>A Turquia e o Brasil são membros não permanentes do Conselho de Segurança e têm resistido aos esforços liderados pelos EUA para aprovar mais sanções ao Irã. Esse processo pode ser usado tanto para fins pacíficos como para a produção de uma bomba. Teerã alega ter apenas fins pacíficos.</p>
<p><strong>Manipulação</strong></p>
<p>Um alto funcionário de Israel afirmou que o Irã &#8220;manipulou&#8221; o Brasil e a Turquia em relação a um acordo para enviar seu urânio pouco enriquecido ao território turco, em troca de combustível para seu reator em Teerã. &#8220;Os iranianos já usaram um truque desse tipo no passado, fingindo aceitar um passo assim para reduzir as tensões e diminuir o risco de sanções internacionais mais duras, e então se recusando a prosseguir até o fim&#8221;, afirmou a fonte, que pediu anonimato.</p>
<p>O funcionário israelense disse que o acordo iria &#8220;complicar radicalmente&#8221; os esforços das potências envolvendo a questão. &#8220;Será muito mais difícil para os Estados Unidos ou para os europeus rejeitarem este acordo, porque nós não estaremos lidando apenas com o Irã, que é muito mais fácil de lidar, mas com potências emergentes, como o Brasil e a Turquia, com quem as relações são muito sensíveis.&#8221; As relações entre Israel e Turquia pioraram após os israelenses lançarem uma ofensiva de 22 dias na Faixa de Gaza, em dezembro de 2008.</p>
<p>A rádio pública israelense, citando altos funcionários locais, afirmou que a iniciativa em três partes &#8220;iria agravar o problema iraniano, ao complicar os esforços dos EUA e dos europeus para conseguir aprovar sanções&#8221;. As informações são da Dow Jones.</p>
<p><strong>FONTE</strong>:<a href="http://www.es"> Estadão</a></p>
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		<title>Israel diz que Irã enganou Brasil e Turquia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 22:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nunão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com a agência de notícias France Presse, um alto funcionário do governo israelense teria dito que o Irã enganou o Brasil e a Turquia com o acordo de troca de material nuclear, assinado poucas horas antes. &#8220;Os iranianos enganaram o Brasil e a Turquia fingindo aceitar que o enriquecimento de parte do seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8995" title="Lula e Ahmadinejad - foto Reuters via Folha online" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/05/Lula-e-Ahmadinejad-foto-Reuters-via-Folha-online.jpeg" alt="Lula e Ahmadinejad - foto Reuters via Folha online" width="550" height="412" /></p>
<p><img class="alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="../wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />De acordo com a agência de notícias France Presse, um alto funcionário do governo israelense teria dito que o Irã enganou o Brasil e a Turquia com o acordo de troca de material nuclear, assinado poucas horas antes.</p>
<p>&#8220;Os iranianos enganaram o Brasil e a Turquia fingindo aceitar que o enriquecimento de parte do seu urânio seja feito na Turquia&#8221;, afirmou o funcionário que pediu anonimato. &#8220;Eles já fizeram o mesmo no passado, fingindo aceitar esse procedimento para diminuir a tensão e o risco de sanções internacionais, porém, em seguida, se negaram a cumprir o acordo&#8221;, disse.</p>
<p>Na manhã desta segunda-feira (horário local), os ministros de Relações Exteriores do Brasil, Turquia e Irã assinaram um acordo no qual o Irã enviará 1.200 quilos de urânio levemente enriquecido para a Turquia e receberá de volta, em um ano, o material enriquecido a 20% (nível utilizado para um reator de pesquisa).</p>
<p><strong>FONTE: </strong><a href="http://www.folha.uol.com.br">Folha online</a>, com France Presse</p>
<p><strong>FOTO:</strong> Reuters, via <a href="http://www.folha.uol.com.br/">Folha online</a></p>
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		<title>Em resposta a foguete, Israel ataca seis alvos na faixa de Gaza</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 02:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
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		<description><![CDATA[A força aérea de Israel atacou ao menos seis alvos na faixa de Gaza nesta sexta-feira, em represália ao foguete lançados ontem por militantes palestinos que mataram um trabalhador tailandês em Israel, informaram testemunhas e fontes do grupo islâmico Hamas. Dois civis ficaram feridos em um dos três ataques a túneis clandestinos na fronteira com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg"><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" /></a>A força aérea de Israel atacou ao menos seis alvos na faixa de Gaza nesta sexta-feira, em represália ao foguete lançados ontem por militantes palestinos que mataram um trabalhador tailandês em Israel, informaram testemunhas e fontes do grupo islâmico Hamas.</p>
