Exército Brasileiro descarta oferta de tanques antigos alemães Leopard 2A6
Brasília — O Exército Brasileiro informou que a oferta feita pela Alemanha de tanques de batalha principais Leopard 2A6 não é compatível com os objetivos da Força. A oferta alemã contemplava cerca de 65 unidades do Leopard 2A6 e 78 veículos de combate de infantaria Marder 1A5, segundo informações da mídia especializada.
O pacote fazia parte de uma proposta de modernização acelerada para o Programa “Nova Família de Blindados sobre Lagartas”, que visa atualizar a frota de veículos blindados do Exército. A proposta alemã incluía veículos retirados de estoques estratégicos da Bundeswehr e recondicionados pela empresa KNDS Deutschland.
Motivos da recusa
Fontes do Exército apontam que os modelos Leopard 2A6 ofertados não atendem plenamente aos requisitos técnicos do programa brasileiro, incluindo o limite de peso estipulado, adequação logística e independência industrial. Uma das preocupações foi o fato de que os tanques em oferta estariam com elevado nível de desgaste, segundo reportagens de veículos do setor de defesa.
Além disso, o Exército considera que adquirir equipamentos de segunda mão, com necessidade de adaptações extensivas e dependência de suprimentos externos, poderia comprometer os objetivos de autonomia tecnológica e base industrial de defesa nacional.
Impactos e próximos passos
Com a recusa da oferta alemã, o Exército reforça sua meta de investir em plataforma nova ou adaptada às condições brasileiras, priorizando sistemas com peso e manutenção compatíveis com a malha logística nacional.
O anúncio também deixa claro que a “oferta” alemã permanece como proposta aberta, mas sem compromisso futuro garantido. Enquanto isso, o Programa Estratégico continua a analisar outras alternativas no mercado internacional e nacional.
A decisão marca um momento importante para a modernização das Forças Blindadas do Brasil, alinhando-se à perspectiva de longo prazo para renovar e fortalecer a frota de combate sobre lagartas do país.■

Uffa!!Agora corram atrás de um blindado médio descente.Gosto do tulpar. O único problema para mim é o fato de ser muito alto (nesse ponto CV 120 é mais adequado)…qualquer um dos dois é um bom negócio.
O tulpar não é assim tão alto como apareceu na laad 2025, a torre ainda não estava integrada adequadamente.
O Tulpar não é um MBT, é uma blindado de infantaria adaptado, que em uma guerra como a da Ucrânia não teria chance alguma, assim como todos o MMBTs. Ah, mas dá pra colocar blindagem adicional, mas daí o peso vai pras alturas e o valor então… melhor seria olhar para os blindados coreanos ou até mesmo o MBT turco, mas o EB é teimoso demais pra admitir que esta fazendo burrada, igual quando comprou os Leo1 de primeira geração quando tinha o M60 dando sopa, e depois quando comprou o Leo1 A5 quando tinha o Leo2 A4 também dando sopa.
Em situações como na guerra da Ucrânia, a solução, talvez, seria a proteção ativa, combinado com uma defesa antiaérea que acompnhe os MBT. Como visto lá, não importa muito a blindagem, o drone ataca em pontos vuneráveis. O mais importante é a parte que protege a tripulação, esta sim deve ser o sufuciente para suportar um ataque.
Certíssimo.
Mas este já era um blindado descente,o que o exército procura é um blindado DECENTE!
Talvez, repito, talvez o EB esteja olhando com mais atenção a proposta divulgada recentemente, da IDV LATAM, para uma familia de blindados sobre lagartas, adequada e adaptada às necessidades do EB. Penso que essa seria a proposta que mais se aproxima de uma certa independência do Brasil nesse segmento, visto incluir similaridades com o Centauro (torre/canhão) e ser de uma indústria já plenamente instalada no país e que trabalha com o EB há anos.
Pode ser que os israelenses também apresentem um proposta similar envolvendo a torre Sabraa e um tanque médio sob medida para o EB.
Pode ser. Em 2022 o EB emitiu uma RFI para esse programa e acho que Israel até fez uma proposta com a torre Sabrah.
Podem esquecer. Nesse governo não compram nada israelense, se for do Irã, da Coreia do Norte eles compram, mas israelense não.
Esqueceram que o EB declarou o Atmos israelense como a melhor proposta e o governo barrou a compra?
