Leopard 2A6 - 9

Segundo reportagem da revista Tecnodefesa, a Alemanha fez uma oferta formal ao Brasil para transferência de 65 tanques de combate Leopard 2A6 e 78 veículos de combate de infantaria Marder 1A5. O pacote, ainda sob análise, viria de estoques da Bundeswehr, com reforma proposta pela fabricante KNDS Deutschland antes da entrega.

A proposta alinha-se com o programa brasileiro “Nova Família de Blindados sobre Lagartas” — iniciativa do Exército Brasileiro para modernização de sua frota de blindados. Fontes indicam que os tanques Leopard 2A6 ofertados seriam versões armazenadas há tempo, pertencentes à primeira modernização do modelo entre 2001 e 2005, e que já teriam sido recusados por outros clientes, o que levanta questões sobre o estado real dos veículos e os custos de manutenção futuros. Ainda não há contrato assinado entre os dois países; o governo brasileiro continuará avaliando técnica, logística, industrial e financeiramente o pacote antes de firmar compromisso.

Caso o acordo avance, trata-se de uma das maiores modernizações de blindados do Brasil em décadas e envolve ponderações relevantes: os Leopard 2A6 pesam cerca de 62 toneladas, exigindo infraestrutura de transporte, manutenção e mobilidade compatível com o território brasileiro. Além disso, a adoção dos veículos demandará treinamento de tripulações, suporte técnico de longo prazo e alinhamento com cadeias de suprimento dependentes de componentes de origem alemã.

Para a Alemanha, a oferta representa uma oportunidade de realocar equipamentos excedentes e fortalecer laços com o Brasil. Do lado brasileiro, o negócio abre caminho para elevar a capacidade blindada, mas também exige análise cuidadosa sobre custos operacionais, manutenção, interoperabilidade e o impacto na cadeia industrial de defesa nacional.

Essa movimentação será acompanhada de perto pela comunidade de defesa, tanto no Brasil quanto no exterior, dada sua relevância estratégica para a projeção terrestre e o fortalecimento da defesa nacional.■


Inscrever-se
Notificar de
guest

130 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Plínio Jr
Plínio Jr
1 mês atrás

Não obrigado, se outros recusaram estes Leo2 boa coisa não é, melhor prosseguir com o programa e ver as demais propostas e isto se aplica aos Marders tbm ..

Deadeye
Deadeye
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

Eram 2A4 trazidos para a versão A6, a própria Ucrânia recusou esses blindados pela condição ruim.

Ricardo Rosa
Ricardo Rosa
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

A Ucrânia, desesperada por equipamentos bélicos, recusou. Fico imaginando o estado desses blindados e a grana para revitaliza-los. Tremendo “Cavalo de Tróia”. Espero que o EB não caia nessa.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Ricardo Rosa
1 mês atrás

Não foi apresentada a fonte dessa afirmação.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
1 mês atrás

Lá no site da Tecnologia & Defesa falaram que é fria. São velhos Leo 2 modernizados para o padrão A6 e estariam em condições ruins.

Edit: no DefesaNet foi dito que pelo preço que os alemães estão pedindo nessas trapizombas pode-se adquirir o Altay e o Black Panther novos de fabrica.

Última edição 1 mês atrás por Dagor Dagorath
737-800RJ
737-800RJ
Responder para  Dagor Dagorath
1 mês atrás

Tão querendo aplicar o golpe na gente!

Parece que eles querem 15 milhões de euros nesses Leopards cansados com 40 anos nas costas. Detalhe: o canhão (120 mm e 55 calibres) ainda é diferente do utilizado no Centauro II (120mm e 45 calibres).

Se for pra ir em carro dessa faixa de preço e peso e com canhão diferente, que invistam no Altay.

Já falei e repito: mix high-low de 100 Altay e 200 Tulpar 120 com parcelas a perder de vista em acordo gov to gov resolveria nossos problemas!

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Esse arranjo não está ruim não. Os Altay poderiam ser mantidos no Sul/Sudeste, onde a infraestrutura rodoviária/ferroviária é melhor e os Tulpar poderiam ser usados em uma doutrina expedicionária, capaz de ser movimentada por todo o território nacional (junto aos Centauros).

Deadeye
Deadeye
Responder para  Dagor Dagorath
1 mês atrás

É igual sempre defendi aqui, no Sul Sudeste, o peso do blindado é irrelevante porque a infraestrutura aguenta. Agora, no resto do pais, realmente o peso limita.

E eu nunca entendi esse argumento, considerando que tirando as costas de SP, PR e o Oeste de SC e do RS, o terreno é plano.

RPiletti
RPiletti
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Oeste do RS é plano, serra é no nordeste.

Deadeye
Deadeye
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Na divisa com o Oeste de SC né?? Nunca fui muito para o R.S

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Todo o oeste do RS (fronteira com a Argentina), abaixo de SC (não muito próximo de SC, onde há relevo acidentado) é plano. O mesmo vale para a fronteira com o Uruguai. Todo o Pampa é plano. Isso vai até a região de Santa Maria. Tem muito terreno plano no RS.

Atirador
Atirador
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Os canhões usam a mesma munição, o do Leopard só tem o cano mais comprido

Naamã dos Santos Silva
Naamã dos Santos Silva
Responder para  737-800RJ
29 dias atrás

Tipo 10 sai por 11 milhões de dólares,o Altay sai por 13.É melhor comprar o japonês.

BrunoFN
BrunoFN
1 mês atrás

A depender do preço, seria uma boa , ao menos os Leo2 A6 .seriam unidades com +- 20 anos de fabricação datas de 2002 +- , se a oferta for verdadeira ..talvez o preço da unidade varia entre 2 a 3 mi de euros / +- 15 mi de reais ..n da pra levar muito a sérias as informações do”” TecD” até pq o lobby pro tulpar está bem claro ..manteria contaminada ..quanto as Marder , não faria muito sentido a aquisição dessas unidades..mais seu preço era de +- 500 mi de euros ..

