Defense-boiler-plate-cockerill-range

Nesta edição da DSEI 2025, em Londres (estande N10-116), a John Cockerill Defense revela suas mais recentes inovações em torres modulares, sistemas de treinamento e soluções integradas de proteção. Com um legado de excelência e compromisso com tecnologias de defesa voltadas para o futuro, a empresa continua a expandir os limites da capacidade operacional e da adaptabilidade.

Cockerill® 1030: Potência compacta, máxima versatilidade

O sistema de torre Cockerill® 1030 estará em exibição, demonstrando sua incomparável modularidade e poder de fogo em uma configuração leve. Projetada para plataformas de alta mobilidade, a 1030 integra um canhão de 30 mm, ópticas avançadas e proteção escalonável. Leve (<1,5 t com proteção balística nível 2) e compacta (anel de 1,5 m de diâmetro), comporta até 200 disparos, equipada com dois sistemas digitais de pontaria, elevação de até 70° e capacidade de integração com uma ampla gama de acessórios, como mísseis antitanque, foguetes, sistemas de proteção ativa (APS) e vigilância 360°.

A torre oferece flexibilidade multirrol — de missões de reconhecimento ao engajamento direto — tornando-se ideal para os ambientes de combate modernos. Seu design compacto e baixo peso também a tornam perfeitamente adequada para plataformas anfíbias, permitindo transição entre operações terrestres e aquáticas sem comprometer o poder de fogo ou a sobrevivência da tropa.

Cockerill® 3105: Poder de fogo para o futuro

Outro destaque será a torre Cockerill® 3105, de última geração, que combina um canhão de 105 mm projetado e fabricado pela John Cockerill Defense com avançados sistemas de controle de tiro e conectividade no campo de batalha. Projetada para versatilidade, a 3105 apoia tanto missões de fogo direto quanto indireto, ampliando sua utilidade tática em uma ampla gama de cenários de combate.

Com ângulo de elevação de até 42° e sistema automático de recarga rápida, a torre é capaz de atingir alvos em terrenos complexos e ambientes urbanos (MOUT/FIBUA), além de fornecer apoio de fogo em ângulos elevados. Essa capacidade aumenta também sua eficácia contra ameaças aéreas, incluindo drones, tornando-a um ativo valioso em operações modernas multidomínio.

Seu design modular permite integração em uma grande variedade de plataformas, oferecendo vantagem estratégica por meio de capacidade de ataque de precisão e rápida mobilidade. A 3105 dispara todo o conjunto de munições padronizadas da OTAN — HESH/HEP, HEAT, APFSDS, fumaça, canister e munições de treinamento (TP).

CLWS (Cockerill Light Weapon System) 25 mm: Precisão remota, superioridade tática

A John Cockerill Defense também apresentará a CLWS (Cockerill Light Weapon Station), uma torre remotamente controlada equipada com canhão de 25 mm. Compacta e altamente responsiva, a CLWS é projetada para veículos leves blindados, plataformas não tripuladas e posições fixas de defesa.

Ela oferece capacidade de engajamento dia/noite, disparo estabilizado e integração total com redes de comando e controle do campo de batalha — garantindo precisão enquanto mantém os operadores protegidos.

A CLWS também servirá de base para a futura solução Counter-Unmanned Aerial System (CUAS) da John Cockerill Defense, aproveitando sua agilidade, precisão e modularidade para enfrentar a crescente ameaça de drones e outras plataformas aéreas. Essa evolução ressalta a adaptabilidade do sistema e seu papel estratégico em ambientes de defesa multidomínio.

Hornet Air Guard: Autoproteção contra drones para veículos blindados

Apresentado pela primeira vez na DSEI, estará em exibição o sistema de armas remotamente controlado Hornet RWS em sua versão de autoproteção contra drones para veículos blindados. Testado em combate e em serviço no Exército Francês, o Hornet RWS pode ser equipado com o kit antidrone Hornet Air Guard.

O Hornet Air Guard é uma solução baseada em tecnologias comprovadas para oferecer uma resposta prática a qualquer veículo blindado capaz de montar uma estação de armas remota: detecção 360°, identificação e rastreamento optrônico, neutralização cinética e cortina de fumaça inteligente. Além de cumprir a função de RWS, o sistema oferece a primeira camada de proteção contra drones.■

John Cockerill Defense – DSEI 2025 – Estande N10-116


 

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Gabriel BR
Gabriel BR
9 meses atrás

Se pudéssemos equipar uma viatura com uma estação de armas anti drone calibre 30 mm acho que seria uma solução com um custo operacional convidativo no que tange a dar cobertura as nossas forças em movimento ou mesmo fazer eventualmente uma defesa de um ponto especifico. O custo do uso massivo de misseis antiaéreos em uma guerra contra drones em um território do tamanho do Brasil é brutalmente pesado.

