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	<title>Forças Terrestres - ForTe - Estratégia, Tecnologia Militar e Segurança &#187; Segunda Guerra Mundial</title>
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	<description>Informação e Discussão sobre as Forças Terrestres</description>
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		<title>Sargento Max Wolff Filho &#8211; o último desejo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 20:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Data Comemorativa]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<category><![CDATA[Sargento Max Wolff Filho]]></category>
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		<description><![CDATA[“ Aos parentes e amigos. Estou bem. À minha querida filhinha – Papai vai bem e voltará breve”. A rajada de metralhadora rasgou o peito do Sargento Max Wolff Filho. Instintivamente ele juntou as mãos sobre o ventre e caiu de bruços. Não se mexeu mais. O tenente que estava no posto de observação apertou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/07/patrulha_sgt_max_wolff.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-17134" title="patrulha_sgt_max_wolff" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/07/patrulha_sgt_max_wolff.jpg" alt="" width="550" height="248" /></a></p>
<h2>“ Aos parentes e amigos. Estou bem. À minha querida filhinha – Papai vai bem e voltará breve”.</h2>
<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8567" title="Barra de Cinco Pixels" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2010/04/Barra-de-Cinco-Pixels2.jpg" alt="" width="580" height="5" /></a></p>
<p><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/07/sargento_max_wolff_filho.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-17136 alignright" title="sargento_max_wolff_filho" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/07/sargento_max_wolff_filho-190x192.jpg" alt="" width="190" height="192" /></a>A rajada de metralhadora rasgou o peito do Sargento Max Wolff Filho. Instintivamente ele juntou as mãos sobre o ventre e caiu de bruços. Não se mexeu mais. O tenente que estava no posto de observação apertou os dentes com força, mas não disse uma palavra. Quando perguntado se o homem que havia tombado era o Sargento Wolff, ele balançou afirmativamente a cabeça.</p>
<p>Menos de uma hora antes, falara de sua filha, uma menina de 10 anos de idade, e de sua condição de vivo. Pediu para que enviassem um bilhete com os dizeres: “aos parentes e amigos. Estou bem. À minha querida filhinha – Papai vai bem e voltará breve”.</p>
<p>As últimas palavras do sargento – um dos soldados lhe pedira uma faca, e ele respondeu, sorrindo: “Tedesco não é frango”.</p>
<p>Wolff havia partido com seus homens, por sebes e ravinas, percorrendo a denominada “terra de ninguém”.<br />
O primeiro objetivo da patrulha eram três casas, a menos de um quilômetro, que foram atingidas às duas horas da tarde. O grupo cercou as três construções em ruínas e o sargento empurrou com o pé a porta de uma delas, nada encontrando.</p>
<p>Às duas e meia da tarde, a patrulha estava a menos de cem metros do último objetivo: um novo grupo de casas sobre a lombada macia. O Sargento Wolff deu os últimos passos à frente. Então uma rajada curta e nervosa rasgou o silêncio do vale e o sargento caiu de bruços sobre a grama. Os outros homens se agacharam, rapidamente, e os alemães começaram a atirar, bloqueando a progressão dos brasileiros com uma chuva de granadas-de-mão e tiros de metralhadoras. Lançaram, em seguida, foguetes luminosos, pedindo fogos de suas baterias. Minutos depois, os projetis da artilharia nazista assobiavam no ar e explodiam no caminho percorrido pela patrulha.</p>
<p>Por volta das dezenove horas, os homens da patrulha do Sargento Max Wolff Filho retornaram ao PC do 11º RI. Mas ele ficara lá. Quando os padioleiros foram até à “terra de ninguém” recolher os corpos e os feridos, os nazistas os receberam com rajadas impiedosas.</p>
<p>Muitos dos homens que voltavam tinham os olhos rasos de água. O Sargento estava morto.</p>
<p>No estreito compartimento onde Wolff guardava seus pertences, estavam a condecoração que o General Truscott colocara em seu peito, poucos dias antes; a citação elogiosa do General Mascarenhas de Moraes; e o retrato da filhinha, de olhos vivos e brilhantes, como os do pai. Tudo, agora, muito vago.</p>
<p>Este foi um dos dias mais tristes para o Batalhão. Perdeu-se um bravo.</p>
<p><em>Fatos e Homens na Segunda Guerra – 2ª Edição – Bloch Editora SA – Rio – 1967 – Adaptação do texto de autoria do Jornalista Joel Silveira – Revista Verde Oliva – Edição Histórica – Mai/Jun 1995 – FEB – 50 anos de glória.</em></p>