Deadeye
Deadeye
Responder para  BrunoFN
1 mês atrás

Eles tem mais de 20 anos de fabricação, eram Leopards 2A4 trazidos para o padrão A6

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

sei nao em . Ucrania recusando blindados ? serio isso? os caras no desespero procurando ate T-72 e Leo ”1” (se especulo M-60 agora )..nao da para confiar nessa materia ,muito menos o preço especulado por ai .. 15 mi de euros a unidade do Leo? Chile pagou pouco mais de 2 mi nos seus . e eram bem ”moderno”para a época , absurdo de fake news , um Abrans modernizado seria por uns 5 mi de dolletas ou o K2 custaria uns 22 de euros ”novo”’ .. unica coisa que sei que são os ”A6”..nao sao modernizados nem nada , consta como ”original” e de pouco uso ou quase nenhum .. que seriam modernizados para o padrão A7 + .. mais foi cancelado devido ao planos de aquisição do modelo ”A8 ”… outra coisa estranha e que o próprio exercito Alemão nao conta com tantos veículo assim na ativa( contam com menos de 200 hj ) para se ”livrar ” de sua reserva estrategica com a Russia na sua porta .. mesmo exemplo podemos citar os Gripens C/D , nao faria sentido , existe muito Lobby e ”patrocinios” por ai pro Tulpar .. o ”jaba” deve ser bom d+..a Alemanha pode esta jogando para garantir seu dominio por aki .. e essa ”’oferta” pode jogar agua no choop de muita gente.
A alemanha com essa oferta , pode estar tentando garantir um mercado por aki e ao mesmo tempo emplacar futuramente o kf-51 mais a frente .. veremos
OBS ; sou 100% favoravel a dupla Tulpar VCI + Altay …esqueçam esse treco de MMBT

Zoe
Zoe
Responder para  BrunoFN
1 mês atrás

Realmente bem estranho a Ucrania recusar. Só se ofereceram eles com alguma condição absurda, como estão tentando oferecer ao Brasil, de acordo com o que diz a matéria.

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Zoe
1 mês atrás

o Alemanha ofereceu/doou a Ucrania 18 unidades A5/A6 modernizadas ,. (A6 por padrão ) com alguns hoje utilizando ”gaiolas” anti drones + 50”Marder” +34 Gerpards , eles foram recebidos e são utilizados ate hoje ,, pelo que li ,foi so elogio , com os Ucranianos querendo mais unidades … a Alemanha nao ofereceu mais nada dos seus estoques .. buscaram sim nosso Gepards ( principalmente munições para pronto uso ).. os Leo 1 a5 de outros aliados ( Italianos e os nossos ) .. essa historia de Ucrania descartar tais veículos e que esses Leopard 2 A6 estao no ”osso” é matéria paga . umas das piores que ja tive o desprazer de ler , principalmente a que saiu no ”defesanet” de hoje … lobby puro

Sócrates Uip
Sócrates Uip
Responder para  BrunoFN
1 mês atrás

Pois é, um bando de papagaios repetindo asneiras de sempre , estão no osso, são velhos, consomem demais, nossas estradas não aguentam…cansa ler tanta besteira, esse pessoal deve ganhar mesada pra dizer asneiras.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Salve camaradas do Forte e Trilogia.

Claro e explícito dejeso de manter cativo nosso EB.
Absolutamente obvio interesse de impedir uma aproximação com a Turquía e a eventual venda dos blindados Tulpar e sua família e quem sabe até do Altay.

Abaixo artigo do DefesaNet e também tem um do Bastos (Tecnodefesa aliás foi a primeira a divulgar essa conspiração).

Ambos artigos, associados ao do Forte nos dão a clareza da situação e o que é pior, pode haver dedo podre de verde-oliva na jogada.

Sgt Moreno

https://www.defesanet.com.br/destaque/notas-estrategicas-eb-leopard-2a6-marder-1a5-a-enigmatica-ou-escabrosa-oferta-alema/

Talisson
Talisson
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Nenhuma novidade, mas o artigo contido no link mostra bem como os alemães gostam de puxar o tapete das FFAA brasileiras.

Última edição 1 mês atrás por Talisson
Hamom
Hamom
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Se fecharem esta compra, certamente por trás haverão mãos verde-oliva generosamente molhadas…só assim pra entender, porque burros ou cegos, não são.

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Nao da para levar muito a serio essa matéria principalmente em relação ao preço e ao citar a manobra Ucrania em Kursk ,citar ”sabotagem”, ”preocupação” e outras coisas , ,dono da matéria quase levou para si a ”ofensa’ de uma oferta dessas … achei estranho

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Não faz sentido oferecer um Leo2A6 que supostamente esta “no osso” e supostamente foi recusado pela Ucrania por 15 mi de euros.

Algo não bate.

Se os alemães querem manter o mercado, manter o EB como.cliente, devem se esforçar para isso.

No texto fala de uma Reforma nos Leo2A6.
O que seria essa reforma?
O MBT ficaria como zero?
Sistemas e sensores seriam trocados?

IFVs bem mais leves como CV90 custam cerca de U$ 9 ou 10 mi, isso não versão IFV com canhões de 30mm.
Na versão MMBT com canhão de 120 mm eles deven custar U$ 12 a U$ 15 mi.

Um Leo2A6 caindo aos pedaços e recusado pela Ucrânia realmente nao valeria à pena por 15 mi de euros, mas e se for um Leo2A6 totalmente reformado, como se estivesse 0km? Ou ainda, se for um 2A6 modernizado com sensores no padrão do 2A8?

Neste caso uma proposta aparentemente ridícula se torna uma boa proposta.

Não acho que os alemães sejam burros para fazer uma proposta ridícula que não tem chance nenhuma.

Augusto José de Souza
Augusto José de Souza
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Cabe análise detalhada do EB,no caso enviar uma comitiva para a Alemanha para avaliar as condições dos mbts e quais propostas eles tem de modernizar esses tanques.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 mês atrás

Ei dona Alemanha, lembra daquela puxada de tapete relacionada aos Guarani que vocês deram na gente um tempinho atrás?

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Clésio Luiz
1 mês atrás

Se eu não me engano , o problema foi como navio ..não a carga “BR” em si,mas posso estar errado

RPiletti
RPiletti
Responder para  BrunoFN
1 mês atrás

Não confunda o Guarani com o Centauro, são episódios distintos.

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

isso , erro meu , confundi

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Clésio Luiz
1 mês atrás

Sabe o que me deixa mais p*to?

É que, mesmo com isso, a gloriosa MB vai lá, e escolhe os alemães pras nossas FCT’s….
Hoje foi o Guaraní, amanhã pode ser algo relacionado as FCT’s…

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A Marinha é saudosista do ave império… imagina mudar o nome ” armada imperial” ?! Que chique..rsrs.

( Eu tbm prefiro monarquia)

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Wagner Figueiredo
1 mês atrás

Marinha Imperial, Força Aérea Imperial, Exército Imperial, os equipamentos com a cruz da Ordem de Cristo, fica bem chique mesmo,

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Mas o problema com o Guarani não era o Brasil. Era as Filipinas.