Gabriel BR
Gabriel BR
9 meses atrás

A torre de 105 mm com capacidade de inclinação 42 graus é uma ferramenta incrível se instalada numa viatura de apoio de fogo .

Dworkin
Dworkin
Responder para  Gabriel BR
9 meses atrás

sai do warthunder mlk, gabriel USA.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Dworkin
9 meses atrás

O que verba publicitária do governo não cria né?! Aproveita pq ano que vem acaba.

Dworkin
Dworkin
Responder para  Gabriel BR
9 meses atrás

Parece um robô do zap, até a resposta é a mais previsível e tosca possível.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Dworkin
9 meses atrás

mimimi

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Dworkin
9 meses atrás

foi de graça essa, hein…

Alecs
Alecs
Responder para  Dworkin
9 meses atrás

Que eu saiba a matéria não é sobre Warthunder, mas os canhotos não perdem a oportunidade de passar vergonha.

Esteves
Esteves
9 meses atrás

Esteves pediu proposta. Nada de catálogo.

> Pacote Amazônia e Fronteiras Fluviais

Este pacote teria como foco a mobilidade em áreas de selva, pantanal e regiões alagadas, onde a logística é complexa e o deslocamento exige veículos leves e versáteis:

• 30 veículos leves 4×4 ou 6×6, equipados com torres remotas de 25 a 30 mm (CPWS ou Cockerill 1030) e sensores de visão dia/noite
• Capacidade de operação em ambiente ribeirinho e módulos para comunicação segura e integração com drones de reconhecimento
• Proteção contra emboscadas leves e minas

O valor estimado por unidade ficaria entre 2 e 3 milhões de dólares resultando num pacote total entre 60 e 90 milhões de dólares. Parte da produção poderia ser feita no Brasil, reduzindo custos logísticos e garantindo manutenção local.

> Pacote de Modernização de Blindados e Reação Rápida

O foco é a revitalização da frota de tanques Leopard 1A5-BR e a criação de unidades de cavalaria blindada mais modernas e ágeis:

• 20 modernizações de Leopard 1A5-BR com a torre Cockerill 3105 (105 mm), sistemas modernos de controle de tiro, possíveis melhorias na motorização e integração de sensores
• 30 veículos médios 6×6 ou 8×8 com torres de 30 mm, podendo servir tanto para apoio de fogo como para transporte de tropas em áreas de risco

As modernizações dos Leopard ficariam entre 8 e 12 milhões de dólares por unidade, enquanto os veículos médios custariam entre 5 e 7 milhões de dólares cada. O pacote completo ficaria na faixa de 140 a 180 milhões de dólares.

> Pacote de Proteção de Infraestruturas e Defesa Anti-Drone

Pensando na proteção de instalações militares, bases logísticas e infraestruturas críticas:

• Sistemas de armas remotas para uso fixo ou em veículos leves, capazes de engajar alvos aéreos de pequeno porte como drones
• Integração com radares leves e sistemas de vigilância, permitindo resposta rápida a ameaças assimétricas

Um pacote inicial com 20 sistemas completos custaria entre 1 e 2 milhões de dólares por unidade, ou 20 a 40 milhões de dólares no total.

Total

300 a 350 milhões de dólares. Os custos finais dependeriam de variáveis como conteúdo nacional — com produção local reduzindo custos de importação, nível de proteção desejado, sensores e eletrônica embarcada, tamanho do contrato e exigências de treinamento e manutenção.

Offsets

Redução de dependência de importações e de custos com manutenção externa:

• Geração de empregos e desenvolvimento industrial no setor de defesa.
• Aceleração da modernização da frota com produtos adaptados ao território e clima do país.
• Criação de capacidade de inovação nacional, permitindo que o Brasil participe de projetos futuros em parceria com empresas estrangeiras.

Isso da…5% das emendas parlamentares de 2025.

Felipe M.
Felipe M.
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Blindado chinês pode ser a pior coisa do mundo (como alguns dizem aqui).
Mas falem o que quiser, um leopard 1 modernizado não chega aos pés de um vt4.
“U$ 8mi a U$ 12 mi a unidade”.
U$ 8 mi paga um vt4. U$ 12 mi paga um VT4 com um baita acordo de contrapartidas e/ou adaptação de uma torre 120mm ocidental, quem sabe a usada no Centauro.
Não há exatamente nada que justifique pagar U$ 8 mi em modernização de leopard. Quem dirá U$ 12 mi.
Aliás, se brincar, nem U$ 4 mi se justifica.

Esteves
Esteves
Responder para  Felipe M.
9 meses atrás

O problema é o passado. Dissertaram muito bem aqui sobre conservadorismo e reacionários.

Lembro, quando pequeno, de papai falando sobre a Krupp com orgulho…um meio português saudando alemães.

Canhão e Krupp. Carro e GM.