<p>Dois civis ficaram feridos em um dos três ataques a túneis clandestinos na fronteira com o Egito. Outros alvos incluíram dois campos abertos em Khan Younis e uma oficina de fundição de metal na Cidade de Gaza. O Exército israelense não comentou de imediato os ataques.</p>
<p>O vice-premiê de Israel, Silvan Shalom, disse hoje que seu país daria uma &#8220;resposta enérgica&#8221; ao primeiro ataque com foguete que deixou vítimas em mais de um ano em Gaza.</p>
<p>Israel também enviou uma carta de reclamação ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que deve visitar Israel no próximo final de semana, e ao Conselho de Segurança da ONU.</p>
<p>A embaixador de Israel na ONU, Gabriela Shalev, apelou a Ban pela libertação do soldado israelense Gilad Shalit, capturado por extremistas em Gaza em 2006. O Hamas exige que, em troca, Israel liberte centenas de milhares de militantes que estão detidos em Israel.</p>
<p>Um grupo antes desconhecido chamado Ansar al Sunna &#8211;que seguiria a ideologia da rede terrorista Al Qaeda&#8211; reivindicou a responsabilidade pelo foguete lançado contra Israel, assim como o grupo Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, um braço armado do movimento Fatah.</p>
<p>O Hamas, que tomou o controle da faixa de Gaza em 2007, vem pedindo que outros grupos militantes não ataquem Israel, por receio de eventuais retaliações israelenses.</p>
<p>Militantes palestinos em Gaza realizaram ataques esporádicos com foguetes ou morteiros contra Israel desde o fim de um conflito que durou três semanas em janeiro de 2009. Geralmente, os ataques não deixam vítimas. Israel às vezes revida com ofensivas aéreas.</p>
<p>Os ataques desta quinta-feira ocorrem no mesmo dia em que o Quarteto para o Oriente Médio se reúne em Moscou, e a poucos dias da visita do enviado dos EUA para a região, George Mitchell, que visa reavivar as estagnadas negociações pela paz israelo-palestina.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Folha Online</p>
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		<title>Foguete lançado por militantes a partir de Gaza acerta Israel e deixa um morto</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ataque é o primeiro fazer vítimas desde a ofensiva israelense de janeiro de 2009 GAZA &#8211; Militantes palestinos lançaram nesta quinta-feira, 18, um foguete a partir da Faixa de Gaza que acertou o território israelense e deixou um camponês tailandês morto, informaram as autoridades de Israel. O episódio ocorre em meio à visita da chefe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Ataque é o primeiro fazer vítimas desde a ofensiva israelense de janeiro de 2009</h2>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />GAZA &#8211; Militantes palestinos lançaram nesta quinta-feira, 18, um foguete a partir da Faixa de Gaza que acertou o território israelense e deixou um camponês tailandês morto, informaram as autoridades de Israel. O episódio ocorre em meio à visita da chefe da diplomacia da União Europeia à região.</p>
<p>Um grupo desconhecido de Gaza chamado Ansar al-Sunna se responsabilizou pelo ataque, realizado um dia antes da reunião do Quarteto para o Oriente Médio em Moscou, onde se discutiria formas para restabelecer as negociações de paz na região.</p>
<p>Segundo a Polícia israelense, o míssil atingiu a comunidade agrícola de Netiv Ha&#8217;asara, no deserto do Neguev. Apenas o tailandês foi morto e não houve notícias de mais feridos ou mais ataques.</p>
<p>A chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, havia cruzado a Faixa de Gaza aproximadamente uma hora antes de o míssil atingir o território israelense. É a primeira vez desde janeiro de 2009, quando houve a ofensiva de Israel, que um míssil disparado a partir de Gaza deixa vítimas.</p>
<p>Catherine recebeu informações sobre o ataque e imediatamente condenou &#8220;todo tipo de violência&#8221; na região. &#8220;Condeno todo tipo de violência. É preciso avançar para conseguir que o processo de paz tenha uma solução bem sucedida&#8221;, disse a diplomata europeia.</p>
<p>Os lançamento de mísseis por militantes palestinos a partir de Gaza é frequente, mas ultimamente não deixou mortos. O número de ataques diminuiu drasticamente desde a ofensiva de Israel em Gaza no começo do ano passado, quando cerca de 1.400 pessoas morreram. Os israelenses respondem aos ataques com bombardeios direcionados a campos dos insurgentes e locais de produção de armas.</p>
