Brigada desloca 48 viaturas pelo Rio Madeira até Manaus em preparação para a Operação Atlas

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Operação Atlas - 1

Porto Velho (RO) – Entre os dias 16 e 18 de setembro, a 17ª Brigada de Infantaria de Selva (17ª Bda Inf Sl) executou uma complexa operação de concentração e embarque de meios logísticos, iniciando a sua participação na fase de deslocamento estratégico da Operação Atlas. Ao todo, 48 viaturas — entre leves, especializadas e de transporte — além de 11 militares, foram embarcadas em balsas no Rio Madeira, partindo de Porto Velho (RO) com destino a Manaus (AM).

Logística em ambiente operacional real

O movimento logístico da 17ª Bda Inf Sl está inserido na Operação Conjunta ATLAS, voltada à defesa da Amazônia e ao fortalecimento da presença do Estado na região. A adoção de um rigoroso sistema de comando e controle permitiu a coordenação do embarque e do deslocamento com elevado grau de sincronização, segurança e eficiência.

Presença e prontidão na defesa da Amazônia

Mais que uma ação logística, a concentração de meios revela o papel do Exército Brasileiro na defesa territorial, na proteção dos recursos naturais e na defesa da população amazônida. A Operação Atlas simboliza a integração das capacidades operacionais da Força Terrestre em um dos teatros estratégicos mais relevantes para o país.

17ª Brigada de Infantaria de Selva

A 17ª Brigada de Infantaria de Selva contribui diretamente para a projeção do Exército Brasileiro como força dissuasora, pronta e capaz de atuar em todo o território nacional ao cumprir sua missão constitucional com eficácia. A ação, conduzida por meio de transporte fluvial, evidencia a eficiência logística da brigada um dos cenários mais desafiadores do País: a Amazônia. Em um ambiente onde a mobilidade terrestre é limitada, o uso do modal fluvial reafirma a adaptabilidade da tropa e sua capacidade de atuar com prontidão, mesmo em regiões de difícil acesso. Isso é reflexo do constante preparo das organizações militares que integram a Brigada, dotadas de meios modernos e recursos humanos capacitados.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Dworkin
Dworkin
7 meses atrás

Cadê os guaranis ?

Joao
Joao
Responder para  Dworkin
7 meses atrás

É uma Bda de Selva, numa região onde não se utiliza o Guarani, é Rio rio rio charco charco charco selva selva selva socavao socavao socavao

Dworkin
Dworkin
Responder para  Joao
7 meses atrás

Mas não existe uma região em Roraima que comporta até leopards ? Imaginei que a operação seria lá.

Carl
Carl
Responder para  Dworkin
7 meses atrás

Essa é a campanha de mobilidade da 17ª, outras OMs estão enviado blindados, entre eles Leopards. Em RR já tem Guarani

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Responder para  Dworkin
7 meses atrás

Os Guarani são um dos povos indígenas mais numerosos da América do Sul e hoje estão distribuídos principalmente no Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia. No Brasil, vivem em várias regiões, com destaque para o Mato Grosso do Sul, onde se encontra a maior população Guarani, especialmente os Guarani Kaiowá, além de comunidades no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, inclusive em áreas próximas a centros urbanos. No Paraguai, a presença Guarani é muito forte, a ponto de a língua guarani ser oficial junto com o espanhol, sendo falada por indígenas e não indígenas em todo o país. Na Argentina, concentram-se nas províncias de Misiones, Corrientes e Formosa, próximas às fronteiras com Brasil e Paraguai. Já na Bolívia, habitam principalmente o sudeste, na região do Chaco. No total, estima-se que existam atualmente mais de 280 mil Guarani em toda a América do Sul.

Felipe M.
Felipe M.
Responder para  Rafael Coimbra
7 meses atrás

Também se encontra Guarani em outros locais:

  • Em Campinas, especialmente na região do brinco de ouro;
  • Em livrarias, nas prateleiras de literatura brasileira;
  • Em mercados, na prateleira de açúcar, café etc
  • No banco central paraguaio.
José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
7 meses atrás

Essas balsas são rebocadas ou tem propulsão própria?

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
7 meses atrás

Olha direito as fotos que você vai ter a sua resposta.