Negócios militares com a China? Um boato sobre a construção da ferrovia transpacífico trouxe um grupo de ataque norte-americano ao Caribe/Venezuela. Um julgamento com transmissão pela TV, advogados e razões fez a MAGA ameaçar tacar bomba…e mais sanções.

Imagina botar propostas e necessidades no Excel e julgar com racionalidade. Tu imagina?

BVR
BVR
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Iriam desembarcar em Copa.

Esteves
Esteves
Responder para  BVR
9 meses atrás

Lembra do ScanEagle?

JVSilva
JVSilva
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Me fez lembrar de uma imagem sobre o ScanEagle: após chegar no Brasil, uma imagem de um representante de uma empresa brasileira (não sei se a Xmobots) olhando o produto; parece que o NAURU 1000C não agradou por ser nacional e não dá FMS.

As forças gostam do que é estrangeiro. Lembro de uma entrevista sobre o Mansup, acho de na LAAD. O CEO falava em 8 protótipos entregues pra teste e estava esperando a Marinha testá-los, mas…, quando o Edge chegou e pôs o selo de produto seu, o projeto andou que foi uma beleza. Parece que todos os problemas do Mansup, se existiam, sumiram como um passe-de-mágica.

Saudações!

BVR
BVR
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Problema crônico.

Esteves
Esteves
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Cultura enraizada. Toda mudança requer patrocínio e…nossas elites só aprovam mudanças quando essas aumentam os próprios privilégios.

Colombelli
Colombelli
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Andou porque entrou o dinheiro que precisava no Mansup. Testes tambem tem compromissos financeiros do fabricante.

E de fato os olhos agora estão voltados ao ER.

O Nauru 1000 que foi adquirido pelo EB ja estava homologado quando da concorrência da marinha? Não consta que tenha sido avaliado.

Ademais o nauru tem alcance inferior e metade da autonomia. De qualquer sorte o nauru 500 foi adquirido.

Não existe isso de preferir estrangeiro. Se prefere o que funciona e é viavel ( todo ciclo de vida). Tem que ser homologado e ter linha de produção ativa e sustentavel. De que adianta comprar um nacional se a empresa produtora falir em 3 anos? Ai voce fica sem manutenção.

Agora que os nacionais estão se consolidando e se tornando viaveis,passaram e passarão a ser adquiridos. É uma questão de timming e amadurecimento do produto.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Igual a Ucrânia. Só usa equipamentos homologados

Colombelli
Colombelli
Responder para  Palpiteiro
9 meses atrás

Comparar um pais em tempo de paz com ampla possibilidadece tempo pra escolha com um acossado e ameaçado de extinção?

Argumento pueril. Melhora que voce chega no ruim

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

É o governo quem tem que definir o que as FAs usam, e não elas escolherem.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Errado. Bem conversa de civil que não tem mínima noção do que está envolvido.
O que o governo sabe de guerra?
O taxad? Que disse que a Venezuela tinha forças armadas melhores que as nossas?
O ex condenado? Que mal fala português?
Ouem sabe tu bota a companheira dele escolher armas?
E por causa de opiniões como a tua que estamos onde estamos.
Escolher armas de bilhões de dolares e que durarão décadas é uma atividade técnica e complexa. Não é escolher capa de celular e nem serve pra “ajudar companheirada”
Repensa com calma o que tu falou jovem.
Guerra é técnica.
Experimente ver o que tem por tras destas escolhas. É muito estudo e avaliação e principio da impessoalidade e eficiência ( art. 37, caput, da CF/ 88)

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Colombelli
8 meses atrás

Errado, “estamos onde estamos” pq sempre foram as FAs que escolheram o equipamento, estamos indefesos como vc mesmo já percebeu em outras discussões. Países sérios é o governo quem impoe o que os militares vão usar. A US navy só usou os caças que o governo impos, nunca escolheu, na China Russia é a mesma coisa, o Estado é quem toma estas decisões. Eu de presidente chamava os 3 comandantes e dava 1 hora pra decidirem qual fuzil será o padrão nacional para escolherem, e que teria que ser fabricado aqui num processo de grande escala, só como exemplo.

Última edição 8 meses atrás por José Joaquim da Silva Santos
Joao
Joao
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
8 meses atrás

Não é o Gov, Pedro Bó… São militares no governo….

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Colombelli
8 meses atrás

O que o governo sabe de guerra?”

Quem sabe de guerra são os estudiosos, até pq o brasileiro não ve guerra a 200 anos. Os militares são o operadores da maioria da guerra. Se as escolhas dos militares fossem tão boas assim não estaríamos indefesos, com PAs de mentira, sem fuzil fabricado em grande escala, sem defesa AA, nos anos 80 cada Força tinha um programa nuclear próprio dividindo os recursos que já eram parcos. Outra coisa, vc está politizando e não sei porque, se pensa que sou binário e tenho político de estimação está redondamente enganado.

