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Bope visita BRT Transoeste para treinar ações com reféns
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Homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) visitaram, nesta terça-feira (17), o BRT Transoeste, corredor expresso que liga a Barra da Tijuca até Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para treinar ações com reféns.
Policiais conheceram o Centro de Controle, os veículos e as estações. Eles simularam um assalto em um ônibus. O BRT tem 28 estações em funcionamento. Até agosto, outras oito serão inauguradas.
FONTE/FOTO: G1
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Policiais militares, policiais civis e bombeiros decidiram, em assembleia geral, decretar greve a partir desta sexta-feira (10). Entre as principais reivindicações, estão o estabelecimento de um piso salarial de R$ 3,5 mil e a libertação do cabo bombeiro Benevenuto Dalciolo, preso ontem (8) à noite, após retornar de Salvador, onde acompanhava a greve dos policiais baianos.
A concentração na Cinelândia, em frente à Câmara de Vereadores, começou por volta das 17h de ontem (9) e a decisão pela greve foi tomada às 23h21, quando os cerca de 1,5 mil presentes, segundo organizadores, aprovaram a paralisação por aclamação. A recomendação das lideranças foi para que os policiais e bombeiros sigam para suas unidades, mas se recusem a sair.
O secretário da Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, anunciou na parte da tarde que o Exército disponibilizou 14 mil soldados para patrulhar o estado. Também são esperados 300 homens da Força Nacional de Segurança, que trabalharão nos serviços prestados pelos bombeiros.
Com a proximidade do carnaval, a preocupação é garantir segurança aos milhares de turistas que chegam ao Rio para a festa. Segundo o comandante dos bombeiros, o carnaval será realizada com a segurança feita pelas forças federais e de efetivos que não aderiram à greve.
FONTE: Portal R3 / FOTO: O Globo – Fernando Quevedo
Policiais, Bombeiros e agentes penitenciários do Rio de Janeiro prometem antecipar a paralisação das categorias, inicialmente prevista para o próximo dia 10, caso “qualquer covardia” seja cometida contra os agentes que participam do movimento grevista na Bahia. O Exército foi convocado pelo governo estadual para desocupar a Assembleia Legislativa, onde os grevistas acampam desde terça-feira. Helicópteros e blindados apoiam a ação.
“O movimento em prol da DIGNIDADE dos Bombeiros e Policiais do Estado do Rio de Janeiro vem informar que qualquer covardia cometida contra os militares da Bahia, e seus familiares, que estão ocupando a Assembléia Legislativa de lá, ocasionará a deflagração da GREVE GERAL no Rio de Janeiro antes do previsto.”, diz a nota publicada em um blog do movimento SOS PMERJ.
Neste domingo, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, emitiu um comunicado no qual tenta convencer os policiais de que a paralisação não é a melhor forma para reivindicar melhores condições de trabalho, Segundo ele, que disse acreditar que a maioria dos policiais irá trabalhar normalmente no dia 10, a greve dificilmente “irá trazer benefícios” para os agentes.
Beltrame também lembrou que há uma série de aumentos programados para a área de segurança pública nos próximos anos e que a melhoria nas condições de trabalho das categorias deve ser gradual e racional. Entre os agentes, o parcelamento dos aumentos salariais é conhecido como “aumento Casas Bahia”.
Caso a greve se confirme, a tendência é que o Batalhão de Choque e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) sejam acionados emergencialmente, já que a greve não é unânime entre eles. Isso acontece porque os dois são os batalhões que recebem as melhores gratificações da corporação.
FONTE: JB Online / IMAGEM: SOS PMERJ
Repórter da ESPN critica situação da segurança pública no Rio de Janeiro; para ele, cidade que os organizadores das Olimpíadas querem mostrar ao mundo não é real
São Paulo – Em reportagem produzida para a rede americana ESPN, o jornalista Wright Thompson diz que as Olimpíadas de 2016, cuja sede será o Rio de Janeiro, serão “jogos mortais”, por causa da falta de segurança na cidade. Ele também fala da Copa do Mundo de 2014, e diz que no Rio, locais próximos de onde haverá jogos e eventos olímpicos se transformaram em verdadeiras zonas de guerra.
O texto de Thompson começa falando do morro do Macaco, na zona Norte da cidade, onde uma cruz branca marca o local onde pessoas são queimadas vivas por traficantes. Ele descreve a atmosfera pesada da região no momento em que ocorre uma execução, e acrescenta: “em uma escola perto do famoso estádio de futebol onde será feita a cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016 os estudantes ouvem os gritos e tapam os ouvidos. Este é o Rio na vida real.”