A gente não vai vender Tamandaré pra ninguém, então não tem esse risco.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

“Fontes indicam que os tanques Leopard 2A6 ofertados seriam versões armazenadas há tempo, pertencentes à primeira modernização do modelo entre 2001 e 2005, e que já teriam sido recusados por outros clientes, o que levanta questões sobre o estado real dos veículos e os custos de manutenção futuros”

Segundo a matéria completa do próprio T&D, esses veículos estão tão “surrados” que nem a Ucrânia, que precisa desesperadamente de qualquer CC, os aceitou.
E o pior, os alemães queriam “empurrar” isso pra gente a “preço cheio”, ou seja, preço de zero km.
Isso, mais o fato do EB ser obrigado a desembolsar uma grana pra treinamento, peças de reposição, veeículos de transporte, modernização, etc, etc, pra algo com décadas de uso, me fazem crer que os alemães acham, com todas as letras, que a gente é otário, com todas as letras.

Manda os alemães fazerem proposta melhor, ou manda eles enfiarem essa proposta naquele lugar.

Angus
Angus
1 mês atrás

É uma cilada, Bino!”

Santamariense
Santamariense
1 mês atrás

Essas viaturas, tanto o Leo 2A6 como o Marder 1A5, seriam interessante se, e somente se:

– fossem totalmente desmontados, revisados, manutenidos e revitalizados;

– fosse incluído um pacote de suporte e manutenção, envolvendo a KMW aqui de Santa Maria, por um período de, no mínimo, 20 anos;

– o valor desse pacote todo não fosse maior que 50% de um pacote, nos mesmos moldes, de viaturas novas.

Se não for assim, não tem nem que pensar … sem negócio.

RPiletti
RPiletti
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Os alemães apresentaram a proposta que fica bom para eles, agora cabe a nós apresentar a proposta que fique (?) boa para nós. Eles foram naquela linha de que proposta não é ofensa, vamos devolver nos moldes que tu detalhou e aguardar o resultado.
Se o verde colher maduro, o que fazer com a linha logística desse monstrengo de 62ton?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Desculpe, mas oferecer CC com 40 anos de uso, defasado, cobrando preço de Black Panther zero km, é ofensa SIM.
Qual o próximo? Nos oferecer T-72A da Alemanha Oriental com 40 anos tomando sereno ao ar-livre, por preço de Puma?
A embraer não sai por aí oferecendo Tucano usado da FAB por preço de F-35.

Se eles tivessem oferecido esses CC’s a preco simbólico, contanto que o EB assinasse um contrato de modernização e logística bem generoso, aí seria uma proposta minimamente interessante.

Última edição 1 mês atrás por Willber Rodrigues
Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A gente não tem detalhes da oferta, mas nesse preço que sem dúvida é caro está incluída uma modernização pela KNDS. Não virão sucatas.

De qualquer forma, eu prefiro comprar veículos novos, ainda que mais caros.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Que não viriam sucatas, eu já imaginava, já que seria o cúmulo do absurdo.
Mas a oferta não informa se seria o preço “cheio” do CC + modernização “por fora”.
Como disse acima, se esses veículos forem vendidos “baratos”, mas sob a condição da gente assinar um pacote de modernização de peças de reposição, igual os EUA fazem com o FMS, e se essa modernização garantir que esses veículos sejam relevantes por, ao menos, 20 anos, e se o preço for “camarada”, aí sim da pra pensar com carinho na idéia….

Agora, o que me deixa pensativo é o fato da Ucrania não ter aceito isso…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A Ucrânia pode ter recusado em razão do preço considerado alto.
Ela, ainda mais em guerra, tem que escolher bem no que gastar seu dinheiro.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Ninguem sabe o preço da oferta. Cuidado com as mídias.

André Macedo
André Macedo
1 mês atrás

Foi descarada, mas nos ofereceram, não obrigaram, se o EB fosse inspecionar e resolvesse comprar o problema era nosso por ter comprado. Não há que se falar em “sabotagem” (assim como no São Paulo), se o Brasil se preocupasse com isso nós teríamos outros fornecedores mais preocupantes…

Felipe Augusto Batista
Felipe Augusto Batista
Responder para  André Macedo
1 mês atrás

É pior que o São Paulo, o navio foi vendido a preço de banana porque os franceses sabiam, e avisaram, que ele precisaria de longas e caras reformas, estes CCs estão tão acabados que a Ucrania não quis e os alemães estão pedindo valor de veículos novos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Felipe Augusto Batista
1 mês atrás

Certeza que tem muito francês que até hoje dá gargalhada da cara da MB em ter levado do São Oaulo…

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  André Macedo
1 mês atrás

“…se o Brasil se preocupasse com isso nós teríamos outros fornecedores mais preocupantes…”

Por favor desenvolva essa linha de pensamento.

Felipe
Felipe
1 mês atrás

Acho mais negócio tentar negociar as 110 celulas que sobraram do Ariete italiano e tentar um acordo com a Iveco de modernizá-los para o padrão C2, usando alguma instalação aqui no Brasil. Pelo menos canhão e talvez outros itens teriam em comum com o Centauro. (A Italia está modernizando 90 celulas do Ariete C1 para o padrão C2).

Tomcat4,7
Tomcat4,7
1 mês atrás

Larga mão de ser besta e fecha logo com a família Tulpar EB ,isso ai é uma cilada brabíssima!!!

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Tomcat4,7
1 mês atrás

Se houver vida inteligente no Alto Comando do Exército Brasileiro, certamente ir com a família Tulpar seria mais inteligente a se fazer

Chega de comprar lixo dos outros!

comment image

comment image

Última edição 1 mês atrás por adriano Madureira
Manuel Flavio Vieira
Manuel Flavio Vieira
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

O Tulpar é muito alto para um Carro de Combate. Tem em média 1 metro a mais que um CC. E ele tem um casco muito frágil para im IFV. Sem blindagem adicional, apenas suporta impactos de 7.62mm perfurante, ou seja, Stanag 4569. É possível com blindagens adicionais até Stanag nível 6, mas acrecenta muito peso e complexidade. Foi por isso que eles ofertaram ao EB com resistência de impactos até 14.5mm. Todos os IFVs tem o casco resistente a, no mínimo isso (Stanag 4, 14.5mm). Para um IFV ganhar proteção lateral contra impactos de 30mm, como é o caso do CV-90, basta acrescentar uma blindagem de 2cm de espessura. Ou um IFV como um ASCOD2 ou o Puma, cuja proteção é Stanag nível 4, chegam também relativamente fácil ao nível 6 com uma blindagem adicional (que já existe). Já o Tulpar, que tem a mesma proteção do Guarani, é bem mais difícil, porque o casco é frágil e inadequado a um IFV.