Wilson França
Wilson França
Responder para  Colombelli
8 meses atrás

Teu comentário está correto na parte técnica. Só não entendo pq sempre tem que arrumar um jeito de falar mal do PT. Ninguém vai mudar de posição política por causa de provocações. Pelo contrário.
E do jeito que foi dito parece até que o Bolsonato sabe falar.

Joao
Joao
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
8 meses atrás

Craro craro…
Um governo vegano escolhendo qual carne vc come…
Um governo q não sabe dirigir escolhendo qual melhor carro pra uma tarefa…
Um governo que não sabe navegar escolhendo qual melhor veleiro…
Parabéns!!!!! Boa ideia….

JVSilva
JVSilva
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Entendo e respeito o ponto de vista do amigo, mas, há considerações a fazer:
os produtos nacionais não concorrem em pé de igualdade com o estrangeiro não, e em todos os aspectos: técnicos, financiamento, etc…
Os guaranis e centauros sofreram restrições da Alemanha por possuírem produtos alemães.
O ScanEagle, os Javellins e tantos outros produtos estrangeiros, a exemplo dos guaranis, não são obrigados a cumprirem requisitos que evitem embargos, por exemplo, mas, a indústria nacional, sim.
A SIATT, conforme vídeo abaixo (aos 10:40min de vídeo), teve que cumprir algo que não foi exigido de mísseis estrangeiros.
Se a SIATT pudesse comprar o que há de melhor no mercado, sem se preocupar com restrições, será que seu produto não seria, no mínimo, igual ao estrangeiro em desempenho?

https://www.youtube.com/watch?v=DdOLhdvazsc&ab_channel=BASEMILITARVIDEOMAGAZINE

Em financiamento, nem se fala: O Banco do Brasil, meses atrás, suspendeu a linha de crédito de exportações. Pra piorar era o único que fazia isso. A indústria estrangeira passa por isso?

Substituir o que a Marinha pediu pra a SIATT obviamente é mais difícil, demorado, custoso e, talvez o deixe num desempenho inferior a algum concorrente (como os Vants, drones e UAVs nacionais também), como ocorre por exemplo, com a aviação russa atualmente e sua nacionalização da aviação comercial.

Os custos de manutenção, de operação e aquisição do que é russo, em substituição ao estrangeiro, são maiores, no entanto, a Rússia segue em frente.

Vejo muita gente falando em sempre comprarmos “o melhor, mais não é só ser o melhor que deveria entrar em consideração não. Atualmente estão em desenvolvimento, por exemplo, o F39 Gripen, o Rafale F4, Tejas MK?, Kaan, Boramae, Su-57… Em nenhum site especializado eu ouvi dizer ou li que estes caças são, ou “serão”, melhores que o f35. Ora, se ao posto de “o melhor” só cabe a um, e nesse caso, ao f35, então os demais ainda estão em desenvolvimento por que?

Saudações!

Última edição 9 meses atrás por JVSilva
Colombelli
Colombelli
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Amigo. Nao é questão de buscar o melhor. É de buscar algo que funcione e seja viavel financeiramente. Não adianta trabalhar com esperança.

O gripen não é o melhor caça. O max não é o melhor missil. O 1A2 nao é o melhor fuzil. O guarani não é o melhor blindado e todos estão sendo adquiridos.

Não. O guarani nao sofreu restrições. O que foi questionado foi a exportação dele pra um pais sancionado. Isso foi resolvido. Eram as transmissões alemãs. E o problema era com o comprador. Não conosco.O lote foi recentemente enviado pra lá. Achou ruim? Fabrica a transmissão.ou troca o fornecedor.

O centauro nao sofreu restrição alemã. Não tem nada alemão nele. Foi um problema alfandegário criado pelo Brasil. Não tem nada a ver com embargo de armas. Nada a ver com o BAFA. Informe- se.

Javelin depois de entregue não tem embargo possivel. Ate contra EUA pode ser usado.

As licitações tem requisitos unifornes. Não existe isso de requisito pra industria nacional e outro pra de fora. Leia os editais.

Russia tem uma industria herdada da URSS. Se nao fosse isso não seria uma fração do que é. Pesquise o que era a URSS e o que é a Russia hoje. A China tem industria porque copiou.

Produtos nacionais tendem a ser inferiores e mesmo assim muitos são comprados. Mas nem sempre é possivel tolerar a inferioridade de capacidade em vista da nacionalização sobretudo em quantidades pequenas. Nestes casos não vale a pena ter o nacional pra comprar pouco.

Se voce fosse chamado agora pra ir a Rorraima conter o Maduro ia querer um javelin ou um max? O segundo pode não parar um T72. Eu sou reservista R1. Quero o javelin.

Se tu quer armas livres de embargo ( bafaxe itar) tens que desenvolver tudo do zero. Isso é caro e demorado. Bem longe da nossa realidade. So 4 paises no mundo fazem.isso.