Ano que vem esse governo vai sair
O problema é: e se nos 4 seguinte voltar? ou 8 que seja. aí cancela de novo? Outros países já desistiram de contratos já assinados e rodando (como a Espanha). O Brasil se tornou muito instável e pode não ser interessante depois desse distanciamento diplomático (mesma coisa com outros países europeus). São contratos e parcerias longas. Pode acontecer inclusive do Brasil deixar de receber novas autorizações de exportação por esse mesmo motivo.
Agora vai tomar o prozac vai.
E ainda tem outro problema decorrente desse, não haverá dinheiro nem pra comprar chiclete para tapar os buracos.
Vão ser corridos do planalto, no voto! Mandar essa corja para o poço infecto que merece!
Deus ouça suas palavras !
Vai entrar quem Tarcísio, o rei do pedágio, o que faz a população de sao paulo beber água de esgoto com a privatização da sabesp,o que ja avisou que vai privatizar tudo.
Pode esquecer, o 9 dedos vai ganhar no primeiro turno.
rei do pedágio é o Alkmin, rei do pedágio e amigo do PCC, ptista não tem memória mesmo.
“o rei do pedágio” quem tem essa alcunha e justamente o vice presidente do atual mandatário.
Tarcisio é o cara!!!!
Sim. Que no DNIT deixou as entradas esburacadas como a cara dele
o íncrível caso de pessoa que curte militarismo, lê sobre a posição estratégica das ffaa…sabe que o comando tem os cenários de atuação por causas extrangeiras e vem aqui defender traidor da pátria.
sigamos…
Amem!!!!!
Se Deus olhar por nós, esperemos.
Kkkkkk comprou tanto, que cortou pensões das solteironas. Esses cérebro lá do ZAP são uma comédia kkkkkkkkk
Primeiro escreve corretamente, depois tenta usar ironia sem sentido.
Se você e sua turma , soubessem o que é ter sentido, faria esse esforço, mas com vocês é totalmente dispensável.
Blábláblá…volta para a escola e aprende a te expressar corretamente, depois tenta posar de inteligente.
Realmente você é cômico escrevendo sobre inteligência. Um sujeito sem o mínimo senso crítico sobre política..
Raciocina pior que um moleque de quinta série fundamental. Acho que deveria usar seu conselho e urgentemente voltar para a escola, entender alguma coisa de política, História e economia.
Eles não vão ficar muito tempo mais no poder.
Que os anjos digam amem !
No começo do ano eu falava isso. Hoje já não estou tão certo.
Com as trapalhadas da família B e do próprio Tarcísio, talvez saia o Flávio candidato a presidente e o Tarcísio tente a reeleição.
Aí vou ter que votar e torcer para algum outro de centro-direita ganhar (Ratinho Jr, Caiado ou Zema), para não dar L de novo.
É mesmo? Quando compraram algo destes países?
Enquanto o Netanyahu estiver no poder, esquece porque o Brasil não negociará.
Problema é a baixa escala, a necessidade do exército real seria de 221 Centauro 2 , se levar em conta os 98 Cascavel sendo modernizados, seriam na verdade 320 , e compramos só 98…
Comprar 65 CC soa ridículo , vai desenvolver um tanque ítalo brasileiro pra quantas unidades? 300 a 350 já atenderia as necessidades do EB mas não compensa produzir aqui , ainda mais com 65 apenas garantidos.
Concordo plenamente. A escala é fundamental. Mas, perceba que a oferta é da Iveco. Ela quem fez a proposta. Como ainda e uma coisa bem recente, deveremos saber de mais informações com o tempo. Porém, a empresa deve saber dos planos do EB. Agora, o EB tem que se decidir sobre o que vai querer. Penso que os quantitativos de 65 CC e 78 IDV são números iniciais, com aquisições adicionais ao passar do tempo. Se o EB pensa em adquirir apenas esses números, obviamente que nenhuma empresa vai querer embarcar nessa de produção local. Mas, a IDV é uma empresa com experiência e deve saber o que faz. Aguardemos.
Amigo, a empresa pode te entregar um tanque e você pedir só uma única unidade sem problema. Mas o custo dessa unidade vai ser bem alto. Quem paga por tudo é o cliente, o custo de desenvolvimento vai ser todo do Brasil. Muitas unidades diluem o custo, se o Brasil só pedir 65….. azar o nosso, não da Iveco.
