EUA adiantam protótipos do tanque Abrams M1E3 para 2026, inspirados em lições da guerra na Ucrânia

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Abrams X

Demonstrador Abrams X

Washington, 18 de setembro de 2025 – O Exército dos Estados Unidos anunciou que os primeiros protótipos do novo tanque de batalha M1E3 Abrams serão testados em organizações operacionais já em 2026, bem antes do cronograma inicialmente projetado para 2030, como parte de um esforço para incorporar aprendizados decorrentes do conflito na Ucrânia.

Motivações e ajustes no cronograma

Durante a conferência Maneuver Warfighter, realizada em Fort Benning, o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Randy George, declarou que quatro protótipos do M1E3 estarão “integrados às nossas formações” já no próximo ano, o que representa uma aceleração significativa em relação ao plano original de desenvolvimento.

Os ajustes são impulsionados por desafios enfrentados na guerra ucraniana, onde os tanques Abrams entregues demonstraram vulnerabilidades — especialmente em relação ao peso excessivo, às dificuldades logísticas e às ameaças modernas como drones, mísseis antitanque guiados e munições “loitering”.

Inovações do M1E3

O novo modelo buscará integrar várias melhorias técnicas e operacionais:

  • Arquitetura modular de construção, facilitando futuras atualizações;
  • uso de inteligência artificial no controle de ameaças e priorização de alvos;
  • sistemas ativos de proteção contra drones e projéteis antitanque;
  • redução de peso e menor exigência logística;
  • possível redução do número de tripulantes, com automação e melhorias nos interfaces de controle;

Enquanto os protótipos são testados, o Exército continuará produzindo o Abrams M1A2 na versão SEPv3, embora em ritmo reduzido, até que o M1E3 esteja pronto para substituir progressivamente as unidades mais antigas.

Importância estratégica

O programa M1E3 reflete a urgência que os EUA enxergam em adaptar suas capacidades blindadas às novas ameaças modernas. Analistas apontam que essa mudança não é apenas técnica, mas estratégica, pois busca manter a eficácia dos tanques nos cenários de combate contemporâneo, onde a guerra eletrônica, a guerra de drones e os sistemas de defesa anti-tanque têm papel de destaque.■


 

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Krest
Krest
9 meses atrás

E há quem diga que mbt’s pesados são coisa do passado, que não vale a pena ter hoje em dia e é melhor adquirir mmbt

George A.
George A.
Responder para  Krest
9 meses atrás

Se fossem, Rússia e Ucrânia não estariam usando eles no campo de batalha, mas que vão ter muitas mudanças na guerra de blindados e possivelmente modelos atuais vão caminhar pra obsolência isso é fato.

Hamom
Hamom
Responder para  George A.
9 meses atrás

“O Ocidente acredita que será impossível usar artilharia na zona SVO já no próximo ano.

A profundidade da área afetada na linha de frente da Ucrânia está aumentando. Isso é afirmado em um artigo da revista The Economist.”

The Economist – 4 de agosto de 2025

Nas linhas de frente da Ucrânia, a zona de matança está ficando mais profunda

Drones de médio alcance podem fazer com que a área proibida tenha dezenas de quilômetros de profundidade

A artilharia vai para a clandestinidade

Tropas ucranianas na direção de Zaporizhzhya estão se adaptando à nova ameaça dos drones russos. Artilheiros da 128ª Brigada agora disparam de abrigos localizados a até 8 km da linha de frente.

Um comandante com o codinome Cartel relatou que os russos aumentaram significativamente o uso de drones. “Estamos indo para o subsolo”, disse ele. A previsão é de que o bunker esteja pronto em meados de agosto.

Drones expandem zona de morte

A linha de frente está mudando: a zona de ataque de drones agora cobre até 15 km de cada lado da linha de contato. Isso complica a movimentação e as operações.

Espera-se que, no próximo ano, drones de médio alcance criem um segundo nível de ameaça, cobrindo até 60 km de profundidade. Isso coloca em risco a logística, a artilharia e a concentração de tropas.”…
—————————-

Tanques, artilharia móvel, blindados leves de transporte de tropas, etc… procuram se manter afastados desta “zona proibida”.

Parece que esta nova versão do Abrams visa restaurar sua capacidade de operar neste ambiente hostil, a ver…

Última edição 9 meses atrás por Hamom
George A.
George A.
Responder para  Hamom
9 meses atrás

Assisti um documentário sobre essa dinâmica de desenvolvimento entre projéteis e blindados que com ctz vai ter que ser atualizado depois dessa guerra.