Bachini
Bachini
1 mês atrás

Outro item a se avaliar é que com o advento dos drones a era destes grandes MBTs está no fim, todos estão buscando veículos menores e dinâmicos, vide novos Abraams.

BrunoFN
BrunoFN
Responder para  Bachini
1 mês atrás

A procura por K2 , Leo 2A8 , modernização dos Abrans1 A2,Leo 2A7, Altay ,Type 10, kf-51,etc etc …mostra o contrario(o proprio novo Abrans M1A3 pesa +- 60 tons ”base” com mesas dimensões do ”A2” ).padrão hj seriam as 55/60 Tons por tamanho padrão desses Leo 2A6 , ou seja , a realidade nao mudou em nada .. ponto fora do curva sempre foram os Challenger 2/3 e de alguns Abrans 1a2 ”V2/3”’ em relação ao peso , apenas isso , os drones em si sendo apenas mais uma opção de ”uso” como tantas outras armas , o que vamos ver é mudança de doutrina operacional , so isso

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Chega fico salivando nesses LEO2A6, se vier barato devíamos comprar

Última edição 1 mês atrás por Carlos Campos
Cipinha
Cipinha
1 mês atrás

Independente dessa oferta ou de outra, devemos parar de querer fabricar CC e IFV aqui, nossa indústria deveria entrar na cadeia de produção, assim tendo demanda para suas peças não apenas para meia dúzia que iremos comprar, mas para diversos mundo a fora. O que produzir aqui? Talvez as peças que hoje temos dificuldade para conseguir para o Leopard 1A5 e que estamos tentando nacionalizar

J L
J L
Responder para  Cipinha
1 mês atrás

Concordo, esse negócio de ficar falando em produção nacional,,, taí a Embraer para servir de exemplo. Eram 28 kc390 que iam comprar depois reduziram para 19, pelo visto dos entregues já tem um que tá fora do baralho, a mesma coisa acontece com os Guaranis, antes eram 2000 agora acho que entregaram uns 700 e poucos e já começou a lenga lenga de trocar pelo Guaicurus. Aqui não adianta que nem o governo nem as forças desarmadas correm atrás para repor as necessidades de equipamentos para a defesa do território nacional. As forças armadas porque não fazem pressão nem no governo nem nesse congresso que acho que não vale um tustão furado.

Cipinha
Cipinha
Responder para  J L
1 mês atrás

E mesmo que fizessem, mesmo que comprassemos 400 CC, depois de montar todos, a demanda pela maioria das peças seria muito baixa e possivelmente descontinuada, agora se produzimos para uma frota global, a coisa muda

J L
J L
Responder para  Cipinha
1 mês atrás

É isso aí. O negócio é fazer parte da cadeia produtiva mundial !

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

É uma cilada Bino!

Macgarem
Macgarem
1 mês atrás

Se um país sem recursos em guerra recusou deve estar só o pó kkkkk

Legal lembrarem do brasil nesse momento, fama de sucteiros precede kkkk

Bardini
Bardini
1 mês atrás

“…com reforma proposta pela fabricante KNDS Deutschland antes da entrega.”
.
De tudo o que escreveu-se no tema, isso aí é a única coisa relevante.
O que foi proposto nesta reforma?
Dizer que se tratam de blindados antigos e em péssimas condições, sem citar o que foi proposto e qual a profundidade da reforma, é não dizer nada ou coisa pior, quando se tem um favorito na disputa vigente, rsrsrs…
.
É preciso lembrar que, se a estrutura de um MBT como o Leopard está em boas condições, sem trincas e demais problemas de desgaste, todo o resto pode ser trocado por coisa nova, inclussive, no mesmo padrão dos Leopard 2 atuais, que os europeus estão fabricando neste exato momento. Todo o sistema de rodagem, powertrain, canhão, novos sensores, atuadores e por aí vai, tudo ainda é fabricado e ainda terá suporte por décadas.
.
É plenamente possível desmontar todo o MBT, revisar, recondicionar e/ou trocar diversos componentes, resultando ao final, em um MBT dentro de um padrão de zero-hora de operações. E isto implicaria em valores elevados. Coisa que vai para o nível de custo do que foi citado.
.
Não existe exemplo melhor disto, que o Abrams. Os americanos não fabricam um “casco” novo desde 1996! Tudo o que eles fazem, é encima de blindados que já existem. Então, novamente: o que foi proposto nesta reforma? Isso é o que é relevante saber.
.
Sobre o que foi citado do canhão: é óbvio que existirá diferença no desempenho. O L55 do Leopard 2 é muito superior ao canhão da Leonardo. Se fosse equivalente, a Leonardo não estaria desenvolvendo um produto semelhante ao L55, para equipar o futuro MBT italiano…
.
E mais: antes de lançar os atuais requisitos para o VBC CC Corrente, o EB queria uma arma tão performante, quanto um L55!
.
Ver: Requisitos Operacionais da Viatura Blindada de Combate – Carro de Combate, VBC CC – (EB20-RO-04.056), 1ª Edição, 2020.
.
“ROA 25 – Possuir tubo de comprimento igual ou superior a 50 (cinquenta) vezes a medida do calibre. (Peso dez)”
.
“ROA 31 – O sistema de armas da VBC CC deverá empregar ao menos um tipo de munição, cuja capacidade de penetração seja maior ou igual a 1.200 mm (mil e duzentos milímetros) de Rolled Homogeneous Armor (RHAe), com o alvo a uma distância de 2.000 m (dois mil metros), incidindo a 0° (zero graus). (Peso dez)”
.
Estes e diversos outros requisitos foram modificados, haja visto o desempenho do canhão do Centauro II e a intenção de ter um derivado de um IFV como VBC CC.
.
O Centauro tem uma blindagem pífia, baixa mobilidade tática (a mobilidade estratégica é o seu grande trunfo e razão de existir), silhueta enorme, arma principal de performance medíocre, além de ser absurdamente caro para substituir o Cascavel.
Então, para uma força que deseja como VBC CC um derivado de um IFV, para gerar comunalidade com o VBC Fuz e demais versões desta família que poderia até ser fabricada no Brasil, não faz o menor sentido investir no Centauro II. Ter o Centauro II e um derivado de um IFV, com a mesma torre, derrota toda a argumentação pela padronização logística!
.
O VBC CC pretendido representa um blindado muito superior ao Centauro II, custando um valor semelhante, que poderia estar insirido em uma família que poderia ter maior escala, se o dinheiro que será empregado na aquisição de Centauro II (e Cascavel, diga-se de passagem) fosse direcionado para esta finalidade.
.
O que é cômico, é que o Centauro II só faz real sentido para o EB, em um contexto em que existe um MBT como o Leopard 2 no inventário, onde um complementaria o outro. E a seleção do Centauro II é advindo de um momento em que o EB queria um MBT… Inclussive, com uma arma de 55 calibres, rsrsrs.