Eu sei disso desde sempre. E não disse isso no meu comentário, pelo contrário, falei o que você falou, com outras palavras.
Azar o nosso sim, a não ser que tenham comunhão de peças com outros tipos de veículos e busquemos nacionalização de componentes, ainda assim 65 é ridículo, parece que contaram para 5 esquadrões com 12 CC em cada, 2 no Mato Grosso do Sul e 3 Rio Grande do Sul, nos RCB, e 5 para treinamento.
Ainda acho que vão modernizar os Leopard 1A5 e fazer um misto com os CC novos , como ocorre com o Centauro e Cascavel.
Um AMX/A-1 com esteiras.
Isto sim é jogar dinheiro no lixo, gastar uma fortuna para projetar um blindado do zero, e todo processo longo. E depois compramos no máximo 70 blindados. Vai de tulpar e pronto, deixa se inventar.
Tudo depende do que o EB quer e de qual maneira quer que isso aconteça. Com montagem aqui ou tudo recebido de prateleira? Somente 65 e 78 viaturas ou mais, com lotes adicionais amarrados em contrato? Não esqueça que todas as compras de programas principais das Forças tem envolvido participação da indústria nacional e transferência de tecnologia, em vários graus de abrangência. Eu sou um dos que mais bate na tecla da escala de produção x viabilidade financeira. Porém, cada caso deve ser estudado e dimensionado. Vamos usar o exemplo do KC-390. O cliente inicial, FAB, encomendou apenas 28 unidades (depois reduzidas para 19) e o programa foi adiante e tem ganhado compradores mundo afora. Aguardemos.
O povo esquece que abandonamos o Tamoyo pronto, abandonamos o Osório pronto, estamos aos poucos sabotando a compra do KC-390, a compra do Gripen tá um parto, como renegociações e dilatando o prazo de entrega. Desenvolver algo aqui é burrice, devíamos comprar de prateleira mesmo e negociar para que peças e as manutenções de grande monta sejam feitas aqui.
Comprar de prateleira, sem uma perspectiva clara de engenharia reversa e desenvolvimento nacional, é coisa de país incapaz, coisa de “herdeiro “, tem a carteira cheia, mas não sabe fazer nada. O Brasil só é respeitado com tecnologia nacional. O restante até a Arábia Saudita compra…
Acredito que não será do zero, mas sim uma variante adaptada, a empresa faz sem dificuldades isso. O importante é garantir nacionalidade e comunhão de peças para manutenção.
Tulpar + Altay é o caminho certo.
Aí temos duas opções:
Optando pela proposta (ainda inicial) da IDV LATAM, teríamos uma relação aprofundada com os italianos e uma parceria maior por décadas.
Optando pelos blindados turcos, teríamos uma outra empresa nesse segmento instalado no Brasil.
Prós italianos: manutenção e ampliação das instalações fabris, com aumento da cadeia de fornecedores e uma maior parceria indústria/EB.
Contras italianos: seria uma espécie de monopólio italiano no segmento blindado do Brasil.
Prós turcos: diversificação do segmento, com uma segunda empresa por aqui, aumentando a concorrência, algo sempre salutar.
Contras turcos: opção por uma parceria e equipamentos que nunca utilizamos em nenhum segmentos das FA’s, sem experiência prévia com o suporte e pós-venda deles.
CV90-120MM e CV90IFV esse é o caminho
altay não se classifica pra essa porcaria que o EB tá pedindo. se fosse pra comprar MBT as opções seriam muito maiores
Salve senhores camaradas do Forte e Trilogia!
Excelente notícia de sábado para eu comer meu pastel de carne com meu caldo de cana.
Bravo Zulu E. B.
SGT MORENO
Considerando futuras parcerias com a Índia, o MBT Arjun MK-1A surge como uma excelente opção a ser avaliada.
Motor
• V-10 turbo diesel
• Potência: aprox. 1.500 HP (versão mais recente)
Peso
• Cerca de 68 toneladas
Desempenho
• Relação potência/peso: ~24 HP/ton
• Velocidade máxima em estrada: ~58 km/h
• Velocidade cross-country: ~40 km/h
• Suspensão: hidropneumática redesenhada (Advanced Running Gear System)
Armamento
• Canhão principal: 120 mm raiado
Se tiver mais que 50…55 Ton, o EB não vai querer.