Hamom
Hamom
Responder para  George A.
9 meses atrás

Já está sendo…

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Krest
9 meses atrás

Cada país tem um requisito, não é pq eles tem que necessariamente Chile ou Brasil teriam de ter, a geografia e o clima influenciam, a doutrina defensiva etc. Lembrando que se o Brasil for algum dia usar MBT em combate é pq o país já foi invadido.

Francisco
Francisco
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Acho que nem as forças armadas saber qual a requisitos precisam ser.adotados para fazer essa.doutrina defensiva…

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Francisco
9 meses atrás

É o Estado quem tem que dizer isso, como o Estado não tá nem aí pra defesa tampouco tem um projeto de nação as Forças armadas ficam a deriva.

joão
joão
Responder para  Francisco
9 meses atrás

o que vcs querem dizer com doutrina defensiva???

não sei de onde tiraram essa ideia sem lógica

Acho q não sabem o q é doutrina, o que é defensiva e o q é ofensiva

Santamariense
Santamariense
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

O Brasil está optando por MMBT pelo simples fato de que não pode operar MBT’s modernos. Não tem nada a ver com doutrina, clima, geografia, etc.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Isso todos sabem, só estava argumentando com o outro colega que existem outros fatores que justificam ou não. Eu tenho minhas dúvidas, MBT no Brasil somente faz sentido pra usar contra vizinhos, onde dificilmente haveria uma ameaça, contra uma força invasora vinda do mar(cenário mais factível) me parece pouco eficiente, visto que todos seria destruídos por drones ou outros meios aéreos.

Última edição 9 meses atrás por José Joaquim da Silva Santos
Santamariense
Santamariense
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

No ao, meu caro. Saiam dessa fixação em drones. Os atuais MBT estão em modernização e também os que estão em projeto, para enfrentar e minimizar a ameaça dos drones. O drone passa a ser mais uma arma, mas não é uma arma definitiva e invencivel. MBT não vai deixar de ser fundamental no atual é no futuro campo de batalha.
Uma invasão vinda pelo mar não ficaria no litoral. Não há nexo nisso. Assim que entrarem continente a dentro o MBT passa a ser crucial.

Última edição 9 meses atrás por Santamariense
RDX
RDX
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Exato. O tal MMBT não passa de um IFV com canhão. O resultado é um veículo com blindagem leve e mais barato.
Os malucos defensores dessa coisa alegam que o MBT derruba pontes (papo maluco de militar brasileiro que não tem dinheiro para investir em engenharia de combate) e que o drone matou o MBT.. mas se esquecem que o MMBT é extremamente vulnerável a canhões automáticos, minas, armas AC portáteis e sobretudo a artilharia.
A propósito, o único tanque com características parecidas (M10 Booker) foi abandonado. Enchem a boca para falar em experiência ucraniana mas todos os membros da OTAN estão comprando pesados e genuínos MBTs Leopard 2, K2 e Abrams.

Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
9 meses atrás

Exatamente! Todos os exércitos que investem de fato em sua Cavalaria, investem pesadamente em MBT’s. EUA, Europa, china, rússia, Japão, Coréia do Sul, etc, todos investem em modernizações e em novos MBT’s pesadamente armados e blindados. MMBT é desculpa para quem não tem grana.

Dworkin
Dworkin
Responder para  RDX
9 meses atrás

Eles tem grana e vivem num cenário em que MBTs são essenciais. Nós não temos tanta necessidade assim, além disso tem outras áreas prioritárias pra nossa defesa. Aqui é necessário ser pragmático.

Bernardo
Bernardo
Responder para  Dworkin
9 meses atrás

Hm, entendi. O Chile tem Leopard 2, o Peru vai atualizar sua frota pra K2, a Venezuela tem T-72. Só país riquíssimo e imagino que com necessidades muito diferentes das nossas? Curiosamente agora o Brasil tá agora mesmo mandando um monte de Guaicuru e Guarani pra dar de cara com T-72 (não vai chegar a tanto, mas não é por causa da gente não).
As áreas prioritárias pra nossa defesa hoje são, na minha opinião: praticamente todas operacionais (precisa de quase tudo). O que não precisa é o que eu canso de dizer: general passear de motorista e fazer reunião e convescote com “autoridades” e “jantares”. Viajar pra estudar se vai ter estudo se vai ser estudado um estudo pra estudar se vai adquirir um equipamento que já se precisa há décadas eu também acho que não precisa. Mas isso é tudo administrativo.

joão
joão
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

??????????????

