Rússia recebe novos lotes de munições guiadas Krasnopol-M2 e mísseis para sistemas Kornet

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Krasnopol-M2 is a semi-active laser-guided 155 mm artillery shell

MOSCOU — A estatal russa Rostec anunciou a entrega de novos lotes de munições de alta precisão às Forças Armadas do país, incluindo projéteis de artilharia guiados Krasnopol-M2 e mísseis destinados aos sistemas antitanque Kornet. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa da corporação.

Segundo o comunicado, a High Precision Systems Holding Company — uma das divisões da Rostec especializada em armamentos de alta tecnologia — completou mais uma remessa destinada ao Ministério da Defesa da Rússia. As entregas incluem tanto os projéteis guiados de 152 mm Krasnopol-M2 quanto mísseis para o sistema Kornet, amplamente utilizado em operações terrestres.

Bekkhan Ozdoyev, diretor industrial do cluster de armamentos da Rostec e membro da União das Empresas Russas de Engenharia Mecânica, destacou a importância do material para as demandas operacionais atuais. “Estas armas e munições de alta precisão são extremamente necessárias pelas tropas hoje”, afirmou.

2K25 Krasnopol

Ozdoyev acrescentou que as empresas do conglomerado aceleraram o ritmo de produção para atender às exigências do campo de batalha. “As empresas da Rostec estão aumentando sua capacidade produtiva em ritmo acelerado para atender às necessidades do exército e trazer a vitória para mais perto”, declarou.

As entregas reforçam o esforço russo de ampliar sua disponibilidade de munições guiadas e sistemas de precisão, em um contexto de intensificação das operações e elevado consumo de armamentos.■


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Fábio De Souza
Fábio De Souza
1 mês atrás

A Industria Militar da Rússia , continua mantendo a sua eficácia. Mesmo enquanto o pais , sofre sanções Internacionais .

Deadeye
Deadeye
Responder para  Fábio De Souza
1 mês atrás

Sanções raramente tem efeito no setor militar, um exemplo além da Rússia atualmente é a Africa do Sul dos anos 1960 a 1990, que mesmo sancionada se manteve no combate.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Em compensação, o impacto foi profundo na economia do país.
Se manteve no combate mas o setor foi sim bastante desestabilizado devido à fragilidade econômica.

Guacamole
Guacamole
1 mês atrás

Parece ter um cumprimento maior do que a sua contra parte americana.

Machado
Machado
1 mês atrás

Deus abençoe a Rússia. Que nunca falte munição a Rússia para jogar na cabeça dos governos fantoches e nazistas dos estadunidenses.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Machado
1 mês atrás

Slava Russia!!👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾

Maus
Maus
1 mês atrás

Sem defesa reativa, apenas uma dessas é o suficiente para destruir qualquer MBT atual

Bosco
Bosco
Responder para  Maus
1 mês atrás

A blindagem reativa é pensada para a defesa contra mísseis portáteis e granadas propelidas . Contra uma granada ou uma ogiva massiva não faz diferença.
Por exemplo, o míssil Maverick D emprega uma ogiva HEAT de 57 kg e não é “tandem”, mas é mortal contra qualquer tanque com ou sem blindagem reativa.
A ogiva da bomba planadora Storm Breaker é do tipo HEAT, pesa 48 kg e não é tandem mas é efetiva contra qualquer tipo de blindagem.
Do mesmo modo o projétil Copperhead de 155 mm , guiado a laser do USA, pesando 63 kg é HEAT e não é tandem.
Bombas GBU-12 Paveway II de 500 lb foram muito empregadas contra blindados na Guerra do Golfo . Tanto faz ter ou não blindagem reativa nesse caso.
Após uma determinada massa do “projétil” a blindagem reativa é só peso morto.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
1 mês atrás

Off Topic:
Li em blog russo, que devido a recusa da Ucrânia, a Alemanha está querendo vender uma quantidade de tanques Leo 2A6 e IFVs Marder.
O Motivo na recusa da Ucrânia em mais veículos desse tipo, seria a vulnerabilidade devido ao uso massivo de drones pelo exército russo. Tudo isso, somado a falta de uma defesa ativa contra essas ameaças.

