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Dentre as ações mencionadas, foi sugerida a expulsão da Venezuela do Mercosul, intensificação da campanha contra turismo na Venezuela e fechamento da fronteira

 

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Brasília – Os deputados membros das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) e de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (CINDRA), cobraram uma solução para os assaltos e extorsões sofridos por turistas brasileiros na Venezuela. O tema foi debatido nesta terça-feira, 28, em audiência conjunta na Câmara dos Deputados.

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, deverá receber um grupo de parlamentares na próxima semana para discutir o assunto. Além disso, os deputados também reivindicaram melhorias na infraestrutura dos consulados brasileiros naquele país para o atendimento dos cidadãos brasileiros residentes e em trânsito. Atualmente, 17 mil brasileiros residem na Venezuela.

Nelson Marquezelli (PTB-SP) defendeu o congelamento das relações bilaterais enquanto o problema persistir. Na sua avaliação, “a Câmara dos Deputados deve segurar todo e qualquer projeto que trate de cooperação com a Venezuela e, caso não haja disposição do governo venezuelano em adotar providências que ponham fim às extorsões, assaltos e humilhações contra os brasileiros, podemos até estudar a expulsão da Venezuela do Mercosul”.

Turismo

Os deputados também prometeram intensificar as campanhas contra o turismo brasileiro na Venezuela. Agências de turismo de Roraima já não comercializam pacotes para o país vizinho.

Édio Lopes (PMDB-RR) revelou que “o Brasil deixou de importar calcário da Venezuela porque os caminhoneiros não davam conta de pagar propina à Guarda Nacional. Enquanto isso, o Itamaraty mantém uma postura extremamente débil”.

Autor do requerimento para a audiência, o deputado Francisco Praciano (PT-AM), reconheceu a gravidade da situação e não descartou defender o fechamento da fronteira entre os dois países. “O assunto diz respeito à defesa nacional e os riscos são cada vez maiores”, afirmou.

FONTE/FOTO:Assessoria de Comunicação da CREDN

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Falta papel higiênico na Venezuela

vinheta-clipping-forte11. (Agências, 15) “A revolução bolivariana importará 50 milhões de rolos de papel higiênico” anunciou o ministro do Comércio da Venezuela. O ministro sustenta que a oposição estimula uma sobre-demanda para provocar desabastecimento. O país sofre uma crônica deficiência de produtos básicos.

2. (Ex-Blog) Humor da oposição fala que não havia papel higiênico para limpar todas as KHdas do chavismo.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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vinheta-clipping-forte1Em sua primeira visita ao Brasil depois de eleito, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que deseja compartilhar experiências na área de defesa e aproximar as Forças Armadas dos dois países “para a proteção de nossa fronteira”. O venezuelano destacou, também, o desejo de realizar treinamentos militares conjuntos.

A proposta foi colocada em comunicado à imprensa, no Palácio do Planalto, após reunião bilateral com a presidenta da República, Dilma Rousseff, e ministros dos dois países. Dilma e Maduro deram ênfase a importância de uma “união regional”. Sobre isso, a presidenta falou que “nossos países estão mostrando essa vocação para criar um futuro comum, que una toda a nossa região, que contribua para um mundo multipolar e multilateral, sem espírito de confrontação, sem pretensões hegemônicas e sem ingerência externa”.

Já para o contraparte venezuelano, é preciso “trabalhar para a integração da América Latina” e fortalecer o Mercosul, chamado por ele de “grande espaço econômico do futuro”.

Maduro explicou que atualmente o relacionamento dos dois países é marcado “por grandes sentimentos de solidariedade e amor”. “Antes vocês eram vistos como um perigo para nós. Hoje, construímos parceria e amizade.” Cooperação essa que, segundo Dilma, acarretou em “decisivo apoio da Venezuela na candidatura do Brasil à presidência da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.

A reunião entre os presidentes tratou, ainda, de temas como energia, desenvolvimento social, educação, cultura e juventude, entre outros. Em seu comunicado, Dilma Rousseff reiterou a “parceria estratégica” em todas essas áreas. Nicolás Maduro pediu ao Brasil apoio especial no setor alimentício, para que possam produzir tudo o que consomem. “Temos metas ambiciosas para dar um salto produtivo”, disse.

Honras militares

O presidente Maduro foi recebido na tarde de ontem com honras militares. Na rampa do Palácio do Planalto, o venezuelano foi saudado pela presidenta Dilma, que estava acompanhada do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Após entoar os hinos dos dois países, ambos acenaram para os jornalistas e cumprimentaram os ministros brasileiros, dentre eles o da Defesa, Celso Amorim, além da comitiva venezuelana.