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
7 meses atrás

A foto é autoexplicativa

Abymael2
Abymael2
Responder para  Rafael Coimbra
7 meses atrás

Uma IBAGEM vale por mil palavras rsrsrs

Eduardo dos Santos
Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Enquanto os Estados Unidos levam poucas horas para deslocar tropas e equipamentos para qualquer lugar do planeta as forças armadas brasileira ficam postando o deslocamento que já faz não sei quantos meses que foi planejado para uma manobra como se fosse a rainha da cocada, em caso de guerra não saíam nem do lugar.

andre
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

voce nao ta comparando a maior força militar do PLANETA TERRA com o brasil ne? pouquissimos paises tem essa capacidade

Última edição 7 meses atrás por andre
Deadeye
Deadeye
Responder para  andre
7 meses atrás

Para fazer o que ele quer, a gente só precisa de uns 800 bi ao ano.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Deadeye
7 meses atrás

Não, agora é 1 trilhão!!! Hehe

Abs

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Deadeye
7 meses atrás

Nada disso, basta a aquisição de ao menos uns 4 aviões de transporte do porte do C-17 e junto ao KC-390 e não faltando dindin pro combustível, em poucos dias o grosso dos blindados e meios de combate já estariam em RR, assim como meios de apoio logístico.

Thiago Martins
Thiago Martins
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Santo viralatismo hein, amigo…

Joao
Joao
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Vc não escreveu isso……..

O EB está tratando e treinando os modais.
Modais que levariam muitos e muitos meios…

Para não escrever mais bizonhices, pesquise quanto tempo levou pra levar os meios pro Iraque nas duas vezes….

Jaguar
Jaguar
Responder para  Joao
7 meses atrás

Uma das maiores movimentações militares do mundo.. me lembro muito bem das cias aéreas levando soldados ao Iraque.. que cena

Sergio
Sergio
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Poxa, irmão…Comparar forças armadas ” di verdadi ” com o que temos aqui.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Isso nunca depende APENAS das FFAA. Uma das primeiras coisas que Eisenhower fez em sua Presidência foi melhorar a logística dentro dos EUA. Aqui houveram tentativas. Inclusive pelos governos militares. Mas nunca houve continuação. Parece que hoje em dia não conseguimos construir uma mísera estrada asfaltada na Amazônia, por exemplo.

A indústria naval, que poderia facilitar o deslocamente via fluvial está sucateada, etc.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

“Enquanto os Estados Unidos levam poucas horas para deslocar tropas e equipamentos para qualquer lugar do planeta.”
Não é bem assim não, amigo. Isso só acontece assim nos filmes. Eu que já fui”descolocado” que o diga.

Abs

Colombelli
Colombelli
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Errado. Se eles fossem deslocar na amazônia seria da mesma forma que nós.

ln(0)
ln(0)
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Eles conseguem isso pois tem cententas de bases com milhares de soldados espalhados pelo mundo. Se todos tivessem que sair dos EUA, provavelmente, levariam semanas para irem para qualquer lugar do mundo. Aqui, para levar blindados e viaturas, temos que cruzar uma floresta sem infraestrutura, o que atrasa ainda mais o deslocamento. Há projetos para melhorar isso, mas não sei porque nunca ganhou prioridade.

Jaguar
Jaguar
Responder para  Eduardo dos Santos
7 meses atrás

Cara, o Brasil é maior que a Europa, multi terreno, floresta densa. Investimento em pensões militares acima do teto de investimentos. Mas vejo que você não está preparado para está conversa.

Henrique A
Henrique A
7 meses atrás

Nesse tipo de operação uma embarcação como abaixo não seria melhor? Uma classe dessa não seria muito cara, isso é algo que a MB deveria focar.

https://medialibrary.damen.com/transform/89a0d352-52a7-4ddf-801c-db8abfb0a336/damen-stan-lander-5612-roro-3?io=transform:fill,width:750&quality=75

Joao
Joao
Responder para  Henrique A
7 meses atrás

Há muitos lugares, por onde essas balsas navegam, que o calado é baixíssimo.

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Henrique A
7 meses atrás

Balsas como a desta matéria levam bem mais veículos e já são próprias para operarem na região.

Lucas Souza
Lucas Souza
7 meses atrás

O Brasil é muito ultrapassado… como pode ainda em 2025 nós depender de balsas e nível do Rio… que falta faz uma boa estrada de cimento ou uma ferrovia ligando os extremos do nosso país! Imagina o avanço logística, economia de dinheiro e tempo! Mas claro, isso não é prioridade em nosso país…

Última edição 7 meses atrás por Lucas Souza
Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Responder para  Lucas Souza
7 meses atrás

Acredito que vc saiba que em alguns locais é inviável a construção de estradas de cimento e ferrovias….