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Santamariense
Santamariense
Responder para  Bardini
1 mês atrás

“É plenamente possível desmontar todo o MBT, revisar, recondicionar e/ou trocar diversos componentes, resultando ao final, em um MBT dentro de um padrão de zero-hora de operações. E isto implicaria em valores elevados. Coisa que vai para o nível de custo do que foi citado.”

Foi exatamente isso que eu escrevi mais acima. Isso tudo pode ser feito. E, dependendo do custo final, seria um bom negócio. Mas, tudo dependendo do que seria feito e por quanto.

Bardini
Bardini
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Não digo nem avaliar se é um bom negócio, pq para isso é preciso saber de tudo em profundidade. A questão é que talvez não seja tão ruim quanto se fez parecer…
.
E veja que foi uma proposta visando acordo G2G. E dentro deste tipo de proposta, é comum existir contrapartida.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Excelente comentário.

Também pensei o mesmo, não faz o menor sentido cobrar 15 mi de Euros a Unidade e oferecer um 2A4 antigo e surrado modernizado para 2A6 20 anos atrás.

As coisas não batem.

Este MBT teria que ser oferecido bem mais barato OU essa frase que fala da REFORMA pode significar que os sistemas e eletrônicos do MBT serão modernizados ou substituídos para o padrão 2A8 ou equivalente.

Ai sim faria sentido.

Bardini
Bardini
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Pode significar muita coisa e é por isso que o que realmente importa, é saber o que foi proposto. Mas a direção adotada foi a de queimar a oferta. Estranho…

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Vale muito mais a pena entrar na modernização Grega do Leo 1A5.
comment image

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Tomcat4,7
1 mês atrás

MELHORIAS

De acordo com a empresa, as principais melhorias propostas pelo LEP são:
Mobilidade:

  • Novo conjunto de força (“powertrain”) de 1.000HP;
  • Novo sistema de lagartas (“track system”);
  • Suspensão reforçada;
  • Posto do motorista aprimorado com visão para qualquer condição meteorológica;  

Poder de fogo:

  • Novo sistema de acionamento e estabilização da torre;
  • Novo sistema integrado de controle de tiro; 
  • O canhão continuará sendo o L7A3, de 105mm, mas com nova manga térmica; 

C5I:

  • Sistema de comunicação multicamadas;
  • Fusão sensor-atuador; 
  • Sistema de gerenciamento de campo de batalha;
  • Arquitetura centrada em inteligência artificial (IA);

Proteção:

  • Pacote de proteção passiva e reativa;
  • Conjunto de sensores de proteção ativa;
  • Sistema de armas remotamente controlado (SARC) totalmente integrado ao sistema de autoproteção da viatura;

Logística:

  • Sistemas de alta confiabilidade;
  • Tecnologia sustentável para os próximos 25 anos;
  • Gerenciamento de obsolescência.
Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Tomcat4,7
1 mês atrás

Sendo o caso é só colocar a torre HitFact usada pelo Centauro II com canhão 120mm(que ainda por cima diminui o peso do MBT). Ainda deve ficar beeeeem mais barato que os 15 mi de reais por carro do Leo 2A6 oferecido pelos alemães.

Última edição 1 mês atrás por Tomcat4,7
Bardini
Bardini
Responder para  Tomcat4,7
1 mês atrás

Não ficaria beeeeem mais barato”. A proposta vai muito além do que o EB pretendia fazer, envolvendo até troca da motorização e sendo assim, seria caro. Tão caro, que se aproximaria do custo dos blindados do programa corrente.
https://www.eodh-protection.com/images/uploads/files/LEOPARD%201HEL%20by%20EODH.pdf

samuka
samuka
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Bardini como sempre matando a pau..tentei publicar um comentario nessa linha no post original e sequer foi publicado..

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Quase 30 anos que não fazem um Abrams do zero, até agora não acredito nisso kkkkkkkk

Henrique A
Henrique A
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

Não tem necessidade. Foram fabricados muitos que estão estocados quando são modernizados (overhaul) o casco é todo desmontado e tudo é substiruído. Fica em condição 0km.

Tem um episódio do Discovery channep sobre essa modernização do Abrams.

Pedro
Pedro
1 mês atrás

“estreitar laços” 😂 sempre as mesmas explicações 😂 se queriam estreitar laços não deveriam ter bloqueado os componentes que iriam nos guaranis filipinos.

Alemanha não é confiável e brasil não deveria nem ter comprado as fragatas deles. Eu preferia as italianas.

Falando em Itália, não foram os alemães que embaçaram no porto deles no envio dos dois primeiros Centauro?

“Estreitar laços”…. Chucrute são malandros.

Manuel Flavio Vieira
Manuel Flavio Vieira
1 mês atrás

O Leopard 2A6 tem um peso de combate de 60,1 ton. Se adequa perfeitamente as pontes ISB, Improved Ribbon Bridge, Mabey e qualquer ponte veicular que o EB compra há mais de 10 anos pois exige pelo menos MLC de 60 ton.

Heinz
Heinz
1 mês atrás

Se a Ucrânia que tá raspando o tacho recusou, é porque o negócio é russo.
É melhor o E.B focar em coisa nova!

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Provavelmente a oferta para os ucranianos foi para pegarem do jeito que estavam.
Analisaram os carros e viram que não estavam em condições de combate.

Já esta oferta para o EB tem um detalhe: os MBTs seriam reformados.

Essa é a questão, para sabermos se a proposta é boa ou ruim, precisaríamos saber o que está incluso nesta “reforma”.

Se com a reforma os MBTs ficarem no padrão 2A6, porém como novos, 0 km?
ou ainda, se com a reforma, sensores fossem substituídos e o MBT ficasse em um padrão superior, equivalente ao 2A7?

Por simples lógica, eu não acredito que os alemães estão pedindo 15 mi de euros por MBTs caindo aos pedaços e que não servem para nada.
Ou o preço é bem mais barato ou a “reforma” é bem abrangente.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

O chefe da Otan recentemente nos ameaçou nominalmente, tem que ser muito irresponsável pra adquirir isso . Se sou eu o presidente, não adquiro um único revólver de quem nós ameaça ou impõe sanções.

Thiago
Thiago
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Basicamente isso.
A otan é nossa inimiga.
Adquirir qualquer equipamento deles é furada.

J L
J L
Responder para  Thiago
1 mês atrás

Errado, diversos países que são da otan, compraram produtos da EMBRAER, e aposto que muitos outros iram comprar ainda.

