Ministério da Defesa fortalece exportações com novo modelo de comércio G2G
Brasília (DF), 26/9/2025 – O Ministério da Defesa (MD) participou, nesta quinta-feira (25), de reunião com representantes das empresas Alada, Emgepron e Imbel para discutir oportunidades de exportação de bens e serviços de defesa brasileiros. O encontro, promovido pela Secretaria de Produtos de Defesa (Seprod), foi realizado em Brasília (DF) e teve como foco a implementação do modelo de Comércio Governo a Governo (G2G).
Durante a reunião, foram debatidas ações conjuntas entre o MD e as empresas para viabilizar o modelo G2G, que vem sendo solicitado por países interessados em estabelecer relações comerciais com o Brasil. Também foram abordadas negociações em andamento entre empresas da Base Industrial de Defesa (BID), com o objetivo de ampliar a presença nacional no mercado internacional. Outro ponto discutido foi a participação das empresas em eventos promovidos pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde) e pelo Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde), como forma de divulgar o novo modelo de comércio.
O Secretário de Produtos de Defesa, Heraldo Luiz Rodrigues, destacou a importância do encontro ao afirmar que a reunião foi necessária para que as empresas apresentassem suas sugestões e necessidades na execução do modelo G2G. Segundo ele, está em elaboração um memorando de entendimento que permitirá a atuação do governo nas vendas internacionais. “As empresas possuem autorização estatutária para esse tipo de transação, e o Ministério da Defesa poderá preparar e conduzir essas operações comerciais”, disse.
Participaram da reunião o Secretário-Geral Adjunto do MD, Miguel Ragone de Matos; o Secretário de Produtos de Defesa, Heraldo Luiz Rodrigues; o Presidente da Alada, Sérgio Roberto de Almeida; o Presidente da Emgepron, Amaury Calheiros Boite Junior; o Diretor Comercial da Imbel, Eduardo Rangel de Carvalho; a Consultora Jurídica do MD, Dra. Karine Andréa Eloy Barroso; além de outras autoridades.
As empresas presentes atuam diretamente no setor de defesa nacional. A Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil (Alada) desenvolve projetos e equipamentos voltados à infraestrutura e navegação aeroespacial. A Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) promove a indústria naval militar, gerenciando projetos e fornecendo materiais militares navais. Já a Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) fabrica e comercializa produtos de defesa e segurança, como armamentos, destinados às Forças Armadas, forças policiais e clientes privados no Brasil e no exterior.■
DIVULGAÇÃO: Ministério da Defesa

O Brasil poderia exportar muita coisa para países africanos e sulamericanos, barateando o custo de produção por conta da escala aumentada e, por consequência, favorecendo nossas forças armadas, que poderiam adquirir produtos mais baratos.
Verdade, mas como? Se o próprio governo não investi nisso. Os Gripens chegando a conta gotas, os Guaranis foram muito reduzidos em número, as diversas versões estão demorando pra sair, falta o governo investir, dar incentivos fiscais e etc.
Lá vem o tal “incentivo fiscal”. Só comprar não seria suficiente? Tem que embutir sempre a história do tal “incentivo fiscal”? Tipo uma “bolsa empresário”?
Podemos tentar, mas ja perdemos esse bonde.
Se antes as nações africanas eram clientes de carteirinha da URSS / Rússia, hoje são da China.
E, com exceção de um ou outro produto, como o ST, não temos nada pra bater de frente com isso.
Perdemos a venda do Guarani pro Iraque e Líbano… poderíamos ter vendido bem mais carros.
Ainda bem que temos o Ministério da Defesa para alavancar as exportações de nossos produtos de defesa. Eles são muito bons nisso.
Contém ironia.
A SEPROD é um secretaria que tem um objetivo importantíssimo. Tinha lido sobre ela logo após sua criação depois nunca mais.
Referente ao artigo, é uma boa iniciativa.
Mas é preciso dar continuidade ao processo e avançar.
Avançar principalmente no sentido de trazer e envolver as empresas quem compõem o BID, tanto na implementação do processo, definições de modelo ne negociação, processos de financiamento estrangeiro via BNDES, simplificação de trâmites de importação e exportação, quanto influenciar na comunalidade de encomendas de equipamentos das FA.
De repente, envolver e mostrar para mais setores do Governo e do Estado a importância de lobby junto a países parceiros, principalmente do Mercosul.
Agora, o motivo de levar a recém criada ALADA deve ter sido apenas formal.
Acabou de ser criada, está num processo de construção da minúscula organização interna e até hoje não se envolveu com as empresas do setor.
Independente, a iniciativa foi realmente boa. Esse é o caminho. Agora é preciso percorre-lo.
Não sei como eles vão fazer isso porque não temos uma base industrial de defesa sólida.Ou temos e eu não sei.