Dr. Mundico
Dr. Mundico
Responder para  Lucas Souza
7 meses atrás

Claro, agora vamos fazer estrada e ferrovia na selva para levar caminhãozinho e tanquinho para brincar de forte apache.

ln(0)
ln(0)
Responder para  Dr. Mundico
7 meses atrás

A estrada e ferrovia também levariam desenvolvimento econômico para as regiões que cruzassem, e algumas infraestruturas devem ser mantidas para momentos de necessidade, pois agora é para “brincar de forte apache”, no futuro poderá ser para fazer guerra.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Lucas Souza
7 meses atrás

Amigo Rafael Coimbra, Mundico e companhia…

O Lucas não esta errado….é importante lembrar que a União Soviética/Império Russo aprendeu da pior maneira a necessidade de ter que deslocar tropas/material e até fabricas da parte oriental para parte ocidental e vice versa, devido as grandes invasões ao longo da história….lá existe também um terreno desafiador atravessando áreas alagadas no verão e clima ártico no inverno, tudo é complicado para construir, desde estradas, linhas férreas, gasodutos, etc…portanto é de extrema importância termos um sistema multimodal que atravessa o país.
Onde quero chegar é que quem quer fazer algo, o impossível vira apenas um desafio, se é algo estratégico no cenário militar é importante sim…pode até ser inviável (como o Rafael disse) no ponto de vista socioeconomico, engenharia talvez, mas isto é debate para outro fórum (não aqui)
Merecemos? se separarmos o mundo em norte e sul pela linha do equador verá que o sul do planeta tem apenas duas grandes nações territoriais de grande importância regional (Brasil e Australia) e não temos programas a altura do que merecemos ter. Os governantes russos do passado/presente (não todos) tem toda uma bagagem de defeitos, mas devemos admitir que eles fizeram programas ambiciosos em nome do Estado visando a soberania nacional deles, o problema do Brasil é que a roda só gira aqui se envolver gerar algum prestigio politico com população civil…não caia nessa histórinha.

Última edição 7 meses atrás por Rafaelvbv
Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
7 meses atrás

O gêlo não é nem 10% da dificuldade da selva amazônica pra construir e manter.
O aspecto de viabilidade econômica e tecnica está diretamente ligado ao aspecto estrategico de defesa.
A agua supre o transporte satisfatoriamente na amazônia.
E é bom lembrar: estradas e ferrovias são alvos fixos.
O Rio e o barco não.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Meu caro, eu não comentei em substituir, falei em criar opções…o rio também é um funil para facilitar emboscadas….o exercito treina manobras de interdição de rio e também manobras para romper essas interdições o problema é o risco que é enorme….leia lá sobre as batalhas travadas entre EUA nos rios do Vietnã, aquilo foi um caos e aqui não seria diferente…

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
7 meses atrás

Nosso transporte fluvial nao fica perto da linha de frente. Bem diferente do delta do mekong que era dentro e a retaguarda das posições dos EUA.

São situações totalmente diversas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Lucas Souza
7 meses atrás

Tenta fazer ferrovia ou rodovia na amazônia…tenta.
Da uma pesquisada na dificuldade. Começa pelo clima. Nem vou falar no custo logistico.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Mas é indispensável Colombelli.

Muito tempo passado, li um documento escrito salvo engano que pelo Antonio Hamilton Mourão (pai do Senador e ex-Vice).
No estudo (muito bom por sinal), apontava-se a necessidade de povoar a região amazônica como um dos principais meios para garantir a soberania sobre aquela região e garantia das fronteiras.
Inclusive usando como exemplo os planejamentos utilizados para desenvolvimento dos estados de Acre e Rondônia. Exemplificando ainda a importância dos chamados núcleos de colonização.
Trazia a importância da integração destas regiões com as demais áreas do país por diferentes modais sem deixar de limitar estes investimentos a commodities na região, e falando principalmente da importância do investimento em malha férrea nas extremidades do país.
Algo que já existiu em Rondônia e, por diversos fatores, não mais existe.

Última edição 7 meses atrás por MMerlin
Colombelli
Colombelli
Responder para  MMerlin
7 meses atrás

Necessidade é uma coisa. Possibilidade e viabilidade é outra.
Povoamento da Amazônia pressupõe o uso dos eixos dos rios.
Rodovias e ferrovias lá são pouco viáveis. Trabalhei 5 anos com engenharia pesada. Não muito, mas suficiente pra saber o que está envolvido nos custos de manter estradas e ferrovias lá.
Pra vencer os alagadiços das calhas dos rios precisariam pontes de dezenas de km.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Concordo.
A viabilidade é um equilíbrio entre (necessidade e/ou retorno) X custos.
Sempre quis conhecer uma parte da região, com o 4×4, na época de chuva, rs.

