Romênia lança programa de €6,5 bilhões para adquirir mais de 200 novos tanques de combate principal
Bucareste — O Ministério da Defesa da Romênia iniciou formalmente o processo para a segunda fase de modernização de sua força blindada, com a proposta de adquirir 216 tanques de combate principal e 76 veículos de apoio, em um programa estimado em €6,5 bilhões, sem incluir impostos. O pedido foi encaminhado ao Parlamento para aprovação.
Fase anterior e integração aos planos estratégicos
O projeto segue uma fase inicial já aprovada em 2023, na qual a Romênia contratou 54 tanques M1A2 SEPv3 dos estoques do Exército dos EUA, incluindo chassis derivados, em um acordo avaliado em cerca de US$ 1,07 bilhão. As entregas desse lote devem ser concluídas até 2028.
A segunda fase visa não apenas ampliar a frota, mas dotar as forças terrestres de capacidade logística, apoio, treinamento e interoperabilidade com os padrões da OTAN.
Opções de plataforma e possibilidades de produção local
Embora a proposta romena ainda mantenha certa flexibilidade quanto ao modelo exato dos tanques, as candidaturas mais prováveis incluem Abrams, Leopard 2A8 e K2 Black Panther.
Parte do plano prevê cooperação industrial e tecnológica, com produção local ou montagem de subsistemas em território romeno, o que reforçaria a autonomia interna no longo prazo.


Relevância estratégica e contexto regional
A modernização blindada acontece num momento de elevada tensão regional. A Romênia, que faz fronteira com a Ucrânia, tem enfrentado incursões de drones em seu espaço aéreo e participa de esforços de defesa no flanco leste da OTAN.
A nova aquisição também representa um salto em relação aos tanques atuais da Romênia: em operação estão versões modernas do TR-85 (como o TR-85M1 “Bizonul”), mas estes veículos operam com canhão de 100 mm e têm limitações tecnológicas frente aos blindados de padrão OTAN.
Desafios e etapas futuras
A aprovação parlamentar será decisiva para dar seguimento ao plano. Em seguida, deverão ser abertas licitações, negociações com fornecedores estrangeiros, definição das plataformas preferenciais, acordos de transferência tecnológica e cronograma de entregas escalonado.
Especialistas alertam que os custos de manutenção, transporte e logística para tanques pesados são elevados, especialmente considerando as exigências das infraestruturas rodoviárias e pontes da Romênia. Por outro lado, a iniciativa pode reforçar o papel do país como pivô de defesa no Sudeste Europeu.■

O MMBT seria uma opção melhor porque não quebra pontes.
Modo irônico.
Se o Exército argentino arrumar alguns 100 Abrams de segunda mão o EB muda a narrativa rapidinho kkkkkkkkk
Sempre foi assim. Essa ideia de MMBT surgiu porque a Argentina decidiu modernizar o TAM. Por que você acha que o EB ainda considera a aquisição de um tanque com canhão 105mm?
exatamente
Não.
MMBT surgiu pq os MBT estão caríssimos e pesadissimos.
Não se compra só o MBT.
Tem q ser comprado o Veículo Eng Cmb, de Socorro etc E tem de se adequar a infraestrutura.
Pois é, todo dia assistimos notícias de países diversos nos 4 quantos do mundo se rearmando, aqui nós todos os dias assistimos notícias de algum roubo sendo descoberto, e as forças armadas com equipamentos ou em pequena quantidade ou já elevadamente desgastados. Quando assistimos anúncios de desembolso de bilhões para pagar shows, emissoras e youtubers e nos vemos nessa situação, é deprimente. Exemplo do que está acontecendo neste momento com os Gripens, só estamos com 10 por falta de pagamento o mesmo acontece com os Guaranis que felizmente pelo menos 1/3 do que originalmente foi contratado e com a novela do 2º lote das fragatas Tamandaré que é óbvio que 4 unidades não dão conta de patrulhar todo o nosso litoral. Lastimável
ok, nossos cavalarianos não sabem de nada, só vc!
Quem sou para discutir com os cavalarianos?
Esse povo é o mesmo que entre Leopard 1 sucata belga e o M60A3 escolheu o primeiro… que mais tarde entre Leopard 2 e Leopard 1 escolheu o último. E que agora decidiu ser o único exército do mundo a substituir um MBT por MMBT.
É bem possível que os cavalarianos só entendam de cavalos e não de tanques.
Dizer que não podemos operar tanques pesados ,por causa de pontes,estradas e bitolas de trem é a desculpa esfarrapada,deveriam voltar a usar é cavalos.
Não é ponte e nem bitola.
É o chão.
Carros muito pesados atolam aqui.
Nosso solo é “macio” demais.
Quer queiram ou não…
Ainda q a pressão de carros mais novos seja “menor”, ainda é, dentro de uma mesma área, maior, e o chão sede.
Sinceramente, não sei qual a solução.
Quanto às pontes, não são as pontes das estradas, são das vicinais. Nossas redes de estradas não são boas, acaba-se exigindo material de Eng, q é caríssimo. E as tropas, vão ter q se desdobrar e passar por elas, se não, não adiante ter a flexibilidade q um Bld sobre lagarta da.