<p>O Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza desde 2007, pediram que os outros grupos militantes não fizessem esse tipo de ataque temendo retaliação do Exército de Israel. O Ansar al-Sunna, porém, é um grupo pertencente a uma facção ultraconservadora e que desafia o Hamas na Faixa de Gaza. O nome também é usado por aliados da rede terrorista Al-Qaeda no Iraque.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Estadão, com agências Efe e Reuters</p>
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		<title>Lula entre israelenses e palestinos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lula é recebido por israelenses e palestinos e defende pressa na negociação entre os povos Viviane Vaz Em sua passagem pelo Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está vendo de perto como é difícil agradar a israelenses e palestinos. Ontem, em seu último dia de visita a Jerusalém, foi abertamente criticado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Lula é recebido por israelenses e palestinos e defende pressa na negociação entre os povos</h2>
<p><em>Viviane Vaz</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />Em sua passagem pelo Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está vendo de perto como é difícil agradar a israelenses e palestinos. Ontem, em seu último dia de visita a Jerusalém, foi abertamente criticado pelo chanceler israelense, Avigdor Lieberman, por não ter visitado o túmulo do fundador do sionismo, Theodor Herzl. Do lado palestino, Lula foi cobrado pelo grupo islâmico Hamas por não incluir a Faixa de Gaza na viagem presidencial, enquanto a ONG Stop the Wall (Detenha o Muro) pediu que o brasileiro rompa as relações comerciais com Israel. “O Brasil deverá decidir entre negociar com Israel e suas armas ou posicionar-se ao lado dos palestinos, dos direitos humanos e da democracia e cortar as relações militares com Israel”, afirmou o ativista Jamal Juma.</p>
<p>Lieberman — apesar da crítica e do boicote à reunião no Parlamento e ao jantar oferecido a Lula — elogiou a viagem do presidente a Israel. “A visita foi um sucesso, com encontros bem-sucedidos e frutíferos”, disse o chanceler, ressaltando “que existem regras do Ministério do Exterior que devem ser respeitadas”. <strong>“(As autoridades brasileiras) recusaram-se a visitar o túmulo de Herzl desde o começo. E um homem que se nega a visitar o túmulo de Herzl e vai depositar flores no túmulo do (líder palestino Yasser) Arafat é coisa que não posso aceitar”, completou.</strong></p>
<p>Lula visitaria o túmulo de Herzl, mas o compromisso, segundo o Itamaraty, não foi incluído na agenda por falta de tempo. Durante o dia, o presidente foi ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), criado para lembrar o genocídio de 6 milhões de judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler na Segunda Guerra, entre 1939 e 1945. “A humanidade deve repetir todos os dias, quantas vezes for necessário, ‘nunca mais, nunca mais, nunca mais’”, destacou Lula, depois de depositar uma coroa de flores em memória das vítimas. “Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação”, completou, ao lado da mulher, Marisa Letícia, e do presidente de Israel, Shimon Peres.</p>
<p><strong>O rabino Israel Lau, diretor do museu e sobrevivente dos campos de concentração, pediu a Lula para conseguir-lhe um encontro com o presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad. “Na condição de criança de Buchenwald, quero me reunir com ele para que ouça meu testemunho e para que eu possa provar que ele está errado em negar a existência da Shoah (Holocausto)”, afirmou Lau.</strong></p>
<p>Depois de visitar o museu, Lula foi ao Bosque de Jerusalém plantar uma árvore, como fazem todos os chefes de Estado que passam por Israel. “Pode ficar certo que muito feijão que vocês comerão fui eu quem plantei”, brincou Lula com os jornalistas presentes. Em discurso oficial, após a cerimônia de plantio, Lula comparou os 360 milhões de hectares da Amazônia aos 27 milhões de hectares de Israel e defendeu o compromisso brasileiro acertado na Conferência do Clima, em dezembro, em Copenhague. “Até 2020, nós vamos diminuir o desmatamento na Amazônia em 80%, o que é um feito muito arrojado e é um compromisso do meu país”, disse.</p>
<p>No início da tarde, Lula foi recebido pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, na cidade de Belém, território palestino da Cisjordânia. “É indispensável a necessidade de coexistência entre os estados de Israel e da Palestina. E o mundo tem pressa”, discursou Lula a empresários brasileiros e palestinos. <strong>“Eu converso com palestinos e eles dizem que as negociações estão boas. Eu converso com os israelenses e eles dizem a mesma coisa. Mas, claramente, há algo errado”, disse.</strong> O presidente foi aplaudido ao defender um acordo entre o Mercosul e a Autoridade Palestina. Hoje, Lula vai a Ramallah, violenta capital administrativa palestina. Ele inaugurará uma rua chamada Brasil e vai visitar o túmulo de Arafat —líder palestino criticado e elogiado por mais de quatro décadas ao defender um acordo com os israelenses.<br />