Depois, seguiram para reunião interna. Além de Amorim e Patriota, participaram do diálogo presidencial os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do Gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira.

FONTE: Ministéio da Defesa

Chegaram os novos S300 venezuelanos

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O jornal venezuelano Notitarde noticiou recentemente que um novo carregamento de armas chegou ao Puerto Cabello no último dia 3 de abril. Acredita-se que neste carregamento estavam sistemas de mísseis de defesa aérea de longo alcance tipo S300 produzidos na Rússia. Estes sistemas são capazes de derrubar aeronaves voando a 200 quilometros até uma altitude de 30.000 metros.

Esta é a segunda vez que um carregamento de armas chega ao terminal venezuelano esta semana e a oitava do ano. Um outro carregamento deve chegar em breve trazendo possivelmente um novo lote deste mesmo sistema.

FONTE: Notitarde

NOTA DO EDITOR: foto meramente ilustrativa

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Venezuela, o maior comprador de armas da AL

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vinheta-destaque-forteSegundo levantamentos do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI), a Venezuela segue no topo do ranking de compradores de material de defesa na América Latina, lugar que ocupa desde 1999, e um dos principais do mundo importadores de armas do mundo. De 2002 até 2006 houve um incremento nas compras de 555%.

Segundo o DIPRI, a Venezuela é o importador de armas número 1 da América Latina (seguido pelo Brasil) e o décimo terceiro do mundo.

Desde 1999 a Venezuela está entre os países que mais importaram armas em todo o mundo. O SIPRI destaca que o principal provedor de armas da Venezuela é a Rússia, que entre 2008 e 2012 respondeu por 66% do armamento que chegou ao país.

De modo geral, houve um incremento em 17% no comércio mundial de armas convencionais no período 2008-2012 quando comparado ao período anterior (2003-2007).

Em 2011, a Venezuela comprou uma série equipamentos bélicos da Rússia incluindo carros de combate T-72M1M (foto acima), sistemas de mísseis S-125 Pechora-2M SAM, helicópteros e aviões.

Na época, o governo de Hugo Chávez conseguiu uma linha de crédito de Moscou no valor de quatro bilhões de dólares para futuras compras de armas.

FONTE: El Nacional (tradução e edição do blog das Forças Terrestres, a partir do original em espanhol)

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O chavismo sem Chávez

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vinheta-clipping-forte1A morte de Hugo Chávez, após mais de um ano e meio de luta contra o câncer, deixa a Venezuela órfã do seu grande protagonista dos últimos 21 anos, se levarmos em conta a tentativa de golpe de 1992. Ele atropelou a velha política “das elites” e prometeu o paraíso à grande maioria de pobres de um país com uma das maiores reservas de petróleo do mundo e um de seus maiores exportadores. Populista, criou marcas só aparentemente inovadoras. Fez de Bolívar o grande inspirador da Revolução Bolivariana e chamou seu grandioso projeto de “socialismo do século XXI”.

Embora no velho figurino do caudilho latino-americano, ele acumulou poder a partir de uma nova e sibilina estratégia: usar as instituições democráticas para corroer a própria democracia. O chavismo é um regime autocrata que mantém aparências democráticas, enquanto funciona na prática como uma ditadura “constitucional”. Para isso, fez intervenções arbitrárias, como expurgos e nomeações no Judiciário, para domesticá-lo, e alterações na distribuição dos colégios eleitorais para que a oposição, mesmo com mais votos, não conquistasse a maioria das cadeiras no Legislativo. Neste sentido, faz lembrar a ditadura militar brasileira, em que havia troca de generais na presidência, mas sem qualquer possibilidade de ocorrer alternância de forças políticas no poder, como numa democracia de fato.

As instituições republicanas venezuelanas foram destroçadas pelo chavismo. A oposição, vítima de erros como o boicote às eleições de 2006, teve um bom momento nas eleições de outubro de 2012, quando Henrique Capriles obteve 45% dos votos, embora insuficientes para evitar nova vitória chavista.

O grande problema de regimes assim, autorreferenciados e personalistas, é justamente quando o chefe morre e entra em pauta a inevitável sucessão. O tratamento dispensado pela liderança chavista à doença do caudilho, confirmada em 10 de junho de 2011 pelo então chanceler Nicolás Maduro como um “abcesso pélvico”, assemelha-se ao que se passava na antiga URSS, quando o chefe do Partido Comunista tinha problemas de saúde. Caía uma “cortina de ferro” entre o enfermo e o resto do mundo, que dele só sabia através de comunicados oficiais que quase nada diziam.