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Krest
9 meses atrás

Pra cada CC que virou uma fogueira de São João, quantos CC’s tomaram “porrada” e sobreviveram?
Quantos foram atingidos, mas foram resgatados, levados pra manutenção?
Para os CC’s destruídos, quanta “porrada” eles tomaram, até finalmente serem destruídos?

São dados interessantes que não saem na mídia, mas aposto que as “grandes nações” que fabricam CC’s estão de olho, e por isso sabem que ainda vale a pena fabricar CC’s.

Eu, particularmente, mesmo com todos os riscos envolcidos, me sentiria mais seguro sendo tripulante de CC do que sendo infante, nesse conflito…

Bernardo
Bernardo
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Infante tem a vida muito pior, basta ver o relato dos próprios. Ou ver os vídeos. Em muitos casos, é ouvir o barulho e esperar a morte, não tem mais o que fazer. Embarcado a chance de escapar é muito maior. Não é vida fácil, mas menos ruim

Renato Solon
Renato Solon
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

A questão não é quanta “porrada” tomaram até serem destruídos. Mas sim quanta “porrada” deram até serem destruídos. A utilidade do MBT vem da capacidade de conseguir destruir alvos. O ponto é, os MBTs conseguiram avançar na frente de batalha até chegarem no ponto de conseguir destruir alvos? Ou foram caçados antes de conseguir se aproximar de seus alvos potenciais? Os drones além de destruir tem como talvez sua maior utilidades a capacidade de ver além da linha de frente, e especialmente ver o deslocamento dos MBTs que são então caçados antes de conseguir gerar danos.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Krest
9 meses atrás

O abrams esta de dieta…melhor mbt é aquele que possui proteção, mobilidade e poder de fogo….nos projetos isso funciona como uma balança, o desafio é equilíbrio, pois quanto mais se prioriza um deles, você acaba sacrificando o outro.
O grande pai desses conceitos de mbt equilibrado foram o t-34 e o panther na segunda guerra…mas isso é papo de entusiasta para outra hora….rs

Última edição 9 meses atrás por Rafaelvbv
IvanF
IvanF
Responder para  Krest
9 meses atrás

Acho que o problema são as notícias que vemos. Quando um MBT é destruído por um drone, aparece notícias e vídeos em todo canto, agora, o que o MBT consegue fazer, ninguém diz.
Então fica parecendo que os MBTs chegam na Ucrânia, ficaram lá sem fazer nada útil até serem destruídos.

George A.
George A.
9 meses atrás

Com ctz a Guerra da Ucrânia foi a mais significativa pro futuro da indústria de armas em décadas, já que a assimetria colossal das guerras do petróleo (ou Guerra ao Terror, como preferirem) tinham um cenário onde não havia mesmo um teste real pra eficiência dos armamentos modernos utilizados, o que foi ainda mais testado por conta do uso de tecnologias como os drones, os satélites starlink e até as IA, obviamente somados a armamentos convencionais como os javelins.
Ao custo de milhares de vidas inocentes se inaugurou uma nova era para conflitos bélicos.

Francisco
Francisco
9 meses atrás

Enquanto isso na república da banana …

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Francisco
9 meses atrás

EB vai morrer abraçado aos Leo’s, canibalizando um por um, até sobrar o último, que será um Fransksteein com as peças de todos os outros.

Ou acontece algum milagre no caminho, mas considerando-se quantos bilhões de dólares esse milagre custaria ( e lembrando que acabou a farra de CC usado ), duvido muito que esse milagre aconteça nos próximos 20 anos…

J L
J L
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Bem na minha opinião deveríamos estar já participando com os turcos que já estão avançando nesses e o em desenvolvimentos de projetos CC, e outros equipamentos como até mesmo navios, mas ao meu ver principalmente participando em projeto de motor para aviões. Hoje a maior parte dos motores que usamos são da GE, o que nos deixa dependentes de aprovação ou não para venda de peças e motores sobressalentes

Bernardo
Bernardo
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Tem Kuraisser usado na Bélgica só aguardando comprador (e autorização da Áustria), e aí vamo? (brincadeira, não vou dar ideia)
Mas fora disso, usado tá difícil de comprar qualquer coisa que não seja algo assim ou T-55 (ou extremamente caro).