Meu caro João, o chão do Chile é mais duro que o do Brasil? A infraestrutura deles é melhor que a do Brasil? E na Indonésia e na Romênia? Nesses países as condições são melhores que aqui?
É mais ou menos o caso do Japão e da Coréia. Japão em Honshu, Coréia porque o terreno é muito montanhoso e difícil em boa parte do país. No caso do Japão em Honshu são exatamente as pontes que são mais frágeis que em Hokkaido. A solução deles foi “mmbt” (que é marketing, o nome disso é light tank)? Não. MBT mais leve.
Coreia? MBT mais leve. (o japones é mais)
O Brasil não tem um Himalaia pra precisar de Light Tank como a Índia e a China e nossas estradas e terrenos não são piores do que a maioria dos países da Ásia ou sudeste asiático. Isso é balela.
A Indonésia usa “mmbt” mas também usa Leo 2. Você quer me dizer que a infraestrutura da indonésia é muito melhor que a nossa pra tanque? Clima tropical, subdesenvolvida e selva fechada que nem aqui e 7 mil ilhas pra transportar pra cima e pra baixo isso tudo? Malásia? Vietnã? E tou falando de país pobre. Pode ver que nem tou comparando com nenhum europeu. Nem China e nem Índia (Índia também não tem lá essas infra toda mas em algumas regiões vá lá que tá melhor que o Brasil e muito, em outras não)
Pára, pô. Tu cai na conversa desses cara. Não vai comprar por falta de dinheiro. E dê graças a Deus, senão iam liberar orçamento no máximo pra cavalaria ser duas companhias de saveiro G3 pra levar recruta na caçamba.
Se tivéssemos grana e preocupação de verdade com nossa soberania, teríamos os dois. Onde suporta MBTs só os teríamos ali. Onde não teria infraestrutura, os teríamos também mas com suporte logístico e alguns MMBTs apenas para a vanguarda.
Mas não se preocupem, pelo que se aproxima, provavelmente não teremos grana nem pra Fiat Uno (um verdadeiro tanque) com estilingue no teto.
Engraçado eles atolam aqui mas não atolam nas areias do deserto nem na lama da Ucrânia
Não dá ideia
problema pra nós nem é isso, é que não temos dinheiro, seria trocar MBT e toda infra estrutura para eles, tipo as lançadoras de pontes, barcaça etc.
Desculpe discordar, mas então a menos que produzamos aqui nosso próprio MBT dentro dos padrões logísticos atuais, nunca poderemos melhorar nossos carros blindados. Se todos os fabricantes passarem a produzir carros mais robustos (pesados) então nós ficaremos para sempre com os Leo A1. A Romênia tem a mesma questão de logística e acessos, mas já comprou o Abrams A1 e irá comprar outro lote ainda não definido,mas seja qual for o peso e a logística serão diferentes da atual. De fato não temos verbas mas a menos que comece aos pouquinhos, vai acontecer o que está acontecendo com os meios de superfície da marinha, estão velhos e em pequenas quantidades e a construção é demorada até está em serviço.
Mas não sabe ser irônico….
Bem provável q vc não tenha andado pelos “interiorzão” do Brasil.
Acha q são as pontes das BR? Pois é…: não…
São as pontes e estradas vicinais, as pequenas, as q ramificam.
Bld andam na Europa, pq as estradas são boas, camadas grandes de asfalto e concreto e pedra.
Aqui, é uma capa fina, sobre barro….
Já viu uma lagarta num chão assim?
Eu já… arregaca tudo…. 1…. Imagina um Regimento com 54….
Bld precisam de certa infraestrutura em alguns pontos, q aqui não tem, demandando Eng Cmb, q é caríssima. A ponte da rua ou estradinha da cidadezinha não aguenta…. Simples assim. Aqui não é Europa… sinto lhe dizer…
Além disso, há o solo. Nosso chão não é firme como o deserto chileno ou saudita. Nossos carros atolam. Imagine 20 a 30 Ton a mais….
No mais… o Chile ainda está aprendendo a gerenciar frota de Bld. Seus carros ainda tem alto índice de indisponibilidade. Aquecimento rápido do sistema de giro e estabilização da torre…. Sobe por que?
Compraram o Leo 2… foram espertos… antes de conhecerem a matéria q caia na prova.
O curioso é que ninguém está reclamando de peso no TO ucraniano. Aliás, a infraestrutura ucraniana é melhor que a nossa? Existe degelo no Brasil? Mais importante que o peso do veículo e/ou o tipo de piso é a pressão sob o solo. Curiosamente, o pesado Leopard 2 é melhor que o Leopard 1 nesse quesito. Ou seja, existe a possibilidade de um MMBT de 40 toneladas com relação pressão sob o solo ruim atolar mais do que um tanque de 60 toneladas. A verdade é que o EB não tem dinheiro e está querendo espelhar a cavalaria argentina.
Errado. Ha queixas do Challenger 2. Varios atolados ate metade na Ucrânia.