Abymael2
Abymael2
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

O médici tentou a segunda opção…deu no que deu rsrsrs

Colombelli
Colombelli
Responder para  Abymael2
7 meses atrás

Exato. E não é culpa dele. Há 2 problemas criticos
1) falta de pedra, materia prima base de estradas e ferrovias.
2) 6 meses de chuva torrencial e praticamente diária.
Simplesmente desmancha a estrutura desde a base.

O custo de construir e manter é astronômico.

Carl
Carl
Responder para  Lucas Souza
7 meses atrás

A estrada existe, a BR-319, se ela está funcional ou não, e se um dia realmente vai ficar, aí é outra discussão….

Colombelli
Colombelli
Responder para  Carl
7 meses atrás

Estradas há.
A questão é a confiabilidade e a vulnerabilidade.
O clima e a ação adversaria em um alvo fixo podem inviabilizar o uso ou torna-lo mais lento que o modal fluvial.
Atoleiros intermináveis, alagados de km nas calhas dos rios na época de chuvas, pontes que podem ser atacadas…etc..

Última edição 7 meses atrás por Colombelli
Dondarian
Dondarian
7 meses atrás

Imagine quanta democracia em forma de urna pode ser transportada..
indio vota vota confirma

Santos
Santos
7 meses atrás

Acho importante agraciar com uma medalha todos os responsáveis por este importante feito na história do EB: colocar, com alto grau de sincronia, uns 35 caminhões e um punhado de caminhonetes numa balsa e atravessar o rio com galhardia.

Dondarian
Dondarian
Responder para  Santos
7 meses atrás

Julio César ficaria orgulhoso por se lembrar da conquista da Gália.

joao
joao
Responder para  Santos
7 meses atrás

É uma viagem de Paris até Varsóvia, só q por um rio, q muitas vezes mudou sua profundidade pelos sedimentos, não há internet, parada pra descanso, local de manutenção….

seu comentário é tipico de quem quer só falar algo, e não tem dimensão do Brasil

Santos
Santos
Responder para  joao
7 meses atrás

Não tenho dimensão do Brasil não. É do tamanho do Marrocos será?

Vc usa a imagem de Paris até Varsóvia como se estivesse falando do deslocamento do exército napoleônico completo e o comparando com colocar 30 caminhões numa balsa! kkkkkk

É a FORMA com que o EB escreve essa notícia como se tivesse sido um grande feito que nos OBRIGA a fazer piada, e não pq EU queira falar algo.

Aliás, foi a balsa que foi “de Paris até Varsóvia”. Palmas para o capitão da balsa!

joao
joao
Responder para  Santos
7 meses atrás

sinceramente não entendi mesmo sua colocação…..

A sua falta de noção do tamanho e condições do Brasil não consegue entender q foi um grande feito….
simples assim….

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santos
7 meses atrás

Pra levar um exercito basta acrescer módulos. Se voce conhecesse um pouco de logistica militar nao estaria ironizando.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santos
7 meses atrás

Pesquisa a distância que eles farão e joga na europa pra ver onde daria pra ir.

João Moita Jr
João Moita Jr
7 meses atrás

Bacana, mas…
Eta, alvo suculento para um punhado de drones incendiários. Vendo imagens como essa, meu célebro de militar imediatamente nota a ausência de medidas anti drone eletrônicas e de artilharia anti aérea. Só uma observação de quem quer o melhor para vocês aí.

Abs

Última edição 7 meses atrás por João Moita Jr
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  João Moita Jr
7 meses atrás

Boaaaaaa…👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

Colombelli
Colombelli
Responder para  João Moita Jr
7 meses atrás

Drone da onde? Isso está a milhares de km do destino e é alvo movel. Quem na AL tem drones de ataque de alcance sequer parecido? Minha mente militar nao vê nada demais ali. Os 700 km final é por terra.

Última edição 7 meses atrás por Colombelli
Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Ainda não temos esse risco, mas devemos ja considerar que em curto prazo uma inserção forças especiais operadores de drones kamikaze é inevitável…a Ucrânia fez isso e atacou uma base aérea com sucesso bem longe da linha de frente….Meu caro Colombeli, te respeito, mas o comodismo leva ao fracasso….a mulecada de TI com farda são terriveis, a hora de revisar a doutrina é agora…abraço

Última edição 7 meses atrás por Rafaelvbv
Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
7 meses atrás

Inserções são possiveis em longas distância em TO com estradas, estrutura e habitados.