O mesmo segredo cercou a volta de Chávez à Venezuela, na madrugada do dia 18 de fevereiro, após uma internação de 70 dias em Havana para a quarta cirurgia. O presidente anunciou o retorno pelo twitter e foi internado num hospital militar sob tanto mistério que muitos chegaram a duvidar de sua presença em solo venezuelano.

Foi essencial para seu projeto de poder o colchão de petrodólares inflado com a disparada do preço do hidrocarboneto. Quando assumiu de fato o poder, há 14 anos, o barril custava cerca de US$ 25. Nos últimos anos, mantém-se ao redor dos US$ 100. Com isto, pôde lançar um dos maiores projetos assistencialistas do mundo, com programas nas áreas de saúde, educação, habitação e transferência de renda, que de fato reduziram a pobreza, mas ficaram a dever na melhoria da qualidade de vida, além de ser apenas uma forma de assistencialismo demagógico, sem sustentação a longo prazo. Prova disto é que a insegurança se tornou a maior causa de preocupação popular, e a capital, Caracas, uma das cidades mais violentas do mundo. Mas o assistencialismo assegurou-lhe imensa popularidade.

Os petrodólares permitiram-lhe, também, a projeção externa de seu projeto. A partir da visão míope, maniqueísta, de que o mundo é dividido entre o “império” (os EUA) e os demais países, ele comandou uma frente antiamericana anacrônica, tendo como modelo Cuba, e discípulos, Bolívia, Equador, Nicarágua, além de influenciar a Argentina kirchnerista. Teve a amizade do Brasil lulopetista, da Rússia, do Irã. E a simpatia de Dilma Rousseff, essencial para sua entrada no Mercosul numa manobra conduzida por Brasília em associação com a Casa Rosada. Nunca deixou, porém, de vender petróleo ao “império”, além de abastecer Cuba em condições camaradas.

O “novo” socialismo não dispensa conceitos ultrapassados. O chavismo produziu uma estatização em massa das empresas venezuelanas, com resultados desastrosos na produtividade, estímulo à fuga de investimentos estrangeiros e recursos dos próprios venezuelanos para o exterior. A economia passou a depender ainda mais do petróleo. A estatal PDVSA foi transformada em cabide de empregos, além de funcionar como caixa dos projetos do governo. Descapitalizou-se, e a produção despencou. Os desequilíbrios na economia produziram alta inflação, de 23,2% em 2012, segundo o FMI, que projeta 28,8% para este ano. O recurso ao controle de preços levou ao desabastecimento. A infraestrutura sofre com a falta de investimentos e a população, com os frequentes apagões.

Uma das piores heranças do caudilho, ao lado da supressão da liberdade de expressão, é uma economia em frangalhos. Ele ainda se encontrava internado em Havana quando a Venezuela executou sua décima desvalorização cambial desde 1983, uma década antes do chavismo, de pouco mais de 30%. Apenas no período de Chávez as desvalorizações somaram 992%.

O governo fez o possível a fim de retardar mais esta alteração cambial, empurrá-la para o mais distante possível do período eleitoral, de que Chávez saiu vitorioso, com mais um mandato. Explica-se: a cada desvalorização da moeda nacional, o “bolívar forte”, adjetivo irônico, as importações ficam mais caras. E como o país é importador maciço de quase tudo – graças à desarticulação do parque produtivo causada pelas expropriações chavistas de empresas privadas – o impacto na inflação não seria desprezível. E não será.

Mas a desvalorização ajuda as desequilibradas contas públicas, pois aumenta a arrecadação de impostos que incidem sobre o petróleo, cujo preço sobe na moeda nacional. A contrapartida, entretanto, é a inflação, também alimentada pela gastança desenfreada para facilitar a reeleição do caudilho, em outubro: as despesas públicas subiram 52% e a emissão total, 62%. Todos são ingredientes infalíveis no estímulo à alta dos preços. Algo como jogar um fósforo aceso no palheiro.

O que será do chavismo sem Chávez e no aguçamento da crise econômica? Não se pode descartar uma luta pelo seu espólio entre os mais próximos seguidores, como o vice-presidente Nicolás Maduro e Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional e ex-companheiro de armas do ditador. Para adiar o desfecho, Maduro e Cabello, ouvido o governo cubano, fizeram letra morta da Constituição, que marcava a nova posse de Chávez para 10 de janeiro. O argumento era de que, entubado ou não, ele continuava governando. Mas, sempre que um autocrata morre, o regime que o representa paga um preço: faltam instituições democráticas que patrocinem a sucessão de forma natural, sem turbulências. Qual será o custo de tudo isso ainda se saberá.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-forte1Morreu nesta terça-feira, 5, aos 58 anos, o presidente venezuelano Hugo Chávez. Ele estava internado em um hospital militar de Caracas após passar dois meses em Cuba tratando um câncer.