Varios videos disponíveis e algumas reportagens inclusive com entrevistas dos operadores.
MBTs modernos como o Abrams geram menos pressão por cm do que mbts mais antigos e a relação peso/potência é mais favorável ao Abrams e seus pares se comparado às gerações anteriores.
Com relação a nossa infra sua colocação está correta mas o que se precisa pensar é se vamos ficar parados para sempre nesse patamar? Não será possível no futuro dirimir essas precariedades da infraestrutura? Temos que ficar estagnados? Ainda que um MBT moderno opera aqui com limitações é um investimento com mais retorno para o futuro.
Um MBT maior tem mais espaço para receber upgrades de armamento, blindagem e propulsão do que um CC menor.
Infraestrutura é conversa fiada. O EB não tem grana para investir em engenharia de combate adequada.
Para com isso! Falta é dinheiro.
Se o solo fosse o problema nosso, na Ucrânia não haveria tanque andando, só atolado.
Há atolados la. Pesquise
Não existe essa história de ponte. Esqueci Isso
54 mbts de primeira linha não seria suficiente para nós mas daria um fôlego maior para nossa força blindada e custou pra Romênia um pouco mais $1 bi de dólares que não é um valor impossível para nós seria algo interessante para o EB pensar.
Eu penso assim também…comprava uns 50 tanques para manter a doutrina e empregava os mmbts como viatura de apoio de fogo.
Pois é, já até caiu no esquecimento que já deveríamos ter assinado o contrato dos 98 centauros, para iniciar a produção e até agora nem na caneta pegaram. O mesmo aconteceu com o obuseiro 155MM, que teve a compra congelada por motivos alheios ao nosso interesse. 1º lugar nosso país depois questões que possam nos afetar, e por último questões que não nos dizem respeito diretamente mas que estão dentro de nossa linha de ação.
Exatamente
O problema é que estamos brigando diplomaticamente com todo os blocos que teria acordos desse tipo para nos beneficiar também. Os outros blocos que estamos nos associando, ou só tem sucata, ou não pode se desfazer de nada, ou é comercialmente fiel a suas próprias indústria e não estão dispostos a fazer acordos sem que eles ganhem praticamente até as nossas alma. Escolhas, fazer o quê, escolhas!
Em vez de 54 Abrams por U$ 1,07 bi
O EB poderia comprar 178 VT-4 com tot e produção sob licença.
Ou 214 T-90MS.
VT 4 é interessante, já o russo acho que é fria
Eu acho que vai dar Leopard 2a8 em razão da transferência de tecnologia , mas pode ser que o K2 ganhe no preço.
K2 quer fazer negócio agressivo na europa, vão cair matando nessa, acho. Não conseguiram vender ainda fora da Polônia, não? Vamo ver né
O K2 é um dos mais caros que existem, só é vantajoso na versão extremamente completa. O Leopardo 2A8 até concordo, mas a Alemanha e o governo brasileiro não se bicam.
Sim, estamos pensando na Romênia. Brasil é cv90 ou tulpar
K2 tem varios problemas reportados pelo Peru. Caso polonês teve diversas alterações e adaptações.
O problema foi mais relacionado ao tamanho dos soldados , o K2 original é pensado para soldados coreanos…mas nada que não possa ser resolvido!
PIB da Romênia em 2024: 382,8 bilhões de dólares.
E no Brasil estão revitalizando Cascavel.
Não é dinheiro que falta e sim como ele é gasto de forma incompetente, inconsequente e sem planejamento.
Sem mais.
O Problema é que os centauros 2 não vão aparecer da noite para o dia e não podemos ficar sem nada. Simples assim
Centauro não é MBT.
Sim, o substituto do cascavel é o Centauro 2… não dá para ficar de viatura de reconhecimento.
Certíssimas palavras !
Olha quem a Romênia tem como vizinhos….
A necessidade faz a ocasião.
vai ser uma baita compra, que inveja
eu acho que a escolha esta mais voltada para o K2 (mais um contrato ) ..linha de produção compartilhada com a Polonia ? talvez .. e o EB em , sonhando com MMBT a 20 anos no mercado sem vendas .. piada …. e sim , é o CV90 105/120…. todo mundo quer o CV-90 VCI embora … ninguem quer brincar de ”doutrina” com coisa seria em adotar um MMBT … como veiculo de ”choque ” de linha de frente , a palhaçada e so aki …. O EB deveria ”estudar’ o papel dos LEO 1 na Ucrania … sabe , se atualizar para o ”mundo real” .. quem sabe aprende algo
Como o Leo 1 está na Ucrânia?
Compraram mais…
sao veiculo blindados mais ultilizados hj na retaguarda … nunca em combate direto , ja que foi uma tragédia quando o usaram assim …. acha que MMBT teria um papel diferente disso ? .. com o centauro 2 ja presente … nao faz sentido nenhum um MMBT no EB .. nem por doutrina … agora se o EB acha ”’genial” ter 2 ”caça tanques” sem um veiculo de ”choque” para segurar ou romper linhas de defesa …. ”parabéns” , es o unico exercito que pensa assim …”diferentão” e ”revolucionário” …
O assunto MBT parece comover um punhado de criançinhas que esperneiam para que os pais comprem o brinquedinho que acharam bonitinho… Virou pura birra. E é de uma infantilidade gigantesca, desprezar a questão do peso total de um blindado e além disso, fazer piadinha com a questão das pontes, desprezando ainda, o pessoal do EB.