É indispensável a necessidade de coexistência entre os estados de Israel e da Palestina. E o mundo tem pressa”</p>
<h2>Garcia chama boicote de “descortesia”</h2>
<p><strong>Para o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, o boicote do ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, a eventos dos quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou em Israel foi “uma descortesia”.</strong> A atitude do chanceler israelense foi uma reação ao fato de a comitiva brasileira ter recusado o convite para visitar o túmulo do húngaro Theodor Herzl, o fundador do movimento sionista.</p>
<p>Em Jerusalém, Garcia lembrou que quando o ministro israelense veio ao Brasil no ano passado, “o presidente Lula o recebeu com a maior cortesia, e chegou a abrir uma exceção, porque normalmente presidente recebe presidente e seria de praxe que o chanceler tivesse sido recebido pelo nosso chanceler”. “Portanto, podemos classificar a atitude de Lieberman como um ato de descortesia”, disse Garcia. No entanto, o assessor especial avaliou que a questão não comprometeu “o sucesso da visita a Israel” e a viagem oficial conseguiu, apesar da divergência, aproximar os dois países. O assessor também explicou que a visita não estava prevista na agenda previamente acordada.</p>
<p>Este ano, o governo israelense comemora o aniversário de 150 anos do nascimento de Herzl, que fundou o movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado judaico. Em 1975, o Brasil votou a favor da Resolução 3.379 da Assembleia Geral da ONU, que aprovou considerar o sionismo uma forma de “racismo e discriminação racial”. A decisão foi anulada em 1991, com a aprovação da Resolução 4.686 da assembleia, que recebeu apoio do Brasil.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Correio Braziliense</p>
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		<title>Países vivem pior crise bilateral desde os anos 70</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/bandeira_eua_israel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8161" title="bandeira_eua_israel" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/03/bandeira_eua_israel.jpg" alt="bandeira_eua_israel" width="475" height="335" /></a></p>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />Para o embaixador dos EUA em Israel, Michael Oren, os novos assentamentos em Jerusalém Oriental desataram a pior crise nas relações bilaterais em 35 anos. A questão é se os EUA passarão da crítica à ação dessa vez.</p>
<p>Israel é o país que mais recebe ajuda dos EUA &#8211; são US$ 2,4 bilhões anuais, principalmente na área militar. O presidente George H. Bush foi o último a tentar impor condições para essa ajuda &#8211; em 1991 ele pressionou pelo congelamento da expansão dos assentamentos quando Israel pediu um crédito de US$ 10 bilhões.</p>
<p>Segundo Oren, que também é historiador, a última grande crise entre os dois países ocorreu em 1975, quando o então chanceler americano Henry Kissinger teve de convencer o primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin a desistir da ocupação do Sinai, no Egito. Na época, os Estados Unidos se recusaram a firmar novos acordos militares com Israel por seis meses. Com a pressão, o governo israelense cedeu, o que acabou abrindo o caminho para a iniciativa de Anwar Sadat, em 1977, que culminaria nos acordos de Camp David, impulsionados por Jimmy Carter, e no tratado de paz de 1979.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Lula chega a Israel em meio a crise</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Jerusalém na primeira ida oficial de um chefe de Estado do Brasil a Israel e aos territórios palestinos. Com a Cisjordânia em clima tenso, Lula verá o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas. JERUSALÉM &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Jerusalém na primeira ida oficial de um chefe de Estado do Brasil a Israel e aos territórios palestinos. Com a Cisjordânia em clima tenso, Lula verá o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas.</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />JERUSALÉM &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou domingo a Jerusalém para aprimeira visita oficial de um chefe de Estado brasileiro a Israel e territórios palestinos. O programa oficial da visita começa segunda-feira, com um encontro entre Lula e seu colega israelense, Shimon Peres. O líder brasileiro, que viaja com 80 empresários, se reúne mais tarde com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e visita ainda a líder da oposição, Tzipi Livni.</p>