Presente na vida política da Venezuela há pelo menos 20 anos, o tenente-coronel da reserva Hugo Rafael Chávez Frias atraiu ódio e amor da população na mesma medida. Seus partidários o viam como o líder que tirou milhões da miséria e reduziu a pobreza de 42% para 9,5%. Os detratores o descreviam como um caudilho populista que vergou ao limite as regras da democracia, eliminando a independência entre os poderes, manobrando programas sociais em troca de votos e perseguindo a imprensa.

Vida política

Chávez apareceu pela primeira vez no cenário político venezuelano ao tentar derrubar o então presidente Carlos Andrés Pérez em um golpe de Estado frustrado, em 1992. O militar foi preso e cumpriu pena por 2 anos. Em 1998, decidiu aderir ao processo democrático. Organizou uma campanha centrada no contato próximo da população mais pobre e foi eleito com 56% dos votos.

Após assumir o poder, propôs alterar a Constituição em um referendo, do qual saiu vitorioso. Ganhou nova eleição em 2000, com quase 60% dos votos. Em 2002, sofreu uma tentativa de golpe, mas ficou apenas dois dias fora do poder. Dois anos mais tarde, venceria um referendo sobre sua saída da presidência.

Com sua reeleição em 2006 e a disparada do preço do petróleo no mercado internacional, aprofundou seu projeto de poder, batizado de socialismo do século 21. Nacionalizou empresas e ampliou os gastos sociais. Na época, a oposição decidiu boicotar as eleições parlamentares, dando controle total do Legislativo aos chavistas.

Em 2007, consultou os venezuelanos sobre o fim da limitação para a reeleição e sofreu sua única derrota eleitoral, revertida depois num referendo.

Em outubro deste ano, foi eleito para um quarto mandato que o credenciava a permanecer por 20 anos seguidos na presidência da Venezuela. Com 55% dos votos, o líder bolivariano havia prometido, durante a comemoração da vitória, ser “um presidente melhor do que tem sido”. Logo após a vitória, Chávez nomeou o então chanceler Nicolás Maduro como seu vice-presidente.

O câncer

O maior abalo de Chávez ocorreu em 2011, quando descobriu que sofria de um câncer pélvico. Os detalhes da doença e do tratamento nunca foram divulgados.

Chávez passou por quatro cirurgias em um ano e meio, a última ocorreu em dezembro de 2012. O presidente chegou a dizer, em 2011, que estava livre do câncer após ser tratado, mas em dezembro de 2012 anunciou que “células malignas” haviam retornado e ele precisaria de mais uma intervenção cirúrgica.

O líder bolivariano foi a Havana novamente para realizar uma nova cirurgia e retornou para Caracas apenas em fevereiro deste ano. Em dois meses, apenas uma foto do presidente foi divulgada. Com isso, a oposição pressionou o governo diversas vezes para que anunciassem a ausência do presidente e convocassem novas eleições, o que não ocorreu.

FONTE: O Estado de S. Paulo

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Venezuela recebe autopropulsados russos 2S19 Msta-S

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O Exército da Venezuela acaba de receber um lote de obuses autopropulsados 2S19 Msta-S de 152 mm, bem como veículos blindados do tipo “Posto de Comando” MT-LBu.

O Msta-S possui uma torre com canhão de 152 mm montada sobre um chassi de carro de combate T-72. O canhão pode disparar munição de diversos tipos até uma distância de 28,9 km.

Os 2S19 Msta-S reequiparão o “415 Grupo de Artillería de Campaña Autopropulsado “General de División Juan Jacinto Lara”, sediado em ‘Fuerte Paramacay de Naguanagua’, estado Carabobo, e orgânico da ’41 Brigada Blindada’.

Além dos Msta-S, desde maio do ano passado o Exército da Venezuela já recebeu da Rússia carros de combate T-72B1; sistemas de mísseis de defesa aérea S-125-2M ”Pechora 2M”, canhões antiaéreos ZU-23-2 de 23 mm; caminhões táticos Ural dos modelos 43206 (4×4) e 4320 (6×6); veículos de transporte de tropas BMP-3 e BTR-80 (8×8); morteiros de 120 mm 2s12 “Sani” (rebocados), e os autopropulsados 2s23 Nona-SVK; sistema de saturação de área BM-21 “Grad” de 122 mm e também munição, sobressalentes e equipamentos de apoio.

Os equipamentos russo recebidos deverão ser apresentados no desfile previsto para o dia 5 de julho na capital Caracas.