Fora isso é arriscar com fornecedores não confiaveis e com dinheiro do contribuinte.

Vidas dependem de armas. Não ha margem pra erro.

joao
joao
Responder para  Colombelli
8 meses atrás

Perfeito, camarada!

BVR
BVR
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Lembro do contexto, mas talvez devo ter deixado passar algo. Pode confirmar ?

Esteves
Esteves
Responder para  BVR
9 meses atrás

O ScanEagle foi vendido como “comprovado em
combate” (Afeganistão, Iraque), mesmo sendo limitado. Havia expectativa de upgrades
futuros que não se concretizaram.

As aquisições ocorreram num período em que havia forte alinhamento com o lobby de armas dos EUA e interesses políticos.

• Os norte-americanos apresentam esse tipo de equipamento como parte de um “pacote estratégico”: radar, treinamento, suporte e promessa de integração futura…abordagem muito comum quando existem dados sobre a mesa
• O Brasil tinha projetos nacionais de VANTs (como o Falcão da Avibras e o SARP da Embraer), mas estavam em estágios iniciais e não
entregavam capacidade imediata

Projeto antigo

• Desenvolvido pela Insitu/Boeing a partir de tecnologia civil (monitoramento de pesca)
• Desde então, surgiram drones com maior autonomia, carga útil e sensores mais avançados

Carga útil limitada

• Transporta apenas câmeras EO/IR (eletro-ópticas e infravermelho)
• Não possui radares SAR, sensores hiperespectrais ou sistemas de guerra eletrônica que outros VANTs oferecem

Alcance e autonomia

• Autonomia de cerca de 20 horas e alcance efetivo limitado pela estação de controle
• Modelos modernos, como o israelense Heron ou o turco Bayraktar TB2, voam mais alto, mais longe e carregam armamentos e cargas pesadas

Sem capacidade armada

• Enquanto outros países já operam drones de vigilância armados, o ScanEagle é apenas para observação
• A Boeing fez upgrades (como o Integrator), mas o Brasil pagou por uma versão ultrapassada

A MB nunca oficializou quanto pagou pelos 6 conjuntos do ScanEagle. Em 2020, foi ativado o 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1), conhecido como Esquadrão Quêbec, na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA).

BVR
BVR
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Sendo bem sincero sempre achei que o Scan havia sido adquirido pq não havia nenhum similar nacional com as especificações estabelecidas pela MB, e que a um dos diferenciais dele seriam as dimensões e o peso (apesar do suporte de lançamento e resgate ser bem trambolhudo).

Contudo, não fiquei de todo satisfeito; pois sempre julguei que para a MB o ideal seria um sarp vtol, devido ao espaço de operação exíguo nos navios.

Parece até que foi uma aquisição por compensação. Não necessariamente como um off set; mas como algo em troca.

Enfim, grato pela interação.

Colombelli
Colombelli
Responder para  BVR
9 meses atrás

Nao tinha e não tem similar nacional. Pelo menos não com mesmo desempenho, sobretudo alcance e autonomia.

Foi avaliado modelo com asa rotativa mas perdem muito em.autonomia.

O Nauro adquirido pela marinha tem desempenho inferior

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

E o Scan não temos para uso. Dá na mesma

Colombelli
Colombelli
Responder para  Palpiteiro
9 meses atrás

?
Como nao temos?
Tem os adquiridos estão operando normalmente.
Não há queixas deles.
Te inforne.

BVR
BVR
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Grato

Esteves
Esteves
Responder para  BVR
9 meses atrás

Especificações…

Em contratos públicos o fornecedor informa as especificações do produto que passam a fazer parte da carta convite, tomada de preço, licitação.

Você quer vender IPhone. Somente o IPhone tem as especificações do IPhone. Um Android faz o mesmo por preço menor mas tem outras especificações.

BVR
BVR
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Salve Esteves !

Vc entendeu qual o sentido da minha escrita, só está de má vontade.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Esteves
9 meses atrás

5 milhões de dolares. 1 plataforma de lançamento terrestre e uma maritima.

Drones capazes de levar armas ou radar são de outra categoria. Nao estavam sendo buscados.

Nacionais eram todos de catagoria maior.

Foram avaliados ao menos 3 modelos um dos quais era drone- helicoptero. Criterio foi técnico. Não político.

Nenhum da mesma categoria ( tamanho) tem autonomia ou alcance dele.

Foi escolhido um drone de categoria inferior ( tamanho) porque nao está destinado a operar de navios certos, e devem ser capazes de operar dos 3 OPV e navios de apoio.

