Avibras avança na reestruturação e prepara retomada plena das operações

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Astros AV-MTC

Astros AV-MTC da Avibras

A Avibras Indústria Aeroespacial S.A. – Em Recuperação Judicial (“Avibras”), empresa de defesa brasileira líder na América Latina e do Hemisfério Sul, que domina tecnologias críticas de propulsão, integração de sistemas e fabricação de veículos especiais para fins militares, foguetes, mísseis, lançadores de satélites e sistemas de defesa, vem informar aos seus colaboradores e ao mercado que:

O processo de transição iniciado em 14 de agosto de 2025 encontra-se em curso. As diligências, auditorias, manutenção das instalações industriais e preservação do acervo tecnológico da companhia estão em andamento. Adicionalmente, foram retomadas atividades essenciais, realizadas visitas e reuniões técnicas com os principais clientes, e iniciado o planejamento para restabelecer a plena capacidade da Avibras após três anos de paralisação.

Paralelamente, seguimos em tratativas com credores, governo, trabalhadores, clientes e Fazenda Pública para a implementação das condições precedentes, ainda pendentes de cumprimento, necessárias à execução do Plano de Recuperação Judicial, etapa fundamental para garantir a estabilidade financeira e operacional da companhia.

Reafirmamos que a reestruturação representa uma oportunidade histórica para a construção de uma Nova Avibras forte, com governança renovada, estabilidade institucional e uma estrutura de capital alinhada à visão de longo prazo. Continuamos comprometidos com a execução da reestruturação em parceria com todos que efetivamente compartilham do propósito de ver a Avibras prosperar novamente. A empresa manterá colaboradores e mercado atualizados sobre cada etapa do processo.

Atenciosamente,

A Administração Avibras Indústria Aeroespacial S.A.■


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Sulamericano
Sulamericano
9 meses atrás

Espero, em nome do bem-estar dos funcionários, da empresa e do país, que esta novela esteja se encaminhando para um final feliz.

Não conheço o Dr. Fábio Guimarães Leite, atual acionista da empresa, mas sinceramente torço para que seu objetivo seja investir e diversificar o portfólio da Avibras, reduzindo significativamente a dependência do Exército Brasileiro e das demais forças armadas do país.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Sulamericano
9 meses atrás

https://www.sindmetalsjc.org.br/n/7142/justica-homologa-transferencia-de-acoes-da-avibras-para-empresa-vita

Executivo e Advogado com vasta experiencia, trabalhou no Bradesco e em outros locais.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Deadeye
9 meses atrás

Acredito que qualquer pessoa com um QI um pouco acima da média teria se saído melhor do que o administrador de heranças João Brasil. O trágico acidente que vitimou seu pai em 2008 marcou o início do declínio que levou a Avibrás à situação em que se encontra hoje.

Nilo
Nilo
Responder para  Deadeye
9 meses atrás

Mas a Avibras precisa mais do soluções financeiras e contábeis, é uma indústria que depende de inovação tecnológica, precisa de excelente reputação no mercado e apoio de vendas do governo para vendas, minimamente é necessário ter concluso o AV-TM 300 e venda para os tradicionais usuários do sistema Astros, a conclusão do motor S-50, melhorias no quiamento de foguetes do sistema Astros, retomada do Falcão, estou a falar de principais produtos promissores de venda no mercado interno e externo. Quem irá tomar a frente dessa empreitada, se não for um CEO, engenheiro com capacidade efetiva de mercado e da indústria, com competência reconhecida no mercado não vejo nenhum futuro além de fabricante de panelas e utensílios domésticos.
Infelizmente esse governo não tem visão de Estado se contém nele mesmo no partidarismo e personalismo, para o Brasil nenhuma novidade.

Nilo
Nilo
Responder para  Nilo
9 meses atrás

…mais do que….

Hamom
Hamom
Responder para  Nilo
9 meses atrás

Avibrás é como uma Fenix, tá sempre renascendo. Infelizmente uma ‘fenix’ que só faz voos de galinha…

Torço pra que desta vez esta “Avebrás” faça um voo de longo curso.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Nilo
9 meses atrás

O antigo CEO da Boeing era Engenheiro, e onde isso levou?? O melhor CEO que a Boeing teve, era Advogado.

https://www.airlineratings.com/articles/bill-allen-lawyer-became-boeings-greatest-president

Simplesmente por que a pessoa era Engenheiro de formação, isso não leva a inovação.

E, o que a Avibrás precisa hoje, é de alguém que saiba administrar e gerenciar, considerando que estão saindo de uma recuperação judicial.

