A Batalha de Marjah é um documentário sobre a Companhia Bravo do Primeiro Batalhão do Sexto Regimento de Fuzileiros durante a operação Moshtarak para pacificar a região de Marjah no sul do Afeganistão. As operações iniciaram no dia 13 de fevereiro de 2010 junto com tropas do US Army, ISAF e Afegãs, além dos USMC.

O alvo principal era a cidade de Marja controlada pelo Talibã e traficantes. Um total de 15 mil homens participaram da operação. Foi a maior operação desde a queda do Talibã. A operação acabou com dois anos de domínio Talibã no local.

As outras partes estão disponíveis no Youtube

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O site Wikileaks foi duramente criticado pela organização internacional Repórteres Sem Fronteiras. Em carta assinada pelo presidente da entidade, Jean-François Julliard, o recente vazamento de 92 mil documentos secretos do exército dos EUA sobre a ocupação do Afeganistão foi tratado como uma “incrível irresponsabilidade”.

“Revelar a identidade de centenas de pessoas que colaboraram com a coalizão no Afeganistão é extremamente perigoso. Não seria difícil para o Talibã e outros grupos armados utilizarem esses documentos para montar uma lista de pessoas para ataques mortais”, diz a carta.

Segundo Julliard, o site Wikileaks já prestou bons serviços no passado, divulgando documentos que expuseram sérias violações aos direitos humanos e às liberdades civis, como um vídeo que mostrou o assassinato de dois funcionários da agência Reuters por militares americanos.

“Tal imprudência deixa em perigo suas próprias fontes e, além disso, o futuro da internet como um meio de informação”, critica Julliard.

Para a organização, a divulgação de milhares de documentos secretos deveria ter sido filtrada para evitar a exposição dos nomes de pessoas envolvidas. “O trabalho jornalístico envolve a seleção da informação. O argumento que o Wikileaks não é feito por jornalistas não é convincente. Wikileaks é um canal de informação e, sendo assim, está sujeito às mesmas regras que outras mídias”, afirma a carta.

FONTE: Comunique-se

Macacos soldados do Talibã

Era só o que faltava. Foi noticiado recentemente que os guerrilheiros talibãs estão treinando babuínos armados com Kalashnikovs e metralhadoras para enfrentar os soldados do ocidente.

Os “soldados macacos” seriam resultado da guerra assimétrica. Analistas disseram que o emprego dos macacos pelo Talibã pode fazer a opinião pública a favor da proteção de animais ser usada para pressionar governos na retirada das tropas do Afeganistão.

Um correspondente britânico no Afeganistão observou “soldados macacos” que carregam fuzis AK-47 e metralhadoras na fronteira com o Paquistão. Os Estados Unidos já classificam os primatas como “macacos terroristas”.

Ironicamente, entre os anos 60 e 70, a CIA treinou macacos durante a chamada “Operação Banana”, enviando os animais ao território vietnamita a procura de combatentes inimigos.

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Blindados invadem comunidades rurais tocando heavy metal no máximo. Superior diz desconhecer prática, mas quer que ‘parem agora mesmo’

Barra de Cinco Pixels

O exército americano está usando heavy metal e punk rock para combater os talibãs no Afeganistão. Em suas incursões em vilarejos rurais no sudeste do país, os soldados dirigem um veículo blindado equipado com autofalantes poderosos, que emitem sons capazes de serem ouvidos em um raio de 2 km.

De acordo com um oficial do exército dos EUA, o repertório é escolhido a dedo para irritar os militantes. “Os talibãs odeiam essa música”, disse à agência France Presse o sargento destacado especialmente para as “psy ops”, ou operações psicológicas, na província de Helmand.

“Alguns locais reclamam, mas é uma forma de fazê-los escolher [um lado na guerra]. E também ajuda a motivar os soldados americanos”, disse, depois de uma ronda de várias horas com o veículo em que tocou músicas de bandas como Metallica, The Offspring e Thin Lizzy.

É difícil medir a eficácia ou não da técnica, mas as crianças do local parecem não gostar. Muitas cobrem os ouvidos diante do pesado “ataque” de baixos, guitarras e baterias no máximo volume.

O tenente-coronel Brian Christmas, comandante das tropas em Marjah, afirma desconhecer o uso das músicas nas tais “psy ops”.

“É inapropriado”, disse à AFP. “Vou pedir para pararem com isso agora mesmo.”

FONTE: G1, com informações da AFP

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marjah

vinheta-clipping-forteCABUL – Milhares de marines americanos e soldados afegãos atacaram nas primeiras horas deste sábado (noite de sexta-feira no Brasil) o principal refúgio talibã no sul do Afeganistão. Com helicópteros e veículos resistentes a minas, eles avançaram em direção a Marjah, uma cidade na província de Helmand, na maior operação desde que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou o aumento de tropas no país. Algumas das novas tropas participam da operação.