Ademais era um drone de entrada pra formar doutrina. Na época era o melhor disponivel.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

O que no inventário não está servindo somente para ter doutrina?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Palpiteiro
9 meses atrás

Estuda que tu descobre.
Vou te dar uma ajuda pra nossa realidade
ATGM nao tinha.
Drones tem menos de 5 anos todo mundo.
Caça tanques com capacidade full não tinha.
Radio com criptografia não tinha.
Mtr no GC não tinha.
Vtr 4×4 blindada não tinha.
Torre automatizada não tinha.
Tudo o que é novo tem que testar e descobtir como operar.
Ninguem vira ensinar. Voce tem que descobrir
Sem doutrina tu tens uma arma pra embuste..tipo Venezuela.
Sem doutrina voce perdece morre.
Ter arma é 25%.
Tem que saber como usar ela.
Saber como tirar dela as capacidades.
Ter treinamento pra isso.
Pratica- lo.
Infelizmente o pessoal civil não tem noção do quanto é complexo introduzir um novo equipamento ou tecnologia.
Não é culpa de voces. Isso nào é divulgado.
Mas ai que está o ponto amigo: que tal ouvir quem conhece como a banda toca?

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Esteves
9 meses atrás

São vieses cognitivos

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Felipe M.
9 meses atrás

Eu também penso assim.

JVSilva
JVSilva
Responder para  Felipe M.
9 meses atrás

Acho que a questão a se levantar é como vêm também os VT4. Modelos de exportação geralmente não vêm top como os entregues no país de origem.

A questão da modernização do leopard1A5Br acho que o custo vai depender muito da torre; ou seja, manter a mesma de 105mm ou partir pra uma de 120mm.
Qualquer empresa irá embutir no preço o processo, nada barato, pra 120mm.
Não acho ruim modernização e si, até por que a caserna nunca sabe o que realmente quer e não dá pra saber a ideia de modernização completa dos sistemas de blindagem, controle de tiro, etc, etc.
O Nova Couraça se arrasta há anos e só vi discussões e nada de resoluções. Exemplos: a tonelagem máxima será qual? Nunca chegam num acordo. A mesma coisa é o canhão e seu calibre.
Acho que seria melhor manter o canhão, investir em munições melhores pra o calibre e, também adquirir o Tulpar com canhão 120mm. De preferência o mesmo que os Centauros 2.
Será que na compra do Tulpar, não poderiam tentar parceria pra ela fazer um pacote camarada na modernização dos leopard também?

Saudações!

Colombelli
Colombelli
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

50 toneladas.
Torre nova fica entre 2 e 3 milhoes de dólares dependendo do que por nela.
Canhão 105 ou 120 mm novo não dâ muita diferença de preço. Hoje o programa de aquisição prevê no mínimo 105mm.
A Turquia não tem pacotes prontos pro Leopard 1 mas tem quase tudo.o que se quer mudar na modernização. É viável.

JVSilva
JVSilva
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Não sei se foi aqui que li e acompanhei, mas, lembro que puseram a tonelagem descobriram que o número de concorrentes que atendiam tal requisito se reduzia bastante.
Também ocorreu algo similar com o canhão quando foi informado que seria o de 120mm.

Aí depois dessa redução, falaram que houve flexibilização nos requisitos, que o 120mm era “ideal” e não uma exigência fixa.

Sobre os Tulpar e pacotes prontos, acho que tudo é possível; obviamente, depende do quanto o cliente está disposto a pagar por isso.
Enquanto isso, a MBDA anuncia misseis lançados pelos tubos dos MBTs. A indústria não para e, qualquer que sejam os requisitos, parece que os MBTs sairão sempre atrasados tecnologicamente.
No dia que fecharem os requisitos, não duvido solicitarem que o sistema da MBDA seja “um requisito desejável”.
Saudações!

Última edição 9 meses atrás por JVSilva
Colombelli
Colombelli
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Tonelagem deixa so 2 mbt. Se admite oassar ummpouco o peso.
Canhão foi mudado. 105 ou 120mm
Missil lançado do tubo é antigo. Vide Israel.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Felipe M.
9 meses atrás

A China é uma rival ideológica das FAs brasileiras. Isso além de estar muito distante dos padrões e táticas da OTAN, no qual os militares brasileiros se espelham. Não deve-se criar ilusões de aquisições de equipamentos bélicos chineses de ponta. Eu , por exemplo, adoraria ver uns DF-21 em operação por aqui, mas não me iludo com isso.

Acho que nem mesmo sul-coreanos e japoneses tem muitas chances de emplacarem seus produtos por aqui.

Última edição 9 meses atrás por Dagor Dagorath
Heinz
Heinz
Responder para  Dagor Dagorath
9 meses atrás

Cara acredito que isso esteja caindo por terra.
Já teve exercícios militares entre Brasil e China, vide a vinda de fuzileiros chineses para o operação formosa.
Segundo é a ida de militares brasileiros para aaliar o vt4 e sistemas de defesa AA chinês.
Terceiro, agora há adidos militares brasileiros em Pequim, coisa que tempo atrás não havia.
Quarto, o E.B já opera sistemas Anti-drones de fabricação chinesa

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Espero que você esteja certo e esse paradigma venha a mudar futuramente.