Última edição 9 meses atrás por Deadeye
Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Deadeye
9 meses atrás

Caro.

Quando terminei o ensino médio, trabalhei em uma construtora na qual o meu chefe era um físico. Foi o melhor chefe que eu tive na vida…. chama Frederico.

Hospitais costumam ter médicos como administradores.

Após ser privatizada, o primeiro presidente da Embraer foi o Mauricio Botelho, engenheiro formado na UFRJ. Ele trabalhou na administração de várias empresas antes, inclusibe empreiteiras e empresas de comunicação.

È um dos grandes nomes do setor empresarial brasileiro. Hoje com 83 anos ele faz parte de conselhos de várias empresas.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Camargoer.
9 meses atrás

Eu entendo o seu ponto, e sei que muitos engenheiros são CEOs, porém CEOs de outras areas, também são comuns.

Se você pegar a lista da Fortune 500, em diversos setores existem CEOs e diretores de diversas areas, o da Boeing é o do maior exemplo.

O que importa geralmente, é o CTO para inovação, não necessariamente o CEO.

Nilo
Nilo
Responder para  Deadeye
9 meses atrás

Tudo bem o novo dono da Avibras entende de engenharia financeira, mas hoje a Avibras é um ovo vazio só a casca, ao contrário do CEO advogado da Boeing que ja fazia parte da Boeing e seu Centro de Engenharia estava ativo, na Avibras não existe mais CTO, engenheiros, esse vazio exigirá uma liderança forte, um executivo de alto nível responsável pela estratégia tecnológica e inovação de uma empresa, alguém que já comece a pensar a empresa para cinco dez anos em um ambiente de constante inovação, se valer apenas do acervo existente não é suficiente, não paga a conta. É preciso novos aportes financeiros até mesmo para por no mercado o AV-TM 300 e o motor S-50 e só estou falando de dois produtos, quem vai colocar esses recursos? Quem está por trás ou quem vai garantir o caroço do angu? rsrsr por enquanto só angu.

Atirador 33
Atirador 33
Responder para  Sulamericano
9 meses atrás

Li essa semana que passou que o governo pretende atuar no segmento militar “G2G”, se o governo for bem sucedido nesse modelo, a Avibrás e o contribuinte brasileiro poderiam beneficiar-se, sendo a primeira com vendas, e o segundo com os Royalties dessas vendas, ou com os ganhos dos financiamentos via BNDS, mas para isso a Avibrás deve estar bem estruturada em sua equipe de engenharia e em seu parque industrial.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
9 meses atrás

Boa notícia, que consiga se recuperar!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
9 meses atrás

“empresa de defesa brasileira líder na América Latina e do Hemisfério Sul, que domina tecnologias críticas de propulsão, integração de sistemas e fabricação de veículos especiais para fins militares, foguetes, mísseis, lançadores de satélites e sistemas de defesa (….)”

Sim, sim, claro, a Avibrás era praticamente uma Northrop Grumman tupiniquim….mas praticamente só tinha o ASTROS como carro-chefe de vendas.

De minha parte, como já disse anteriormente, eu desejo que a Avibrás retorne e se diversifique, mas persisto na pergunta:

Como fazer isso, quando todo seu corpo técnico e engenharia já “deram o fora” a tempos?

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Acrecentando:
Qual míssil que ela domina ou fabrica ?? Que eu saiba nenhum, o MTC é apenas um protótipo em meio de caminho.

Última edição 9 meses atrás por José Joaquim da Silva Santos
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

MTC é aquele negócio que já está quase pronto e em fase de implementação…

A décadas.

Virou quase lenda urbana, todo mundo jura que o EB já o disparou, que está em fase de testes finais, mas ninguém houve falar dele a anos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

O MTC está pronto. É so industrializar

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Colombelli
9 meses atrás

Ok.
E o EB fazer pedidos firmes desse míssil + a Avibrás industrializá-lo….não aconteceu ainda por qual motivo mesmo?

Mauricio R.
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Míssil não é fogão, geladeira e nem tv smart, logo se não exportar, não vai durar.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Dinheiro e a Avibras estar falindo, mas ele foi finalizado e lançado

Colombelli
Colombelli
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Avibras é o motivo. Ela e a insistência do EB em esperar por ela.

Anonimo
Anonimo
Responder para  Willber Rodrigues
6 meses atrás

É pedir para os compadres chamar os compadres, os que ainda estiverem vivos.