RDX
RDX
Responder para  Bernardo
9 meses atrás

Nem a Ucrânia quis esse troço.
O mercado de usados acabou…e até o que antes era considerado sucata agora tem muito valor.
Até no Japão os ucranianos foram garimpar tanques (type 74), sem sucesso.
Eu já estou quase convencido de que foi um erro o EB se desfazer do M41. Do obuseiro AP M108 eu tenho certeza.

Última edição 9 meses atrás por RDX
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Bernardo
9 meses atrás

Kurassier? Não fala isso nem brincando.
Velharia por velharia sem peças de reposição, é melhor continuar com os Leo’s mesmo. Ao menos o EB já conhece esse CC com a palma da mão.
O que eu vejo pro EB, para um futuro a curto e médio prazo:
Centauro II + Cascavel NG + Guarani com torre UT30BR com ATGM + Guaicurus + mais ATGM’s pra infantaria.
Substitui um CC? Não. Mas é o que temos…

Augusto
Augusto
9 meses atrás

Na primeira oportunidade, os EUA se mobilizam para melhorar o que já é padrão mundial de excelência. Isso é liderança. E olhem a velocidade. Aqui, ficamos nos estudos, coquetéis e promessas. Eterno terceiro mundo. É de chorar.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Augusto
9 meses atrás

Isso tudo é só pelo greencard ?

Última edição 9 meses atrás por José Joaquim da Silva Santos
Alecs
Alecs
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Se for, ele não está errado. Cada um sabe o que é melhor para si mesmo. Você já se alistou na milícia venezuelana?

Última edição 9 meses atrás por Alecs
José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Alecs
9 meses atrás

Vc tava embaixo do bandeirão na Paulista?

Santamariense
Santamariense
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Cara, sai dessa nóia de defender teu político de estimação e dessa patacoada de patriotismo nutela. Discute os fatos e assuntos do tópico. Não precisa meter essa merd@ politico-ideológica em tudo que é discutido.

Bacchi
Bacchi
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Não adianta, se elogiar qualquer coisa sobre equipamento americano vai brotar do bueiro um perfil aleatório ti chamando de gado bolsonarista rsrs, então lembrem-se só pode elogiar equipamento russo/chines, mas no final o mais engraçado é que é sempre o mesmo tipo de perfil aleatório, comentando sempre sobre o mesmo tipo de coisa, com outros perfis aleatórios respondendo, ate parece que é a mesma pessoa, mas isso deve ser coisa da minha cabeça não? rs

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bacchi
9 meses atrás

Exatamente isso!

Alecs
Alecs
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Canhoto bizarro insiste em mudar o assunto da matéria. As vezes acho que é o Tonho da Lua. Impressionante, chego a pensar que é algum bot contratado para poluir os comentários e desviar para o campo político.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Alecs
9 meses atrás

O foco do Xings era uma assado de Rússia com uma pitada de China.
O resto era refugo. Pra ele.

Bacchi
Bacchi
Responder para  MMerlin
9 meses atrás

Devo ter em algum lugar salvo um print do xings falando em 2022 quando estourou a guerra na ucrânia que em 2 meses estaria tudo finalizado, rsrs, errou por um pouco só

Dworkin
Dworkin
Responder para  Alecs
9 meses atrás

Problema de vocês (gadaiada patriotarios) é que tudo inventam uma mamação pros EUA e se alguem rebate tu já jogam a “cartinha” da venezuela e cuba como se esses dois países fossem parametro pra alguma coisa. É incrível a falta de capacidade cognitiva do pessoal que se diz de “direita”.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Alecs
9 meses atrás

Haha vc me categorizar como canhoto coroa seu diploma de QI 84, quando se livrar das trevas da ignorância já será tarde.

Heli
Heli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Pessoal do HNMM tava todo lá debaixo

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Heli
9 meses atrás

KK quem dera fosse fosse só eles

Gustavão
Gustavão
Responder para  Augusto
9 meses atrás

Orçamento americano 850 bilhões de dolares, não faz sentido comparar com Brasil.
Eua lidera a Otan com poderio militar, economia e tecnológico.
Brasil tem bons projetos que precisa de investimento na base até sua evolução, tem Guarani, lince, sisfron,morteiro,fuzil,missil anticarro e etc.
Precisa melhorar , precisa de mais investimento na indústria, precisa reforma na suas forças armadas.
Isso vai melhorar com tempo, não precisa chorar, Brasil tá indo devagar mais tá indo.
Não faz sentido comparar EUA com Brasil, orçamento e só china que consegue comparar nesse meio.