Manuel Flavio Vieira
Manuel Flavio Vieira
1 mês atrás

O último contrato do ASCOD 2, can 30mm, 42 unidades, custou 373€ milhões. A República Tcheca pagou USD2.2 bilhões há 2 anos atrás por 246 CV90 Mk IV. O valor unitário não chega nem a 10€ milhões no qual o autor da matéria se refere que estão pedindo pelo Marder. E o ingêniuo pensa “nossa como os alemães estão cobrando caro”. Essa matéria é ultratendenciosa e cheia de erros.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Manuel Flavio Vieira
29 dias atrás

Exatamente….cuidado com as mídias. Há patrocínios….
So fontes oficiais terão a realidade.
Nao se pode formar juizos com base em reportagens.

Fernando Vidal
Fernando Vidal
1 mês atrás

Nesse caso, entre essa oferta alemã e a oferta Chinesa, o Brasil deveria abraçar a oferta da Norinco e condicionar está ao ingresso dos chineses como sócios do estado na AVIBRAS e montar os carros de combate e veículos de infantaria VT-4 e VT-17 diretamente no Brasil com as adaptações necessárias para o nosso país.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Qual o melhor Mbt para o Brasil?

Essa é muito fácil: o que for de concepção nacional, fabricado aqui. O resto é conversa mole .

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Para uma demanda de 65 unidades?
Então ficaremos sem nenhum MBT, porque os custos para desenvolver um MBT nacional seriam enormes para uma aquisição ridícula de somente 65 unidades.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Então não adquire nada.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Basta ver foi gasto no complexo naval de Itaguaí.
Cerca de R$ 12 bilhões.
E ainda faltam mais R$ 5 bilhões para finalização do projeto.
São R$ 17 bilhões no total, por enquanto…
Sim. É uma construção gigantesca que engloba o estaleiro, outras unidades de construção e uma nova base naval.
Mas R$ 17 bilhões? Fora todos os demais custo do programa PROSUB?

Seria muito bom ver o desenvolvimento e produção um um MBT nacional.
Mas investir bilhões na infra, bilhões no projeto, por poucas unidades?
E ainda saber que 50% possui componentes estrangeiros?
Basta ver a situação da MB que não consegue comprar ou produzir um navio de 1.500 e 500 unidades.

Pessoal tem que parar de achar que dinheiro dá em árvore.
Arrecadação tem origem.
E controle de endividamento é para países competentes.
É preciso parar de nos comparar com modelos seguidos por EUA e China.
A gestão financeira de programas e projetos do Estado é fraca e influenciável.
Se cortar o limite, o desvio vai crescer e os recursos não vão (novamente) chegar onde devem.
Segundo o MP, existe a estimativa de que R$ 250 bilhões são desviados anualmente com corrupção. Apenas corrupção.

Última edição 1 mês atrás por MMerlin
Daniel
Daniel
1 mês atrás

Já é um avanço. Mas se o Leopard já está na versão A8, porque compraríamos a versão A6? Se é para ficar com blindado antigo, ficamos com os nossos mesmos até aparecer uma oferta melhor. 🤔

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Daniel
1 mês atrás

2A8 novo de fábrica está saindo por cerca de 30 mi de euros no pacote completo.

2A6 é inferior à 2A8 mas é um ótimo MBT.
Se a reforma deixar o MBT em estado de 0km, é uma boa proposta. Não sei se é a melhor proposta, mas é boa.

Agora não acredito que estejam oferecendo 2A6 caindo aos pedaços e sem serventia por 15 mi de euros.
Então ou é 2A6 reformado em estado de 0km ou 2A6 modernizado para padrão 2A7 ou algo do tipo.

Daniel
Daniel
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Entendo seu ponto de vista, amigo. Mas a necessidade de um MBT “puro sangue” para o EB, por si só já é discutível. Agora comprar um equipamento de utilidade discutível e ainda ultrapassado é injustificável.

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
1 mês atrás

Ta de bom tamanho pra substituir os M-60 e M-113 naquela região (Campo Grande)? Com isso poderíamos focar na substituição ou modernização dos Leo 1.

Lucas
Lucas
1 mês atrás

Ucrânia recusando blindados?
Que conversa furada!

Os Ucranianos estão atacando de Toyotas com canhão na caçamba. Tirando tanque de museu e mandando pro front..

Bem capaz de recusar um MBT desses.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Lucas
1 mês atrás

Se cobraram por eles a Ucrânia pode ter recusado a compra.

EDUARDO VIEIRA DOS SANTOS
EDUARDO VIEIRA DOS SANTOS
1 mês atrás

Às forças armadas brasileiras devem comprar veículos blindados novos !!!

adriano Madureira
adriano Madureira
1 mês atrás

Sangue de Cristo tem poder! Eles que ofereçam para outros otários,certamente os ucranianos estão mais necessitados do que nós e iriam agradecer muito essa entubada alemã…

Não passam de carros ultrapassados,só servirá para eles ganharem uma grana em cima de nós,com peças e revisões caras.

Os Marder 1A5 foram atualizados entre 2003 e 2004 a partir de 74 unidades do modelo Marder 1A3,os mesmos foram modernizados pela primeira vez em 1989, após um programa de modernização ter sido implementado, com a atualização de cerca de 2.100 veículos Marder 1 da série A1/A2,que foram criados entre 1984 e 1991

Certamente há outras opções!

Sabemos que os alemães sabem que nós tradicionalmente gostamos de comprar belos restos de rico, mas Quepe de otário é marreta,e apesar de nossos garbosos generais,já terem levado muita marretada,acho que ainda resta um pouco de massa cinzenta funcional…

E se os ucranianos recusaram a Jaca,pois já andei me informando aqui,só sendo muito otários para aceitar esse presente de alemão…

Última edição 1 mês atrás por adriano Madureira
Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Provavelmente os alemães ofereceram aos ucranianos do jeito que estavam e os ucranianos não aceitaram pois não estavam em condições de combate.
A oferta para nós não é uma doação e tem custo alto, segundo a matéria seria de 15 mi de euros, não tem sentido cobrarem tudo isso para algo inútil.
Como a própria matéria diz, a oferta inclui a Reforma dos MBTs.
Dependendo do que significa essa reforma, pode ser uma boa oferta.
Se a reforma significa deixar os MBTs em estado de 0km?
ou se a reforma significa elevar ao padrão 2A7?

Renato Pereira
Renato Pereira
1 mês atrás

Que furada!!!

naval762
naval762
1 mês atrás

O EB tem um caso de amor com sucata, tomara que recusem essa “oferta” e busquem um parceiro pra desenvolver uma plataforma nos mesmos moldes do Gripen.