A reportagem segue fazendo uma comparação entre a imagem do Rio de Janeiro vendida para o exterior pelos organizadores dos jogos e as condições reais da cidade, enfatizando as questões de infraestrutura e segurança pública. Segundo o jornalista, um encarte usado pelo governo para promover o Rio no exterior, com belas fotos das paisagens da cidade, não mostram a verdade. Ele observa que na publicação a palavra “favela” não aparece.
Ele afirma que há “dois Rios”, e que eles estão “em rota de colisão”. Um deles é o da zona Sul, com as belas praias , turistas e modelos desfilando pelo calçadão de Copacabana. Esta é a cidade que, de acordo com Thompson, o Brasil quer apresentar a quem vier ver as Olimpíadas em 2016.
O “outro Rio” é o das favelas, da pobreza e dos massacres. É a cidade em que ocorreram 4,7 mil assassinatos em 2010, segundo números citados pelo jornalista. Ele diz que o mesmo número de crimes ocorreu em todo o território norte-americano no mesmo ano.
No texto de tom pessimista, Thompson cita o caso do Morro do Macaco, em 2009, quando em um confronto entre policiais e traficantes, membros do Comando Vermelho derrubaram um helicóptero da polícia do Rio.
O repórter cita ainda episódios como o da ocupação pela polícia do Complexo do Alemão, no fim do ano passado. Em meio a uma série de críticas às políticas de segurança pública, o jornalista ressalta: “o Rio tem menos de três anos para remediar uma crise que já dura mais de um século.”
FONTE: Exame.com
O Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, localiza-se no Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
O monumento foi projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas Marinho, vencedores de um concurso nacional, tendo sido inaugurado em 1960.
Abriga e homenageia os restos mortais dos militares brasileiros que haviam sido depositados no Cemitério de Pistoia, na Itália, à época do conflito.
A plataforma elevada, que atinge trinta e um metros de altura, empregou, pela primeira vez no país, o concreto aparente.
O conjunto é integrado por três obras:
- uma escultura em metal, de autoria de Júlio Catelli Filho, homenageando a Força Aérea Brasileira (FAB);
- uma escultura em granito, de autoria de Alfredo Ceschiatti, homenageando os pracinhas das três Armas;
- um painel de azulejos, de autoria de Anísio Medeiros, homenageando os mortos (civis e militares), no mar, datado de 1959.
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RIO – Um helicóptero do Exército, que dá apoio às operações de resgate das vítimas da enchente da Região Serrana, caiu no início da tarde desta quinta-feira no Mercado do Produtor da Região Serrana, em área agrícola de Friburgo. A aeronave levava a bordo três militares e dois agentes da Cruz Vermelha. O acidente ocorreu por volta das 12h20, quando iria ocorrer o helicóptero iria pousar.
A aeronave ficou sem controle, mas o piloto ainda conseguiu aterrissar de lado em cima de uma montanha de esterco, o que amorteceu a queda.
Os feridos, que aparentavam ter sofrido danos sem gravidade, foram levados para hospitais de Friburgo.
FONTE: O Globo
Rio de Janeiro – No dia 12 de janeiro, 22º dia de atuação da Força de Pacificação na cidade do Rio de Janeiro, o Comandante do Exército, General de Exército ENZO MARTINS PERI, esteve mais uma vez nos Complexos do Alemão e da Penha, para acompanhar de perto o emprego das tropas na região.
Durante a visita, o General ENZO assistiu a uma apresentação do Comandante da Força de Pacificação, General de Brigada ERNANDO JOSÉ LAVAQUIAL SARDENBERG, que fez uma explanação sobre a atual situação e as atividades desenvolvidas nesta segunda fase da Operação.
Em seguida, o Comandante do Exército percorreu a Vila Cruzeiro, situada no Complexo da Penha, uma área onde, antes, atuava o crime organizado.
A Força de Pacificação é composta por militares do Exército Brasileiro, por policiais militares e civis do Estado do Rio de Janeiro, com efetivo aproximado de 2 mil homens.
FONTE: Exército Brasileiro
Um soldado do Exército morreu na noite de segunda-feira após ser atingido por um tiro enquanto trabalhava no posto de observação do teleférico do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Segundo a assessoria da Força de Pacificação, um disparo acidental de pistola provocou a morte do paraquedista Vianna Martins dos Santos.
A vítima foi encaminhada ao Hospital Getúlio Vargas na tarde de segunda-feira e posteriormente foi transferida para o Hospital Central do Exército (HCE), mas não resistiu ao ferimento e morreu por volta das 22h.
Em comunicado, o Exército informou que foi instaurado um Inquérito Policial Militar para apurar as circunstâncias da morte. Segundo o Exército, foi disponibilizado serviço psicológico para atender a família do soldado.
FONTE: Terra
As forças de segurança que atuam neste domingo (28) no Complexo do Alemão, reduto de narcotraficantes na zona norte da capital fluminense, não encontraram resistência até agora e estranham a ausência de combates no local.