O K2 black panther está nessa faixa de peso.
Sim. Esse MBT seria excelente. Mas, o preço é um dos grandes entraves. Isso falando de Brasil e sua história de miserabilidade em equipamentos de Defesa. Se tivéssemos uma visão séria e comprometida com a defesa, adquirir o K2 ou Leopard 2A8 ou outro desse nível, não deveria ser problema.
Tá maluco de comprar coisa da Índia, vira essa boca pra lá kkkk
Se não me engano, nos requisitos do EB, o único de segunda mão que se adequa é o Type 90 e Type 10 Japonês, o resto apenas MMDT se enquadra.
O k1 sul coreano também cabe
Depende da versão, alguns tem canhões de 105mm
Apenas a versão inicial chamada K1 a versão K1A1 já vem com um 120mm.
Trêss coisas:
1- se até o EB viu que os CC’s estavam desgastados além da conta ( isso explicaria porque até a Ucrânia os recusou, vejam só ) então é porque a coisa taava feia, esses CC’s estavam em estado lastimável, não valendo o custo / benefício de modernizá-lo;
2- sobre a questão do peso: qual a solução? O EB vai abrir mão de vez de operar CC após a aposentadoria dos Leo1, e ir de C’s leves como Tulpar ou CV? Ou substituir CC por Centauro II?
3- eu disse que a proposta alemã era sem vergonha…
Sobre a segunda observação, o programa do EB para renovar a sua frota de blindados sobre lagartas já responde, boa parte das perguntas.
Sobre o peso em si, tem várias questões envolvidas, desde financeira, passando por logística e chegando a adequação aos terrenos em que será empregado, desses os 2 primeiros são os mais influentes na minha opinião, os custos vão além apenas da aquisição e operação, eles englobariam também novas pranchas e caminhões para o transporte, reforço dos pisos das garagens e locais de armazenamento além do que já teria que vir como as ferramentas para a manutenção e peças sobressalentes.
Apesar de desgastados a oferta é que eles fossem revitalizados pela empresa alemã, como foi feito com nossos Leopard 1A5 antes de entregues, chegariam como novos aqui. O problema mesmo ê o peso, neste ponto precisamos de um veículo médio com menos de 50 toneladas.
Pelo o que eu li, estaríamos comprando blindados com una 40 anos de uso por um preço mais alto do que os 4 favoritos no programa do EB que são 0Km.
Excelente; chega de velharia!
Tô sentindo que a IDV vai caprichar na oferta:
Carro de combate com 50 toneladas, HITFACT MKII e sistema de proteção ativa. 100% feito no Brasil.
Aposto 1 real que será exatamente assim!
Depois de toda essa palhaçada da Alemanha embargando o Brasil, onde a marinha estava com a cabeça de comprar as fragatas de origem alemã? Até o cofre de munição dos leopards ela embargou. Tinha que dar uma banana pra eles e nunca mais comprar nada deles.
Graças a Deus, um pouco de bom censo no EB. Prefiro o K2 Black Panther Sul Coreano.
Tendo em vista que estamos com cascavel, não era pra se recusar, se for pra ter um ifv com canhão de 120mm por causa do limite de peso, é melhor comprar só centauro
Aí numa situação de operação em que um veículo de lagartas era a solução, simplesmente não iremos operar?
Os políticos e sociedade brasileira não se preocupam em entrar em guerra pelo próximo milênio
Eu acho o contrário, se for para ter MMBT com peso de 35 ou 40 toneladas é melhor só comprar ele e cancelar o Centauro.
Então essa oferta de parceria caracu era verdade.Que pena,os alemães estão decaindo muito.
A melhor opção é o Type 10.Tem o peso similar aos nossos blindados atuais e saiu por 11 milhões de dólares em um pedido pequeno feito em 2023,então daria até para fazer aqui sem sair muito caro.
Eu acho que o Japão não transfere a tecnologia , o Type 10 é cheio de segredos industriais…
Além de ser CARÍSSIMO, o Japão é muito restritivo pra exportar qualquer coisa bélica. O Brasil nem é membro da OTAN, então seria impossível, mesmo que tivesse o dinheiro (que não tem).