Mas sou cético, e os exercícios militares, as comitivas de avaliação, a designação de adidos em Pequim pode ser mais uma estratégia do Executivo o do que uma decisão das FAs.

Pequenas compras pontuais, como os Mavic, os sistemas anti-drones ocorrem, mas não creio em equipamentos mais sofisticados vindos da China e sendo operados por aqui. Perdão pelo meu ceticismo.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Foram olhar. Não avaliar. Não está em plano de compra nada de lá.
Adidos estava planejado há anos.
Exercicios militares fazemos com muita gente. Não conta nada pra adquirir armas.
Sistemas antidronee e drones ( que voce esqueceu) sao 2 itens entre centenas.
Nada de mais sofisticado que isso será adquirido de la

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Já compramos helicóptero russo em troca de carne de porco.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Palpiteiro
9 meses atrás

Helicóptero não é meio estratégico nem de dissuasão, não fede nem cheira.

Última edição 9 meses atrás por José Joaquim da Silva Santos
Colombelli
Colombelli
Responder para  Palpiteiro
9 meses atrás

Nao compramos. O governo que tu defende via ministro Jobin entubou fazendo um ” briq” e a FAB abraçou o abacaxi. Nao duraram nem 10 anos.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Se eles condicionarem a compra de soja com os equipamentos, o agro aprova rápido a compra

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Dagor Dagorath
9 meses atrás

Não é as FAs quem deveriam escolher o equipamento, mas sim o governo, ou muda isso ou não sairemos do buraco.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Absurdo. Escolha é tecnica. Não politica. Veja art 37 da CF.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Felipe M.
9 meses atrás

Ai que voce se engana. Com 4 milhoes de dolares leopard 1 e M60 ficam a altura de combater qualquer carro e cumprir qualquer missão de um carro top de linha.

Com este valor voce poe canhão 120mm e o que há de melhor em optrônicos e consciência situacional. Dependendo ate um sistema ativo de defesa cabe.. Isso é o que importa. Blindagem é secundária.

Uma modernização ótima se faz com 2 milhões cada.

Tenha um carro de 70 ton ou um de 45, se um tiro de 120mm pra cima ou um drone te pegar ja era.

A Argentina hoje com o TAM 2C modernizado tem o mais letal carro da AL sobretudo pelos problemas nos leopard 2 do Chile. Gastou 1.4 milhão.por carro.

Fora isso, quem te assegura que um carro chinês ia ficar entre 8 e 12 milhoes? Este valor tambem e informado pra M1, K2 e leopard 2A7. Na prática os valores duplicam, ainda que o chinês saia mais barato ( por sua qualidade).

Ninguem faz milagre com preço e se ninguem comprou o chinês isso tem um motivo óbvio e não é politico ideológico.

Iran
Iran
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Senão me engano os K2 saem de 15-20 milhões por carro a depender do pacote, 100 carros custariam 2 bilhões, outra realidade pra nós, infelizmente.

BVR
BVR
Responder para  Iran
9 meses atrás

Salve Iran !!

Top esse K2.

Acho que os sul-coreanos são muito mais suscetíveis às pressões dos estadunidenses do que alguns países europeus, e nesse sentido o quanto estaríamos inseguros num contrato com eles.

Precisamos decidir se queremos um mbt nacional ou não.

Acredito que os turcos ainda são uma janela de oportunidades aberta; mas até quando ?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Iran
9 meses atrás

Correto. Preço K2= 19 milhoes

BVR
BVR
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Salve Colombelli !!

Sobre isso que vc falou do TMA na nova versão.

Sinceramente acho que seria uma opção até para o CFN ao invés de pensar em Abrams.

A não ser que o CFN queira um outro caça-tanques. Nesse sentido, já que o EB vai de Centauro 2 então por que não?

Qto ao Leo 1a5, concordo com a modernização de parte do número deles, a outra parte seria substituída por mbt mais recente, não necessariamente Leo 2 – numa arrumação hi-low, conforme era Leo 1 e M60.

Colombelli
Colombelli
Responder para  BVR
8 meses atrás

TAM fora de linha. Melhor pro CFN CV 90- 120 ou centauro. Tulpar com hitfact tambem. Todos mais capazes.

Mas fica a regra: o que importa é atirar primeiro e acertar.

BVR
BVR
Responder para  Colombelli
8 meses atrás

Grato.
Verdade, a vantagem de dar o 1° tiro não pode ser desperdiçada.

Heinz
Heinz
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Não da, se emendas o Nine não ganha as eleições, prioridades!

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Soldado Bonoro tbm não estava investindo muito em defesa né ? era 1% do PIB…

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
8 meses atrás

Olhe a tabela da MB de empenhos. Menção da audiêncua no naval. Atual caiu pra metade ( sem pandemia)

Wilson França
Wilson França
Responder para  Heinz
8 meses atrás

Que asneira! As emendas vão para os currais eleitorais de deputados, que são na sua maioria antipáticos ao Lula.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Isso é quando da despesa com efetivo?