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É o clássico:
“Amadores discutem tática, profissionais discutem logística.”
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E assim… pressão sobre o solo NÃO DEVE ser considerado como uma problemática para a questão de decidir ou não, por um MBT tal como o Leopard 2, como foi indicado. Ainda mais quando comparado ao Leopard 1A5 BR, haja visto que ambos tem números próximos, advindos de requisitos que focaram nisto. O Leopard 2 é muito mais pesado que a versão 1A5, mas a área de contato com o solo é maior, dado que a esteira é considerávelmente mais larga.
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“Ahhh mas o Chile…”
Chile (e o Peru) opera seus blindados, majoritariamente em região de deserto. Eles sabem muito bem onde está o problema deles e onde o pau vai torar. É um realidade completamente diferente da nossa, dentro de uma necessidade completamente diferente da nossa. Não é um boa comparação. Nunca foi. A vida deles é muito mais fácil…
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‘Ahhh mas a Indonésia…”
A Indonésia é um bom exemplo para ilustrar que a pressão sobre o solo exercida por um blindado como Leopard 2RI NÃO É um problema, haja visto que eles colocam Leopard 2A4 e 2RI no meio da selva (malucos!). Não é difícil encontrar vídeos absurdos, de Leopard 2RI chafurdando no lamaçal que vira um eixo de deslocamento deles.
Mas a Indonésia é também um bom exemplo para ilustrar que é justamente das experiências com estes blindados, que surgiu a compra do Kaplan MT, para gerar maior mobilidade tática e estratégica. Um blinbado muito mais próximo do que o EB está visando…
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Vejam que, um blindado com absurdas 100 tonelades, pode ter uma pressão sobre o solo menor que um Leopard 1A5 se as esteiras forem largas o suficiente, dado que isso aumenta a área de contato com o solo de forma substancial…
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O problema é o peso de combate. São essas absurdas 100 tonelas! É o total, que soma o blindado, tripulação, munições, combustíveis e etc. Esse total é o que tem impacto em toda a cadeia logística e nos deslocamentos para e em combate. Isso é o que tem impacto nas pranchas, nos caminhões disponíveis, nas pontes, ferrovias, nos meios de engenharia, nas barcaças, consumo de combustível, preço dos componentes, na quantidade de pessoal para fazer tudo girar, etc…
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A OTAN criou uma coisinha chamada MLC: Military Load Classification. Toda a questão das pontes, bem como os meios de engenharia e logística, estão amarrados dentro de um padrão.
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VER: https://apps.dtic.mil/sti/tr/pdf/ADA476390.pdf
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Abrams, Leopard, CV90, M113, IRB, M3, tudo… Tudo está amarrado. Tudo tem de operar em conjunto. Tudo vai ter uma classificação MLC.
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Se um Abrams tem um MLC84, de acordo com as diretrizes de cálculos para uma determinada ponte e essa ponte, dado suas caracteristicas, só suporta meios com MLC80 para veículos com esteira, o Abrams não vai passar por ali. A Europa, por exemplo, é praticamente toda mapeada e os americanos não conseguem operar com Abrams em trocentos locais. Isso significa que eles não podem operar Abrams na Europa? Não! Eles podem, só que não em toda a Europa…
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O Brasil é gigantesco. Existem áreas do território, onde um MBT como o Leopard 2 ou Abrams, podem operar muito bem e outras muito, muito mal. E diante disso, cabe destacar que o EB NUNCA disse que MBTs não podem operar no Brasil. O EB avaliou esses blindados! Quem afirma esse absurdo, é birrento.
A questão é que o potencial de aplicação de um blindado mais leva, é muito maior. Mas muito, muito maior! Poderíamos aplicar o que estamos comprando com nossos parcos recursos, em muito mais regiões, de forma muito mais rápida e a manobra, lá na ponta, seria facilitada em níveis gigantescos.
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“Ahhhh engenharia de combate resolve todos os nossos problemas…”
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Não é bem assim. Principalmente em termos de pequena unidade e diante das novas ameaças e da transparência do campo de batalha, que expõe qualquer aglomeração… mas mesmo que fosse, para e pensa um pouquinho: vamos deixar de comprar um número muito maior de VBC CC que usariam muito do que já temos, para ter que aplicar recursos em eng de combate, para fazer um MBT simplesmente rodar!? Genial!
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É extremametne vantajoso ter algo mais leve, que cause menos impactos logísticos e que tenha um acesso a muito mais áreas de nosso país. E além disso, entra a questão do custo x quantidade, que é outra vantagem, dentro da conjutura existente.
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Pra fechar… qualquer um aqui, já ouviu dizer que durante a Guerra Fria a Rússia ameaçava inundar a Europa com ordas e mais ordas de blindados. É a piada de chegar em Portugal em duas semanas… ninguém nunca se perguntou pq diabos os T-72, por exemplo, tem o peso que tem?