Última edição 1 mês atrás por Vinicius Momesso
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Partindo-se do princípio de que essa notícia seja verdade, coisa que duvido:

1- qualquer CC hoje é vulnerável a drones, mesmo que tenha proteção ativa;
2- ma da esses Marder e Leo2A6 pra cá, de preferência, pelo “saldão de usados”.
Pra quem tá acostumado a Fiorino G2 ( Leo1A5 ), Leo2A6 é Porsche.

Talisson
Talisson
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Segundo a Tecnologia e defesa, os alemães (que nos sancionaram no Centauro II) querem mais caro nesses Leopard do que gastariamos com mmbt novos. E há uma observação sobre serem os “2A6” mais velhos e desatualizados que existem por lá.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Talisson
1 mês atrás

Acabei de ler a matéria no T&D.
Os caras nos ofereceram CC tão desgastados que nem a Ucrânia, que precisa desesperadamente de CC’s, aceitou, e ainda cobraram preço de Black Panther zero km.
Os alemães nos chamaram de otário com todas as letras, na cara dura.

E pensar que a MB escolheu esse povo pra nossas FCT’s…

Hamom
Hamom
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

É o tipo de compra que só acontece quando há “elementos comprados” no lado comprador…

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Hamom
1 mês atrás

A última vez em que eu ví uma proposta tão sem-vergonha assim, foi quando os ucranianos tiveram a pachorra e a audácia de nos oferecer um navio da classe Variag que estava abandinado e tomando maresia a 40 anos pra participar do programa das FCT’s.

Como você disse, pra uma coisa dessas ser aprovada pelo EB, pode saber que tem gente com estrela no ombro que ganharia algo….
Caso contrário, nenhuma alma no EB seria burro pra sequer cogitar uma patifaria dessas.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Pensa que você é vendedor da KNDS.

Aí você precisa desovar uns blindados de 40 anos reformados.

Pergunta pro ChatGPT que país reforma ou compra blindados de 40 anos reformados.

Ele responde: Brasil, junto com a foto do Cascavel NG.

No lugar dele, você não ofereceria?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Acho que os caras viram nosso histórico em comprar com o São Paulo, e pensaram “hum…e se…???”

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Você lembrou do NAe São Paulo o que me trouxe a infeliz lembrança do “Turbo Trader” e a quase compra do Short Sherpa.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Então…..
Considerando-se o “bom histórico” de “boas decisões” das FA’s BR, modernizando Cascavel e comprando A-4 e Trader em pleno séc. XXI, nem dá pra ficar com raiva dos alemães por eles estarem tentando empurrar Leo2A7 e Marder desgastados pelo dobro do triplo pra gente.
Se eu fosse alemão, tentaria fazer o mesmo.

RDX
RDX
Responder para  Talisson
1 mês atrás

Nem de graça.
Pior que pagar caro é gastar uma fortuna com custo de ciclo de vida (por meio de caríssimos contratos com a filial brasileira) e a expectativa de um futuro contrato de modernização.
Oferecer Marder sucata é um esculacho.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

*Quer vender ao Brasil.

vlopes
vlopes
1 mês atrás

porque com a russia e a china é sempre lote, ou seja podem ser 2,4,6,8 etc. Nunca dão bada preciso

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  vlopes
1 mês atrás

Você entende que divulgar a cadência das entregas é informação estratégica não é?

vlopes
vlopes
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

entendo que todos os paises ocidentais o fazem menos as ditaduras, entendo que quem muito esconde pouco tem……

Cassini
Cassini
1 mês atrás

O Kornet até perdeu espaço no campo de batalha para os drones FPV – mais controláveis e versáteis -, embora ainda muito empregado contra fortificações e infantaria.

Já o Krasnopol tem sido mais demandado do que nunca, por conta das recentes ofensivas em cidades estratégica ucranianas – Pokrovsk, Kupyansk e Kostyantianivka.