FONTE/FOTO: Notitarde (tradução e adaptação do blog das Forças Terrestres a partir do original em espanhol)

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Para TSJ nova juramentação do presidente não é necessária, já que não houve ‘interrupção do cargo’

 

CARACAS — Em um pronunciamento oficial, nesta quarta-feira, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela respaldou a manobra anunciada na terça-feira pelo governo venezuelano e anunciou que uma nova juramentação do presidente Hugo Chávez não é necessária, já que não houve “interrupção do cargo”. Ao interpretar o artigo 231 da Constituição, a presidente do Supremo, Luisa Estella Morales, disse quer levar “aos venezuelanos a paz e a tranquilidade de uma maneira clara e certeira”. O tribunal também descartou, por enquanto, a convocação de uma junta médica para avaliar o estado de saúde de Chávez, como solicitado pela oposição.

Segundo a magistrada, o TSJ marcará nova data da cerimônia de juramentação quando os motivos que mantêm o presidente fora do país sejam superados. Enquanto isso, o Poder Executivo – o que inclui o vice-presidente, Nicolás Maduro, e todos os ministros chavistas – continuará exercendo suas funções dentro da leis administrativas.
- Até a presente data, o presidente Hugo Chávez se ausentou do território nacional por razões de saúde por mais de cinco dias, mas de conformidade com o previsto no artigo 235 da Constituição, decisão que foi ratificada pela Assembleia Nacional no dia 8. Isso não deve ser considerado em uma falta temporal.

Luisa Estella Morales citou ainda os artigos 186 e 187 da antiga Constituição de 1961, que previam que o presidente deveria entregar o mandato ao presidente do Congresso em casos similares. Mas explicou que a Carta Magna de 1999 eliminou a possibilidade de que o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, tivesse que assumir.

- A carta de 1999 culminou e eliminou expressamente a previsão que impede que o término do mandato seja considerado falta absoluta. Isso seria absurdo no caso de um presidente reeleito e proclamado. Apesar de em 10 de janeiro começar um novo período constitucional não é necessária nova posse para Hugo Chávez em condição de ser um presidente reeleito e por não existir interrupção no exercício do cargo – afirmou.

Quando perguntada se a ausência de Chávez por quase um mês não se constituiria em falta absoluta, a magistrada afirmou que a interpretação do Supremo é de que “não há sequer ausência temporal”, já que o presidente venezuelano solicitou permissão para se ausentar por mais de cinco dias por razões de saúde, e obteve permissão.

Mais cedo, a oposição anunciou que iria ao Tribunal Supremo de Justiça para pedir um pronunciamento sobre a prorrogação da cerimônia que oficializa a continuidade de Chávez no governo, com a esperança de que o órgão mantivesse a obrigatoriedade da posse para esta quinta-feira.

Na terça-feira, o governo venezuelano confirmou que Chávez não fará o juramento no dia 10 de janeiro para assumir seu novo mandato. Em comunicado lido a congressistas, Maduro pediu, em nome do presidente, que ele faça o juramento em outra data diante do Tribunal Supremo de Justiça, de acordo com o Artigo 231 da Constituição.

FONTE: O Globo

(ABC, 05) 1. Maximilien Sanchez Arvelaiz é um conhecido publicitário e especialista na infiltração dentro da estratégia bolivariana. Em 2010 foi nomeado por Hugo Chávez como embaixador da Venezuela para o Brasil. É conhecido como o “cérebro” do chavismo no exterior. O homem veio camuflado entre os ministros do Unasul que estiveram em Assunção e que o tempo todo acompanharam Maduro no caso Lugo.

2. Este diplomata venezuelano, que é conhecido como o preferido confidente de Hugo Chávez, esteve sentado discretamente em um canto da mesa principal, atrás do ministro de Relações Exteriores Nicolas Maduro, no caso Lugo. Com seu iPad, tirava fotografias, filmava a reunião e informava o presidente venezuelano, em tempo real, de tudo que estava acontecendo.

3. O motivo da presença de Sanchez Arvelaiz era coordenar com os “grupos sociais” paraguaios um enfrentamento para defender aquele que estava prestes a ser derrubado por impeachment. Esta foi a sua principal tarefa no nosso país. Para Chávez, é um estrategista-chave do seu projeto; para seus detratores, um agitador especialista em infiltração bolivariana no exterior. Desde a sua nomeação como embaixador do Brasil em 2010, esteve empenhado a elaborar e aplicar planos de penetração ideológica de esquerda na Argentina, Brasil, Bolívia e Paraguai. A sua estratégia de mobilizar os setores sociais, também se somou a de conseguir que os militares não acatem a decisão do Congresso.