RSmith
RSmith
1 mês atrás

Por que querem vender para o Brasil? Não são aliados da Ukrania? devia doar para o Zelensky…. querem criar, our melhor, manter a nossa dependencia no equipamento deles? já se confirmaram com a derrota da Ukrania? sei não…

Vilela
Vilela
1 mês atrás

Querem empurrar mais sucata p gente ter q reformar? Compra novo, bae, Turquía, correia do sul, china…. Se for adquirir seja novo!!!

RDX
RDX
Responder para  Vilela
1 mês atrás

Óbvio. Compra a sucata e gasta alguns bilhões com modernização e suporte. Ganha 3 vezes.

Luciano
Luciano
1 mês atrás

Na América do Sul, e especificamente considerando a topografia das fronteiras brasileiras, carros de combate e transporte sobre lagartas, só tem utilidade imprescindível, no sul do Brasil. Não me interessa a “tradição” do EB, me interessa a eficiência na defesa do Brasil(e não no ataque a outros países).

Portanto, qualquer Tanque serve, desde que seja eficiente e superior, na fronteira com a Argentina, que é a única topografia que permite avanço de colunas blindadas inimigas. Eu aceitaria a proposta, desde que fosse muito barata e houvesse garantia de operação por 30 anos, assim como uma atualização tecnológica.

Posteriormente, focaria todos esses recursos economizados em artilharia pesada, de campanha, foguetes e misseis, e antiaérea. Continuaria a desenvolver o Guarani, por óbvio, drones de todos tipo, e aerotrasporte de helicopteros.

Quanto vai custar o projeto dos carros de combate e IFV? 1.5? 2 bilhões de dólares? Quantos sistemas Astros, artilharia 155mm, e baterias antiaéreas, é possível adquirir(ou, aí sim, produzir aqui com transferência tecnológica)com essa grana? Para que tanques, se o único país capaz de nos ameaçar, nunca passaria por todo esse poderio de artilharia? Na minha opinião, eu levaria a sério sim, a proposta.

Última edição 1 mês atrás por Luciano
Augusto José de Souza
Augusto José de Souza
1 mês atrás

Pela lógica como operamos o Leopard 1a5BR,nada mais justo que a sua sucessora natural o Leopard 2 seja a sua substituta e inclusive já temos uma planta da kmw em Santa Maria e os nossos soldados já conhecem o equipamento e não precisa de readaptação e relação ao novo mbt e como o EB está com recursos escassos o melhor é ir no mercado de usados como fms ou essa proposta alemã.

Hélio
Hélio
1 mês atrás

Muito mais valeria uma parceria com a Iveco para um novo conceito baseado no Aríete

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Hélio
1 mês atrás

Nem os italianos quiseram isso para eles.

Hélio
Hélio
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Por isso mesmo seria a iveco aceitaria de muito bem grado. Os italianos não quiseram pra eles por serem submissos aos alemães. O aríete é leve, muito menor que o leopard e tem muita margem pra melhoria.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Hélio
1 mês atrás

Você tem ideia de quantos bilhões custaria isso? Nem o projeto do Guarani com a Iveco o EB conseguiu bancar.

Hélio
Hélio
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Você tem ideia do retorno tecnológico que isso traria? Foi exatamente o mesmo conceito que a Suécia fez com o leopard. Usa o chassi e desenvolve o recheio. Agora, cabe as FAs tomarem vergonha na cara e fazer melhor gestão do seu dinheiro. Ao invés de importar sucata, que desenvolvam tecnologias nacionais.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Hélio
1 mês atrás

Tecnologicamente falando, a Suécia está muito à frente do nosso país.
E não é tecnologia “comprada” com o famoso ToT.
É fruto de décadas (muitas) com investimento em educação de qualidade, pesquisa, desenvolvimento e fomento. Fomento principalmente em exportação.
Não é em dez anos, ou com um ToT que vamos conseguir isso.
Principalmente com a carência absurdo que o mercado nacional tem de engenheiros.

Henrique A
Henrique A
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

O Brasil não alfabetizou direito toda a sua população ainda e tem gente que acha que vamos conseguir criar um polo tecnológico-industrial pra bater de frente com as nações mais ricas e avançadas do Ocidente! Rsrsrsrs

Hélio
Hélio
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Pra que gripen então? Pra que Tamandaré? Jogar dinheiro fora?

MMerlin
MMerlin
Responder para  Hélio
29 dias atrás

Projetos totalmente distintos.
Ambos já contavam estruturas locais que passaram por ampliação e modernização com parte investimento estatal e a maior parte pelo setor privado.
Mesma coisa com o Guarani, onde já existia a fábrica de Sete Lagoas e o preparo da mesma foi toda bancada pela IVECO.

Referente ao ToT peguemos como exemplo o Gripen.
O Estado preferiu investir mais para que empresas nacionais recebessem conhecimento para expansão de sua tecnologia.
A ED&S foi a principal envolvida, com outras três empresas nacionais. Agora todas fazem parte da linha de produção mundial.
A IVECO investiu num produto para transporte, que é o Guarani 6×6, que é um ótimo custo beneficio e o oferece mundialmente.

Tanto as Tamandarés quanto os Riachuelos estamos pagando por ToT por uma taxa de nacionalização razoável mas, para aproveitamento e manutenção das empresas e profissionais que o absorveram, é preciso cadência de produção.
Como as fábricas nacionais não estão comprometidas em participar da linha de produção mundial das matrizes produtores (nem na América Latina), para mantê-las é preciso produção constante, que depende de pedidos.

Não sou contra ToT.
Sou contra ToT mal planejado.
Gastar bilhões com infra e ToT, produzir 4 ou 6 unidades e parar por aí, mesmo precisando de um número bem maior de equipamentos e embarcações, é um tremendo desperdício.
O conhecimento será perdido e não resolveremos a necessidade da quantidade.
Já vimos isso acontecer aqui.

Bardini
Bardini
Responder para  Hélio
1 mês atrás

A IDV foi vendida para a Leonardo, que é quem está tocando o projeto do novo MBT italiano em parceira com a Rheinmetall. E sendo assim, não faz o menor sentido investir em defunto.
.
O Ariete é um Leopard 2 piorado.

Vladbaltaza
Vladbaltaza
1 mês atrás

Blindados velhos remodelados

João Henrique
João Henrique
1 mês atrás

Nem a Ucrânia pegou! Pra vcs verem kkkk

Emmanuel
Emmanuel
1 mês atrás

“Isso é uma furada.”
Bom mesmo são os nossos Leo 1A5 e Cascavel.
É cada coisa que a pessoa tem que ler.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Emmanuel
1 mês atrás

Ninguém se atenta que isso é uma matéria parcial e cheia de juízo de valor e poucos dados técnicos e informações fundamentadas.