Mauricio R.
9 meses atrás

Off topic man nem tanto…

As dificuldades em vender material bélico, no Brasil:

“…estão reclamando da dificuldade de se negociar com os militares brasileiros em processos de aquisição quase intermináveis, com requisitos técnicos únicos no mundo e sem qualquer sentido, além da falta de previsibilidade orçamentária para pagar as encomendas.”

“Não sabemos o que queremos e para que necessitamos. Criamos requisitos que só existem na cabeça de alguém, mas que não fazem diferença alguma no campo de batalha, apenas criam novos pesadelos logísticos.”

(O fim da modernização das FFAA: a burocracia nas aquisições vai nos transformar em sucateiros)
O editor do Defesanet está certo, então!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

“Fontes de DefesaNet na caserna afirmam que a imprevisibilidade orçamentária agrava a situação, mas fazem um mea culpa: os militares não sabem fazer requisitos, obrigam empresas a redesenvolver seus equipamentos e produtos. O custo adicional (não recorrente) pode chegar a bilhões de reais.”

“Mas o problema se estende às demais forças, onde engenheiros militares sem experiência operacional (sem falar de combate) e as alas operacionais trocam críticas e responsabilidades pelos erros nas especificações.”

“Um militar disse que a urgência operacional e a impossibilidade de se adquirir na Base Industrial de Defesa diversos equipamentos especiais como helicópteros e blindados fez com que as Forças buscassem soluções de prateleira no mercado internacional, equipamentos testados e consagrados em uso operacional por forças armadas poderosas e tradicionais. Mas mesmo assim, são incluídos requisitos que impõem novos desenvolvimentos, acrescentam tempo de engenharia e acabam dificultando os já engessados processos.”

Por algum motivo, isso me lembrou de uma entrevista do Reinaldo Bacchi, engenheiro da ENGESA, que disse que, um dia, nos anos 80, foi abordado pelo EB pergu tando se seria possível desenvolver um veículo meia-lagarta.
O Engenheiro teve que EXPLICAR pro EB que esse tipo de veículo há estava obsoleto a décadas, dar todo o contesto histórico da adoção desse tipo de veículo na WWIi, e explicar o motivo dele estar obsoleto na data, e porque esse tipo de veículo seria inviável, pro EB finalmente abandonar a idéia.

Isso explica muita coisa…

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Isso, infelizmente, não está presente nas forças armadas. Muita das empresas estatais tem esse mesmo comportamento.
Já tive episódios na minha carreira que foi um misto de revolta e tristeza.
A última foi um requisito técnico para um equipamento (gerador) que era impossível de cumprir.
Avisei os engenheiros da empresa que ninguém iria fabricar um gerador com aquelas características especialmente para eles.
Resultado, mandaram comprar praticamente outro gerador reserva como sobressalente, o que na prática, é um completo absurdo.
Mas vá lá, o dinheiro não é deles mesmo e não tem ninguém para vir em cima e cobrar uma atitude e postura profissional dessa gente.

Bernardo
Bernardo
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

A Alemanha tem um dos piores processos de aquisição bélica desse lado do hemisfério, tanto que as empresas alemãs (e muitas são muito boas) vivem de exportar, senão quebram. Mesmo vendendo pro governo alemão é impossível garantir os recursos (longa explicação que eu tenho preguiça, mas pesquisem).
Aqui conseguem pegar tudo o que tem de pior lá e ainda acrescentar mais algumas coisas. A única coisa que eles não tem lá é instabilidade política, mas o processo orçamentário é tão burocrático que nem precisa disso também.
E O PIOR É QUE ATÉ A ALEMANHA tá buscando mudar isso dos últimos 18 meses pra cá (mais ou menos). Vai demorar pra ter resultado, mas tão tentando. Aqui continua tudo igual. Ou pior, porque licitação que demorou trocentos anos foi cancelada por política.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Bernardo
9 meses atrás

A gente critica a França, mas não dá pra tirar a razão deles em procurar o próprio caminho, ao invés de fazer projetos conjuntos com a Alemanha.
Quem quer fazer parcerias com alguém qur coloca tanto impecilho na hora de exportar? Pergunte aos turcos como é bom comprar dos alemães…

Nossa BID deveria seguir o exemplo francês ou russo: forte apoio das FA’s nacionais, comprar em quantidade generosas, nacionalizar tudo que for possível, comprar de fora aoenas o necessário, e vender pra quem quiser.