4. Desde a sua chegada ao Brasil, Sanchez Arvelaiz foi criando círculos bolivarianos na região. A primeira tarefa é se reunir e se identificar com os movimentos sociais que indiretamente acabam apoiando o projeto chavista, utilizando um disfarce democrático. Para esta missão faltam recursos, que vão desde financiar projetos de sindicatos até “compra” de consciências. Dizem que Sanchez Arvelaiz participa e conecta com seu plano, atividades e projetos empreendidos por anarquistas históricos, militantes que atuam sob a identidade de jornalistas e internautas, blogueiros, acadêmicos, funcionários e especialistas em propaganda e manipulação. Ele também é conhecido como o “Goebbels bolivariano”.

FONTE: ABC Color

Paraguai retira seu embaixador da Venezuela

País também declarou representante venezuelano em Assunção ‘persona non grata’

 

ASSUNÇÃO — O governo paraguaio retirou seu embaixador da Venezuela nesta quarta-feira e declarou persona non grata o representante venezuelano em Assunção. O Ministério de Relações Exteriores expressou, por meio de um comunicado, que diante das graves evidências de intervenção por parte de funcionários da Venezuela em assuntos internos do país, o governo paraguaio decidiu retirar seu embaixador.

Como o embaixador venezuelano Arrúe De Pablo não se encontra atualmente no Paraguai, não é necessário fixar uma data para que ele deixe Assunção. A medida tem efeito imediato. O texto explica que, conforme previsto na Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas, o país declarou De Pablo persona non grata.

Também nesta quarta-feira, a ministra da Defesa, María Liz García de Arnold, prestou depoimento sobre a suposta incitação do chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, a chefes militares contra o governo de Federico Franco. Serão convocados os membros do então Gabinete Militar e o ex-secretário privado de Lugo, Miguel Rojas.

De acordo com um vídeo divulgado na terça-feira, o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, esteve reunido com a cúpula das Forças Armadas do Paraguai horas antes da deposição do presidente Fernando Lugo, no dia 22. Militares e políticos paraguaios dizem que, nessa ocasião, Maduro teria pedido aos generais que não reconhecessem a destituição e continuassem a receber ordens de Lugo.
Em um comunicado difundido pelo site “Paraguay resiste”, Lugo denunciou que o vídeo trata “inutilmente de comprometer a diplomáticos estrangeiros em manobras que nunca aconteceram”. O objetivo seria desviar a atenção sobre o “golpe parlamentar” que lhe tirou o cargo.

O ex-presidente paraguaio também afirmou que as gravações expõem não somente o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, mas “todo o corpo diplomático de diplomáticos a uma situação constrangedora”.
Nesta quarta-feira, os assessores legais de Lugo apresentaram uma ação de inconstitucionalidade ante a Corte Suprema de Justiça contra a resolução do Congresso que destituiu o ex-presidente.

Venezuela retirou embaixador após destituição de Lugo

A gravação do circuito interno do palácio presidencial (abaixo) confirma que o ministro do governo de Hugo Chávez reuniu-se com os comandantes no ápice da crise paraguaia. O vídeo, porém, não prova que o ministro venezuelano tenha de fato incitado a desobediência entre os militares de Assunção.

Após a destituição do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo, o líder venezuelano Hugo Chávez ordenou a retirada de seu embaixador em Assunção. Brasil, Argentina e Uruguai também convocaram seus diplomatas instalados na capital paraguaia.
No mesmo dia, o governo venezuelano havia anunciado que iria interromper o envio de petróleo ao Paraguai. Logo depois, no entanto, o titular de Petropar, Sergio Escobar, voltou atrás e informou que a petroleira estatal PDVSA não cortaria mais o envio de combustível ao Paraguai.

FONTE: O Globo

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(Última Hora, 03) 1. O comandante da Força Aérea do Paraguai, Miguel Christ Jacobs, confirmou aos membros da “Comisión de Defensa de la Cámara de Diputados” que o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, e o embaixador do Equador em nosso país, Julio Prado, pressionaram por uma sublevação das Forças Armadas para reconhecer unicamente a Fernando Lugo como presidente e comandante em chefe, no dia 22 de junho, dia do juízo politico no Congresso.

2. Todos foram convocados ao Gabinete Militar do Palácio de López, incluindo os integrantes da cúpula das Forças Armadas. Estavam presentes o general Christ Jacobs, o almirante Juan Carlos Benítez Fromherz, o general Ramón Garcete, o general Ángel Vallovera e o coronel Freide Amarilla, além do responsável pela segurança de Lugo, comandante Marcial Congo, e o secretario privado, Miguel Rojas. Nesse local foi apresentado um documento para reconhecer Lugo como mandatário apesar de que esse havia aceitado submeter-se ao veredito do Congresso. Os militares se negaram a assinar o documento e o embaixador venezuelano lhes disse que haveria graves consequências para o país se não respaldasse aquela decisão.