No sábado (27), a polícia deu ultimato aos criminosos para que se rendessem na rua Joaquim de Queiroz, dentro do complexo de dez favelas. Nenhum deles o fez. As forças de segurança estimavam em cerca de 600 o número de suspeitos no local.
“A situação está preocupantemente tranquila demais”, afirmou o delegado Marcos Vinicius Braga. “Não é normal um estado de tranquilidade desse no Complexo do Alemão”, disse, sem especular o que teria acontecido para a falta de embate.
Segundo o delegado, não há registro de mortos ou feridos na favela e a polícia está encontrando poucos moradores nas casas. O comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, determinou varredura geral na região.
O delegado Rodrigo Oliveira, responsável pela operação por parte da Polícia Civil, demonstrou dúvida sobre se os narcotraficantes estão ainda no Complexo do Alemão. “É possível que estejam aí dentro”, disse ele, que notou rastros de sangue na comunidade, mas não soube dizer se há criminosos feridos.
“A comunidade é subjugada pelo tráfico. É possível que eles estejam escondidos em casa. Ainda vai levar tempo até que todas as residências sejam vasculhadas”, afirmou ele. “O complexo pertence de volta à comunidade. O objetivo principal já foi feito e não temos hora para sair.”
FONTE/FOTO: UOL/G Pinto – O Globo
Forças policiais e militares continuam avançando para o interior da área
A comunidade do Complexo do Alemão amanheceu neste domingo (28) cercada por homens das polícias Militar, Civil e Federal e também por homens do Exército. A parte mais baixa do Complexo, formado por dez favelas, já foi tomada pelas forças oficiais e, por volta das 8h30, os tanques das Forças Armadas, principal reforço para a operação de segurança pública, subiram as ladeiras do morro onde os criminosos se concentram. Um dos helicópteros que acompanha a operação já disparou contra alvos na comunidade.
Os tanques da Marinha que invadiram na quinta-feira a Vila Cruzeiro, até então dominada pelos líderes do Comando Vermelho, circulam na região em velocidade acelerada e os policiais fazem apreensões na região. Em menos de dez minutos, o UOL Notícias encontrou pelo menos dez carros blindados rondando a região. Em um deles, cerca de 15 homens do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar fluminense) estavam posicionados para o ataque.
O sinal verde para a operação veio depois de uma noite cercada de tensão, com tiroteios eventuais e ameaças das tropas de segurança de fazerem a incursão mesmo no escuro. Os criminosos ligados ao tráfico receberam ultimato da polícia para se entregarem até o fim da tarde de sábado, mas poucos deles o fizeram. Entre os que se renderam, estava o número dois do tráfico no complexo, conhecido como Mister M.
“É hoje, vamos invadir”
O helicóptero blindado sobrevoa a área fazendo voos rasantes. As mais de 40 entradas do Complexo do Alemão permanecem cercadas e vigiadas pelos enviados do Estado. O comércio está fechado. Quase não é possível ver moradores pela rua. Ao que parece, os habitantes do Alemão preferem ficar dentro de casa.
Veículos que obstruíam a entrada na favela estão sendo rebocados. Nas ruas, só é possível ver carros policiais. Depois do fim do ultimato concedido pela polícia, moradores receberam ordens para não saírem de suas casas. Os que estavam fora, foram proibidos de entrar. Fontes de segurança afirmaram que os criminosos estão ficando sem munição e sem mantimentos.
FONTE/FOTO: UOL/J Marques-AE
Cerca de dez veículos blindados entraram em alta velocidade no Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio, no fim da tarde deste sábado (27). A Estrada do Itararé, um dos acessos à comunidade, foi fechada pela Polícia Militar por volta das 18h15, de forma que somente policiais têm autorização para circular na área.
Segundo o coronel Lima Castro, relações públicas da PM, o prazo para que os criminosos se entreguem termina no fim do dia, “assim que o sol se pôr”.
A entrada acontece um dia depois do cerco ao local por mais de 800 homens da polícia e do Exército. Foi para lá que mais de cem criminosos fugiram após a ocupação da Vila Cruzeiro, na quinta-feira (25).
No começo da noite, homens da PM em moto entraram em alta velocidade na favela. O clima de tensão aumentava conforme a noite se aproximava.
Por volta das 17h25, recomeçou o tiroteio na comunidade e, um pouco antes, um helicóptero da Polícia CIvil foi alvo de tiros dos criminosos. No entorno, a movimentação de carros da polícia é grande.
No fim da tarde, um incêndio atingiu uma lanchonete num dos acessos ao morro. Um homem foi retirado da lanchonete inconsciente pelo Corpo de Bombeiros. O clima no fim da tarde era de tensão, com moradores correndo pela favela.
FONTE: G1





































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