Dinheiro e recursos para financiar a defesa não faltam,basta ter vontade política…
Recursos da mineração e recursos do petróleo poderiam ser usado para financiar a defesa na forma de um fundo de investimentos.
há uns dias atrás vi uma notícia:
Pré-sal da Petrobras descobre petróleo puro em poço de 2 mil metros e agita mercado brasileiro
Pré-sal: Petrobras descobre poço de petróleo puro a 2 mil metros, elevando potencial produtivo e receitas bilionárias para o Brasil.
A Petrobras anunciou, em maio de 2025, a descoberta de um poço de petróleo na camada do pré-sal da Bacia de Santos, a cerca de 248 quilômetros do litoral de São Paulo.
O poço 3-BRSA-1396D-SPS surpreendeu especialistas, ao atingir 1.952 metros de profundidade e revelar petróleo de altíssima qualidade, isento de contaminantes.
Qualidade do petróleo acelera operações
O óleo encontrado no novo poço é livre de impurezas, reduzindo etapas adicionais no processo de refino e tornando a produção mais eficiente.
Essa característica dispara o potencial econômico, já que diminui os custos, amplia a competitividade internacional e pode encurtar prazos entre extração e comercialização.
O pré-sal brasileiro tem reservas estimadas em cerca de 5,6 bilhões de barris de petróleo e pode conter mais, com projeções de produção que chegam a 8,2 bilhões de barris de óleo equivalente até 2031.
Falam de defesa para o pré-sal mas não destinam nem um percentual decente para a defesa…
Vi dados sobre repasse de verbas dos recursos das loterias, para a segurança pública:
O total do fundo é de R$ 1.166.401.176,00 (R$ 1,1 bilhão) e é rateado entre os estados e o DF, com percentuais entre 3,5% e 4,1%.
A transferência obrigatória é de, no mínimo, 50% das receitas decorrentes da exploração de loterias, conforme a Lei nº 13.756 (2018), de estimativa orçamentária.
O fundo a fundo é uma transferência de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para os Fundos Estaduais e Distritais de Segurança Pública.
A transferência é obrigatória e ocorre desde 2019.
Ou seja: O Ministério da Justiça e Segurança Pública repassa uma quantia,um percentual que os estados e o Distrito Federal recebem do Fundo Nacional de Segurança Pública,provenientes dos recursos das loterias, que é determinado por lei.
O senado federal destinou fundos para os estados e suas secretarias de segurança para a melhoria do investimento em segurança em seus estados,oque sabemos muito bem que não passa de uma jogada política para beneficiar os parlamentares,pois afinal tal bondade dá visibilidade política e eleitoral para eles…
São Paulo é o estado que mais deve receber. Serão 4,1%, que dão R$ 48,3 milhões.
Na sequência, vem Minas Gerais, com 3,9% (R$ 45,5 milhões), e Bahia, com 3,8% (R$ 45 milhões).
As unidades que devem receber porcentagem menor (3,5%) são Roraima, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás, Alagoas, Paraíba, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal. Serão, para cada um, R$ 40,8 milhões.
Agora,investir na defesa para políticos, é como investir em obra de saneamento,não dá visibilidade,portanto não dá voto por ser uma obra embaixo da terra.
Os recursos da loteria federal por exemplo, vão para tudo oque é canto,menos para a defesa.
Pela Lei 13.756, de 2018, o dinheiro é fatiado da seguinte maneira: 17,32% para a seguridade social; 2,92% para o Fundo Nacional da Cultura; 1% para o Fundo Penitenciário Nacional; 9,26% para o Fundo Nacional de Segurança Pública; 4,33% para a área do desporto; 1,73% para o Comitê Olímpico Brasileiro; 0,96% para o Comitê Paralímpico Brasileiro; 19,13% para a cobertura de despesas com a exploração de apostas e 43,35% para o pagamento de prêmios e o recolhimento do imposto de renda incidente sobre a premiação.
Agora,o percentual destinado a defesa na loteria federal não há…
Agora já a parcela dos royalties do petróleo destinada especificamente para o Ministério da Defesa é pequena, correspondendo a 1,5% da renda do petróleo, segundo um estudo de 2025.
Em um levantamento de 2022, a participação da Defesa, principalmente através do Comando da Marinha, representou uma execução de R$1,2 bilhão, que era a maior parte dos R$29 bilhões de transferência para os entes da federação, mas ainda assim representava uma percentagem mínima da renda total do petróleo e gás.
Depois vem com essa falácia de que o investimento nas tamandaré e submarinos são para defender nossas riquezas,mas repassam valores ridículos para a defesa.
Mineração:
Atualmente, os recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) não são destinados ao Ministério da Defesa, sendo que a CFEM é repartida entre a União, estados e municípios produtores.
O Ministério da Defesa recebe verbas de outras fontes, como o orçamento da União ou fundos específicos. Destinação da CFEM
A CFEM é um valor que as mineradoras pagam aos cofres públicos e é repartida da seguinte forma:
Acho que um percentual significativo dos royalties de minerais estratégicos,ou terras raras deveriam ser repassadas para a defesa.
Onde andam os parlamentares patriotas de Iphone?! Cuja bancada é enorme? Estão pouco se lixando…