O problema é que os MMBT que existem no mercado são gambiarras de IFV não optimizados para CC ( vide o caso do Booker que era mais alto que um Abrams) e nenhum ainda foi provado em combate.
Não faz sentido para nós operar forças blindadas em terrenos difíceis/distantes como a Amazônia/Pantanal pois formações com CC/APC demandaram muito da logística mesmo que sejam leves.
O EB nunca envio pro norte mais que uma companhia de CC.
Uma força blindada para um país como o Brasil é uma reserva expedicionária para ser empregada apenas em último caso e em situações vantajosas já que nossos recursos são limitados.
Se estourar uma guerra no norte nós nunca vamos operar como o EUA no Vietnã será mais próximo da maneira que Portugal combateu na Guiné então aí não faz diferença se é MBT ou MMBT, nenhum deles vai operar lá.
Pro nosso país dado as suas limitações financeiras e logísticas forças mecanizadas sobre roda ou infantaria sobre lagartas (em IFV como o Bradley) são mais desejáveis.
Muito boas explicações.
Mas também podemos avaliar mais 2 questões:
1) MMBTs ocidentais podem ser cerca de 40% mais baratos que MBTs ocidentais, e entra na questão que o sr. levantou de termos mais blindados.
Porém alguns MBTs de fora da Otan como o VT-4 Chinês e o T-90 russo custam cerca de Metade do preço de um MMBT ocidental ou cerca de 4x menos que um MBT ocidental.
Então o mais por menos seria muito mais vantajoso aqui.
2) o M60A3 TTS tem peso de 52 à 57 toneladas.
Leo2A8, M1A2 SepV3 e outros excedem 60 e até 70 toneladas.
Porém existem MBTs com peso semelhante ao do M60.
Exemplos: K2, Type 10, VT-4, T-90M, Leclerk, T-14 Armara e até o novo KF-51 Panther alemãocom 59T.
Alguns dos exemplos são caríssimos e um pouco mais pesados que o M60, mas temos opções baratas e mais leves que os M60.
Os meus favoritos somente pela questão de CUSTO/benefício são os VT-4 com 52T e o T-90M com 50 à 52T.
Possuem blindagem e poder de choque superior aos MMBTs e custam a metade do preço.
Peso é só um dos fatores dentro de um conjunto.
Você e o colega acima, estão esquecendo de um detalhe fundamental nesta questão: o VBC CC deve ser derivado da VBC Fuz. Qual o motivo desta decisão?
É o gerenciamento do ciclo de vida e quadro de pessoal envolvido no suporte de uma família de blindados que estará presente no quadro de meios ativos por mais de 60 anos, dada a questão do prazo de entregas e condições financeiras da força e trocentos capítulos das novelas que sempre assistimos.
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Quem for especializado no powertrain de um, trabalha no outro, com o mesmo ferramental e as mesmas bancadas. Quem é especializado na parte elétrica de um, poderá dar suporte no outro. Quem é especializado na suspenção de um, é especializado na suspenção do outro. E por aí vai…
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Se forem comprar baterias, lubrificantes, filtros, material rodante, rolamentos e etc, vão comprar para os dois. Se quebrar uma peça do ar condicionado por exemplo, o estoque é compartilhado. Se der pau na parte elétrica, é semelhante e o estoque de componentes é compartilhado. Se vamos montar aqui, a base dos processos e a linha, é a mesma. Quem monta um, vai montar o outro sem dificuldades, modificando-se o que tem relação com as torres. Se nacionalizarem componentes, como os do conjunto de rodagem, a indústria poderá atender aos dois modelos (poderia até exportar, dependendo dos acordos que forem firmados), aumentando assim a quantidade para justificar investimentos e o interesse…
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Comprar, é só uma parte da equação. E é a menor parte dessa questão. O valor da compra, poderia representar coisa como 25% do custo total do ciclo de vida de um blindado. Os 75% para manter e operar, é o que pesa em termos de grana. E sem isso, a coisa toda não roda…
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“Ahhh pq a cópia chinesa do T-72 é muito mais barato de comprar… mais barato que o próprio T-72…”
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Eu nem vou entrar no mérito de discutir a qualidade do sistema de produção deste blindado, que é o que gera o tal preçinho maravilhoso, pq já entendi que as pessoas aqui não tem vivência de um chão de fábrica, para perceber os motivos disto.
Um blindado de segunda linha, produzido na China, por chineses, dentro de um sistema chinês de condições de trabalho e de controle de qualidade, é barato de comprar… mas aqui, no Brasil, seria barato!? Veja, que não será uma compra de prateleira. E como será o mantenimento? Com preço da China? E daqui 40 anos, como vai ser? Como será que é a curva da banheira de um powertrain chinês de segunda linha? Será que se compara ao que temos com os nossos velhos Leopards?
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A questão volta para o que apontei no início. Logística! O EB quer uma família, visando os benefícios e a racionalização que isso poderá agregar ao ciclo de vida. VT-4 é um blindado que demanda um VBC Fuz diferente. E aí a história toda se duplica. Qual o impacto disto, ao longo de cinco ou seis décadas?