Nei
Nei
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

Olha isso!

“A situação já começa a ficar insustentável. Empresas brasileiras e estrangeiras avaliam deixar o mercado brasileiro. “Não temos segurança jurídica, garantia de fornecimento e nem previsibilidade. Os cronogramas não são cumpridos pelas forças e sempre aparece um novo problema”.”

Governo tem culpa da falta de verbas, mas as FAs também tem alguns inúteis e incompetentes enraizado no escalão.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Nei
9 meses atrás

Até onde eu lembro todos os projetos elaborados pelas três forças no Lula 2 não atingiram o cronograma e nem a quantidade originalmente estabelecida ou mesmo foram concluídos ainda assim nenhum militar responsável por elaborar esse cronogramas e quantidades foi responsabilizado ou mudanças no sistema de planejamento foram feitas.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Nei
9 meses atrás

A Elbit dona da AEL que e uma das principais fornecedora das forças armadas ja esta encaminhando dezenas de seus engenheiros situado no Brasil para outras subdiarias. E ja se falar em encerra tida sua atividade no Brasil…estamos perdendo as melhores parceria em tecnologia por pura ideologia política….

Nativo
Nativo
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

Parece que simplesmente não querem ter o que lhes faça trabalhar.

Última edição 9 meses atrás por Nativo
joão
joão
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

Não… falou muita bobagem,

igor
igor
9 meses atrás

Existem dois Teatros a serem analisados, o primeiro é um inimigo inferior e uma potência militar, como foi nos conflitos do Afeganistão e como está sendo em Gaza, nesse teatro um equipamento moderno, dotado de tecnologias e caro se mostra eficaz, tem menos baixas e protege melhor o tripulante, o outro teatro é o que vemos na Ucrânia, guerra convencional em larga escala principalmente econômica, nesse sentido equipamentos caros e dotados de tecnologia e sensores são quase inúteis e não representam muita diferença no campo de batalha, quantidade passa a ser mais eficaz, na Ucrânia desde /2024 se vê poucos MBTs, a maioria das incursões está sendo realizada a pé ou com motocicletas, quadriciclos e buggys ( desert cross), usar um shahed de U$ 50.000 para destruir um MBT de U$ 4,5 milhões torna quase inviável a produção e desenvolvimento deste novo blindado. Analiso eu que serão poucas unidades, dando mais prioridade a reforma e atualizaçãoes dos Abrams anteriores.  

Antunes 1980
Antunes 1980
9 meses atrás

E o T-90 russo? Alguma nova “tecnologia”
alem da grade na torre?

sub urbano
sub urbano
Responder para  Antunes 1980
9 meses atrás

Leia o trecho “Inovações do M1E3” e vc verá q 4 dos 5 itens listados já estão operacionais no T90M.

Inovações do M1E3:

Arquitetura modular de construção, facilitando futuras atualizações;- ja implantado, o T-90 usa a torreta soldada ao invés de molde, os novos ERA Relikt modulares podem ser removidos em campo ao contrario dos Kontakt antigos, etc.

uso de inteligência artificial no controle de ameaças e priorização de alvos;- único item não abrangido.

sistemas ativos de proteção contra drones e projéteis antitanque;- ja implantado com sistemas Shora (soft kill) e ARENA-M (hard kill de segunda geração, os EUA nao tem nem de primeira ainda)

redução de peso e menor exigência logística;-T90M tem 47 toneladas, M1A2 tem 66 toneladas, motor mais simples do russo em contraposição a turbina da NASA do Abrams

possível redução do número de tripulantes, com automação e melhorias nos interfaces de controle;- doutrina russa de tanques modernos ja utiliza 3 tripulantes (T90M) ao invés de 4 tripulantes (M1Abrams) há decadas. O motivo disso é justamente a automação da torre com autoloader no russo, em contraposição ao americano q um cara tem q colocar uma luva de vaqueta e municiar o canhão com as mãos q deus deu a ele.