Nem se quiser comprar os type 74 que tão lá encostado eles vendem (não vou dar ideia)
Não é caríssimo,todas as outras opções tem preço similar ou superior.O que economizaríamos com o Abrams ou Challenger pagaríamos na construção da infraestrutura para suportar eles.
E o Japão já vem a um bom tempo reduzindo essas restrições,se tivermos um governo alinhado aos interesses americanos pode até sair.
Se a oferta foi de 15 mi de euros mesmo . ai nao tem negociação … ainda custo a acreditar nisso , mas .. que seja .. com a oferta desses Leo 2 , talvez abra caminho para outros fabricantes de MBT proporem algo tambem , na esperança de um K2 ou Altay
Ufa, xô maldito! Não quero material da Nato aqui.
A Natura é uma boa empresa…
Então, devolve os Gripen, Tamandaré, Guarani, LMV, Centauro II já recebidos e cancela as entregas faltantes.
Faltou os Scorpene nessa lista ai, kkkkk
Bah, verdade. Me esqueci. É que são tantos equipamentos comprados da “OTAN malvada” que acabo esquecendo alguns.
Fabricar aqui e sob licença um MBT adequado para a realidade brasileira é o caminho.
Fabricar sob licença, engenharia de obra pronta, não te ensina nada e ainda por cima sai caro.
Ninguém transfere tecnologia, know how e know why, simplesmente por parceria.
Dependendo dos números, melhor garantir ao menos a totalidade da manutenção local.
Desgaste blz, agora um país que é um continente falar em limitações de peso é ridículo pqp. Ainda bem que os caminhões por aqui andam com carga no peso ideal, todos muito bem fiscalizados pela maravilhosa PRF.
Isso já foi tão discutido aqui …
Concentração de peso no espaço de um CC é muito maior que nos caminhões, cujo peso, apesar de maior, é distribuído nos eixos.
Sim, só que vocês precisam considerar a frequência, quantos caminhões com esse peso passam nas pontes por dia?? Alguns blindados com peso maior, não parecem que vão fazer a ponte cair.
O problema que eles tinham (tem) no Japão. E a solução não foi operar essas coisas aí. Mais pesado onde dá (Hokaido), menos pesado onde não dá (mais ao Sul).
A Indonésia tem 7 mil ilhas e opera MBT. E ela não tem 7 mil pontes ligando as 7 mil ilhas.
Isso é conversa mole e vocês caem nisso
Basta concentrar os pesados no Sul e Sudeste, e os MMDT nas outras regiões. E como já não fosse feito, pelo fato que os Leopard são concentrados no Sul.
Concordo !
Excede em tamanho (largura x altura e comprimento)….não sobe nas pranchas e nem nos vagoes ferroviarios do sistema logistico brasileiro, alem de oferecer um problema em alguns túneis ferroviarios, exige equipamento especifico como tank transporters e pranchas cujos eixos precisam esterçar para fazer curvas que custam quase 1/3 do valor do próprio C.C sem falar que seria categorizado como carga indivisível precisando de curso especial e restrição de horário para rodar conforme as lei de trânsito vigente e demoram muito mais tempo chegar no destino que uma carga mais leve.
Como muitos viram na guerra da Ucrania foi requisitados novamente meios de transporte civis para apoiar a logistica no esforço de guerra e isso é primordial para defesa de um país de características continentais como o nosso….
Durante a segunda guerra enquanto a Alemanha nazista colocava 1 pesado Tiger na linha de frente a Russia ja tinha colocado uns 4 T-34….isso não é conversa mole….é ser estratégico.
Verdade os CC vão estar diariamente trafegando pelas rodovias e ponte né, na minha opinião que não vale nada é pensar pequeno e mostra o quanto o país se preocupa em infraestrutura, bom mas esperar oque né por aqui se paga asfalto para tráfego de Carretas pesadas mas é entregue um farelo que mau aguenta carros de passeio, Brasil um País fadado a ser um gigante Benguela por N motivos um dele é a falta de plano de estado mas sempre plano de poder para os.politicos .
Alguns estão falando de K2, Type 10, opções usadas, etc.
Mas segundo fontes do EB os 4 favoritos são:
CV90
Tulpar
Lynx
Ascod
Todos MMBTs com IFVs, dentro do conceito de família e com pesos abaixo das 50 toneladas.
Agora surgiu a nova proposta da IDV Iveco Defense que foi comprada pela Leonardo.
