Brigada desloca 48 viaturas pelo Rio Madeira até Manaus em preparação para a Operação Atlas
Porto Velho (RO) – Entre os dias 16 e 18 de setembro, a 17ª Brigada de Infantaria de Selva (17ª Bda Inf Sl) executou uma complexa operação de concentração e embarque de meios logísticos, iniciando a sua participação na fase de deslocamento estratégico da Operação Atlas. Ao todo, 48 viaturas — entre leves, especializadas e de transporte — além de 11 militares, foram embarcadas em balsas no Rio Madeira, partindo de Porto Velho (RO) com destino a Manaus (AM).
Logística em ambiente operacional real
O movimento logístico da 17ª Bda Inf Sl está inserido na Operação Conjunta ATLAS, voltada à defesa da Amazônia e ao fortalecimento da presença do Estado na região. A adoção de um rigoroso sistema de comando e controle permitiu a coordenação do embarque e do deslocamento com elevado grau de sincronização, segurança e eficiência.
Presença e prontidão na defesa da Amazônia
Mais que uma ação logística, a concentração de meios revela o papel do Exército Brasileiro na defesa territorial, na proteção dos recursos naturais e na defesa da população amazônida. A Operação Atlas simboliza a integração das capacidades operacionais da Força Terrestre em um dos teatros estratégicos mais relevantes para o país.
17ª Brigada de Infantaria de Selva
A 17ª Brigada de Infantaria de Selva contribui diretamente para a projeção do Exército Brasileiro como força dissuasora, pronta e capaz de atuar em todo o território nacional ao cumprir sua missão constitucional com eficácia. A ação, conduzida por meio de transporte fluvial, evidencia a eficiência logística da brigada um dos cenários mais desafiadores do País: a Amazônia. Em um ambiente onde a mobilidade terrestre é limitada, o uso do modal fluvial reafirma a adaptabilidade da tropa e sua capacidade de atuar com prontidão, mesmo em regiões de difícil acesso. Isso é reflexo do constante preparo das organizações militares que integram a Brigada, dotadas de meios modernos e recursos humanos capacitados.
FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx



Cadê os guaranis ?
É uma Bda de Selva, numa região onde não se utiliza o Guarani, é Rio rio rio charco charco charco selva selva selva socavao socavao socavao
Mas não existe uma região em Roraima que comporta até leopards ? Imaginei que a operação seria lá.
Essa é a campanha de mobilidade da 17ª, outras OMs estão enviado blindados, entre eles Leopards. Em RR já tem Guarani
Os Guarani são um dos povos indígenas mais numerosos da América do Sul e hoje estão distribuídos principalmente no Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia. No Brasil, vivem em várias regiões, com destaque para o Mato Grosso do Sul, onde se encontra a maior população Guarani, especialmente os Guarani Kaiowá, além de comunidades no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, inclusive em áreas próximas a centros urbanos. No Paraguai, a presença Guarani é muito forte, a ponto de a língua guarani ser oficial junto com o espanhol, sendo falada por indígenas e não indígenas em todo o país. Na Argentina, concentram-se nas províncias de Misiones, Corrientes e Formosa, próximas às fronteiras com Brasil e Paraguai. Já na Bolívia, habitam principalmente o sudeste, na região do Chaco. No total, estima-se que existam atualmente mais de 280 mil Guarani em toda a América do Sul.
Também se encontra Guarani em outros locais:
Essas balsas são rebocadas ou tem propulsão própria?
Olha direito as fotos que você vai ter a sua resposta.
A foto é autoexplicativa
Uma IBAGEM vale por mil palavras rsrsrs
Enquanto os Estados Unidos levam poucas horas para deslocar tropas e equipamentos para qualquer lugar do planeta as forças armadas brasileira ficam postando o deslocamento que já faz não sei quantos meses que foi planejado para uma manobra como se fosse a rainha da cocada, em caso de guerra não saíam nem do lugar.
voce nao ta comparando a maior força militar do PLANETA TERRA com o brasil ne? pouquissimos paises tem essa capacidade
Para fazer o que ele quer, a gente só precisa de uns 800 bi ao ano.
Não, agora é 1 trilhão!!! Hehe
Abs
Nada disso, basta a aquisição de ao menos uns 4 aviões de transporte do porte do C-17 e junto ao KC-390 e não faltando dindin pro combustível, em poucos dias o grosso dos blindados e meios de combate já estariam em RR, assim como meios de apoio logístico.
Santo viralatismo hein, amigo…
Vc não escreveu isso……..
