Administração de Material de Defesa da Suécia (FMV) assina acordo multilateral sobre CV90
Um marco na cooperação de defesa nórdico-báltica foi alcançado hoje com a assinatura de um acordo técnico entre Estônia, Finlândia, Lituânia, Holanda, Noruega e Suécia para fortalecer a cooperação no veículo de combate CV90.
Este é o segundo passo deste importante acordo que já havia começado no início deste ano, quando os ministros da Defesa dos seis países assinaram uma carta de intenções sobre a aquisição conjunta do sistema de veículo de combate CV90.
Juntos, os veículos de combate dos países participantes constituirão uma capacidade significativa dentro da OTAN e fortalecerão a dissuasão e a prontidão em toda a região. Ao trabalharem em conjunto, as nações também pretendem reduzir custos, obter entregas otimizadas e simplificar a manutenção. A cooperação em aquisições de defesa em larga escala como esta é crucial para o futuro e para a construção de uma defesa mais forte e unificada entre as nações aliadas.
– Este é um passo importante no trabalho de aquisição conjunta de veículos de combate adicionais. Um sistema de veículos conjunto aumenta as possibilidades de colaboração entre as forças armadas de nossos países, tanto no que diz respeito à manutenção quanto ao desenvolvimento futuro do sistema a longo prazo, afirma Eva Hagwall, Diretora Interina de Material de Defesa (NAD).■

Meio vaga a notícia…
Até aqui …os europeus estão somente batendo os seus tambores para guerra…a famosa paz armada.
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Parecido ao roteiro da primeira guerra mundial…só falta o estopim….geralmente será uma situação forjada em alguns paizinhos da OTAN ou não …aposto que será com alguns daqueles nanicos do Báltico.
Lituânia comprando Leo2A8
Holanda com Leo2A6 e comprando Leo2A8
Noruega comprando Leo2A7
Finlândia com Leo2A4 e Leo2A6 sendo modernizados
Suécia modernizando Leo2A5 e comprando Leo2A8
Nenhum dos países se interessou pela versão MMBT.
Todos eles usam o combo CV90 IFV e Leo2 MBT.
Simples o MMBT não oferece a proteção que um MBT tem.
Ah, mas o Leo2 não serve para o EB… nossas estradas não aguentam…nossas pontes não suportam…gasta muito combustível…estão no osso…chega de velharias… é muito antiquado…Vamos comprar mais Leo 1 e cascavel mesmo…Kkkk
Faltou a Letônia e a Dinamarca aí nesse grupo para fechar uma coalizão no material e possivelmente com isso obter uma queda nos valores de custo de manutenção e até na aquisição dos equipamentos.
Isso é mais um passo na grande aquisição conjunta de blindados que estes países devem realizar no ano que vem.
Depois de esses países terem acordado na compra do sistema este acordo é mais neste sentido……
A OTAN (NATO) gere a rotatividade de técnicos e equipas de manutenção através de princípios de interoperabilidade e padronização entre os países membros, em vez de um sistema de “troca” centralizado e uniforme.
Os principais aspetos deste processo são:
Padronização e Interoperabilidade: A OTAN foca-se em garantir que os equipamentos e procedimentos de manutenção dos diferentes países membros sejam compatíveis e possam funcionar em conjunto. Isso é conseguido através de acordos de padronização (STANAGs) que definem requisitos de design, procedimentos de manutenção e operação de equipamentos.
Missões e Destacamentos: A “troca” de equipas ocorre principalmente no contexto de missões e exercícios conjuntos. Os países membros destacam as suas próprias forças e pessoal de manutenção, que trabalham em conjunto sob o comando da OTAN, seguindo protocolos comuns.
Agências de Manutenção e Abastecimento: A OTAN possui agências, como a antiga NAMSO (NATO Maintenance and Supply Organisation), que gerem contratos para a manutenção e abastecimento de equipamentos específicos (como motores de aeronaves) em nome de vários países, garantindo a eficiência e a disponibilidade operacional.
Formação Conjunta: Técnicos de diferentes nações participam em exercícios e programas de formação conjuntos, como o CWIX, para testar e melhorar a sua capacidade de trabalhar em conjunto e resolver problemas de interoperabilidade no terreno.
Soberania Nacional: Cada país membro é responsável pela gestão e rotatividade do seu próprio pessoal militar e civil de manutenção, de acordo com as suas políticas internas. A OTAN fornece a estrutura e os padrões para garantir que este pessoal possa integrar-se eficazmente em operações multinacionais.
Em resumo, a “troca” é facilitada pela interoperabilidade e pela formação conjunta, permitindo que as equipas de manutenção de diferentes nações trabalhem harmoniosamente em apoio às missões da Aliança.
Tem razão o colega que afirma que o
A nota é meio vaga.
Off topic:
Foi sancionada ontem e pulicada hoje no DOU a lei dos 5 bi anuais pra defesa.
Com o dinheiro investido no Cascavel inútil podiam ter comprado alguns CV90.