<p>Lulasegue terça-feira para a Cisjordânia, onde se reunirá com o presidenteda Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abbas, e com o primeiro-ministro palestino, Salam Fayad. A agenda prevê, inclusive, que Lula pernoite em Belém sem retornar a Jerusalém, antes de seguir para Ramallah, naquarta-feira, um gesto considerado de elevado peso simbólico.</p>
<p>A última etapa da viagem será uma visita à Jordânia. Na capital, Amã, Lula se reunirá com o rei Abdullah II, onde discutirá o papel que o Brasil pode desempenhar nas negociações de paz e analisar a tensa situação internacional criada pelo polêmico programa nuclear iraniano.</p>
<h2>Crise</h2>
<p>A visita de Lula ocorre em meio a uma crise entre Israel e EstadosUnidos, seu maior aliado, após o anúncio, durante a visita do vice-presidente americano, Joe Biden, na semana passada, de que o governo israelense autorizou a construção de mais 1.600 casas em Jerusalém oriental, setor majoritariamente árabe da cidade santa, anexado em 1967 pelo Estado hebraico. O Brasil fez coro à condenação internacional contra a decisão. Em maio, Lula visita o Irã.</p>
<p>A viagem de Lula ao Oriente Médio representa o mais importante esforço feito até agora pelo governo para tentar situar o Brasil como interlocutor para as negociações entre israelenses e palestinos.</p>
<p>O Brasil vem mobilizando uma forte ofensiva diplomática para tentar ser inserido com o interlocutor nesta questão, com vistas a fortalecer sua posição como aspirante a um cargo permanente no Conselho de Segurançada ONU, mas,para isso, é preciso haver uma reforma na organização.</p>
<p>OBrasil ocupa atualmente um assento não-permanente rotativo no Conselhode Segurança, órgão máximo de decisão das Nações Unidas.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: Jornal do Brasil</p>
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		<title>Gafe na chegada de Lula a Israel</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Incidente diplomático na chegada Nem bem desembarcou em Israel e o presidente brasileiro já se deparou com um mal-estar diplomático com os israelenses. Lula riscou do cronograma da visita de 36 horas ao país a realização de uma cerimônia em homenagem a Theodor Herzl, o jornalista austro-húngaro fundador do movimento sionista, que levou à criação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Incidente diplomático na chegada</h2>
<p><img class="size-full wp-image-5586 alignleft" title="vinheta-clipping-forte" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-forte.jpg" alt="vinheta-clipping-forte" width="103" height="28" />Nem bem desembarcou em Israel e o presidente brasileiro já se deparou com um mal-estar diplomático com os israelenses. Lula riscou do cronograma da visita de 36 horas ao país a realização de uma cerimônia em homenagem a Theodor Herzl, o jornalista austro-húngaro fundador do movimento sionista, que levou à criação do Estado de Israel. No evento, marcado para terça-feira, Lula depositaria uma coroa de flores no túmulo de Herzl.</p>
<p>Segundo a rádio israelense Arutz 7, o organizador do evento, Hagai Merom, chamou a decisão de Lula de &#8220;insulto&#8221; e afirmou que a visita ao local faz parte das &#8220;regras de cerimônia e amizade entre países&#8221;.</p>
<p>A embaixadora Dorit Shavit, diretora-geral para América Latina do Ministério das Relações Exteriores, tentou diminuir a intensidade do incidente. Ela afirmou acreditar que Lula recusou visitar o túmulo porque não sabe quem é Herzl e não porque tenha algo contra o sionismo.</p>
<p>- Na minha avaliação, ele decidiu não ir porque não sabe a importância de Herzl para nós. Ainda temos esperança que ele mude idéia.</p>
<p>Shavit contou que a Chancelaria pediu explicações ao embaixador Pedro Motta Pinto Coelho, que tentou acalmar os israelenses. Fontes do Itamaraty informaram que a decisão foi tomada apenas porque a agenda estava lotada. Nesse mesmo dia, Lula vai ao Museu do Holocausto, almoçará com autoridades e viajará à Cisjordânia, para se reunir com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.</p>
<p>- Depois do &#8220;piripaque&#8221; que ele teve em janeiro, estamos tentando dar mais tempo para ele descansar &#8211; disse um funcionário do Itamaraty.</p>
<p><strong>Mas a recusa está sendo interpretada, por alguns, como sinal de que o presidente não simpatiza com o movimento que criou Israel.</strong> O sionismo é criticado principalmente por países árabes. (D.K.)</p>
<p><strong>FONTE: </strong>Agência O Globo</p>
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