O EB está tratando e treinando os modais.
Modais que levariam muitos e muitos meios…
Para não escrever mais bizonhices, pesquise quanto tempo levou pra levar os meios pro Iraque nas duas vezes….
Uma das maiores movimentações militares do mundo.. me lembro muito bem das cias aéreas levando soldados ao Iraque.. que cena
Poxa, irmão…Comparar forças armadas ” di verdadi ” com o que temos aqui.
Isso nunca depende APENAS das FFAA. Uma das primeiras coisas que Eisenhower fez em sua Presidência foi melhorar a logística dentro dos EUA. Aqui houveram tentativas. Inclusive pelos governos militares. Mas nunca houve continuação. Parece que hoje em dia não conseguimos construir uma mísera estrada asfaltada na Amazônia, por exemplo.
A indústria naval, que poderia facilitar o deslocamente via fluvial está sucateada, etc.
“Enquanto os Estados Unidos levam poucas horas para deslocar tropas e equipamentos para qualquer lugar do planeta.”
Não é bem assim não, amigo. Isso só acontece assim nos filmes. Eu que já fui”descolocado” que o diga.
Abs
Errado. Se eles fossem deslocar na amazônia seria da mesma forma que nós.
Eles conseguem isso pois tem cententas de bases com milhares de soldados espalhados pelo mundo. Se todos tivessem que sair dos EUA, provavelmente, levariam semanas para irem para qualquer lugar do mundo. Aqui, para levar blindados e viaturas, temos que cruzar uma floresta sem infraestrutura, o que atrasa ainda mais o deslocamento. Há projetos para melhorar isso, mas não sei porque nunca ganhou prioridade.
Cara, o Brasil é maior que a Europa, multi terreno, floresta densa. Investimento em pensões militares acima do teto de investimentos. Mas vejo que você não está preparado para está conversa.
Nesse tipo de operação uma embarcação como abaixo não seria melhor? Uma classe dessa não seria muito cara, isso é algo que a MB deveria focar.
https://medialibrary.damen.com/transform/89a0d352-52a7-4ddf-801c-db8abfb0a336/damen-stan-lander-5612-roro-3?io=transform:fill,width:750&quality=75
Há muitos lugares, por onde essas balsas navegam, que o calado é baixíssimo.
Balsas como a desta matéria levam bem mais veículos e já são próprias para operarem na região.
O Brasil é muito ultrapassado… como pode ainda em 2025 nós depender de balsas e nível do Rio… que falta faz uma boa estrada de cimento ou uma ferrovia ligando os extremos do nosso país! Imagina o avanço logística, economia de dinheiro e tempo! Mas claro, isso não é prioridade em nosso país…
Acredito que vc saiba que em alguns locais é inviável a construção de estradas de cimento e ferrovias….
Claro, agora vamos fazer estrada e ferrovia na selva para levar caminhãozinho e tanquinho para brincar de forte apache.
A estrada e ferrovia também levariam desenvolvimento econômico para as regiões que cruzassem, e algumas infraestruturas devem ser mantidas para momentos de necessidade, pois agora é para “brincar de forte apache”, no futuro poderá ser para fazer guerra.
Amigo Rafael Coimbra, Mundico e companhia…
O Lucas não esta errado….é importante lembrar que a União Soviética/Império Russo aprendeu da pior maneira a necessidade de ter que deslocar tropas/material e até fabricas da parte oriental para parte ocidental e vice versa, devido as grandes invasões ao longo da história….lá existe também um terreno desafiador atravessando áreas alagadas no verão e clima ártico no inverno, tudo é complicado para construir, desde estradas, linhas férreas, gasodutos, etc…portanto é de extrema importância termos um sistema multimodal que atravessa o país.
Onde quero chegar é que quem quer fazer algo, o impossível vira apenas um desafio, se é algo estratégico no cenário militar é importante sim…pode até ser inviável (como o Rafael disse) no ponto de vista socioeconomico, engenharia talvez, mas isto é debate para outro fórum (não aqui)
Merecemos? se separarmos o mundo em norte e sul pela linha do equador verá que o sul do planeta tem apenas duas grandes nações territoriais de grande importância regional (Brasil e Australia) e não temos programas a altura do que merecemos ter. Os governantes russos do passado/presente (não todos) tem toda uma bagagem de defeitos, mas devemos admitir que eles fizeram programas ambiciosos em nome do Estado visando a soberania nacional deles, o problema do Brasil é que a roda só gira aqui se envolver gerar algum prestigio politico com população civil…não caia nessa histórinha.