É oq eu sempre falo, em se tratando de MBTs a Russia já está na frente dos EUA há decadas. Tanto é q os americanos irão imitá-los agora. Por favor, pare de falar bobagens só pra puxar saco de americanos.

Última edição 9 meses atrás por sub urbano
Santamariense
Santamariense
Responder para  sub urbano
9 meses atrás

E tu puxa saco de tudo que não for dos EUA. O que houve, te negaram o visto ou tu nunca teve grana para ir pra lá? É algum trauma?

Hcosta
Hcosta
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

faz-me lembrar alguns comentários do saudoso apoiante de Putin que enalteceu a grande inovação tática dos Russos na Ucrânia ao dispararem e recuarem de imediato para uma posição protegida, algo nunca antes visto…

e nem referiu o t-14, senão os Russos estariam mais de 50 anos à frente dos EUA e de todos os outros modelos de MBT…

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Cara, sai dessa nóia de defender teu político de estimação e dessa patacoada de patriotismo nutela. Discute os fatos e assuntos do tópico. Não precisa meter essa merd@ politico-ideológica em tudo que é discutido.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Sergio Machado
9 meses atrás

Ué, eu questionei o sujeito. Fiz crítica contra alguém ou apologia a outrem?? Acho que não. Portanto, tenta outra.

Naamã dos Santos Silva
Naamã dos Santos Silva
Responder para  sub urbano
9 meses atrás

Usando o autoloader russo como vantagem?Nem mesmo eles acham isso,por isso o T-14 e a torre Burlak.

uhudtp74hgr61
JuggerBR
JuggerBR
9 meses atrás

Como reduzir o peso do CC? Utilizar materiais mais leves não deve torna-lo ainda mais caro?

Henrique A
Henrique A
9 meses atrás

A diferença de uma grande potência pra nós… eles estão testando uma nova variante (M1E3) enquanto tem um modelo (M1A2 Sepv3) que é 40 anos mais avançado que o nosso atual enquanto aqui nem um esboço do novo CC existe.

Antunes 1980
Antunes 1980
Responder para  Henrique A
9 meses atrás

Escrevi isso a uns 10 anos atrás e recebi dezenas de deslikes.

Falei que jamais iríamos ter um MBT decente, nem em 1.000 anos. E aí está. Se vão 70 anos de blindados obsoletos sem previsão de aquisição de qualquer modelo moderno. Ocidental, russo ou mesmo chinês.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Antunes 1980
9 meses atrás

Mas no caso de invasão a gente manda sambistas (e as musas), jogadores de futebol e um pelotão de ex-BBB pra linha de frente e pronto, tudo se resolve…

Alecs
Alecs
Responder para  JuggerBR
9 meses atrás

Ou o ocupante do Palácio da Alvorada chama o invasor para tomar uma cerveja num bar.

Esteves
Esteves
9 meses atrás

Eu não entendo nada de MBT mas fiquei curioso se a tradição russa está superior.

Ocidente (Israel, EUA, Turquia)
• Sistemas mais integrados, combinando soft e hard‑kill.
• Grande ênfase em interceptação física (Hard‑Kill), especialmente em combate urbano.
• Israel é pioneiro em APS comercialmente implantado.

Rússia/China
• Rússia desenvolve sistemas tanto soft‑kill (Shtora) quanto hard‑kill (Arena, Afganit).
• China segue tendência similar, com sistemas híbridos (GL‑6).
• Forte ênfase em proteger tanques contra múltiplos tipos de mísseis e RPGs, incluindo ambientes abertos e urbanos.

Estados Unidos
• Tradicionalmente focados em soft‑kill (fumaça, contramedidas), mas investindo em hard‑kill moderno (Quick Kill, Iron Curtain, Trophy adaptado).
• Sistema ainda em fase de implantação experimental em Abrams.

Os russos avançaram em proteção porque priorizam sobrevivência física, sistemas integrados de defesa, operação em massa e robustez, ao invés de depender apenas de tecnologias leves ou interceptação sofisticada.

A estratégia é: resistir, absorver dano e manter capacidade de combate, enquanto ocidentais priorizam precisão, sensores e interceptação antes do impacto.

• Desde a Segunda Guerra Mundial, os soviéticos priorizam sobrevivência e robustez do veículo.
• Tanques como o T‑34 já combinavam blindagem espessa e mobilidade para enfrentar grandes exércitos inimigos.
• A doutrina russa enfatiza combate em massa de blindados, saturando o inimigo com números grandes de tanques resistentes.