MARCELO
MARCELO
9 meses atrás

Na primeira foto tem uma torre ( LCTS90 ) em uma viatura 6X6 , fico imaginando que essa torre no Guarani nao é melhor que tentar salvar o Cascavel . No final das contas só a padronizacao da plataforma deve ter impacto logisticos importante .

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  MARCELO
9 meses atrás

Caro Marcelo, também tinha pensado nisso há um bom tempo atras…..temos que lembrar que o Guarani nasceu como uma plataforma de VBTP, ou seja, trabalhando no limite sem muita margens para adaptações pesadas….já colocaram uma torre 30mm e já perdeu mobilidade, agora imagine colocar uma torre mais pesada de 90mm? acredito que a estrutura da viatura não conseguiria absorver o recuo da arma.
Eu concordaria contigo se o EB fosse um pouco mais ambicioso na época e tivesse encomendado um veículo dedicado de reconhecimento baseado no Guarani nos mesmos moldes do que a Engesa fez com Cascavel pensado no conceito de comunalidade de peças.
Seria algo com um chassi menor e mais leve (baixa silhueta) pois não precisa de espaço para levar tropa, apenas a guarnição da viatura, mudanças no projeto seriam necessárias como passar o motor para parte traseira, transmissão na dianteria e suspensão reforçada seriam bem vindas

Outra consideração importante é o fato de que fabricamos a munição 90mm aqui e essa empresa (acredito eu) é a única que ainda investe nesse tipo de calibre, para o nosso exercito ou para o mercado de defesa mundial, parcerias seriam bem vinda, depois dê uma conferida nessa outra torre também…abraço
Cockerill® CSE 90LP two-person turret : Defense – John Cockerill

BVR
BVR
9 meses atrás

Impressão minha ou tem viatura com 90mm semelhante ao cascavel ?

Outra já li comentário criticando o perfil elevado do Guarani com a Ut-30mm; mas em outra matéria aqui no blog tem um boxer que stá com uma .50 e parece um muro sobre rodas.

Última edição 9 meses atrás por BVR
JVSilva
JVSilva
Responder para  BVR
9 meses atrás

Não é que eu pensei a mesma coisa…

O CSE, bem esquisitinho. Mais acho, só acho, pela aparência, ser bem mais móvel…

BVR
BVR
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Salve JSilva !!

Concordo que o CSE aparenta ser mais ágil; contudo o cascavel parece ser mais robusto.

Mas sem o devido reforço na blindagem parece que ambos seriam neutralizados rapidamente, e para piorar o “casca” – por ser um projeto antigo – não deve ter o mínimo em proteção da tripulação contra ied.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  BVR
9 meses atrás

CSE tem proteção contra IED. O Cascavel não.

BVR
BVR
Responder para  Rafael Oliveira
9 meses atrás

Salve Rafael Oliveira!!

Mas foi exatamente o que eu afirmei.

“…e para piorar o “casca” – por ser um projeto antigo – não deve ter o mínimo em proteção da tripulação contra ied.”

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  BVR
9 meses atrás

Apenas confirmei que ele não tem, caro BVR.

O aço também evoluiu no período. Cascavel só tem a aparência de mais robusto.

JVSilva
JVSilva
9 meses atrás

E eu achando estranha a modernização dos cascavéis. Esse CSE90 é muito esquisito. Aliás, do CSE para a esquerda só tem esquisitos.

Não sei o recheio, mas, a julgar pelo externo…

BVR
BVR
Responder para  JVSilva
9 meses atrás

Rsrsrrs…

Na brincadeira, é como se o slogan fosse : ” Dê-me um veículo, ainda que seja uma CG-125cc, e instalaremos uma cockerill”.

Nem sempre a funcionalidade caminha junto com a plasticidade.

Jose Pereira
Jose Pereira
9 meses atrás

parece que eles desistiram do canhão de 120mm…antes aparecia no portfolio deles.
lembro que fizeram uma proposta de modernização do leopard 1A5…sinceramente…uma solução valida até conceber o mbt de 120mm

Jose Pereira
Jose Pereira
9 meses atrás

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Heinz
Heinz
Responder para  Jose Pereira
9 meses atrás

esse anel na torre, é feio de verdade, a solução dos gregos é mais interessante

RDX
RDX
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Parece ser um ponto vulnerável.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Heinz
9 meses atrás

Bonita são as proteção anti aérea do tipo galinheiro usadas na Ucrânia

Jose Pereira
Jose Pereira
9 meses atrás

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Última edição 9 meses atrás por Jose Pereira
RDX
RDX
9 meses atrás

Sugestão de matéria. O EB planeja novas aquisições.
Destaca-se o helicóptero H145.

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Última edição 9 meses atrás por RDX