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Como disse no início: o peso é só um dos fatores existentes no contexto atual.
Existe MBT com peso próximo das 50 toneladas…
E o EB tem condições de lidar com algumas poucas toneladas além das 50t. Já o faz com o que tem (e é daí que vem algumas experiências, diga-se de passagem). O que pega neste caso, é a necessidade de comprar outro blindado, para complementar o MBT. Vale o custo, para ter um MBT marginalmente melhor protegido que um IFV, perante as ameaças existentes e futuras?
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O EB avaliou Abrams, Leopard 2 (sempre quiseram ter esse blindado), Type-10 e outros e levantou os os prós e contras. O planejamento que existe atualmente, não surgiu do nada. Pode ter certeza, que se pudessem, teriam algo tão bom e moderno, quanto um Type-10. Mas não é nossa realidade. E o EB não é feito somente de blindados.
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O planejamento atual é seguro. E adiciono o seguinte: se o EB enxergar a necessidade de ter um blindado mais pesado no futuro, por sabe-se lá qual motivo, as aquisições que são pretendidas atualmente, ainda vão ser extremamente úteis na formulação de uma força média, que preza pela mobilidade. Não é de forma alguma, dinheiro jogado fora. Ainda mais, quando se está focando no IFV… é o IFV o que mais importa e o que mais agrega no pacote.
1) “marginalmente melhor protegido…”
Não concordo com esta afirmação.
Acredito que tanto o VT-4 como o T-90M possuem blindagem muito mais reforçada e inclusive com ERA para resistir impactos pesados de armas anticarro, como canhões de 120mm de outros MBTs. Enquanto que os IFVs médios como o CV90 possuem blindagem muita mais leve.
Acho que a diferença de proteção blindada é significativa e não marginal.
2) “Você e o colega acima, estão esquecendo de um detalhe fundamental nesta questão: o VBC CC deve ser derivado da VBC Fuz…”
Não esqueci deste detalhe, talvez tenha passado despercebido mas o VT-4 possui um IFV ou VBC Fuz derivado da mesma família chamado VN-20 que também pode ser adquirido com o mesmo conceito de família de blindados.
Entendo que o EB possui pessoas experientes mas também sei das dificuldades e limitações de operar blindados chineses ou russos.
Algo que já foi discutido é que os rádios alemães que são utilizados como padrão no EB, são vetados para serem instalados em blindados chineses.
Já li relatos que o ST-1 ficou em terceiro lugar (na VBC Cav) principalmente por causa deste problema. E o SH-15 (obuseiro) também não despontou entre os favoritos por causa do mesmo problema.
Mas existem fontes que indicam que os chineses ofereceram a possibilidade do Brasil desenvolver um rádio nacional, com TOT dos chineses, para não dependermos mais dos rádios alemães.
Neste caso as comunicações entre os blindados ficariam sob nosso controle e poderíamos optar por blindados de diferentes nacionalidades, sem se importar com o veto do uso dos rádios.
3) Sobre o preço do VT-4 ser menor na China e maior no Brasil, concordo. Porém o Paquistão pagou cerca de U$ 5 mi no VT-4 produzido na China e depois encomendou uma variante nacionalizada, com TOT e produção local e pagou U$ 6 mi.
Nos cálculos eu já estou utilizando este valor maior de U$ 6 mi, mesmo assim é metade do valor de um CV90120 (estimado) e 3 à 4 x menos que um MBT ocidental como Leo2A8 ou K2.
Não concordo que os preços são menores por ser produtos de segunda categoria, a China possui uma moeda desvalorizada em relação ao dólar e euro, claro que encargos trabalhistas também contam, mas também o fato de usarem empresas estatais talvez visando lucros menores e também de terem uma demanda enorme, o que gera uma produção em escala maior e economia de escala.
Entendo que o ponto principal seja a moeda desvalorizada, quando se converte em dólar ou euro, o valor fica bem menor do que os rivais ocidentais.
Algo semelhante ocorre com os produtos militares russos.
Pela enésima vez: pesquise as compras chinesas feitas pela Argentina, Peru, Equador, Bolivia e Paquistão.
Pra facilitar: blindados sobre rodas, munição 105 e 155 mm ( arg). Radares ( equador). Helicopteros ( bolívia) fragatas ( paq), lancadores de foguetes( peru).
Não existe milagre em preço. Barato= ruim
Acho que parte destes problemas ocorrem com todos os fornecedores e em grande parte são solucionados.
Acho que outra parte destes problemas pode ser marketing das empresas ocidentais.
E talvez uma terceira parte tenha ficado no passado, ja que muitos problemas já tem mais de 10 anos.
Hoje em 2025 eu enxergo a China como uma super potência econômica, tecnológica e militar.
Se eles tem J-20 5G e 2 protótipos 6G, devem ter tecnologias suficientes para fazer um bom MBT ou um blindado.
Mesmo que seja inferior à um Leo2A8 a relação custo/benefício é muito favorável pois o VT-4 custa de 4 à 5x menos.