O gêlo não é nem 10% da dificuldade da selva amazônica pra construir e manter.
O aspecto de viabilidade econômica e tecnica está diretamente ligado ao aspecto estrategico de defesa.
A agua supre o transporte satisfatoriamente na amazônia.
E é bom lembrar: estradas e ferrovias são alvos fixos.
O Rio e o barco não.
Meu caro, eu não comentei em substituir, falei em criar opções…o rio também é um funil para facilitar emboscadas….o exercito treina manobras de interdição de rio e também manobras para romper essas interdições o problema é o risco que é enorme….leia lá sobre as batalhas travadas entre EUA nos rios do Vietnã, aquilo foi um caos e aqui não seria diferente…
Nosso transporte fluvial nao fica perto da linha de frente. Bem diferente do delta do mekong que era dentro e a retaguarda das posições dos EUA.
São situações totalmente diversas.
Tenta fazer ferrovia ou rodovia na amazônia…tenta.
Da uma pesquisada na dificuldade. Começa pelo clima. Nem vou falar no custo logistico.
Mas é indispensável Colombelli.
Muito tempo passado, li um documento escrito salvo engano que pelo Antonio Hamilton Mourão (pai do Senador e ex-Vice).
No estudo (muito bom por sinal), apontava-se a necessidade de povoar a região amazônica como um dos principais meios para garantir a soberania sobre aquela região e garantia das fronteiras.
Inclusive usando como exemplo os planejamentos utilizados para desenvolvimento dos estados de Acre e Rondônia. Exemplificando ainda a importância dos chamados núcleos de colonização.
Trazia a importância da integração destas regiões com as demais áreas do país por diferentes modais sem deixar de limitar estes investimentos a commodities na região, e falando principalmente da importância do investimento em malha férrea nas extremidades do país.
Algo que já existiu em Rondônia e, por diversos fatores, não mais existe.
Necessidade é uma coisa. Possibilidade e viabilidade é outra.
Povoamento da Amazônia pressupõe o uso dos eixos dos rios.
Rodovias e ferrovias lá são pouco viáveis. Trabalhei 5 anos com engenharia pesada. Não muito, mas suficiente pra saber o que está envolvido nos custos de manter estradas e ferrovias lá.
Pra vencer os alagadiços das calhas dos rios precisariam pontes de dezenas de km.
Concordo.
A viabilidade é um equilíbrio entre (necessidade e/ou retorno) X custos.
Sempre quis conhecer uma parte da região, com o 4×4, na época de chuva, rs.
O médici tentou a segunda opção…deu no que deu rsrsrs
Exato. E não é culpa dele. Há 2 problemas criticos
1) falta de pedra, materia prima base de estradas e ferrovias.
2) 6 meses de chuva torrencial e praticamente diária.
Simplesmente desmancha a estrutura desde a base.
O custo de construir e manter é astronômico.
A estrada existe, a BR-319, se ela está funcional ou não, e se um dia realmente vai ficar, aí é outra discussão….
Estradas há.
A questão é a confiabilidade e a vulnerabilidade.
O clima e a ação adversaria em um alvo fixo podem inviabilizar o uso ou torna-lo mais lento que o modal fluvial.
Atoleiros intermináveis, alagados de km nas calhas dos rios na época de chuvas, pontes que podem ser atacadas…etc..
Imagine quanta democracia em forma de urna pode ser transportada..
indio vota vota confirma
Acho importante agraciar com uma medalha todos os responsáveis por este importante feito na história do EB: colocar, com alto grau de sincronia, uns 35 caminhões e um punhado de caminhonetes numa balsa e atravessar o rio com galhardia.
Julio César ficaria orgulhoso por se lembrar da conquista da Gália.
É uma viagem de Paris até Varsóvia, só q por um rio, q muitas vezes mudou sua profundidade pelos sedimentos, não há internet, parada pra descanso, local de manutenção….
seu comentário é tipico de quem quer só falar algo, e não tem dimensão do Brasil
Não tenho dimensão do Brasil não. É do tamanho do Marrocos será?
Vc usa a imagem de Paris até Varsóvia como se estivesse falando do deslocamento do exército napoleônico completo e o comparando com colocar 30 caminhões numa balsa! kkkkkk
É a FORMA com que o EB escreve essa notícia como se tivesse sido um grande feito que nos OBRIGA a fazer piada, e não pq EU queira falar algo.
Aliás, foi a balsa que foi “de Paris até Varsóvia”. Palmas para o capitão da balsa!
sinceramente não entendi mesmo sua colocação…..