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Venezuela vai comprar mais tanques
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Durante a celebração do 191 º aniversário da Batalha de Carabobo e Dia do Exército da Venezuela, Hugo Chávez disse que seu país este ano vai adquirir um lote suplementar do tanque principal de batalha T-72B1, de fabricação russa.

Em seguida, a fim de dar continuidade ao processo de equipar as Forças Armadas, Venezuela e Rússia vão assinar um crédito para valores próximos a 4 bilhões de dólares norte-americanos, para o qual foi despachado para Moscou o vice-ministro de Relações Internacionais Temir Rojas, acompanhado por uma delegação oficial.

A intenção do governo deste país é ter ainda este ano material suficiente para fornecer dois novos batalhões equipados com o MBT, contando com a cooperação técnica e militar da Federação Russa.

FONTE: Defensa.com

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Por Guido Nejamkis

MENDOZA, Argentina, 29 Jun (Reuters) – A Venezuela se tornará o quinto membro pleno do Mercosul no fim de julho, afirmou a Argentina nesta sexta-feira, somando as maiores reservas mundiais de petróleo a uma área integrada por alguns dos principais produtores globais de alimentos, enquanto o Paraguai permanecerá suspenso até 2013.

A adesão, que segundo analistas evidencia outra vez a perda de poder relativo dos Estados Unidos na América do Sul, foi anunciada pela presidente argentina, Cristina Kirchner, no fim da cúpula de mandatários do bloco integrado também por Brasil, Uruguai e Paraguai.

“Também foi decidido adotar a resolução de fixar a data para a incorporação ao Mercosul da República Bolivariana da Venezuela que acontecerá em 31 de julho no Rio de Janeiro”, disse a presidente na cúpula realizada em Mendoza, na Argentina.

Também foi ratificada a decisão do Mercosul de suspender os direitos políticos do Paraguai no bloco em represália à decisão do Congresso paraguaio de destituir o presidente Fernando Lugo.

O país, que não será alvo de sanções comerciais, não recuperará a sua participação no bloco “até que aconteça o processo democrático que instale justamente nesse querido país a soberania popular, ou seja, eleições livres e democráticas”, disse Cristina. O Paraguai terá eleições gerais em abril de 2013.

A Venezuela, integrante da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e governada por Hugo Chávez, estava pronta há mais de seis anos para ingressar no bloco econômico sul-americano, mas o Congresso paraguaio mantinha essa possibilidade bloqueada.

Chávez comemorou a decisão, garantindo que constitui “uma derrota para o imperialismo” e “burguesias lacaias, incluindo a burguesia venezuelana que também conectada com a burguesia do Paraguai fez todo o possível para impedir a entrada da Venezuela no bloco”.

A suspensão do Paraguai do Mercosul pela destituição do presidente Lugo permitiu que Argentina, Brasil e Uruguai decidissem pela entrada da Venezuela no bloco.

A presidente Dilma Rousseff disse que espera que as eleições paraguaias sejam “democráticas, livres e justas”.

Ela acrescentou que o Mercosul ainda é “uma das regiões do mundo menos afetadas pela crise” econômica global. Também indicou que no mundo “a segurança alimentar e energética têm cada vez mais relevância”.

Sinal poderoso, mas polêmico

Um diplomata da região disse à Reuters que com a Venezuela, o bloco incorporará uma economia de peso, fortemente demandante e importadora de todo tipo de bens, especialmente alimentos, e serviços, o que tornará sua economia mais conectada com Brasil e Argentina.

A secretária-executiva da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena, considerou a adesão venezuelana ao Mercosul como um sinal muito poderoso.

“O Mercosul tem um terço das reservas de água do mundo, um terço das terras cultiváveis, mais de 45 por cento da produção de soja. É uma região muito forte e agora com a integração da Venezuela há expectativa que a integração energética possa ser maior no futuro”, disse Bárcena.

O analista internacional Jorge Castro, do Instituto de Planejamento Estratégico da Argentina, considerou que o anúncio da incorporação da Venezuela põe novamente em evidência a perda de poder relativo dos Estados Unidos na América do Sul.

Mas o deputado uruguaio Daniel Peña, opositor do governo e quem integrou uma delegação de parlamentares em Mendoza, criticou a entrada da Venezuela no Mercosul.