Os dados que sustentam esse resumo são extensos.

Atenciosamente,

Esteves

Hcosta
Hcosta
Responder para  Esteves
9 meses atrás

não me parece que sejam relevantes, até porque há blindados soviéticos com vários níveis de blindagem.

Existe a tradicional combinação de blindagem, mobilidade e poder de fogo mas também existe a “cebola” de sobrevivência ou quem detetar o outro primeiro, normalmente, ganha, entre muitas outras questões.

Os MBT’s são um jogo de ação e reação. Surge o T-90 como reação ao Leo 2 e o Abrams, assim como outros no passado e assim será no futuro. E sem grandes diferenciadores. Se tem auto loader, um sistema com uma sigla esquisita que os torna invencíveis, etc. muito disso não é um fator diferenciador.
Apesar de haver grandes erros como é o caso dos auto loader’s com a munição perto do anel da torre e a dificuldade em o corrigir o que me parece indicar que a sobrevivência da tripulação não será a maior das prioridades…

Neste momento o grande impulsionador para a evolução parece ser os drones. E as soluções não deverão ser muito diferentes entre os países. É o que consideram como a 4ª geração.

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_main_battle_tanks_by_generation#

E a forma da Rússia lutar depende dos seus recursos. Basta ver como antes pretendiam produzir em massa a família Armata, o que foi cancelado e decidiram apostar no T-90, 80, 72, etc. E é uma decisão sensata, de acordo com as circunstâncias.

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Mauricio R.
9 meses atrás

O verbete do T-90, na Wikipedia, traz tristes noticias a respeito do T-90 em combate, em especial o T-90M:

“As of 9 May 2025, the Oryx blog had documented that Russia had lost at least 187 T-90s since the start of the Russian invasion of Ukraine (visually confirmed), including 42 T-90A (of which 29 were destroyed, 3 abandoned, 10 captured), 1 T-90AK (captured and later destroyed), 11 T-90S (9 destroyed, 1 abandoned, 1 captured) and 134 T-90M (80 destroyed, 17 damaged, 30 abandoned, 7 captured).[47]

(https://en.wikipedia.org/wiki/T-90)

SteelWing
SteelWing
9 meses atrás

Essa maquete tá bonita ( ironizando os detratores de tudo que nao é norte americano). Mas agora sem ironia, este MBT é lindo, de verdade mesmo! Espero que as unidades do ano que vem sejam testadas com sucesso, ao meu ver a principal avanço em MBT deve ser a agilidade e capacidade de sobrevivência, especialmente contra os pequenos drones.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
9 meses atrás

Só eu acho que é questão de tempo até ressucitarem o M10 Booker?

Velame
Velame
Responder para  NEMOrevoltado
9 meses atrás

Só.

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
9 meses atrás

Na guerra não existe lugar seguro.

Mauricio R.
9 meses atrás

Off topic, mas nem tanto:

Os norte americanos desistiram do M-10 Booker, mas os chineses, além dos indianos (Zorawar), turcos (Tulpar e Kaplan MT) e indonésios (Harimau), parecem bastante interessados no conceito:

(https://www.snafu-solomon.com/2025/09/ztz-100-or-type-100-armoured-combat.html)

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

Indianos e chineses pensam nesse ”conceito” mais devido a limitações/opção tatica .. uso aerotransportado e uso principalmente em regiões do montanha .que complementam seus MBTs ”puro sangue” da para dizer o mesmo dos Turkos com o seu Altay .. ninguem utiliza MMBT como primeira linha

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Mauricio R.
9 meses atrás

Esses 4 países que você citou tem uma coisa em comum:

Terem cadeias montanhosas gigantescas, principalmente Índia e China, por isso MMBT pra eles faz sentido.
Mas não como opção principal, e sim como complemento.

BrunoFN
BrunoFN
9 meses atrás

Ainda tenho a esperança que o EB reveja essa coisa abjeta de ”MMBT” … será um erro colossal … e nem e por questão de preço, ja que um CV90 120 deve ser tao caro quanto um K2 da vida …. hj , melhor opção seria o Altay turko devido ao acordo de cooperação e os turkos querer e muito uma parecia conosco ….EB ”perdeu” a oportunidade ”mmbt” quando selecionou o centauro 2 para suas linhas ..mesma função . nem mais nem menos