A sua falta de noção do tamanho e condições do Brasil não consegue entender q foi um grande feito….
simples assim….
Pra levar um exercito basta acrescer módulos. Se voce conhecesse um pouco de logistica militar nao estaria ironizando.
Pesquisa a distância que eles farão e joga na europa pra ver onde daria pra ir.
Bacana, mas…
Eta, alvo suculento para um punhado de drones incendiários. Vendo imagens como essa, meu célebro de militar imediatamente nota a ausência de medidas anti drone eletrônicas e de artilharia anti aérea. Só uma observação de quem quer o melhor para vocês aí.
Abs
Boaaaaaa…👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Drone da onde? Isso está a milhares de km do destino e é alvo movel. Quem na AL tem drones de ataque de alcance sequer parecido? Minha mente militar nao vê nada demais ali. Os 700 km final é por terra.
Ainda não temos esse risco, mas devemos ja considerar que em curto prazo uma inserção forças especiais operadores de drones kamikaze é inevitável…a Ucrânia fez isso e atacou uma base aérea com sucesso bem longe da linha de frente….Meu caro Colombeli, te respeito, mas o comodismo leva ao fracasso….a mulecada de TI com farda são terriveis, a hora de revisar a doutrina é agora…abraço
Inserções são possiveis em longas distância em TO com estradas, estrutura e habitados.
Amazônia é rio ( facil de controlar) ou levar nas costas. Não ha como operar em selva centenas ou mesmo dezenas de KM em territorio adversario.
O exemplo da Ucrânia nem de longe se aplica ali. La puderam se disfarçar no meio do tráfego civil e o alvo era fixo.
O que tem de gringo disfarçado de ativista, traficante e garimpeiros espalhado por essas bandas não está escrito
Até um monarca já passou dias em terras indígenas e o governo sequer sabia da visita dele…imagine um operador de forças especiais o que não faz ali?….parece que não leem noticiário…
Ninguém está achando que eles vão armar a barraca no meio do nada da floresta, sabemos que não precisa de nada disso, já que tocou nesse assunto só acho que o governo federal e o EB fica fazendo pelotão de fronteira fica olhando para fora sendo que deveria olhar também é para dentro do país no que acontece nos bastidores dessas regiões, o governo colombiano faz isso e temos que fazer também, já passou da hora.
Seria interessante o uso do SENTIR M20, como testes, junto como o deslocamento.
Sabemos que ele tem certa limitação em ambientes de vegetação densa e que seu foco são objetos em movimento.
Mas acredito ser interessante o uso em um ambiente “real” uma vez que traria um recurso a mais de segurança.
Faz tempo que não ouvimos mais a respeito de sua adoção de modo amplo, bem como do m60 e das versões do m200.
Esse último gera bastante expectativas.
Fica extremamente prejudicado. Ate a 110 nao funcionava bem. Fora o mato ainda tem a umidade.
Em selva é o velho posto de escuta.
O S2 e E2 olham. So não aparece.
Em caso de conflito a PE entra em operação e o transporte por barcaça fica bem longe da linha de possibilidade de operação adversaria por FE.
Algo que aprendi na minha juventude no US Army;
“Train as you fight and fight as you train.”
Tem que treinar como se luta, e lutar como se treina.
Abs
É o que estao fazendo lá agora. O planejamento e execução vistos neste evento são os mesmos a serem realizados em campanha e são eficientes.
Imagina numa guerra de verdade, ou ainda sem nem estar em guerra, mas temos visto países atacando os outros preventivamente, essas barcaças, sem apoio AAe de área, seriam destroçadas, iria tudo para o fundo do rio, milhões em material perdidos, perderíamos a guerra antes de começar. Quem tem algo a dizer?
Voce faz ideia de quanto longe de uma linha de frente elas estarão? Tenta planejar um ataque aereo contra elas da Venezuela. Tira no google uma distância pra ti ver. Elas vão ate Manaus. Experimenta ver em perfil low e sem REVO qual alcance da aviação venezuelana.
Destroçadas com que armas a milhares de km da frente e a 3000 km do litoral?
Isso da as vtr de quase meio batalhão.
Pra quem não conhece e não sabe como a banda toca na amazônia, estas balsas, tanto da 17 como da 23, tem como destino final Manaus, que está fora do alcance da Venezuela. Nenhum ataque aéreo seria possivel
Fora isso, ainda são alvos móveis.
As distâncias percorridas no total via agua e terra dariam neste caso pra atravessar a europa desde Calais ate Moscou.