Ou seja, as mesmas empresas que produzem Centauro 2, Guarani e Guaicuru.
O IFV e MMBT proposto seriam novos e produzidos no Brasil e teriam muita comunalidade com o Centauro 2, já adquiridos pelo EB.
Das 4 opções acima os mais falados são CV90 e Tulpar.
Tulpar MMBT foi apresentado um protótipo ano passado e bem esta concluído, esta muito alto, a torre não esta bem encaixada.
E o CV90120T mostrou um único protótipo da versão MK3 e a oferecida é a versão MK4, cujo protótipo esta em construção e tem previsão de ser entregue em 2027.
Pelo menos a versão IFV do CV90 já foi exportada. O Tulpar nem a versão IFV foi adquirido por nenhum país. A Turquia pretende adquirir 400 unidades do Tulpar IFV para acompanharem os 250 Altay, mas o contrato nem foi assinado.
Se 2 dos favoritos não existem nem em protótipos direito, acho que a proposta da IDV tem uma boa chance.
Afinal a Otokar precisa da torre Hitfact da Leonardo para colocar no Tulpar IFV e transformá-lo em MMBT, já a IDV é uma empresa da Leonardo agora e obviamente terá a torre Hitfact muito mais facilitada, mais barata e com todas as prioridades para integração.
Na gíria da MB: Isso daí é a maior “goiaba” arrependida da face da terra.
o EB se livrou de uma tremenda furada.
O melhor equipamento MBT para o Brasil hoje recai sobre o Reinmethall P51 Phanter…perfeito!
Esse plano de modernização está cada vez mais com cara de um FX terrestre…
Exelente, há bons projetos de Blindados novos. Turco, Suecos e etc !
A IDV italiana fez proposta pra se desenvolver um blindado sob lagartas em parceira com IDV Brasil, projeto do zero, dentro das especificações do EB, acho que seria o caminho. Havendo recursos o exército do Brasil poderia pegar o Tulpar, até umas 60 unidades, simultaneamente investir nesse projeto entre as IDVs de longo prazo.
MMBT não serve.
A blindagem é muito fraca.
Obter equipamento de um país da otan logo após o país chefe da otan ter nos ameaçado também não é algo inteligente.
Manda para a Ucrânia.
Poderia comprar e adaptar para as polícias passar por cima das barricadas estamos em uma guerra civil a muitos anos
Talvez (Um grande talvez) nossos oficiais tenham tido um lampejo de lucidez olhando para o conflito da Ucrânia. Perceberam que a realidade do combate vem mudando muito rápido e que, neste momento, apostar tanto em um equipamento que tem sua doutrina contestada pela realidade pode ser um grande erro. Pode ser até que os MBTs se reinventem mas, agora, são uma incognita e um risco.
Habemus vida inteligente no EB!
Sem exageros, por favor.
o quem e chateia é ver o país desse porte com tantos recursos tanto poder econômico sendo destruído por corruptos. Nosso dinheiro na mãos desses caras sempre estaremos ferrados. Se o que foi roubado na farra do INSS estivesse investido nas forças armadas que estamos a anos e anos arcaicos acabaria essa frescuragem para adquirir tanques , caças, sistemas anti aereos. mas infelizmente essa novela passa a anos e quando decide comprar é algo fudido ou já ultrapassado.
Quero ver se vão comprar coisa melhor, porque um Leo 2 A6, aqui na América Latina seria o maioral.
Com que dinheiro? rsrs….
Pelo menos essa sim, foi uma decisão acertada. Mas, porque não responder com una offerta de uma linha de produção de Leopard 2A7 no Brasil? E volto a lembrar que tendo em vista o mal desempenho de todos os tanques na Ucrania o Brasil deveria fazer a tecnologia de drones uma prioridade.
Abs
EB ainda existe? rsrs…
Nem a Ucrânia quiz essa latas velhas. Parabéns ao EB por Não aceitar……
Vamos comprar isso…comprar aquilo…até quando? Indústria nacional eh o caminho, quase ninguém fala disso.
Que bom que não compraram esse “golf 2001 usado” Esse conceito de MBT, grande e pesado já era. Pessoalmente prefiro o CV90-120. Especialmente fosse fabricado e com base de manutenção local. Se é pra morrer com um tiro só como na ucrânia, melhor algo mais barato, mais leve, menor e em maior quantidade, com um canhão 120mm