E custa metade do preço de MMBTs que geralmente pesam cerca de 30 toneladas e possuem blindagem muitíssimo inferior.
Entendo que não vou mudar seu pensamento, acho que o EB deve fazer avaliações atuais e sem alergia, para verificar o nível tecnológico atual.
As fragatas F125 alemãs tambem tiveram muitos problemas e a MB comprou a MekoA100 dos alemães.
Os F-35 tiveram muitos problemas e mais de 20 países compraram este caça.
Não acho suficiente o argumento de que alguns paises tiveram problemas ou dificuldades com equipamentos chineses, e a maioria 10 ou 15 anos atrás, e que isso seja suficiente para nem cogitarmos produtos chineses.
O barato é porque é desenvolvido e produzido por empresa estatal que visa menor lucro, os trabalhadores chineses ganham menos que europeus e americanos, os impostos na China são os menores do mundo e a moeda chinesa é desvalorizada, então quando converte para dólar fica mais barato.
Além disso a China tem demanda para produzir em grande quantidade o que gera economia de escala muito maior do que de qualquer país europeu.
Barato não significa sempre ser ruim.
Existe uma explicação plausível do porque são mais baratos.
1 produto alemão em centenas da problema
Os chineses são todos. Nao foi alguns paises. Foi todos.
F35 deu e dá problema porque é fronteira tecnológica. Chinês da problema porque é mal feito. Cópias pra embuste.
Se F35 fosse ruim não estaria vendendo a despeito de caro
A mentalidade e forma chinesa de produzir não mudou. Era porcaria e continua sendo. Por isso nenhum pais sério compra. E Paquistão so compra porque a China está financiando o país por interesses
Isso diz tudo sobre equipamento chinês.
As FA não compram armas de milhões com base em achismo.
Tudo foi avaliado e nenhum produto chinês de vulto jamais esteve perto de ser adquirido e nem estará.
Repito. Não há milagre em preço e vidas dependem de armas. Não dá pra ter coisa que não seja de confiança.
Entendo mas apesar das forças terem preconceito com produtos chineses o atual governo quer distância dos EUA e da Otan.
Então acho cada vez mais provável que a China comece a vender para as nossas forças.
Sobre nunca termos chegado perto de adquirir produtos chineses, concordo parcialmente.
No programa dos obuseiros tinha 8 produtos e o obuseiro chinês SH-15 ficou entre os finalistas enquanto que obuseiro turco ficou de fora e até o Archer sueco (Bae) ficou de fora.
No programa VBC CAV o mesmo ocorreu.
O ST-1 chinês ficou entre os 3 finalistas.
o Archer sueco (Bae) ficou de fora porque era muito pesado e não poderia ser transportado pelo c390
Então o vt4 e o vn20 são da mesma família. Se nacionalizar a viatura chinesa estaríamos qualitativamente melhor que com um mmbt
Tb acho.
E custando metade do preço de um MMBT ocidental, em vez de 65 MBT e 78 IFV, o EB poderia adquirir 130 MBT e 156 IFV, totalizando cerca de 286 blindados da mesma famílila, gerando demanda para exigir TOT e produção local.
Acho que da para abandonar a ideia de padronizar no canhão 120mm ocidental e solicitar TOT e produção nacional de uma munição de 125mm chinesa que seja moderna e efetiva.
Eu até faria um esforço financeiro maior e aumentaria os números.
Até cogitaria cancelar o Centauro 2 que apesar de ser um ótimo blindado e muito moderno, acho que vale mais à pena um MBT e um IFV sobre lagartas, com proteção blindada muito superior no lugar dos Centauro 2.
Se o contrato for mesmo de 900 mi de euros ou cerca de U$ 1,053 Bi daria para cancelar os 98 Centauro 2 e adquirir 175 VT-4 no lugar.
130 + 175 = 305 unidades.
Faltaria pouco dinheiro para arredondar para 336 MBT e com isso mobiliar de forma completa todos os RCB e RCC do exército brasileiro.
Eu manteria o Centauro 2.
Os chineses fabricam canhão 120mm e vários outros equipamentos com calibre ocidentalizado…VT4+VN20 os chineses financiam para nós e é capaz da gente conseguir pagar parte disso em commodities.
Ok mas não entendo essa fixação no 120 padrão Otan.
O Brasil não fabrica munição moderna de 120 mm.
Se a China aceitar transferir tecnologias e o Brasil passar a produzir uma munição moderna de 125 mm e oferecer o VT-4 com o canhão de 125 mm, qual o problema disso?
Afinal o canhão é 5mm maior que o de 120 e possui desempenho semelhante.
Comunalidade com Centauro 2?
Se as munições são compradas de fora, acho que é muito melhor um acordo para produção da munição aqui, com tot do que comunalidade para usar uma munição estrangeira.
Os chineses fabricam munição 120mm na Norinco.
Galante, isso dá uma matéria.