Outros combios farão quase 6.000 KM. Saiu comboios de Cruz Alta e ate de Cachoeira do Sul.
Quantos exercitos do mundo realizam concentrações estratégicas nestas distâncias?
Quanto à ferrovias e estradas na amazônia, se fossem viáveis ja teriam sido feitas. O clima é brutal. A temporada de chuvas liquida a infraestrutura. Ademais há trechos que teriam de ter as maiores pontes da america e quiça do mundo por causa dos alagados.
Não há pedreiras e a logistica pra construir e manter estradas e ferrovias é inviável
A balsa é a forma de transporte la porque é o que funciona e é testada.
Está correto em afirmar que o rio é o mais óbvio e viável modal de transporte naquela região mas algumas rodovias e ferrovias em certos trechos mais estratégicos seriam possíveis e desejáveis.
Possivel é. Viável não. O custo beneficio não compensa. E isso vale pra construção e principalmente pra manutenção.
É financeiramente ruinoso.
Por isso ate hoje há uma precariedade generalizada de transporte terrestre.
Fazer ferrovias num país montanhoso como Japão ou Suíça deve ser caríssimo mas ainda assim fizeram milhares de km delas; ainda que fosse muito caro e difícil dado os benefícios valeria a pena construir essas obras na Amazônia; não “cortar” de ponta a ponta mas fazer trechos curtos, assim como dragagem do leito e canais para ampliar a navegação dos rios. É falta de capacidade do Estado.
Ferrovia so vale a pena acima de 300 km.
Um km de ferrovia em.situação normal hoje sai 20 milhões.
Japão e Suiça tem pedra em todo lugar. Amazônia não. Sem pedra, sem obra. Pedreira é o 1 item que a gente olha pra uma obra.
E apesar de a Suiça ter gêlo e degêlo isso nem de parto de se compara ao dano de 6 meses de chuva torrencial diária e solo arenoso
Quanto à dragagem é inviavel fora dos acessos de portos e atracadouros. Financeiramente ruinosa
A capacidade e a gestão logística militar está tão atrasada e burocrática, que levar alguns caminhões de Porto Velho a Manaus e apresentado como um feito militar. Diariamente transportadoras operam linhas de cargas de SP para a região Norte, garantindo a entrega de remédios, eletrodomésticos, gêneros alimentícios em grande quantidade e com rapidez, inclusive pela lamacenta BR319 e pela transamazônica
Quanto custa?
Em tempos de paz é natural e mais eficiente de um ponto de vista estrito de custo e blá blá blá fazer esse tipo de deslocamento. Só espero q o EB realmente conte com uma logística séria – apoiado pela FAB – em caso de cenário de conflito real.
Acredito que se houver algo na fronteira distante,o deslocamento podera ser feito tambem a noite e o tempo total sera menor.
Da pra fazer de 10 a 12 dias de qualquer parte do pais se tocar direto.
Sério que a EB não tem grana nem para adquirir uma balsa de transporte com motorização própria?!
tem que necessitar de um empurrãozinho amigo?!
Fico imaginando uma situação hipotética, onde guerrilheiros,narcotraficantes e até terroristas em alguma atitude hostil destruissem o rebocador/empurrador,e aí?! Como ficariam em uma situação de uma balsa sem controle,cheia de equipamentos e a deriva no rio?
Seria um alvo fácil,depois que o primeiro tanque de combustível de um caminhão desses fosse atingido,iria virar um dominó,uma reação em cadeia…
Eu vi alguém comparando o Exército Brasileiro com o poder militar americano, e infelizmente tenho que quebrar a imagem de fodástico deles para tal pessoa:
“Eles também usam Balsa amigão! Sinto muito a revelação”…
Military vehicle transport on Ohio River
https://www.youtube.com/shorts/GNRmopInL2U
Quem destrói o rebocador destrói a propulsão da balsa. Nao faz diferença quanto a isso.
O uso de empurrador é comum na região.porque gera flexibilidade e modularidade. Voce não precisa levar o tempo todo o arrasto da balsa e pode montar varios tipos de balsa juntas num comboio com tamanhos variados.
Com um empurrador voce pode levar uma balsa com suprimento, deixa -la no destino e voltar buscar outras com ganho de tempo e sem ter que trazer peso morto sempre.
Nao vai ter guerrilheiro ou FE adversaria a centenas de KM da frente. Ademais, em combate, elas tem escolta.
Por fim o EB tem “balsas com propulsão propria”. São.os ferry boats. Menores e que atuam nos BLog e Cecma. Em média 2 por btl.