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		<title>A história não perdoa os ingênuos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Chamberlain]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamberlain, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, depois de encontro com Hitler na Alemanha, no outono de 1938, volta a Londres e, ainda na pista do aeroporto, dava uma coletiva, falando do sucesso de seu encontro com Hitler pela paz. Um ano depois (setembro), a Alemanha invadia a Polônia e iniciava a segunda guerra mundial. E uns meses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li>Chamberlain, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, depois de encontro com Hitler na Alemanha, no outono de 1938, volta a Londres e, ainda na pista do aeroporto, dava uma coletiva, falando do sucesso de seu encontro com Hitler pela paz.  Um ano depois (setembro), a Alemanha invadia a Polônia e iniciava a segunda guerra mundial. E uns meses depois ocupava Bélgica, Holanda, França&#8230;, e iniciava o bombardeio em Londres.</li>
<li>Em fevereiro de 1939, uma pesquisa na Grã-Bretanha dizia que só 28% achavam que a política de Chamberlain traria a paz. Em julho, 85% queriam uma aliança para combater Hitler e 76% que se devia declarar guerra se invadisse a Polônia. Os jornais Times, Daily Mail e Daily Express apoiaram a política de &#8220;apaziguamento&#8221; de Chamberlain.</li>
</ol>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LTdXfhZAcIM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="400" src="http://www.youtube.com/v/LTdXfhZAcIM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>FONTE:</strong> Ex-Blog do Cesar Maia</p>
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		<title>&#8216;Nunca é tarde para contar uma boa história&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 21:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando "Nunão" De Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[EB]]></category>
		<category><![CDATA[Exército Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos 87 anos, veterano narra em livro suas experiências na Segunda Guerra Mundial Nunca é tarde para contar uma boa história. Foi pensando assim que o veterano da Segunda Guerra Mundial Vicente Pedroso da Cruz, 87, lançou, no sábado, &#8220;Os Caminhos de um Pracinha&#8221;. O livro fala sobre suas memórias na FEB (Força Expedicionária Brasileira) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2008/09/feb-na-italia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-121" title="feb-na-italia" src="http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2008/09/feb-na-italia.jpg" alt="" width="500" height="455" /></a></h2>
<h2>Aos 87 anos, veterano narra em livro suas experiências na Segunda Guerra Mundial</h2>
<p>Nunca é tarde para contar uma boa história. Foi pensando assim que o veterano da Segunda Guerra Mundial Vicente Pedroso da Cruz, 87, lançou, no sábado, &#8220;Os Caminhos de um Pracinha&#8221;.</p>
<p>O livro fala sobre suas memórias na FEB (Força Expedicionária Brasileira) durante a campanha italiana, entre 1944 e 1945. Desde que voltou da guerra, esse mineiro de Guaxupé narrava suas experiências para familiares, amigos e revistas ligadas a associações de veteranos. Após muitos anos, instigado pelas filhas Lúcia e Lucila, ele resolveu registrar a história completa em livro.</p>
<p>&#8220;Eu escrevi sobre o que eu vi&#8221;, diz o veterano. O lançamento da publicação, em um restaurante em São Paulo, reuniu familiares e amigos de Pedroso. Entre eles, o colega veterano Samuel Silva, 87, que foi comandante de uma seção de metralhadoras e compartilhou o &#8220;batismo de fogo&#8221; de Pedroso, então soldado da 8ª Companhia, do 3º Batalhão do 6º Regimento de Infantaria.</p>
<p>Mais de 60 anos depois do conflito, os veteranos brasileiros da Segunda Guerra ainda se reúnem regularmente -algo que dificilmente acontece com colegas de faculdade, ou de uma empresa. &#8220;Na infantaria, existe a maior cumplicidade entre os homens que servem e que vivem juntos&#8221;, fala Pedroso. &#8220;Um depende do outro, existe muito companheirismo&#8221;.</p>
<p>No livro, Pedroso narra não apenas os momentos de combate. Conta também dos períodos de descanso e treinamento que entremeiam a vida de um soldado. Mostra, ainda, a compaixão pelos civis italianos. Em uma das passagens, descreve a reação de um grupo de mulheres e crianças ao ver os soldados brasileiros recebendo a ração de pão branco -raríssima, para os civis.</p>
<p>&#8220;&#8221;Pane bianco! Pane bianco!!&#8221; Tais palavras, pronunciadas por bocas famintas, impressionaram-nos tanto, que nenhum de nós teve coragem para engolir um só bocado daquele pão&#8221;, escreve [.] O livro tem introdução do historiador Cesar Campiani Maximiano, que fez doutorado sobre a FEB na Universidade de São Paulo. &#8220;Vicente pôde desfrutar de apenas oito dias de descanso durante um total de 240 dias de linha de frente&#8221;, observa Maximiliano.</p>
<p>A publicação não possui editora. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail <a href="mailto:cipedroso@yahoo.com.br">cipedroso@yahoo.com.br</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Folha de São Paulo &#8211; reportagem de Ricardo Bonalume Neto</p>
<p><strong>Foto:</strong> pracinhas e italianos &#8211; <a href="http://www.exercito.gov.br/01inst/feb/imagens/banco/index1.htm">banco de imagens</a> do Exército Brasileiro sobre a FEB</p>
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