Não faz sentido a Alemanha fazer uma oferta absurda que não seria aceita.

$15 mi por unidade certamente se refere a células totalmente reparadas e modernizadas, nunca que ofereciam cascos sem uso por esse dinheiro todo.

Emmanuel
Emmanuel
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Se vierem modernizadas, ótimo.

Lyw
Lyw
1 mês atrás

Tem muita coisa estranha nessa matéria do “Tecnodefesa”…

Primeiro, os ucranianos receberam Leopard 1A5, 2A4, 2A5, 2A6 e um monte de velharias de várias partes da Europa, faz sentido eles recusarem estes Leopard 2A6? Já tem matéria de sites especializados em defesa estrangeiros pregando cautela quanto a esta informação do tecnodefesa:

https://en.defence-ua.com/news/did_ukraine_really_turn_down_dozens_of_leopard_2a6_tanks_and_marder_1a5_ifvs_now_offered_to_brazil-16423.html

Se observarmos, o site também fala sobre incompatibilidade de munições entre o canhão do CC alemão com o do Centauro, o que também é questionável, pois existem apenas algumas munições específicas que realmente não são indicadas para o Centauro. Ademais, os nossos Leopard 1A5 por acaso utilizam munições intercambiáveis com o Centauro?

Sobre o fato deste citado site ter feito trabalhos defendendo algumas opções de blindados do mercado atual que perderiam a chance de negócios no Brasil com a aceitação dessa proposta eu irei me abster de comentar, pq advogado é caro…

Bardini
Bardini
Responder para  Lyw
1 mês atrás

Acho que a única munição que seria diferente, neste caso de mix entre Leopard 2 & Centauro 2, seria a DM73, que demanda uma arma como o L55. Não me recordo de outra, no momento. Na prática, dentro daquilo que podemos ou precisamos ter, seria basicamente o mesmo pool de munições, com a óbvia diferença de performance entre uma arma mais longa que a outra.
.
O bom termômetro para entender um viés nestes assuntos, é a seção de comentários. Se o filtro só deixa passar o que convêm, criando tendência de apoio ou o contrário, é bom abrir o olho…

MMerlin
MMerlin
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Se o filtro só deixa passar o que convêm…”

E isto ocorrer realmente no site. Se usar argumento contrário ao autor, independente do assunto, acaba sendo cortado.
Talvez seja reflexo do que ocorreu com ele e outro colega quando foram rebatidos referente a artigos e comentários num forum de defesa conhecido anos atrás.

Henrique A
Henrique A
1 mês atrás

Eu peço que os senhores usem seu senso crítico:

-Que sentido faria a Alemanha fazer uma oferta absurda que seria certamente rejeitada?

-Que sentido há em pedir $15 mi por CC e $10 mi por IFV (preço semelhante a células novas) se estes exemplares fossem cascos inoperantes?

Certamente se esse valor for verdadeiro, se refere a células TOTALMENTE revitalizadas e modernizadas, não faz sentido pedir preços próximos de células novas em supostas células sucateadas; nesse mercado não tem amador, o pessoal do EB sabe identificar o que é operacional do que não é, não tem lógica o pessoal alemão oferecer sucata a preço de novo.

Se o EB tem o dinheiro pra adquirir e manter e se por esse valor e qualidade do material for competitivo se comparado às outras opções que é a questão.

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

Para um exército que apresenta um Cascavel NF com um sistema óptico que parece tão frágil que uma pedrada bem dada tira o mesmo de operação… começo a pensar que essa oferta pode sim ser uma boa opção.

Thiago
Thiago
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

É uma péssima opção.
Nossos vizinhos são fracos demais para serem uma ameaça.
Quem é, de fato, uma ameaça ao nosso país são os mesmos que fabricam as peças e munições pra esse equipamento. Logo, este equipamento não serve pra nós.

Rafa_Positron
Rafa_Positron
1 mês atrás

Não !

Muito obrigado

Não precisamos de GAMES CHANGERS fracassados que não conseguem bons resultados no campo de batalha nem contra as velharias soviéticas

Prefiro o T-90 Proryvy

Aliás, o mito da superioridade ocidental já se desfez há muito tempo igual a comprimido efervescente em água morna

Anos70
Anos70
1 mês atrás

Será que num cenário de guerra moderna os “tanques” tem toda relevância e fazem realmente a diferença???

Acho melhor investir em armas anti-tanques e drones do que ficar gastando dinheiro com a aquisição e, o pior, a manutenção desses tanques.

Um tanque de guerra que custa alguns milhões (pode considerar a moeda: dólar) sofre ataque de alguma arma moderna anti-tanque ou drone, que custam alguns milhares.

Na internet se encontram inúmeros vídeos de tanques sob ataque de drones e armas anti-tanque, principalmente na guerra da Ucrânia.

Os tanques viram verdadeiros crematórios ambulantes, a tripulação é incinerada sem dó nem piedade.

Eu vejo o declínio dos tanques nesse contexto; talvez, nunca sejam extintos… mas, sua importância já não é a mesma!

Colombelli
Colombelli
1 mês atrás

Da pra ir olhar mas o cheiro de trampa e maracutaia de atochação é forte.

LtRasczak
LtRasczak
29 dias atrás

Equipamentos velhos, desatualizados, que vários ja recusaram, darão muitos custos, pouco retorno e bastante dor de cabeça….. Vamos acabar aceitando

Bigliazzi
Bigliazzi
29 dias atrás

compra 25 milhões de drones… sai mais barato e destrói todos os blindados da América Latina

Jose Luiz Esposito
Jose Luiz Esposito
29 dias atrás

Continuaremos nos ERROS ,nao fabricar , nao desenvolver , aceitar material de um pais que bloquou a vinda de Blindados italianos em represalia a nao apoio do Brasil , a Palhaçada na Ucrânia.
Por trás disso estão certos Oficiais e Generais atrás de PPs e envio deles a fazer curso de Ferro Velho com diárias pagas em dólar etc etc .

Diego
Diego
29 dias atrás

Já temos lixo demais por aqui para tá comprando sucata alemã, usa essa grana para agilizar o centauro II, e amadurece a ideia de outro carro de combate depois, me agrada a parceria com a Turquia, e como outros foristas já mencionaram poderíamos ter um modelo de carro de combate pesado em menor número na região Sul/Sudeste, e um carro médio na região Norte/Nordeste.

Everaldo Lameira
Everaldo Lameira
13 dias atrás

Chega de comprar sucata de outros países, o Brasil tem condições de produzir carros de combate aqui no nosso território