Desc jr
Desc jr
9 meses atrás

Se a Avibras não trazer algo novo além do Astros…e se demorar décadas ….logo voltará a fechar.
Uma empresa sobrevive de vendas

Santamariense
Santamariense
9 meses atrás

“…fabricação de veículos especiais para fins militares, foguetes, mísseis, lançadores de satélites e sistemas de defesa,…”

Lançadores de satélites??? Quais???

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

“misseis’ quais ?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Da maneira como a Avibrás se define, fica parecendo que ela é uma mistura de Roskosmos, Raytheon e SpaceX, e que tem o portfólio das 3 acima.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Willber Rodrigues
9 meses atrás

Hehehe…bem por aí…

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  JuggerBR
9 meses atrás

Não quero ser estraga prazeres, mas acredito que a China não escolheu um bom professor para essa operação.

Sobre o mesmo tema, esses dias atrás eu vi uma simulação da invasão de Tawian feita pelo DailyMail (disponível no Youtube: https://youtu.be/4E943TsA-bw?si=dTj6rI8EqmBgK-Dv).

Spoiler: segundo o jornal britânico, a China perde a batalha.

Última edição 9 meses atrás por Sulamericano
RDX
RDX
Responder para  Sulamericano
9 meses atrás

A Rússia não conseguiu chegar a Kiev por terra, mas tem maluco que acredita que a China tem alguma chance de desembarcar em Taiwan. Uma operação que faria o desembarque da Normandia parecer simples.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  RDX
9 meses atrás

Acredito que desembarcar eles conseguem. Manter uma cabeça de ponte, suporte logístico e tudo mais que for necessário, aí já são outros 500.
Brincadeiras a parte, na matéria que o JuggerBR mandou, a Rússia está fornecendo ajuda justamente na área de tropas aerotransportadas e desembarque. E contra a China pesa o fator de que ela não tem experiência no campo de batalha. Mesmo assim, no link do vídeo com a simulação da invasão que mandei, a derrota da China só aconteceria em uma coalizão entre Taiwan, EUA e Japão.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
9 meses atrás

Notícia pastel-de-vento…

Rodrigo
Rodrigo
9 meses atrás

Empresa que perdeu todo seu quadro qualificado de colaboradores (engenheiros, técnicos, etc). Muitos de seus equipamentos estão obsoletos por falta de manutenção…infelizmente esse ta parecendo mais uma manobra jurídica para enrolar mais os credores.

Paulo
Paulo
Responder para  Rodrigo
9 meses atrás

Não acredito. Há interesses estratégicos do MD para que a Avibras ande.
Sim. A perda do quadro técnico é preocupante, mas SJ Campos é um celeiro de técnicos e engenheiros, devido ao ITA e o CTA . Creio que a Avibras, pelo menos num primeiro momento possa cumprir uma função de subcontratada de outras empresas da região como a SIATT EDGE, Embraer e a Akaer por exemplo. Acervo técnico e estrutura tem para isto. Um primeiro projeto seria produzir novos lançadores Astros para os misseis da familia Mansup/ Mansup ER para artilharia de costa. A SIATT, mesmo sem a Avibras, testou misseis mansup numa plataforma Astros usada pelos fuzileiros. Então é algo que poderia ser realizado sem muito investimento.

João Prado
João Prado
9 meses atrás

Guerra da Rússia e Ucrânia mostrando oque usa hoje é mísseis e drones, Avibras tem que investir em drones

Dr. Mundico
Dr. Mundico
9 meses atrás

Desculpem a sinceridade, mas a Avibras não tem nenhum projeto em desenvolvimento, nenhum item no seu catálogo, nenhuma equipe de profissionais, nenhuma encomenda na carteira e, o que é pior, nenhum crédito na praça.
A única coisa que resta é o nome, esse termo que tem um “bras” no meio e que causa pruridos patrióticos nessa gente ignorante e plena de bravatas nacionaleiras.
A Avibras foi um delírio que passou. Acabou.
Agora é resolver a massa falida e achar alguma empresa estrangeira que venha jogar dinheiro aqui, trazer ou gerar tecnologia, cadeia de produção, sistemas, pesquisa, formação de pessoal, etc.
Enfim, INVESTIR e ASSUMIR RISCOS, coisa que ninguém por aqui sabe ou quer fazer.