Amazônia é rio ( facil de controlar) ou levar nas costas. Não ha como operar em selva centenas ou mesmo dezenas de KM em territorio adversario.

O exemplo da Ucrânia nem de longe se aplica ali. La puderam se disfarçar no meio do tráfego civil e o alvo era fixo.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

O que tem de gringo disfarçado de ativista, traficante e garimpeiros espalhado por essas bandas não está escrito
Até um monarca já passou dias em terras indígenas e o governo sequer sabia da visita dele…imagine um operador de forças especiais o que não faz ali?….parece que não leem noticiário…
Ninguém está achando que eles vão armar a barraca no meio do nada da floresta, sabemos que não precisa de nada disso, já que tocou nesse assunto só acho que o governo federal e o EB fica fazendo pelotão de fronteira fica olhando para fora sendo que deveria olhar também é para dentro do país no que acontece nos bastidores dessas regiões, o governo colombiano faz isso e temos que fazer também, já passou da hora.

Última edição 7 meses atrás por Rafaelvbv
MMerlin
MMerlin
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
7 meses atrás

Seria interessante o uso do SENTIR M20, como testes, junto como o deslocamento.
Sabemos que ele tem certa limitação em ambientes de vegetação densa e que seu foco são objetos em movimento.
Mas acredito ser interessante o uso em um ambiente “real” uma vez que traria um recurso a mais de segurança.

Faz tempo que não ouvimos mais a respeito de sua adoção de modo amplo, bem como do m60 e das versões do m200.
Esse último gera bastante expectativas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  MMerlin
7 meses atrás

Fica extremamente prejudicado. Ate a 110 nao funcionava bem. Fora o mato ainda tem a umidade.
Em selva é o velho posto de escuta.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
7 meses atrás

O S2 e E2 olham. So não aparece.
Em caso de conflito a PE entra em operação e o transporte por barcaça fica bem longe da linha de possibilidade de operação adversaria por FE.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Algo que aprendi na minha juventude no US Army;

“Train as you fight and fight as you train.”

Tem que treinar como se luta, e lutar como se treina.

Abs

Última edição 7 meses atrás por João Moita Jr
Colombelli
Colombelli
Responder para  João Moita Jr
7 meses atrás

É o que estao fazendo lá agora. O planejamento e execução vistos neste evento são os mesmos a serem realizados em campanha e são eficientes.

José Gregório
José Gregório
7 meses atrás

Imagina numa guerra de verdade, ou ainda sem nem estar em guerra, mas temos visto países atacando os outros preventivamente, essas barcaças, sem apoio AAe de área, seriam destroçadas, iria tudo para o fundo do rio, milhões em material perdidos, perderíamos a guerra antes de começar. Quem tem algo a dizer?

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Gregório
7 meses atrás

Voce faz ideia de quanto longe de uma linha de frente elas estarão? Tenta planejar um ataque aereo contra elas da Venezuela. Tira no google uma distância pra ti ver. Elas vão ate Manaus. Experimenta ver em perfil low e sem REVO qual alcance da aviação venezuelana.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Gregório
7 meses atrás

Destroçadas com que armas a milhares de km da frente e a 3000 km do litoral?

Colombelli
Colombelli
7 meses atrás

Isso da as vtr de quase meio batalhão.
Pra quem não conhece e não sabe como a banda toca na amazônia, estas balsas, tanto da 17 como da 23, tem como destino final Manaus, que está fora do alcance da Venezuela. Nenhum ataque aéreo seria possivel
Fora isso, ainda são alvos móveis.
As distâncias percorridas no total via agua e terra dariam neste caso pra atravessar a europa desde Calais ate Moscou.
Outros combios farão quase 6.000 KM. Saiu comboios de Cruz Alta e ate de Cachoeira do Sul.
Quantos exercitos do mundo realizam concentrações estratégicas nestas distâncias?
Quanto à ferrovias e estradas na amazônia, se fossem viáveis ja teriam sido feitas. O clima é brutal. A temporada de chuvas liquida a infraestrutura. Ademais há trechos que teriam de ter as maiores pontes da america e quiça do mundo por causa dos alagados.
Não há pedreiras e a logistica pra construir e manter estradas e ferrovias é inviável
A balsa é a forma de transporte la porque é o que funciona e é testada.