Ué ..explica então o uso de M-60 no EB ?quantos anos eles está em serviço ? Já viu o peso dele ? .53 + tons ne ..um K2 base tem 55 …preço ? Acha que um MMBT vai custar menos ? Com linha de produção Aki ? Pra 65 unidades? Vamos nos iludir com isso ? ..agora ,se puder …consegue explicar o pq adotar 2 veículos ,centauro e MMBT ..com uma mesma torre ( e o que o EB quer . N ? ) que basicamente ,seriam para uma mesma função? ..ou e um ou outro …agora se o limite de peso for algo que se deva levar a sério ..então o EB está atrás de um T90…T4 chinês..type 10 ..ao mesnos esses não são gambiarras …ou vai querer se iludir e achar que no papel um CV90 seria comparável a um MBT de linha …. Consegue dar UM exemplo de Pai utilizando MMBT “moderno” ?
Se torna impossível compreender o que tu escreve, com essa pontuação absurda.
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Parte da resposta, esta no comentário acima. Peso é só um dos fatores. O EB quer comprar uma família. Não são 65 unidades. São 143. E poderá ser mais, posteriormente…
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Eu já disse várias vezes aqui, que na minha opinião, o Centauro II é um erro grotesco dentro da atual estrutura de panejamentos (que é o que deveria ser modernizado, diga-se de passagem) e que derrota o princípio básico que gerou Guarani. Ele só se justifica como VBC CC SR, dentro dos RCB, formulando uma força média.
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A compra do Centauro II, dentro da conjuntura atual, deveria ser cancelada, na miha opinião. Os recursos do Centauro II deveriam ser direcionados para a compra do VBC CC e VBC Fuz, já que é o que realmente precisamos em termos de força terrestre e renovação de meios. A substituição do Cascavel deveria ser tocada com os recursos daquela descabida modernização, que deveria ser cancelada em favor de um mix, entre LMV e Guarani.
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Ao invés de comprar 143 blindados (65 VBC CC e 78 VBC Fuz), poderíamos estar fazendo muito mais número dentro desta família, agregando muito mais poder de combate a força terrestre.
Escrita a parte ,já virou minha marca .hahaha em resumo , concordamos então que dentro do que o EB pensa , é um erro ter 2 veículos para basicamente mesma função, seria melhor cancelar as ditas 98 unidades ainda em processo de assinatura do contrato e abraçar a família CV90 de fato ,nisso eu seria a favor .. com as coisas vão indo hoje , o EB exclui a possibilidade de ter um MBT no futuro ,afinal ,seriam basicamente 3 linhas logística diferentes
-Nenhuma potência séria vislumbra substituir MBT por MMBT e nem mesmo esses MMBTs estão em produção em série hoje;
-Os possíveis ganhos logísticos de ter uma mesma família sobre lagartas são derrotados pelos riscos de adotar um solução não testada;
-A quantidade estabelecida para esse possível família não justifica a criação de uma caríssima linha de produção;
-os americanos, que operam no mundo todo e já lutaram uma guerra mundial não paracem preocupados com a logística de ter dois AFVs (Bradley e Abrams) que não compartilham nada em componentes automobilísticos;
O MGCS (que corre o risco de morrer pela politicagem local dos dois países) segue muito dos requisitos que o EB estabeleceu. 50t de peso de combate, dentro de uma família com diferentes aplicações. França e Alemanha não são “potências sérias”?

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Os ganhos logísticos que uma frota homogênea trás, são significativos e devem ser considerados.
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O maior interesse, é em estabelecer uma linha local de suporte. Produção local e parceria com nossa indústria, é um grande extra. E é um extra que terá impacto em aquisições futuras, dada as necessidades.
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Bradley, AMPV, M109 e M992, são “primos”. Do Abrams, deverivaram versões de engenaria de combate. Caminhões e 4×4, são adaptados para diferentes funções… mas os americanos são os americanos. Completamente fora da nossa realidade querer comprar com a dimensão e doutrina logística deles.
E muito pelo contrário do que você afirma, eles são extremamente preocupados com logística, basta verificar a quantidade de meios de apoio, para sustentar um ABCT:
-Mesmo que este MGCS vá pra frente ele não será como o CV90 120mm que é uma adaptação subóptima de IFV (um IFV precisa transportar infantaria daí grande espaço dentro do casco que não é necessário num CC, tornando este uma variante maior do que o ideal ex. Booker);
-sim, compartilhamento de componentes é desejável mas não precisa ser a totalidade dos meios i.e. os veículos que transportam a infantaria e os serviços não precisam compartilhar a logística com o CC mas podem ser uma família ex. Bradley e AMPV;
No caso dos americanos a minha colocação é no sentido de que dado a expertise e demandas globais destes não parece ser um problema pra eles terem seus 2 principais AFVs com componentes automobilísticos (motor, transmissão, lagartas, suspensão) distintos.
6.5Bi Euros….Cada dia mais complicado para países como o Brasil conseguir uma força moderna de blindados.
Do jeito que as coisas estão indo, capaz do Brasil adquirir alguns T-34 e tentar modernizar como fizeram com o cascavel
Mas e os drones de 50,00 dólares ?
Ninguém avisou a Polônia que os MBT hoje são secundários?
Melhor investir em sistemas anti drones e mais IFV.