Paulo
Paulo
Responder para  Dr. Mundico
9 meses atrás

Acho que tem. E pode – se começar por ai. A chave para recuperação da Avibras se chama ” artilharia de costa”. Temos a plataforma móvel, Astros, temos o missil,Mansup/ Mansup ER. Temos o radar, IACIT, e temos um sistema integrador, Sisgaaz, e o principal, uma costa imensa, com bases da marinha,terminais portuários e de combustivel, estaleiros de fragatas e submarinos, usinas nucleares e enormes cidades costeiras à proteger . Hoje a costa está quase totalmente desprotegida. Quantas baterias móveis seriam necessárias? 50 no mínimo que ficariam próximas dos locais à proteger e uma dezena com alocação em locais não protegidos através do transporte pelo KC390.
Já sabemos que o conjunto Astros + Mansup funciona. A SIATT já provou isto com testes da plataforma Astros dos fuzileiros. Seria um projeto tocado pelo próprio MD. É estratégico e com bom poder dissuador.
No passado o BR mantinha fortes à beira mar, de norte à sul, com canhões enormes voltados pro Atlântico. Visitei um em Salvador e outro em Belém . Agora é museu ,mas a necessidade de proteção costeira com misseis navais de longo alcance e baterias móveis é atualíssimo e necessário. Seria a salvação da lavoura para a Avibras, até porque todos os elementos estão à mão. É só ligar os pontos.

EduardoSP
EduardoSP
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Isso aí é meio démodé, não é?
Para que usar dezenas ou centenas de caminhões espalhados pela costa para lançar mísseis se é possível fazer isso com aeronaves com muito mais flexibilidade e alcance?

Paulo
Paulo
Responder para  EduardoSP
9 meses atrás

Porque algumas áreas são de suma importância estratégica e de segurança nacional : usinas nucleares, terminais portuários de combustível e gás, bases de submarinos e as próprias bases da marinha que merecem proteção 24 horas.

Paulo
Paulo
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Na verdade o projeto sisgaaz contempla baterias de costa móveis com misseis mansup ER, combinadas/ coordenadas com os misseis mansup ER das fragatas tamandaré. Ataques combinados/ coordenados são muito mais eficazes do que um ataque solo. Um destroyer inimigo seria mais vulnerável a um ataque conjunto de 2 misseis vindo em direções opostas ( bombordo / estibordo) mesmo dispondo de sistemas tipo aegis. Vi uma simulação de um ataque desses, num vídeo produzido pela SIATT EDGE para demonstração do poder dissuatório do sisgaaz, que aliás, está sendo tocada por ela. Você pode ve- lo no canal do caiafa master .

Mauricio R.
Responder para  Paulo
9 meses atrás

A belonave usaria de soft kill a bombordo e hard kill a estibordo e ambos os mísseis seriam anulados.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Tu vai proteger instalações estratégicas com mísseis antinavio?? Não seria função para mísseis antiaéreos?? O navio que vai atacar vai fazê-lo de uma distância segura, longe do alcance dos missões que tu citou. E esse ataque será com missões lançados desses navios. Ou será com aviões ou drones. Todos eles, mísseis, aviões e drones, seriam alvos para mísseis antiaéreos e não mísseis antinavios.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Santamariense
9 meses atrás

Onde lê-se missões, leia-se mísseis.

Paulo
Paulo
Responder para  EduardoSP
9 meses atrás

É preciso entender como funciona a guerra naval da atualidade. Dificilmente você deterá um destroyer com um sistema aegis de proteção, com uma só fragata. Daí você precisa dispor de plataformas múltiplas que possam atuar coordenadas em ataques conjuntos. Então se vc atacar com uma bateria de costa + uma fragata + um missil naval disparado por plataforma aérea ( caça, helicoptero,etc ) a chances de saturar o sistema de defesa do destroyer são muito maiores. Tendo um sistema de comando e controle único ( sisgaaz) , um link universal, link Br 2, e uma IA gerenciando o ataque, fica quase impossível o inimigo escapar ileso. Pelo menos um missil ele vai levar pro fundo do mar.

Paulo
Paulo
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Hoje o Br dispõe de todos os elementos para colocar a guerra naval em enxame pra operar.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Hehehehehehehehehe

Mauricio R.
Responder para  EduardoSP
9 meses atrás

É até pior, o avião tem quem faça, não tem quem faça a eletrônica, os sistemas de missão.
O caminhão não, se não usar aquele da Rep. Tcheca, vamos ficar reféns dos alemães.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Com que dinheiro o exército vai fazer essa encomenda???que mundo vc vive???

Diogo de Araujo
9 meses atrás

O AVTM eh uma das histórias mais cômicas da indústria bélica brasileira. O míssil que já estava “pronto” porém nunca foi apresentado ao público e ninguém sabe onde raios foi parar kkkkkkkkkkkk

Esteves
Esteves
9 meses atrás

A Avibras não tem receitas. A empresa quebrou.