Última edição 7 meses atrás por Colombelli
Henrique A
Henrique A
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Está correto em afirmar que o rio é o mais óbvio e viável modal de transporte naquela região mas algumas rodovias e ferrovias em certos trechos mais estratégicos seriam possíveis e desejáveis.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
7 meses atrás

Possivel é. Viável não. O custo beneficio não compensa. E isso vale pra construção e principalmente pra manutenção.
É financeiramente ruinoso.
Por isso ate hoje há uma precariedade generalizada de transporte terrestre.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Colombelli
7 meses atrás

Fazer ferrovias num país montanhoso como Japão ou Suíça deve ser caríssimo mas ainda assim fizeram milhares de km delas; ainda que fosse muito caro e difícil dado os benefícios valeria a pena construir essas obras na Amazônia; não “cortar” de ponta a ponta mas fazer trechos curtos, assim como dragagem do leito e canais para ampliar a navegação dos rios. É falta de capacidade do Estado.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
7 meses atrás

Ferrovia so vale a pena acima de 300 km.
Um km de ferrovia em.situação normal hoje sai 20 milhões.
Japão e Suiça tem pedra em todo lugar. Amazônia não. Sem pedra, sem obra. Pedreira é o 1 item que a gente olha pra uma obra.
E apesar de a Suiça ter gêlo e degêlo isso nem de parto de se compara ao dano de 6 meses de chuva torrencial diária e solo arenoso
Quanto à dragagem é inviavel fora dos acessos de portos e atracadouros. Financeiramente ruinosa

Mustafah
Mustafah
7 meses atrás

A capacidade e a gestão logística militar está tão atrasada e burocrática, que levar alguns caminhões de Porto Velho a Manaus e apresentado como um feito militar. Diariamente transportadoras operam linhas de cargas de SP para a região Norte, garantindo a entrega de remédios, eletrodomésticos, gêneros alimentícios em grande quantidade e com rapidez, inclusive pela lamacenta BR319 e pela transamazônica

joao
joao
Responder para  Mustafah
7 meses atrás

Quanto custa?

Filipe Prestes
Filipe Prestes
7 meses atrás

Em tempos de paz é natural e mais eficiente de um ponto de vista estrito de custo e blá blá blá fazer esse tipo de deslocamento. Só espero q o EB realmente conte com uma logística séria – apoiado pela FAB – em caso de cenário de conflito real.

Paulo Costa
Paulo Costa
7 meses atrás

Acredito que se houver algo na fronteira distante,o deslocamento podera ser feito tambem a noite e o tempo total sera menor.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Paulo Costa
7 meses atrás

Da pra fazer de 10 a 12 dias de qualquer parte do pais se tocar direto.

adriano Madureira
adriano Madureira
7 meses atrás

Sério que a EB não tem grana nem para adquirir uma balsa de transporte com motorização própria?!

tem que necessitar de um empurrãozinho amigo?!

Fico imaginando uma situação hipotética, onde guerrilheiros,narcotraficantes e até terroristas em alguma atitude hostil destruissem o rebocador/empurrador,e aí?! Como ficariam em uma situação de uma balsa sem controle,cheia de equipamentos e a deriva no rio?

Seria um alvo fácil,depois que o primeiro tanque de combustível de um caminhão desses fosse atingido,iria virar um dominó,uma reação em cadeia…

Eu vi alguém comparando o Exército Brasileiro com o poder militar americano, e infelizmente tenho que quebrar a imagem de fodástico deles para tal pessoa:

“Eles também usam Balsa amigão! Sinto muito a revelação”…

Military vehicle transport on Ohio River
https://www.youtube.com/shorts/GNRmopInL2U

Colombelli
Colombelli
Responder para  adriano Madureira
7 meses atrás

Quem destrói o rebocador destrói a propulsão da balsa. Nao faz diferença quanto a isso.
O uso de empurrador é comum na região.porque gera flexibilidade e modularidade. Voce não precisa levar o tempo todo o arrasto da balsa e pode montar varios tipos de balsa juntas num comboio com tamanhos variados.
Com um empurrador voce pode levar uma balsa com suprimento, deixa -la no destino e voltar buscar outras com ganho de tempo e sem ter que trazer peso morto sempre.
Nao vai ter guerrilheiro ou FE adversaria a centenas de KM da frente. Ademais, em combate, elas tem escolta.
Por fim o EB tem “balsas com propulsão propria”. São.os ferry boats. Menores e que atuam nos BLog e Cecma. Em média 2 por btl.