Cerca de 4.500 marines, 1.500 soldados afegãos e 300 soldados americanos tomaram parte na ação. Do outro lado, um comandante talibã local, Qari Fazluddin, disse que havia 2 mil milicianos na cidade, dispostos a lutar.

- Vamos tirar Marjah do Talibã – afirmou o general Lawrence D. Nicholson, comandante da Segunda Brigada Expedicionária de Marines (2nd MEB).

Região é uma das maiores produtoras de ópio do mundo

Marjah é uma cidade densamente povoada, com cerca de cem mil habitantes, onde o Talibã montou um governo paralelo. Uma modificação em Marjah poderia influenciar toda a província e marcar um início de mudança no país. As tropas esperavam que combatentes estrangeiros aliados aos talibãs lutassem até a morte, mas também estavam preparadas para conter os que tentassem fugir.

- Vamos perseguir os inimigos e levá-los à Justiça – disse o general Mohiyiden Ghori, do Exército Nacional afegão.

Nos últimos dias, forças afegãs, britânicas e de outras nações realizaram operações para preparar o ataque e jogaram folhetos alertando os moradores a não permitir que os talibãs se escondessem em suas casas. O objetivo é forçar o Talibã a deixar Marjah, para que a população fique livre de sua influência e do tráfico de drogas, já que a região é uma das maiores produtoras de ópio do mundo.

O presidente Hamid Karzai autorizou a operação na tarde de sexta-feira, mas teria relutado, pois desejava persuadir os talibãs a aderirem a um programa de reinserção, disseram fontes.

Chegar ao campo de batalha era um dos principais desafios para as tropas. Esse é um terreno acidentado, difícil de ser atingido por tanques. Além disso, Marjah é cercada por um anel de bombas plantadas nas estradas, contam os militares.

FONTE: O Globo / FOTO: AFP

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O Exército dos Estados Unidos travava combates violentos nesta sexta-feira contra os talibãs na província afegã de Helmand, sul do Afeganistão, onde na quinta-feira foi iniciada uma grande ofensiva contra a insurgência islamita.
O batalhão de infantaria 2/8 dos marines enfrentou uma dura resistência talibã, declarou à AFP o general-de-brigada Larry Nicholson, comandante da operação. “O 2/8 tem combates infernais na zona sul da região”, completou.

No entanto, outros batalhões avançaram sem grandes dificuldades para o sul e já conseguiram entrar em contato com a população e os líderes locais, segundo Nicholson.
Os helicópteros transportaram na quinta-feira os marines para os distritos de Garmsir e Nawa, na província de Helmand, e ajudaram as forças afegãs a tomar Janishin, perto da fronteira com o Paquistão.

“Hoje os marines seguem avançando rumo aos objetivos e vão trabalhar para estabilizar a segurança nestas zonas”, afirmou o porta-voz da operação, o tenente Kurt Stahl.
Quase 4.000 marines encabeçam o novo plano do presidente Barack Obama para combater a insurgência afegã, com o objetivo de proteger a população para as eleições presidenciais de 20 de agosto.

“Quando os marines saem às cidades, sempre buscam oportunidades para falar com a população e explicar por quê estão ali”, disse Stahl.
Na quinta-feira, as tropas tomaram o controle do distrito de Khanistan, onde os talibãs instauraram um governo próprio, na maior operação dos marines desde a de Fallujah, Iraque, em novembro de 2004.

Mas o Exército americano também sofreu a primeira baixa na operação, com a morte de um marine, informou a Brigada Expedicionária Marine (MEB). Além disso, na quinta-feira, o comando talibã Haqqani reivindicou o sequestro de um soldado americano no dia 30 de junho, antes do início da ofensiva.
Até o momento não foi anunciada nenhuma vítima civil ou danos materiais. As tropas americanas informaram que evitam utilizar armamento pesado.

A operação “Janjar” (“Punhalada” em dari e pashtun, mas que os marines traduziram como “Strike of the Sword” (“Golpe de Espada”) também conta com a participação de 600 policiais e soldados afegãos.
“O que diferencia a operação Janjar das anteriores é o tamanho das forças e sua velocidade”, afirmou Nicholson.

O general afegão Shair Mohamad Zazi destacou que a a operação estabelecerá segurança para as eleições. As autoridades do país temiam que a violência e as intimidações dos talibãs afetassem a votação na segunda eleição presidencial do país.
Em outra frente, 20 talibãs e um soldado afegão morreram na quinta-feira em confrontos em Zabul, outra província instável do sul do país.

FONTE: AFP

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