Ponto.

Paulo
Paulo
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Mas pode ressurgir, como aliás nossa industria naval. Mais fenix ,impossível!

Paulo
Paulo
Responder para  Esteves
9 meses atrás

Como eu já mencionei, a forma mais facil é criar um programa para baterias móveis de misseis de costa. Aliás ele já existe .Faz parte do programa Sisgaaz

Paulo
Paulo
Responder para  Paulo
9 meses atrás

E pode apostar que há demanda externa pra este tipo de equipamento: bateria móvel + mansup ER .

Esteves
Esteves
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Não existe Mansup ER.

Esteves
Esteves
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Demanda existe até para bases em Marte.

Esteves
Esteves
Responder para  Paulo
9 meses atrás

Se existisse dinheiro para encomendar as tranqueiras da Avibras ela não teria falido.

fewoz
fewoz
9 meses atrás

Este é o décimo segundo episódio da série Avibras que vemos aqui no Forte, apenas em 2025. Até agora neste ano, o site já publicou 12 matérias sobre a empresa…

Vim do futuro para avisar que nada mudou, que o imbróglio continua e que o Forte publicou mais 60 matérias sobre isso. Também venho do futuro para avisar que os turcos tentaram se meter no negócio e fizeram uma oferta pela empresa… mas foi recusada. Boulos e os sindicatos chamaram novamente a atenção para o problema e tentaram nacionalizar a empresa, mas não deu certo. O ministro da Defesa falou que ela é importante, mas ficou nisso. Já o EB criou mais alguns grupos de estudo e anunciou a intenção de compra de mais uma ou duas unidades, mas a Avibras atrasou a entrega em 5 anos. O ano é 2045 e Sudão do Sul e Gana lançam um produto semelhante e o Astros já não tem qualquer sentido de estar no mercado.

Anônimo
Anônimo
9 meses atrás

Espero que desta vez as FAAs comprem em quantidades grandes para viabilizar a empresa e proporcionar que ela invista em novos produtos e tecnologias.
Apesar que isso ela tem de sobra e pode servir em muito ao EB, CFN, Binfa etc.
Tais como Guará 4WS, MT-300 com novas versões, tais como Naval, Aérea e Submarina, Falcão, Astros III etc etc.

Carlos Campos
Carlos Campos
9 meses atrás

E lá vamos nós

Colombelli
Colombelli
9 meses atrás

Esta empresa não tem mais volta. É triste mas é a realidade
Dará um.suspiro e falirá.
Deixaram acumular muita coisa antes de agir.
Há um limite onde ainda dá pra salvar. Ele foi ultrapassado.
O EB/união precisa desapropriar as patentes se não as titularizar e terceirizar a produção.

Mauricio R.
9 meses atrás

“…líder na América Latina e do Hemisfério Sul, que domina tecnologias críticas de propulsão, integração de sistemas e fabricação de veículos especiais para fins militares, foguetes, mísseis, lançadores de satélites e sistemas de defesa, vem…”

Fake news!!!!

lucena
9 meses atrás

O momento é bem oportuno para defesa ,onde o tema no mundo político é … ” A soberania nacional ” e ” o Brasil é dos brasileiros”…virou até slogan politico do governo atual…o gancho já foi colocado…os militares e os políticos simpatizante pela causa da defesa nacional devem aproveitar essa oportunidade e não deixar que fique só na retorica politica.

Felipe
Felipe
9 meses atrás

Ainda espero ver o MTC300 e os Astros 3 se tornando realidade.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
9 meses atrás

Boa tarde foristas.

Algo a se destacar é o número de baterias de Astros no Grupo de Artilharia em Formosa.

O próprio Exército não usa em quantidades suficientes, se houve um momento em que poderia ter sido adquirido eu não sei. Quero dizer, o missil pronto e o Exército sem dinheiro aí veio a crise toda…

Alguma informação sobre o valor de uma bateria de Astros?

Quantas baterias o Exército considera o número ideal? E o número mínimo?

Quais são as especificações técnicas e as reais capacidades das baterias que o Exército possui?

Quanto custaria uma encomenda governamental que garantisse a retomada da operação da empresa?

Cassini
Cassini
9 meses atrás

Espero que a Avibras se torne fornecedora de componentes aeronáuticos/aeroespaciais para a Embraer e outras grandes empresas no ramo, tal como a Akaer. Não dá para depender do mercado militar e precisamos desenvolver aqui várias tecnologias críticas importadas.

Em tempos de incerteza geopolítica, tarifaço e embargos, o melhor é nos garantirmos.