“A Venezuela entra no bloco pela janela. Agora se entende porque suspenderam o Paraguai. É uma bagunça e com legalidade duvidosa”, disse Peña a repórteres.

FONTE: Reuters

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Um funcionário do Irã vinculado ao programa de mísseis balísticos é uma das peças- chave, do projeto militar mantido em sigilo, pelo governo de Hugo Chávez. Documentos obtidos e fontes próximas revelaram que o projeto venezuelano de aviões não tripulados –conhecido como M2- está a cargo do engenheiro da Guarda Revolucionária do Irã, Ramin Keshavarz.

FONTE: La Nacion

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A Venezuela aumentou suas importações de armas em 555%  entre 2007 e 2011 e saltou de 46 para 15 na lista dos maiores importadores mundiais, diz o Stockholm Institute for International Peace (SIPRI). A Venezuela comprou sistemas de armas russos, inclusive tanques T-72 e sistemas S-125 Pechora-2M de mísseis antiaéreos, disse o relatório.

Ele acrescentou que a Venezuela chegou a um acordo de US$ 4 bilhões para comprar mais equipamento militar no futuro. As contas revistas pelo relatório do SIPRI dizem que o país gastou US $ 560 milhões em armas importadas em 2011 e um total de US$ 2,652 bilhões desde 2007.

Na América do Sul, Chile e Venezuela representaram 61% das importações na região e o relatório ainda diz que o Brasil assinou acordos de compra de armas com a França e a Itália “que resultarão em um aumento dramático no volume de importações na próximos anos. ”

O comércio mundial de armas convencionais em 2007-2011 aumentou 24% com relação aos cinco anos anteriores, de acordo com um relatório.

Estados Unidos mantém a sua hegemonia global como o maior exportador, enquanto a Índia foi o país que mais armas comprou nos últimos cinco anos, seguido por quatro outros países asiáticos.

FONTE: Sipri.org, via FAV-Club

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Caracas, 4 fev (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou neste sábado ‘muito positivo’ o veto de Rússia e China no Conselho de Segurança (CS) da ONU que evita adotar uma resolução sobre a situação de violência vivida na Síria.

Chávez fez a declaração durante discurso na 11ª Cúpula da Aliança Bolivariana para os povos da América (Alba), ao se referir à decisão de Moscou e Pequim.

O presidente fez o comentário diante dos outros governantes do mecanismo, formado por Venezuela, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas, Dominica, e Antígua e Barbuda.

Chávez voltou a condenar a intervenção da comunidade internacional na Líbia, e disse: ‘É a loucura, a esquizofrenia do imperialismo, e agora atacam a Síria, ameaçam o Irã, ameaçam a Alba’.

‘O que aconteceu na Líbia: como invadem, bombardeiam, destroem um país, assassinam seu presidente, como se nada tivesse acontecido neste mundo’, assinalou o presidente venezuelano.

O veto de Rússia e China no CS da ONU impediu o principal órgão de segurança internacional falar com voz única perante a violenta repressão que o regime sírio exerce contra sua população há 11 meses.

FONTE: EFE

Notas latino-americanas

1. Na relação dos países com maior inflação em 2011, Venezuela e Argentina ficaram uma vez mais nos dois primeiros lugares, com, respectivamente, 27,6% e 21%. Este último percentual de acordo com estimativas de analistas privados, pois os dados oficiais permanecem distorcidos. As demais economias sul-americanas terminaram o ano com um índice inflacionário de um dígito. O Uruguai foi, dentre tais países, o com maior inflação, com 8,6%. Brasil, Peru, Colômbia e Equador revelaram aceleração de seus números de inflação, na comparação com 2010, enquanto Paraguai e Bolívia mostraram desaceleração da inflação.

2. (El País, 10) Ortega assume a presidência da Nicarágua com a ideia de perpetuar-se no poder. Ele quer eliminar as barreiras legais que limitam a continuidade indefinida no poder.

3. (Clarín, 10) Abraçados, de mãos dadas para as fotos, e sorridentes, se mostraram o presidente da Venezuela, Hugo Chávez e seu colega iraní, Mahmud Ahmadinejad no encontro que tiveram no Palácio de Miraflores em Caracas. Com esse tom exultante disseram que estão juntos “para frear a loucura imperialista”. “É o campeão da luta contra o império e oxalá sempre estejamos juntos”, disse referindo-se a Chávez, diante do aplauso generalizado dos funcionários venezuelanos.

4. (Cepal, 2011) Em conjunto, os países sul-americanos cresceram 4,6%, levemente mais que os centro-americanos (4,1%), enquanto que o Caribe se expandiu só 0,7%, devido principalmente à contração de Trinidad y Tabago, a maior economia da sub-região.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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